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Introdução ao Estudo da PPF 
➢ Substituição de dentes por dentes 
 artificiais, cimentados aos dentes 
 pilares, que não podem ser 
 removidos pelo paciente. 
➢ Confeccionados de forma indireta. 
• Inlay: Restauração intracoronária, podendo 
ser oclusal, MOD, OM, OD (Ligas metálicas, 
resina composta e cerâmica). 
 
• Onlay: Restauração extracoronária, na qual 
pelo menos uma cúspide (mas não todas), 
será recoberta pela restauração. (Liga metálica, 
resina composta e cerâmica). 
 
• Overlay: Restauração extracoronária extensa, 
envolvendo todas as cúspides. (Liga metálica, 
resina composta e cerâmica). 
 
•Coroa Parcial: Restauração extracoronária 
extensa, na qual uma face (vestibular ou 
palatina) é preservada, ou seja, permanece 
sem preparo. (Liga metálica, resina composta 
e cerâmica). 
 
• Coroa Total: Restauração extracoronária 
envolvendo todas as faces do dente. (Resina 
composta laboratorial, cerâmica, ligas metálicas, 
metalocerâmicas e metaloplásticas). 
 
• Laminados: São as facetas laminadas (1mm) 
Ou lentes de contato (0,3mm). Consiste em 
uma fina camada de cerâmica cimentada na 
face vestibular dos dentes. 
 
• Prótese Parcial Fixa: Envolve dentes pilares 
(onde retentores são cimentados), pônticos 
(que vão substituir algum dente ausente) e 
conectores (unem os retentores ao elemento 
pôntico). 
 
➢ Princípios dos Preparos em Prótese Fixa: 
1. Princípios Mecânicos 
2. Princípios Biológicos 
3. Princípios Estéticos
 
• Princípios Mecânicos: 
➔ Retenção 
➔ Resistência e Estabilidade 
➔ Rigidez Estrutural 
➔ Integridade Marginal 
 
• Retenção: Capacidade da prótese de resistir a 
forças axiais (tração). Garantida pela adequada 
expulsividade das paredes do preparo, permitindo 
uma correta cimentação. 
 
• Resistência e Estabilidade: Capacidade da 
prótese em resistir a forças laterais e oblíquas. 
(A altura do preparo deve ser maior que a 
largura). 
 
• Rigidez Estrutural: O preparo deve ter a 
espessura adequada de acordo com o material 
que irá receber, para que resista a forças 
mastigatórias e não comprometa a saúde 
periodontal. 
 
• Integridade Marginal: A restauração cimentada 
deve estar bem adaptada com uma linha mínima 
de cimento. 
 
 • Princípios Biológicos: 
➔ Preservação do Órgão Pulpar 
➔ Preservação da Saúde Periodontal 
 
• Preservação do Órgão Pulpar: 
- Desgaste seletivo das faces dos dentes. 
- Qualidade das brocas. 
- Refrigeração da caneta de alta rotação. 
- Permeabilidade dentinária. 
 
• Preservação da Saúde Periodontal: 
- Higiene oral. 
- Forma, contorno e localização da margem 
cervical do preparo. 
 
✓ Sulco Gengival: 0,69 mm 
✓ Eptélio Juncional: 0,97 mm 
✓ Inserção Conjuntiva: 1,07 mm 
❖ Importante: Extensão gengival até 
 0,5 mm. 
 
 
 
 
 
• Princípios Estéticos (Fatores que 
afetam): 
- Saúde Periodontal. 
- Posição dos dentes no arco. 
- A forma, contorno e a cor da prótese. 
- A altura da linha do sorriso. 
 
➢ Tipos de Término Cervical: 
1. Ombro 
2. Ombro ou Degrau Biselado 
3. Chanfro 
4. Chanferete 
 
• Ombro: A parede axial do preparo forma um 
ângulo de aproximadamente 90° com a parede 
gengival. 
→ São indicados em preparos para coroas de 
porcelana pura. 
→ Contra-indicados em preparos para coroas com 
estrutura metálica. 
❖ Importante: O ombro exige maior 
desgaste dentário e resulta numa junção 
em degrau entre as paredes axial e 
gengival. 
 
• Ombro ou Degrau Biselado: Término em ombro 
porém com um biselamento de 45° no ângulo 
cavossuperficial, permitindo melhor escoamento 
do cimento. 
Funciona como um colar de reforço 
→ Indicado para coroas metalocerâmicas com 
ligas áureas. 
 
• Chanfro: Junção entre a parede axial e gengival, 
feita por um segmento de círculo. 1/4 de uma 
circunferência. 
 Tipo de término considerado o ideal. 
 → Indicado para restaurações metálicas 
 com ligas não áureas, metaloplásticas, 
 metalocerâmicas e cerâmicas puras. 
 
• Chanferete: Término no ângulo axio gengival e 
um pequeno segmento de círculo (metade de um 
chanfro). 
Facilita a adaptação da peça metálica e o 
escoamento do cimento. 
→Indicado para coroas metálicas, metaloplásticas 
(nas faces linguais e linguo proximais) 
• Protocolo Clínico → INLAY e ONLAY 
- Anestesiar o paciente. 
- Remoção do tecido cariado e/ou restauração 
insatisfatória. 
- Núcleo de preenchimento (CIV, Resina Composta 
etc) 
- Preparo cavitário. 
- Restauração provisória em Resina Acrílica. 
- Moldagem. 
- Ajustes oclusais, cimentação e polimento. 
 
 
• INLAY (Brocas e Sequência): 
3131 → Confecção da caixa oclusal (metade da 
ponta ativa da broca). 
2135 ou 3069 → Confecção da caixa proximal 
(chanfro ou ombro). 
2200 → Separação do ponto de contato com o 
dente vizinho. 
3131FF → Acabamento e polimento do preparo. 
 
 • ONLAY (Brocas e Sequência): 
1097 ou 3097 → Confecção de três canaletas de 
orientação na oclusal. 
Alisamento e união das canaletas. 
3131 → Confecção da caixa oclusal. 
2135 ou 3069 → Confecção da caixa proximal 
(chanfro ou ombro). 
2200 → Separação do ponto de contato com o 
dente vizinho. 
2135F → Acabamento e polimento do preparo. 
 
 • COROA TOTAL (Brocas e Sequência): 
1014 ou 1015 → Delimitar região cervical na 
vestibular e palatina (meia ponta ativa da broca – 
45°). 
3216 → Canaletas de orientação na vestibular e 
palatina. 
3216 → Canaletas na borda incisal/oclusal 
(inclinação da ponta pra palatina). 
3216 → União das canaletas. 
3203 → Remoção dos pontos de contato sem 
encostar no dente vizinho. 
3216 → Alisamento da proximal, vestibular, 
palatina e incisal. 
3118 → Alisar a fossa palatina, acima do cíngulo. 
3216F ou 283 → Alisamento e acabamento do 
preparo. 
 
 
 
 Técnica da Silhueta 
De início, apenas metade do dente é 
desgastada, para que a outra metade sirva de 
referência à quantidade de estrutura dentária 
removida e a direção do preparo. 
(Técnica utilizada nos preparos de coroa total). 
 
 
Princípios Biomecânicos 
 
1. Preservação da Estrutura Dental: 
“A futura peça protética deve preservar e 
proteger a estrutura dental remanescente.” 
*Desgaste excessivo resulta: 
→ Fragilidade dos pilares. 
→Compromete retenção e resistência. 
 
*Desgaste insuficiente resulta: 
→ Fratura do material restaurador. 
→Perfil anatômico comprometido. 
 
2. Preservação do Periodonto e Integridade 
Marginal: 
*Selamento marginal → Boa adaptação 
cervical. 
*Preservação da saúde gengival → 
Desenho, localização, qualidade do 
término. 
 
*Uma boa moldagem copia além do 
término. 
 
3. Avaliação dos Pilares: 
*Proporção Coroa-Raiz 
1:2 é o ideal, mas o mínimo é 1:1 
1 de coroa, para 2 de raiz. 
 
4. Função Oclusal: 
Verificar contatos prematuros, pois pode 
resultar na perda da coroa. 
Manipular o paciente em RC. 
 
5. Estética: 
Altura do sorriso, cor dos dentes 
remanescentes. 
Avaliar espessura da margem gengival, 
translucidez na incisal. 
 
6. Retenção: 
A resistência impede o deslocamento da 
prótese no sentido contrário à sua vida de 
inserção (eixo axial). 
 
7. Resistência e Estabilidade: 
Capacidade da prótese em resistir ao 
deslocamento lateral às forças oclusais. 
 
 
Retentores Intra - 
Radiculares 
 
“São peças protéticas cimentadas no 
interior do canal radicular de dentes 
tratados endodonticamente, 
possibilitando a reconstrução coronária 
adequada para o preparo cavitário e 
promovendo retenção à futura 
restauração.” 
 
• Indicações para Retentores: 
➢ Fratura coronária extensa com 
envolvimento pulpar. 
➢ Dentes tratados endodonticamente com 
grande destruição coronária. 
 
Por quê reconstruir os dentes? 
 • Visa substituir as estruturas perdidas. 
 • Restituir forma e função. 
 • Proteger o remanescente dentário. 
 • Reintegrar o dente ao sistema 
estomatognático. 
 • Reestabelecer a harmonia do sorriso. 
 
➢ Princípios Biomecânicos para o preparo do 
Conduto Radicular: 
1. Direção 
2. Comprimento/Profundidade3. Diâmetro 
4. Forma 
 
 • Direção: Observar inclinação do dente na 
 arcada. Não pode causar perfuração lateral 
 e nem ficar com um degrau. 
 
 
 
• Comprimento/Profundidade: 
- Remanescente coronário. 
- Comprimento da raiz. 
- Número de canais envolvidos. 
- Altura da crista óssea. 
 
• Diâmetro: O diâmetro deve ser o menor possível 
para se prevenir a fratura do dente. 
 
• Forma: Harmonia com a anatomia radicular. 
 
 
➢ Características Ideais do Preparo do 
Conduto Radicular: 
 
• 2/3 do remanescente dentário. 
• 1/2 da implantação óssea. 
• 3,0 à 5,0 mm de selamento apical. 
• 1,5 mm de espessura dentinária. 
• 1,2 mm de largura do pino. 
 
 
*OBS: Resina acrílica vermelha usada na 
fabricação de pino metálico fundido. 
 
 
• Sequência clínica prévia à cimentação de Pinos 
Intra-Radiculares: 
 
1. Avaliação clínica do elemento dentário. 
2. Radiografia inicial. 
3. Remoção do material obturador (CIV etc) 
4. Preparo do Conduto Radicular 
5. Confirmação da profundidade do preparo. 
 
 
• Indicações para Retentores Intra-Radiculares: 
- Perda excessiva de estrutura coronária. 
- Canais radiculares elípticos e expulsivos. 
- Fratura coronária com envolvimento pulpar. 
- Necessidade de modificar a inclinação da coroa. 
 
• Vantagens de Retentores (Núcleo Fundido): 
- Excelente adaptação. 
- Boa rigidez. 
- Menor película de cimento. 
 
• Desvantagens Retentores (Núcleo Fundido): 
- Necessidade de 2 sessões clínica
- Custo laboratorial. 
- Pode favorecer à fratura radicular. 
- Alto módulo de elasticidade. 
- Cor desfavorável. 
 
 • Passo a passo Núcleo Fundido: 
1. Avaliação do remanescente radicular e 
medição do comprimento de 
desobstrução. 
2. Isolamento absoluto. 
3. Desobstrução do canal radicular com 
brocas largo 1, 2 e 3. 
4. Prova do Pinjet. 
5. Lubrificação das paredes do canal com gel 
hidrossolúvel. 
6. Manipulação da resina acrílica e aplicação 
sobre o pinjet e no interior do canal. 
7. Construção da porção coronária do núcleo 
da técnica do pincel. 
8. Preparo da porção coronária no núcleo, 
após a polimerização da Duralay. 
9. Envio para o laboratório. 
10. Avaliar, provar, ver se está tudo certo. 
11. Cimentação com Ionomero de vidro ou 
Fosfato de zinco. 
 
• Passo a passo Condicionamento do Pino de 
Fibra de Vidro: 
1. Limpeza do pino com álcool 70%, aplicar 
silano e aguardar 1 minuto 
2. Secar com jatos de ar 
3. Aplicar adesivo e foto polimerizar 
4. Irrigação do conduto com Clorexidina 2% 
5. Secar o canal radicular com cone de papel 
6. Aplicar ácido 37% por 15 segundos e lavar 
7. Secar o canal radicular com cone de papel 
8. Aplicar adesivo 
9. Remover excesso de adesivo e foto 
polimerizar. 
 
 
 
 
Restaurações Provisórias 
 
“O sucesso da prótese definitiva pode estar 
diretamente relacionado à qualidade das 
restaurações provisórias.” 
 
• Limitações: 
- Pouca resistência 
- Deslocamento 
- Custo adicional 
- Cor incompatível 
 
• Erros Frequentes: 
- Sensibilidade dental 
- Resposta periodontal desfavorável 
- Contatos proximais desfavoráveis 
- Anatomia à desejar 
 
• Vantagens: 
- Passível de ajustes 
- Anatomia, proteção do preparo, pontos 
 de contato 
 
• Funções: 
→Biológicas: Proteção pulpar, saúde periodontal. 
→Estéticas: Condicionamento gengival, cor e 
anatomia. 
→Funcionais: Relações maxilo-mandibulares, 
dimensão vertical, capacidade mastigatória, 
posição dos pilares. 
 
 
• OBJETIVOS das Restaurações Provisórias: 
1. Proteção pulpar 
2. Proteção periodontal 
3. Substituição de dentes ausentes 
4. Estabilização mecânica dos dentes 
5. Restabelecimento da oclusão 
6. Restabelecimento de estética e fonética 
 
A proteção periodontal visa promover: 
• Boa adaptação marginal e contorno 
• Bom polimento 
• Ausência de odor e de alteração de cor 
• Ponto de contato proximal adequado 
• Técnicas de Confecção: 
 
→ TÉCNICAS DIRETAS: 
1. Técnica da Bolinha 
2. Moldagem com Silicona ou Alginato 
3. Facetas pré – fabricadas 
4. Coroas de policarbonato 
5. Coroas de polieter 
 
→TÉCNICAS INDIRETAS: 
1. Enceramento diagnóstico e prensagem 
laboratorial 
2. Moldagem de enceramento diagnóstico 
3. Matriz de acetato plastificada 
 
o Técnica da Bolinha: Bolinha feita com 
resina acrílica e anatomizada de acordo 
com o dente a ser “substituído”. 
 
• Vantagens: 
- Técnica simples 
- Baixo custo 
- PPF’s unitárias ou múltiplas 
 
• Desvantagens: 
- Reação exotérmica da RAAQ. 
 
o Técnica da Moldagem com Silicona ou 
Alginato: Moldagem feita sobre o dente 
“hígido”, logo após o mesmo é preparado 
para receber o provisório. 
 
• Vantagens: 
- Escultura externa da provisória 
 
• Desvantagens: 
- Resina autopolimerizavel 
 
o Técnica das Facetas Pré – Fabricadas: 
• Vantagens: 
- Anatomia externa pré – fabricada 
- Variedade de cores 
- Técnica simples 
 
• Desvantagens: 
- Faces proximais e linguais com resina 
 autopolimerizavel.
 
 
 
• Cimentação Provisória: 
→O cimento não precisa ser tão resistente. 
→O mais utilizado é o Cimento de Hidróxido de 
Cálcio. 
→ Para preparos muito expulsivos é indicado o 
Cimento de Ionômero de Vidro. 
→O Cimento de Fosfato de Zinco é o mais 
resistente, indicado para cimentações 
prolongadas. 
 
*O cimento à ser utilizado deve ser escolhido de 
acordo com: 
→Que promova o vedamento cervical adequado. 
→Promova o efeito terapêutico necessário. 
 
 
 Materiais de Moldagem 
 
→Anelásticos: 
• Rígidos: Gesso tipo I, pasta zinco enólica. 
• Termoplásticos: Godiva, cera. 
 
→Elásticos: 
• Hidrocoloides Reversíveis 
• Hidrocoloides Irreversíveis 
• Polissulfeto (Mercaptana) 
• Polieter 
• Silicona de Condensação 
• Silicona de Adição 
 
• Hidrocoloides Reversíveis: 
 
• Vantagens: Boa fluidez, tolera umidade, custo 
benefício. 
• Desvantagens: Média precisão, fragilidade no 
sulco, pode causar queimadura. 
 
 
• Hidrocoloides Irreversíveis (Alginato): 
 
• Indicações: Modelos de estudo, molde do arco 
dentário antagonista, modelos para conexão de 
placas para clareamento, enceramento 
diagnóstico, provisório prensado, moldagem de 
transferência. 
 
• Vantagens: Fácil manipulação, confortável para 
o paciente, baixo custo. 
• Desvantagens: Limitação em copiar detalhes, 
proporção pó/água rigorosa. 
 
 
• Polissulfeto (Mercaptana): 
 
• Desvantagens: Odor desagradável, capacidade 
de manchar, memória elástica deficiente. 
 
• Indicações: Coroas totais, pontes fixas, prótese 
sobre implante. 
Tempo de vazamento: 1 hora 
 
 
• Poliéter: 
- Boa precisão 
- Excelente estabilidade dimensional (pode vazar 
de 2 a 3x) 
- Moldagem com casquete ou moldeira individual 
- Requer uso de adesivo específico. 
 
• Indicações: Coroas totais, pontes fixas, prótese 
sobre implante. 
 
• Vantagens: Boa precisão, bom adesivo, 
obtenção de excelentes modelos, melhor que as 
siliconas e pode ser vazado em até 7 dias. 
 
• Desvantagens: Hidrofóbico, rasga com 
facilidade, tem um menor tempo de trabalho e 
tem um gosto ruim. 
 
 
• Silicona de Condensação: 
- Libera álcool etílico depois de sua reação 
química 
- Vazamento imediato. 
 
• Indicações: Restaurações parciais, coroas totais, 
facetas, pontes fixas, prótese sobre implante, 
enceramento diagnóstico, mock up e provisórios. 
 
• Vantagens: Facilidade de trabalho e técnica de 
moldagem. 
 
• Desvantagens: Sofre distorção se não vazar na 
hora, baixa resistência ao rasgamento. 
 
 
 
 
 
• Silicona de Adição: 
 
• Indicações: Restaurações parciais, coroas totais, 
pontes fixas, mock up, facetas. 
 
• Vantagens: Excelente estabilidade dimensional, 
recuperação elástica, pode vazar mais de uma vez, 
e tem um tempo de vazamento de até 14 dias. 
 
• Desvantagens: Material hidrofóbico, não pode 
ser manipulado com luva de látex. 
 
*Desinfecção com Glutaraldeído. 
 
 
Cimentação em Prótese Fixa 
 
“Uso de uma substância moldável para selar um 
espaço ou para cimentar dois componentes 
juntos.” 
 
• Funções: Preencher a interface entre preparo 
dental e a superfície interna daprótese. 
 
• Requisitos: Ser aderente, ser solúvel em água, 
ser isolante térmico, elétrico e mecânico, ter um 
bom selamento marginal, ter alta resistência à 
tração e à compressão e ser de fácil utilização. 
 
 
 Tipos de Cimentação 
• Cimentação Provisória 
 →Hidróxido de Cálcio 
 →Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol 
 →Cimento de Óxido de Zinco Livre de Eugenol 
 
 • Cimentação Definitiva 
 →Fosfato de Zinco 
 →Ionômero de Vidro 
 →Cimentos Resinosos 
 
• Hidróxido de Cálcio (PROVISÓRIO): 
- Projetado para capeamento pulpar 
- Indicado também para cimentação de próteses 
provisórias 
- Tem um poder terapêutico
• Indicações: Inlays, onlays, overlays e coroas 
unitárias. 
 
• Vantagens: Efeito bactericida e bacteriostático, 
baixo custo e é de fácil utilização. 
 
• Desvantagens: Alta solubilidade e está associado 
com cáries recorrentes. 
 
• Mecanismos de Ação: Ação antimicrobiana, 
efeito mineralizador, radiopacidade e isolamento 
térmico. 
 
 
• Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol 
(PROVISÓRIO): 
 
• Vantagens: Facilidade de manipulação, ação 
antibacteriana, efeito analgésico sobre a polpa. 
 
• Desvantagens: Inibição da polimerização de 
resinas compostas pelo eugenol impregnado. 
 
 
• Cimento de Óxido de Zinco Livre de Eugenol 
(PROVISÓRIO): 
 
• Vantagens: Ótimo escoamento, fácil remoção, 
não interfere no ajuste oclusal e não interfere na 
polimerização de resinas compostas. 
 
• Desvantagens: Menor resistência de união em 
relação ao cimento com eugenol. 
 
 
• Cimento de Fosfato de Zinco (DEFINITIVO): 
 
• Indicações: Cimentação de restaurações 
indiretas (RMF, NMF) e cimentação de bandas 
ortodônticas. 
 
• Vantagens: Tem resistência à compressão. 
 
• Desvantagens: Baixa resistência à tração, baixa 
resistência mecânica e tem alta solubilidade. 
 
- Tempo de presa de 5 à 9 minutos 
 
 
 
• Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) 
(DEFINITIVO): 
- Liberação de Fluoreto durante longo prazo 
em boca – Ação Anticariogênica 
- Tem boa aderência à estrutura dental 
 
• Desvantagens: Baixa estética, baixa 
resistência à tração e tem um curto tempo de 
trabalho. 
 
 
• Cimentos Resinosos (DEFINITIVO): 
- Tem menos partículas do que a resina 
composta normal, o que o torna mais fluído. 
 
• Modos de Ativação Química: 
 
❖ Autopolimerizaveis: (Ativação química) 
 
❖ Fotoativados: (Ativação por luz 
→Fotopolimerizador) 
 
❖ Presa dual: (Ativação química e por luz 
→Fotopolimerizador) 
 
❖ Autoadesivos: (Ativação química e por luz 
→Fotopolimerizador). 
 
 
 
	Introdução ao Estudo da PPF
	➢ Substituição de dentes por dentes
	artificiais, cimentados aos dentes
	pilares, que não podem ser
	removidos pelo paciente.
	➢ Confeccionados de forma indireta.
	• Inlay: Restauração intracoronária, podendo
	resina composta e cerâmica).
	• Onlay: Restauração extracoronária, na qual
	pelo menos uma cúspide (mas não todas),
	será recoberta pela restauração. (Liga metálica,
	resina composta e cerâmica).
	• Overlay: Restauração extracoronária extensa,
	envolvendo todas as cúspides. (Liga metálica,
	resina composta e cerâmica).
	•Coroa Parcial: Restauração extracoronária
	extensa, na qual uma face (vestibular ou
	palatina) é preservada, ou seja, permanece
	sem preparo. (Liga metálica, resina composta
	e cerâmica).
	• Coroa Total: Restauração extracoronária
	envolvendo todas as faces do dente. (Resina
	composta laboratorial, cerâmica, ligas metálicas,
	metalocerâmicas e metaloplásticas).
	• Laminados: São as facetas laminadas (1mm)
	Ou lentes de contato (0,3mm). Consiste em
	uma fina camada de cerâmica cimentada na
	face vestibular dos dentes.
	• Prótese Parcial Fixa: Envolve dentes pilares
	(onde retentores são cimentados), pônticos
	(que vão substituir algum dente ausente) e
	conectores (unem os retentores ao elemento
	pôntico).
	➢ Princípios dos Preparos em Prótese Fixa:
	1. Princípios Mecânicos
	2. Princípios Biológicos
	3. Princípios Estéticos
	• Princípios Mecânicos:
	➔ Retenção
	➔ Resistência e Estabilidade
	➔ Rigidez Estrutural
	➔ Integridade Marginal
	• Retenção: Capacidade da prótese de resistir a forças axiais (tração). Garantida pela adequada expulsividade das paredes do preparo, permitindo uma correta cimentação.
	• Resistência e Estabilidade: Capacidade da prótese em resistir a forças laterais e oblíquas.
	(A altura do preparo deve ser maior que a largura).
	• Rigidez Estrutural: O preparo deve ter a espessura adequada de acordo com o material que irá receber, para que resista a forças mastigatórias e não comprometa a saúde periodontal.
	• Integridade Marginal: A restauração cimentada deve estar bem adaptada com uma linha mínima de cimento.
	• Princípios Biológicos:
	➔ Preservação do Órgão Pulpar
	➔ Preservação da Saúde Periodontal
	• Preservação do Órgão Pulpar:
	- Desgaste seletivo das faces dos dentes.
	- Qualidade das brocas.
	- Refrigeração da caneta de alta rotação.
	- Permeabilidade dentinária.
	• Preservação da Saúde Periodontal:
	- Higiene oral.
	- Forma, contorno e localização da margem cervical do preparo.
	✓ Sulco Gengival: 0,69 mm
	✓ Eptélio Juncional: 0,97 mm
	✓ Inserção Conjuntiva: 1,07 mm
	❖ Importante: Extensão gengival até
	0,5 mm.
	• Princípios Estéticos (Fatores que afetam):
	- Saúde Periodontal.
	- Posição dos dentes no arco.
	- A forma, contorno e a cor da prótese.
	- A altura da linha do sorriso.
	➢ Tipos de Término Cervical:
	1. Ombro
	2. Ombro ou Degrau Biselado
	3. Chanfro
	4. Chanferete
	• Ombro: A parede axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90 com a parede gengival.
	( São indicados em preparos para coroas de porcelana pura.
	( Contra-indicados em preparos para coroas com estrutura metálica.
	❖ Importante: O ombro exige maior desgaste dentário e resulta numa junção em degrau entre as paredes axial e gengival.
	• Ombro ou Degrau Biselado: Término em ombro porém com um biselamento de 45 no ângulo cavossuperficial, permitindo melhor escoamento do cimento.
	Funciona como um colar de reforço
	( Indicado para coroas metalocerâmicas com ligas áureas.
	• Chanfro: Junção entre a parede axial e gengival, feita por um segmento de círculo. 1/4 de uma circunferência.
	Tipo de término considerado o ideal.
	( Indicado para restaurações metálicas
	com ligas não áureas, metaloplásticas,
	metalocerâmicas e cerâmicas puras.
	• Chanferete: Término no ângulo axio gengival e um pequeno segmento de círculo (metade de um chanfro).
	Facilita a adaptação da peça metálica e o escoamento do cimento.
	(Indicado para coroas metálicas, metaloplásticas (nas faces linguais e linguo proximais) • Protocolo Clínico ( INLAY e ONLAY
	- Anestesiar o paciente.
	- Remoção do tecido cariado e/ou restauração insatisfatória.
	- Núcleo de preenchimento (CIV, Resina Composta etc)
	- Preparo cavitário.
	- Restauração provisória em Resina Acrílica.
	- Moldagem.
	- Ajustes oclusais, cimentação e polimento.
	• INLAY (Brocas e Sequência):
	3131 ( Confecção da caixa oclusal (metade da ponta ativa da broca).
	2135 ou 3069 ( Confecção da caixa proximal (chanfro ou ombro).
	2200 ( Separação do ponto de contato com o dente vizinho.
	3131FF ( Acabamento e polimento do preparo.
	• ONLAY (Brocas e Sequência):
	1097 ou 3097 ( Confecção de três canaletas de orientação na oclusal.
	Alisamento e união das canaletas.
	3131 ( Confecção da caixa oclusal.
	2135 ou 3069 ( Confecção da caixa proximal (chanfro ou ombro).
	2200 ( Separação do ponto de contato com o dente vizinho.
	2135F ( Acabamento e polimento do preparo.
	• COROA TOTAL (Brocas e Sequência):
	1014 ou 1015 ( Delimitar região cervical na vestibular e palatina (meia ponta ativa da broca – 45 ).
	3216 ( Canaletas de orientação na vestibular e palatina.
	3216 ( Canaletas na borda incisal/oclusal (inclinação da ponta pra palatina).
	3216 ( União das canaletas.
	3203 ( Remoção dos pontos de contato sem encostar no dente vizinho.
	3216 ( Alisamento da proximal, vestibular, palatina e incisal.
	3118 ( Alisar a fossa palatina, acima do cíngulo.
	3216F ou 283 ( Alisamento e acabamento do preparo.Técnica da Silhueta
	De início, apenas metade do dente é desgastada, para que a outra metade sirva de referência à quantidade de estrutura dentária removida e a direção do preparo.
	(Técnica utilizada nos preparos de coroa total).
	Princípios Biomecânicos
	1. Preservação da Estrutura Dental:
	“A futura peça protética deve preservar e proteger a estrutura dental remanescente.”
	*Desgaste excessivo resulta:
	( Fragilidade dos pilares.
	(Compromete retenção e resistência.
	*Desgaste insuficiente resulta:
	( Fratura do material restaurador.
	(Perfil anatômico comprometido.
	2. Preservação do Periodonto e Integridade Marginal:
	*Selamento marginal ( Boa adaptação cervical.
	*Preservação da saúde gengival ( Desenho, localização, qualidade do término.
	*Uma boa moldagem copia além do término.
	3. Avaliação dos Pilares:
	*Proporção Coroa-Raiz
	1:2 é o ideal, mas o mínimo é 1:1
	1 de coroa, para 2 de raiz.
	4. Função Oclusal:
	Verificar contatos prematuros, pois pode resultar na perda da coroa.
	Manipular o paciente em RC.
	5. Estética:
	Altura do sorriso, cor dos dentes remanescentes.
	Avaliar espessura da margem gengival, translucidez na incisal.
	6. Retenção:
	A resistência impede o deslocamento da prótese no sentido contrário à sua vida de inserção (eixo axial).
	7. Resistência e Estabilidade:
	Capacidade da prótese em resistir ao deslocamento lateral às forças oclusais.
	Retentores Intra - Radiculares
	“São peças protéticas cimentadas no interior do canal radicular de dentes tratados endodonticamente, possibilitando a reconstrução coronária adequada para o preparo cavitário e promovendo retenção à futura restauração.”
	• Indicações para Retentores:
	➢ Fratura coronária extensa com envolvimento pulpar.
	➢ Dentes tratados endodonticamente com grande destruição coronária.
	Por quê reconstruir os dentes?
	• Visa substituir as estruturas perdidas.
	• Restituir forma e função.
	• Proteger o remanescente dentário.
	• Reintegrar o dente ao sistema estomatognático.
	• Reestabelecer a harmonia do sorriso.
	➢ Princípios Biomecânicos para o preparo do Conduto Radicular:
	1. Direção
	2. Comprimento/Profundidade
	3. Diâmetro
	4. Forma
	• Direção: Observar inclinação do dente na
	arcada. Não pode causar perfuração lateral
	e nem ficar com um degrau.
	• Comprimento/Profundidade:
	- Remanescente coronário.
	- Comprimento da raiz.
	- Número de canais envolvidos.
	- Altura da crista óssea.
	• Diâmetro: O diâmetro deve ser o menor possível para se prevenir a fratura do dente.
	• Forma: Harmonia com a anatomia radicular.
	➢ Características Ideais do Preparo do Conduto Radicular:
	• 2/3 do remanescente dentário.
	• 1/2 da implantação óssea.
	• 3,0 à 5,0 mm de selamento apical.
	• 1,5 mm de espessura dentinária.
	• 1,2 mm de largura do pino.
	*OBS: Resina acrílica vermelha usada na fabricação de pino metálico fundido.
	• Sequência clínica prévia à cimentação de Pinos Intra-Radiculares:
	1. Avaliação clínica do elemento dentário.
	2. Radiografia inicial.
	3. Remoção do material obturador (CIV etc)
	4. Preparo do Conduto Radicular
	5. Confirmação da profundidade do preparo.
	• Indicações para Retentores Intra-Radiculares:
	- Perda excessiva de estrutura coronária.
	- Canais radiculares elípticos e expulsivos.
	- Fratura coronária com envolvimento pulpar.
	- Necessidade de modificar a inclinação da coroa.
	• Vantagens de Retentores (Núcleo Fundido):
	- Excelente adaptação.
	- Boa rigidez.
	- Menor película de cimento.
	• Desvantagens Retentores (Núcleo Fundido):
	- Necessidade de 2 sessões clínica - Custo laboratorial.
	- Pode favorecer à fratura radicular.
	- Alto módulo de elasticidade.
	- Cor desfavorável.
	• Passo a passo Núcleo Fundido:
	1. Avaliação do remanescente radicular e medição do comprimento de desobstrução.
	2. Isolamento absoluto.
	3. Desobstrução do canal radicular com brocas largo 1, 2 e 3.
	4. Prova do Pinjet.
	5. Lubrificação das paredes do canal com gel hidrossolúvel.
	6. Manipulação da resina acrílica e aplicação sobre o pinjet e no interior do canal.
	7. Construção da porção coronária do núcleo da técnica do pincel.
	8. Preparo da porção coronária no núcleo, após a polimerização da Duralay.
	9. Envio para o laboratório.
	10. Avaliar, provar, ver se está tudo certo.
	11. Cimentação com Ionomero de vidro ou Fosfato de zinco.
	• Passo a passo Condicionamento do Pino de Fibra de Vidro:
	1. Limpeza do pino com álcool 70%, aplicar silano e aguardar 1 minuto
	2. Secar com jatos de ar
	3. Aplicar adesivo e foto polimerizar
	4. Irrigação do conduto com Clorexidina 2%
	5. Secar o canal radicular com cone de papel
	6. Aplicar ácido 37% por 15 segundos e lavar
	7. Secar o canal radicular com cone de papel
	8. Aplicar adesivo
	9. Remover excesso de adesivo e foto polimerizar.
	Restaurações Provisórias
	“O sucesso da prótese definitiva pode estar diretamente relacionado à qualidade das restaurações provisórias.”
	• Limitações:
	- Pouca resistência
	- Deslocamento
	- Custo adicional
	- Cor incompatível
	• Erros Frequentes:
	- Sensibilidade dental
	- Resposta periodontal desfavorável
	- Contatos proximais desfavoráveis
	- Anatomia à desejar
	• Vantagens:
	- Passível de ajustes
	- Anatomia, proteção do preparo, pontos
	de contato
	• Funções:
	(Biológicas: Proteção pulpar, saúde periodontal.
	(Estéticas: Condicionamento gengival, cor e anatomia.
	(Funcionais: Relações maxilo-mandibulares, dimensão vertical, capacidade mastigatória, posição dos pilares.
	• OBJETIVOS das Restaurações Provisórias:
	1. Proteção pulpar
	2. Proteção periodontal
	3. Substituição de dentes ausentes
	4. Estabilização mecânica dos dentes
	5. Restabelecimento da oclusão
	6. Restabelecimento de estética e fonética
	A proteção periodontal visa promover:
	• Boa adaptação marginal e contorno
	• Bom polimento
	• Ausência de odor e de alteração de cor
	• Ponto de contato proximal adequado
	• Técnicas de Confecção:
	( TÉCNICAS DIRETAS:
	1. Técnica da Bolinha
	2. Moldagem com Silicona ou Alginato
	3. Facetas pré – fabricadas
	4. Coroas de policarbonato
	5. Coroas de polieter
	(TÉCNICAS INDIRETAS:
	1. Enceramento diagnóstico e prensagem laboratorial
	2. Moldagem de enceramento diagnóstico
	3. Matriz de acetato plastificada
	o Técnica da Bolinha: Bolinha feita com resina acrílica e anatomizada de acordo com o dente a ser “substituído”.
	• Vantagens:
	- Técnica simples
	- Baixo custo
	- PPF’s unitárias ou múltiplas
	• Desvantagens:
	- Reação exotérmica da RAAQ.
	o Técnica da Moldagem com Silicona ou Alginato: Moldagem feita sobre o dente “hígido”, logo após o mesmo é preparado para receber o provisório.
	• Vantagens:
	- Escultura externa da provisória
	• Desvantagens:
	- Resina autopolimerizavel
	o Técnica das Facetas Pré – Fabricadas:
	• Vantagens:
	- Anatomia externa pré – fabricada
	- Variedade de cores
	- Técnica simples
	• Desvantagens:
	- Faces proximais e linguais com resina
	autopolimerizavel. • Cimentação Provisória:
	(O cimento não precisa ser tão resistente.
	(O mais utilizado é o Cimento de Hidróxido de Cálcio.
	( Para preparos muito expulsivos é indicado o Cimento de Ionômero de Vidro.
	(O Cimento de Fosfato de Zinco é o mais resistente, indicado para cimentações prolongadas.
	*O cimento à ser utilizado deve ser escolhido de acordo com:
	(Que promova o vedamento cervical adequado.
	(Promova o efeito terapêutico necessário.
	Materiais de Moldagem
	(Anelásticos:
	• Rígidos: Gesso tipo I, pasta zinco enólica.
	• Termoplásticos: Godiva, cera.
	(Elásticos:
	• Hidrocoloides Reversíveis
	• Hidrocoloides Irreversíveis
	• Polissulfeto (Mercaptana)
	• Polieter
	• Silicona de Condensação
	• Silicona de Adição
	• Hidrocoloides Reversíveis:
	• Vantagens: Boa fluidez, tolera umidade, custo benefício.
	• Desvantagens: Média precisão, fragilidade no sulco, pode causar queimadura.
	• Hidrocoloides Irreversíveis (Alginato):
	• Indicações: Modelos de estudo, molde do arco dentário antagonista, modelos para conexão de placas para clareamento, enceramento diagnóstico, provisório prensado, moldagem de transferência.
	• Vantagens: Fácil manipulação, confortável parao paciente, baixo custo. • Desvantagens: Limitação em copiar detalhes, proporção pó/água rigorosa.
	• Polissulfeto (Mercaptana):
	• Desvantagens: Odor desagradável, capacidade de manchar, memória elástica deficiente.
	• Indicações: Coroas totais, pontes fixas, prótese sobre implante.
	Tempo de vazamento: 1 hora
	• Poliéter:
	- Boa precisão
	- Excelente estabilidade dimensional (pode vazar de 2 a 3x)
	- Moldagem com casquete ou moldeira individual
	- Requer uso de adesivo específico.
	• Indicações: Coroas totais, pontes fixas, prótese sobre implante.
	• Vantagens: Boa precisão, bom adesivo, obtenção de excelentes modelos, melhor que as siliconas e pode ser vazado em até 7 dias.
	• Desvantagens: Hidrofóbico, rasga com facilidade, tem um menor tempo de trabalho e tem um gosto ruim.
	• Silicona de Condensação:
	- Libera álcool etílico depois de sua reação química
	- Vazamento imediato.
	• Indicações: Restaurações parciais, coroas totais, facetas, pontes fixas, prótese sobre implante, enceramento diagnóstico, mock up e provisórios.
	• Vantagens: Facilidade de trabalho e técnica de moldagem.
	• Desvantagens: Sofre distorção se não vazar na hora, baixa resistência ao rasgamento.
	• Silicona de Adição:
	• Indicações: Restaurações parciais, coroas totais, pontes fixas, mock up, facetas.
	• Vantagens: Excelente estabilidade dimensional, recuperação elástica, pode vazar mais de uma vez, e tem um tempo de vazamento de até 14 dias.
	• Desvantagens: Material hidrofóbico, não pode ser manipulado com luva de látex.
	*Desinfecção com Glutaraldeído.
	Cimentação em Prótese Fixa
	“Uso de uma substância moldável para selar um espaço ou para cimentar dois componentes
	juntos.”
	• Funções: Preencher a interface entre preparo dental e a superfície interna da prótese.
	• Requisitos: Ser aderente, ser solúvel em água, ser isolante térmico, elétrico e mecânico, ter um bom selamento marginal, ter alta resistência à tração e à compressão e ser de fácil utilização.
	Tipos de Cimentação
	• Cimentação Provisória
	(Hidróxido de Cálcio
	(Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol
	(Cimento de Óxido de Zinco Livre de Eugenol
	• Cimentação Definitiva
	(Fosfato de Zinco
	(Ionômero de Vidro
	(Cimentos Resinosos
	• Hidróxido de Cálcio (PROVISÓRIO):
	- Projetado para capeamento pulpar
	- Indicado também para cimentação de próteses provisórias
	- Tem um poder terapêutico • Indicações: Inlays, onlays, overlays e coroas unitárias.
	• Vantagens: Efeito bactericida e bacteriostático, baixo custo e é de fácil utilização.
	• Desvantagens: Alta solubilidade e está associado com cáries recorrentes.
	• Mecanismos de Ação: Ação antimicrobiana, efeito mineralizador, radiopacidade e isolamento térmico.
	• Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol (PROVISÓRIO):
	• Vantagens: Facilidade de manipulação, ação antibacteriana, efeito analgésico sobre a polpa.
	• Desvantagens: Inibição da polimerização de resinas compostas pelo eugenol impregnado.
	• Cimento de Óxido de Zinco Livre de Eugenol (PROVISÓRIO):
	• Vantagens: Ótimo escoamento, fácil remoção, não interfere no ajuste oclusal e não interfere na polimerização de resinas compostas.
	• Desvantagens: Menor resistência de união em relação ao cimento com eugenol.
	• Cimento de Fosfato de Zinco (DEFINITIVO):
	• Indicações: Cimentação de restaurações indiretas (RMF, NMF) e cimentação de bandas ortodônticas.
	• Vantagens: Tem resistência à compressão.
	• Desvantagens: Baixa resistência à tração, baixa resistência mecânica e tem alta solubilidade.
	- Tempo de presa de 5 à 9 minutos
	• Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) (DEFINITIVO):
	- Liberação de Fluoreto durante longo prazo em boca – Ação Anticariogênica
	- Tem boa aderência à estrutura dental
	• Desvantagens: Baixa estética, baixa resistência à tração e tem um curto tempo de trabalho.
	• Cimentos Resinosos (DEFINITIVO):
	- Tem menos partículas do que a resina composta normal, o que o torna mais fluído.
	• Modos de Ativação Química:
	❖ Autopolimerizaveis: (Ativação química)
	❖ Fotoativados: (Ativação por luz (Fotopolimerizador)
	❖ Presa dual: (Ativação química e por luz (Fotopolimerizador)
	❖ Autoadesivos: (Ativação química e por luz (Fotopolimerizador).

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