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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO DATA: __22__/__03__/_2025_ RELATÓRIO DE PRÁTICA Bárbara Oliveira Pedrosa 28305580 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO QUÍMICO DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: Bárbara Oliveira Pedrosa MATRÍCULA: 28305580 CURSO: Farmácia POLO: UNG Centro PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Umberto Pereira Souza TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES FARMACOPEICAS RELATÓRIO: A molaridade é de uma solução é a quantidade de soluto em valor de mols (M) dissolvido em 1 litro de solução (Mol/L) (SANTOS, 2020). O cálculo realizado em aula foi ajustado de uma solução do que seria de 1M de hidróxido de sódio (NaOH), para 0,1M de NaOH. = massa = Molaridade Massa molar Volume Onde: · M: Molaridade (Mol) · m: Massa soluto (g) · MM: Massa molar (g/mol) · V: Volume (Solução) A molaridade desejada é de 0,1Mol e a massa molar do NaOH é: 40g/mol. O Volume desejado é de 250ml. Inserindo os valores a formula: = 0,10g A massa molar do NaOH é calculada somando a massa molar de cada elemento que o compõem. Na: 22,99g/mol, O: 16g/mol, H: 1,01g/mol. A soma resulta em 40 g/mol. A titulação é usada para determinar a concentração de uma substancia desconhecida em uma solução. Para descobrimos se o preparo da solução está exato fazemos a padronização utilizando o fator de correção. O fator de correção é usado para descobrir se a concentração de uma solução preparada não está batendo com a concentração teórica desejada. A padronização do NaOH foi feita com um padrão primário como o biftalato de potássio 0,5mg. Fator de correção: m = massa de biftalato de potássio, em g (0,5). V = volume de solução padrão de hidróxido de sódio gastos na titulação, em ml (148,5). N = normalidade esperada da solução (0,02). 0,2042 = MM do biftalato de potássio, em mg/mol. Para a titulação é utilizado um indicador de pH, que mostra visualmente o ponto de viragem apresentando uma coloração rosa/rosa escuro em titulação de ácido-base. A fenolftaleína é incolor em soluções acidas e rosa em soluções básicas. Os resultados obtidos da titulação apresentaram um erro que pode ter sido cometido em muitas partes da titulação ou preparo das soluções. A solução de NaOH pode ter sido muito diluída ou o material não estava em boa qualidade. TEMA DE AULA: ENSAIOS DE IDENTIFICAÇÃO E ENSAIOS DE PUREZA. ANÁLISE DE MATÉRIA PRIMA RELATÓRIO: Os ensaios de controle de qualidade são importantes para garantir que a mátria prima utilizada seja realmente o que está descrito na embalagem. Se tratando de medicamentos e insumos farmacêuticos, essa verificação garante segurança, eficácia e qualidade aos produtos que serão produzidos com a matéria prima. Os ensaios de pureza asseguram os níveis de impurezas permitidos e os de identificação evitam erros de formulação prevenindo riscos a saúde. A matéria prima para ser comercializada deve estar dentro da regulação e especificações da farmacopeia (DA SILVA et al., 2023). De a cordo com a monografia presente na Farmacopeia Brasileira, os métodos de controle de qualidade para o ácido salicílico são ensaios de identificação e ensaios de pureza. Ensaios de identificação pode ser feito pela espectrofotometria, cromatografia ou realizar reações químicas especificas. Os métodos utilizados para identificar a matéria prima foram analises organolépticas como, ensaios físicos, solubilidade e ponto de fusão. Os ensaios de pureza apresentam se há metais pesados, umidade outras impurezas que possam comprometer a matéria prima. Esses ensaios previnem riscos à saúde se seguido em conformidade com as especificações da farmacopeia, o que é um requisito para a aprovação da comercialização (FARMACOPEIA BRASILEIRA). Ensaios de identificação avaliam as características organolépticas, solubilidade, testes químicos e cromatográficos. Esses ensaios garantem que a matéria prima é realmente a que conta na embalagem. Ensaios de pureza analisa a presença de impurezas ou outras substancias que estão associadas junto a matéria prima. As impurezas em alguns casos podem ser a umidade, solventes residuais e materiais pesados (DA SILVA et al., 2023). TEMA DE AULA: ENSAIOS FÍSICOS RELATÓRIO: Formas farmacêuticas são a forma final dos medicamentos ou produtos farmacêuticos que influencias na sua administração e absorção pelo organismo. Farma farmacêuticas solidas são os comprimidos, capsulas, pós e granulados. São mais convenientemente usadas para administrar os medicamentos, por sua praticidade no doseamento e transporte. Formas farmacêuticas liquidas como suspensões e emulsões, são utilizadas para rápida absorção ou em pacientes que possuem alguma dificuldade de deglutição ou que estejam desacordados. Formas farmacêuticas semissólidas como géis, pomadas, cremes e pastas, são utilizadas por via de administração tópica, com efeito e absorção local e dependendo podem ter efeito sistêmico (RAMOS et al., 2013). Produtos de dose única como comprimidos, supositórios e capsulas são submetidos a testes de peso, dureza, friabilidade, desintegração e dissolução. Cada um desse testes representam uma qualidade que o medicamento deve ter para que possa ser transportado, comercializado e administrado. Esses testes garantem a dose, biodisponibilidade e integridade física ao medicamento. Para os produtos de dose múltipla como xaropes, emulsões e suspensões, são feitos ensaios de viscosidade, homogeneidade e volume. Os testes são feitos para que cada dose contenha a quantidade certa e esperada do princípio ativo (RAFAEL et al., 2013). O teste de dureza realizado em comprimidos é feito com um durômetro, um equipamento que mede a quantidade de força que foi usada até que o comprimido fosse quebrado. Esse teste avalia se o comprimido está com a dureza correta para absorção do comprimido pelo organismo. Se o comprimido for muito duro ele será mais difícil de ser absorvido e dissolvido, se for pouco duro ele poderá se dissolver antes do esperado e não fazer seu efeito farmacológico. Friabilidade é avaliada com um equipamento chamado friabilômetro, ele é um tambor que permanece em rotação submetendo os comprimidos a quedas e impactos para avaliar a resistência a abrasão e manuseio. Esse teste garante que o comprimido irá resistir a força mecânica em seu manuseio e transporte, para que ele não quebre no blister e possa ser utilizado de forma adequada, e manter a dosagem correta e eficiência farmacêutica para o consumidor final. A dissolução avalia a quantidade do principio ativo que foi dissolvido em um meio ou solvente, o que influencia na biodisponibilidade do fármaco no organismo se tornando disponível para absorção (SOUZA, 2007) A desintegração é uma etapa antes da dissolução e avalia o tempo que foi necessário para que o comprido se quebre em partículas menores. O meio tampão fosfato faz uma simulação do queria um ambiente fisiológico deixando o pH correto para a avaliação da dissolução do principio ativo. A temperatura controlada de 37°C reproduz a temperatura e as condições do organismo em que o medicamento irá se dissolver, para garantir um resultado realista sobre como aquele medicamento se dissolveria quando administrado no organismo (MANADAS et al., 2002). Amostra (comprimido) Peso (mg) 1 501,29 2 501,43 3 500,98 4 502,09 5 499,07 6 498,98 7 498,79 8 501,05 9 501,33 10 505,65 Média 501,066 ou 501,07 Desvio padrão 1,96 Formula do cálculo do desvio padrão Onde: xi: cada valor individual x̅: média dos valores n: número total de amostras TEMA DE AULA: ENSAIOS DE POTÊNCIA (DOSEAMENTO) RELATÓRIO: 1. Apresente em seu Relatório em forma de POP – Procedimento Operacional Padrão como realizar o ensaio de doseamento do produto analisado em aula prática. Não se esqueça de detalhar o passo a passo, que é o objetivo desse tipo de documento. 1. Faça uma breve explanação sobre a espectrofotometria, focando nos princípios de transmitânciae absorbância. 1. Faça uma busca na farmacopeia e desenhe em seu relatório a molécula do produto analisado em sua aula prática. 1. Apresentar os cálculos utilizados para o resultado de potência. 1. Apresentar os resultados em forma de laudo de análise, contendo pelo menos: 4. Substância analisada, 4. Fornecedor / lote, 4. Testes realizados, 4. Especificações, 4. Resultados, 4. Conclusão sobre APROVAÇÃO / REPROVAÇÃO. TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA: CÂNFORA, PARACETAMOL E ÁCIDO SALICILICO RELATÓRIO: Teste de características organolépticas: Matéria-prima Aspecto Cor Repro./Apro. Ácido salicílico Cristal Branco amarelado Aprovado Cânfora Pó Branco Aprovado Paracetamol Cristalino Branco Aprovado Teste de solubilidade Matéria-prima Solvente usado Solubilidade Observada Ácido salicílico Etanol Solúvel Cânfora Água / Etanol Soluvel em etanol Paracetamol Álcool / Éter / Água quente Solúvel em álcool Ponto de fusão. Matéria-prima Ponto de Fusão Literatura Ponto de Fusão Obs. Ácido salicílico 158 – 161 °C 158 °C Cânfora 174 – 179 °C 165 °C Paracetamol 168 – 172 °C 169 °C Resultados do ponto de fusão dos grupos da aula. Grupos Ácido Salicílico Cânfora Paracetamol Meu grupo 158 °C 165 °C 169 °C Grupo 2 163 °C 177 °C 165 °C Grupo 3 159 °C 168 °C 171 °C Foi observado variações nos resultados de ponto de fusão entre os grupos. Essas variações podem ter ocorrido devido a impurezas contaminando a amostra, amostra foi retirada de embalagem diferente, ou algum processo da técnica deu errado e interferiu nos resultados. Alguns grupos conseguiram ficar próximos dos valores literários para o ponto de fusão, indicando que as amostras estavam puras e a técnica foi bem executada. O ponto de fusão é um teste importante para verificar a identidade da substância, indicar impurezas e principalmente confirmar a qualidade do insumo farmacêutico trazendo segurança e eficiência do seu principio ativo. Esse também é um teste que pode aprovar ou reprovar a comercialização do insumo (FACCI et al., 2020). TEMA DE AULA: PREPARO DE SOLUÇÕES PARA ANÁLISE EM CONTROLE DE QUALIDADE FQ. RELATÓRIO: Preparação de solução de hidróxido de sódio: Calcular a massa necessária de NaOH para preparar a concentração desejada (1 mol/L = 40 g de NaOH por litro). Pesar a quantidade correta de NaOH em balança analítica. Dissolver o NaOH em cerca de 700 mL de água destilada em um béquer, com agitação. Transferir a solução para um balão volumétrico de 1 L com auxílio de um funil. Completar o volume com água destilada até a marca do balão volumétrico. Homogeneizar a solução. SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO Concentração: 1,0 mol/L Data de preparo: 22/03/2025 Responsável: Bárbara O P Armazenar bem fechado CUIDADO: Corrosivo Preparação de solução de ácido sulfúrico: Calcular o volume de ácido sulfúrico concentrado necessário para a diluição (para 1 mol/L, usar ~54 mL de H₂SO₄ concentrado por litro). Colocar aproximadamente 700 mL de água destilada em um béquer. Com cuidado, adicionar lentamente o ácido sulfúrico à água, com agitação constante. Após resfriamento, transferir a solução para um balão volumétrico de 1 L. Completar o volume com água destilada até a marca. Homogeneizar. SOLUÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO Concentração: 1,0 mol/L Data de preparo: 22/03/2025 Responsável: Bárbara O P Manter em local ventilado CUIDADO: Corrosivo e tóxico Preparação de solução de cloreto férrico Calcular a massa de FeCl₃·6H₂O, necessária (para 0,1 mol/L, usar 27,03 g por litro). Pesar a quantidade correta da substância. Dissolver o sal em cerca de 700 mL de água destilada em um béquer. Transferir para o balão volumétrico com auxílio de funil. Completar com água destilada até a marca. Homogeneizar a solução. SOLUÇÃO DE CLORETO FÉRRICO Concentração: 0,1 mol/L Data de preparo: 22/03/2025 Responsável: Bárbara O P Armazenar ao abrigo da luz CUIDADO: Irritante REFERÊNCIAS DA SILVA, Marcus Roberto; DOS SANTOS, Jacqueline da Silva Guimarães; DANTAS, Luciana Arantes. Controle de qualidade: Uma abordagem sobre as análises físico-químicas aplicadas aos insumos farmacêuticos segundo RDC 67/2007. Brazilian Journal of Science, v. 2, n. 6, p. 60-74, 2023. Disponível em: . FACCI, Julia et al. Evolução da legislação e das técnicas analíticas aplicadas a estudos de estabilidade de insumos e produtos farmacêuticos. Química Nova, v. 43, n. 7, p. 959-973, 2020. Disponível em: . Farmacopeia Brasileira. Disponível em: . MANADAS, Rui; PINA, Maria Eugénia; VEIGA, Francisco. A dissolução in vitro na previsão da absorção oral de fármacos em formas farmacêuticas de liberação modificada. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 38, p. 375-399, 2002. Disponível em: . RAFAEL, KATYELLE; FARIA, MARIA GRACIELA IECHER. Controle de qualidade dos comprimidos de captopril: uma breve revisão literária. Uningá Review, v. 16, n. 2, 2013. Disponível em: . RAMOS, Graziela; MORAIS, DCM de. Revisão de literatura sobre excipientes em farmácia de manipulação. Foco, v. 4, p. 11-26, 2013. Disponível em: . SANTOS, Mariana Garcia dos. Molaridade e molecularidade: revisão crítica e perspectivas das principais tendências teóricas. 2020. Disponível em: . SOUZA, Jacqueline de; FREITAS, Zaida Maria F.; STORPIRTIS, Sílvia. Modelos in vitro para determinação da absorção de fármacos e previsão da relação dissolução/absorção. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 43, p. 515-527, 2007. Disponível em: . image1.png image2.emf