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Material para avaliação 1 
Genética 
Prof. Fernando Tartas 
Observações 
Conteúdo: 
Célula procarionte e eucarionte 
Ácidos nucleicos 
Noções gerais da síntese de proteínas 
Slides enviados sobre o assunto 
Onde está escrito: ADN, leia-se DNA 
Onde está escrito: ARNs, leia-se RNAs 
 
Células 
A citologia é a ciência que estuda as células. Uma célula 
é a menor unidade dos seres vivos com formas e 
funções definidas. Elas têm todo o material necessário 
para realizar processos vitais, como nutrição, liberação 
de energia e reprodução. Existem diferentes tipos de 
células 1. Células procariontes X Células eucariontes. 
As células procariotas (ou procarióticas) constituem 
organismos, como bactérias, cianobactérias e arqueas 
(denominados organismos procariontes). Enquanto as 
células eucariotas (ou eucarióticas) constituem fungos, 
algas, protozoários, animais e plantas (organismos 
eucariontes). Eucariontes como animais, plantas e 
fungos têm o seu ADN dentro do núcleo enquanto que 
procariontes como as bactérias o têm disperso no 
citoplasma. As células procariotas são notavelmente 
mais simples e menores que as eucariotas. Células 
procarióticas São constituídas por parede celular, 
membrana plasmática, material genético, citoplasma, 
ribossomos e glicogênio (reserva de alimento). A 
principal diferença entre a célula procariota e a 
eucariota é a ausência de núcleo nos procariotas, uma 
vez que o material genético circular fica imerso no 
citoplasma procariótico, em uma região denominada 
nucleoide. A membrana plasmática separa o meio 
interno citoplasmático do meio externo da célula 
procariota e limita a entrada de algumas substâncias 
para dentro da célula. Quase todos os procariontes 
possuem parede celular do lado externo da membrana 
plasmática (e alguns possuem uma cápsula externa), 
porém a parede celular bacteriana não é constituída 
por celulose (como na parede celular das plantas), mas 
de peptidoglicano. Os procariontes podem ter uma 
molécula de DNA circular extra, denominada 
plasmídeo, que, ao sofrer mutações, podem conferir às 
bactérias resistência a antibióticos. Algumas bactérias 
possuem flagelos (constituídos de proteína flagelina), 
que proporcionam a locomoção, e algumas possuem 
fímbrias (projeções de citoplasma), que auxiliam na 
adesão 
A membrana plasmática é um envoltório que delimita 
a célula. Ela consiste em uma bicamada de fosfolipídeos 
que se dispõem uma em cima da outra. Um fosfolipídio 
tem uma face polar (que tem afinidade com a água) e 
uma face apolar (que tem afinidade com substâncias 
lipídicas). Pode-se dizer que um lado do fosfolipídio é 
hidrofóbico (repele água), enquanto o outro é 
hidrofílico (tem afinidade com água). Assim, a dupla 
camada se dispõe da seguinte forma: lados apolares 
das camadas se reúnem ao centro; e lados polares se 
reúnem voltados para a superfície da membrana. Tanto 
o meio extracelular quanto o meio intracelular 
(citoplasma) contêm água, o que explica o fato de faces 
hidrofílicas da camada fosfolipídica se voltarem para 
fora. Moléculas de colesterol também são encontradas 
na membrana plasmática de animais. Também estão 
presentes na membrana plasmática uma série de 
proteínas. A composição proteica da membrana 
plasmática varia muito entre tipos celulares diferentes. 
As funções de tais proteínas são muitas: transporte de 
substâncias, atividades enzimáticas, recepção de sinais 
hormonais, reconhecimento de células adjacentes, 
ligação entre células e fixação da célula por ligação com 
o citoesqueleto da matriz extracelular. Há alguns 
carboidratos (glicídios) na membrana, normalmente 
ligados a lipídios, formando os glicolipídios. Outros são 
ligados a proteínas, formando as glicoproteínas. 
 Os carboidratos atuam como marcadores celulares, 
que diferenciam um tipo celular de outro. Um exemplo 
notável dessa diferenciação mediada por carboidratos 
é o dos quatro grupos sanguíneos humanos A, B, AB e 
O, que diferem em cada organismo nos carboidratos 
presentes na superfície das células vermelhas, as 
hemácias. Em algumas células, externamente à 
membrana plasmática, observa-se a presença de uma 
parede celular. Essa parte pode ser observada, por 
exemplo, em bactérias e células vegetais. Entretanto, a 
composição dessas paredes celulares é bastante 
diferenciada em cada um desses organismos. 
RESUMINDO: A membrana é uma estrutura importante 
da célula, atuando como seu delimitante e estando 
relacionada, entre outras funções, com a seleção do 
que entra e do que sai da célula, funcionando como 
uma barreira seletiva. 
Logo, as células eucariontes são ricas em membranas 
internas(organelas), enquanto as procariontes são 
pobres em membranas) 
 Célula procarionte 
 
 
 Célula Eucarionte 
 
 
 
Vida 
Cada ser vivo que habita a Terra possui uma codificação 
diferente de instruções escritas na mesma linguagem 
no seu ADN. Estas diferenças geram as diferenças 
orgânicas entre os organismos vivos. 
 
Diferentes níveis de condensação do ADN. (1) Cadeia simples de ADN . (2) 
Filamento de cromatina (ADN com histonas). (3) Cromatina condensada 
em intérfase com centrómeros. (4) Cromatina condensada em prófase. 
(Existem agora duas cópias da molécula de ADN) (5) Cromossoma em 
metáfase 
A dupla cadeia polinucleotídica constitui a molécula de 
ADN, cuja sequência de nucleotídeos codifica as 
instruções hereditárias, organizadas em genes, que 
codificam as inúmeras proteínas existentes nas mais 
variadas células. As moléculas de ADN contêm, 
portanto, a informação genética necessária para a 
codificação das características de um indivíduo, como a 
cor do cabelo em humanos, o formato da folha em 
Angiospermas e a sua morfologia. 
O ADN de todas as células do corpo humano seria 
equivalente, se fosse visível a olho nu, em 
comprimento, a oito mil vezes a distância da Terra à 
Lua. 
 
O ácido desoxirribonucleico (ADN, em 
português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em 
inglês: deoxyribonucleic acid), é um composto orgânico 
cujas moléculas contêm as instruções genéticas que 
coordenam o desenvolvimento e funcionamento de 
todos os seres vivos e alguns vírus. O seu principal 
papel é armazenar as informações necessárias para a 
construção das proteínas e ARNs. Os segmentos de 
ADN que são responsáveis por carregar a informação 
genética são denominados genes. O restante da 
sequência de ADN tem importância estrutural ou está 
envolvido na regulação do uso da informação genética. 
A estrutura da molécula de ADN foi descoberta 
conjuntamente pelo estadunidense James Watson e 
pelo britânico Francis Crick em 7 de Março de 1953, o 
que lhes valeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou 
Medicina em 1962, juntamente com Maurice Wilkins. 
Do ponto de vista químico, o ADN é um longo polímero 
de unidades simples (monômeros) de nucleotídeos, 
cujo cerne é formado por moléculas de açúcares e 
fosfato intercalados unidos por ligações fosfodiéster. 
Ligada à molécula de açúcar está uma de quatro bases 
nitrogenadas e é a sequência dessas bases ao longo da 
molécula de ADN que carrega a informação genética. A 
leitura destas sequências é feita através do código 
genético, o qual especifica a sequência linear dos 
aminoácidos das proteínas. A tradução é feita por um 
RNA mensageiro que copia parte da cadeia de ADN por 
um processo chamado transcrição e posteriormente a 
informação contida neste é "traduzida" em proteínas 
pela tradução. Embora a maioria do ARN produzido 
seja usado na síntese de proteínas, algum ARN tem 
função estrutural, como por exemplo o ARN 
ribossômico, que faz parte da constituição dosribossomos. 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Chromatin_chromosom.png
Dentro da célula, o ADN pode ser observado numa 
estrutura chamada cromossoma durante a metáfase e 
o conjunto de cromossomas de uma célula forma o 
cariótipo. Antes da divisão celular os cromossomas são 
duplicados através de um processo chamado 
replicação. Eucariontes como animais, plantas e fungos 
têm o seu ADN dentro do núcleo enquanto que 
procariontes como as bactérias o têm disperso no 
citoplasma. Dentro dos cromossomas, proteínas da 
cromatina como as histonas compactam e organizam o 
ADN. Estas estruturas compactas guiam as interações 
entre o ADN e outras proteínas, ajudando a controlar 
que partes do ADN são transcritas. 
O ADN é responsável pela transmissão das 
características hereditárias de cada espécie de ser vivo. 
Propriedades físicas e químicas 
 
O ADN é um longo polímero formado por unidades 
repetidas chamadas nucleotídeos. A cadeia de ADN 
tem 2,2 a 2,4 nanômetros de largura, e um nucleotídeo 
possui aproximadamente 0,33 nanômetros de 
comprimento . Embora os monômeros (nucleotídeos) 
que constituem o ADN sejam muito pequenos, 
polímeros de ADN podem ser moléculas enormes, com 
milhões de nucleotídeos. Por exemplo, o maior 
cromossomo humano (cromossomo 1), possui 220 
milhões de pares de bases de comprimento. 
Em organismos vivos, o ADN não existe como uma 
molécula única (cadeia simples), mas sim como um par 
de moléculas firmemente associadas. As duas longas 
cadeias de ADN enrolam-se como uma trepadeira 
formando uma dupla hélice. Os nucleotídeos estão 
presentes em ambas as cadeias da dupla hélice, unidos 
com nucleotídeos da mesma cadeia por ligações 
fosfodiéster e à cadeia complementar através de 
pontes de hidrogênio formadas pelas suas bases. Em 
geral, uma base ligada a um açúcar é chamada 
nucleotídeo e uma base ligada a um açúcar e um ou 
mais fosfatos é chamada nucleotídeo. Portanto, o ADN 
pode ser referido como um polinucleotídeo. 
Existem também as regras de Chargaff: 
Regras de Chargaff: 
(T+C) = (A+G) púricas = pirimídicas 
T=A, C=G (Timina se liga com Adenina, assim como 
Citosina se liga com Guanina) 
(A+T) ≠(G+C) 
O Açúcar Desoxirribose 
O açúcar presente na estrutura do DNA tem 5 carbonos 
e chamamos de Desoxirribose. A estrutura deste açúcar 
se assemelha muito ao açúcar presente no RNA, mas a 
Desoxirribose possui um oxigênio a menos, como você 
pode observar na ilustração a seguir: 
 
 
O cerne (backbone) da cadeia de ADN é formado por 
fosfato e resíduos de açúcar, dispostos 
alternadamente. O açúcar no ADN é 2-desoxirribose, e 
é uma pentose (açúcar com cinco carbonos). Os 
açúcares são unidos por grupos de fosfato que formam 
ligações fosfodiester entre o terceiro e quintos átomos 
de carbono dos anéis de açúcar adjacentes. Estas 
ligações assimétricas significam que uma cadeia de 
ADN tem uma direção. Numa dupla hélice, a direção 
dos nucleotídeos de uma cadeia é oposta à direção dos 
nucleotídeos da outra cadeia. O formato das cadeias do 
ADN é designado antiparalelo. As terminações 
assimétricas das cadeias de ADN são designadas 
terminais 5’ (cinco linha) e 3’ (três linha). Uma das 
diferenças principais entre o ADN e o ARN encontra-se 
no açúcar, com a substituição da 2-desoxirribose no 
ADN pela ribose no ARN. 
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=5%E2%80%99&action=edit&redlink=1
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=3%E2%80%99&action=edit&redlink=1
 
 
A dupla hélice do ADN é estabilizada por pontes de 
hidrogênio entre as bases presas às duas cadeias. As 
quatro bases encontradas no ADN são a adenina (A), 
citosina (C), guanina (G) e timina (T). Estas quatro bases 
estão representadas na figura ao lado e ligam-se ao 
açúcar/fosfato para formar o nucleotídeo completo, 
que na figura é mostrado como adenosina 
monofosfato. 
Estas bases são classificadas em dois tipos; a adenina e 
guanina são compostos heterocíclicos chamados 
purinas, enquanto que a citosina e timina são 
pirimidinas. Uma quinta base (uma pirimidina) 
chamada uracila (U) aparece no ARN e substitui a 
timina, a uracila difere da timina pela falta de um grupo 
de metila no seu anel. A uracila normalmente não está 
presente no ADN, só ocorrendo como um produto da 
decomposição da citosina. Uma raríssima exceção para 
esta regra é um vírus bacteriano chamado PBS1 que 
contém uracila no seu ADN. Em contraste, após a 
síntese de certas moléculas de ARN, um número 
significante de uracilas são convertidas a timinas pela 
adição enzimática do grupo de metila. Isto acontece 
principalmente em RNAs estruturais e enzimáticos 
como o ARN mensageiro e o ARN ribossomal. 
 
A dupla hélice é uma espiral dextra. Como as cadeias 
de ADN giram uma ao redor da outra, elas deixam 
espaços entre cada cerne de fosfato, revelando os sítios 
das bases que estão localizadas na parte interna. Há 
dois destes espaços ao redor da superfície da dupla 
hélice: um espaço é maior e possui 22 Å de largura e o 
outro, o espaço é menor com 12 Å de largura. Proteínas 
como fatores de transcrição podem ligar-se a 
sequências específicas do ADN de dupla cadeia, 
normalmente estabelecendo contato com os sítios das 
bases expostos no espaço maior. 
Emparelhamento de bases 
Cada tipo de base numa cadeia forma uma ligação com 
apenas um tipo de base na outra cadeia. Este 
comportamento é designado de complementariedade 
de bases. Assim, as purinas formam pontes de 
hidrogênio com pirimidinas. A(ADENINA) liga-se com 
T(TIMINA) e C (CITOSINA) com G (GUANINA). Este 
arranjo de dois nucleotídeos complementares na dupla 
hélice é chamado par de base. Além das pontes de 
hidrogênio entre as bases, as duas fitas são mantidas 
juntas devido a forças geradas por interações 
hidrofóbicas entre as bases empilhadas, a qual não é 
influenciada pela sequência do DNA. Como as pontes 
de hidrogênio não são ligações covalentes, podem ser 
quebradas e reunidas com relativa facilidade. Desta 
forma, as duas fitas da dupla hélice de DNA podem ser 
separadas como um "zíper" (fecho) por força mecânica 
ou altas temperaturas. Como resultado desta 
complementariedade, toda a informação contida numa 
das cadeias de DNA está também contida na outra, o 
que é fundamental para a replicação do DNA. 
 
 
Os dois tipos de pares de base formam diferentes 
números de pontes de hidrogênio: AT forma duas 
pontes de hidrogênio enquanto que GC formam três 
pontes de hidrogênio. Desta forma a interação 
entre GC é mais forte que AT. Como resultado, a 
percentagem de GC numa dupla fita de DNA determina 
a força de interação entre as duas cadeias. Uma parte 
da dupla cadeia de DNA que precisa de ser separada 
facilmente, tal como a TATAAT Caixa de Pribnow nos 
promotores bacterianos, tendem a ter as sequências 
com maior predomínio de AT, para facilitar a abertura 
da dupla cadeia quando da transcrição. No laboratório, 
a força desta interação pode ser medida encontrando a 
temperatura necessária para quebrar as pontes de 
hidrogênio, a temperatura de desnaturação (também 
chamado Tm). Quando todos os pares de base numa 
dupla hélice de ADN quebram as suas ligações, as duas 
cadeias separam-se e existem em solução como duas 
moléculas completamente independentes. Estas 
moléculas de DNA de cadeia simples não têm uma 
única forma comum, mas algumas conformações são 
mais estáveis do que outras. 
 
Funções biológicas 
O DNA ocorre normalmente como cromossomas 
lineares em eucariotas, e como cromossomas 
circulares em procariotas. O conjunto dos 
cromossomas numa célula perfazem o seu genoma; o 
genoma humano tem aproximadamente 3 bilhões de 
pares de base dispostos em 46 cromossomos. A 
informação transportada pelo DNA está contida nas 
sequências de pedaços de DNA chamados genes. A 
transmissão da informação genética dos genes é 
conseguida via a complementaridade do 
emparelhamento dasbases. Por exemplo, na 
transcrição, quando uma célula usa a informação num 
gene, a sequência de DNA é copiado para uma 
sequência de RNA complementar através da atração 
entre o DNA e os nucleotídeos de RNA corretos. 
Normalmente, esta cópia de RNA é depois usada para 
fazer uma sequência proteica correspondente no 
processo de tradução que depende da mesma 
interação entre nucleotídeos de RNA. 
Alternativamente, uma célula pode simplesmente 
copiar a sua informação genética num processo 
chamado replicação do DNA. 
Genes e genomas 
O DNA genômico está localizado no núcleo celular dos 
eucariontes, assim como em pequenas quantidades em 
mitocôndrias e em cloroplastos. Em procariontes, o 
DNA está dentro de um corpo de forma irregular no 
citoplasma chamado nucleoide. A informação genética 
num genoma está nos genes, e o conjunto completo 
desta informação num organismo é chamado o seu 
genótipo. Um gene é a unidade básica da 
hereditariedade e é uma região do DNA que influencia 
uma característica particular num organismo. Genes 
contêm uma: open reading frame que pode ser 
transcrita, assim como sequências reguladoras tais 
como promotores ou enhancers, que controlam a 
transcrição do open Reading frame. 
Em muitas espécies, apenas uma pequena fração da 
sequência total do genoma codifica uma proteína. Por 
exemplo, apenas 1,5% do genoma humano consiste de 
exons (que codificam proteínas), com mais de 50% do 
DNA humano consistindo de sequências repetitivas. As 
razões para a presença de tanto DNA não-codificante 
em genomas eucarióticos e as extraordinárias 
diferenças no tamanho do genoma, ou valor C, entre 
espécies representam um enigma ainda não decifrado 
conhecido por "C-value enigma" (paradoxo do valor C). 
Contudo, sequências de DNA que não codificam 
proteínas podem ainda codificar moléculas de RNA 
não-codificante funcional, que estão envolvidas na 
regulação da expressão génica. 
 
Evolução do metabolismo de ADN 
O ADN contém a informação genética que permite à 
maioria dos organismos vivos funcionar, crescer e 
reproduzirem-se. No entanto, não é claro durante 
quanto tempo exerceu esta função nos ~3000 milhões 
de anos desde a história da vida, já que se propôs que 
as formas de vida mais precoces poderiam ter 
utilizado ARN como material genético. O ARN poderia 
ter funcionado como parte central de um metabolismo 
primogênito, já que pode transmitir informação 
genética e simultaneamente atuar como catalisador, 
formando parte das ribozimas. Este antigo mundo de 
ARN onde os ácidos nucléicos funcionariam como 
catalisadores e como armazéns de informação genética 
poderia ter influenciado na evolução do código 
genético atual, baseado em quatro nucleotídeos. Isto 
se deveria a que o número de bases únicas num 
organismo é um compromisso entre um número 
pequeno de bases (o que aumentaria a precisão da 
replicação) e um número grande de bases (que por sua 
vez aumentaria a eficiência catalítica das ribozimas). 
Infelizmente, não dispomos de evidência direta dos 
sistemas genéticos ancestrais, porque a recuperação 
do ADN a partir da maior parte dos fósseis é impossível. 
Isto se deve a que o ADN é capaz de sobreviver no meio 
ambiente durante menos de um milhão de anos, e logo 
começa a degradar-se lentamente em fragmentos de 
menor tamanho em solução. Algumas investigações 
http://pt.wikipedia.org/wiki/ARN
pretendem a obtenção de ADN mais antigo, por 
exemplo o isolamento de uma bactéria viável a partir 
de um cristal salino de 250 milhões de anos de 
antiguidade, mas estes dados são controversos. 
No entanto, podem utilizar-se ferramentas de evolução 
molecular para inferir os genomas de organismos 
ancestrais a partir de organismos contemporâneos. Em 
muitos casos, estas inferências são suficientemente 
fiáveis, de maneira que uma biomolécula codificada 
num genoma ancestral pode ser ressuscitada no 
laboratório para ser estudada hoje. Uma vez que a 
biomolécula ancestral foi ressuscitada, as suas 
propriedades podem oferecer inferências sobre 
ambientes e estilos de vida primigénios. Este processo 
relaciona-se com o campo emergente da paleogenética 
experimental.[ Apesar de tudo, o processo de 
trabalho até atrás desde o presente tem limitações 
inerentes, razão pela qual outros investigadores tratam 
de elucidar o mecanismo evolutivo trabalhando desde 
a origem da Terra até adiante no tempo. Dada 
suficiente informação sobre a química no cosmos, 
como as substâncias cósmicas poderiam haver-se 
depositado na Terra, e as transformações que 
poderiam ter tido lugar na superfície terrestre 
primigénia, talvez poderíamos ser capazes de aprender 
sobre as origens para desenvolver modelos de 
evolução da informação genética até diante no tempo. 
RNAs (Ácido Ribonucleico) 
Exemplo de RNAm na síntese de proteínas 
 
Metabolismo de RNA. RNA- macromolécula que pode 
conter a informação genética (virus de RNA), transmitir 
a informação genética ou ter atividade catalítica 
(ribozima) 
 DNA transmite sua informação através do RNA • 
Transcrição- um sistema enzimático converte a 
informação genética do DNA (dupla fita) para RNA (fita 
simples). 
Informação – base complementar - Bases modificadas 
RNAs Tipo Tamanho Função 
tRNA Transporte de aa para o local de síntese 
 rRNA Forma os ribossomos, juntamente com 
proteínas 
mRNA Determina a sequência de aa na proteína 
snRNA Processa o mRNA inicial nos eucariotos 
 miRNA Afeta a expressão gênica (crescimento, 
desenvolvimento) 
 siRNA Afeta a expressão gênica. Cientistas utilizam 
para bloquear a expressão do gene de interesse 
Principais Tipos de RNA 
RNA mensageiro (mRNA): contém a informação 
genética para a sequência de aminoácidos das 
proteínas RNA transportador (tRNA): identifica e 
transporta os aminoácidos até o ribossomo RNA 
ribossômico (rRNA): constituinte dos ribossomos 
 
Ribossomos 
 Estruturas nas quais são produzidas 
as proteínas das células. Encontram-se livres no 
citoplasma tanto nas células eucariontes como nos 
procariontes. Nos eucariontes, eles também podem 
estar aderidos ao retículo endoplasmático. São 
organelas celulares constituídos por proteínas e ácido 
ribonucleico presentes citoplasma celular, 
nas mitocôndrias, nos cloroplastos e na parte 
superficial do retículo endoplasmático, formando o 
retículo endoplasmático rugoso (granular). Trata-se de 
um complexo macromolecular que asseguram a síntese 
proteica através da informação genética que lhes chega 
do ARN transcrito na forma de ARN mensageiro. Os 
ribossomos reúnem as vinte moléculas específicas 
de aminoácidos para formar proteínas determinadas 
por sequências de moléculas de ARN. Visíveis apenas 
ao microscópio eletrônico, com um tamanho de 
https://www.profpc.com.br/dna.htm#cite_note-Brenner2002-107
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADna
https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADnas
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_ribonucleico
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_ribonucleico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Citoplasma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mitoc%C3%B4ndria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cloroplasto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ret%C3%ADculo_endoplasm%C3%A1tico
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADntese_proteica
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADntese_proteica
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_ribonucleico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Transcri%C3%A7%C3%A3o_(gen%C3%A9tica)
https://pt.wikipedia.org/wiki/ARN_mensageiro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Amino%C3%A1cido
https://pt.wikipedia.org/wiki/Microsc%C3%B3pio_eletr%C3%B3nico
29 nm. em células procariotas e 32 nm. em eucariotas. 
Estão presentes em todas as células, exceto 
nos espermatozoides. Os ribossomos são considerados 
em várias fontes como organelas não membranosos, 
dado que não existem endomembranas na sua 
estrutura, entretanto alguns biólogos não os 
considerampropriamente organelas por este mesmo 
motivo. 
Descoberta 
Os ribossomos foram observados pela primeira vez em 
meados de 1955 pelo biólogo celular romeno-
americano George Emil Palade, usando 
um microscópio eletrônico, como partículas densas ou 
grânulos. O termo "ribossomo" foi proposto pelo 
cientista Richard B. Roberts no final da década de 1950. 
Albert Claude, Christian de Duve e George Emil 
Palade receberam conjuntamente o Prêmio Nobel de 
Fisiologia ou Medicina, em 1974, pela descoberta do 
ribossomo. O Prêmio Nobel de Química de 2009 foi 
concedido a Venkatraman Ramakrishnan, Thomas A. 
Steitz e Ada E. Yonath por determinar a estrutura 
detalhada e o mecanismo do ribossomo. 
Função 
Os 
Os ribossomos usam uma fita de RNA mensageiro 
(RNAm) para sintetizarem fitas de RNA 
complementares usando os aminoácidos 
transportados pelo RNAt e vão se movendo ao longo 
dessa fita encaixando de 3 em 3 bases nitrogenadas até 
encontrar um códon de parada. 
Sua função é sintetizar fitas proteicas de RNA 
complementares às já existentes e produzir enzimas. As 
proteínas produzidas pelos poliribossomos geralmente 
permanecem dentro da célula para uso interno. Já 
as enzimas produzidas pelos ribossomos aderidos à 
parede do retículo endoplasmático são armazenadas 
em vesículas que são transportadas para o complexo 
de Golgi, onde são "empacotadas" e enviadas para fora 
da célula. 
O Ribo-T, um ribossomo artificial, foi criado para 
conduzir uma melhor compreensão de como 
funcionam os ribossomos. 
Localização 
Podem ser encontrados espalhados no citoplasma, 
presos uns aos outros por uma fita 
de RNA formando polissomos (também chamados 
de polirribossomos), ou no retículo 
endoplasmático (formando assim o retículo 
endoplasmático rugoso, ou granular). Já nas células 
procarióticas são encontradas livres no hialoplasma, 
onde tem sua origem. Neste tipo de célula, elas são 
criadas a partir de proteínas e RNA ribossômico 
específicos, por um processo de autoconstrução, ou 
seja, os ribossomos procariontes, constroem-se 
sozinhos a partir de seus componentes. 
Constituição 
O ribossomo é formado principalmente (mais ou 
menos 60% da massa total) pelo flagelo ribossomático 
e cerca de 50 tipos diferentes de proteínas. Tem uma 
grande e uma pequena subunidade, sendo a grande 
formada de 49 proteínas + 3 Na (Sódio) e a pequena 
por 33 proteínas 
Estrutura 
O ribossomo só é funcional quando suas subunidades 
estão unidas. Após a construção de cada proteína, as 
subunidades se desprendem da fita de RNA 
mensageiro, (RNAm) e se separam. 
Na subunidade maior, existem duas regiões onde 
ocorre o contato direto com o RNAt: são chamadas Sítio 
A (Aminoacil) onde ocorre a chegada do RNAt e Sítio P 
(Peptidil) onde são formadas as ligações 
peptídicas pela junção entre os aminoácidos de ambos 
os sítios. A ação dos ribossomos na tradução se divide 
em: iniciação (AUG - códon de início), alongamento 
(fatores de alongamento) e finalização (códons de 
parada - Stop). 
Se você leu até aqui, está no caminho certo. 
 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nan%C3%B3metro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Procariotas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eucariotas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Espermatozoide
https://pt.wikipedia.org/wiki/Organelo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bi%C3%B3logo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Romeno
https://pt.wikipedia.org/wiki/Americano
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Emil_Palade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Microsc%C3%B3pio_eletr%C3%B4nico
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