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Células a Combustível: Fundamentos e Aplicações Disciplina Introdução à Tecnologia de Células a Combustível TNM 5778 Células a combustível ◼ O que são células a combustível? São conversores de energia química em energia elétrica, assim como as baterias em geral. Tipos de baterias: Primárias: pilhas AA, AAA (1,5 V). Secundárias: Pb-H+, Ni-Cd, íon-Li, MH. Células a combustível. Diferencial: as células a combustível não contém os materiais ativos. Células a combustível ◼ Origem da célula a combustível? ◼ In 1839 the English physicist William Grove made a remarkable discovery. He had electrolyzed dilute sulphuric acid between two platinum electrodes with the well-known result: The water was split, and hydrogen bubbled up at the negative electrode and oxygen bubbled up at the positive electrode. When Grove disconnected his current supply, he discovered that the small amounts of oxygen and hydrogen left on the electrodes could actually produce a weak electrical current. He had discovered the principle of the fuel cell. In the following years he developed a so-called gas battery based on this principle. However, it would take many years before fuel cells had any practical applications. Células a combustível ◼ Como funciona? Eficiência ◼ Motores a combustão ◼ Eficiência limitada por Carnot (25-30%) ◼ Células a combustível ◼ Não há limite de eficiência por Carnot; ◼ = eficiência termodinâmica %100 = f f h g molkJh liqOHOH f /84,285 )(2/1 222 −= →+ Estado da água Temperatura ( o C) gf (kJ mol -1 ) (%) Líquida 25 -237,2 83 Líquida 80 -228,2 80 Gasosa 100 -225,3 79 Gasosa 200 -220,4 77 Gasosa 400 -210,3 74 Gasosa 600 -199,6 70 Gasosa 800 -188,6 66 Gasosa 1000 -177,4 62 HTFC: perda de V; CHP (combined heat and power systems); (fuel cell) > (combustão) Eficiência ◼ Trabalho Elétrico Máximo ◼ Trabalho útil máximo obtido a partir de uma reação química ◼ Células a combustível ◼ Parte da energia química é transferida como calor e esse é transferido como trabalho útil (co-geração). 0 250 500 750 1000 1250 1500 1750 0 20 40 60 80 100 Pro ce ss o de C ar no t ( T 2 =5 0 o C ) Célula a Combustível H 2 /O 2 E fi c iê n c ia ( % ) Temperatura ( o C) Eficiência e Voltagem ◼ Eficiência Prática x Voltagem ◼ cell = (Vc/E) x 100%, E= 1,23 V (LHV) ou ◼ cell = f x (Vc/E) x 100%, VPEMFC= 0,7 V ◼ f = massa de combustível que reagiu massa de combustível inserida ou ◼ cell = x (Vc/E) x 100%, = eficiência termodinâmica Terminologia ◼ Sobrepotencial: sobreimposição ao potencial ideal ou referência; ◼ Polarização: Aplicação de uma corrente; ◼ Irreversibilidade: perda de potencial causada por processos termodinâmicos e eletroquímicos; ◼ Queda de potencial: causada por irreversibilidades. Irreversibilidades ◼ Ativação: perda de potencial causada pela limitação por transporte de carga; ◼ Queda Ohmica: resistência ao fluxo de elétrons nos eletrodos e interconectores (placa bipolares) e resistência ao fluxo de carga nos eletrólitos. ◼ Limitação por transporte de massa ou perda por concentração: limitação transporte dos reagentes para a superfície dos eletrodos. ◼ Crossover: contaminação do cátodo pelo combustível. Irreversibilidades ◼ Perda de sobrepotencial por ATIVAÇÃO ◼ Equação de Tafel F RT A 2 = + = oc c oa a i i A i i AV loglog 0 200 400 600 800 1000 1200 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 Potencial Reversível 1.2 V i o = 0.01 mA cm -2 i o = 1.0 mA cm -2 i o = 100 mA cm -2 P o te n c ia l d a C é lu la / V Densidade de corrente / mA cm -2 Irreversibilidades ◼ Perda de sobrepotencial por ATIVAÇÃO ◼ Corrente de troca (io) Reação catódica: io= 0,1 mA cm-2 Reação anódica: io= 200 mA cm-2 Ο2Η4e4ΗΟ 22 ++ −+ −+ + 2e2HH2 Perda de sobrepotencial no ânodo é muito inferior ao do cátodo, por isso: Ativação → CÁTODO Irreversibilidades ◼ Perda de sobrepotencial por ATIVAÇÃO ◼ Velocidade da Reação = oi i AV log 0 1 2 3 4 5 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 Reação mais lenta Reação mais rápida i o Fit linear V = a.log(i/i o ) S o b re p o te n c ia l / V log densidade de corrente/ mA cm -2 Irreversibilidades ◼ Redução da irreversibilidade por ATIVAÇÃO ◼ Aumento da temperatura da célula; ◼ Uso de catalisadores mais efetivos; ◼ Aumento da rugosidade dos eletrodos; ◼ Aumento da concentração dos reagentes; ◼ Aumento da pressão. Irreversibilidades ◼ Perda de sobrepotencial por QUEDA OHMICA ◼ Resistência elétrica dos eletrodos, resistência ao fluxo de íons no eletrólito, interconectores, placas bipolares. ◼ Levar em consideração: área geométrica dos elementos de resistência: RIV = riV = i = A cm-2; r = k cm2 SOFC Irreversibilidades ◼ Redução da irreversibilidade por QUEDA OHMICA ◼ Aumento da condutividade dos eletrodos; ◼ “Design” placas bipolares e interconectores; ◼ Uso de eletrólitos com baixa espessura. Irreversibilidades ◼ Perda de sobrepotencial por TRANSPORTE DE MASSA Postulado: iL= densidade corrente limite (velocidade máxima de consumo). P2 = pressão em iL; P1 = pressão i = 0 ou = 1 2ln P P nF RT V −= Li i PP 112 −−= Li i F RT V 1ln 2 −−= Li i BV 1ln Eq. Global Irreversibilidades ◼ Influência de B ◼ A concentração e a pressão influenciam a io, ou seja, o processo de ativação. 0 200 400 600 800 1000 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 P o te n c ia l d a C é lu la / V Densidade de Corrente / mA cm -2 B = 0.016 V B = 0.2 V Curvas de Polarização ◼ Células a combustível de baixa temperatura 0 200 400 600 800 1000 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 "No-loss" Queda rápida Queda razoavelmente linear Abrupta queda de potencial P o te n c ia l d a c é lu la / V Densidade de corrente / mA cm -2 Curvas de Polarização ◼ Células a combustível de alta temperatura 0 200 400 600 800 1000 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 Queda rápida Queda "mais" linear Pequena queda de potencial "No-loss" P o te n c ia l d a c é lu la / V Densidade de corrente / mA cm -2 Tipos de células a combustível ◼ Classificação Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Visão Geral ◼ Reações ÂNODO: 2H2 + 4OH- → 4H2O + 4e- CÁTODO: O2 + 2H2O + 4e- → 4OH- 2H2 + O2 → 2H2O Simplicidade: conceito e operação Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Histórico: - 1902: 1ª. descrição de uma AFC – Reid US Patent 736016017; - 1969: homem foi à Lua em um veículo espacial equipado com AFC (vide foto); - Anos 60 e 70: aplicação em carros, tratores agrícolas, barcos e caminhões. - Fim dos anos 70: ✓desvantagens associadas a custo, confiabilidade, facilidade de manuseio, robustez (alto peso) e segurança; ✓Ascensão da PEMFC. - Anos 2000: Membranas Tokuyama. AFC de 1,5kW utilizada no veículo espacial Apollo 11. Foram utilizadas 2 unidades de 113 kg cada. Além de energia elétrica, a AFC ainda fornecia água potável para os astronautas. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Eletrodos ◼ ELENCO: Catalisadores suportados (Pt/C 0.6 mg cm-2); ◼ SIEMENS: Ânodo: Ni Raney dopado com Ti; Cátodo: Ag (60 mg cm-2); ◼ Em geral: eletrodos altamente porosos de níquel, prata e óxidos metálicos. ◼ Temperatura e pressão de operação ◼ Temperatura limitada pela pressão de vapor da água (60oC) ◼ Sem limites operacionais para pressão. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Vantagens ◼ Eletrólito de baixo custo; ◼ Eletrodos baseados em metais não-nobres; ◼ Não necessita de placas monopolares; ◼ Bom desempenho do cátodo ( perda por ativação); ◼ Amplo intervalo de temperaturas e pressões de operação. ◼ Deve-se considerar:◼ Condutividade eletrônica minimizando efeitos de iR; ◼ Estabilidade mecânica e porosidade; ◼ Estabilidade química ao ambiente alcalino; ◼ Eletroatividade durante operação por longos períodos. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Desvantagens ◼ Presença de CO2 no cátodo: ▪ 2 KOH(aq) + CO2(g) → K2CO3(s) + H2O(l) ▪ Diminuição [OH-]; ▪ Aumento da viscosidade (perda por transporte de massa); ▪ Bloqueio dos poros dos eletrodos por K2CO3; ▪ Solubilidade do O2 reduzida (perda por ativação); ▪ Diminuição da condutividade do eletrólito (perda por queda ôhmica); ▪ Degradação dos materiais de eletrodo. ◼ Envenenamento por sub-produtos de reforma ▪ Presença de CO e compostos sulfurosos. ◼ Remoção de água residual ▪ Diluição do eletrólito ( ); ▪ Uso evaporador: membrana de difusão hidrofóbica; ▪ Incremento de tamanho. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Eletrólito circulante ◼ A maioria das AFCs é deste tipo!!! ◼ Circulação de hidrogênio; ◼ Água produzida no ânodo é condensada em um resfriador; ◼ O eletrólito pode ser removido de tempos em tempos. Ideal para correção de eletrólito; ◼ Importante: KOH é barato, por isso é possível utilizar essa técnica!!! AFC com eletrólito circulante. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Eletrólito circulante ◼ Vantagens: ▪ A circulação do eletrólito serve também como sistema de resfriamento; ▪ O eletrólito é continuamente misturado e agitado, o que evita solidificação do eletrólito, particularmente no cátodo; ▪ Renovação de eletrólito; ▪ Pode-se utilizar um sistema de ajuste de concentração do eletrólito, utilizando a água removida do ânodo; ◼ Desvantagens: ▪ Necessidade de equipamentos periféricos (bombas, resfriadores,etc); ▪ Mais susceptíveis a falhas mecânicas (periféricos); ▪ Diminuição da condução iônica, quando utiliza-se stack, i.e., quando várias células estão conectadas. ▪ Correntes internas em stacks: proximidade dos eletrólitos em cada célula num stack. Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ Eletrólito estático ◼ O eletrólito é “ancorado” em uma matriz fibrosa (asbestos); ◼ Membranas ionoméricas; ◼ Não se usa ar como gás oxidante (difícil remoção de CO2); ◼ Hidrogênio é circulante; ◼ Não há correntes internas; ◼ Melhor gerenciamento de água. AFC com eletrólito estático Células a combustível alcalinas (AFC) ◼ AEMFC ◼ Eletrólito Polimérico; ◼ Copolimerização: Enxertia induzida por irradiação; ◼ Solubilidade dos gases não é importante; ◼ Maior tolerância ao CO2; ◼ Menor crossover; ◼ Dificuldade no gerenciamento de água. Source: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0360319915009283 Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Visão Geral ◼ Reações ÂNODO: 2H2 → 4H+ + 4e- CÁTODO: O2 + 4H+ + 4e- → 2H2O 2H2 + O2 → 2H2O Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Características Gerais: ◼ Introduzida em 1967; ◼ Disponível comercialmente; ◼ PAFC: a mais desenvolvida; ◼ Funciona similarmente à PEMFC; ◼ Condutor protônico (H3PO4); ◼ Eletrodos baseados em Pt e ligas de Pt suportados em carbono de elevada área superficial. Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Eletrólito ◼ H3PO4 (T150 oC) ◼ Ácido pirofosfórico; ◼ Elevada condutividade iônica; ◼ Ânions poliméricos de difícil adsorção em Pt; ◼ Tolerância ao CO2; ◼ Baixa pressão de vapor; ◼ Baixa corrosão; ◼ Alto ângulo de contato. Mantido por capilaridade em matriz porosa de SiC-PTFE Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼Eletrodos ◼ Eletrodos de difusão de gás ◼ Função do C: ▪ Dispersão do catalisador; ▪ Formação de microporos para a difusão dos gases; ▪ Condutividade elétrica. ◼ Função do papel/tecido de C: ▪ Suporte estrutural; ▪ Coletor de corrente. 40.000h de operação Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Efeito da Pressão ◼ ↑P:↓perda por polarização no cátodo (↑ PO2/Pw); ◼ ↑Pw:↓[H3PO4] ; ↑condutividade protônica ; ↑i0 ◼ Pressão de operação: 1-10 bar. = 1 2ln 4 P P F RT V Variação de voltagem nernstiniana Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Efeito da Temperatura ◼ ↑T:↓Er (↓G) ◼ Benefícios da Temperatura ◼ Diminuição das perdas de polarização por ativação, transporte de massa e queda ôhmica; ◼ Diminuição dos efeitos de envenenamento por CO e H2S (↓adsorção); ◼ Em células a combustível ácidas CO2 e hidrocarbonetos produzidos por reforma são inertes e atuam como diluentes. Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Efeito da Temperatura 0 400 800 1200 1600 2000 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 Limitação por transporte de massa Queda ôhmica P o te n c ia l d a C é lu la / V Densidade de Corrente / mA cm -2 50 o C 90 o C Ativação Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) ◼ Impurezas ◼ Monóxido de Carbono ▪ Pt + CO → Pt-COads ▪ Pt-COads + ROH → Pt-R +CO2 + H+ + e- ▪ A adsorção é diminuída à T maiores; ◼ Compostos contendo Enxofre (H2S; COS) ▪ Pt + H2S → Pt-H2Sads ▪ Pt-H2Sads → Pt-HSads + H+ + e- ▪ Pt-HSads → Pt-Sads + H+ + e- ◼ NH3, HCN, NO ▪ NH3 + H3PO4 → (NH4)H2PO4 (↓ RRO)no eletrólito, causando curto circuito na CaC. ◼ Dissolução de NiO é minimizada quando na presença de carbonatos básicos. (basicidade) Li2CO3 > Na2CO3 > K2CO3 (acidez) Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) ◼ Efeito da Pressão ◼ Equação de Nernst; ◼ A 650oC, p = 5 bar: Eoc = +32 mV; ◼ A 650oC, p = 10 bar: Eoc = +46 mV; ◼ Prática: ↑ p ↓ polarização no cátodo (↑solubilidade dos gases, ↑ velocidade de transporte de massa). ◼ Contudo, ↑ p favorece deposição de C (reação de Boudoaurd). ◼ Crossover dos gases: ≠ pressões no ânodo e cátodo (pcat>pan); ◼ Pressões até 5 bar!!! Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) ◼ Efeito da Temperatura ◼ Variação da composição do gás no equilíbrio com T; ◼ WGSR: K T; ◼ ↑ T ↓ polarização no cátodo (↑solubilidade dos gases, ↑ velocidade de transporte de massa). ◼ Compatibilidade com o reformador; ◼ Em geral, a temperatura ótima para MCFC é 650oC. Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) ◼ Compatibilidade stack- reformador ◼ Reforma indireta: O reformador opera separadamente do stack; ◼ Reforma direta: o reformador opera junto ao stack (aproveitamento de calor); ◼ Reforma interna indireta: instalação de câmaras de catalisadores entre o stack e uma série de células (temperatura cte.) Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) ◼ Problemas associados à MCFC ◼ Mecanismos da RRO: ◼ Misturas ricas em Li: mecanismo via peróxido; ◼ Misturas ricas em K: mecanismo via superóxido. ◼ Dissolução do NiO: ◼ Deposição de Ni0 no ânodo: curto-circuito. ◼ Presença contínua de água: ◼ Crossover dos gases. NiO + CO2 →Ni2+ + CO3 -2 2CO → CO2 + C Reação de Boudouard ☺ WGSR Células a combustível de óxido sólido (SOFC) ◼ Visão Geral ◼ Reações ÂNODO: 2H2 + 2O-2 → 2H2O + 4e- CÁTODO: O2 + 4e- → 2O-2 2H2 + O2 → 2H2O Células a combustível de óxido sólido (SOFC) ◼ Em Geral: ◼ Eoc = 0,9 V a 1000oC; ◼ Sem limitações cinéticas; ◼ Correntes razoáveis a 0,75V; ◼ Utilização de eletrodos baseados em metais não-nobres; ◼ Utilização de gás reformado; ◼ Pequena perda por “crossover”; ◼ Baixa condutividade do eletrólito (curto-circuito); ◼ Monóxido de carbono: combustível 2 CO + 2 O2- 2 CO2 + 4e- Células a combustível de óxido sólido (SOFC) ◼ Eletrólito ◼ Transportador de íons O2-; ◼ ZrO2 com 8-10% Y2O3 (YSZ); ◼ Y2O3 previne transição de fase fluorita-badelerita (↑T, condutor iônico, rachaduras); ◼ Estudos direcionados: ◼ Aumentar a condutividade iônica a menores T; ◼ Aumentar a estabilidade química na presença dos eletrodos e gases de entrada; ◼ Alta densidade para evitar o crossover; ◼ Expansão térmica compatível com outros componentes de célula. ◼ Outros materiais ◼ BiO2 e CeO2 dopados: aumentar a condutividade iônica a menores T; ◼ No ânodo (H2): reduzidos a compostos com características de compostos iônicos. Células a combustível de óxido sólido (SOFC) ◼ Eletrodos ◼ Ânodos: ◼ Requerimentos: ▪ Catalisadores de oxidação efetivo; ▪ Alta condutividade eletrônica; ▪ Estabilidade em atmosfera redutora; ▪ Baixa resistência ao transporte do combustível; ▪ Estabilidade química e mecânica; ▪ Tolerância aos compostos sulfurosos. ◼ Estado-da-arte: cermet´s Ni/ZrO2-Y2O3 porosa (misto condutor iônico-eletrônico) ▪ O processo de oxidação ocorre na superfície do eletrodo e não somente na região trifásica. Células a combustível de óxido sólido (SOFC) ◼ Eletrodos ◼ Cátodos: ◼ Requerimentos: ▪ Atividade catalítica para RRO; ▪ Alta condutividade eletrônica (coletor de corrente); ◼ Estado-da-arte: Perovisquitas porosas (La1-xSrxMnO3; 0,10Direta de Alcoóis (DMFC, DEFC) Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ RRO ◼ Mecanismo via 2 elétrons O2 → O2(ads) → O2(ads) + 2H+ + 2e- → H2O2(aq) H2O2(ads) + 2H+ + 2e- → 2H2O ◼ Mecanismo via 4 elétrons O2 → O2(ads) → O2(ads) + 4H+ + 4e- → 2H2O(aq) Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ RRO ◼ Modelos de Adsorção Mz O O 2H+ Mz+2 OH OH 4H+ 4e- Mz + 2H2O Mz O O Mz+1 O O- Mz+2 O O2- Mz + H2O2 Mz + 2H2O 2e- 4e- Mz O O 2H+ 4H+ 4e- Mz + 2H2OMz Mz+1 O O Mz H H Mz Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ RRO ◼ Efeito do tamanho de partícula a) 0.0 0.3 0.6 0.9 1.2 1.5 1.8 2.1 2.4 2.7 0 200 400 600 800 1000 P o te n c ia l d a C é lu la / m V Densidade de Corrente / A cm -2 Metodologia direta Metodologia em duas etapas Metodologia em duas etapas com excesso de estabilizadores Pt/C - E-tek b) 0.0 0.3 0.6 0.9 1.2 1.5 1.8 2.1 2.4 2.7 0 200 400 600 800 1000 P o te n c ia l d a C é lu la / m V Densidade de Corrente / A cm -2 Metodologia Direta Metodologia em duas etapas Metodologia em duas etapas com excesso de estabilizadores Pt-Co/C (75:25), Tcel = 80oC, p = 1atm. Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ RRO ◼ Efeito do tratamento térmico 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1.0 1.1 -0.03 -0.02 -0.01 0.00 0.01 v = 10 mV s -1 I / A E / V vs. ERH PtCo/C - sem tratamento térmico PtCo/C - 200 o C ar/300 o C H 2 Pt/C - sem tratamento térmico T = 25 oC Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ ROH na presença de CO ◼ Mecanismo Bifuncional ◼ Efeito Eletrônico Ru + H2O → Ru-OH + H+ + e- Pt + CO → Pt-CO(ads) Ru HO + Pt CO Pt + Ru + CO2 + H+ + e- Pt-Ru + CO CO Pt-Ru CO Pt-Ru + H2O Pt-Ru + CO2 + 2H+ + 2e- Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Eletrodos de Difusão de Gás a)Lado gás; b) camada difusora; c) camada catalisadora; d)eletrólito; e) catalisador suportado; f) coletor de corrente; g) Nafion; h) canais dos gases; i) membrana de Nafion; k) catalisador; l) poros Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Região trifásica Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Suporte ◼ Estrutura física do conjunto membrana-eletrodos (MEA´s). ◼ Características ◼ Condutividade elétrica determina a construção em série ou paralelo; ◼ Tecido ou papel de carbono; ◼ Tecido de carbono: maior flexibilidade; maior adequação à membrana; ◼ Hidrofobicidade: evitar encharcamento dos eletrodos. Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Camada difusora dos gases ◼ Objetivo: distribuir homogeneamente os gases reagentes através da camada catalisadora. Vulcan XC-72 + água Ultrason Emulsão PTFE Ultrason Ajuste de pH Filtração sobre tecido de C Tratamento Térmico Camada difusora dos gases Carga de compósito: 3 mg cm-2 Carga de Teflon: 15-30% Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Camada catalisadora ◼ Catalisador disperso em carbono + Nafion®. Catalisador + solução de Nafion® + isopropanol Ultrason Evaporação dos solventes Catalisador + Nafion® seco + isopropanol Aplicação sobre a camada difusora Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Eletrodo de difusão de gás ◼ Aplicação da camada difusora e camada catalisadora ◼ Filtração; ◼ pincelagem (tinta); ◼ Silk-screen; ◼ Spray (coating ou gun). Tecido de carbono Camada difusora Camada difusora Camada catalisadora Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Conjunto membrana-eletrodos (MEA´s) ◼ Prensagem a quente (125oC, 2min, 5 ton.) Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Placas bipolares ◼ Influência ◼ Transporte de massa; ◼ Aumenta a concentração de reagentes na região trifásica; ◼ Interdigital: RRO. Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) Arraste Eletroosmótico: Arraste de moléculas de água a partir do movimento de H+ do ânodo para o cátodo. Back-diffusion: A água formada no cátodo é transportada por difusão do cátodo para o ânodo. Distribuição Heterogênea de Água Umidificação externa Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Construção de células unitárias Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Construção de “stack” ◼ Série: condutividade razoável do coletor de corrente. ▪ Ex.: Grafite (PEMFC). ◼ Paralelo: Elevada condutividade do coletor de corrente. ▪ Ex.: Malha metálica de Níquel (AFC). ◼ Sistema de resfriamento ◼ Eletrólito circulante: passagem do eletrólito por um radiador para manter a temperatura. ◼ Eletrólito imobilizado: circulação de um fluido refrigerado colocado entre as placas de grafite (3-4 células). ◼ Placas bipolares ◼ Desenho de canais adequados ▪ Ex.: Quedas bruscas de pressão; troca de calor eficiente. Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Estação de testes Células a combustível de membrana de troca protônica (PEMFC) ◼ Técnicas de estudo de catalisadores, eletrodos e células unitárias (Prática) ◼ Curvas de polarização ◼ Comportamento global de uma célula; ◼ Condições operacionais; ◼ Reprodutibilidade e estabilidade; ◼ Efeitos de envenenamento; ◼ Cruzamento de gases; ◼ Resistência interna. Células a combustível de metanol direto (DMFC) ◼ Visão Geral ◼ Reações ÂNODO: CH3OH + H2O → CO2 + 6H+ + 6e- CÁTODO: 3/2O2 + 6H+ + 6e- → 3H2O CH3OH + 3/2 O2 → CO2 + 2H2O Células a combustível de metanol direto (DMFC) ◼ Por que metanol?? ◼ Motivação: Problemas associados ao armazenamento e distribuição de hidrogênio como combustível; ◼ Pode ser introduzido como líquido ou gás; ◼ Tecnologia de PEMFC; ◼ Reação que envolve 6 elétrons. ◼ Problemas associados a DMFC ◼ Transferência de elétrons não ocorre em uma única etapa formação de intermediários, principalmente, CO; ◼ Busca por eletrocatalisadores efetivos para oxidação de metanol e tolerantes ao CO; ◼ Crossover de metanol (envenenamento do cátodo); ◼ Baixa densidade de corrente (0,5 V a 400 mA cm-2). Células a combustível de metanol direto (DMFC) ◼ Crossover ◼ Membranas pouco permeáveis ao metanol; ◼ Membranas mais espessas (↑ queda ôhmica); ◼ Aumentar a pressão do cátodo; ◼ Introdução de catalisadores efetivos no cátodo. ◼ Catalisadores ◼ Estado-da-arte: Pt80Ru20/C ◼ PtMo/C; PtSn/C, etc. ◼ Eletrodos de difusão de gás ◼ Similares aos utilizados em PEMFC; ◼ Elevada carga de catalisador (1 mg cm-2); ◼ Elevado teor de PTFE (↑ hidrofobicidade). Células a combustível de etanol direto (DEFC) ◼ Visão Geral ◼ Reações ÂNODO: C2H5OH + 3H2O → 2CO2 + 12H+ + 12e- CÁTODO: 3O2 + 12H+ + 12e- → 6H2O C2H5OH + 3 O2 → 2CO2 + 3H2O Células a combustível de etanol direto (DEFC) ◼ Crossover ◼ Nafion é altamente permeável ao etanol; ◼ Reação global envolve 12e-, na prática: C2 pathway: CH3CH2OH→ CH3CH2OH(ad) → CH3CHO→ CH3COOH C1 pathway: CH3CH2OH→ CH3CH2OH(ad) → CO(ad), CHx(ad) → CO2 ◼ Catalisadores ◼ Estado-da-arte: Pt70Sn25/C ◼ PtRu/C, PtRuSn/C, etc ◼ Eletrodos de difusão de gás ◼ Similares aos utilizados em PEMFC; ◼ Elevada carga de catalisador (1 mg cm-2); ◼ Elevado teor de PTFE (↑ hidrofobicidade). DEFC vs. HT-DEFC Advancing direct ethanol fuel cell operation at intermediate temperature by combining Nafion- hybrid electrolyte and well-alloyed PtSn/C electrocatalyst Mauro André Dresch1§, Bruno Ribeiro de Matos1, Denis Ricardo Martins de Godoi2, Marcelo Linardi1, Fabio Coral Fonseca1, Hebe de las Mercedes Villullas2 and Elisabete Inacio Santiago1* 1Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - IPEN/CNEN-SP - Av. Prof. Lineu Prestes, 2242, 05508-000,São Paulo, SP, Brazil 2Instituto de Química, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Rua Prof. Francisco Degni, 55 – 14800-060 Araraquara, SP, Brazil §Present address: Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais, Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, Av. Alexandre Ferronato, 1200 – 78550-728, Sinop, MT, Brazil Abstract The advancement of DEFC represents a real challenge to electrochemical science, since the presence of ethanol changes significantly the triple phase boundary properties such as the redox reactions and proton transport. Ethanol molecules promote poor fuel cell performance due to their slow oxidation rate, reduction of the proton transport due to high affinity of ethanol by the membrane, and due to mixed potential when the ethanol molecules reach the cathode by crossover. DEFC performance has been improved by separate advances in the membranes, e.g., low ethanol crossover polymer composites, and electrode materials, e.g., binary/ternary catalysts. Herein, high temperature (130 °C) DEFC tests were systematically investigated by using optimized electrode and electrolyte materials: Nafion-SiO2 hybrid electrolyte and well-alloyed PtSn/C electrocatalyst. Such investigation approach revealed that the optimization of the electrode and electrolyte must be performed in conjunction in order to achieve higher DEFC performance. By optimizing both the electrode and the electrolyte DEFCs operating at 130 °C exhibited a threefold increase on performance as compared to standard commercially available materials. Such result demonstrates that DEFC development can be boosted by the synergistic combination of electrode and electrolyte materials. DEFC vs. HT-DEFC ▪ Well-alloyed PtSn/C ▪ Nafion-SiO2 hybrid Aplicações Estacionárias ◼ PAFC 200 kW – Lactec – Curitiba/PR Aplicações Estacionárias ◼ SOFC 1MW – Siemens-Westinghouse Aplicações Estacionárias ◼ MCFC 2MW – Fuel Cell Energy Aplicações Móveis ◼ Aplicações em Veículos ◼ Limitações: ▪ Densidade de potência ▪ Máquinas térmicas: 500-1000 W/kg ▪ PEMFC: até 1000 W/kg (sem periféricos) ▪ Armazenamento e distribuição de hidrogênio Aplicações Móveis ◼ 1959: trator agrícola equipado com AFC 15 kW ◼ 1967: GM – Electrovan ◼ 32 módulos de AFC de 2-3 kW ◼ 1970: GM e Kordesch – veículo híbrido AFC/Baterias Pb-ácido (Austin A40) Aplicações Móveis ◼ 1993: Ballard (Canadá) – ônibus de PEMFC 90 kW Aplicações Móveis ◼ 1993: Mercedes-Benz (NECAR1) ◼ 1999: No-emission car 4 (NECAR 4) ◼ 2005: Daimler-Crysler, GM, Honda, Nissan, VW, etc. Aplicações Móveis ◼ e-Bio Fuel- Cell - Nissan https://www.youtube.com/watch?time_continue=37&v=HF-eE8pRzMw&feature=emb_logo ◼ Mirai - Toyota https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/10/toy ota-revela-o-novo-mirai-carro-movido-hidrogenio-que-ficou- bonito-finalmente.html https://www.youtube.com/watch?time_continue=37&v=HF-eE8pRzMw&feature=emb_logo https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/10/toyota-revela-o-novo-mirai-carro-movido-hidrogenio-que-ficou-bonito-finalmente.html https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/10/toyota-revela-o-novo-mirai-carro-movido-hidrogenio-que-ficou-bonito-finalmente.html https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/10/toyota-revela-o-novo-mirai-carro-movido-hidrogenio-que-ficou-bonito-finalmente.html Aplicações Móveis ◼ Aparelhos portáteis de pequeno porte NEC Toshiba Referências Bibliográficas ◼ K. Kordesch, G. Simader, Fuel Cells and Their Application, VCH, 1996. ◼ J. Larminie, A. Dicks, Fuel Cell Systems Explained, John Wiley & Sons Ltd., 2001. ◼ E.R. Gonzalez, E.A. Ticianelli, H. M. Villullas. In: Electroquímica y Electrocatalysis - Materiales:aspectos fundamentales y aplicaciones, Ed. N. Alonso-Vante, E-libro.net, Vol. IA, cap. 8, 2003. ◼ W. Vielstich, H.A. Gasteiger, A. Lamm. Handbook of fuel cells – Fundamentals, Technology, and Applications, vols. 1-4, John Wiley & Sons Ltd, 2003. ◼ E.I. Santiago, W. H. Lizcano-Valbuena, E.A. Ticianelli, E.R. Gonzalez. In: Progress in Electrochemical Research, Nova Science Publishers Inc., cap. 6, 2005. Slide 1: Células a Combustível: Fundamentos e Aplicações Slide 2: Células a combustível Slide 3: Células a combustível Slide 4: Células a combustível Slide 5: Eficiência Slide 6: Eficiência Slide 7: Eficiência e Voltagem Slide 8: Terminologia Slide 9: Irreversibilidades Slide 10: Irreversibilidades Slide 11: Irreversibilidades Slide 12: Irreversibilidades Slide 13: Irreversibilidades Slide 14: Irreversibilidades Slide 15: Irreversibilidades Slide 16: Irreversibilidades Slide 17: Irreversibilidades Slide 18: Curvas de Polarização Slide 19: Curvas de Polarização Slide 20: Tipos de células a combustível Slide 21: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 22: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 23: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 24: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 25: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 26: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 27: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 28: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 29: Células a combustível alcalinas (AFC) Slide 30: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 31: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 32: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 33: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 34: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 35: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 36: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 37: Células a combustível de ácido fosfórico (PAFC) Slide 38: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 39: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 40: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 41: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 42: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 43: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 44: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 45: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 46: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 47: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 48: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 49: Células a combustível de carbonato fundido (MCFC) Slide 50: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 51: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 52: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 53: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 54: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 55: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 56: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 57: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 58: Células a combustível de óxido sólido (SOFC) Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73 Slide 74 Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82 Slide 83 Slide 84 Slide 85 Slide 86: Células a combustível de metanol direto (DMFC) Slide 87: Células a combustível de metanol direto (DMFC) Slide 88: Células a combustível de metanol direto (DMFC) Slide 89: Células a combustível de etanol direto (DEFC) Slide 90: Células a combustível de etanol direto (DEFC) Slide 91: DEFC vs. HT-DEFC Slide 92: DEFC vs. HT-DEFC Slide 93: Aplicações Estacionárias Slide 94: Aplicações Estacionárias Slide 95: Aplicações Estacionárias Slide 96: Aplicações Móveis Slide 97: Aplicações Móveis Slide 98: Aplicações Móveis Slide 99: Aplicações Móveis Slide 100: Aplicações Móveis Slide 101: Aplicações Móveis Slide 102: Referências Bibliográficas