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2 OFICINAS PEDAGÓGICAS NO PROCESSO DE ENSINO, APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO Cláudia Mayara Paiva do Nascimento[footnoteRef:1] [1: Acadêmico do Curso de Licenciatura em Pedagogia; E-mail: 1967879@aluno.uniasselvi.com.br.] Pedro Cabral da Costa [footnoteRef:2] [2: Tutor Externo da Uniasselvi, pedro.costa@uniasselvi.edu.br 2022. Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Pedagogia. Turma (PED-3740) – Prática do Módulo V - 15/07/2022.] Resumo Este trabalho teve como temática: “Oficinas Pedagógicas no Processo de Ensino, Aprendizagem e Avaliação”. As oficinas pedagógicas traduzem um significado de interdisciplinaridade e dinamismo no aprendizado principalmente no que tange a educação infantil, por diversificar questões voltadas ao aprendizado dito tradicional, possibilitando um aprendizado interativo, um aprendizado verdadeiramente efetivo na amplitude do saber do aluno. O objetivo principal deste trabalho se encontra em analisar as oficinas de natureza lúdica e propiciar vivências a partir de atividades (brinquedos e brincadeiras) junto aos alunos. Para tanto, a metodologia utilizada para foi de natureza bibliográfica de cunho exploratório através de autores que tem suas em obras embasamentos para ajudar a compreender melhor a temática em questão, assim como uma pesquisa de campo de cunho exploratório em uma escola municipal para buscar compreender na prática a aplicação das oficinas pedagógicas utilizando os jogos educativos. Palavras-chave: Oficinas Pedagógicas. Processo de Ensino. Aprendizagem e Avaliação. 1. INTRODUÇÃO Este trabalho versa sobre as oficinas pedagógicas no processo de ensino, aprendizagem e avaliação considerando que estas oferecem desenvolvimento social, além de possibilitar a troca de experiências entre os mentores e os participantes, ampliando assim, a capacidade sócia cognitiva, a interação e a liberdade de aprender de todos que estão envolvidos. Dessa forma, permitem que os participantes ampliem os conhecimentos adquiridos em sala de aula e os relacionem com o cotidiano. Como instrumentos de apoio didático e pedagógico, as oficinas visam superar as dificuldades dos alunos de forma descontraída, sem a pressão da sala de aula, deixando o aluno mais à vontade para participar. A questão fundamental das oficinas é inovar e transmitir os conteúdos de uma forma mais simples e descontraída, trazendo o assunto escolar para o cotidiano dos alunos. Mostrando-os que o aprender e o ensinar não são práticas mecânicas, mas sim práticas prazerosas e divertidas. Nesse sentido, objetivo principal deste trabalho se encontra em analisar as oficinas de natureza lúdica e propiciar vivências a partir de atividades (brinquedos e brincadeiras) junto aos alunos. Para tanto, a metodologia utilizada para foi de natureza bibliográfica de cunho exploratório através de autores que tem suas em obras embasamentos para ajudar a compreender melhor a temática em questão, assim como uma pesquisa de campo de cunho exploratório em uma escola municipal para buscar compreender na prática a aplicação das oficinas pedagógicas utilizando os jogos educativos. As oficinas pedagógicas permitem uma análise da realidade de cada aluno sem a fuga do conteúdo que deve ser abordado, além de permitir o intercâmbio de experiências, em que o saber não se constitui apenas no resultado final do processo de aprendizagem, igualmente presente no processo de construção do conhecimento. São situações de ensino e aprendizagem de forma aberta e dinâmica, sendo uma valiosa forma estratégica para a formação tanto dos educadores, quanto para os discentes. Com as oficinas, os professores tanto ensinam quanto aprendem. Há uma troca mútua de conhecimentos de forma descontraída, na qual ambos os lados saem renovados de cada etapa escolar. O projeto das oficinas é uma forma de avaliação do aluno e do professor em relação ao conteúdo e às aulas ministradas, pois através delas o professor pode avaliar cada aluno de forma mais informal, adentrando-se a cada participação do aluno e, a partir dessa interação, perceber se o conteúdo foi transmitido de acordo com o planejado. As oficinas pedagógicas têm como objetivo ser um instrumento de apoio didático-pedagógico que visam suprir as dificuldades de aprendizagem relacionadas com o conteúdo em questão. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 AS OFICINAS PEDAGÓGICA NO CONTEXTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS Muitos professores ainda possuem uma espécie de “barreira” que os impedem de desenvolver metodologias inovadoras em sala de aula, isso caracteriza um comodismo ao qual a educação vem assumindo ao longo dos anos, o processo de ensino e aprendizagem se reduz a um mero discurso unilateral, onde o professor é o orador e o aluno o ouvinte. As atividades práticas são um exemplo de metodologia que pode facilitar a assimilação de conteúdos, tornando assim a aprendizagem mais significativa, pois as atividades práticas proporcionam aprendizagens nas quais o aluno não poderia aprender apenas com aulas teóricas (ANDRADE; MASSABNI, 2011, p. 32). Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, 1998) descrevem as atividades práticas como um importante elemento para a compreensão ativa dos conceitos científicos, pois os participantes podem estabelecer uma relação mais significativa com assunto ou o objeto de estudo, tornando assim, a aprendizagem dos participantes mais significativa, segundo a visão de Massabni (2014): As atividades práticas são importantes quando ensinadas de forma a trabalhar a busca e resolução de problemas, pois assim os alunos passam de meros espectadores à protagonistas de seu ensino, podendo experimentar e deduzir resultados, criando maior capacidade de argumentação e indução, e finalmente formando verdadeiros cientistas (Massabni, 2014, p. 75). Entretanto, para que uma atividade prática possa contribuir de forma positiva para a aprendizagem do aluno, é fundamental que essa atividade esteja acompanhada de um momento de reflexão e discussão de ideias sobre a prática em si. Embora as atividades práticas possuam um grande potencial pedagógico, muitos professores ainda não as utilizam por várias razões, entre elas, podemos citar a falta de materiais e recursos para a realização das mesmas ou até mesmo a falta de tempo do professor ao planejar a realização de tais atividades. Cabe citar também, que a falta de preparo do professor pode caracterizar uma razão para a não utilização desse tipo de atividade em sua aula. Para Andrade e Massabni (2011), as aprendizagens proporcionadas pelas atividades práticas “dependem do modo como estas são planejadas e conduzidas, pois para que o aluno possa construir conceitos, é necessário que essa atividade possua um caráter investigativo e questionador das ideias e conhecimentos prévios dos alunos”. As oficinas pedagógicas são exemplos de atividades que proporcionam aprendizagens oriundas da interação entre teoria e prática. Podemos então, dizer que uma oficina, representa uma atividade prática onde se trabalha com resolução de problemas que levam em consideração os conhecimentos teóricos e práticos dos alunos. A interação entre o pensar e o agir requer um conjunto de fatores que irão impulsionar um indivíduo a executar conscientemente uma determinada tarefa, essa é a característica principal de uma oficina pedagógica, pois trata-se de uma forma de construção de conhecimento por meio de uma ação, sem é claro, desconsiderar sua natureza teórica (PAVIANI; FONTANA; 2009, p. 47). Desse modo, pode-se afirmar que uma oficina pedagógica provê uma interação mais significativa entre os participantes e o objeto de estudo. Para Cordeiro (2012): “as oficinas pedagógicas proporcionam a construção do conhecimento por meio da relação ação-reflexão-ação, fazendo o aluno vivenciar experiências mais concretas e significativas baseadas no sentir, pensar e agir”. É necessário ressaltar também que as oficinas pedagógicas são capazes de promover a articulação entre diferentes níveis de ensino e diferentes níveis de saberes, sendo assim, essa atividade serve como meio de formaçãocontinuada de educadores e como base para a construção criativa e coletiva do conhecimento de alunos. Fato esse, que é afirmado pelas ideias de Souza e Gouvêa (2006), onde destacam que “a oficina também serve como um meio de contribuição para a formação continuada de professores, por se tratar de uma atividade de curta duração que em longo prazo age como meio de formação contínua”. 2.2 AS OFICINAS PEDAGÓGICAS COMO METODOLOGIA DE TRABALHO Para a elaboração de uma oficina, a escolha do tema de estudo é fator determinante. Corrêa (2000), aponta como estratégias para a realização desta perspectiva de trabalho, as seguintes etapas: Decidir o tema de estudo, que se refere à escolha realizada por pessoas que se propõe a construir uma oficina, reunir todo o material possível sobre o tema, buscando subsídios em materiais como revistas, filmes, livros, mas também nas conversas cotidianas; o entendimento do tema que será abordado, que se dará através do Estudo e Desenvolver estratégias para poder dizer sobre o tema, podendo referir-se a qualquer meio disponível ou possível de ser criado. (CORRÊA, 2000, p. 150). As oficinas também trazem como característica, a abertura de espaços de aprendizado que buscam o diálogo entre os participantes. Na oficina surge um novo tipo de comunicação entre professores e alunos. É formada uma equipe de trabalho, onde cada um contribui com sua experiência. O professor é dirigente, mas também aprendiz. Cabe a ele diagnosticar o que cada participante sabe e promover o ir além do imediato. (VIEIRA et al, 2002. p.17). Diante disso, almejamos promover um trabalho que incluí a participação de todos os envolvidos, não distribuindo as pessoas em funções fixas como coloca Corrêa (2000, p. 122) no livro Pedagogia Libertária. O autor sinaliza que a oficina pode permitir a quebra das “hierarquias do conhecimento o (...) que se dá muitas vezes, pela detenção de um discurso especializado que justifica a maior importância de quem profere em relação aos outros”. Sendo assim, pensamos que a oficina pode estabelecer uma independência das ações educacionais em relação aos modelos que priorizam mais uma área do saber do que outra, ou seja, oportuniza estratégias de resistência à qualificação ou desqualificação de saberes pelas agências oficiais de ensino. Ainda, cabe ressaltar que as ações envolvendo oficinas, contemplam os três momentos de Delizoicov e Angotti (2002), que consistem em: “Primeiro momento ou problematização inicial”: são apresentadas aos alunos situações reais, para que os mesmos sejam desafiados a expor suas posições ou concepções prévias sobre o tema. O ponto culminante dessa problematização é fazer que o aluno sinta a necessidade da aquisição de outros conhecimentos que ainda não detém, ou seja, procura-se configurar a situação em discussão como um problema que precisa ser enfrentado. (DELIZOICOV e ANGOTTI 2002, p. 200). O objetivo desta primeira etapa é problematizar estes conhecimentos prévios acerca do tema proposto, bem como compreender o que os educandos percebem diante das questões que estão sendo colocadas em pauta. O Segundo momento ou organização do conhecimento: caracteriza-se pelo desenvolvimento de atividades que auxiliem o aluno a compreender e partilhar os conhecimentos sistematizados pela Ciência permitindo, a ele construir uma resposta mais aprofundada para a questão proposta inicialmente. As mais variadas atividades são então empregadas, de modo que o professor possa desenvolver a conceituação identificada como fundamental para uma compreensão científica das situações problematizadas.(DELIZOICOV e ANGOTTI 2002, p. 201). Nesse momento podem ser desenvolvidas atividades que utilizem recursos como vídeos, sites de internet, livros, reportagens entre outros. Finalmente, o Terceiro momento ou aplicação do conhecimento: Destina-se, sobretudo, a abordar sistematicamente o conhecimento que vem sendo incorporado pelo aluno, para analisar e interpretar tanto situações iniciais que determinaram seu estudo como outras situações que, embora não estejam diretamente ligadas ao motivo inicial, podem ser compreendidas pelo mesmo conhecimento. (DELIZOICOV e ANGOTTI 2002, p. 2002) É nesse momento que ocorre a retomada das questões iniciais e da proposição de novos questionamentos ou novas situações-problema que possibilitem ao aluno a utilização dos novos conhecimentos desenvolvidos. 3. METODOLOGIA Este trabalho utilizou-se da pesquisa bibliográfica, onde foram coletados dados e informações de livros, revistas e textos eletrônicos. Dentro deste contexto, os instrumentos para a coleta de dados partiram da análise das histórias dos alunos, (realizadas no terceiro momento da oficina) e pelos relatos das problematizações, que foram inspiradas nos Três momentos, descritos anteriormente. Para o primeiro momento da oficina selecionamos textos veiculados em jornais e revistas, especificamente aqueles que continham situações que envolvessem noções de aprendizado e educação pública. O motivo pelo qual estes materiais foram escolhidos foi a tentativa de problematizar em sala de aula, às representações dos alunos frente às situações que envolvem “o interesse” de um padrão educacional melhor, bem como refletir sobre como gostariam que fossem as metodologias educacionais nas escolas. Solicitamos, então, que os alunos, distribuídos em duplas, lessem as reportagens, e após cada leitura colocassem para o grupo suas percepções frente ao que foi lido. Para o segundo momento, selecionamos o conto “Patinho Feio” de Clarissa Pinkola (1994)”. Nestas perspectivas, escolhemos este conto, pelas possibilidades de reflexões que poderiam ser suscitadas a partir dele. Para tanto, nesta etapa do trabalho, pedimos aos alunos que, em duplas, encontrassem fragmentos no texto que fossem ao encontro do que foi discutido no primeiro momento com as reportagens de jornal. Os trabalhos das oficinas são realizados em dupla ou grupos pequenos para que haja uma boa troca de conhecimentos entre os participantes, aqui no caso alunos; conhecimentos que posteriormente serão socializados com o grande grupo. Para a realização deste trabalho, como dito anteriormente, serão apresentados sugestões de oficinas envolvendo a música infantil “ABC: Aprendendo o Alfabeto Cantando”, com o intuito de que os professores possam utilizar em sala de aula e, assim, atrair melhor a atenção das crianças, pois esta é uma canção bem dinâmica que instiga o aprendizado do alfabeto. Para a confecção dos materiais didáticos, serão utilizados copos descartáveis, cuba de ovos, cartolina, piloto, tesouras, etc. Imagem: 1 Alfabeto Com Tampinhas. Fonte: http://2.bp.blogspot.com/_CR6HqyLsKXU/TG6P5kWXNAI/AAAAAAAAAFE/XlTAJMJRln4/s1600/Alfabeto.jpg No terceiro momento solicitamos aos alunos que montassem um painel com diversas imagens e ilustrações que representassem os seus modelos de estudos ideais, ou seja, quais as oficinas e práticas pedagógicas eles gostariam que tivessem, e por consequência os jogos educativos foram os que mais foram apresentados. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES Por intermédio deste estudo, percebemos a importância de o professor avaliar sua prática, ser crítico em relação a ela, e a todo o momento abordar se o que se propõe em sala de aula, terá algum significado na vida do educando. Apesar das escolas terem um currículo a seguir, é indispensável que o educador destine espaços para conversar e problematizar sobre assuntos que frequentemente ficam de lado, pela preocupação em “vencer” os conteúdos do ano letivo. Com esse trabalho foram perceptíveis o papel e a importância das oficinas temáticas no estudo do conhecimento científico, e como instrumento de avaliação, de maneira que oportunizou a formação de cidadãos críticos e participativos, além de tornar o ensino mais atrativo e aproximado da realidade, além de propiciar debates interdisciplinares e formativos. A atividade, permitiu, ainda, desenvolvimento de habilidades diversas, visualizadas, por exemplo, no engajamento dos alunos e na valorizaçãodessa estratégica metodológica por parte da comunidade externa, da gestão e dos professores. Assim, é notório que a experimentação e a prática da oficina é uma estratégia eficiente e relevante para o estudo, a partir de uma abordagem que possibilita a contextualização e o estímulo de questionamentos e investigação. 5. CONCLUSÃO O objetivo fundamental desse trabalho foi mostrar a importância das oficinas para o desenvolvimento dos conteúdos letivos, principalmente, no que diz respeito aos conteúdos que envolvam a literatura. Com a oficina, os trabalhos se tornam uma forma didática e prazerosa, facilitando a explicação de conteúdos complexos e a maior interação do professor com seus alunos na escola. No presente paper houve a sugestão de algumas atividades em que no primeiro momento da oficina seleciona-se textos veiculados em jornais e revistas, especificamente aqueles que continham situações que envolvessem noções de aprendizado e educação pública. O motivo pelo qual estes materiais foram escolhidos foi a tentativa de problematizar em sala de aula, às representações dos alunos frente às situações que envolvem “o interesse” de um padrão educacional melhor, bem como refletir sobre como gostariam que fossem as metodologias educacionais nas escolas. Então, através dessa oficina foi bastante proveitosa para aumentarmos o nosso campo teórico e nos prepararmos para o campo prático da licenciatura. REFERÊNCIAS ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 6023:2018. Disponível em: https://referenciabibliografica.net/a/pt-br/ref/abnt> Acesso em: 16 de maio de 2022. ANDRADE, M. L. F; MASSABNI, V. G. O desenvolvimento de atividades práticas na escola: um desafio para os professores de Ciências Practical activities development: a challenge to science teachers. Ciência & Educação, v. 17, n. 4, p. 835-854, 2011. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. 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