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RELATÓRIO REFERENTE AO FILME O MILAGRE DE 
ANNE SULLIVAN 
 
Nessa atividade, os alunos devem elaborar um texto, conforme as 
perguntas propostas e apresentar as contribuições delas para sua 
formação pessoal e profissional. A atividade deve conter no 
mínimo 2 (duas) páginas. 
 
 
- O que vocês sentiram ao assistir o filme? 
- A família e a professora agiram de modo correta? Por quê? 
- Faça uma reflexão sobre ser uma pessoa surdacega. 
- Como você agiria se tiver um aluno(a) surdo(a) e/ou surdocego(a) 
na sala de aula e precisar se comunicar com você? Tentaria 
conversar com ele(a)? Como? 
- Na sala de aula com um surdo e um surdocego, explique quais 
seriam os métodos que usaria em cada um deles? 
 
 O filme O Milagre de Anne Sullivan (1962), retrata sobre a 
história de uma menina surda e cega. O seu nome era Helen Keller, 
de apenas sete anos. Ela não sabia como era o mundo a sua volta e 
como interpretá-lo, mas necessitava que aprendesse a se expressar. 
Onde em seu contexto familiar, alguns de seus familiares onde o 
desejo era de internar a menina em uma instituição psiquiátrica 
para que não necessitasse mais lidar com os problemas de sua 
incompreensão, por constantes casos recorrentes de ataques de 
birra e malcriações. Podendo chegar até a agressão das pessoas a 
sua volta. Para de forma controlá-la era de colocar um doce em sua 
boca. Ao início do retratar da narrativa e ao desenrolar no contexto 
apresentado, me senti que a forma que Helen era cuidada de 
maneira alguma, deveria ser tratado o ser humano. Mas o que 
ocorre apenas é que a tratam como algo a ser domesticado e 
abandonado como selvagem. Que apesar de como a menina imersa 
em seu mundo escuro e silencioso, ansiada pela compreensão das 
pessoas, merecia uma atenção, cuidado maior e a necessidade de 
um amor maior, pelos seus familiares. Mas não há a quem culpar 
necessariamente pelo contexto em que se passava na época em que 
ocorreu em relação aos dias atuais. 
 Na continuidade da narrativa, e após os pais decidirem pela busca 
de um (a) profissional para de alguma forma ajudar no 
desenvolvimento de Helen. O pai escreve para o doutor Michael 
Anaganos, de Boston, Massachusetts. Onde o mesmo encaminha 
para a casa dos Keller, uma aluna recém-formada com o nome de 
Anne Sullivan para cuidar da menina. Pelo contexto em que se 
passa Anne de ter sido sua vivência no Instituto desde sua infância 
e de ter passado por várias cirurgias nos olhos e o uso de óculos 
escuros para proteger das dores provocadas pela luz. Cuidar da 
pequena Helen seria um desafio complexo a ser enfrentado pelo 
medo de não conseguir fazer a menina ter a compreensão das 
coisas. Mesmo entendendo o que se passava na vivência da menina 
. Seu método de ensino começa na utilização das mãos a fim de 
ensinar as palavras a ela. E pelas dificuldades que passou, adota-se 
posteriormente o uso de boas maneiras mas não consegue que se 
tenha um resultado positivo de relacionar palavra/significado. No 
fim da história Anne, inconformada com o progresso de Helen, 
decide levar mais a fundo da compreensão da menina onde a 
mesma leva Helen até fora da casa da família até a bomba de água 
para encher a jarra, e enquanto bombeava, Anne soletrava a 
palavra água na mão de Helen várias vezes, quando finalmente, a 
menina consegue relacionar e entender o significado da palavra. 
Em um desespero por aprender mais, Helen pede que Anne lhe 
ensine mais palavras. E o que podemos perceber que esse ensino 
tem muito mais a ser ensinado. Em contraponto durante ao início 
dos ensinamentos os pais da jovem contrariavam a professora nos 
seus métodos de ensino-aprendizem adotados mas foi o que se 
tornou necessário para uma compreensão maior já que os mesmos 
tratavam ela como menina mimada. No fim do desenrolar da 
história é que eles percebem que ela estava certa desde o início no 
que propôs a ser ensinado. Mas creio que não há a dizer quem 
reagiu de forma correta ou não, porque temos de exemplo a mãe, 
que de qualquer maneira só queria o bem da filha e de proteger a 
menina e que os métodos deixavam ela um pouco de receio. 
 A reflexão sobre a pessoa surdacega é que há um preconceito 
muito grande em relação ao seu comportamento, o que pode ser 
provocado por falta de um carinho, amor e a falta de aceitabilidade 
por meio dos pais, por exemplo; E o esteriótipo de incapaz que é 
colocado nelas. E que busquemos uma compreensão maior sobre 
os fatos e como proceder em meio aos casos. 
 As formas que podemos agir ou que eu agiria é que nos futuros 
profissionais também busquemos aprender a língua brasileira de 
sinais para um ambiente mais harmonioso e didático cada fez mais 
inclusivo. 
 Que os alunos (as) surdos (as) e/ou surdocegos (as) é que em sua 
aprendizagem seja garantida de assegurar que as crianças 
surdocega matriculadas e frequentando sala de aula no ensino 
regular tenha o direito à guia-intérprete para auxiliar na sua 
compreensão. Como no caso do aluno (a) surdo (a) como método 
por exemplo: utilizar relato de histórias e a produção de literatura 
infantil em sinais. E no caso do aluno (a) surdocegos (as) como 
método por exemplo: a Língua de sinais tátil, sistema não 
alfabético que corresponde à língua de sinais utilizadas 
tradicionalmente pelas pessoas surdas, mas adaptadas ao tato, 
através do contato das mãos da pessoa surdocega com as mão do 
interlocutor.

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