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Roteiro Anatomia

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Músculos supra-hióideos (também atuam na movimentação da ATM)
	Digástrico ventre anterior
	Digástrico ventre posterior
	Estilo-hióideo (visível em poucas peças)
	Milo-hióideo
	Gênio-hiódeo
AULA 5
Cavidade bucal, língua e glândulas salivares
Cavidade bucal
	Ângulo da boca
	Rima da boca
	Zona do vermelhão
	Filtro
	Sulco nasolabial
	Sulco labiomentoniano
	Fórnice do vestíbulo
	Mucosa alveolar
	Gengiva
	Junção mucogengival
	Freio labial superior e inferior
	Freio lateral
	Papilas interdentais
	Istmo das fauces
	Rafe palatina
	Papila incisiva
	Pregas palatinas transversas
	Papila retromolar
	Prega pterigomandibular
	Arco palatoglosso
	Tonsila palatina
	Toro palatino
	Arco palatofaríngeo
	Úvula
	Frênulo da língua
	Sulco sublingual
	Veia sublingual
	Carúncula sublingual
	Toro mandibular
	Prega franjada
	Prega sublingual
Músculos da língua e do palato (poucos são visíveis nas peças)
	Longitudinal superior
	Genioglosso (visível nas peças)
	Hiologlosso
	Estiloglosso	
	Palatoglosso
	Palatofaríngeo
	Tensor do véu palatino
	Levantador do véu palatino	
	Músculo da úvula (verificar se é visível nas peças)
Língua
	Dorso
	Margens
	Face inferior
	Ápice
	Sulco terminal
	Forame cego
	Papilas circunvaladas
	Papilas fungiformes
	Papilas filiformes
	Papilas folhadas
	Tonsila lingual
	Epiglote
	Valécula epiglótica
	Prega glossoepiglótica mediana
	Prega glossoepiglótica lateral (direita e esquerda)
Glândulas salivares
	Glândula parótida
	Glândula parótida acessória (visivel em poucas peças)
	Ducto parotídeo
	Fáscia parotídea (não visível)
	Corpo adiposo da bochecha ou bola de Bichat (visível em cadáveres do tanque)
	Glândulas palatinas (não visível)
	Glândulas labiais superiores e inferiores (não visíveis)
	Glândula submandibular
	Ducto submandibular
	Glândula sublingual
	Carúncula sublingual
	Glândulas linguais
AULA 6
Cavidade nasal, seios paranasais, faringe e laringe
Cavidade nasal
	Abertura piriforme
	Narinas (abertura anterior)
	Cóanos (abertura posterior)
	Septo nasal
	Mucoperiósteo
	Espinha nasal anterior
	Canal incisivo
	Meato nasal inferior
		-Ducto lacrimonasal (região anterossuperior do meato nasal inf.)
	Concha nasal inferior
	Meato nasal médio
		-Bolha etmoidal
		-Processo uncinado do etmóide
-Hiato semilunar (inferior a bolha etmoidal e superior ao proc. uncinado; comunica cavidade nasal com infundíbulo etmoidal)
-Infundíbulo etmoidal (as células etmoidais anteriores, o seio maxilar e, com freqüência, o ducto frontonasal do seio frontal abrem-se no interior do infundíbulo etmoidal)
	Concha nasal média
	Meato nasal superior
		Células etmoidais posteriores (parte anterior do meato nasal sup.; não visível)
	Concha nasal superior
	Recesso esfenoetmoidal (contém o óstio do seio esfenoidal; não visível nas peças)
	
Seios paranasais
	Seio maxilar
	Seio frontal
	Seio etmoidal (células etmoidais posteriores, médias e inferiores; não visíveis nas peças)
	Seio esfenoidal
	São cavidades ocas revestidas com mucosa respiratória. Sua função é duvidosa e questionável, embora sugere-se que atuem: como caixa de ressonância durante a fonação; na proteção contra choques mecânicos; e que diminuem o peso da cabeça.
(Anatomia: cabeça & pescoço / James L. Hiatt, Leslie P. Gartner; 4ª edição; Guanabara Koogan, 2011; capítulo 14, pág 219)
*Não é possível identificar a abertura dos seios nas peças.
Faringe (dividido em parte nasal, oral e laríngea)
	Parte nasal da faringe:
	Está entre as coanas e o istmo da faringe (este divide parte nasal e oral da faringe, que é vedado pelo palato mole)
	Tonsila faríngea (não visível em peças)
	Tuba auditiva (comunica parte nasal da faringe com orelha média)
	Óstio faríngeo da tuba auditiva
	Toro tubário
	Recesso faríngeo
	Prega salpingofaríngea
	Prega salpingopalatina
	
	Parte oral da faringe:
	Se estende do palato mole à margem superior da epiglote
	Comunica-se com a cavidade oral pelo istmo das fauces
	Paredes laterais apresentam as tonsilas palatinas (que encontram-se entre o arco palatoglosso e o arco palatofaríngeo; não visível em peças, mas visível facilmente na cavidade bucal in vivo)
	
	Parte laríngea da faringe:
	Se estende da epiglote e se continua com o esôfago na altura da margem inferior da cartilagem cricóide
	Epiglote
	Pregas glossoepiglóticas lateral e mediana
	Valéculas epiglóticas
	Prega ariepiglótica (não visível)
	Recesso piriforme (local comum de impactação de objetos pontiagudos, como espinhas de peixe. Pode lesar o n. laríngeo recorrente inferior, ramo do vago, responsável pela inervação do m. cricotireóideo (tensiona as pregas vocais; paciente fica com dificuldade de emitir sons agudos, tem rouquidão e cansaço ao falar))
Músculos da faringe
	M. constritor superior da faringe (junto ao m. bucinador forma a rafe pterigomandibular; não visível em peças)
	M. constritor médio da faringe (não visível)
	M. constritor inferior da faringe (não visível)
	M. estilofaríngeo (não visível)
	M. salpingofaríngeo (recoberto pela prega salpingofaríngea, apenas a prega é visível)
Laringe
	Controla passagem de ar na inspiração e na expiração. Um esfíncter previne a entrada de líquidos e sólidos no sistema respiratório. Funciona, ainda, como um órgão da fonação e modulação do som.
	Cavidade laríngea é composta por três regiões:
Vestíbulo: se estende do adito da laringe (abertura superior da laringe) até a rima da glote (espaço situado entre as duas pregas vocais e as duas cartilagens aritenóideas).
Ventrículo: espaço situado entre as pregas vestibular e vocal, correspondendo a duas bolsas laterais.
Cavidade infraglótica: espaço situado entre a rima da glote e o início da traqueia.
Cartilagens da laringe
	Cartilagem tireóidea (formada por duas placas quadriláteras (com cornos inferiores e superiores, na região posterior), as lâminas direita e esquerda, que se unem para constituir a proeminência laríngea, vulgo “pomo de adão”)
	Cartilagem cricóidea
	Cartilagem epiglótica
	Cartilagem aritenóidea (não visível nas peças)
	Cartilagens corniculada e cuneiformes (não visíveis)
Mm. intrínsecos da laringe (não visíveis nas peças)
	 Mm. cricoaritenóideo lateral, aritenóideo tranverso, aritenóideo oblíquo e tireoaritenóideo (aduzem as pregas vocais)
	Cricotireóideo (tensiona as pregas vocais)
	Cricoaritenóideo posterior (abduz as pregas vocais)
	M. vocal (altera a tensão nas pregas vocais)
AULA 7
Vascularização arterial
	Arco aórtico (visível em certas peças do tanque)
	Tronco braquiocefálico (lado direito apenas, visível em certas peças do tanque)	
Artéria carótida comum (D – derivado do tronco braquiocefálico, E – derivada do arco aórtico); ambas ascendem até o nível da cartilagem tireóidea (há variações), onde se bifurcam.
Artéria subclávia (D – derivada do tronco braquiocefálico, E – derivada do arco aórtico; visível em certas peças do tanque)
	
Ramos de importância da a. subclávia (não visíveis nas peças)
	Tronco tireocervical
		A. cervical ascendente
		A. tireóidea inferior
A. vertebral (atravessa os forames transversos das vértebras cervicais e penetra o crânio pelo forame magno)
Tronco costocervical
	A. intercostal suprema
	A. cervical profunda
Ramos da a. carótida comum
	A. carótida interna (não emite ramos no pescoço; penetra o crânio pelo canal carótico)
	A. carótida externa
*na divisão da a. carótida comum tem-se uma pequena dilatação, o seio carótico. Essa região é inervada pelo nervo glossofaríngeo (IX), cuja função é monitorar a pressão sanguínea.
*uma estrutura pequena e oval, o corpo carótico, está relacionado a mesma região. Situada no interior da parede da artéria carótida e inervada por ramos dos nervos glossofaríngeo (IX) e vago (X), funcionando como um quimiorreceptor, monitorando as pressões parciais de oxigênio (O2) e do dióxido de carbono (CO2), bem como a concentração do íon hidrogênio.
Ramos da a.