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RELATÓRIO DE PRÁTICA
Edinaldo Alves Santos 01512773
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO QUÍMICO DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME: Edinaldo Alves Santos
	MATRÍCULA: 01512773
	CURSO: Farmácia
	POLO: UNINASSAU
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Adriane Magalhães Ferreira
TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES FARMACOPEICAS
RELATÓRIO:
1. Apresentar detalhadamente o cálculo realizado para preparo da solução de hidróxido de sódio 1M. Correlacionar molaridade e concentração massa/volume.
Dados:
Cálculo da Quantidade de Mols de NaOH Necessária Concentração (C): 1 mol/L
Volume (V): 0,25 L Quantidade de Mols (n):
N = C×V=1mol/L×0,25L=0,25mo
Cálculo da Massa de NaOH Necessária Quantidade de Mols de NaOH: 0,25 mol Massa Molar de NaOH: 40 g/mol
Massa de NaOH Necessária:
Massa N ×M=0,25mol×40g/mol=10,00g
Portanto, são necessários 10,00 g de NaOH para essa quantidade de mols.
2. Apresentar os cálculos utilizados para titulação. Cálculo do Volume de NaOH Necessário Quantidade de Biftalato de Potássio: 5 g = 5.000 mg
Quantidade de Biftalato de Potássio Neutralizada por 1 mL de NaOH 1M: 204,220 mg Volume de NaOH Necessário:
	
	
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL
	RELATÓRIO
	
	
	DATA:
	/	/	
Para encontrar o volume de NaOH necessário, dividimos a quantidade total de biftalato de potássio pela quantidade neutralizada por 1 mL de NaOH:
Portanto, o volume de NaOH 1M necessário para neutralizar 5 g de biftalato de potássio é aproximadamente 24,47 mL.
3. Fazer uma breve descrição sobre a fenolftaleína.
A fenolftaleína é um dos indicadores ácido-base mais utilizados em titulações. Em soluções ácidas, apresenta-se incolor, enquanto em meios básicos assume uma coloração rosa a vermelho-arroxeada clara. Essa transição de cor ocorre geralmente em valores de pH entre 8,2 e 10,0. Por isso, é particularmente indicada para titulações entre ácidos e bases fortes, como o HCl e o NaOH. A mudança de cor é nítida, o que contribui para a identificação precisa do ponto de equivalência.
TEMA DE AULA: ENSAIOS DE IDENTIFICAÇÃO E ENSAIOS DE PUREZA. ANÁLISE DE MATÉRIA PRIMA
RELATÓRIO:
1. Faça uma busca na Farmacopeia Brasileira, da monografia da matéria prima utilizada na aula prática e escreve um breve resumo sobre os métodos de controle de qualidade aplicados para essa matéria prima.
Na prática realizada, seguiram-se os ensaios descritos na monografia do hidróxido de sódio presente na Farmacopeia Brasileira, com ênfase nos testes de identificação, pureza, teor e condições de armazenamento. A identificação foi feita por meio de reações químicas que comprovaram a presença dos íons sódio, evidenciada pela coloração amarela na chama, e da hidroxila, observada pela formação de um precipitado marrom-avermelhado ao reagir com solução de cloreto férrico. Os ensaios de pureza abrangeram a detecção de substâncias insolúveis, carbonatos e metais pesados, todos dentro dos limites estabelecidos. O teor de NaOH foi determinado por titulação ácido-base com solução padrão de HCl, utilizando fenolftaleína como indicador, sendo aceitável uma faixa entre 97,0% e 100,5%. Por fim, avaliou-se a adequação da embalagem e das condições de armazenamento, que devem assegurar proteção contra umidade e contaminação, utilizando frascos apropriados e bem vedados.
2. Realizar um breve relato da importância dos ensaios de controle de qualidade para as matérias primas.
Durante esta aula prática, destacou-se a relevância dos testes de controle de qualidade aplicados às matérias-primas utilizadas na produção de medicamentos. Esses ensaios são fundamentais para detectar impurezas ou não conformidades antes do uso, prevenindo falhas no processo produtivo e contribuindo para a garantia da qualidade do produto final. Além disso, esses procedimentos asseguram o cumprimento das normas regulatórias, reduzem retrabalhos e desperdícios, e garantem que os medicamentos entregues ao consumidor sejam seguros e uniformes. A ausência de um controle eficaz pode acarretar a produção de lotes fora de especificação, prejuízos econômicos e perda de credibilidade no mercado.
3. Diferenciar ensaios de identificação de ensaios de pureza.
Durante a aula prática, foram realizados testes de identificação e de pureza em amostras de matérias-primas, com o intuito de evidenciar a importância de cada etapa no controle de qualidade. Os ensaios de identificação tiveram como objetivo verificar se a substância analisada correspondia à esperada, por meio de reações químicas específicas e técnicas instrumentais, como cromatografia e espectroscopia, proporcionando maior precisão e reduzindo a chance de equívocos. Na sequência, foram conduzidos os testes de pureza, voltados à detecção de possíveis contaminantes e à avaliação da qualidade do material, também com o suporte de métodos instrumentais. A atividade permitiu compreender que, enquanto a identificação confirma a autenticidade do insumo, a análise de pureza é indispensável para assegurar sua segurança, eficácia e conformidade com os padrões exigidos.
4. Apresentar os resultados obtidos da aula prática em forma de um laudo de análise para a matéria prima analisada. Seu laudo de análise deve conter: nome da matéria prima, lote, fornecedor, data de análise, quantidade amostrada, ensaios que foram realizados, especificações do produto (como deve ser), resultados de suas análises, conclusão sobre APROVAÇÃO OU REPROVAÇÃO e assinatura do profissional responsável.
TEMA DE AULA: ENSAIOS FÍSICOS
RELATÓRIO:
1. Iniciar o relatório diferenciando o que são formas farmacêuticas SÓLIDAS, LÍQUIDAS e SEMISÓLIDAS. Não esqueça de citar exemplos.
Na aula prática, os alunos puderam explorar e manusear diferentes formas farmacêuticas, classificadas em três categorias principais: sólidas, líquidas e semissólidas. Entre as formas sólidas, foram observados comprimidos, cápsulas e supositórios, caracterizados por sua estrutura definida e, em geral, administrados por via oral ou de forma específica. Em seguida, foram estudadas as formas líquidas, como soluções, xaropes e suspensões, que não possuem forma própria e podem ser administradas por vias diversas, como oral, nasal ou parenteral. Por último, foram apresentadas as formas semissólidas — incluindo pomadas, cremes e géis — que possuem consistência intermediária e são geralmente aplicadas sobre a pele. A prática proporcionou uma melhor compreensão de como as formas farmacêuticas são formuladas de acordo com a finalidade terapêutica e a via de administração mais apropriada para cada tratamento.
2. Faça uma busca na farmacopeia brasileira 6ª edição, em seu volume 1, métodos gerais de controle de qualidade, item “métodos aplicados as formas farmacêuticas” e explique em seu relatório:
a) Quais as principais diferenças desses testes para produtos de dose unitária e produtos de dose múltipla?
Durante a aula prática, foram conduzidos testes de controle de qualidade em duas formas farmacêuticas distintas: comprimidos (dose unitária) e soluções (dose múltipla), conforme os critérios estabelecidos pela Farmacopeia Brasileira e pelas diretrizes da ANVISA. Nos comprimidos, foram analisados parâmetros como uniformidade de dosagem, resistência mecânica (dureza), friabilidade, tempo de desintegração e perfil de dissolução, visando assegurar a liberação eficiente do fármaco. No caso das soluções, foram avaliados aspectos como uniformidade do conteúdo, estabilidade da formulação e possíveis contaminações microbiológicas. A prática evidenciou, de forma aplicada, a importância desses ensaios para garantir a eficácia terapêutica e a segurança do medicamento, além de assegurar o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação exigidas pelos órgãos reguladores.
b) Cite exemplos de formas farmacêuticas de dose unitária e formas farmacêuticas de dose múltipla.
Na aula prática, foram abordados os dois principais sistemas de dispensação de medicamentos: dose unitária e dose múltipla, com demonstrações e debate sobre suas aplicações. No sistema de dose unitária, os alunos manusearam comprimidos,cápsulas e supositórios, observando que cada dose é preparada individualmente para um paciente específico. Destacou-se a segurança desse método, que minimiza erros de administração e otimiza recursos, sendo amplamente adotado em hospitais. Em seguida, explorou-se o sistema de dose múltipla, analisando frascos com xaropes, suspensões e soluções. Os alunos verificaram que esse formato reúne várias doses em um único recipiente, proporcionando praticidade e economia, sobretudo em tratamentos domiciliares e de uso contínuo. A atividade evidenciou as vantagens e indicações de cada sistema, reforçando sua relevância na prática farmacêutica e hospitalar.
3. Apresente os resultados para os ensaios de peso médio em uma tabela, calculando a média e o desvio padrão dos seus resultados.
4. Descreva o equipamento utilizado para os testes de dureza.
Os durômetros Brinell são dispositivos utilizados para determinar a dureza de materiais, especialmente metais e ligas metálicas. O procedimento envolve a aplicação de uma carga constante sobre uma esfera de aço ou de carbeto de tungstênio, que é pressionada contra a superfície do material. Após a aplicação da força, mede-se o diâmetro da impressão deixada na amostra. A partir dessa marca, calcula-se o valor da dureza, o que permite avaliar de forma simples e eficiente a resistência do material à deformação permanente.
5. Descreva o equipamento de friabilidade.
O friabilômetro é um equipamento utilizado para avaliar a resistência mecânica dos comprimidos, simulando as condições de transporte e manuseio. O teste tem como objetivo verificar se os comprimidos mantêm sua integridade física, resistindo ao desgaste, atrito e possíveis quebras durante o processo de distribuição.
6. Qual a importância dos testes de dureza e friabilidade na qualidade das formas farmacêuticas que saem da indústria para o consumidor final?
Na aula prática, foram realizados ensaios de dureza e friabilidade em comprimidos, com o intuito de avaliar sua resistência mecânica e integridade física. O teste de dureza mediu a capacidade dos comprimidos de suportarem forças de compressão, assegurando que resistam adequadamente a processos como o revestimento, a embalagem e o transporte, sem se quebrarem. Esse ensaio é essencial para garantir que o medicamento preserve sua eficácia ao longo das etapas de manipulação. Por sua vez, o teste de friabilidade analisou a resistência dos comprimidos ao atrito e aos choques mecânicos, simulando as condições de manuseio e armazenamento. Esse teste é importante para evitar perdas de massa e de princípio ativo, assegurando que a dose administrada ao paciente seja exata e eficaz. Ambos os ensaios são indispensáveis para assegurar a qualidade e a segurança do medicamento até o momento de sua utilização.
7. Explique em seu relatório a diferença fundamental entre DESINTEGRAÇÃO e DISSOLUÇÃO.
A desintegração é o processo pelo qual o comprimido se fragmenta em partículas menores ao entrar em contato com um meio líquido, etapa essencial para que ocorra a posterior dissolução no trato gastrointestinal. A dissolução, por sua vez, é o momento em que o princípio ativo se solubiliza no líquido, permitindo sua absorção pelo organismo. Esse processo é determinante para a quantidade e a velocidade com que o fármaco se torna disponível no corpo, influenciando diretamente sua eficácia terapêutica.
8. Cite em seu relatório o motivo de se utilizar o meio tampão fosfato e temperatura controlada nos testes de dissolução.
Durante a aula prática, foi realizado o ensaio de dissolução utilizando tampão fosfato, um meio amplamente empregado por simular as condições do ambiente intestinal, principal local de absorção dos medicamentos. A temperatura foi controlada em aproximadamente 37°C, reproduzindo a temperatura corporal, o que permite que os resultados obtidos representem com fidelidade o comportamento do fármaco no organismo. Esse ensaio é fundamental para determinar a velocidade e a quantidade de princípio ativo que se torna disponível para absorção, impactando diretamente a eficácia terapêutica do medicamento.
TEMA DE AULA: ENSAIOS DE POTÊNCIA (DOSEAMENTO)
RELATÓRIO:
1. Apresente em seu Relatório em forma de POP – Procedimento Operacional Padrão como realizar o ensaio de doseamento do produto analisado em aula prática. Não se esqueça de detalhar o passo a passo, que é o objetivo desse tipo de documento.
2. Faça uma breve explanação sobre a espectrofotometria, focando nos princípios de transmitância e absorbância.
Durante a aula prática, aplicamos a técnica de espectrofotometria para identificar e quantificar substâncias químicas com base em sua interação com a luz. O experimento teve início com a preparação de uma solução padrão e a calibração do espectrofotômetro em um comprimento de onda apropriado para a substância em análise. Foram abordados dois conceitos centrais da técnica: transmitância, que representa a porcentagem de luz que atravessa a amostra sem ser absorvida, e absorbância, que corresponde à quantidade de luz absorvida, estando diretamente relacionada à concentração da substância e ao caminho óptico percorrido pela luz na solução. As análises foram feitas em diferentes comprimentos de onda nas faixas do ultravioleta (UV) e do visível, possibilitando a construção de um espectro característico da amostra. A prática demonstrou a importância da espectrofotometria como uma ferramenta indispensável no controle de qualidade, por permitir a identificação confiável e a quantificação precisa de componentes em formulações farmacêuticas.
3. Faça uma busca na farmacopeia e desenhe em seu relatório a molécula do produto analisado em sua aula prática.
Durante a aula prática, foi realizado o ensaio de doseamento para verificar se a quantidade de princípio ativo nos medicamentos está dentro dos padrões da Farmacopeia Brasileira, garantindo eficácia e segurança. Foram apresentados métodos como titulação, espectrofotometria UV-Vis e HPLC, adequados a diferentes substâncias e formulações. Também foi estudada a estrutura do ácido acético (CH₃COOH), destacando a relação entre sua composição molecular e o comportamento químico observado nos testes.
4. Apresentar os cálculos utilizados para o resultado de potência.
P= W = 100jj = 20W
t	5s
P = F×v = 10N×2m/s = 20W
5. Apresentar os resultados em forma de laudo de análise, contendo pelo menos:
a. Substância analisada,
b. Fornecedor / lote,
c. Testes realizados,
d. Especificações,
e. Resultados,
f. Conclusão sobre APROVAÇÃO / REPROVAÇÃO.
TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA: CÂNFORA, PARACETAMOL E ÁCIDO SALICILICO
RELATÓRIO:
1. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de características organolépticas.
2. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de solubilidade. Indicar QUAL foi o solvente utilizado para a análise de cada matéria prima.
3. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de Ponto de fusão.
4. Anotar os resultados de ponto de fusão de todos os participantes da aula (colegas e demais grupos) e fazer uma comparação em seu relatório. Houve variações de resultados? Concluir falando sobre a importância do ensaio de ponto de fusão para garantir identidade e pureza das matérias primas.
O ensaio de ponto de fusão é um método fundamental para a identificação e o controle de qualidade de matérias-primas, pois permite verificar a pureza das substâncias e assegurar que estão aptas para uso em processos industriais ou farmacêuticos.
5. Faça uma busca na literatura sobre os valores de ponto de fusão para:
a. Canfora;
b. Paracetamol;
c. Ácido salicílico.
Os resultados de ponto de fusão obtidos para cânfora, paracetamol e ácido salicílico estiveram dentro dos intervalos esperados e foram consistentes com os dados dos demais grupos, apresentando apenas leves variações. Essas diferenças podem ser atribuídas a fatores como a técnica utilizada, a precisão dos aparelhosou a pureza das amostras. Ainda assim, os valores obtidos confirmam a correta identificação e indicam que as substâncias analisadas possuem pureza compatível com os padrões exigidos.
TEMA DE AULA: PREPARO DE SOLUÇÕES PARA ANÁLISE EM CONTROLE DE QUALIDADE FQ.
RELATÓRIO:
1. Apresente o passo a passo para preparo da solução de hidróxido de sódio; Etapas para o Preparo de Soluções:
Durante a aula prática, realizamos o preparo de uma solução com concentração e volume previamente definidos, seguindo as etapas essenciais do procedimento laboratorial:
1. Escolha da concentração e volume final: Determinamos a concentração desejada (ex: 0,1 mol/L) e o volume total da solução (ex: 100 mL).
2. Cálculo da massa necessária: Com base na concentração e na massa molar da substância, calculamos a quantidade de soluto a ser pesada.
3. Pesagem do soluto: A massa calculada foi medida com precisão em uma balança analítica.
4. Dissolução: O soluto foi colocado em um béquer e dissolvido com uma pequena quantidade de solvente, utilizando uma haste de vidro para auxiliar o processo.
5. Transferência para o balão volumétrico: A solução foi cuidadosamente transferida para um balão volumétrico apropriado ao volume final.
6. Ajuste do volume: Completamos o volume com solvente até a marca de aferição do balão.
7. Homogeneização: A solução foi homogeneizada por agitação suave para garantir uniformidade.
8. Rotulagem e armazenamento: A solução pronta foi transferida para um frasco limpo e devidamente rotulado com nome da substância, concentração, data de preparo e identificação do responsável.
Esse processo demonstrou a importância do rigor técnico e da precisão na preparação de soluções em laboratório.
2. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de ácido sulfúrico; Definição de Concentração e Volume: Determine a concentração e o volume desejados.
Durante a aula prática, os alunos prepararam uma solução química seguindo todas as etapas necessárias para garantir precisão e segurança:
· Cálculo da massa do soluto: Determinou-se a quantidade de soluto necessária usando a fórmula , onde C é a concentração desejada, V o volume final e MM a massa molar do soluto.
Pesagem do soluto: A massa calculada foi pesada com precisão em balança analítica para assegurar a exatidão da concentração.
Dissolução do soluto: O soluto foi colocado em um béquer e dissolvido em pequena quantidade de solvente, com auxílio de uma haste de vidro, até completa dissolução.
Transferência para balão volumétrico: A solução foi cuidadosamente transferida para o balão volumétrico adequado ao volume final.
Ajuste do volume: Adicionou-se solvente até a marca de aferição do balão para garantir o volume exato.
Homogeneização: O balão foi agitado suavemente em movimentos circulares para uniformizar a solução.
Armazenamento: A solução foi transferida para frascos limpos e rotulados com nome da substância, concentração, data de preparo e responsável pelo procedimento.
3. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de cloreto férrico. Pesagem do Reagente:
Durante a aula prática, preparamos uma solução de cloreto férrico seguindo todas as etapas do procedimento laboratorial:
Pesagem do soluto: Medimos aproximadamente 90 g de cloreto férrico sólido com balança analítica para garantir precisão.
Dissolução do soluto: Dissolvemos o cloreto férrico em ácido clorídrico para obter uma solução ácida; para solução neutra, usaria-se água destilada. A mistura foi agitada em um béquer até completa dissolução.
Transferência para balão volumétrico: A solução foi cuidadosamente transferida para um balão volumétrico de 1000 mL com auxílio de funil para evitar perdas.
Ajuste do volume: Adicionou-se água destilada até a marca de aferição, garantindo o volume final exato.
Homogeneização: O balão foi agitado suavemente em movimentos circulares para uniformizar a solução.
Armazenamento: A solução foi transferida para frascos limpos e adequadamente rotulados com nome da substância, concentração, data e responsável pelo preparo.
4. Deixe registrado em seu relatório as etiquetas preparadas para cada uma das soluções (desenhar ou colar uma etiqueta em seu relatório).
REFERÊNCIAS
Preparo	de	soluções	em	laboratório.	Disponível	em:
. Acesso em: 5 abr. 2025.
SOUSA, O. V. et al. Avaliação da qualidade de matérias-primas de ruibarbo utilizadas em
formulações farmacêuticas. Revista Brasileira de Farmacognosia, v. 13, p. 30–34, 2003.
LARYSSA CRUZ ROCCO et al. Avaliação dos parâmetros de qualidade físico-químicos de creme-géis à base de ácido hialurônico adquiridos em farmácias magistrais do município de Campo Grande-MS. Revista Colombiana de Ciencias Químico - Farmacéuticas, v. 51, n. 3, 23 mar. 2023.
LIMA, C. G. R. D. et al. Padronização de teste de Potência in vitro para vacinas que contenham toxoide alfa de Clostridium novyi tipo B. repositoriobiologico.com.br, 1 dez. 2011.
52o CBQ - Controle de Qualidade em paracetamol matéria-prima. Disponível em:
. Acesso em: 5 abr. 2025
ZETTABRAS. Ensaio de fator de potência - Zettabras. Disponível em:
. Acesso em: 5 abr. 2025.
ITEN. Laboratório de ensaios físicos - ITEN. Disponível em:
. Acesso em: 5 abr. 2025.
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