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Curso preparatório para Residência em CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL RESOLUÇÃO DE QUESTÕES – Anatomia de Cabeça e Pescoço/Traumatologia Bucomaxilofacial Aula 7 17. Em relação à tabela de graduação da escala de coma de Glasgow e usando os parâmetros de resposta motora, em relação ao valor atribuído no exame do doente: (A) Obedece (7), Localiza a dor (6), Fuga da dor (5), Flexão anormal (4), Extensão anormal (3), sem resposta (1). (B) Obedece (6), Localiza a dor (5), Fuga da dor (4), Flexão anormal (3), Extensão anormal (2), sem resposta (1). (C) Obedece (5), Localiza a dor (4), Fuga da dor (3), Flexão anormal (2), Extensão anormal (1), sem resposta (1). (D) Obedece (4), Localiza a dor (3), Fuga da dor (2), Flexão anormal (1), Extensão anormal (0), sem resposta (1). ESCALA DE COMA DE GLASGOW ✓ O dano neurológico é a soma dos escores: • 15 = normal • 13 ou 14 = dano brando • 9 a 12 = dano moderado • 3 a 8 = dano severo Resposta motora Escore Obedece 6 Localiza a dor 5 Fuga da dor 4 Flexão anormal 3 Extensão anormal 2 Sem resposta 1 Abertura dos olhos Escore Espontaneamente 4 Ao falar 3 Ao sentir dor 2 Sem resposta 1 Resposta verbal Escore Orientada 5 Confusa 4 Palavras inapropriadas 3 Incompreensível 2 Sem resposta 1 17. Em relação à tabela de graduação da escala de coma de Glasgow e usando os parâmetros de resposta motora, em relação ao valor atribuído no exame do doente: (A) Obedece (7), Localiza a dor (6), Fuga da dor (5), Flexão anormal (4), Extensão anormal (3), sem resposta (1). (B) Obedece (6), Localiza a dor (5), Fuga da dor (4), Flexão anormal (3), Extensão anormal (2), sem resposta (1). (C) Obedece (5), Localiza a dor (4), Fuga da dor (3), Flexão anormal (2), Extensão anormal (1), sem resposta (1). (D) Obedece (4), Localiza a dor (3), Fuga da dor (2), Flexão anormal (1), Extensão anormal (0), sem resposta (1). 18. O hematoma de septo é uma das complicações associadas a traumas nasais. Com relação ao seu tratamento, está CORRETO afirmar: (A) É feito tamponamento logo após a identificação do hematoma. (B) Não há necessidade de intervenção, uma vez que regride com o tempo. (C) É feita drenagem, seguida de tamponamento. (D) O tratamento se dá com o uso de descongestionantes nasais. (E) Nenhuma das resposta anteriores. FRATURAS NASAIS ✓ Fator etiológico: acidentes motociclísticos e agressão física; ✓ Diagnóstico clínico: crepitação, mobilidade, depressão óssea, assimetrias, sangramento nasal, obstrução nasal; ✓ Diagnóstico por imagem: o padrão-ouro é a tomografia computadorizada sem contraste; ✓ Outras incidências radiográficas: Radiografia de Waters (ou mento-naso) e Radiografia de Perfil para Ossos do Nariz. FRATURAS NASAIS ✓ Tratamento: ✓ O momento ideal é logo após o trauma, antes da formação do edema; ✓ Idealmente não se deve passar de 7 dias, devido a fibrose e, consequentemente, dificuldade em manipular os cotos ósseos. ✓ Instrumentais utilizados para a redução da fratura: Pinça Walshan ou Asch; ✓ A redução septal é importante para que se obtenha o restabelecimento da forma e função do nariz. FRATURAS NASAIS – HEMATOMA DE SEPTO ✓ Pode se formar mesmo sem uma deformidade nasal evidente; ✓ Características clínicas: ✓ Dor à palpação no ápice do nariz; ✓ Edema uni ou bilateral flutuante no septo; ✓ Causas: ✓ Fratura da cartilagem do septo; ✓ Hemorragia dos vasos pericondrais danificados. FRATURAS NASAIS – HEMATOMA DE SEPTO ✓ A pressão do sangue extravasado resulta em necrose avascular da cartilagem; ✓ Havendo formação de hematoma de septo, é importante drenar, para evitar obstrução nasal, necrose septal, infecção e condrite. ✓ Deve-se manter o tampão intranasal por 3 dias, trocando-o diariamente. Tecido necrótico Hematoma Predisposição à infecções 18. O hematoma de septo é uma das complicações associadas a traumas nasais. Com relação ao seu tratamento, está CORRETO afirmar: (A) É feito tamponamento logo após a identificação do hematoma. (B) Não há necessidade de intervenção, uma vez que regride com o tempo. (C) É feita drenagem, seguida de tamponamento. (D) O tratamento se dá com o uso de descongestionantes nasais. (E) Nenhuma das resposta anteriores. 19. As fraturas do tipo Le Fort III são caracterizadas como uma disjunção craniofacial. Dentre os achados clínicos desse tipo de fratura, pode-se observar, EXCETO: (A) Mobilidade do complexo zigomatoalveolar. (B) Vazamento de líquor. (C) Equimose periorbitária. (D) Epífora. (E) Mobilidade mandibular. ✓ A Fratura Le Fort I (ou de Guérin): linha de fratura estendendo-se da abertura piriforme através das paredes anterior e lateral do seio maxilar, até a tuberosidade da maxila e lâminas pterigoides. ✓ Fratura Le Fort II (ou piramidal): a linha de fratura estende-se da sutura nasofrontal, através dos ossos nasal e lacrimal à sutura zigomaticomaxilar ao longo do soalho de órbita. A fratura então continua em direção a tuberosidade da maxila e lâminas pterigoides. ✓ Fratura Le Fort III (ou disjunção craniofacial): a linha de fratura passa através da região nasofrontal, seguindo ao longo da órbita medial, fissuras orbitárias superior e inferior e ao longo da parede lateral da órbita a nível de sutura zigomático-frontal. A fratura então segue através da sutura zigomaticotemporal e osso esfenoide, chegando inferiormente na sutura pterigomaxilar. FRATURA DE MAXILA – LE FORT III ✓ O diagnóstico é essencialmente clínico, porém a tomografia computadorizada é importante para localizar com precisão as fraturas e para planejar a conduta cirúrgica; FRATURA DE MAXILA – LE FORT III ✓ Principais sinais e sintomas: ✓ Equimose bilateral (olhos de Guaxinim); ✓ Edema envolvendo o 1/3 médio de face; ✓ Má-oclusão; ✓ Degrau ósseo e mobilidade óssea; ✓ Sangramento nasal (epistaxe) e obstrução nasal; ✓ Extravasamento de líquor; ✓ Epífora; ✓ Le Fort III: fratura da parede lateral de órbita e do arco zigomático. 19. As fraturas do tipo Le Fort III são caracterizadas como uma disjunção craniofacial. Dentre os achados clínicos desse tipo de fratura, pode-se observar, EXCETO: (A) Mobilidade do complexo zigomatoalveolar. (B) Vazamento de líquor. (C) Equimose periorbitária. (D) Epífora. (E) Mobilidade mandibular. Curso preparatório para Residência em CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL RESOLUÇÃO DE QUESTÕES – Anatomia de Cabeça e Pescoço/Traumatologia Bucomaxilofacial Aula 7