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Sistemas de controle Capítulo 1 – INTRODUÇÃO Introdução • Leitura recomendada → exemplos do livro “engenharia de controle moderno” • Teoria da realimentação → uma informação da saída é reutilizada na entrada ◦ Usada além do sistema de controle ◦ exemplo ar condicionado → ar fica sendo coletado e repassado a informação até que se atinja a temperatura desejada • Entrada → ações • Processo (planta) → modifica a entrada (trabalho) para que saída saia como o solicitado • Saída → reações • Estado → sistema atual do sistema • Variáveis de estado → exemplo: desligado ou ligado • Sistema estático → sistema que se mantêm constante em relação ao tempo • Sistema dinâmico → sistema que se adapta conforme o tempo • planta → todo processo que é controlado por um conjunto de sistemas ◦ Exemplos de sistemas em uma turbina eólica → Resfriamento, Gerador, Freios, Interconexão, Operação, Iluminação ◦ sistema de controle é dividido em processos e subsistemas • Perturbação → ação não desejada que afeta a planta, e consequentemente, a saída ◦ Exemplo na turbina eólica → falta de água para o sistema de resfriamento que desencadeia efeitos negativos na turbina • Erro na resposta → Exemplo: elevador não ficando no mesmo nível do andar • Vantagens dos sistemas de controle ◦ Amplificação de potência → Aumento da potencia elétrica necessária ▪ Exemplo → Antena de radar, posicionada pela rotação de baixa potência de um botão de girar na entrada, requer uma grande quantidade de potência para a rotação de sua saída. Um sistema de controle pode produzir a amplificação de potência, ou ganho de potência, necessária. ◦ Controle remoto → mais conforto e segurança ◦ Conveniência da forma de entrada → propiciar conveniência alterando a forma da entrada ▪ Exemplo → Em um sistema de controle de temperatura a entrada é uma posição em um termostato, a saída é o calor. (entrada de posição conveniente produz uma saída térmica desejada) ◦ Compensação por perturbações → saída deve ser a mesma, mesmo com a presença de perturbações, a partir de compensações Configurações de sistemas • Sistemas/controladores em malha aberta → não pode realizar compensações para quaisquer perturbações que sejam adicionadas ao sinal de acionamento do controlador (não utiliza da saída para atuar) ◦ Ar condicionado resfria mesmo após atingir a temperatura desejada ◦ A torradeira não mede a cor da torrada; ela não efetua correções pelo fato de a torrada ser de pão de centeio, pão branco ou pão sourdough, e nem efetua correções pelo fato de as torradas terem espessuras diferentes. • Controle realimentado ou em malha fechada → Utiliza a saída para atuar ◦ Exemplo → Ar condicionado resfriando até a temperatura solicitada e após isto diminuindo sua intensidade ◦ Malha de realimentação → caminho de retorno da saída para a junção de soma (Caminho antes da saída para ajuste da entrada para que a saída saia como o solicitado mesmo com perturbações) ▪ Sinal de atuação → sinal resultante entre a saída e a entrada(utilizado para ajuste) ◦ Permite: ▪ Aumento da precisão ▪ Rejeita efeito de perturbações externas ▪ Controlados de modo mais conveniente e com maior flexibilidade • Pelo simples ajuste de um ganho (amplificação) na malha e, algumas vezes, ajustando-se o projeto do controlador ▪ Diminui a sensibilidade do sistema a variações dos parâmetros do processo • Ex: maquina de lava-roupas operando abaixo de 110V ◦ Compensação do sistema → ajuste de projeto ◦ Compensador → dispositivo resultante Objetivos de análise e de projeto • Resposta transitória → Tempo para efetuação da atividade solicitada na entrada ◦ Exemplo elevador → Resposta transitória lenta deixa os passageiros impacientes, enquanto uma resposta excessivamente rápida os deixa desconfortáveis • Resposta em regime permanente → Ajuste da exatidão da resposta após terminar o processo de resposta transitória ◦ Exemplo elevador → deve ficar suficientemente nivelado com o andar para que os passageiros possam sair • Estabilidade → respostas naturais devem decair para zero à medida que o tempo tende a infinito, ou oscilar ◦ Para um sistema linear ▪ Resposta total = resposta natural + resposta forçada • Resposta natural → Modo como o sistema dissipa ou obtém energia e não depende da entrada (solução homogênea) • Resposta forçada → Depende da entrada (solução particular) • Para sistema ser útil resposta natural deve tender a zero ▪ Instabilidade → resposta natural cresce mais rápido que a forçada • Exemplo elevador → colidir com o piso ou sair pelo telhado O processo de projeto • Transformar requisitos em um sistema físico ◦ Requisitos → Objetivo do sistema de controle e características dos componentes deste ◦ Utilizar destes requisitos para a determinação das especificações do projeto (tais como resposta transitória e exatidão em regime permanente desejadas) • Desenhar um diagrama de blocos funcional • Representar o sistema físico como um esquema • Utilizar o esquema para obter um modelo matemático, como um diagrama de blocos • Reduzir o diagrama de blocos • Analisar e projetar o sistema para atender os requisitos e as especificações, que incluem estabilidade, resposta transitória e desempenho em regime permanente. Tipos de sistemas de controle • Modelos de sistemas → representação que permite demonstrar a causa e efeito do sistema ◦ Modelos físicos → representa de forma mais simples o modelo, destacando as características mais importantes ◦ Modelos matemáticos → Representa por meio de equações matemáticas (iremos utilizar este) • Sistemas contínuos no tempo → possível conhecer o estado deste em qualquer instante do tempo ◦ Lineares → descritos por equações lineares ◦ não lineares → descritos por equações não lineares • Sistemas monovariáveis → dependem apenas de uma variável de estado para o funcionamento • Sistema multivariável → depende de mais de uma variável de estado ◦ Ex → carro depende da ignição, combustível, óleo, etc --------||----------------------------------||---------------------------------------||---------------------------------- Capítulo 2 - Modelagem no domínio da frequência • Modelo → descrição do funcionamento de sistema de controle a partir de funções matemáticas • Modelos externos → função de transferência ◦ “Conheço a entrada e saída” • Modelos internos → função de transferência ◦ “Conheço a equação de funcionamento” • Usadas para desenvolver equações preciso dos princípios físicos, químicos, biológicos, etc. • Revisão da Transformada de Laplace Definição transformada de Laplace: em que [s = σ + jω] é uma variável complexa Tabela utilizada para transformação F → f Transformada inversa de Laplace permite obter f(t) a partir de F(s) ◦ Função degrau unitário [u(t)] → u(t) = 1 quando t > 0 & u(t) = 0 quando ta potência deste em -1 ▪ Ex: ◦ Repetir o processo utilizado no caso 1 para achar os resíduos, porém para o resíduo repetido com ordem de denominador menor, devemos derivar a equação utilizada para achar o resíduo com denominador de ordem original ▪ Obs: caso houver ordem superior a 2, derivar consecutivamente para achar o resíduo ▪ Ex: Para achar o K3 derivamos a equação utilizada para achar K2, ficando assim com: ◦ Fazer o s tender ao inverso do valor que estava somando-se (ou subtraindo-se) com s no denominador do K procurado (como no caso 1) ◦ Aplicar os resíduos (K’s) nas equações iniciais e, com a tabela, aplicar a inversa de Laplace dos valores descobertos • Caso 3: Raízes do denominador de F(s) são complexas ou imaginárias ◦ Denominador aparecerá na forma de equação de 2° grau ◦ Deverá ser colocado como numerador um Kn multiplicado por s, somado com Kn+1 ▪ Ex: ◦ Os K’s com denominador fora da forma de equação de 2° grau são encontrados de forma usual ◦ Para encontrar os K’s que se encontram com denominador na forma de equação de 2° grau deve-se multiplicar tudo pelo denominador da F(s) inicial e aplicar o valor dos K’s já encontrados de forma usual ▪ Ex: • Para o exemplo como a igualdade não permite a presença de s, [K2 + 3/5 = 0] e [K3 + 6/5 = 0] ◦ Aplicar os resíduos (K’s) nas equações iniciais e, com a tabela, aplicar a inversa de Laplace dos valores descobertos ▪ Se N(s) ≥ D(s) → N(s) deve ser dividido por D(s) sucessivamente até que o resultado tenha um resto cuja ordem do numerador seja inferior à ordem do denominador • Função de transferência ◦ Relação entre a Transformada de Laplace da saída e da entrada ▪ G(s) → Função de transferência ▪ C(s) → Saída (Função de Laplace em condições iniciais nulas) ▪ R(s) → Entrada(Função de Laplace em condições iniciais nulas) ◦ Variável de entrada será transferida a variável de saída ◦ Rearranjando podemos obter a saída por: ◦ Polo → será apresentado no capitulo 4 porém citado aqui ▪ Quando conheço comportamento do polo da função de transferência conheço o comportamento do sistema ◦ Na função de transferência aparece a equação caraterística ▪ Equação característica → denominador da equação ▪ determina os polos ▪ polos → são as raízes da equação característica • Ditam o comportamento natural do sistemas ▪ São intrínsecas ao sistema • Tudo que se encontra a direita → Entrada [R(s)] • Tudo que se encontra a esquerda → Saída [C(s)] • Maioria dos casos aplica-se entrada do tipo degrau unitário (1/s) • Lei de Kirchoff → irá ser utilizado bastante ◦ Aplicar nos circuitos para achar função de transferência ◦ Entrada será tensão da fonte de tensão ◦ Saída sera a tensão do componente solicitado • Impedância → tudo que vai impedir a passagem de corrente Aplicar estas equivalências ao circuito (para condições iniciais nulas) • Lembrar que → i(t)=dq(t)/dt • Tensão-corrente na transformada de Laplace: Capacitor Resistor Indutor • Função de transferência particular de impedância • Circuito transformado → circuito que já passou pela transformação de Laplace (substituindo cada elemento pela sua impedância [Z]) ◦ Ex: ◦ Desenhar o circuito transformado e, após isto, aplicar a lei das malhas para obtenção da saída, entrada ou função de transferência ▪ Também pode ser aplicado a lei dos nós • Para esta forma, normalmente é mais conveniente representar os elementos do circuito por suas admitâncias ◦ Admitância (Y) → condutância (G) complexa ◦ É o inverso da indutância ◦ São fornecidos na tabela 2.3 ◦ Lembrar → quando utilizado a admitância ao invés da impedância na lei dos nós, está estará multiplicando as tensões (ou diferenças de tensões) para fornecer o valor da corrente, e não dividindo como quando utilizamos a impedância ▪ Também pode ser aplicado a divisão da tensão • Tensão do objeto procurado é uma fração da tensão de entrada, assim, a tensão no objeto procurado é a impedância deste objeto dividido pela soma das impedâncias, e tudo isto multiplicado pela tensão de entrada • Para o exemplo anterior: • Teorema de Thevenin/Norton → Fonte de tensão em série com uma impedância pode ser substituído por uma fonte de corrente em paralelo com a impedância (e vice-versa) • Para cálculo da impedância de capacitor (C) e indutor (L) [ou resistor (R)] em paralelo → utilizar divisor de tensão dado por: • Amplificador operacional → equipamento que amplifica a entrada em relação a saída ◦ Representado por → A (ganho) ◦ Utilizado para implementação de funções de transferência ◦ Características: ◦ Saída vs(t) dada por: v2 → tensão ligada ao polo positivo v1 → tensão ligada ao polo negativo ◦ No livro de Norman Nise → Apresenta 2 entradas e 1 saída • Amplificador operacional inversor (AOI) ◦ Amplificador quando v2 (polo positivo) é aterrado ◦ Equação da saída dada por: ◦ Caso duas impedâncias sejam conectadas ao AOI ▪ Ex: ▪ Assumimos que: • Amplificador Operacional Não Inversor ◦ Ex: ◦ Utilizamos a equação: • Funções de transferência de sistemas eletromecânicos ◦ Eletromecânica → apresenta variáveis mecânicas e elétricas ◦ Motor → Componente eletromecânico que produz uma saída de deslocamento para uma entrada de tensão ▪ Entrada → tensão ▪ Saída → movimento ◦ Função de transferência para motor cc (controlado pela armadura) Servomotor cc controlado por armadura Função de transferência θm → Ângulo girado no motor (saída) Ea → Tensão aplicada a armadura (entrada) Kt → Constante de torque do motor (depende das características do motor e do campo magnético) (dado de fábrica) Ra → Resistência da armadura Jm e Dm → Constantes mecânicas Kce → Constante de força contraeletromotriz (fcem) Força contraeletromotriz → Toda energia elétrica que um receptor converte em outras formas de energia que não o calor ▪ Quando estiver buscando θC/Ea → Multiplicar função de transferência pela relação N1/N2 ▪ Cálculo das constantes mecânicas [Jm e Dm] • Jm → Inércia equivalente, dividida em Ja e JC ◦ Ja → Inércia do motor (Força que tende o motor a continuar em seu estado atual de movimento ou repouso) ◦ JC → Inércia refletida para a armadura • Dm → Amortecimento equivalente, dividido em Da e DC ◦ Da → Amortecimento do motor ◦ DC → Amortecimento refletido para a armadura ▪ Cálculo das constantes elétricas • Torque desenvolvido pelo motor (Tm) ◦ Para motor operando em regime permanente com uma tensão cc de entrada: ωm(t) = dθm(t)/dt → Velocidade angular do motor ea → Tensão aplicada a armadura ▪ Equação gera a curva torque-velocidade Tbloqueado → Torque com rotor bloqueado (Quando a velocidade angular [ωm] é zero) ωvazio → Velocidade em vazio (velocidade angular quando o torque [Tm] é nulo) ◦ Tbloqueado e ωvazio → Determinadas a partir de um ensaio do motor com um dinamômetro • Circuitos elétricos análogos ◦ Transformar circuitos mecânicos em circuitos elétricos equivalentes ◦ Dispositivo pode ser representado por um indutor estando em serie ou em paralelo ◦ Análogo em série ▪ Comparação realizada com a equação das malhas Parâmetros para o análogo em série ▪ Não entendi o exemplo 2.24 ◦ Análogo em paralelo ▪ . • Não linearidades ◦ Sistemas lineares apresentam as propriedades de superposição e homogeneidade ▪ Superposição → Entradas somadas devem gerar como saída total a soma de suas saídas geradas de forma individual • Ex: interruptor de luz em aula ligando a primeira lampada, depois a segunda, e depois as 2 juntas ▪ Homogeneidade → Entrada multiplicada por um escalar gerará a saída, gerada sem a presença do escalar, multiplicado por este mesmo escalar • Tudo que se aplicar na entrada será refletido na saída (não afetara o processo [“meio”]) ◦ Projetistas analisam sistemas não lineares com aproximação destes em sistemas lineares • Linearização ◦ 1° passo → Identificar componente não linear e escrever a equação diferencial não linear ◦ 2° passo → Linearizar para pequenas variações do sinal de entrada em torno da solução em regime permanente quando a variação do sinalde entrada é igual a zero • Tarefa → refazer penúltimo exemplo slide via analise de nos e divisão de tensão explicando passo a passo • Até metade do capítulo 4 fazer todas contas passo a passo • Tarefa→ fazer exercícios de aplicação capitulo 2 • Tarefa exemplo 2.15 no livro -------------\\----------------------\\---------------------------\\---------------------------------\\------------------ Capítulo 4 – Resposta no domínio do tempo • Polos, zeros e a resposta do sistema ◦ Iremos representar em gráficos a representação matemática da função de transferência, podendo assim ajustar o comportamento que se deseja a partir da manipulação dos polos e zeros ◦ Conhecimento de polos e zeros simplifica o cálculo da resposta de um sistema ◦ C(t) [Resposta de um sistema] = Cforçada [Resposta forçada] + Cnatural [Resposta natural] ▪ Resposta forçada (resposta em regime estacionário ou solução particular) • Ex: No ar condicionado, controle remoto, termômetro, etc ▪ Resposta natural (solução homogênea) • Intrínseca ao sistema (aparece com a exponencial na FT) • Ex: No ar condicionado alterar a temperatura do ambiente ◦ Polos de uma função de transferência ▪ É polo se satisfaz uma destas condições: • Valores de s (função de Laplace) que façam com que esta (função de transferência) tenda ao infinito (estabilidade) • Raízes do denominador da função de transferência que são iguais as raízes do numerador ▪ Representado no gráfico complexo como um X ◦ Zeros de uma função de transferência ▪ É zero se satisfaz uma destas condições: • Valores de s que fazem com que a função de transferência se torne zero ◦ Anula algum tipo de comportamento (eliminar comportamento indesejado) • Raízes do numerador da função de transferência que são iguais às raízes do denominador ▪ Representado no gráfico complexo como um O ◦ Polos e Zeros de um Sistema de Primeira Ordem: um Exemplo ▪ Polo da função de entrada gera a forma da resposta forçada ▪ Polo da função de transferência gera a forma da resposta natural ▪ Polo no eixo real gera uma resposta da forma e–αt, em que –α é a posição do polo no eixo real • Quanto mais à esquerda um polo estiver no eixo real negativo, mais rápido a resposta transitória exponencial decairá para zero ▪ Zeros e os polos geram as amplitudes para ambas as respostas, forçada e natural ▪ Exemplo: • Sistemas de primeira ordem ◦ Tempo se encontra em variáveis de a, presente na resposta forçada ◦ Variações dos parâmetros alteram a velocidade de resposta ◦ Constante de tempo ▪ Basicamente onde estou analisando (localização do meu polo) ▪ Frequência exponencial → a [1/segundo] ▪ Constante de tempo → 1/a ▪ Polo está localizado no inverso da constante de tempo • Quanto mais o polo estiver distante do eixo imaginário, mais rápida sera a resposta transitória (menos apresenta frequências) ◦ Contrario valido também (mais demora para estabilizar-se) ◦ Tempo de subida (Tr) ▪ Tempo necessário para que a resposta atinja 90% de seu valor final, porem começando em 10 % de seu valor inicial • Nos primeiros últimos 10% não são considerados pois tem muitas perturbações ▪ ◦ Tempo de acomodação (Ts) ▪ Tempo para resposta alcançar faixa de valor de 2% em torno do seu valor final ▪ ◦ Funções de transferência de primeira ordem a partir de ensaios • Sistemas de segunda ordem: introdução ◦ Variações dos parâmetros alteram a forma de respostas ▪ Mexe na amplitude, frequência e escalares ◦ Qualquer equipamento que varia no tempo é um sistema de 2ª ordem ◦ ▪ Localização dos polos dependem do valor de a e b ◦ Divididas em tipos de respostas que descrevem as principais características das curvas ◦ Resposta superamortecida ▪ Polos: dois reais em –σ1 e –σ2 ▪ • Onde, ▪ Polo na origem → advindo da entrada degrau unitário → resposta forçada constante ▪ 2 polos no eixo real → advindos do sistema → resposta natural exponencial ▪ Resposta no tempo: • ◦ Resposta subamortecida ▪ Polos: dois complexos em –σd ± jωd ▪ ▪ 1 polo na origem (degrau unitário) e 2 polos do tipo complexo (sistema) • polo do tipo complexo → parte real e parte imaginaria ▪ Parte real influencia na frequência de decaimento exponencial da amplitude da senoide • Decaimento exponencial → diminuição na frequência de oscilação ◦ constante de decaimento → inverso da parte real do polo do sistema ▪ Parte imaginaria influencia na frequência de oscilação senoidal • Frequência de oscilação amortecida (ωd) → frequência com que o sistema vai se estabilizando ▪ Resposta no tempo: • ◦ Resposta não amortecida ▪ Polos: dois imaginários em ±jω1 ▪ ▪ Não irá ter a parte real do polo (=0) (Equação de segundo grau do denominador da função de transferência com b=0) → não tem decaimento exponencial, ou seja, puramente senoidal (não estabiliza) ▪ duas partes imaginarias dos polos e iguais (um positivo e outro negativo sobre o eixo) ▪ Resposta no tempo: • ◦ Resposta criticamente amortecida ▪ Polos: dois reais em –σ1 ▪ ▪ Função de segundo grau da função de transferência pode ser escrita como função sem o b ao quadrado • Ex: ▪ 2 polos reais iguais ▪ Polos na mesma localização e sobre o eixo real • Duas componentes reais dos polos iguais • Ausência da componente imaginaria dos polos → nenhuma frequência de oscilação ▪ Mais rápida possível ▪ Resposta do tipo: • • Sistema de segunda ordem geral ◦ Frequência natural (ωn) ▪ Frequência de oscilação do sistema sem amortecimento ▪ Para resposta não amortecida → ◦ Fator de amortecimento (ζ) ▪ Necessidade de uma descrição quantitativa da oscilação amortecida, sem a escala do tempo • a partir deste valor são classificados os tipos de amortecimento • Fração de amortecimento do sistema não amortecido é infinito ▪ Para sistema subamortecido → Utilizar para fazer a comparação com a FT para obtenção da frequência natural e a fração de amortecimento Resposta de segunda ordem em função do fator de amortecimento • Sistemas de segunda ordem subamortecidos ◦ Mais empregado em sistemas de controle ◦ Tem polo complexo (partes reais e imaginárias) ◦ Quando manipulamos o fator de amortecimento e a frequencia natural alteramos as especificações em que ◦ Quanto menor o fator de amortecimento mais oscilatório é o sistema ◦ Tr → Tempo de subida ▪ Tempo necessário para que a forma de onda vá de 0,1 do valor final até 0,9 do valor final ▪ Cálculo de Tr • Utilizar tabela para achar tempo de subida normalizado (Tr normalizado) a partir do fator de amortecimento (ζ) ◦ • Tr = Tr normalizado / ωn ◦ Tp → Instante de pico ▪ Tempo necessário para alcançar o primeiro pico, ou pico máximo ▪ Cálculo de Tp ◦ %UP → Ultrapassagem percentual ▪ Valor pelo qual a forma de onda ultrapassa o valor em regime permanente, ou valor final, no Tp, expresso como uma percentagem do valor em regime permanente ▪ Utilizado para definir quanto ira querer no máximo que ultrapasse o pico • Ex: limitador de voltagem de uma lampada 127V definido para 140V ▪ Quanto menor %UP maior o fator de amortecimento (logo, menos oscilatório) ▪ Cálculo de %UP Cálculo de ζ dado %UP ◦ Ts → Tempo de acomodação ▪ Tempo necessário para as oscilações amortecerem e permanecerem dentro de uma faixa de ±2% em torno do valor em regime permanente ▪ Cálculo de Ts (aproximação) Especificações da resposta subamortecida de segunda ordem Diagrama de polos para um sistema de segunda ordem subamortecido ωn = Distância radial da origem até o polo = √ ωd 2 + σd 2 ζ = cos θ = cos[arctg(ωd / σd)] → Obs: arctg = tg-1 Equações para o instante de pico (Tp) e o tempo de acomodação (Ts) em função da posição do polo ◦ Respostas ao degrau à medida que os polos são movimentados ▪ Verticalmente (parte real constante) → Frequência aumenta, porém a envoltória (amortecimento) permanece a mesma • ▪ Horizontalmente (parte imaginária constante) → Resposta amortece mais rapidamente, enquanto a frequência permanece a mesma • ▪ Radialmente (fator de amortecimento constante) → Mais rápida será a resposta,porém a ultrapassagem percentual permanece a mesma • ▪ Não entendi como foi deduzida a função de transferência do exemplo 4.7 • Resposta do sistema com polos adicionais ◦ Caso sistema possua dois polos ou possua zeros não sera possível utilizar as expressões apresentadas anteriormente para especificar o desempenho ◦ Possível, sob certas condições, fazer aproximações para um sistema de 2ª ordem com 2 polos complexos dominantes ▪ Polos dominantes → polos do sistema de 2ª ordem ▪ Polos não dominantes → polo da resposta adicional ◦ Oque 1 polo adicional altera na resposta? ▪ Caso 1: polo adicionado esta próximo aos polos complexos (αr não muito maior que ζωn) • • Não pode ser aproximado por um sistema de segunda ordem, pois, curva de decaimento influencia bastante na resposta ▪ Caso 2: polo adicionado esta distante aos polos complexos • • Curva de decaimento influencia pouco na resposta ▪ Caso 3: polo adicionado esta muito distante aos polos complexos • • Curva de decaimento não influencia na resposta ◦ Questão normalmente pedida → em que distancia dos polos complexos esta curva de decaimento para de influenciar na resposta? ▪ Se o polo real for 5 vezes mais afastado para a esquerda do que os polos dominantes • Resposta do sistema com zeros ◦ Zero altera a amplitude (resíduo) de uma componente da resposta ◦ Quanto mais perto dos polos dominantes, maior a amplitude da resposta ◦ Exemplo de adição de zero em um sistema com dois polos localizados em (–1 ± j2,828) ▪ ◦ Zero se comporta como um fator de ganho ◦ Quanto maior o valor de a, mais as componentes do sistema de 2ª ordem influenciam na resposta (maior amplitude) ◦ Sistema de fase não mínima → resposta começa indo no sentido negativo, embora o valor final seja positivo ▪ ▪ Ex: avião que quando ordenado ir para esquerda, ir para a direita ◦ Transformada de Laplace da resposta caso adicionado um zero a FT ◦ Cancelamento de polos com zeros ▪ Utiliza-se para fazer aproximação de sistema com zeros para um sistema de segunda ordem ▪ Sempre deverá ser feito com o polo mais próximo do zero ▪ Pode-se fazer o cancelamento após fazer seguintes passos: • Realizar a expansão em frações parciais da resposta de saída • Avaliar se o numerador (resíduo) da fração parcial do polo qual sera cancelado com o zero apresenta pelo menos uma ordem de grandeza menor que o numerador com valor mais próximo ◦ Se sim → Pode ser feito o cancelamento ◦ Se não → Não é possível fazer o cancelamento e portanto não é possível fazer a aproximação do sistema Acaba no capitulo 4.8 ----------------------------\\-------------------------------------------\\--------------------------------------\\------ Capítulo 5 – Redução de subsistemas multiplos • Diagrama de blocos ◦ Subsistema é representado como um bloco ▪ Apresenta entrada, saída e FT ◦ Um diagrama de blocos perde as entradas e saídas tidas em meio aos blocos, apresentando assim apenas a entrada inicial e saída finalidade ◦ Ponto de ramificação (aquisição) → distribui o sinal de entrada, R(s), inalterado, para vários pontos de saída ▪ ◦ Ponto (junção) de soma → onde se tem inúmeras entradas e inúmeras saídas ▪ ▪ Normalmente → 2 a 3 entradas para 1 saída ▪ Tomar cuidado com sinais representados no ponto de soma (saída deve se ter os mesmos) ▪ Quando apresentadas consecutivamente uma atrás da outra, podem ser juntadas em apenas um único ponto de soma ◦ Forma em cascata ▪ ▪ Saída de um deve ser a entrada de outro ▪ Sem pontos de derivação ou soma ▪ Diagrama de blocos é obtido pelo produto dos blocos • • Válido caso não ocorra uma alteração na saída ◦ Forma em paralelo ▪ ▪ Possuem uma entrada em comum ▪ Saída é obtida pela soma dos blocos presentes na associação • ◦ Forma com realimentação ▪ ▪ O que mais vamos utilizar ▪ Transdutor → bloco/sistema que recebe uma informação e sai um comando ▪ Função de transferência equivalente (malha fechada) • ◦ G(s)H(s) → Função de transferência em malha aberta ou ganho de malha ◦ Lembrar que sinal da entrada da realimentação na junção deve ser escrita com sinal trocado na equação ▪ Quando apresentado varias realimentações → Juntar utilizando o principio da forma em paralelo em uma só ◦ Movendo Blocos para Criar Formas Familiares ▪ Funções de transferência movidas para a esquerda ou para a direita passando uma junção de soma • ▪ Funções de transferência movimentadas para a esquerda ou para a direita passando um ponto de ramificação • • Análise e Projeto de Sistemas com Realimentação ◦ Sempre que o sistema apresentar uma realimentação unitária, sua função de transferência completa sera dada pelo bloco multiplicado por (1/numerador do bloco), chamado fator de ganho ◦ • Diagramas de Fluxo de Sinal ◦ Ramos → representam sistemas ◦ Nós → representam sinais ◦ ▪ V(s) = R1(s)G1(s) − R2(s)G2(s) + R3(s)G3(s) ▪ C2(s) = V(s)G5(s) = R1(s)G1(s)G5(s) − R2(s)G2(s)G5(s) + R3(s)G3(s)G5(s) ◦ Forma em cascata, paralelo e com realimentação ▪ • Obs: Realimentação deve ser denotada com o sinal inverso ◦ Pois é um ramo H(s), seguido de um nó V(s) e outro ramo unitário inverso (-1) • Obs2: Ponto de junção → Ramo unitário positivo (1) • Regra de Mason ◦ Redução do diagrama de fluxo de sinal a uma única função de transferência a partir da aplicação de uma fórmula ◦ Ganho do caminho à frente → Produto dos ganhos encontrados ao se percorrer um caminho, no sentido do fluxo do sinal, a partir do nó de entrada até o nó de saída do diagrama de fluxo de sinal ◦ Laços que não se tocam → Laços que não possuem nenhum nó em comum ◦ Ganho de laços que não se tocam → Produto dos ganhos de laço, dos laços que não se tocam tomados dois a dois, três a três, quatro a quatro, e assim por diante, de cada vez ◦ Regra de Mason ▪ • k → número de caminhos à frente • Tk → ganho do k-ésimo caminho à frente • Δ → 1 − Σ ganhos de laço + Σ ganhos de laços que não se tocam tomados dois a dois de cada vez – Σ ganhos de laços que não se tocam tomados três a três de cada vez + Σ ganhos de laços que não se tocam tomados quatro a quatro de cada vez – […] • Δk → Δ − Σ termos de ganhos de laços em Δ que tocam o k-ésimo caminho à frente. Em outras palavras, Δk é formado eliminando-se de Δ os ganhos de laço que tocam o k-ésimo caminho à frente ---------------------//------------------------------//------------------------------//------------------------------//-- Capítulo 6 – Estabilidade • Introdução ◦ Para sistemas lineares invariantes no tempo ▪ Quanto a resposta natural • Estável → resposta natural tende a zero à medida que o tempo tende a infinito • Instável → resposta natural aumenta sem limites à medida que o tempo tende a infinito • Marginalmente estável → resposta natural não decai nem aumenta, mas permanece constante ou oscila à medida que o tempo tende a infinito • Sistema é estável para algumas entradas limitadas e instável para outras ▪ Quanto a resposta total • Estável → toda entrada limitada gera uma saída limitada • Instável → alguma entrada limitada gera uma saída ilimitada ◦ Métodos para determinar a estabilidade ▪ Sistemas estáveis → possuem funções de transferência em malha fechada com polos apenas no semiplano da esquerda (parte real negativa) • ▪ Sistemas instáveis → possuem funções de transferência em malha fechada com pelo menos um polo no semiplano da direita (parte real positiva) e/ou polos com multiplicidade maior que 1 no eixo imaginário • ▪ Sistemas marginalmente estáveis → possuem funções de transferência em malha fechada apenas com polos no eixo imaginário com multiplicidade 1 e polos no semiplano da esquerda ▪ Se potências de s estiverem faltando no denominador da função de transferência, o sistema é instável ou, na melhor das hipóteses, marginalmente estável • Critério de Routh-Hurwitz ◦ Diz quantos polos do sistema em malha fechada estão no semiplano da esquerda, no semiplano da direita e sobre o eixo jω ◦ Construindo uma Tabela de Routh Básica ▪ É necessário ter todas as potencias etodos os coeficientes • Se coeficiente estiver faltando uma potencia → há dois coeficientes à direita ▪ Equação característica deve estar na forma mínima Exemplo para 4 coeficientes ◦ Interpretando a Tabela Básica de Routh ▪ Número de raízes do polinômio que estão no semiplano direito é igual ao número de mudanças de sinal na primeira coluna • É estável se não apresentar trocas de sinais na primeira coluna • Critério de Routh-Hurwitz: Casos Especiais ◦ Zero Apenas na Primeira Coluna ▪ Zero aparece em algum primeiro elemento de uma linha ▪ Deve se admitir 0 sendo épsilon • Deve-se admitir um valor pequeno para épsilon (tendendo a 0 pelo lado positivo ou negativo) ▪ Admiti-lo como sendo um valor pequeno (tendendo a 0) negativo e positivo ▪ Se aparecer trocas de sinais → instável ◦ Uma Linha Inteira de Zeros ▪ Criar um polinômio auxiliar formado pela linha de cima (potencias do s devem ir pulando pelos pares) → derivar este em relação a s (polinômio par) → substituir na linha completa de zeros pelos coeficientes do polinômeio derivado ▪ Caso linha de zeros aparecer → Haverá polinômio par (polos simetricos sobre 2 ou 4 quadrantes) • ▪ Raízes sobre o eixo imaginário (jω) só são possíveis caso apareça linha de zeros ▪ A partir da linha acima da linha de zeros até a ultima é teste do polinômio par • Polinômio par deve ter o mesmo número de raízes no semiplano da esquerda e no semiplano da direita • Contabilizado as raízes nos semiplanos da direita e da esquerda, sabemos que as demais raízes devem estar sobre o eixo jω ◦ Caso não apresente troca de sinais → todos os polos estão sob o eixo imaginário (jω) • Critério de Routh-Hurwitz: Exemplos Adicionais • Estabilidade no Espaço de Estados -------------------//--------------------------//---------------------------//--------------------------//--------------- Capítulo 7 – Erros em regime permanente • Introdução ◦ relacionado ao regime estacionário (sempre) ▪ Iremos tentar controlar estes erros ◦ Erro quando é regime estacionário → é a diferença entre a entrada e a saida ◦ Definição e entradas de teste ▪ 3 tipos → degrau, rampa e parábola ◦ ◦ ◦ Aplicação a sistemas estaveis ▪ Nosso estudo não abordará sistemas instaveis ▪ Na entrada em degrau → pode apresentar erro nulo (impossível) ou finito ▪ Na entrada em rampa → pode apresentar erro nulo (impossível), finito e infinito (quando a inclinação da curva de saída for diferente da curva de entrada) ◦ Calculando erros em regime permanente ▪ ▪ ◦ Fontes de erro em regime permanente ▪ Normalmente provenientes de engrenagens • Engenagens devem apresentar folgas minimas, e conforme o tempo passa, vao se acentuando, fazneod com que devam passar por reajustes (calibragem) • Outra fonte de erro é a calibragem inadequada • Outra fonte de erro é a não-linearidade (porem não sera estudada aqui) ▪ Quanto maior o fator de ganho (K), menor o erro • Erro em Regime Permanente para Sistemas com Realimentação Unitária ◦ Erro em Regime Permanente em Função de T(s) (malha fechada) ▪ Pelo teorema → e(inf.) = lims→0sR(s)[1-T(s)] • Aplicado a sistemas estáveis • Caso apresente polo no semiplano da direita ou sobre o eixo imaginario (instavela), não é valido • Observar que primeiro s normalmente é cortado com o s presente em R(s) ◦ Erro em Regime Permanente em Função de G(s) (malha aberta) ▪ Tem-se um maior controle sobre a sensibilidade ▪ Deve-se verificar a estabilidade, e se for estavel, aplicar a equação acima Para entrada R em degrau unitario (1/s) Para erro tender a 0, limite de G deve tender ao infinito Para entrada em rampa Para entrada parabólica • Constante de Erro Estático e Tipo do Sistema ◦ Constantes de Erro Estático ▪ Sistemas (fabricantes) utilizam as seguintes nomenclaturas para informar as constantes, utilizadas nos calculos de erro ▪ Para diminuir o erro aumenta-se as constantes ◦ Tipo do Sistema ▪ Se n = 0 → tipo 0 ▪ Se n = 1 → tipo 1 ▪ Se n = 2 → tipo 2 • Especificações de Erro em Regime Permanente • Erro em Regime Permanente para Perturbações ◦ Utiliza-se perturbações para compensar entradas indesejáveis Erro proveniente da entrada Erro proveniente da perturbação Quando a realimentação apresenta forma de degrau-unitário • Erro em Regime Permanente para Sistema com Realimentação Não Unitária ◦ Erro não é a diferença entre a entrada e a saída ◦ Sinal de atuação [Ea(s)] → Sinal de saída da junção de soma ◦ Quando a realimentação apresenta função ▪ Ex → ◦ Deve ser realizado processo para unir bloco da FT com realimentação não unitária (dado pela figura [b]), resultando em um diagrama com bloco de FT com realimentação unitária (figura [e]) ◦ Para sistemas com perturbação ▪ Ex → ▪ Erro em regime permanente • • Para entrada e perturbação sendo degrau unitário [R(s) = D(s) = 1/s] ◦ ▪ Quando é apresentado erro nulo, significa que • ◦ Sinal de atuação em regime permanente para sistema com realimentação não unitária ▪ É a diferença em regime permanente entre sinais na junção de soma ▪ • • Sensibilidade ◦ Grau segundo o qual variações nos parâmetros do sistema afetam as funções de transferência de um sistema e consequentemente o desempenho ◦ Sensibilidade igual a 0 ▪ Variações nos parâmetros do sistema não tem efeito sobre a função de transferência ▪ Não existe (representa condição ideal) ◦ Realimentação → confere sensibilidade reduzida a variações de parâmetros ◦ Quanto menor a sensibilidade → Mais caro o equipamento (maior possibilidade de variação dos parâmetros) ▪ Exemplo ar condicionado podendo operar em maior variação de voltagem ◦ ▪ S → sensibilidade ▪ F → função ▪ P → Parâmetro que esta utilizando -------------//----------------------//------------------------//------------------------//-----------------------//------ Capítulo 8 – Técnicas do lugar geométrico das raízes • Introdução ◦ Representação gráfica utilizada para descrever qualitativamente o desempenho de um sistema (em malha fechada) à medida que diversos parâmetros são alterados ◦ Com esta técnica gráfica podemos saber se o sistema é estável ◦ Fornece: resposta transiente, estabilidade do sistema, faixa de valores de estabilidade e instabilidade, e fatores que causam oscilações (perturbações, etc) ◦ O Problema do Sistema de Controle ▪ Quando é malha aberta → Facilmente identificado por inspeção e não varia com as mudanças de ganho (K) ▪ Malha fechada → mais difícil de determinar a FT e polos variam com alterações no ganho do sistema (K) N e D são respectivamente numerador e denominador de G e H Numerador → Zero Denominador → Polo • Zeros de T(s) → consistem nos zeros de G(s) e nos polos de H(s) • Polos de T(s) → Não são conhecidos imediatamente (necessário fatorar) e são alterados com K ◦ Resposta transitória e a estabilidade do sistema dependem deste dado ▪ Lugar geométrico das raízes será utilizado para nos dar uma representação vívida dos polos de T(s) à medida que K varia ◦ Representação Vetorial de Números Complexos ▪ Números complexos (σ + jω) podem ser descrito graficamente por um vetor • ◦ Obs: Atentar-se que o ângulo (θ) está iniciado no eixo real positivo ▪ Números complexos (σ + jω) também podem ser descritos na forma polar com magnitude M e ângulo θ, como [M θ] ∠ ▪ (s + a) é um número complexo e pode ser representado por um vetor traçado a partir do zero da função até o ponto s • Ex: (s + 7)|s→5+j2 ◦ ▪ Magnitude (M) de F(s) em qualquer ponto (s) • ◦ m → número de zeros ◦ n → número de polos ◦ |(s + zi)| → Distância até um zero ▪ Magnitude do vetor traçado a partir do zero de F(s) em –zi até o ponto s ◦ |(s + pj)| → Distância até um polo ▪ Magnitude do vetor traçado a partir do polo de F(s) em –pj até o ponto s ▪ Ângulo/argumento (θ) de F(s) em qualquer ponto (s) • ◦ Ângulo até um zero → Medido a partir da extensão positiva do eixo real, do vetor traçado do zero de F(s) em –zi até o ponto (s) ◦ Ângulo até um polo → Medido a partir da extensão positiva do eixo real, do vetor traçadodo polo de F(s) em –pi até o ponto (s) ▪ Com estas equações dadas na representação vetorial podemos gerar o lugar geométrico das raízes • Definindo o Lugar Geométrico das Raízes ◦ Lugar Geométrico das Raízes → representação dos caminhos dos polos em malha fechada à medida que o ganho (K) é variado ◦ Demonstra variações na resposta transitória à medida que o ganho (K) varia ◦ ▪ Neste exemplo, • K 25 → Polos com parte real e imaginária (sistema subamortecido) ◦ Discussão será limitada a ganho positivo (K ≥ 0) • Propriedades do Lugar Geométrico das Raízes ◦ Objetivo → Fazer um esboço rápido do lugar geométrico das raízes para sistemas de ordem elevada sem ter que fatorar o denominador da função de transferência em malha fechada ◦ Função de transferência em malha fechada para o sistema ▪ ◦ Polo (s) existe quando o polinômio característico no denominador se anula ▪ ◦ Valor de s é um polo para algum valor de ganho (K) em malha fechada se: ▪ ▪ • Ângulos dos zeros menos os ângulos dos polos, direcionados para o ponto analisado, devem ser iguais a um múltiplo ímpar de 180° ◦ Valor específico do ganho (K) que resulta o ponto s como polo (caso ângulo do número complexo for um múltiplo ímpar de 180°) ▪ • Esboçando o Lugar Geométrico das Raízes ◦ Regras a seguir nos permitem esboçar o lugar geométrico das raízes utilizando um mínimo de cálculos ▪ Número de ramos → O número de ramos do lugar geométrico das raízes é igual ao número de polos em malha fechada • Ramo → caminho que um polo percorre à medida que o ganho é variado (um ramo para cada polo em malha fechada) ▪ Simetria → O lugar geométrico das raízes é simétrico em relação ao eixo real • Polos complexos em malha fechada ocorrem em pares conjugados ▪ Segmentos do eixo real → No eixo real, para [K>0], o lugar geométrico das raízes existe à esquerda de um número ímpar de polos e/ou zeros finitos em malha aberta sobre o eixo real ▪ Pontos de início e de término → O lugar geométrico das raízes se inicia nos polos finitos e infinitos de G(s)H(s) e termina nos zeros finitos e infinitos de G(s)H(s) • Obs: Lembre-se de que esses polos e zeros são os polos e zeros em malha aberta • Ex: ◦ ▪ Lugar geométrico das raízes se inicia nos polos em –1 e –2 e termina nos zeros em –3 e – 4 • Polos saem de –1 e –2 e se movem ao longo do trecho de eixo real entre eles • Se encontram em algum lugar entre os dois polos e saem para o plano complexo, se movendo como complexos conjugados • Retornam ao eixo real em algum lugar entre os zeros em –3 e –4, e terminam respectivamente nos dois zeros do sistema em malha aberta em –3 e – 4 ▪ Comportamento no infinito • Toda função de s possui um número igual de polos e zeros se incluirmos os polos e os zeros infinitos ◦ Ex: Caso FT em malha aberta apresente 3 polos e nenhum zero, haverá 3 zeros no infinito • O lugar geométrico das raízes tende a retas assintóticas quando o lugar geométrico tende a infinito. Além disso, a equação das assíntotas é dada pela interseção com o eixo real (σa) e o ângulo (θa), como se segue: ◦ ▪ # → “quantidade de” ◦ ▪ k = 0, +1, +2, +3 ▪ Ângulo expresso em radianos em relação à extensão positiva do eixo real • Refinando o Esboço ◦ Objetivo → Cálculos necessários para obter pontos específicos do lugar geométrico das raízes ◦ Pontos de Saída e de Entrada sobre o Eixo Real ▪ • Ponto de saída (σ1) → Ponto em que o lugar geométrico deixa o eixo real • Ponto de entrada (σ2) → Ponto em que o lugar geométrico retorna ao eixo real ▪ Ganho (K) deve ser máximo sobre o eixo real entre os 2 polos no ponto onde ocorre a saída • Ganho aumenta além desse valor quando os polos se movem para o plano complexo ▪ Ganho (K) no ponto de entrada é o ganho mínimo encontrado sobre o eixo real entre os dois zeros ▪ Como encontrar o ganho (K) e pontos de entrada e saída • Primeiro método (Via derivação) ◦ → dará a curva de K versus σ ◦ Devemos então derivar K (equação acima) em relação a σ, e igualar a função à 0 • Segundo método (método de transição) ◦ Pontos de saída e de entrada satisfazem à relação ▪ • zi → negativos (inversos) dos valores dos zeros • pi → negativos (inversos) dos valores dos polos ◦ Os Cruzamentos do Eixo jω ▪ Objetivo → Determinar os cruzamentos do eixo imaginário ▪ Cruzamento do eixo jω é um ponto do lugar geométrico das raízes que separa a operação estável do sistema da operação instável ▪ Valor de ω no cruzamento do eixo fornece a frequência de oscilação ▪ Utilizar o critério de Routh-Hurwitz como se segue: • Descobrir a FT em malha fechada [T(s)] e fazer a tabela de Routh com esta • Forçando uma linha de zeros na tabela de Routh obtém-se o ganho • Retornando uma linha para a equação do polinômio par e resolvendo para as raízes obtém-se a frequência no cruzamento do eixo imaginário • Ex: ◦ Para valores positivos do ganho somente a linha s1 pode resultar em uma linha de zeros ◦ → ◦ Formando o polinômio par utilizando a linha s2 com K=9,65 ◦ → s = ±j1,59 ◦ Lugar geométrico das raízes cruza o eixo jω em ±j1,59, com um ganho de 9,65 ◦ Concluímos que o sistema é estável para 0≤K≤9,65 ◦ Ângulos de Partida e de Chegada ▪ Soma dos ângulos traçados a partir de todos os polos e zeros finitos até este ponto é um múltiplo ímpar de 180° ▪ Passo a passo: • Traçar retas dos polos e zeros até o polo ou zero que deseja encontrar o ângulo de saída ou chegada • [somatório de ângulos dos zeros] - [somatório de ângulos dos polos] = 180° ◦ Incluir na conta á variável que deseja encontrar (ângulo de entrada ou saída) ◦ Traçando e Calibrando o Lugar Geométrico das Raízes ▪ Objetivo → Localizar com exatidão pontos sobre o lugar geométrico das raízes, bem como determinar seus ganhos associados ▪ Para localizar com exatidão pontos sobre o LGR • Procurar ao longo de uma reta dada pelo ponto que resulta em uma soma de ângulos ([ângulos dos zeros] - [ângulos dos polos]) igual a um múltiplo ímpar de 180° ▪ Para determinar seus ganhos associados • [Produto das distâncias dos polos até o ponto] / [produto das distâncias dos zeros até o ponto] • Projeto da Resposta Transitória através do Ajuste de Ganho ◦ Condições que justificam uma aproximação de segunda ordem ▪ Polos de ordem superior estão muito mais afastados no semiplano esquerdo do plano s que o par de polos de segunda ordem dominante (fator de cinco vezes mais afastado) ▪ Zeros em malha fechada próximos do par de polos de segunda ordem em malha fechada são aproximadamente cancelados pela estreita proximidade de polos de ordem superior ▪ Zeros em malha fechada não cancelados pela estreita proximidade de polos de ordem superior em malha fechada estão muito afastados do par de polos de segunda ordem em malha fechada ◦ Procedimento de projeto para sistemas de ordem mais elevada ▪ Esboce o lugar geométrico das raízes para o sistema dado ▪ Admita que o sistema seja de segunda ordem sem zeros e determine o ganho para atender à especificação de resposta transitória ▪ Justifique sua hipótese de segunda ordem a partir das condições apresentadas anteriormente ▪ Se as hipóteses não puderem ser justificadas, sua solução terá que ser simulada • Lugar Geométrico das Raízes Generalizado ◦ ◦ Objetivo → obter um lugar geométrico das raízes para variações do valor de p1 ◦ Devemos, por artifícios matemáticos, colocar p1 como um fator multiplicativo da função, como o ganho K foi em todos os problemas anteriores ◦ Passo a passo: ▪ Determinar a FT em malha fechada ▪ Isolar p1 • No exemplo → ▪ Converter o denominador para a forma [1 + p1G(s)H(s)] • Dividir o numerador e o denominador pelo termo não incluído com p1, (No caso do exemplo: [s2+2s+10]) ▪ Conceitualmente implica que temos um sistema para o qual o termo [KG(s)H(s)] é igual ao termo resultante do denominador (tirando o 1) que é equivalente a [p1G(s)H(s)] • Portandop1 é equivalente a K • No exemplo → ▪ O lugar geométrico das raízes pode agora ser esboçado como uma função de p1, admitindo o sistema em malha aberta • Lugar Geométrico das Raízes para Sistemas com Realimentação Positiva ◦ FT em malha fechada dada por: ▪ ◦ Critério de existência do polo ▪ ◦ Regras para esboçar o lugar geométrico das raízes ▪ Número de ramos → Segue igual ▪ Simetria → Segue igual ▪ Segmentos do eixo real → No eixo real, o lugar geométrico das raízes para sistemas com realimentação positiva existe à esquerda de um número par de polos e/ou zeros finitos em malha aberta sobre o eixo real ▪ Pontos de início e de término → Segue igual ▪ Comportamento no infinito → Segue igual, porém equação para ângulo com o eixo real (θa) é alterada • ◦ Para cruzamento do eixo imaginário (jω) ▪ Em uma busca sobre o eixo jω você estará procurando pelo ponto onde os ângulos totalizam um múltiplo de 360° ao invés de um múltiplo ímpar de 180° • Sensibilidade do Polo ◦ Objetivo → Descobrir em que extensão variações nos valores de um parâmetro afetam o desempenho de nosso sistema ◦ Atrelado ao fator de ganho (K) ▪ K → Altera posição dos polos ▪ LGR mostra uma relação não-linear entre ganho e localização dos polos • Alta sensibilidade → pequenas alterações em K gera grande mudança nas localizações dos polos • Baixa sensibilidade → grandes alterações em K gera pequenas mudanças nas localizações dos polos (preferimos este) ◦ ▪ Sensibilidade é a variação do polo em relação ao ganho ▪ s → posição atual do polo ▪ K → ganho atual ▪ Passo a passo: • Derivar equação característica (denominador) da FT em malha fechada ◦ Ex: → s2+10s+K=0 → → • Aplicar equação encontrada a equação da sensibilidade ◦ ▪ Δs → alteração na posição do polo ▪ ΔK/K → variação relativa no ganho K ▪ Resultado representa a movimentação dos polos • ------------//---------------------//---------------------------//---------------------//--------------------//----------- Capítulo 10 – Técnicas de resposta em frequência • Introdução ◦ Apresenta vantagens em relação com a técnica LGR nas seguintes situações: ▪ Funções de transferência modeladas a partir de dados físicos ▪ Compensadores de avanço de fase projetados para atender a um requisito de erro em regime permanente e a um requisito de resposta transitória ▪ Estudo focado em estabilidade de sistemas não lineares ▪ Solução de ambiguidades quando um lugar geométrico das raízes é esboçado ◦ O Conceito de Resposta em Frequência ▪ Objetivo principal → determinar a estabilidade, resposta transitória e o erro em regime permanente de sistemas não-lineares • Assim não é necessário o LGR ▪ RDF → resposta no domínio da frequência ▪ No regime permanente entradas senoidais aplicadas a sistemas lineares geram respostas senoidais de mesma frequência. Embora essas respostas tenham a mesma frequência das entradas, elas diferem em amplitude e em fase. Essas diferenças são funções da frequência. ▪ ▪ Magnitude da resposta em frequência • Amplitude • ▪ Fase da resposta em frequência • Ângulo de fase • ▪ Resposta em frequência • ▪ Se aplicam apenas à resposta senoidal em regime permanente do sistema ◦ Expressões Analíticas para a Resposta em Frequência ▪ Resposta em frequência de um sistema cuja função de transferência é G(s) • ◦ Representando Graficamente a Resposta em Frequência ▪ Não ira cair gráfico polar na P2 (apenas no exame) ▪ Curva de magnitude → decibéis (dB = 20log M) em função de log da frequência (log ω) ▪ curva de fase → ângulo de fase em função de log da frequência (log ω) ▪ Magnitude da resposta em uma frequência específica • Produto dos comprimentos dos vetores a partir dos zeros de G(s) dividido pelo produto dos comprimentos dos vetores a partir dos polos de G(s) traçados até pontos sobre o eixo imaginário ▪ Fase da resposta em uma frequência específica • Soma dos ângulos a partir dos zeros de G(s) menos a soma dos ângulos a partir dos polos de G(s) traçados até pontos sobre o eixo imaginário ▪ Passo a passo: • Substitua s=jω na função do sistema G(s) → Gerando G(jω) • Magnitude da resposta em frequência → • Fase da resposta em frequência → • Esboce o gráfico de magnitude e fase separados colocando os valores da frequência (ω) na equação ◦ Ex → Magnitude de [20log(1/√ (ω2+4))] e fase de [ɸ(ω)=−tan−1(ω/2)] ◦ • Aproximações Assintóticas: Diagramas de Bode ◦ Diagrama de bode → curvas de logaritmo da magnitude e de fase da resposta em frequência em função de log ω ◦ Para a resposta da fase → [somatório das curvas da fase dos termos relativos aos zeros] - [somatório das curvas da fase dos termos relativos aos polos] ◦ a → ponto de interesse (pode ser um polo ou zero) ◦ Diagramas de Bode para G(s) = (s + a) ▪ Normalizar → Função deve estar em relação a variável que deseja ▪ Para baixas frequências (0,01a ≤ ω ≤ a), quando ω tende a zero • • Magnitude [dB] → 20log(M) = 20log(a) ◦ Portanto sera aplicado 20log(a) ▪ Praticamente uma constante ▪ Para altas frequências (ω >> a) • • Magnitude [dB] → 20 log (M) = 20log (ω) ◦ Em que, [a◦ Dedução do Critério de Nyquist ▪ ▪ Mapeamento → substtituir numero complexo “s” em uma função F(s), tem- se como resultado outro numero complexo (ponto) • Ponto é mapeado por outro ponto quando jogado na função ▪ Como seria mapear contornos? • • Exemplos de contornos com F(s) simples ◦ inserir figura 10.22 ◦ R = produto dos vetores referentes aos zeros (modulo da distancia dos polos até o ponto Q) / produto dos vetores referentes aos zeros (modulo da distancia dos zeros até o ponto Q) ▪ R → magnitude resultante ◦ Se polo ou zero estiverem no eixo real, raio R sairá da origem (0,0) ◦ Se zero estiver dentro do contorno, contorno englobara o vetor R pós função ◦ ▪ Z → numero de polos em malha fechada ▪ P → numero de polos em malha aberta ▪ N → numero de rotações no sentido anti-horário em torno de -1 do mapeamento ◦ Aplicando o Critério de Nyquist para Determinar a Estabilidade ▪ Serve para estudo da estabilidade absoluta e relativa ▪ S vira jw (frequencia) e com este definimos o módulo versus o ângulo de fase • Esboçando o Diagrama de Nyquist ◦ variando a frequencia de 0 a infinito obtemos contornos ◦ Angulo de fase (contraqrio do que aprendemos normalmente) ▪ Positivo → anti horario ▪ Negativo → horario • Estabilidade via Diagrama de Nyquist ◦ Estabilidade via Mapeamento Apenas do Eixo jω Positivo • Margem de Ganho e Margem de Fase via Diagrama de Nyquist • Estabilidade, Margem de Ganho e Margem de Fase via Diagramas de Bode ◦ Determinando a Estabilidade ◦ Calculando Margens de Ganho e de Fase • Relação entre a Resposta Transitória em Malha Fechada e a Resposta em Frequência em Malha Fechada ◦ Fator de Amortecimento e Resposta em Frequência em Malha Fechada -------------//-----------------------//-------------------------//---------------------------//---------------------//--- Capítulo 13 – Sistema de controle digital • Introdução ◦ Objetivo → Análise e o projeto de estabilidade, erro em regime permanente e resposta transitória para sistemas controlados por computador. ◦ Computador digital pode executar duas funções ▪ Supervisão → externa à malha de realimentação • Ex: escalonamento de tarefas, monitoramento de parâmetros e variáveis com relação a valores fora de faixa, ou inicialização do desligamento de segurança ▪ Controle → interno à malha de realimentação • Principal interesse • Ex: compensações com avanço e com atraso de fase ◦ Vantagens dos Computadores Digitais ▪ custo reduzido, flexibilidade na resposta a alterações de projeto e imunidade a ruído ▪ diagrama de blocos mostrando o posicionamento do computador digital dentro da malha (antes da planta para produzir o sinal) e mostrando o posicionamento de conversores A/D e D/A • ◦ Conversor analógico-digital (A/D) → converte sinais analógicos em sinais digitais ◦ conversor digital-analógico (D/A) → converte sinais digitais em sinais analógicos ◦ Conversão Digital-Analógica ▪ Simples e realizada instantaneamente ▪ Tensões adequadamente ponderadas são somadas para resultar na saída analógica ▪ • Ex → Se o número binário é 1102 as chaves do centro e inferior estão ligadas, e a saída analógica é 6 volts ◦ Conversão Analógica-Digital ▪ Processo de dois passos, e não instantânea ▪ Taxa de amostragem de Nyquist → taxa de amostragem deve ser pelo menos o dobro da faixa de passagem do sinal, caso contrário, haverá distorção ▪ • (a) → Sinal analógico • (b) → Sinal analógico amostrado em intervalos periódicos e mantido durante o intervalo de amostragem por um dispositivo chamado de amostrador e segurador de ordem zero ◦ Amostrador e segurador de ordem zero → produz uma aproximação em degraus do sinal analógico ◦ Erro de quantização → Haverá um erro associado para cada valor analógico digitalizado, exceto para as tensões nos limites (M/8 e 2M/8) ▪ Para qualquer sistema utilizando arredondamento, o erro de quantização será (1/2) • (c) → Conversor analógico-digital converte a amostrada em um número digital ▪ Diferença entre níveis de quantização é [M/2n] volts • n → número de bits binários utilizados para a conversão analógica-digital • Modelando o Computador Digital ◦ Objetivo → obter uma representação matemática do processo do amostrador e segurador ◦ Modelando o Amostrador ▪ Objetivo → deduzir um modelo matemático para o computador digital representado por um amostrador e segurador de ordem zero ▪ Transformada de Laplace → substituída por outra transformada relacionada, chamada de transformada z ▪ • Produto da forma de onda no domínio do tempo com a forma de onda de amostragem ▪ Resultado da amostragem com pulsos retangulares de um amostrador ideal [f*(t)] que não é dependente das características da forma de onda de amostragem (Tw) • • → Falta um [=] entre f*(t) e Σ ◦ δ(t − kT) → funções delta de Dirac ▪ Resultado da amostragem com pulsos retangulares de um amostrador [f*Tw(t)] que é dependente das características da forma de onda de amostragem (Tw) • ◦ Depois de Tw ainda tem o segurador que não foi representado • ◦ Modelando o Segurador de Ordem Zero ▪ Função → Manter o último valor amostrado de f(t) ▪ Saída do segurador é uma sequência de funções degrau cuja amplitude é f(t) no instante de amostragem, ou f(kT) ▪ Função de transferência do segurador de ordem zero • ◦ T → tempo final • A Transformada z ◦ Estabilidade e a resposta transitória de sistemas com dados amostrados dependem da taxa de amostragem ◦ Objetivo → desenvolver uma transformada que contém a informação da amostragem a partir da qual sistemas com dados amostrados podem ser modelados com funções de transferência, analisados e projetados com a facilidade e com a compreensão que desfrutamos com a transformada de Laplace ◦ Definição da Transformada z ◦ ▪ Onde → ▪ Onde → z = eTs ▪ Para uma rampa unitária → f(kT)=kT ▪ Qualquer função de s, F*(s), que representa uma forma de onda amostrada no tempo pode ser transformada em uma função de z, F(z) ▪ Tabela parcial de transformadas z e s (F → f) ▪ Teoremas de transformada z (f → F) ▪ ▪ Para funções que não estão na tabela → realizar um cálculo da transformada z inversa semelhante ao da transformada inversa de Laplace através de expansão em frações parciais ◦ A Transformada z Inversa ▪ Fornecerá apenas os valores da função do tempo nos instantes de amostragem ▪ Via Expansão em Frações Parciais • Funções exponenciais do tempo amostradas estão relacionadas com suas transformadas z da seguinte forma: ◦ • Expansão em frações parciais deve ter a seguinte forma: ◦ • Passo a passo: ◦ Caso a função apresente z no numerador → Dividir a função por z ◦ Realizar expansão em frações parciais ◦ Caso a função apresente z no numerador → Multiplicar a função expandida por z (para voltar a forma original) ◦ Utilizar a tabela para obter a transformada z inversa de cada fração parcial ▪ Ex: → ◦ Para obter a função do tempo amostrada ideal → aplicar f(kT) na equação da função ▪ Via Método da Série de Potências • Não produz expressões na forma fechada para f(kT)