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VIRGINÓPOLIS - 2020 ESCOLA MUNICIPAL ............... ( SUMÁRIO ) ( qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmrtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklz xcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqw ertyuiopasdfghjklzxcvbnm ) IDENTIFICAÇÃO Escola Municipal ........... INEP: .......... Endereço: ....... Bairro: Centro – Virginópolis/M.G CEP:....... CNPJ Caixa Escolar: Contato. Fone: (33) ......... E-mail: APRESENTAÇÃO 7 INTRODUÇÃO 9 MARCO REFERENCIAL: Visão de homem, de sociedade e de educação 11 MARCO SITUACIONAL E FILOSÓFICO: Princípios, missão, objetivos e finalidade da escola e da educação 12 MARCO OPERATIVO: Objetivos da instituição 15 Objetivos para a educação infantil 15 Objetivos para o ensino fundamental 15 Objetivos para a educação de jovens e adultos 17 Objetivos para educação especial inclusiva equitativa 17 Objetivos para educação integral 17 DIAGNÓSTICO: relação da escola com a comunidade 19 Diagnóstico da comunidade local 19 Perfil dos profissionais da instituição 20 Perfil dos pais ou responsáveis 20 Perfil dos alunos 20 CARACTERIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 21 Identificação da escola 21 Histórico da escola 21 Fundamentação legal 22 Etapas, níveis e modalidades de ensino ofertadas 22 Infraestrutura da Escola 23 Acessibilidade 23 GESTÃO E COMPOSIÇÃO DE QUADRO DE SERVIDORES 24 Fundamentos da gestão 24 Profissionais do Magistério Docentes 24 Perfil dos Profissionais do Magistério de Apoio Escolar 26 Perfil dos Profissionais da Educação Básica 26 ORGANIZAÇÃO DA OFERTA DO ENSINO E PROCESSO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO 27 Organização de alunos e turmas 27 Formas de enturmação 27 Composição do quadro de alunos 28 Currículo 29 ORGANIZAÇÃO DAS ETAPAS E MODALIDADES DO ENSINO 30 Educação infantil – Pré-Escola (04 e 05 anos) 30 Anos iniciais do ensino fundamental 33 Componentes Curriculares dos anos Iniciais: 37 Língua Portuguesa 37 Arte 37 Educação Física: 38 Matemática: 38 Ciência da Natureza 39 História: 39 Geografia: 39 Ensino Religioso: 40 Temas transversais 40 Educação de jovens e adultos 42 Educação Especial - Atendimento educacional especializado (AEE) 43 Sala de Recursos Multifuncional 44 Educação em Tempo integral 44 Intervenção pedagógica 45 ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR 47 Calendário escolar 47 Carga horária 47 Frequência escolar 48 MATRÍCULA, ACESSO E PERMANÊNCIA ESCOLAR 49 Matricula para ensino regular 49 Matricula para o AEE em sala de recursos multifuncional 51 Transferência 52 Progressão Escolar 53 Classificação para ingresso 53 Reclassificação 55 ESPAÇOS EDUCACIONAIS 57 PRÁTICA PEDAGÓGICA 58 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EDUCACIONAL 61 Avaliação na educação infantil 63 Avaliação nos anos iniciais do ensino fundamental 64 Avaliação na Educação de jovens e adultos 64 Avaliação no Atendimento educacional especializado (AEE) 65 Avaliação no Tempo integral 65 Avaliação no Programa de intervenção pedagógica (PIP) 65 PROJETOS PEDAGÓGICOS E DISCIPLINA 66 Metas e plano de ações 66 Monitoramento e avaliação da implementação do PPP 68 FORMAÇÃO PROFISSIONAL 69 Formação continuada 69 Considerações finais 70 REFERÊNCIAS 71 3.2. EIXO 2: DIREITO À APRENDIZAGEM 3.2.1. ANÁLISE DE DESEMPENHO, RENDIMENTO (FLUXO) E FREQUÊNCIA DOS ESTUDANTES 3.2.2. DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA APRENDIZAGEM 3.3. EIXO 3: GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA 3.3.1. IMPACTO DA VIOLÊNCIA NAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM 3.3.2. AMBIENTE PARTICIPATIVO 3.4. EIXO 4: FORTALECIMENTO DO TRABALHO COLETIVO 3.4.1 PARTICIPAÇÃO E FORMAÇÃO DOS PROFESSORES 1. PLANO DE AÇÃO 1. EQUIPE DE ELABORAÇÃO DO PPP Identificação do Estabelecimento------------------------------------------------------------------ 6 Organização da Entidade Escolar ----------------------------------------------------------------10 Caracterização da Comunidade -------------------------------------------------------------------11 Recursos Comunitários ------------------------------------------------------------------------------12 Objetivos Gerais--------------------------------------------------------------------------------------- 13 Objetivos Específicos---------------------------------------------------------------------------------14 Regime Escolar ----------------------------------------------------------------------------------------15 Marco Situacional -------------------------------------------------------------------------------------16 Marco Conceitual -------------------------------------------------------------------------------------22 Marco Operacional -----------------------------------------------------------------------------------26 Proposta Pedagógica -------------------------------------------------------------------------------29 Fundamentação ---------------------------------------------------------------------------------------30 Justificativa Legal -------------------------------------------------------------------------------------32 Plano de Trabalho das Instâncias Escolares---------------------------------------------------35 Direção---------------------------------------------------------------------------------------------35 Equipe Pedagógica------------------------------------------------------------------------------35 Biblioteca-------------------------------------------------------------------------------------------36Federal 10.639 de 09/07/2003 e Lei 11645/08 de 10/03/2008. · Os temas; vida familiar e social, direitos das crianças e adolescentes, direitos dos idosos (Lei nº 10741/03) conforme as Leis nº 8.069 de 13/07/90 e nº 11.525 de 25/09/2007 e a educação em direitos humanos (Lei Federal 12767 de 21/01/2008) serão trabalhadas neste conteúdo com projetos específicos. · Os assuntos de diversidade cultural, educação para o consumo, educação fiscal, educação para o trânsito (art.76 Lei nº 9503/97), valores humanos entre outros serão trabalhados com projeto de conscientização nas aulas de ensino religioso focando a formação integral do educando. · A música como conteúdo obrigatório (lei nº 11769 de 18/08/2008), será trabalhada no Componente Curricular de Arte, no qual também são desenvolvidos estudos e práticas de artes visuais, plásticas, teatro e dança, sob responsabilidade do professor regente de turma e dos professores contratados para este fim. · Os estudos sobre a dependência química e as consequências neuropsicológicas e sociológicas de uso de drogas, serão integrados a todos os conteúdos e projeto de conscientização da escola. (Decreto 41116 de 06/07/2000) · O tema saúde, higiene bucal e educação alimentar e nutricional é contemplado com o programa saúde na escola do governo federal realizado com profissionais da secretaria de saúde articulados com todos os setores. · O tema Bullying (lei nº 4.837, de 22 de maio de 2012), será ministrado nas escolas através de Projetos no decorrer do ano letivo com o objetivo de reduzir a prática de violência e promover a melhora do desempenho escolar. · O tema tecnologias da informação e comunicação será desenvolvido por meio de atividades integradoras dos docentes com uso e acesso da informática para um trabalhado transversal da ciência e tecnologia com enfoque da pesquisa e interação com equipamentos de tecnologia para estímulo das aprendizagens e alfabetização. Educação de jovens e adultos Para atender às características e necessidades dos alunos da modalidade de ensino EJA, o currículo escolar é organizado de forma flexível e carga horária compatível de forma a contemplar os interesses, o modo de vida e as experiências com o mundo do trabalho dos alunos. Na medida em que vão consolidando as competências e habilidades vão percebendo que valores, conhecimentos e saberes são construções sociais, culturais, históricas e, portanto, passíveis de transformação. Quanto ao processo de avaliação, sabemos que um dos grandes desafios é garantir o ingresso, a permanência e o sucesso desses alunos na escola. Assim, para além das ferramentas curriculares, buscamos também, adequar um processo de avaliação da aprendizagem que contemple os conhecimentos consolidados pelos alunos e a trajetória de vida desses alunos em um processo de formação contínua, coletivo, sistemático e flexível. Deste modo, a transição entre as etapas da Educação Básica deve assegurar formas de articulação das dimensões orgânica e sequencial que garantam aos alunos um percurso contínuo de aprendizagem, com qualidade. Para tanto, no Ensino Fundamental anos iniciais da EJA são ministrados os seguintes conteúdos: Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências da Natureza, Ensino Religioso, Ed. Física e Arte. E por ser uma modalidade oferecida e embasada nas peculiaridades da turma de acordo com programa pré-estabelecido pelo professor regente em consonância com equipe pedagógica da escola. Pois, está se destina àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental e Médio na idade própria. E o desenvolvimento do currículo da EJA, a escola considerará as situações, os perfis dos estudantes, as faixas etárias e se pautará pelos princípios de equidade, diferença e proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais, de modo a assegurar a equidade, distribuindo especificamente os componentes curriculares a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades face ao direito à educação. A respeito da proporcionalidade, a disposição e alocação adequadas dos componentes curriculares face às necessidades próprias da Educação de Jovens e Adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas assegurem aos seus estudantes identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica. Educação Especial - Atendimento educacional especializado (AEE) A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais nesta instituição educacional é organizada de forma a oferecer possibilidades de aprendizagem a todos os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento - TGD, e altas habilidades/superlotação. Assim o Sistema Municipal de Ensino oferta a Educação Especial como Atendimento Educacional Especializado desde a educação infantil e em todas as modalidades e níveis de ensino da educação básica a todos os alunos com necessidades educacionais especiais incluídos nesta instituição de ensino. O Atendimento Educacional Especializado é uma proposta pedagógica que oferece recursos e serviços educacionais organizados para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Para serem atendidos pela educação especial/inclusiva, nas formas de apoio no ensino regular ou de forma complementar em sala de recursos, os alunos deverão ter laudo médico ou avaliação multidisciplinar (clínico-pedagógica) que comprovem ser público para este atendimento. Para o fim da avaliação de psicodiagnóstico dos alunos público para educação especial, a rede municipal de ensino contará com uma equipe multidisciplinar composta de profissionais com formação em Atendimento Educacional Especializado e nas deficiências para avaliar os alunos público para educação especial encaminhados. Para tanto, as atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular são feitos neste espaços de duas formas principais; no atendimento aos educandos a partir do Plano de AEE que é o definidor das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno que corroboram para o planejamento das atividades a serem realizadas no desenvolvimento e acompanhamento dos alunos de forma individual ou em pequenos grupos. A segunda estratégia é a articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular para discussão dos casos e orientação das especificidades dos alunos que são atendidos de forma conjunta. Sala de Recursos Multifuncional Educação em Tempo integral A Educação em Tempo Integral tem por finalidade ampliar a jornada escolar, os espaços educativos, a quantidade e a qualidade do tempo diário de escolarização. Assim, a jornada escolar ampliada deve ter a duração mínima de 3 (três) horas diárias durante todo o ano letivo e contemplar a formação além da Escola, com a participação da família e da comunidade. Para que esta instituição vivencie esta modalidade, é feita a adesão ao Programa Mais Educação foi implantado no ano de 2014, instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e pelo Decreto nº 7.083, de 27 de janeiro de 2010. Está presente na Legislação educacional brasileira podendo ser apreendida em nossa Constituição Federal, nos artigos 205, 206 e 207; no Estatuto da criança e do Adolescente (Lei nº 9089/1990); na Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9394/96), nos artigos 34 e 87; no Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.179/01) e no Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básico e de Valorização do Magistério (Lei nº 11.494/2007). As atividades da jornada ampliada podem ser desenvolvidas dentro do espaço escolar, conforme a disponibilidade da escola, ou fora dela, em espaços distintos da cidade ou do entorno em que está situada a unidade escolar, mediante as parcerias estabelecidas. A composição curricular da Educação em Tempo Integral deve ser organizada contemplandoos seguintes campos de conhecimento: · Desenvolvimento Pedagógico – Atividades de enriquecimento curricular com práticas de estudo, leitura, interação com o conhecimento por meio da pesquisa e temáticas dos campos de conhecimentos. · Cultura e Artes – Atividades de exploração, experimentação e reconhecimento de práticas artesanais, povos, costumes e culturas. · Mídias e Tecnologias – Estudos e interatividade com o uso das tecnologias aplicadas a educação com informática, recursos digitais e acessibilidades. · Esportes e Lazer – Atividades voltadas para práticas esportivas, recreativas e dinâmicas interativas. · Expressão e Linguagens – Desenvolvimento da oralidade, práticas comunicativas, expressivas com teatro, música e dança, entre outras expressividades por meio de projetos e mostras. · Humanidades – Discussão dos temas transversais da escola no enfoque de atividades de valorização, conscientização e humanização dos educandos para as atuais questões vivenciadas · Saúde e Nutrição – Oficinas voltadas para as temáticas do programa saúde na escola com assuntos recorrentes de questões de sexualidade, alimentação, higiene e cuidados pessoais. Intervenção pedagógica Serão trabalhados com alunos que não alcançaram o desenvolvimento escolar no que se refere à leitura e escrita e outras habilidades acadêmicas não ligadas a alguma deficiência ou transtorno. Sendo o público alvo alunos com Dificuldades de Aprendizagem (podem estar ligadas a causa orgânica, intelectual, emocional ou ambiental), Dislexia (Disgrafia, Discalculia, Dislalia, Disortografia, Distúrbios), Transtornos não ligados ao TGD e TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Assim serão trabalhadas as habilidades acadêmicas para desenvolvimento destes alunos nos aspectos das habilidades acadêmicas. Com um funcionamento diferenciado. Assim, é feito inicialmente uma avaliação para encaminhamento, em que o professor regente e pedagogo encaminham o aluno com um relatório descritivo de habilidade não consolidadas e desenvolvidas. Com este encaminhamento, é feito um agrupamento, onde o professor do PIP agrupará os alunos de acordo com 3 critérios: Idade, Escolaridade e Dificuldades apresentada. Assim, os grupos para cada professor serão compostos de 3 a 4 alunos sofrendo flexibilidade quando necessário. Todos os atendimentos previstos aos alunos são feitos no turno de escolarização, uma vez que esta intervenção é com o objetivo de estimular o aluno a vencer as necessidades da sala e alcançar a leitura e outras habilidades que lhe são exigidas no percurso escolar. Assim, estes alunos são agrupados para atendimento de no mínimo uma hora semanal com frequência de 04 (quatro) dias. ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR Calendário escolar O calendário escolar elaborado pela Escola é organizado de acordo com os parâmetros definidos em norma específica, publicada anualmente pela Secretaria de Estado de Educação, a ser discutido e aprovado pelo Colegiado e amplamente divulgado, cabendo à Inspeção Escolar supervisionar o cumprimento das atividades nele previstas. Serão garantidos no Calendário Escolar, os mínimos de 200 (duzentos) dias letivos e carga horária de 800 horas, para os anos iniciais. E, o ano letivo independe do ano civil, e deve na sua fixação, atender as conveniências de ordem climática, econômica e cultural. Por isso, para adequar-se às peculiaridades locais, inclusive as climáticas e econômicas, a Escola promove esforços para articular e integrar o seu calendário escolar aos das demais escolas do município, sem redução dos dias e número de horas letivas previstos na legislação. Oferecendo assim, atividades complementares para os alunos que, no ato da matrícula, não tiverem optado pelo componente curricular facultativo, para cumprimento da carga horária obrigatória. Carga horária Considera-se dia letivo aquele em que professores e alunos desenvolvem atividades de ensino-aprendizagem, de caráter obrigatório, independentemente do local onde sejam realizadas. Considera-se dia escolar aquele em que são realizadas atividades de caráter pedagógico e administrativo, com a presença obrigatória do pessoal docente, técnico e administrativo, podendo incluir a representação de pais e alunos. E, a carga horária tanto da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental são organizados em 04 horas diárias, sendo cada aula dividida em módulos de uma hora, totalizando uma carga horária de 20 horas de aulas semanais, e 800 horas anuais distribuídas nos 200 dias letivos. Uma vez que, o Ensino Fundamental tem duração de nove anos estrutura-se em quatro ciclos de escolaridade considerados como blocos pedagógicos sequenciais. Os ciclos da alfabetização e complementar devem garantir o princípio da continuidade da aprendizagem dos alunos, sem interrupção com foco na alfabetização e letramento. Os ciclos intermediário e da consolidação devem ampliar e intensificar gradativamente, o processo educativo no Ensino Fundamental, bem como o princípio da continuidade da aprendizagem, garantindo a consolidação da formação do aluno nas competências e habilidades indispensáveis ao prosseguimento de estudos no Ensino Médio. Frequência escolar O controle da frequência tem por objetivo o registro da presença do aluno nas atividades escolares programadas, das quais está obrigado a participar, para aprovação, em pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária prevista. Assim, este controle diário é responsabilidade do professor, que comunicará à direção da escola eventual faltas consecutivas, para as providências cabíveis. Fica determinado que o estabelecimento de ensino, após apurar a infrequência do aluno e constatar uma ausência superior a 05 (cinco) dias letivos consecutivos ou 15 (quinze) dias alternados no mês, entrará em contato, por escrito, com a família ou responsável, bem como concomitantemente ao conselho tutelar, pelo aluno faltoso, com vistas a promover o seu imediato retorno às aulas e a regularização da frequência escolar. Caso não seja resolvido, o dirigente do estabelecimento de ensino remeterá ao Conselho Tutelar, ao Juiz Competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação nominal dos alunos cujo número de faltas atingir 15 (quinze) dias letivos consecutivos ou alternados e, também, ao órgão competente, no caso de aluno cuja família é beneficiada por programas de assistência vinculados à frequência escolar. O descumprimento, pela Escola, dos dispositivos que obrigam a comunicação da infrequência, da evasão escolar à família, ao responsável e autoridades competentes, implicará responsabilização administrativa à direção do estabelecimento de ensino. MATRÍCULA, ACESSO E PERMANÊNCIA ESCOLAR A matrícula para ingresso no estabelecimento de ensino deverá ser requerida pelo responsável legal pelo aluno, se menor, ou pelo próprio aluno, quando for maior, no prazo fixado pela direção. Matricula para ensino regular Esta escola participa juntamente com a Secretaria Municipal de Educação, do levantamento da população em idade escolar e de sua chamada para a matrícula, através do Cadastro Escolar. Deste modo, é divulgado de forma mais ampla possível o edital de matrícula, bem como os critérios estabelecidos no Regimento Escolar para matrículas de crianças que contemplam os critérios de acesso à educação básica. A matrícula nos diversos anos escolares é aberta e encerrada nas épocas indicadas no Calendário Escolar, obedecida às determinações legais. Podem ser aceitas as matrículas fora do prazo previsto no Calendário Escolar, devendo o aluno submeter-se aos recursos pedagógicos e convenientes e contar com assistência que lhes permita ajustar-se ao programa da escola. No ato da matrícula, é exigida a seguinte documentação: · Certidão de Nascimento para a primeira matrícula do aluno na escola; · Comprovante de residência e cartão de vacina; · Histórico Escolar e Ficha Individual, quando for o caso; · Certidão de Alistamento Militar e Título de Eleitor, quando o aluno for maior; · Laudo médico caso apresentealguma deficiência ou necessidade específica Excepcionalmente, a escola aceita a matrícula em caráter condicional, pelo prazo de 30 (trinta) dias, mediante apresentação de declaração provisória de transferência expedida pela escola de origem, preenchida de acordo com a legislação em vigor. Esgotado esse prazo, a matrícula condicional será considerada sem efeito. Uma vez comprovado que a situação do aluno está sob exame de autoridade competente, a matrícula poderá ser aceita condicionalmente até o pronunciamento oficial. Assim em nenhuma hipótese, será negada a matrícula, por motivo de raça, sexo, condição social, convicção política ou crença religiosa, deficiência ou defasagem de idade com relação ao ano de escolaridade. Terá a matrícula cancelada o aluno que, sem justificativa, deixar de comparecer à escola após período previsto na legislação. Mas antes de efetivar o cancelamento da matrícula, a direção desta escola tomará as providências cabíveis para levar o aluno e seus responsáveis ao cumprimento da obrigatoriedade escolar. A aceitação da matrícula do aluno transferido de outra escola é permitida em qualquer época do ano. Assim sua matrícula deve ser efetivada observando-se as normas estabelecidas pela legislação vigente. A efetivação e o controle da matrícula serão feitos: · Pelo secretário ou funcionário responsável pelo recebimento da documentação, em tempo hábil. · Pela equipe pedagógica (especialistas), a quem compete o exame de documentação para indicação do ano a ser frequentado, do ajustamento pedagógico, da adaptação necessária. (Na ausência do Especialista, o Diretor se responsabilizará pelo exame da documentação). Poderá matricular-se, no ano de escolaridade conveniente, sem histórico escolar, o candidato que, dentro da faixa etária de obrigatoriedade escolar, haja alcançado, por via não sistêmica, prepara suficiente para continuação da Educação Básica. Assim o aluno poderá matricular-se em ano de escolaridade correspondente à sua idade cronológica, após a avaliação procedida pela escola. Qualquer aluno matriculado neste estabelecimento de ensino poderá ser submetido à avaliação de aprendizagem para fins de classificação ou reclassificação. Deste modo, adotar-se-ão os seguintes procedimentos: · No ato da matrícula, o aluno será submetido à avaliação de desempenho, para reclassificação no ano de escolaridade a que se ajuste seu preparo. · A avaliação de desempenho a que for submetido o aluno será procedida por comissão de avaliação formada para esse fim, presidida pelo diretor da escola e constituída por especialistas de educação e professores. · O estabelecimento deverá arquivar, na pasta individual do aluno, as avaliações a que for submetido nos termos dos itens anteriores. · A reclassificação do aluno no ano de escolaridade que melhor ajuste ao seu preparo não poderá ser superior ao que corresponde à idade cronológica, salvo se o aluno apresentar desempenho excepcional. · Após a validação dos estudos assistemáticos de que se trata a LDB, será registrada, na documentação do aluno, a carga horária oferecida por esta escola, para o ano letivo. · A frequência do aluno será apurada a partir da data da efetivação de sua matrícula, devendo, para efeito de promoção, cumprir o mínimo estabelecido pela legislação vigente, no período cursado. · Serão considerados, para continuação dos estudos, os resultados obtidos pelo aluno durante o período cursado, proporcionando 75% (setenta e cinco por cento) de frequência a partir da efetivação de sua matrícula. Não haverá matrícula de aluno ouvinte, nem matrícula condicional, exceto nos casos previstos na legislação vigente. Matricula para o AEE em sala de recursos multifuncional Com relação aos alunos público alvo da educação especial, além das matrículas em classes comuns do ensino regular, a escola informará as matrículas no AEE realizado na sala de recursos multifuncionais. As escolas que não tem a sala de recursos encaminham seus alunos para nossa escola para matrícula na oferta do AEE em nossa sala de recursos multifuncional. Este aluno público alvo da educação especial matriculado em classe comum da própria escola, e os alunos de outra(s) escola(s) de ensino regular, passam a ter matrícula dupla no censo escolar e no sistema de cadastro do mesmo. No caso dos alunos que estudam na mesma escola, não há necessidade de nova cópia de toda documentação do mesmo para arquivamento na pasta individual, pasta esta, que fica arquivada na secretaria, em conformidade ao mesmo que se faz com as outras turmas. Ao matricular o aluno em algum serviço complementar como sala de recursos ou outros, o pai ou responsável assina um termo de compromisso dando ciência à necessidade de participação e compromisso na assiduidade do aluno ao serviço oferecido. Transferência A transferência de um aluno para o outro estabelecimento de ensino ou para outro regime didático far-se-á pela Base Nacional Comum e somente poderá ocorrer quando a escola e o grau de ensino estiverem funcionando regularmente, mediante autorização do órgão competente. Assim, a transferência será concedida mediante requerimento do aluno, se maior, ou requerimento do responsável, se menor. Desta forma, a efetivação e a expedição de transferência serão da responsabilidade do Diretor, do Secretário e dos Especialistas de Educação em exercício nesta escola. Com isso a escrituração referente à transferência compete somente ao secretário e é intransferível. E quando a escola recebe alunos transferidos durante o ano letivo, será exigida apresentação do Histórico Escolar e da Ficha Individual. Pois, as transferências de escolas pertencentes a outros sistemas de ensino do país, aplicam-se as normas do Regimento desta escola, respeitando-se, porém, as do sistema de origem quanto à concessão e às características da respectiva documentação. Os alunos transferidos e os que revelam deficiência de aprendizagem estarão sujeitos ao ajustamento pedagógico no ensino fundamental para condicionamento e colaboração na responsabilidade com o processo de ensino aprendizagem do mesmo. Deste mesmo modo ocorrerá com as transferências de alunos de escolas de outros países, aplicam-se as normas legais vigentes do Brasil e da instituição escolar. Progressão Escolar A Progressão Continuada vivenciada com os ciclos de aprendizagem não é interrompida, uma vez que este é um processo cumulativo de construção de conhecimentos e apropriação de saberes. Deste modo, esta é vinculada a avaliação contínua e processual, que permite ao professor acompanhar o desenvolvimento e detectar as dificuldades de aprendizagem apresentadas pelo aluno, intervindo de imediato, com estratégias adequadas para garantir as aprendizagens básicas. No entanto, a Progressão Continuada não deve ser confundida com progressão automática, pois esta deve está apoiada em intervenções pedagógicas significativas, criando ao longo do ano letivo, novas oportunidades de aprendizagens em que os alunos que apresentem baixo desempenho escolar possam ter oportunidades ao longo do período letivo. E nos casos de alunos com deficiência, que apoiados pelo PDI – plano de desenvolvimento individual, apontem falhas regressivas do processo de aprendizagem, podem ser oferecidas outras oportunidades, como a permanência maior de um período não superior a 50 por cento do período de escolarização. No entanto, para fins de progressão/aprovação do aluno, exige-se, além da frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária prevista, o mínimo de aproveitamento estabelecido no Projeto Político-Pedagógico em relação aos objetivos definidos para os componentes curriculares do ano de escolaridade em que o aluno se encontra. Mesmo que exigida do aluno a frequência mínima obrigatória de 75% da carga horária anual total, nos casos de desempenho satisfatório do aluno e de frequência inferior a 75%, no final do período letivo, a Escola deve usar o recurso da reclassificação para posicionar o aluno no ano seguinte de seu percurso escolar. Classificação para ingressoOs alunos transferidos e os que revelarem deficiência de aprendizagem estão sujeitos ao ajustamento pedagógico, que far-se-á com objetivo de: · Colocá-lo ao nível da turma que passa a integrar, no que se refere ao conhecimento do conteúdo dos programas; · Dar-lhe base de conhecimento necessário ao prosseguimento dos estudos. · Por promoção, para aluno que cursou com aproveitamento o ano letivo anterior na Escola; · Por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas situadas no país e no exterior, considerando os componentes curriculares da Base Nacional Comum; · Por avaliação, independentemente de escolarização anterior, ajustando o aluno de acordo com suas experiências e o seu nível de desempenho, conforme os seguintes critérios: No entanto, a classificação do aluno, em qualquer ano letivo, exceto o 1º ano inicial do Ensino Fundamental, pode ser feita: Serão utilizadas as seguintes formas de ajustamento pedagógico, mediante roteiros de estudo: · Atividades extraclasses · Orientação individual · Acompanhamento da família · Auxílio de monitoria · Frequência às aulas em outro turno e em outra turma. As atividades programadas pelo professor deverão ser orientadas e acompanhadas pelos Especialistas de Educação. Pois, por necessidade do aluno, por conveniência disciplinar ou de ordem didático-pedagógica, a Direção pode aceitar ou determinar, conforme o caso, a transferência do aluno de um turno para o outro. Esta deve ser realizada uma entrevista com o candidato para avaliar o seu nível de conhecimento e maturidade. E o candidato deve ser avaliado nos componentes curriculares da Base Nacional Comum, observando-se, para o processo de avaliação, as suas peculiaridades. O resultado da entrevista combinado com a avaliação é analisado pelos especialistas de educação e diretoria da Escola, sendo o candidato integrado ao ano letivo considerado condizente com a sua maturidade e nível de conhecimento. Reclassificação A reclassificação é o posicionamento do aluno no ano letivo diferente daquele em curso e pode ser feita quando ocorrer: · Avanço escolar; · Aceleração de estudos; · Reclassificação por frequência. A reclassificação deve constituir um recurso de adaptação do aluno no ano letivo, de acordo com a idade, experiência e nível de desempenho, sempre no sentido de reforçar a autoestima positiva, o gosto pelos estudos e pela Escola. A decisão de reclassificação deve ser decorrente de manifestação de uma Comissão, presidida pela diretoria da Escola, e que tenha representantes docentes do ano letivo no qual o aluno será posicionado, bem como dos especialistas de educação responsáveis pelas atividades pedagógicas. A reclassificação compreende avaliação que permita demonstrar o grau de aproveitamento do aluno nos pré-requisitos necessários ao acompanhamento das atividades na turma na qual ele será posicionado. O aluno submetido ao processo de reclassificação deve ser ajustado à nova situação escolar, através de acompanhamento e atendimento especial dos docentes e especialistas de educação da Escola. Assim, o avanço escolar é a forma de propiciar condições para a conclusão de anos letivos em menor tempo, aos alunos com nível de inteligência claramente superior aos de sua idade. Mas entende-se por aluno com desenvolvimento superior, aquele que apresenta características especiais, como altas habilidades e comprovada competência. Para a efetivação do avanço escolar é indispensável que a gestão escolar designe comissão não só para diagnosticar a necessidade de aplicação desse recurso, como também para proceder à avaliação que cada situação requer. Tendo em vista a excepcionalidade do recurso do avanço escolar, programas de estudos adequados devem ser proporcionados ao aluno, de conformidade com a capacidade superior diagnosticada. Entende-se por aluno com atraso escolar, aquele que se encontra com idade superior à que corresponde ao ano letivo em curso. Deste modo, a aceleração de estudos efetiva-se mediante a programação de procedimentos próprios dentro dos projetos específicos, capazes de oferecer condições para o aluno e de modo a permitir-lhe a superação do atraso escolar. Cabe aos docentes, auxiliados pelos especialistas de educação, proceder à adequação do planejamento curricular, definir os conteúdos, o tempo necessário, conforme o ritmo e desempenho do aluno, bem como as metodologias e os procedimentos didáticos adequados ao seu atendimento. De forma excepcional, no caso de desempenho satisfatório do aluno e de frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento), no final do ciclo ou do ano letivo, a Escola pode utilizar o recurso de reclassificação por frequência, para posicionar o aluno no ciclo ou ano letivo seguinte. A reclassificação por frequência é a forma de propiciar ao aluno com mais de 25% (vinte e cinco por cento) de faltas o prosseguimento dos seus estudos no ciclo ou ano letivo seguinte, desde que comprove habilidades e competências através de avaliação especial em todos os componentes curriculares e demonstre melhoria de aprendizagem. ESPAÇOS EDUCACIONAIS Entende-se que todos os espaços existentes na escola são educacionais, uma vez que a prática realizada nos mesmos é o fator determinante em sua função e destinação. Assim esta instituição faz uso não apenas da sala de aula como recurso educativo, mas de todas as possibilidades encontradas ao longo do percurso escolar. PRÁTICA PEDAGÓGICA Uma vez que a metodologia é entendida como o caminho, a forma utilizada pelo professor para atingir os objetivos e metas propostos do seu fazer pedagógico, a mesma deve ser coerente com a concepção adotada pela instituição. Assim, para cumprir seu objetivo básico é necessário que o docente utilize todos os recursos didático-pedagógicos e tecnológicos que através da interação aluno/aluno, professor/aluno as aprendizagens possam acontecer de forma prazerosa, produtiva e significativa. Este fator se faz necessário, pois a escola constitui a principal e, muitas vezes, a única forma de acesso ao conhecimento sistematizado para a grande maioria dos alunos. Esse dado aumenta a responsabilidade do ensino na sua função de assegurar a todos os alunos a aprendizagem dos conteúdos curriculares capazes de fornecer os instrumentos básicos para a plena inserção na vida social, econômica e cultural. Com isso, na implementação do currículo, a escola buscará evidenciar a contextualização, a interdisciplinaridade, transdisciplinaridade e transversalidade em toda vivência dos processos de aprendizagens ancorados na proposta educativa. Ou seja, as formas de interação e articulação entre diferentes campos de saberes específicos devem permitir aos alunos a compreensão mais ampla da realidade que estão inseridos e como o conhecimento cientifico corrobora para elaboração de hipóteses e solução das questões particulares vivenciados. Esta questão é primordial, pois a interdisciplinaridade parte do princípio de que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos e a contextualização requer a concretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares aos alunos. Assim, todo conhecimento e informação disponíveis devem se dar através da construção interativa: professor, aluno, conhecimento. Já a transversalidade é entendida como uma forma de organizar o trabalho didático - pedagógico em que temas e eixos temáticos são integrados às disciplinas e às áreas ditas convencionais de forma a estarem presentes em todas elas. E, a junção destes dois processos completa-se, rejeitando concepções de conhecimento que toma a realidade como algo estável, pronto e acabado, pois sua dimensão didático-pedagógica parte de uma abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento. Com isso, o fazer pedagógico da escola tem como premissa a interação entre as diversas áreas do conhecimento, onde o planejar coletivo é primordial, pois permite uma organização do trabalho a ser realizado, abre condições de criar, prevendo ações que norteiam a prática. Porém, este planejamento não exclui a necessidadede flexibilidade e preparação para lidar com o inesperado. E como nesta instituição há grande diversidade dentre o público de alunos, enfrenta-se ainda os desafios a respeito das diferenças individuais. Por isso, a adequação curricular principalmente para alunos com necessidades educacionais especiais impõe-se para todos, com currículo aberto e com uma visão exclusivista, beneficiando todos os alunos que aprendem a adquirir atitudes de respeito e compreensão pelas diferenças. Com isso é que se prioriza desde a Educação Infantil ao Ciclo da Alfabetização o desenvolvimento de habilidades linguísticas, perceptivas, de atenção e raciocínio lógico matemático, considerando desde a aquisição e construção do sistema numérico e sistema de escrita/alfabetização ao aprimoramento das convenções ortográficas, bem como na execução dos processos intelectuais elementares e superiores. Desta forma, o Plano Curricular e os conteúdos curriculares serão desenvolvidos de acordo com as habilidades e competências pertinentes a cada ano de escolaridade, observando as especificidades e necessidades de cada turma, definindo para cada ano um eixo interdisciplinar, baseando-se na teoria Sócio Interacionista de Vygotsky, que guia o trabalho pedagógico de toda a escola. Assim, desenvolverá atividades pedagógicas que englobem as instâncias do aprender: corpo, afetividade e cognição, valorizando as vivências dos alunos como forma de reflexão que gera a ação. O currículo da escola foi construído a partir da definição dos conteúdos de cada componente curricular, das metodologias de ensino, do material didático-pedagógico e do aproveitamento dos tempos e espaços escolares. As formas de avaliação da aprendizagem dos alunos objetivam diagnosticar a aprendizagem e direcionar o ensino de forma a propiciar ao aluno o desenvolvimento de forma sólida, da sua identidade, da capacidade intelectual, do pensamento autônomo e da consciência crítica, para que possa compreender e participar ativa e produtivamente na sociedade. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EDUCACIONAL Avaliar consiste em diagnosticar a situação real de aprendizagem do aluno em relação a indicadores de desempenho em base do currículo e planejamento traçado para a turma. Deste modo, quando a temática é avaliação, cabe lembrar de todo o processo que embasa sua função primordial ao processo de aprendizagem. Com isso, ao avaliar professor assumirá a função de diagnosticar, quando está buscando investigar os conhecimentos que o aluno traz para a sala de aula. E a função formadora quando o seu objetivo é acompanhar as etapas de aprendizagem e totalidade do percurso pessoal, identificando os sucessos e as dificuldades desse processo de desenvolvimento, inclusive para reorientar o aluno; tem um caráter de continuidade, visando a organizar as ações educativas subsequentes. Quando a avaliação incorpora as dimensões culturais, social, biológica e afetiva, que fazem parte do processo de formação integral do educando, seu sentido parte do princípio de que a consideração não pode ser apenas o produto, mas também o próprio processo de aprendizagem e os aspectos atitudinais demonstrados pelo aluno. Para tanto, todos os componentes curriculares devem ser avaliados interdisciplinarmente ou dissociado ao plano de aula desempenhado no período escolar letivo. Assim os professores deverão avaliar o processo de aprendizagem do aluno a todo o momento do ensino, serão destinados bimestralmente dez campos para os componentes com mais aulas e cinco com os de menos aulas ministradas. Lembrando-se dos princípios da educação, o processo avaliativo deve abranger os aspectos diagnósticos, formativos e somáticos. E, aos alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento, cabe um planejamento e avaliação diferenciada, uma vez que na maioria dos casos, seu processo de aprendizagem e compreensão não se equipara ao esperado para a turma. Nestes casos, os que apresentarem laudo ou extensa justificativa pedagógica, poderão ser servidos do PDI – plano de desenvolvimento individual para planejamento e avaliação diferenciada ao mesmo. Assim, a avaliação do desempenho escolar permanece sob a responsabilidade da escola, por instrumentos previstos no Regimento Escolar, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Por isso, a escola definirá o processo de verificação da aprendizagem dos alunos, com a participação dos seus docentes nessa definição, conforme o disposto no Regimento Escolar e legislação vigente. E esta verificação do desempenho escolar buscará avaliar o grau de desenvolvimento do aluno e as ações educacionais necessárias à avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre as eventuais provas finais, garantindo-se ainda: · Possibilidade de aceleração de estudos para os alunos com atraso escolar; · Possibilidade de avanço nos cursos e nos anos de escolaridade, mediante verificação da aprendizagem; · Aproveitamento de estudos concluídos com êxito; · Estudos de intervenção paralela. · O atendimento diferenciado aos alunos; · As adequações no plano didático, tendo em vista os objetivos curriculares; · O registro de informações acerca do desempenho escolar do aluno. A avaliação da aprendizagem será compatível com a organização curricular por ano de escolaridade, tendo as seguintes características: · Contínua e processual; · Dinâmica e participativa; · Diagnóstica e investigativa. A avaliação para o professor é um processo para acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem do aluno, aquisição de competências, habilidades necessárias à sua formação e verificar ações em busca de uma adequação necessária às características dos alunos. Pois a avaliação para o aluno é um momento de aprendizado na medida em que lhe propicia a tomada de consciência de seus progressos e dificuldades. Sendo utilizados instrumentos diversos para a verificação do desenvolvimento escolar, incluídos os registros indispensáveis ao acompanhamento do processo de aprendizagem. Dentre estes instrumentos, são utilizadas possibilidades como; avaliações escritas, trabalhos, dissertações, exercícios individuais, em duplas, em grupos, escritos ou orais. Por isso em todas as atividades de ensino o professor deverá observar, interpretar, investigar, buscando acompanhar o processo de construção do conhecimento pelo aluno e identificar os indicadores de seu progresso. Os resultados das avaliações são expressos em conceitos que constituem referência para o aluno e perdendo o caráter de registro definidor da sua vida escolar. E, todo este processo de verificação do desempenho escolar conta com a participação dos docentes, especialistas da educação e alunos. Assim a avaliação incorpora, além da dimensão cognitiva, os aspectos culturais, sociais, biológicos e afetivos, bem como favorecer o replanejamento pedagógico diante dos resultados obtidos e das atitudes observadas. E, aos pais, é garantido em qualquer tempo, o acesso aos resultados das avaliações da aprendizagem de seus filhos. Através de Fichas Avaliativas e diagnósticas para alunos da Educação Infantil e Boletins com conceitos e ficha descritiva do 1º ao 5º ano; Também, os resultados da avaliação da aprendizagem realizada pela Escola e os resultados do PROALFA – Programa de Avaliação da Alfabetização e PROEB – Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica, ambos do SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública; Prova Brasil e Provinha Brasil (SAEB) são considerados no planejamento didático. Avaliação na educação infantil A avaliação como instrumento de diagnóstico e de tomada de decisões, é o artifício através do qual os educadores podem verificar a qualidade do seu trabalho e das relações com as famílias das crianças. Assim, esta avaliação será realizada através de estratégias que permitam o acompanhamento e o registro de etapas alcançadas. As avaliações dos alunos matriculados no pré-escolar serão também feitas na dialógica discursivade planejamento e verificação do processo de construção dos conhecimentos e interação em cada eixo temático. Assim serão atribuídos conceitos compatíveis a situação do aluno. E, para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor considere, na organização do trabalho educativo: · Os conhecimentos prévios de qualquer natureza, que as crianças já possuem sobre o assunto, já que elas aprendem por meio de uma construção interna ao relacionar suas ideias com as novas informações de que dispõem e com as interações que estabelecem; · A individualidade e a diversidade; · O grau de desafio que as atividades apresentam e o fato de que devam ser significativas e apresentadas de maneira integrada para as crianças e as mais próximas possíveis das práticas sociais reais; · A resolução de problemas como forma de aprendizagem; · O registro é feito através de relatórios e observações em ficha própria, além da utilização da pasta evolutiva. Avaliação nos anos iniciais do ensino fundamental A Escola ao longo dos períodos escolares de cada ano dos Ciclos acompanhará sistematicamente, a aprendizagem dos alunos, utilizando estratégias diversas para sanar as dificuldades evidenciadas. Sendo utilizados como instrumentos referenciados para o processo avaliativo os diagnósticos mensais, embasados nos cadernos do CEALE, no Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública – SIMAVE, constituído pelo Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica – PROEB, pelo Programa de Avaliação da Alfabetização – PROALFA, Provinha Brasil, entre outros. Avaliação na Educação de jovens e adultos A avaliação na educação de jovens e adultos é feita a partir da verificação do alcance dos objetivos traçados para o mesmo ao longo do ano letivo, conforme as especificidades traçadas pelo currículo proposto. Avaliação no Atendimento educacional especializado (AEE) As avaliações aplicadas no AEE em sala de recursos tem um caráter mais voltado para o retorno dos procedimentos e processos aplicados e vivenciados ao longo dos atendimentos. Esta avaliação é registrada no plano diário do professor, bem como no diário destinado a esta função. Avaliação no Tempo integral Na educação integral, considera-se avaliação o desempenho, interesse e aprimoramento nas oficinas e atividades propostas aos educandos. Seu caráter é de retorno ao aluno das necessidades de compreensão do seu papel social e processual na participação desta modalidade. Avaliação no Programa de intervenção pedagógica (PIP) Aos alunos encaminhados para a intervenção, é avaliado semanalmente o atingimento dos objetivos traçados para seu desempenho externo a sala. Este processo se dá com atividades de classificação dos níveis de produção escrita autônoma. PROJETOS PEDAGÓGICOS E DISCIPLINA A escola na busca de criar maiores possibilidades de atender as diversidades dos alunos tendo em vista uma formação ampla, promove projetos para fornecer subsídios nas áreas cognitivas, física, afetiva, ético e didático pedagógico, num desejo de mudanças, em busca de novos paradigmas norteadores de uma educação de qualidade. · Mais Educação · Semana da Família · Mostra Cultural · Semana dos Direitos Humanos/Diversidade · Semana da Saúde na Escola · Semana da Pátria · Semana da Consciência Negra. · Educação em valores humanos Metas e plano de ações · Adquirir materiais didáticos, pedagógicos, eletrônicos de acordo com as necessidades apresentadas; · Apresentar peças teatrais, declamação de poemas, dança; contribuindo para o enriquecimento da cultura. · Atualizar conhecimentos através de capacitações em todas as áreas para o corpo docente; · Criar alternativas para participação assídua dos pais, no cotidiano escolar; · Garantir que todas as crianças em idade escolar frequentem a escola; · Promover a conscientização dos valores morais, físicos e sociais na relação dos educandos e educadores; · Promover interação de todos os segmentos da comunidade escolar, por meio de reuniões e eventos culturais incentivando a participação dos responsáveis pelo processo educativo e pela conservação do patrimônio escolar; · Promover projeto de artes plásticas, desenvolvendo a sensibilidade e a criatividade dos alunos; · Promover projetos visando a interação da comunidade com a escola; · Propor iniciativas culturais; · Proporcionar ao educando a iniciativa de hábitos de leitura e escrita através de projetos; · Realizar capacitações anualmente de acordo com necessidades detectadas; · Realizar momento cívico semanalmente para entoação do hino Nacional; · Realizar palestras sobre relação interpessoal na escola; · Realizar reuniões com todos os segmentos da comunidade escolar para detectar as prioridades de recursos materiais; · Renovar o acervo literário da biblioteca e cantinho de leitura; Monitoramento e avaliação da implementação do PPP A Avaliação da implementação das ações do PPP será realizada, sistematicamente, para que as correções dos rumos sejam feitas no momento certo, para tomada de decisões ao longo e ao final do ano. Neste foco, a Escola Municipal Professora ........................................................................ fará análise e interpretação dos resultados das avaliações internas, externas e das ações realizadas pela escola. Também realizará avaliação geral, da implementação do PPP, por todos, especialmente no final do ano, apresentando questões, tais como; Todas as ações foram executadas? As ações ajudaram na caminhada? Em que medida as necessidades da escola foram supridas e ajudaram a construir uma prática transformadora? A partir da avaliação de todas as etapas detalhadamente, serão apontadas as necessidades já revistas e reelaboradas, partindo então para a reorganização, se necessário, e a reprogramação para o próximo ano letivo. Deste modo, a escola garantirá a implementação do PPP sem perder de vista os compromissos assumidos coletivamente. Tendo assim está clareza de que as ações definidas pelo seu coletivo, representando os desejos de todos serão planejadas suas atividades permanentes (currículo escolar, calendário escolar, avaliação da aprendizagem) e os projetos que serão desenvolvidos, elaborando o Cronograma Geral de Atividades do PPP, dentre outras. Para tanto, serão criados horários e espaços para promover momentos de discussão coletiva a partir de textos que articulem questões teóricas e práticas sobre a organização do trabalho da escola, visando contribuir na construção do PPP sendo possível promover a discussão por blocos, reunindo alguns segmentos de cada vez. Acredita-se assim que os objetivos serão atingidos, a partir do momento em que todas as ações previstas forem realizadas e atenderem às especificidades que requer a LDBEN, as diretrizes da SEE e a realidade e necessidade da escola e sua comunidade para que os alunos desenvolvam as competências e habilidades indispensáveis para conviver e transformar a sua realidade, com sucesso. PARTICIPAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Formação continuada Contribuindo para a formação continuada, os dias escolares serão destinados para palestras, oficinas, dinâmicas, reflexão coletiva, planejamento, reuniões pedagógicas e administrativas. Também serão destinados aos cursos oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação. A escola tem como prioridade incentivar a participação de todos os funcionários em Seminários, cursos e reuniões formativas. Com isso a carga horária obrigatória do professor contemplará 9 (nove) horas semanais destinadas a atividades extraclasse, observada a seguinte distribuição: · 3 (três) horas semanais em local de livre escolha do professor; · 4 (quatro) horas semanais na própria escola. Compreendem atividades de capacitação, planejamento, avaliação e reuniões, bem como outras atribuições específicas do cargo que não configurem o exercício da docência, sendo vedada a utilização dessa parcela da carga horária para substituição eventual de professores. · 2 (duas) horas semanais em local definido pela direção da escola para formação continuada e reuniões pedagógicas.A carga horária semanal destinada a reuniões a que se refere serão usadas com 3 (três) horas para formação continuada mensal e 30 (trinta) horas semestrais destinada à semana pedagógica de cada semestre. PLANO DE AÇÃO Todo esse movimento permitiu conhecermos melhor nossa escola e aumentar o engajamento da comunidade escolar na construção do nosso PPP. Apresentamos o nosso Plano de Ação que propõe ações concretas de melhoria e transformação da realidade identificada durante a etapa do diagnóstico. Este instrumento permitirá a definição dos passos a serem dados pela escola e nossa comunidade para o alcance dos objetivos que pretendemos. Plano de Ação Itinerário Avaliativo Ponto de melhoria Nome da ação Objetivo e resultados Como podemos medir esse resultado? O que será feito? Como será feito? Quando será feito? Por quem será feito? Principais riscos para o sucesso dessa ação Monitoramento e Avaliação do Plano de Ação Unidade de medida do resultado Meta numérica Data limite para o alcance da meta Detalhamento do Plano de Ação Atividade Responsável Data de início Data de fim Descrição dos insumos Valor total dos insumos Classificação dos recursos CONSIDERAÇÕES FINAIS A elaboração do Projeto Político-Pedagógico pressupõe uma gestão democrática e comprometida com a qualidade social da educação, perpassando por decisões estratégicas do Gestor da Escola, sem as quais o processo ficaria comprometido. O processo de Revisão e Reestruturação do PPP compreendeu vários momentos interligados. Todos esses momentos passaram por um processo de avaliação que permitiram a escola caminhar do real para o ideal, desenvolvendo ações possíveis de serem executadas e implementadas. A escola terá momentos destinados ao planejamento, à organização do trabalho escolar, de sua prática pedagógica para viabilizar a operacionalização dos Planos de Ensino, Planos de Aula, Planos dos Servidores da Escola, Plano de Intervenção Pedagógica, tendo em vista a melhoria da qualidade do ensino, a garantia dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos e os resultados das avaliações internas e externas. À direção da escola caberá à responsabilidade de garantir a implementação das atividades previstas nos PLANOS, supracitados, no PPP e imprimir, no trabalho coletivo de construção e operacionalização desses instrumentos, a confiança, o respeito mútuo, os sentimentos de cooperação e de solidariedade, apropriando-se do PPP como um instrumento para a consolidação de uma escola que, de fato, possa cumprir sua função social e garantir os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de seus alunos no tempo certo. Espera-se que este PPP seja um instrumento de gestão da escola, orientando todas as práticas educativas rumo à execução de sua missão aqui instituída. REFERÊNCIAS BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Lei nº 11769 de 18 de agosto de 2008 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica. MACHADO, M. A. A construção do projeto político-pedagógico da escola. In: Minas Gerais. Parecer CNE/CEB n° 6°2010 – Reexame do Parecer CNE/CEB nº 23/2008, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos – EJA, nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância. Parecer CNE/CEB nº 11/2010 – Diretrizes Curriculares par a o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos; Parecer CNE/CEB nº 7/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica; RAYS, Oswaldo Alonso. Planejamento de Ensino: um ato político-pedagógico. VI ENDIPE. Recife, 1987. Repensando a Gestão Escolar par a construção de uma Escola pública de qualidade, Estado de Minas Gerais, 2004. Resolução n° 7/2010 – Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos; Resolução nº 4/2010 – Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica; Resolução SEE nº 2.197 de 26 de outubro de 2012. Resolução SEE nº 2197/2012 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas Escolas de Educação Básica de Minas Gerais e dá outras providências; SANT’ANN, Flávia Maria e outros. Dois enfoques modernos de planejamento: o sistêmico e o participativo. In: --------------. Planejamento de ensino e avaliação. P. A, Sagra, 1991. Secretaria de Estado da Educação - Repensando a Gestão Escola r para a Construção de uma Escola Pública de Qualidade. VASCONCELLOS, C. S. Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto político - pedagógico ao cotidiano da sala de aula, São Paulo: Libertad, 2002. VEIGA, I. P. A.; RESENDE, L. M. G. de. Escola: espaço do projeto político-pedagógico. 5. ed. Campinas, SP: Papirus, 1997. EQUIPE CONSULTIVA E COLABORATIVA PELA ELABORAÇÃO DOCUMENTO ___________________________________________________ Secretária Municipal de Educação ___________________________________________________ Gestão da Escola ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ Professores da Escola ___________________________________________________ ___________________________________________________ Equipe Pedagógica ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ ___________________________________________________ Comunidade Escolar Virginópolis/MG, 15 de setembro de 2016 29 ( “A escola não é lugar para transmitir apenas conhecimentos e conferir diplomas, mas de socializar e transformar pessoas”. ) image2.jpeg image3.jpegLaboratório de Química, Física e Biologia-------------------------------------------------37 Laboratório de Informática---------------------------------------------------------------------38 Secretaria----------------------------------------------------------------------------------------- 38 Serviços Gerais----------------------------------------------------------------------------------38 Plano de Trabalho das Instâncias Colegiadas------------------------------------------------40 Da Associação de Pais------------------------------------------------------------------------40 Do Colegiado Escolar--------------------------------------------------------------------------40 Do Conselho de Classe------------------------------------------------------------------------40 Do Grêmio Estudantil---------------------------------------------------------------------------41 Objetivos e Metodologias dos Cursos Ofertados ---------------------------------------------42 Planejamento-------------------------------------------------------------------------------------------43 Avaliação ------------------------------------------------------------------------------------------------44 Proposta Curricular -----------------------------------------------------------------------------------46 Organização Curricular ------------------------------------------------------------------------------48 Estrutura dos Cursos Ofertados pela Escola---------------------------------------------------49 Ensino Fundamental---------------------------------------------------------------------------49 Ensino Médio-------------------------------------------------------------------------------------49 Referências Bibliográficas---------------------------------------------------------------------------50 APRESENTAÇÃO Atualmente, a maior preocupação da Escola Municipal Professora ........................................................................ quanto da gestão municipal é a melhoria do processo de ensino-aprendizagem dos educandos matriculados na escolarização. Consequentemente, com análise crítica dos conhecimentos, da prática educativa, e da realidade escolar é que se entende que o ensino e aprendizagem efetiva e eficaz aos alunos deve ser a prioridade em uma perspectiva de transformação. Atendendo a necessidade de buscar caminhos para sanar as dificuldades de aprendizagem e instituir novos paradigmas, torna-se imprescindível a construção da uma proposta pedagógica baseada nos parâmetros pedagógicos baseados em protagonismo e inserção de uma prática local e social, apoderando os sujeitos participantes deste trabalho. Por ser elaborada mediante um processo de construção coletiva e partilhada onde todos possam estar envolvidos, podemos prever que a médio e longo prazo, sejam proporcionadas capacitações, orientações e motivação para a caminhada dos educadores, na formação do corpo docente e discente, garantindo um ambiente educativo e de perspectivas. Neste ínterim, e a partir de uma reflexão conjunta acerca dos aspectos que fundamentam as finalidades da escola, dos conteúdos curriculares, da estrutura organizacional, das normas, do tempo escolar, dos procedimentos didáticos, das estratégias de trabalho, da avaliação, dos processos de decisões, das relações humanas, das atividades culturais e sociais, é que foi elaborado um novo Projeto Político Pedagógico que já é e será mais vivenciado por todos os envolvidos no processo educativo, em que todos os momentos faz uma perspectiva horizontal da escola, visando sempre a formação do sujeitos com aptidão para exercer a sua cidadania. Este projeto como proposta, assim concebido, contribuirá para o fortalecimento da escola e para a construção de sua identidade e de sua autonomia, pretendendo nortear o trabalho desta instituição que quer ser espaço de conhecimento e crescimento humano, em todas as suas esferas. E, o intuito desta instituição é focado em um trabalho democrático comprometido com a formação integral do educando, tendo como princípio um trabalho interativo, envolvendo toda a comunidade escolar num processo de ação proporcionado reflexão e resultando em ação coletiva. Considerando que a nossa realidade escolar está organizada com a Educação Infantil (4 e 5 anos), com processo de formação de Ciclos de Alfabetização, Ciclo Complementar, modalidade da Educação de Jovens e Adultos - EJA (anos iniciais (conforme demanda) e finais (2010-2015)) e educação especial com atendimento Educacional Especializado, a elaboração e a vivência deste projeto se fazem necessários para que a prática pedagógica seja construída através do relacionamento humano, baseado no trabalho e conhecimento, e na organização da coletividade cuja finalidade é colaborar na formação do educando na sua totalidade, tendo como mediação fundamental o conhecimento que possibilite o “compreender”, o “usufruir” ou o “transformar” da realidade. INTRODUÇÃO O Projeto Político-Pedagógico da Escola Municipal ........................................................................ ora revisado e reestruturado, evidencia os aspectos essenciais, definidos por lei, e se constitui como marco de referência para a Escola, na organização de suas atividades educativas, destacando-se a sua missão, sua visão, seus princípios, seus objetivos, suas metas e suas concepções. Por ser um documento que retrata a filosofia educacional das instituições educacionais, não há marca de prazos e vigência para alteração do mesmo, pois sua avaliação e reavaliação devem ser constantes levando em conta as mudanças de ações relevantes periódicas, de forma a atender às demandas da Escola e seu ajuste às novas necessidades pedagógicas, depreendidas, por exemplo, dos resultados dos alunos nas avaliações internas e externas. Acreditamos que a aprendizagem acontece em um ambiente de afetividade, por isso, priorizamos um ensino de qualidade, em que cada aluno construa seu conhecimento, sendo valorizadas e respeitadas suas características, limitações e potencialidades, como também as de todos os envolvidos no processo, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais e no Currículo Básico Comum – CBC, utilizando-se dos demais recursos e fontes que possam garantir a formação de cidadãos críticos, competentes, participativos, criativos durante toda sua caminhada de descoberta e construção de conhecimentos. O fazer da Escola está embasado num modelo de aprendizagem dinâmico, interativo, no qual o aluno é o centro de todas as atenções e o professor o mediador do processo. Acreditamos que a verdadeira aprendizagem se dá quando o aluno constrói e reconstrói o conhecimento e forma conceitos sólidos sobre o mundo, o que vai possibilitar-lhe a agir e reagir diante da realidade. Assim, não há mais espaço na Escola para a repetição mecânica, automática, e, sim, para aprendizagens contextualizadas e significativas. Este Projeto de educação torna-se desafiador no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitude e hábitos de vida, buscando a participação ativa de professores, alunos e comunidade, dando-lhes subsídios a todos os envolvidos para identificarem os problemas existentes e se posicionarem de forma positiva, responsável, solidária e criativa, transformando assim, atitudes e valores existentes, dentro e fora da escola; facilitando o desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos, cumprindo os objetivos e metas dos planos Municipais e Nacionais para a Educação. Este PPP foi elaborado com a participação de todos os segmentos da Comunidade Escolar, de forma crítica e reflexiva, por meio de estratégias e ações que possibilitaram a acolhida de todas as contribuições pedagógicas. Mesmo assim, conforme Veiga (1997), o PPP construído corretamente não garante que a escola seja transformada magicamente em uma instituição de melhor qualidade, mas esta comunhão promove que os envolvidos tenham consciência de seu caminhar, interfiram nos limites, aproveitem as potencialidades e resolvam as dificuldades detectadas commelhor qualidade e aberto para uma sociedade em constante mudança. MARCO REFERENCIAL: Visão de homem, de sociedade e de educação O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido a rapidez dos meios de comunicação e tecnológicos e pela globalização torna-se necessário proporcionar igualmente ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e espirituais para que sejam superadas as injustiças sociais, diferenças, distinções e divisões na tentativa de se formar o ser humano. Isto será possível se a escola for um espaço que contribua para a efetiva mudança social. Pertencente a uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e resultados, por isso faz-se necessário construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão/ã constrói a sua existência e a do coletivo. O ser humano, na atualidade, é competitivo e individualista, resultado das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por um homem social, voltado para o seu bem próprio, mas, acima de tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio do movimento dialético. O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes “cristalizados” e desemboque em um processo de produção e de apropriação de conhecimento e transformá-lo, possibilitando, assim, que o cidadão torne-se crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre as questões sociais e buscando alternativas de superação da realidade. MARCO SITUACIONAL E FILOSÓFICO: Princípios, missão, objetivos e finalidade da escola e da educação A Escola como referência de pilar da sociedade deve imbuir-se de práticas pedagógicas inovadoras e significativas garantindo os direitos de aprendizagem e desenvolvimento a todos os alunos da escola, no tempo certo. Desta forma, como tutora no processo de aprendizagem do aluno, acompanhará e oferecerá suporte didático/pedagógico enfocando as dimensões básicas como gênese do conhecimento, formação de conceitos, funções da linguagem e da escrita instrumentalizando-o no desenvolvimento em todos os aspectos de suas habilidades e capacidades cognitivas dos alunos como um todo. Atendendo também aspectos que fogem à necessidade escolar, a instituição trabalhará na função de avaliação e diagnóstico das demandas psicossociais dos educandos nela inseridos conduzindo o aluno ao desenvolvimento global. Com isto, a escola passa a ter um novo significado quando a questão é norteada para que este ambiente seja mais do que um espaço de construção do conhecimento. Assim, propõe-se um trabalho em que, a todo instante possa estar presente, como ponto norteador, a nossa função de educar, ensinar, e ao mesmo tempo aprender, numa relação interativa, que busca sempre meios de crescer na aprendizagem e conhecimento, para a formação integral do educando, entendida como formação intelectual, psicológica, humana, ética e social. A partir destes pressupostos, o atendimento educacional especializado, a educação em valores humanos e a intervenção pedagógica são mais três pilares que tem sustentado melhores ações para o desenvolvimento do trabalho no enfoque de atingir potencialidades de nossos alunos como um todo, pois “como estrelas na terra” acreditamos que “toda criança é especial”. Por isto esta concepção de escola e educação traz a percepção de sua finalidade significativa, assegurar aos educandos à formação integral no status de ser humano, através do qual é possível ser inserido na sociedade com equidade de competências e direitos, assim o natural passa ser a percepção do todo e não apenas de si mesmo. Portanto, são os valores que dão sustentação e identidade à escola. Para a discussão e definição destes princípios, a escola se ancora na Lei máxima orientadora de seu processo a LDBEN (nº 9.394/96), nas Resoluções SEE/MG, nos Pareceres e Resoluções do Conselho Nacional de Educação e Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais, dentre outros. Deste modo, a Escola Municipal Professora ........................................................................, tem por missão o desenvolvimento de processos e estratégias pedagógicas que garantam a qualidade social da educação, a permanente excelência do processo de ensino aprendizagem, à superação dos desafios, o alcance das Metas e a garantia dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento a todos os alunos da escola, no tempo certo. Tendo em vista uma educação de qualidade, para as Escolas Municipais não basta apenas oferecer vagas. O maior desafio é evitar a evasão e a progressão continuada sem aprendizagem, bem como, oferecer as “oportunidades” (Res. 2.197 de 26/10/2012) no intuito de se evitar a progressão parcial ou retenção. Com isso, a missão desta instituição é proporcionar um ambiente que leva em conta o conjunto das dimensões da formação humana, onde o conhecimento é compartilhado e sistematizado, tendo o objetivo de formar seres humanos conscientes de seus direitos e deveres. Por isso, a escola se propõe a garantir o desenvolvimento de competências e habilidades definido no Currículo Básico Comum, como instrumento de inserção sociocultural no mundo contemporâneo a partir da autonomia intelectual e moral tendo em vista uma atuação independente no campo da aprendizagem e da ética. E, nos aspectos de responsabilidade cívica, social e moral, visando ao protagonismo com vistas ao bem comum, o comprometimento com o coletivo e comunicação compartilhada de informações e experiências a partir de uma gestão participativa, democrática, são o foco para que a ética no desenvolvimento do trabalho e nos relacionamentos interpessoais seja considerada de impacto na realidade de todos os indivíduos. Visando um melhor empenho dos profissionais que trabalham nas Escolas Municipais, a presente proposta pedagógica estabelece como metas prioritárias o desenvolvimento integral do aluno, em que a aprendizagem de conteúdo deve favorecer a inserção no cotidiano das questões sociais marcantes e em um universo cultural maior, propiciando através da escola o desenvolvimento de capacidades de modo a favorecer a compreensão e a intervenção nos fenômenos sociais e culturais, possibilitando aos alunos usufruir as manifestações culturais, nacionais e universais. Também, compete à escola garantir a equidade de tratamento e de oportunidades a todos os alunos, assegurando sua inclusão e permanência na escola para que se efetive a formação intelectual, moral, emocional e física de cada aluno. Por isto, os valores éticos de justiça, solidariedade, liberdade e autonomia, de respeito à dignidade da pessoa humana e de compromisso com a promoção do bem de todos devem contribuir para combater e eliminar quaisquer manifestações de preconceito de origem, gênero, etnia, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Assim o reconhecimento dos direitos e deveres de cidadania, de respeito ao bem comum e à preservação do regime democrático e dos recursos ambientais; da busca da equidade e da exigência de diversidade de tratamento para assegurar a igualdade de direitos entre os alunos que apresentam diferentes necessidades. Logo, os valores estéticos, do cultivo da sensibilidade juntamente com o da racionalidade, do enriquecimento das formas de expressão e do exercício da criatividade, da valorização das diferentes manifestações culturais, especialmente, a da cultura mineira e da construção de identidades plurais e solidárias também são questões de metas estratégicas para a educação pensada para este instituição. Por isso, na Educação Básica, as dimensões inseparáveis do educar e do cuidar deverão ser consideradas no desenvolvimento das ações pedagógicas, buscando recuperar, para a função socialdesse nível da educação, a sua centralidade, que é o educando. MARCO OPERATIVO: Objetivos da instituição A Escola Municipal ........................................................................ trabalha com objetivo de para os fins mais amplos da Educação Nacional explicitados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/96) que são: · Proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades; Realizar a transição entre as etapas da Educação Básica de forma a assegurar a articulação das dimensões orgânica e sequencial garantindo aos alunos um percurso contínuo de aprendizagem, com qualidade. · Assegurar ao educando a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores; · Promover o desenvolvimento das competências e habilidades para garantia dos Direitos de Aprendizagem dos alunos para uma participação produtiva; · Garantir a qualidade social da educação na escola. Objetivos para a educação infantil Esta etapa da educação básica tem por objetivo propiciar ao aluno um ambiente rico em experiências necessárias ao desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social complementando a ação da família e da comunidade. Promovendo assim a ampliação das experiências e conhecimento do aluno, estimulando seu interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade para estimulo da criatividade como elemento de auto expressão. Objetivos para o ensino fundamental O ensino fundamental, com duração mínima de nove anos tem por objetivo a formação básica do cidadão, para isso é fundamental que o desenvolvimento da capacidade de aprender, com pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo associado a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade. Assim, para a aquisição de conhecimentos e habilidades, a formação de atitudes e valores, com instrumentos para uma visão crítica do mundo, será desenvolvida o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. Deste modo o educando poderá posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e tomar decisões coletivas, compreendendo a cidadania com participação social e política, adotando atitudes de solidariedade, cooperação e contestando o outro e exigindo para si mesmo, respeito. Este ensino promoverá a interação com diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos para prosseguimento de estudos e preparo para o trabalho, colaborando para o questionamento da realidade formulando problemas e tratando de resolvê-los utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação no ambiente de trabalho, levando bagagem de conhecimentos da escola, da vida cotidiana familiar, social, religiosa, profissional e cidadã. A partir deste desenvolvimento de trabalhos constantes, referente ao meio ambiente, visando a sensibilização dos educandos quanto a importância da preservação do mesmo, valorização do pluralismo cultural na busca de uma compreensão mútua entre profissionais, educandos e comunidade, para a garantia de condições para que todos os alunos desenvolvam suas capacidades e aprendam os conteúdos necessários para a vida em sociedade, descobrir-se como agente do conhecimento, a partir das atividades propostas na escola. O Ensino Fundamental desta escola promoverá um trabalho educativo de inclusão, que reconhece e valoriza as experiências e habilidades individuais do aluno, atendendo às suas diferenças e necessidades específicas, possibilitando, assim, a construção de uma cultura escolar acolhedora, respeitosa e garantidora do direito a uma educação que seja relevante, pertinente e equitativa. Objetivos para a educação de jovens e adultos Oportunizar aos jovens e adultos a escolarização e/ou complementação dos estudos, nas etapas do Ensino Fundamental, visando a formação do cidadão consciente dos seus direitos e deveres, com condições efetivas de intervenção para a transformação da realidade local e da sociedade. Para tanto, serão aplicadas metodologias específicas na garantia aos jovens e adultos a elevação da escolaridade e condições para a continuidade dos estudos para assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Objetivos para educação especial inclusiva equitativa E nos aspectos da educação especial em sua modalidade transversal as etapas e níveis de ensino na forma de apoio, complementar e suplementar tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento global das potencialidades dos alunos por incentivo a autonomia, cooperação, espírito crítico e criativo da pessoa com necessidades educativas especiais. E, para a contribuição da preparação dos alunos para participarem ativamente no mundo social, cultural, dos desportos, das artes e do trabalho, a escola oferece e proporciona condições para a frequência desses educandos a escola em todo o fluxo de escolarização respeitando os ritmos próprios dos alunos com programas e atividades voltadas para a preparação e envolvimento familiar e da comunidade no processo de desenvolvimento global do educando. Objetivos para educação integral A educação integral tem por objetivo que o aluno participe integralmente de modo a realizar e expandir suas necessidades e potencialidades de aprendizagem. Voltado para a formação integral do educando, respeitando-o em suas diferenças e pluralismo de ideias, contribuindo dessa forma, para uma cidadania saudável. Nessa perspectiva da ampliação de oportunidades e de aprendizagens significativas, objetiva oferecer aos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental a oportunidade de ampliar o tempo de permanência na escola, colocando-os em contato com atividades de orientação de estudos em leitura e escrita, resolução de problemas matemáticos, introdução à pesquisa e prática de laboratório de informática, bem como a vivência de atividades curriculares artísticas, culturais, esportivas, e de integração social. Fortalecendo assim a ideia da escola como espaço de socialização, onde o aluno possa experimentar uma vivência coletiva e formular uma concepção de mundo, de sociedade e de homem, por desenvolver e reforçar às rotinas diárias de alimentação higiene, esporte e lazer; DIAGNÓSTICO: relação da escola com a comunidade Relação da escola com a comunidade local A escola municipal Professora ........................................................................ está localizada no entorno de comunidades tradicionais de lavradores, pessoas do campo que vivem um contexto rural/urbano a partir das práticas e vivencias. Nesta perspectiva, os alunos são advindos de diferentes culturas e estruturas familiares diversas. Tanto nesta escola, quanta nas outras, há matrícula e presença de alunos público alvo da educação especial que possuem diversas características de necessidades educacionais e gerativas. Deste modo, para integrar escola e comunidade, a escola realiza sempre que necessário encontro de pais e professores sob a coordenação da equipe gestora e pedagógica para a participação e interação de pais, alunos e professores para compreensão e colaboração coma vida escolar. Em momentos como estes, é possível apresentar projetos, intervenções e resultados do que é desenvolvido na escola a fim de colaborar com a melhoria educacional, sendo assim possível ampliar a qualidade. Quanto ao aspecto cultural, as famílias participam sempre que podem dos encontros pedagógicos e festivos que acontecem. A escola promove algumas celebrações, sendo que um dos objetivos é contribuir para que as famílias assistam, colaboreme conheçam os trabalhos realizados e de que forma há progresso no que é desenvolvido na escola. Em reuniões mais formais, os pais são convidados a participar para compreender os resultados das avaliações da aprendizagem feitas bimestralmente e das avaliações censitárias aplicadas para avaliar todo o sistema de ensino. Com esta importantíssima participação e representação é que a escola tem desenvolvido. Portanto, nestes momentos também é possível consulta e deliberação de questões importantes relacionadas com a escola, tais como currículo, avaliações internas e externas, qualidade de ensino, inclusão, formação continuada dos professores, aspectos físicos e financeiros (Caixa Escolar – prestação de contas), dentre outros. Perfil dos profissionais da instituição Os pais ou responsáveis pelos alunos são pessoas com escolaridade básica e alguns ainda com nível de estudo limitado considerados analfabetos funcionais. Mesmo assim, ainda há um público de pais com nível de letramento, leitura e interpretação satisfatório, os quais atendem as necessidades escolares no que tange o acompanhamento dos filhos no processo de escolarização. Perfil dos pais ou responsáveis Os pais ou responsáveis pelos alunos são pessoas com escolaridade básica e alguns ainda com nível de estudo limitado considerados analfabetos funcionais. Mesmo assim, ainda há um público de pais com nível de letramento, leitura e interpretação satisfatório, os quais atendem as necessidades escolares no que tange o acompanhamento dos filhos no processo de escolarização. Mesmo assim, constata dificuldades em que a maioria dos pais exerça o papel de educar e acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos, pois parte destes aos procurarem a escola a partir de convocações escritas, informa não saber como conduzir seus filhos de forma satisfatória incentivando os estudos, e uma pequena parte nem mesmo atende a estes convites. Perfil dos alunos Os alunos da Escola Municipal Professora ........................................................................ em sua maioria são filhos de trabalhadores, assalariados e de nível socioeconômico médio-baixo. A constante instabilidade social, afetiva, econômica e familiar atinge também o público escolar com alunos agitados, intempestivos e com certas dificuldades de convivência e/ou aprendizagem, o que, em muitos momentos tem gerado indisciplina no ambiente escolar e fora dele, fato este que a escola ainda não se sente preparada para solucionar. A maioria da clientela desta escola tem acesso aos meios de comunicação como; internet, televisão, rádio, entre outros. O que, muitas vezes não colabora com o desenvolvimento de práticas de leitura e produção escrita, fazendo com que estes sejam restringidos apenas ao ambiente escolar. CARACTERIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Identificação da escola Escola Municipal Professora ......................................................................... INEP: Endereço: Centro –Virginópolis/MG CEP: Contatos: (33) Histórico da escola A Escola Municipal ........................................................................ foi criada para atender as necessidades do município de Virginópolis, atendendo inicialmente a demanda de crianças da educação infantil e posterior quantitativo de crianças do ensino fundamental. Este nome foi definido para a escola por referenciar a uma professora, a senhora ........................................................................, educadora e residente do município na década de 50 e 60, período de emancipação da cidade de Virginópolis. A escola com atuação regulamentada para o ensino fundamental foi criada pela Lei municipal nº 42/95 de 23 de maio de 1995 e autorizada para funcionamento através da Portaria nº 304/98 de 14 de março de 1998 e parecer do CEE nº 100/1998, com a autorização para funcionamento do ensino fundamental (1ª a 4ª série) nos termos legais da Resolução SEE nº 7673/1995, Resolução SEE nº 7975/1997, do artigo 12º da resolução CEE nº 306/1984. No ano de 2010, através do Processo nº 39.169 e Parecer nº 591/2010 foi autorizado o funcionamento da Educação de Jovens e Adultos, Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) do ano de 2010 até 2013 com renovação destas atividades por meio da portaria 1039/2016 até o ano de 2015. Posterior a este período, outras atividades foram também iniciadas na escola, como a educação especial e educação integral na modalidade de ensino especializada e a continuidade da educação de jovens e adultos dos anos iniciais. Atualmente localizada na rua: Alfredo Firmino Sobrinho, s/n, Centro, Virginópolis, registrada sob o INEP 31273970, a escola oferece: Educação Infantil de 04 e 05 anos; Ciclo da Alfabetização: Anos Iniciais de 1º ao 3º anos; Ciclo complementar: Anos complementares; 4º e 5º anos; Educação de Jovens e Adultos - EJA (anos iniciais (conforme demanda) e finais (2010-2015)); Educação Integral – Programa Mais Educação e Educação especial inclusiva por meio do atendimento educacional especializado. Fundamentação legal A escola foi criada pela Lei municipal nº 42/95 de 23 de maio de 1995 e autorizada a funcionar pela Portaria nº 304/98 de 14 de março de 1998. Etapas, níveis e modalidades de ensino ofertadas Esta escola em uma perspectiva educativa para a realidade local oferece como etapas da educação básica a educação infantil com o pré-escolar atendendo crianças de 04 e 05 anos de idade em turmas multi-cicladas ou não. Já o ensino fundamental é garantido do 1º ao 5º ano que se refere aos anos iniciais com o ciclo da alfabetização e ciclo complementar. E, em uma perspectiva mais abrangente, todos os alunos público alvo da educação especial são atendidos por esta modalidade de ensino de forma transversal com serviços de apoio e complementação em sala de aula regular ou no contra turno em sala de recursos multifuncionais. Também, em uma perspectiva de atendimento integral aos alunos, conforme organização e disponibilidade financeira da rede municipal de ensino são oferecidas turmas de educação integral para cuidado, desenvolvimento, aprendizagem e proteção dos alunos assistidos por este programa. Infraestrutura da Escola A Escola Municipal ........................................................................, está localizada em um espaço próprio para atividades educacionais com uma infraestrutura que atende as necessidades momentâneas dos alunos. Por se tratar de um prédio antigo, muitas adequações e reformas são ainda constantemente necessárias. O espaço físico desta escola é organizado em 10 salas destinada as aulas do ensino regular comum; uma sala de recursos destinada a atividades de educação especial com equipamentos específicos para o desenvolvimento deste trabalho; espaço pedagógico para leituras, brincadeiras, jogos, atividades de grupos; espaço destinado aos professores para descanso, pesquisa e estudos; 02 banheiros com acessibilidade para alunos com deficiência e crianças menores de 04 e 05 anos de idade; quadra para atividades esportivas; e espaço para atividades administrativas de documentação escolar e da gestão pedagógica e administrativa. Acessibilidade Nos aspectos de acessibilidade, por haver discussões do campo pedagógico, comunicacional e arquitetônico, há uma diversidade de aspectos que atendem este desenho, no entanto, há outros ainda a serem melhorados. No campo pedagógico, boa parte dos profissionais desta instituição recebera formação continuada para educação especial inclusiva. Assim, tem sido desenvolvido o trabalho voltado para o desenvolvimento dos alunos de acordo com suas “rotas de aprendizagem” conforme as limitações e possibilidades diagnosticadas ao longo do processo, principalmente com uso do PDI – plano de desenvolvimento individualizado. Ainda há disponível na escola recursos como livros com letra ampliada, recursos de tecnologia assistiam para elaboração de atividades para alunos que não tem comunicação expressiva oral. Nos aspectos arquitetônicos, os banheiros da instituição atendem este desenho universal, uma vez que temos recebidorecursos para investimento nesta área, mas ainda não há acessibilidade nos aspectos táteis para atendimento de alunos com deficiência visual, uma vez que, estes ainda não são o público presente nesta instituição. Há também mobiliários acessíveis quando necessário, para alunos com alguma deficiência física, andadores, cadeiras de rodas entre outros conforme a demanda dos alunos. E, quando necessário, a secretaria de educação provê transporte escolar específico para que estes alunos possam frequentar a escola apesar das limitações físicas. Já no campo de acessibilidade comunicativa e informativa, a escola conta com intérprete de libras para os alunos com surdez e tem sido feito um trabalho de ensino desta língua para os colegas da turma e sinalização dos espaços escolares com placas de identificação com os sinais para pleno desenvolvimento dos mesmos. GESTÃO E COMPOSIÇÃO DE QUADRO DE SERVIDORES Fundamentos da gestão Esta escola é organizada e composta por uma equipe gestora democrática que desenvolve atividades conjunto em seus dois campos, administrativo e pedagógico. No campo administrativo há o diretor escolar que institui, articula e desenvolve seu trabalho voltado para a organização física, humana e documental da instituição com suas diversas atribuições. Deste modo, a gestão pedagógica, constituída essencialmente por profissionais da área pedagógica, cumpre o papel de formação e acompanhamento dos profissionais da educação lotados na escola e colabora de forma dialógica com a gestão administrativa em aspectos disciplinares e documentais. Ainda para colaboração com a equipe gestora administrativa, há conselhos deliberativos que são representados pela gestão escolar e representantes dos diversos segmentos para articulação financeira de propostas a serem instituídas na escola. Ambos os grupos são definidos como equipe do caixa escolar, os quais se reúnem para estes fins periodicamente. Profissionais do Magistério Docentes Uma vez que há diversas ações em desenvolvimento na escola, há também diversos perfis de profissionais e seu respectivo quantitativo que tem variação anual conforme clientela de alunos e número de matrículas feitas. Assim, a média de professores regentes de turma nesta escola é 10, todos tem assim um perfil alfabetizador mesmo que não em atuação neste ciclo de ensino, pois, compreendemos que a alfabetização é um processo contínuo que não há encerramento em apenas três anos de escolarização, deste modo, todos os professores tem formação pedagógica em nível superior para docência e formação continuada para as especificidades dos grupos de alunos que recebem anualmente. E seu regime de trabalho é parcial, uma vez que a educação integral é desenvolvida em forma de projetos com outros atores educacionais. Há também professores de intervenção pedagógica e de atendimento educacional especializado que também em regime parcial e formação pedagógica atendem a clientela que é da educação especial ou crianças que ainda não consolidaram a alfabetização de forma satisfatória depois de usar o período destinado a este fim. Seu quantitativo também é variável, uma vez que, apenas a partir da matrícula e encaminhamento destes alunos é que é possível organizar os grupos distintos para definição dos professores que desenvolverão este trabalho. Um diferencial destes professores é que os mesmos além de desenvolver o trabalho com os alunos em espaço e horário programado, atendem também aos professores regentes que estão com estes alunos no ensino regular comum para orientações e colaboração para desenvolver seu trabalho com estes alunos na sala de aula. Os outros profissionais ligados ao campo educacional são os monitores de sala de aula, classificados como Intérprete de Libras, Apoio Educacional ou Monitor de Turma. Estes profissionais também com formação pedagógica, desenvolvem um trabalho de ponte linguística, atitudinal, pedagógica e de cuidados de crianças com deficiência ou transtornos matriculados no ensino regular comum em sala de aula. E para a organização do trabalho destes profissionais, há um supervisor pedagógico que exerce a função de gestão pedagógica nos tempos e espaços escolares. Este profissional organiza horário, planeja em conjunto intervenções para alunos, realiza reuniões e formação de toda equipe escolar. Perfil dos Profissionais do Magistério de Apoio Escolar Os outros profissionais da escola que não exercem atividades diretamente pedagógicas são os auxiliares de serviços gerais que atuam na limpeza e preparação de alimentos para as refeições propostas no cardápio escolar. O quantitativo destes profissionais é destinado conforme a quantidade de turmas existentes na escola para distribuição dos serviços. E o outro grupo não docente, que trabalho no enfoque administrativo é a secretaria escolar, este é composto por uma secretária que trabalha em turno integral e é responsável por toda documentação escolar, que envolve desde os documentos de matricula, diários, históricos, entre outros. Sua formação prioritária é pedagógica, uma vez que, atuando no espaço escolar, é imprescindível que conheça a lógica de funcionamento e organização desta. Perfil dos Profissionais da Educação Básica Os outros profissionais da escola que não exercem atividades diretamente pedagógicas são os auxiliares de serviços gerais que atuam na limpeza e preparação de alimentos para as refeições propostas no cardápio escolar. O quantitativo destes profissionais é destinado conforme a quantidade de turmas existentes na escola para distribuição dos serviços. ORGANIZAÇÃO DA OFERTA DO ENSINO E PROCESSO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO A organização do tempo e do espaço escolar focaliza o aluno como centro do ensino educacional respeitando suas fases da vida: infância, adolescência, juventude e idade adulta para ser fonte de aprendizagem importante para a vida pessoal, a vida de estudante e para a vida cidadã. Assim, a escola está atenta a todos os momentos de aprendizagem dos alunos nos tempos em sala de aula e fora dela, incluindo o período de recreio, como excelente oportunidade de aprendizagens, convivência e interação com espaços abertos e espontâneos. Organização de alunos e turmas Os alunos são organizados em turmas de mesma escolaridade em grupos multi- idade e multi- aprendizagem, ou seja, não se organizam os alunos por idade, sexo/gênero ou desenvolvimento acadêmico, pois esta instituição zela por preceitos que vão além do que a educação tradicional perpetuou. Quando há mais de uma turma de mesma etapa e nível de escolaridade, as turmas são classificadas com valores ao invés de sequência alfabética ou numérica, horizontalizando tanto alunos, professores ou turmas, evitando a rotulação negativa. Formas de enturmação A escola organiza as turmas de alunos em cada ano do ciclo ou série tendo como critério prioritário a heterogeneidade no tocante ao nível de desenvolvimento cognitivo dos alunos e ou em outras situações formam-se turmas multi-cicladas. Para a Educação infantil admite-se a matrícula de crianças que completem 04 ou 05 anos até o dia 30 de junho do ano corrente, sendo a única etapa que a criança é admitida e enturmada conforme sua idade, ao invés de histórico acadêmico de percurso. A segunda etapa da educação básica, o ensino fundamental, organizado em dois ciclos atende crianças de 06 ano de idade completos até 30 de junho do ano corrente. Assim, o primeiro ciclo desta etapa é a Alfabetização, período de 03 anos de duração ininterruptos onde as crianças precisam seguir um curso sem avanços ou retrocessos, seguindo a lógica de estudar todos estes anos de escolaridade.( Como explicar o ininterruptos sendo que algumas vezes há reprovção?) Ainda na segunda etapa há o ciclo complementar que se constitui de 02 anos de escolarização que contemplam o 4º e 5º ano do ensino fundamental. Para esta fase são enturmados alunos que concluíram o ciclo da alfabetização (pode haver reprovoção? Já a terceira etapa, os anos finais do ensino fundamental, contempla dois ciclos, o ciclo intermediário (6º ano e 7º ano)e o ciclo da consolidação (8º ano e 9º ano). Nestes são matriculados alunos que concluíram os anos iniciais do ensino fundamental como fase intermediária para a conclusão dos estudos na educação básica. Ainda, são enturmados em agrupamentos especiais alunos que apresentem características compatíveis a deficiências que precisem de atendimento educacional especializado. Este agrupamento é feito após avaliação por equipe clínica e/ou pedagógica e constatado a necessidade específica a ser acompanhada na sala de recursos multifuncional. Para garantir os direitos previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 sobre a educação de jovens e Adultos e justificar a função social, a Escola Municipal Professora ........................................................................ oferece a modalidade de ensino Educação de Jovens e Adultos – EJA. A Educação de Jovens e Adultos - EJA - destina-se àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental na idade própria. A idade mínima para matrícula em cursos de Ensino Fundamental é de 15 anos com a organização de um curso presencial dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, com duração de 02 (dois) anos letivos, organizados em 04 (quatro) períodos semestrais; Composição do quadro de alunos O quantitativo de alunos é organizado conforme demanda de matrícula para cada nível, etapa, modalidade e ano de escolaridade. Assim, é admitido o número mínimo de 15 alunos para a composição de uma turma regular comum, caso contrário, sendo um número inferior, haverá possibilidade de agrupar com outra turma com número inferior de alunos. Currículo A escola observa a lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN nº 9394/96 que em seu artigo 26 reza que os “currículos do Ensino Fundamental e Médio devem ter uma base nacional comum e ser complementada em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela”. A concepção de currículo aqui defendida requer que a organização escolar, os planos, a metodologia de ensino, as formas de avaliação da aprendizagem, as relações entre os atores que participam do processo educacional e todas as variáveis implícitas nele tenham o aluno com centro do processo ensino e aprendizagem. O currículo da Educação Básica configura-se como conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção e a socialização de significados no espaço social, contribuindo, intensamente para a construção de identidades socioculturais do educando. Na implementação do currículo deve evidenciar contextualização e a interdisciplinaridade, permitindo aos alunos a compreensão mais ampla da realidade. Parte do princípio que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos e a contextualização requer a concretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares dos alunos. O Ensino Fundamental com duração de nove anos ministrado em regime de ciclos, etapa de escolarização obrigatória, deve comprometer-se com uma educação com qualidade social e garantir ao educando o desenvolvimento da capacidade de aprender, com pleno domínio da leitura, escrita e cálculo, compreensão do ambiente social e natural, formação de atitudes e valores, fortalecimento dos vínculos de família, promovendo um trabalho educativo de inclusão que reconheça e valorize as experiências e habilidades individuais. ORGANIZAÇÃO DAS ETAPAS E MODALIDADES DO ENSINO Educação infantil – Pré-Escola (04 e 05 anos) A educação infantil como primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Nesta instituição está organizada em uma carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias, cursando assim 2 anos da educação básica, subdivididos em 1º período e 2º período com crianças que completem respectivamente a idade de 4 e 5 anos até 31 de junho conforme as orientações legais vigentes. O trabalho pedagógico é feito por meio de avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, com atendimento à criança por 4 (quatro) horas diárias, e a comprovação da frequência é feita por meio de documentos de registro específico visando atestar frequência e aproveitamento aos processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança. O currículo da Educação infantil foi construído e fundamentado nos princípios básicos da Teoria Construtivista Sócio Interacionista. Sendo definidos os seguintes eixos de trabalho: Identidade e diversidade, psicomotricidade, Arte, Expressão e linguagem, Natureza e Sociedade, Raciocínio lógico. Estes eixos visam a Formação Pessoal e Social/Conhecimento de Mundo do aluno da Educação Infantil descritos conforme sua especificidade; A expressão e linguagem visam a ampliação da capacidade de comunicação por meio das linguagens verbais e não verbais com práticas de oralidade, leitura e produção escrita de forma integrada potencializando os diferentes aspectos interativos e compreensivos das crianças. Como eixo introdutório dos planos de trabalho dos docentes, são desenvolvidas por meio deste a interação e produção de diversos gêneros textuais nos seus múltiplos suportes. Este eixo desenvolve a oralidade, leitura e escrita de forma integrada e complementar com os outros eixos, potencializando os diferentes aspectos das linguagens da criança. O raciocínio lógico é o estudo da amplitude que a matemática abrange por meio das relações de compreensão lógica de fatos, situações e aspectos coerentes. Para que a criança compreenda o mundo em que vive e perceba a matemática e desenvolva a reflexão e compreensão, serão trabalhadas neste eixo numerais, as operações numéricas, as noções espaciais e de medidas, entre outras práticas que privilegiem crianças. Este eixo possibilita o desenvolvimento de ideias matemáticas, seleção e organização de informações e estratégias, tomada de decisões, confiança ao lidar com situações matemáticas, construção de significados e estabelecimento de relações entre as ações físicas e mentais (relação entre o concreto e o abstrato). A arte como estudo e compreensão das estratégias visuais, plásticas, cênicas e musicais, é componente da educação infantil para desenvolvimento de outras linguagens. As crianças desenvolveram atividades e experiências por meio da utilização de instrumentos e materiais diversos na exploração de características, propriedades e possibilidades de manuseio produção. Algumas atividades desenvolvidas neste eixo envolvem desenhos, pinturas, colagens e modelagens, instrumentos musicais, observação de pinturas, expressão teatral e canto. O desenvolvimento deste eixo proporciona às crianças a ampliação de repertórios expressivos, exploração de imagens e espaços e valorizarem da autoprodução e criticidade da arte em geral. A psicomotricidade se relaciona com a exploração de gestos, posturas e ritmos para expressar-se e comunicar-se na relação com a brincadeira, com o jogo e com o outro. É proposto o desenvolvimento da capacidade de ouvir, perceber e discriminar diferentes gêneros, estilos e ritmos musicais, e os outros sentidos humanos como a discriminação tátil e visual. A brincadeira e jogos são essenciais para esta proposta. Este eixo proporciona à criança perceber e expressar sensações sentimentos e pensamentos em relação às regras, propostas delineadas nas atividades e desenvolvimento físico e intelectual. A identidade e diversidade envolvem o autoconhecimento e socialização com o meio a partir das experiências próprias para que as crianças possam experimentar e utilizar recursos para expressarem seus desejos, sentimentos e ideias, oportunizando ás crianças valorização, autoestima, cooperação e solidariedade por hábitos de auto cuidado e respeito às regras básicas de convívio social,bem como compreender a diversidade de culturas, conhecimentos, pessoas e escolhas meio que vive. Esta temática é trabalhada interdisciplinarmente com as temáticas propostas pelos professores nos seus planos de ações para a turma. E, a natureza e sociedade é proposta para as crianças por meio da ampliação de experiências interativas para a construção de conhecimento com o mundo que está interligado, favorecendo socialização e significação do meio externo nas relações dialéticas com as diferentes formas de expressão da sociedade. Para esta proposta serão trabalhados assuntos que envolvem questões sociais, de saúde, alimentação, meio ambiente e a familiarização entre outros que são embates sociais na contemporaneidade. Assim as CAPACIDADES REFERENTES a EDUCAÇÃO INFANTIL precisam ser desenvolvidas em uma lógica de; · Expressão, manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas; · Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário; · Identificação progressiva de algumas singularidades próprias das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação; · Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e as personagens; · Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de futebol, casinha, pular corda etc.; · Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos; · Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros; · Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura etc.; · Valorização da limpeza e aparência pessoal; · Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos; · Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social; · Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente; · Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo; · Procedimentos relacionados à alimentação e à higiene das mãos, cuidado e limpeza pessoal das várias partes do corpo; · Utilização adequada dos sanitários; Identificação de situações de risco no seu ambiente mais próximo; · Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e autocuidado. Anos iniciais do ensino fundamental Os cinco anos iniciais são organizados em dois ciclos: Ciclo da Alfabetização com duração de 03 anos e Ciclo Complementar com duração de 2 anos. A organização em Ciclos nos anos iniciais do Ensino Fundamental amplia o tempo de aprendizagem do aluno, possibilita distribuir os componentes curriculares de forma adequada à clientela e ao processo de aprendizagem. Os Ciclos da Alfabetização e Complementar devem garantir o princípio da continuidade da aprendizagem dos alunos, sem interrupção, com foco na alfabetização e letramento, voltados para ampliar as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, para todos os alunos, imprescindíveis ao prosseguimento dos estudos. Para tanto, no ciclo da alfabetização deve ser considerando que o processo de alfabetização e o zelo com o letramento são a base de sustentação para o prosseguimento de estudos, com sucesso, as Escolas devem organizar suas atividades de modo a assegurar aos alunos um percurso contínuo de aprendizagens e a articulação do Ciclo da Alfabetização com o Ciclo Complementar. Assim o Ciclo da Alfabetização, a que terão ingresso os alunos com seis anos de idade, terá suas atividades pedagógicas organizadas de modo a assegurar que, ao final de cada ano, todos os alunos tenham garantidos, os direitos de aprendizagem. Todos os alunos devem ao final deste ciclo consolidar as capacidades referentes à leitura e à escrita necessárias para expressar-se, comunicar-se e participar das práticas sociais letradas, e ter desenvolvido o gosto e apreço pela leitura. Bem como compreender e utilizar o sistema de numeração, dominar os fatos fundamentais da adição e subtração, realizar cálculos mentais com números pequenos, dominar conceitos básicos relativos a grandezas e medidas, espaço e forma e resolver operações matemáticas com autonomia. E o ciclo complementar deve ter por objetivo de consolidar a alfabetização e ampliar o letramento, o ciclo complementar terá suas atividades pedagógicas organizadas de modo a assegurar que todos os alunos sejam conduzidos ao desenvolvimento da aprendizagem. Concluindo este ciclo de aprendizagem, todos os alunos deverão ser capazes de ler, compreender, retirar informações contidas no texto e redigir com coerência, coesão, correção ortográfica e gramatical. Também desenvolver o domínio e compreensão do uso do sistema de numeração, os fatos fundamentais da adição, subtração, multiplicação e divisão, realizar cálculos mentais, resolver operações matemáticas mais complexas, ter conhecimentos básicos relativos a grandezas e medidas, espaço e forma e ao tratamento de dados em gráficos e tabelas. Deste modo, as capacidades referentes a cada ano de escolaridade do ensino fundamental devem abarcar aspectos especificadores como no ciclo da alfabetização; 1º Ano do Ciclo da Alfabetização: a) desenvolver atitudes e disposições favoráveis à leitura; b) conhecer os usos e funções sociais da escrita; c) compreender o princípio alfabético do sistema da escrita; d) ler e escrever palavras e sentenças. 2º Ano do Ciclo da Alfabetização: a) ler e compreender pequenos textos; b) produzir pequenos textos escritos; c) fazer uso da leitura e da escrita nas práticas sociais. 3º Ano do Ciclo da Alfabetização: a) ler e compreender textos mais extensos; b) localizar informações no texto; c) ler oralmente com fluência e expressividade; d) produzir frases e pequenos textos com correção ortográfica. Já o ciclo COMPLEMENTAR deve discutir e garantir que; 4º Ano do Ciclo Complementar: a) produzir textos adequados a diferentes objetivos, destinatários e contextos; b) utilizar princípios e regras ortográficas e conhecer as exceções; c) utilizar as diferentes fontes de leitura para obter informações adequadas a diferentes objetivos e interesses; d) selecionar textos literários segundo seus interesses. 5º Ano do Ciclo Complementar: a) produzir, com autonomia, textos com coerência de ideias, correção ortográfica e gramatical; b) ler, compreendendo, o conteúdo dos textos, seja informativo, literários, de comunicação ou outros. A programação curricular dos Ciclos da Alfabetização e Complementar, tanto no campo da Linguagem quanto na da Matemática, deverá ser estruturada de forma a, gradativamente, ampliar capacidades e conhecimentos, dos mais simples aos mais complexos, contemplando de maneira articulada e simultânea, a alfabetização e o letramento. Ao final do Ciclo da Alfabetização, todos os alunos deverão ter consolidado as capacidades referentes à leitura e à escrita necessárias para expressar-se, comunicar-se e participar das práticas sociais letradas e ter desenvolvido o gosto e apreço pela leitura. Ao final do Ciclo da Alfabetização, na área da Matemática, todos os alunos devem compreender e utilizar o sistema de numeração, dominar os fatos fundamentais da adição e da subtração, realizar cálculos mentais com números pequenos, dominar conceitos básicos relativos a grandezas e medidas, espaço e forma e resolver operações matemáticas com autonomia. Ao final do Ciclo Complementar, na área da Matemática, todos os alunos deverão dominar e compreender o uso do sistema de numeração, os fatos fundamentais da adição, subtração, multiplicação e divisão, realizar cálculos mentais, resolver operações matemáticas mais complexas, ter conhecimentos básicos relativos a grandezas e medidas, espaço e forma e ao tratamento de dados em gráficos e tabelas. Na organização curricular dos Anos Iniciais, os Componentes Curriculares deverão ser abordados a partir da prática vivencialdos alunos, possibilitando o aprendizado significativo e contextualizado. Os conteúdos de Ciências, História e Geografia devem ser ministrados articulados ao processo de alfabetização e letramento e de iniciação à matemática, crescendo em complexidade ao longo dos Ciclos. A questão ambiental contemporânea deve ser trabalhada partindo da realidade local, mobilizando as emoções e energia das crianças para a preservação do planeta e do ambiente onde vivem. Já a questão ambiental contemporânea deverá ser abordada partindo da realidade local, mobilizando as emoções e a energia das crianças para a preservação do planeta e do ambiente onde vivem. Deste modo também, a Arte deverá oportunizar aos alunos momentos de recreação e ludicidade, por meio de atividades artístico-culturais. Por isso o ensino da Música na Educação Básica, de acordo com a Lei 11.769 de 18 de agosto de 2008, que alterou a LDBEN9394/96, acrescentando ao seu artigo 26 o § 6º, a seguinte redação; - Art. 26:(...) § 6º - “A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2º deste artigo”. Pois a música constitui, portanto, conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular Arte, o qual compreende também as artes visuais, o teatro e a dança. Assim, o professor deverá trabalhar a Arte de forma integrada ao processo de alfabetização e letramento. O Ensino Religioso, de matrícula facultativa ao aluno, será ofertado, obrigatoriamente no Ensino Fundamental e deverá reforçar os laços de solidariedade na convivência social e de promoção da paz. Sendo também desenvolvido como projeto de valores humanos diariamente na escola com técnicas especializadas na perspectiva da promoção da formação humana com os laços de solidariedade na convivência social. Com isso, a escola, ao longo de cada ano dos Ciclos, acompanha, sistematicamente, a aprendizagem dos alunos, utilizando estratégias e recursos diversos para sanar as dificuldades evidenciadas no momento em que ocorrerem e garantir a progressão continuada dos alunos. Componentes Curriculares dos anos Iniciais: Língua Portuguesa · Ler, de maneira autônoma, textos de diferentes gêneros, construindo a compreensão global do texto, identificando informações explícitas e implícitas, produzindo inferências, reconhecendo as intenções do enunciador e sendo capazes de aderir ou recusar as ideias do autor; · Identificar e utilizar os diversos gêneros e tipos textuais que circulam na sociedade para a resolução de problemas cotidianos que requerem o uso da língua; · Produzir textos orais e escritos, com coerência, coesão e correção ortográfica e gramatical, utilizando os recursos sociolinguísticos adequados ao tema proposto, ao gênero, ao destinatário e ao contexto de produção; · Analisar e reelaborar seu próprio texto segundo critérios adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação previsto; · Desenvolver atitudes e procedimentos de leitor e escritor para a construção autônoma de conhecimentos necessários a uma sociedade baseada em informação e em constante mudança Arte · Saber se expressar artisticamente, articulando a percepção, imaginação, emoção, sensibilidade e reflexão em suas produções artísticas visuais, corporais, cênicas e musicais, compreendendo a arte em todas as suas linguagens e manifestações; · Apreciar e analisar criticamente produções artísticas (artes visuais, dança, teatro e música), estabelecendo relações entre análise formal, contextualização, pensamento artístico e identidade cultural; · Refletir acerca da manifestação artística, sobre si próprio e sobre a experiência estética. Educação Física: · Reconhecer o potencial do esporte, dos jogos, das brincadeiras, da dança e da ginástica para o desenvolvimento de atitudes e de valores democráticos de solidariedade, respeito, autonomia, confiança, liderança; · Conhecer as modalidades esportivas, sua história, suas regras, movimentos técnicos e táticos, bem como as diferenças na forma de apresentação dos esportes; · Conhecer e identificar os elementos constitutivos da dança, utilizando as múltiplas linguagens corporais, possibilitando a superação dos preconceitos, bem como conhecer e identificar diversos jogos e brincadeiras da nossa e de outras culturas; · Compreender os riscos e benefícios das atividades e práticas esportivas na promoção da saúde e qualidade da vida Matemática: · Comparar, ordenar e operar com números naturais, inteiros, racionais, interpretando e resolvendo situações-problema; · Identificar e resolver situações-problema que envolva proporcionalidade direta e inversa; porcentagem e juros; equações de primeiro e segundo graus; sistemas de equações de primeiro grau; conversão de medidas; cálculo de perímetro, de área, de volume e capacidade; probabilidade; utilização de linguagem algébrica; · Reconhecer as principais relações geométricas entre as figuras planas; · Interpretar e utilizar informações apresentadas em tabelas e gráficos. Ciência da Natureza · Compreender a inter-relação dos seres vivos entre si e com o meio ambiente; · Identificar os conhecimentos físicos, químicos e biológicos presentes no cotidiano; · Compreender o processo de reprodução na evolução e diversidade das espécies, a sexualidade humana, métodos contraceptivos e doenças sexualmente transmissíveis; · Compreender o efeito das drogas e suas consequências no convívio social História: · Compreender as relações da natureza com o processo sociocultural, político e econômico, no passado e no presente; · Reconhecer e compreender as diferentes relações de trabalho na realidade atual e em outros momentos históricos; · Compreender o processo de formação dos povos, suas lutas sociais e conquistas, guerras e revoluções, assim como cidadania e cultura no mundo contemporâneo; · Realizar, autonomamente, trabalhos individuais e coletivos usando fontes históricas. Geografia: · Compreender as relações de apropriação do território, associadas ao exercício da cidadania, à importância da natureza para o homem, bem como às questões socioambientais; · Compreender as formações sócio espaciais do campo e da cidade, sua relação com a modernização capitalista, bem como o papel do Estado e das classes sociais, a cultura e o consumo na interação entre o campo e a cidade; · Compreender o processo de globalização, os problemas socioambientais e novos modos de vida, dentro de uma perspectiva de desenvolvimento humano, social e econômico sustentável Ensino Religioso: · Compreender a religiosidade como fenômeno próprio da vida e da história humana, desenvolvendo um espírito de fraternidade e tolerância em relação às diferentes religiões; · Refletir sobre os princípios éticos e morais, fundamentais para as relações humanas, orientados pelas religiões, e agir segundo esses princípios. · O Ensino Religioso deve reforçar os laços de solidariedade na convivência social de promoção da paz. · De matricula facultativa ao aluno, é componente curricular que deve ser obrigatoriamente ofertado no Ensino Fundamental. Temas transversais Além da Base Nacional Comum e da parte diversificada devem ser incluídos, permeando todo o currículo, temas transversais relativos à saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e social, direitos das crianças e adolescentes, direitos dos idosos, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação para o consumo, educação fiscal, educação para o trânsito, ciência e tecnologia, diversidade cultural, dependências químicas, higiene bucal e educação alimentar e nutricional. Os temas transversais devem ser desenvolvidos de forma interdisciplinar, assegurando assim a articulação com a Base Nacional Comum e parte diversificada. · O tema educação ambiental, orientação sobre sexualidade e gênero (Lei 12.491/97) serão desenvolvidos como conteúdo programático em ciências. · Os conteúdos referentes à história e cultura Afro-brasileira, e dos povos indígenas serão ministrados no âmbito de todo currículo Escolar em especial no componente curricular de história, atendendo ao disposto na Lei