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Aula 03 - 2025-I - Gestao da tecnologia_2375b47826fc00078b34d161bbe4ea4c

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ZOOTENIA DE 
PRECISÃO I
Gestão da tecnologia
Prof. Dr. João Costa Jr
Cuiabá, 2024/II
OBJETIVOS DA AULA
1 – Apresentar aos alunos uma visão introdutória da 
Zootecnia de Precisão (ZP)
2 - Compreender o conceito da Zootecnia de Precisão e 
suas relações com outras áreas da zootecnia. 
3 - Evolução histórica da ZP e sua relação com a 
Agricultura de Precisão.
5 - Identificar a relevância da coleta e análise de dados na 
produção animal.
5 - Relacionar a ZP com os desafios e tendências da 
pecuária moderna.
6 - Desenvolver pensamento crítico sobre as 
potencialidades e limitações do uso da tecnologia na 
produção animal.
A NOVA ECONOMIA DO CONHECIMENTO E 
O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO NA 
GESTÃO TECNOLÓGICA
ECONONOMIA DO 
CONHECIMENTO
CONHECIMENTO É RIQUEZA!!!
 Em um mundo onde o conhecimento tem se tornada cada 
vez mais escasso, a economia do conhecimento vem trazendo 
um paradigma para a economia, onde o conhecimento, a 
inovação e a tecnologia são os principais motores do 
desenvolvimento econômico e social (Lundvall, 2010).
 Neste modelo econômico quem ganham protagonismo são 
a informação e da capacidade de processamento de dados na 
criação de valor, diferente dos modelos tradicionais que se 
baseavam em recursos naturais e na produção industrial (Foray, 
2004).
ECONONOMIA DO 
CONHECIMENTO
A forma exponencial que a informação e o 
conhecimento tem sido dispersado na humanidade, 
resultando na otimização dos processos produtivos 
é ocasionada pela digitalização dos sistemas. 
 Ao incorporamos a Internet das Coisas (IoT), a 
Inteligência Artificial (IA) e o Big Data, a informação e 
o conhecimento tem sido melhor trabalhada, o que 
tem revolucionado a gestão tecnológica, 
promovendo eficiência e reduzindo desperdícios 
(Brynjolfsson & McAfee, 2014). 
CARACTERÍSTICAS DA ECONOMIA 
DO CONHECIMENTO
CARACTERÍSTICAS DA ECONOMIA 
DO CONHECIMENTO
1 - Primazia do Conhecimento: O conhecimento tornou-se o principal ativo econômico, superando a importância dos recursos físicos e industriais (Drucker, 
1993). Esse fenômeno está relacionado à capacidade de inovação e ao uso eficiente da informação para agregar valor aos produtos e serviços. No setor 
agropecuário, isso se reflete na aplicação de biotecnologias e sistemas de produção de precisão (Sunding & Zilberman, 2001).
2 - Inovação Contínua: A economia do conhecimento exige um ciclo constante de inovação, pois o ritmo acelerado do desenvolvimento tecnológico impõe 
uma necessidade de atualização e adaptação permanentes (Tidd & Bessant, 2018). Empresas do setor agropecuário têm adotado estratégias inovadoras 
para maximizar a produtividade e minimizar impactos ambientais.
3 - Digitalização e Conectividade: A proliferação das tecnologias digitais permite uma interconectividade sem precedentes entre os diversos agentes 
econômicos (Castells, 2010). No contexto da zootecnia, o uso de sensores inteligentes e algoritmos preditivos está transformando a gestão da produção 
animal (Gebbers & Adamchuk, 2010).
4 - Aprendizado Organizacional: O aprendizado contínuo dentro das organizações é essencial para a manutenção da competitividade (Nonaka & Takeuchi, 
1995). Estratégias de gestão do conhecimento são utilizadas para garantir que as inovações sejam incorporadas de forma eficiente.
5 - Personalização e Experiência do Usuário: A digitalização permite a personalização de serviços e produtos, atendendo de forma mais precisa às 
demandas dos consumidores. No setor agropecuário, isso se reflete no uso de tecnologias que ajustam a alimentação e o manejo animal de acordo com 
dados individuais (Eastwood et al., 2012).
O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO 
NA GESTÃO TECNOLÓGICA
O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO 
NA GESTÃO TECNOLÓGICA
Automatização de Processos: O uso de algoritmos inteligentes e sistemas automatizados tem reduzido 
custos operacionais e aumentado a eficiência em diversos setores, incluindo a agropecuária (Rößling et al., 
2019).
Gestão do Conhecimento: Tecnologias digitais possibilitam a organização e compartilhamento de 
informações, favorecendo a inovação e a colaboração (Chesbrough, 2003).
Tomada de Decisão Baseada em Dados: Com o avanço do Big Data e da Inteligência Artificial, decisões 
empresariais são cada vez mais embasadas em evidências, aumentando a precisão e confiabilidade das 
estratégias adotadas (McAfee & Brynjolfsson, 2012).
Flexibilidade e Adaptabilidade: Empresas que adotam estratégias digitais conseguem adaptar-se 
rapidamente a novas demandas e desafios de mercado (Bouwman et al., 2018).
Desafios de Segurança e Privacidade: O crescimento da digitalização também traz desafios, como a 
necessidade de garantir a segurança dos dados e proteger informações sensíveis contra ataques 
cibernéticos (Schneier, 2015).
INTRODUÇÃO À GESTÃO DA 
TECNOLOGIA
O papel da gestão da tecnologia é garantir que 
que os avanços tecnológicos sejam aplicados de 
maneira eficiente, maximizando a produtividade e a 
sustentabilidade dos setores produtivos. 
 Segundo Porter (1990), a tecnologia é um dos 
principais fatores de vantagem competitiva nas 
indústrias, e sua gestão adequada pode determinar 
o sucesso ou fracasso de uma empresa.
INTRODUÇÃO À GESTÃO DA 
TECNOLOGIA
CONCEITOS BÁSICOS RELACIONADOS A 
GESTÃO DA TECNOLOGIA
TECNOLOGIA
 Teoria geral e/ou estudo sistemático sobre 
técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de 
um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana (ex: 
indústria, ciência etc.).
 De acordo com Schumpeter (1934), a tecnologia é 
um fator essencial para a inovação e crescimento 
econômico.
CONCEITOS BÁSICOS RELACIONADOS A 
GESTÃO DA TECNOLOGIA
INOVAÇÃO
 É toda a novidade implantada pelo setor produtivo, 
por meio de pesquisas ou investimentos, que aumente a 
eficiência do processo produtivo ou que implica em um 
novo ou aprimorado produto.
 Segundo Freeman (1987), a inovação é um 
processo dinâmico que envolve pesquisa e 
desenvolvimento (P&D), adoção de novas tecnologias e 
difusão do conhecimento.
CONCEITOS BÁSICOS RELACIONADOS A 
GESTÃO DA TECNOLOGIA
GESTÃO TECNOLÓGICA
 
 Conjunto de práticas e estratégias utilizadas para 
planejar, desenvolver e aplicar tecnologias de forma eficaz. 
No setor agropecuário, a gestão da tecnologia permite que 
produtores otimizem a produção por meio da automação, 
do monitoramento remoto e do uso de análise preditiva. 
 De acordo com Tidd, Bessant e Pavitt (2005), a gestão 
tecnológica está diretamente relacionada à capacidade de 
inovação de uma organização.
CONCEITOS BÁSICOS RELACIONADOS A 
GESTÃO DA TECNOLOGIA
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PORQUE A GESTÀO DA INOVAÇÃO SURGIU...
A gestão da inovação surgiu para permitir que as empresas inovem de 
maneira sistemática, em vez de deixar a questão ao acaso.
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AS INOVAÇÕES COM O TEMPO...
É a inovação que muda as bases de um mercado já 
estabelecido, com um produto novo, um novo serviço 
ou uma nova maneira totalmente diferente de fazer 
algo que há muito tempo era feito de uma única 
maneira.
1 - INOVAÇÃO RADICAL OU 
DISRUPTIVA
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É a inovação que causa pequenas mudanças a algo 
já estabelecido. É uma forma de otimização para se 
obter mais valor de um produto, serviço e até 
processos.
2 - INOVAÇÃO INCREMENTAL
DELIMITANDO A INOVAÇÃO...
Saber onde se está, para 
saber onde quer chegar...
Crescimento sustentável
Explicando em miúdos...
Primeiro nível: É o aprimoramento do que já está funcionando na sua empresa, esse 
nível está muito interligado com o conceito de inovação incremental. 
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Segundo nível: Atacar novos negócios com base em mercados que a empresa já 
domina. Então, nesse nível você precisa entender quais são os mercados que são 
semelhantes ou iguais aos que você já atua e pensar em maneiras de explorar essas 
novas possibilidades, por isso é importante o domínio do mercado principal para 
poder entrar nessa fase.
Terceiro nível: Essa é a fase das hipóteses a serem testadas, ideias mais arriscadasque precisam ser validadas. O investimento feito para ideias desse nível é mais 
voltado para a experimentação e uma vez que as ideias dessa fase são validadas, 
podem se tornar os novos produtos que vão ser decisivos para o futuro da sua 
empresa.
O 3 NÍVEIS DE INOVAÇÃO...
MANUAL DE OSLO
É uma publicação da OECD com diretrizes de 
coleta e interpretação de dados sobre 
inovação. 
DIMENSÕES E TISPO DE 
TECNOLOGIAS
MARKETINGORGANIZACIONALPRODUTO
Implementação de um novo 
método de marketing, com 
mudanças significativas na 
aparência do produto ou 
em sua embalagem, no 
posicionamento do 
produto, em sua promoção 
ou na fixação de preços. 
Implementação de novos 
métodos de organização e 
gestão das práticas de 
negócio da empresa, na 
organização do seu local de 
trabalho ou em suas 
relações com atores 
externos, como 
fornecedores ou 
distribuidores.
Envolve mudanças 
significativas nas 
potencialidades de 
produtos e serviços – 
incluindo bens e serviços 
totalmente novos e 
aperfeiçoamentos 
importantes para 
produtos existentes.
25
PROCESSO
Pressupõe um método de 
produção ou distribuição 
novo ou altamente 
melhorado. Esse tipo de 
inovação altera as 
características de 
produção/distribuição, 
mas não altera 
necessariamente 
características funcionais 
do produto.
TIPOS DE TECNOLOGIAS
MARKETINGORGANIZACIONALPRODUTO
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PROCESSO
TIPOS DE TECNOLOGIAS
DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO NO 
SETOR AGROPECUÁRIA
A implementação de novas tecnologias no setor agropecuário 
tem se mostrado um fator essencial para aumentar a produtividade, 
otimizar processos e promover a sustentabilidade na pecuária. 
 No entanto, a adoção dessas tecnologias enfrenta uma série de 
desafios que vão desde barreiras econômicas, sociais e culturais até 
resistências institucionais e estruturais. 
 A digitalização do setor, por exemplo, possibilita o uso de 
sensores, inteligência artificial e análise de big data para tomada de 
decisões, mas sua incorporação exige adaptação por parte dos 
produtores e técnicos envolvidos (Carvalho et al., 2021).
DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO NO 
SETOR AGROPECUÁRIA
BARREIRAS ECONÔMICAS E 
SOCIAIS
A introdução de novas tecnologias no setor 
agropecuário é influenciada por diversos fatores 
econômicos, sociais e culturais. Cada uma dessas 
barreiras afeta a velocidade e a eficácia da 
implementação tecnológica.
BARREIRAS ECONÔMICAS E 
SOCIAIS
2.1. BARREIRAS ECONÔMICAS
 
 As barreiras econômicas estão relacionadas aos altos custos de 
investimento inicial necessários para a aquisição de novas tecnologias, bem 
como aos desafios financeiros enfrentados por pequenos e médios produtores 
rurais. 
 Estudos demonstram que a falta de acesso a crédito rural e subsídios 
governamentais limita a adoção de inovações, pois muitos produtores não 
possuem capital suficiente para investir em equipamentos modernos, como 
sistemas de monitoramento digital, drones e softwares de gestão (Silva & 
Almeida, 2022).
2.1. BARREIRAS SOCIAIS
 
 As barreiras sociais referem-se à dificuldade de acesso à informação, 
capacitação técnica e suporte especializado. Em muitas regiões rurais, a baixa 
escolaridade e a resistência à mudança dificultam a aceitação de novas práticas 
tecnológicas. 
 Além disso, a falta de conectividade em áreas remotas impede o uso 
eficiente de tecnologias digitais, reduzindo os benefícios que poderiam ser 
obtidos com a automação e o uso de big data na agropecuária (Ferreira et al., 
2021).
2.1. BARREIRAS CULTURAIS
 
 As barreiras culturais são influenciadas por crenças e valores tradicionais 
dos produtores, que muitas vezes enxergam as novas tecnologias como uma 
ameaça à sua forma de produção consolidada ao longo dos anos.
 Em alguns casos, a falta de confiança em soluções tecnológicas 
inovadoras leva à resistência à adoção, mesmo quando os benefícios são 
comprovados cientificamente. 
 A introdução de novas tecnologias requer uma mudança de mentalidade e 
a valorização do conhecimento técnico para maximizar sua aplicação (Rodrigues 
& Santos, 2020).
RESISTÊNCIA DO SETOR 
AGROPECUÁRIO ÀS TECNOLOGIAS
Desconhecimento e falta de 
capacitação
Muitos produtores não possuem 
conhecimento suficiente sobre o 
funcionamento e os benefícios das 
novas tecnologias, o que gera 
insegurança e desconfiança (Mendes & 
Oliveira, 2019).
Alto custo de implementação
A necessidade de investimentos 
elevados pode ser um fator limitante, 
especialmente para pequenos 
produtores (Silva & Almeida, 2022).
Falta de infraestrutura
A carência de internet de alta 
velocidade e eletrificação em regiões 
rurais dificulta a implementação de 
soluções tecnológicas baseadas em 
conectividade e análise de dados 
(Ferreira et al., 2021).
Tradição e conservadorismo
Muitos produtores seguem métodos 
tradicionais de produção e veem a 
adoção de novas tecnologias como 
uma quebra de paradigmas que pode 
não ser necessária (Rodrigues & 
Santos, 2020).
Dificuldade de integração com 
sistemas existentes
Algumas tecnologias exigem mudanças 
profundas na infraestrutura produtiva, 
o que pode representar um desafio 
logístico e operacional (Mendes & 
Oliveira, 2019).
RESISTÊNCIA DO SETOR 
AGROPECUÁRIO ÀS TECNOLOGIAS
COMO SUPERAR OS DESAFIOS 
DA ADOÇÃO DE TECNOLOGIAS
Capacitação e Educação 
A realização de treinamentos, workshops e cursos 
especializados pode ajudar a reduzir a resistência dos 
produtores e técnicos à adoção de novas tecnologias. 
Programas de extensão rural desempenham um papel 
fundamental na disseminação do conhecimento e na 
construção de uma cultura de inovação (Carvalho et al., 
2021).
Incentivos Econômicos
Governos e instituições financeiras podem promover 
políticas de financiamento e subsídios para aquisição de 
tecnologias. Linhas de crédito específicas para inovação 
tecnológica no setor agropecuário podem tornar a 
modernização mais acessível a produtores de diferentes 
portes (Silva & Almeida, 2022).
Desenvolvimento de Infraestrutura
Investimentos em conectividade e eletrificação de 
áreas rurais são essenciais para a implementação 
eficiente de tecnologias digitais. A criação de parcerias 
público-privadas pode acelerar o desenvolvimento da 
infraestrutura necessária para suportar a digitalização 
da pecuária (Ferreira et al., 2021).
Modelos de Adoção Gradual
A introdução de tecnologias de forma gradual, começando 
por pequenas mudanças e expandindo conforme os 
produtores se familiarizam com os benefícios, pode reduzir 
a resistência à inovação. Projetos-piloto e demonstrações 
práticas são eficazes para evidenciar os impactos positivos 
da digitalização na gestão da tecnologia (Rodrigues & 
Santos, 2020).
RESISTÊNCIA DO SETOR 
AGROPECUÁRIO ÀS TECNOLOGIAS
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
 Desafio: “Cenários críticos”
 – Instruções da atividade
 1 - O professor distribuirá diferentes cenários desafiadores para 
cada dupla. 
 2 - As duplas terão 40 minutos para analisar a situação e propor 
uma solução prática, considerando custos, impacto técnico e viabilidade.
 3 - Cada dupla apresentará sua solução em um formato de pitch (5 
minutos por equipe), defendendo sua estratégia para o restante da turma.
 4 - O professor fará perguntas para desafiar os alunos a justificarem 
suas decisões.
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
 Desafio: “Cenários críticos”
 – Instruções da atividade
 5 - Fazer o upload de um documento em word: Entre 3 a 5 
páginas, espaçamento 1,15, fonte Arial. Data de entrega: 24/02/2025 
até às 23:59h. Trabalho em trio. Todos devem subir os documentos em 
seus perfis.
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
 Desafio: “Cenários críticos”
 – CENÁRIOS DESAFIADORES
 1 - Uma fazenda familiar adotou sensores de monitoramento 
ambiental para otimizar a irrigação, mas o gestor mais velho desconfia da 
precisão dos dados. Como mediar o conflito e convencer a equipe?
 2 - Um produtor investiu em um sistema de gestão baseado em 
nuvem, mas enfrentadificuldades por causa da baixa conectividade na 
área rural. Qual estratégia poderia ser adotada para garantir o 
funcionamento?
 3 - Mesmo com treinamentos e capacitações, a equipe de ordenha 
robotizada continua operando no modo manual por insegurança com a 
automação. Como reverter essa resistência?
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
 Desafio: “Cenários críticos”
 – CENÁRIOS DESAFIADORES
 4 - Uma cooperativa deseja implementar um novo sistema digital de 
gestão dos rebanhos, mas os produtores alegam que preferem “papel e 
lápis”. Como adaptar a inovação sem perder a adesão?
 5 - Após implementar um sistema automatizado de alimentação, a 
equipe técnica percebeu que os colaboradores não foram devidamente 
capacitados. Como reconstruir esse processo?
 6 - Uma associação rural começou a adotar tecnologias digitais, 
mas os pequenos produtores se sentem excluídos por não conseguirem 
acompanhar. Como tornar o processo mais inclusivo?
ATIVIDADE COMPLEMENTAR
 Desafio: “Cenários críticos”
 – CENÁRIOS DESAFIADORES
 8 - Um novo sensor de monitoramento de bem-estar animal foi 
instalado, mas os custos de manutenção estão inviabilizando sua 
continuidade. Qual a solução?
 9 - Uma propriedade adquiriu diversas tecnologias (sensores, 
softwares, câmeras), 
 7 - Uma fazenda adotou um sistema de automação da alimentação 
animal, mas os funcionários resistem à mudança. Como lidar com essa 
situação?
mas sem integração entre elas. Como diagnosticar e reestruturar o uso 
da tecnologia?
BIBLIOGRAFIA
•Bouwman, H., Nikou, S., & de Reuver, M. (2018). Digitalization, business models, and SMEs: How do 
business model innovation practices improve performance of digitalizing SMEs? Telecommunications Policy, 
42(5), 147-161.
•Brynjolfsson, E., & McAfee, A. (2014). The second machine age: Work, progress, and prosperity in a time of 
brilliant technologies. W. W. Norton & Company.
•Chesbrough, H. (2003). Open innovation: The new imperative for creating and profiting from 
technology. Harvard Business Press.
•Drucker, P. (1993). Post-capitalist society. HarperBusiness.
•Manyika, J., Chui, M., Brown, B., et al. (2011). Big data: The next frontier for innovation, competition, and 
productivity. McKinsey Global Institute.
•McAfee, A., & Brynjolfsson, E. (2012). Big data: The management revolution. Harvard Business Review, 
90(10), 60-68.
•BURGELMAN, R. A.; CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGHT, S. C. Strategic Management of Technology and 
Innovation. McGraw-Hill Education, 2004.
•CHAVAS, J. P. Economics and Technology. Springer, 2001.
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1988.
•FREEMAN, C. Technology Policy and Economic Performance. Pinter Publishers, 1987.
•PORTER, M. E. The Competitive Advantage of Nations. Free Press, 1990.
•SCHUMPETER, J. A. The Theory of Economic Development. Harvard University Press, 1934.
•TIDD, J.; BESSANT, J.; PAVITT, K. Managing Innovation: Integrating Technological, Market and Organizational 
Change. Wiley, 2005.
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•Carvalho, A. P., et al. (2021). Inovação tecnológica na agropecuária: desafios e oportunidades. Revista 
Brasileira de Tecnologia Agropecuária, 35(4), 245-263.
•Silva, M. R., & Almeida, F. J. (2022). Gestão da inovação no agronegócio: barreiras e facilitadores. Revista de 
Administração Rural, 28(3), 189-210.
•Ferreira, J. S., et al. (2021). Impacto da digitalização no setor agropecuário: um panorama global. Journal of 
Agricultural Technology, 45(2), 332-350.
•Rodrigues, C. A., & Santos, L. P. (2020). Adoção de novas tecnologias na pecuária: fatores limitantes e 
estratégias de superação. Brazilian Journal of Animal Science, 40(1), 101-120.
•Mendes, P. F., & Oliveira, R. T. (2019). Resistência à inovação no setor rural: um estudo de caso em 
propriedades leiteiras. Agribusiness Review, 27(6), 554-570.
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