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Politica

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Profº. Cristiano Ramos
REALIDADE SOCIOECONÔMICA E POLÍTICA DO BRASIL
CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL
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Profº. Cristiano Ramos
Da Antiguidade, trouxemos a ideia de Democracia, de poder exercido pelo povo, direta ou indiretamente.
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Democracia direta: povo exerce poder de decisão sem a necessidade de representantes. 
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Democracia indireta: o povo escolhe representantes, que deverão governar em seu lugar. 
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Democracia semidireta: sistema misto, onde, apesar da presença de representantes, o eleitor também pode ser chamado a intervir diretamente, através de referendo, de veto popular ou da iniciativa popular. 
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Democracia procedural ou minimalista: democracia como método de escolha de governantes. 
Eleições livres, representantes escolhidos pelo povo. 
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A teoria política tem buscado superar os modelos minimalistas de democracia, propondo formas participativas e deliberativas de governo.
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Outra maneira de dividir as democracias:
Majoritárias e consensuais
ou
majoritárias e proporcionais
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Tanto nas democracias majoritárias quanto nas consensuais é respeitado o direito de a maioria governar. Nestas, no entanto, há um maior cuidado em evitar a chamada “tirania majoritária”, quando as minorias tem seu espaço político reduzido, inclusive para além de seu desempenho nas urnas. 
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Modelo majoritário:
1.	Concentração do poder executivo em um só partido;
2.	Relação desequilibrada entre poderes, o Executivo se sobrepõe.
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Modelo majoritário:
3.	Sistema bipartidário;
Governo centralizado;
Poder legislativo unicameral;
6.	Fragilidade constitucional;
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Modelo majoritário:
Legislação não sujeita à revisão judicial;
8.	Bancos centrais dependentes.
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Teóricos dos sistemas deliberativistas acreditam que partidos, movimentos sociais e meios de comunicação podem gerar governos com representações mais democráticas.
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E o voto deve estar mais construído a partir de ideias e opiniões dos representados do que nas pessoas que os representam.
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Em uma democracia participativa, o cidadão deve ser estimulado a viver a política no cotidiano, a colaborar com os interesses da comunidade, a buscar o bem comum. 
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Na década de 1970, Carole Pateman trabalha com democracia participativa, a partir da análise em ambientes industriais, onde os trabalhadores aspiram à autogestão.
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Para Archon Fung, as instituições públicas devem tentar incorporar à governança essas iniciativas de participação e deliberação originadas nas comunidades. 
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Para Bernard Manin, a democracia deliberativa não resulta da unanimidade, mas da deliberação. As decisões não expressam a vontade de todos, mas têm origem na deliberação de todos.
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Para Habermas, a imprensa está associada à ideia de opinião pública, como instrumento de ajuda no qual as decisões políticas são tomadas e legitimadas. 
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Mas Habermas alerta que, na prática, a imprensa finda como lugar, ocasião e meio para que os interesses privados se tornem a opinião pública. Um meio para adesão do público às opiniões já estabelecidas.