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Avaliação I - Individual

Avaliação com questões objetivas sobre o existencialismo de Jean‑Paul Sartre e teorias da tomada de decisão (Herbert Simon; Kahneman e Tversky), contendo trechos de referência e perguntas de múltipla escolha.

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Questões resolvidas

A história da estratégia decisória não é a de puro progresso rumo a um perfeito racionalismo. Ao longo do tempo, tivemos inevitavelmente de aceitar limitações – tanto contextuais como psicológicos – à nossa capacidade de tomar a decisão ideal. Segundo Simon, circunstâncias complexas, tempo restrito, e poder mental de computação inadequado reduzem o tomador de decisão a um estado de racionalidade limitada. Embora Simon sugira que o homem tomaria decisões economicamente racionais se pudesse reunir informações suficientes, Daniel Kahneman e Amos Tversky identificam fatores capazes de levar alguém a decisões contrárias a seu próprio interesse econômico, mesmo quando ciente disso.
Sobre o excesso de informações externas que prejudicam a nossa tomada de decisão interna, assinale a alternativa correta:
A A racionalidade limitada sugere que, ao acessar muitas informações na internet, conseguimos superar nossas limitações cognitivas e tomar decisões ideais.
B O excesso de informações externas, como redes sociais e internet, pode sobrecarregar a capacidade cognitiva e levar a decisões contrárias ao ideal.
C A teoria da racionalidade limitada de Herbert Simon afirma que os seres humanos tomam decisões perfeitamente racionais em qualquer circunstância.
D O excesso de informações externas melhora a tomada de decisão, pois permite avaliar todas as possibilidades de forma objetiva e racional.
E A internet e as redes sociais ajudam a eliminar os fatores psicológicos que influenciam negativamente a tomada de decisão.

No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II, III e IV.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

Uma das observações mais recorrentes dos professores que aplicam a abordagem Mentalidades Matemáticas é que os alunos apresentam diferentes caminhos para o acerto. As séries de webinários “Multiplicando Saberes” e “E a Matemática com isso?”, promovidas pelo Instituto Sidarta, trouxeram depoimentos de professores destacando este comportamento nas aulas e mostraram vídeos com os estudantes pensando juntos em como resolver os exercícios apresentados. Mesmo quando um aluno conta o processo de raciocínio que levou a um resultado errado, isso enriquece a discussão em sala de aula. A professora assume o papel de mediadora, incentivando a construção de argumentos e o erro faz parte do processo de aprendizagem.
O erro faz parte do aprendizado, a experiência se constrói no erro. Diante de adversidades, cabe a você tomar uma nova decisão para seguir por um caminho mais satisfatório. Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. A experiência no aprendizado é enriquecida pelos erros e reflexões sobre eles.
II. Os erros permitem que os alunos desenvolvam novas estratégias de resolução.
III. As diferentes formas de raciocínio apresentadas pelos alunos contribuem para um aprendizado mais profundo e colaborativo.
IV. O erro deve ser evitado ao máximo no aprendizado, pois compromete o desempenho dos alunos e dificulta a assimilação dos conteúdos, tornando o processo educacional menos eficiente.
A I e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

A primeira geração seria os direitos de liberdade, individuais, civis e políticos. Ou seja, um direito vocacionado às prestações negativas, abstendo-se o Estado (dever de proteger a esfera de autonomia do indivíduo). [...] Por conseguinte, a segunda geração consiste nos direitos voltados à igualdade (econômicos, sociais e culturais próprios de um vigoroso papel ativo do Estado). Nestes, podemos identificar duas espécies, com base na doutrina de André de Carvalho Ramos, assim: (i) direitos sociais essencialmente prestacionais, bem conhecidos por todos (ex.: pedido de medicamentos a favor de um necessitado), e (ii) os direitos sociais de abstenção (ou de defesa), com os quais o Estado deve se abster de interferir de modo indevido (ex.: liberdade de associação sindical; direito de greve...). [...] E, para ficar claro, a terceira geração trata dos direitos de titularidade da comunidade (direitos de solidariedade/fraternidade).
Sobre as gerações de direitos, analise as afirmativas a seguir:
I. As gerações de direitos ignoram a manutenção da dignidade da pessoa humana.
II. A primeira geração de direitos garante a liberdade individual, coletiva, publica, privada e política do indivíduo.
III. A ideia de gerações de direitos surgiu como uma maneira de entender a evolução dos direitos ao longo da história.
IV. A primeira geração de direitos está relacionada à igualdade social, enquanto a segunda diz respeito apenas aos direitos civis e políticos.
A III e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III, apenas.

Neste viés, percebe-se como destacado nos objetivos gerais, no início desta pesquisa que, Sartre enfatiza a liberdade como um aspecto central da existência humana, sendo responsável por moldar a nossa essência e determinar nossas ações. Ele destaca a necessidade de assumir a responsabilidade por nossas escolhas, uma vez que somos os únicos responsáveis por nossa própria existência. Na sua filosofia existencialista, Sartre coloca a liberdade e a responsabilidade individual como elementos fundamentais da existência humana. Suas obras exploram a angústia existencial diante da liberdade, a necessidade de autenticidade e a importância de enfrentar as contradições e incertezas da vida.
Sartre tem um posicionamento específico sobre a liberdade, escolhas e responsabilidade. Sobre esses temas, assinale a alternativa correta:
A Sartre enfatiza que a liberdade é essencial para a existência humana, e cada indivíduo é responsável pelas escolhas que moldam sua essência e destino.
B Segundo Sartre, o ser humano é incapaz de se tornar autêntico, pois sua liberdade é sempre limitada por fatores externos.
C Sartre propõe que o ser humano deve fugir de sua liberdade, evitando a responsabilidade de suas escolhas.
D A filosofia de Sartre ignora a responsabilidade individual, considerando que as ações humanas são determinadas por fatores externos.
E Sartre defende que a existência humana é determinada por condições externas, como classe social e nome, e não pelas escolhas pessoais.

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Questões resolvidas

A história da estratégia decisória não é a de puro progresso rumo a um perfeito racionalismo. Ao longo do tempo, tivemos inevitavelmente de aceitar limitações – tanto contextuais como psicológicos – à nossa capacidade de tomar a decisão ideal. Segundo Simon, circunstâncias complexas, tempo restrito, e poder mental de computação inadequado reduzem o tomador de decisão a um estado de racionalidade limitada. Embora Simon sugira que o homem tomaria decisões economicamente racionais se pudesse reunir informações suficientes, Daniel Kahneman e Amos Tversky identificam fatores capazes de levar alguém a decisões contrárias a seu próprio interesse econômico, mesmo quando ciente disso.
Sobre o excesso de informações externas que prejudicam a nossa tomada de decisão interna, assinale a alternativa correta:
A A racionalidade limitada sugere que, ao acessar muitas informações na internet, conseguimos superar nossas limitações cognitivas e tomar decisões ideais.
B O excesso de informações externas, como redes sociais e internet, pode sobrecarregar a capacidade cognitiva e levar a decisões contrárias ao ideal.
C A teoria da racionalidade limitada de Herbert Simon afirma que os seres humanos tomam decisões perfeitamente racionais em qualquer circunstância.
D O excesso de informações externas melhora a tomada de decisão, pois permite avaliar todas as possibilidades de forma objetiva e racional.
E A internet e as redes sociais ajudam a eliminar os fatores psicológicos que influenciam negativamente a tomada de decisão.

No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II, III e IV.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

Uma das observações mais recorrentes dos professores que aplicam a abordagem Mentalidades Matemáticas é que os alunos apresentam diferentes caminhos para o acerto. As séries de webinários “Multiplicando Saberes” e “E a Matemática com isso?”, promovidas pelo Instituto Sidarta, trouxeram depoimentos de professores destacando este comportamento nas aulas e mostraram vídeos com os estudantes pensando juntos em como resolver os exercícios apresentados. Mesmo quando um aluno conta o processo de raciocínio que levou a um resultado errado, isso enriquece a discussão em sala de aula. A professora assume o papel de mediadora, incentivando a construção de argumentos e o erro faz parte do processo de aprendizagem.
O erro faz parte do aprendizado, a experiência se constrói no erro. Diante de adversidades, cabe a você tomar uma nova decisão para seguir por um caminho mais satisfatório. Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. A experiência no aprendizado é enriquecida pelos erros e reflexões sobre eles.
II. Os erros permitem que os alunos desenvolvam novas estratégias de resolução.
III. As diferentes formas de raciocínio apresentadas pelos alunos contribuem para um aprendizado mais profundo e colaborativo.
IV. O erro deve ser evitado ao máximo no aprendizado, pois compromete o desempenho dos alunos e dificulta a assimilação dos conteúdos, tornando o processo educacional menos eficiente.
A I e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.

A primeira geração seria os direitos de liberdade, individuais, civis e políticos. Ou seja, um direito vocacionado às prestações negativas, abstendo-se o Estado (dever de proteger a esfera de autonomia do indivíduo). [...] Por conseguinte, a segunda geração consiste nos direitos voltados à igualdade (econômicos, sociais e culturais próprios de um vigoroso papel ativo do Estado). Nestes, podemos identificar duas espécies, com base na doutrina de André de Carvalho Ramos, assim: (i) direitos sociais essencialmente prestacionais, bem conhecidos por todos (ex.: pedido de medicamentos a favor de um necessitado), e (ii) os direitos sociais de abstenção (ou de defesa), com os quais o Estado deve se abster de interferir de modo indevido (ex.: liberdade de associação sindical; direito de greve...). [...] E, para ficar claro, a terceira geração trata dos direitos de titularidade da comunidade (direitos de solidariedade/fraternidade).
Sobre as gerações de direitos, analise as afirmativas a seguir:
I. As gerações de direitos ignoram a manutenção da dignidade da pessoa humana.
II. A primeira geração de direitos garante a liberdade individual, coletiva, publica, privada e política do indivíduo.
III. A ideia de gerações de direitos surgiu como uma maneira de entender a evolução dos direitos ao longo da história.
IV. A primeira geração de direitos está relacionada à igualdade social, enquanto a segunda diz respeito apenas aos direitos civis e políticos.
A III e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III, apenas.

Neste viés, percebe-se como destacado nos objetivos gerais, no início desta pesquisa que, Sartre enfatiza a liberdade como um aspecto central da existência humana, sendo responsável por moldar a nossa essência e determinar nossas ações. Ele destaca a necessidade de assumir a responsabilidade por nossas escolhas, uma vez que somos os únicos responsáveis por nossa própria existência. Na sua filosofia existencialista, Sartre coloca a liberdade e a responsabilidade individual como elementos fundamentais da existência humana. Suas obras exploram a angústia existencial diante da liberdade, a necessidade de autenticidade e a importância de enfrentar as contradições e incertezas da vida.
Sartre tem um posicionamento específico sobre a liberdade, escolhas e responsabilidade. Sobre esses temas, assinale a alternativa correta:
A Sartre enfatiza que a liberdade é essencial para a existência humana, e cada indivíduo é responsável pelas escolhas que moldam sua essência e destino.
B Segundo Sartre, o ser humano é incapaz de se tornar autêntico, pois sua liberdade é sempre limitada por fatores externos.
C Sartre propõe que o ser humano deve fugir de sua liberdade, evitando a responsabilidade de suas escolhas.
D A filosofia de Sartre ignora a responsabilidade individual, considerando que as ações humanas são determinadas por fatores externos.
E Sartre defende que a existência humana é determinada por condições externas, como classe social e nome, e não pelas escolhas pessoais.

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11/08/25, 13:16 Avaliação I - Individual
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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação I - Individual (Cod.:1521924)
Peso da Avaliação 2,00
Prova 103614593
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 10/0
Nota 10,00
A existência humana foi alvo de profundas reflexões literárias e filosóficas, desde o século XIX até 
o século XX, tendo Sartre e Simone como dois de seus principais expoentes. Para o existencialismo, 
a existência é o ponto de partida da reflexão filosófica. A filosofia deve refletir sobre o homem no 
mundo, sobre o ser-no-mundo e, por isso, tem uma função eminentemente prática. O existencialismo 
destaca o valor da pessoa, da existência, da liberdade; acentua mais a vivência do que o “ser”. O 
cerne do pensamento existencialista é de que “a existência precede a essência” (Sartre, 1996, p. 
239), no sentido de que o ser humano é aquilo que quiser ser. O homem é livre sendo ele o único 
responsável pelo que faz de si mesmo.
Fonte: DOMINGOS, E. G.; PERUZZO JUNIOR, L. O conceito de liberdade no existencialismo de 
Jean-Paul Sartre. Memorial TCC – Caderno da Graduação, Curitiba: FAE Centro Universitário, 
Núcleo de Pesquisa Acadêmica – NPA, v. 9, n. 1, p. 388–398, 2023. Disponível em: 
https://revistas.fae.edu/memorialtcc/article/view/9916. Acesso em: 8 abr. 2025.
Considerando o pensamento de Jean-Paul Sartre sobre liberdade e escolhas, assinale a alternativa 
correta:
A O homem pode viver sem fazer escolhas, pois a não escolha não implica em nenhuma decisão.
B A vida do ser humano é determinada por fatores externos, como a classe social ou o nome com
que nasce.
C A liberdade do ser humano é essencial para que ele construa seu próprio futuro, sendo
responsável por suas escolhas e ações.
D A liberdade do homem está entrelaçada com o seu nome, classe social, forma física, suas
escolhas são irrelevantes. 
E O futuro de cada pessoa já está predestinado, e a liberdade é apenas uma ilusão.
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A história da estratégia decisória não é a de puro progresso rumo a um perfeito racionalismo. Ao 
longo do tempo, tivemos inevitavelmente de aceitar limitações – tanto contextuais como 
psicológicos – à nossa capacidade de tomar a decisão ideal. Segundo Simon, circunstâncias 
complexas, tempo restrito, e poder mental de computação inadequado reduzem o tomador de 
decisão a um estado de racionalidade limitada. Embora Simon sugira que o homem tomaria decisões 
economicamente racionais se pudesse reunir informações suficientes, Daniel Kahneman e Amos 
Tversky identificam fatores capazes de levar alguém a decisões contrárias a seu próprio interesse 
econômico, mesmo quando ciente disso.
Fonte: BUCHANAN, L.; O’CONNELL, A. Uma breve história da tomada de decisão. Harvard 
Business Review, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 20–29, 2006. Disponível em: https://hbrbr.com.br/uma-
breve-historia-da-tomada-de-decisao/. Acesso em: 8 abr. 2025.
O excesso de informações externas compromete (celular, internet, redes sociais) a nossa tomada de 
decisão, o que nos leva a uma decisão contrária a uma ideal. Sobre o excesso de informações 
externas que prejudicam a nossa tomada de decisão interna, assinale a alternativa correta:
A A racionalidade limitada sugere que, ao acessar muitas informações na internet, conseguimos
superar nossas limitações cognitivas e tomar decisões ideais.
B O excesso de informações externas, como redes sociais e internet, pode sobrecarregar a
capacidade cognitiva e levar a decisões contrárias ao ideal.
C A teoria da racionalidade limitada de Herbert Simon afirma que os seres humanos tomam
decisões perfeitamente racionais em qualquer circunstância.
D O excesso de informações externas melhora a tomada de decisão, pois permite avaliar todas as
possibilidades de forma objetiva e racional.
E A internet e as redes sociais ajudam a eliminar os fatores psicológicos que influenciam
negativamente a tomada de decisão.
Todo ser humano evolui ao longo do tempo e, com isso, aprende a tomar decisões mais acertadas 
tanto para sua vida pessoal quanto para a coletividade. Atualmente, observamos que todas as 
profissões estão se aprimorando na tomada de decisões. Por exemplo, o médico seleciona os 
tratamentos mais adequados, o contador analisa e decide sobre os lançamentos contábeis, e o 
professor planeja suas aulas com maior precisão. Esse processo de aprendizado para tomar melhores 
decisões é uma constante em todas as áreas profissionais.
Fonte: adaptado de: CARVALHO, M.; TAVEIRA, M. C. A implementação de decisões vocacionais: 
Revisão da literatura. Revista Brasileira de Orientação Profissional, v. 13, n. 1, p. 1-15. 2012. 
Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-
33902012000100005. Acesso em: 23 jul. 2024.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
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http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-33902012000100005
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I. A teoria estudada em processos de tomada de decisão inviabiliza a prática que é muito mais 
complexa.
PORQUE
II. A cada novo aprendizado sobre o processo de tomada de decisões e sua prática, melhor preparado 
você estará para fazer escolhas mais acertadas.
É correto o que se afirma em:
A A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são falsas.
C As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos 
relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva 
a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada 
adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa 
identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações 
desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a 
integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de 
práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, 
protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas. 
Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a 
Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar 
princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
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II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, 
protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente 
se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores 
essenciais.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II, III e IV.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.
Uma das observações mais recorrentes dos professores que aplicam a abordagem Mentalidades 
Matemáticas é que os alunos apresentam diferentes caminhos para o acerto. As séries de webinários 
“Multiplicando Saberes” e “E a Matemática com isso?”, promovidas pelo Instituto Sidarta, 
trouxeram depoimentos de professores destacando este comportamento nas aulas e mostraram 
vídeos com os estudantes pensando juntos em como resolver os exercíciosapresentados. Mesmo 
quando um aluno conta o processo de raciocínio que levou a um resultado errado, isso enriquece a 
discussão em sala de aula. A professora assume o papel de mediadora, incentivando a construção de 
argumentos e o erro faz parte do processo de aprendizagem. 
Fonte: INSTITUTO SIDARTA. Errar faz parte do processo de aprendizagem. Mentalidades 
Matemáticas, 2023. Disponível em: https://mentalidadesmatematicas.org.br/errar-faz-parte-do-
processo-de-aprendizagem/. Acesso em: 15 mar. 2025.
O erro faz parte do aprendizado, a experiência se constrói no erro. Diante de adversidades, cabe a 
você tomar uma nova decisão para seguir por um caminho mais satisfatório. Com base no exposto, 
analise as afirmativas a seguir:
I. A experiência no aprendizado é enriquecida pelos erros e reflexões sobre eles.
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II. Os erros permitem que os alunos desenvolvam novas estratégias de resolução.
III. As diferentes formas de raciocínio apresentadas pelos alunos contribuem para um aprendizado 
mais profundo e colaborativo.
IV. O erro deve ser evitado ao máximo no aprendizado, pois compromete o desempenho dos alunos 
e dificulta a assimilação dos conteúdos, tornando o processo educacional menos eficiente.
É correto o que se afirma em:
A I e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.
Mario Sergio Cortella usa a expressão "Quero? Devo? Posso?" para ajudar na reflexão sobre as 
escolhas e responsabilidades na vida. A primeira pergunta, "Quero?", diz respeito ao desejo e à 
vontade do indivíduo, aquilo que ele almeja ou aspira. A segunda, "Devo?", envolve a análise ética e 
moral, ou seja, se o desejo é algo que deve ser feito, considerando a responsabilidade para com os 
outros e os princípios éticos. A última pergunta, "Posso?", questiona as limitações práticas, ou seja, 
se é possível realizar o que se deseja, levando em conta recursos, condições e capacidades. Cortella 
propõe esse raciocínio como um guia para tomar decisões mais conscientes, equilibradas e 
responsáveis, não apenas guiadas pelo impulso, mas refletidas sob diferentes perspectivas. Esse 
processo ajuda a criar escolhas mais alinhadas com nossos valores e realidades. 
Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a 
Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Sobre o pensamento de Cortella, de como ter comportamentos éticos, analise as afirmativas a seguir:
I. A ética exige reflexão sobre o que queremos, devemos e podemos fazer.
II. A ética se resume a seguir as normas legais, sem refletir sobre as escolhas individuais.
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III. Os comportamentos éticos são guiados exclusivamente pelas nossas vontades e desejos.
IV. Os comportamentos éticos devem ser decididos com base na conveniência pessoal, sem avaliar a 
responsabilidade social.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B III e IV, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E I, II e III, apenas.
A primeira geração seria os direitos de liberdade, individuais, civis e políticos. Ou seja, um direito 
vocacionado às prestações negativas, abstendo-se o Estado (dever de proteger a esfera de autonomia 
do indivíduo). [...] Por conseguinte, a segunda geração consiste nos direitos voltados à igualdade 
(econômicos, sociais e culturais próprios de um vigoroso papel ativo do Estado). Nestes, podemos 
identificar duas espécies, com base na doutrina de André de Carvalho Ramos, assim: (i) direitos 
sociais essencialmente prestacionais, bem conhecidos por todos (ex.: pedido de medicamentos a 
favor de um necessitado), e (ii) os direitos sociais de abstenção (ou de defesa), com os quais o 
Estado deve se abster de interferir de modo indevido (ex.: liberdade de associação sindical; direito 
de greve...). [...] E, para ficar claro, a terceira geração trata dos direitos de titularidade da 
comunidade (direitos de solidariedade/fraternidade).
Fonte: BONAVIDES, P. A quinta geração de direitos fundamentais. Revista Brasileira de Direitos 
Fundamentais & Justiça, v. 2, n. 3, p. 82–92, 2008. Disponível em: 
https://revistas.unifacs.br/index.php/rbdfj/article/view/66. Acesso em: 8 abr. 2025.
Sobre as gerações de direitos, analise as afirmativas a seguir:
I. As gerações de direitos ignoram a manutenção da dignidade da pessoa humana. 
II. A primeira geração de direitos garante a liberdade individual, coletiva, publica, privada e política 
do indivíduo.
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III. A ideia de gerações de direitos surgiu como uma maneira de entender a evolução dos direitos ao 
longo da história.
IV. A primeira geração de direitos está relacionada à igualdade social, enquanto a segunda diz 
respeito apenas aos direitos civis e políticos.
É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III, apenas.
A antropologia estuda a diversidade cultural, as relações étnico-raciais e as culturas afro-brasileira e 
indígena, buscando compreender diferentes modos de vida. Essa ciência se opõe ao etnocentrismo, 
que considera um grupo superior aos demais. O olhar antropológico promove um estranhamento 
inicial diante de outras culturas, mas seu objetivo não é julgar, e sim compreender o que antes 
parecia incompreensível. Dessa forma, a antropologia valoriza a singularidade cultural e amplia 
nossa percepção sobre o outro.
Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a 
Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A antropologia ignora as diversidades culturais e as relações étnico-raciais, focando apenas nas 
culturas dominantes.
PORQUE
II. O etnocentrismo é a abordagem que a antropologia adota ao estudar outras culturas, considerando 
sempre a superioridade do grupo social do observador.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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11/08/25, 13:16 Avaliação I - Individual
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A
A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
B A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
“Ética é a obediência ao que não é obrigatório. Se é bom, justo e coloca o coletivo sobre o individual 
é ético. Se você é ético você é ético em qualquer lugar do mundo. Moral é o que é certo ou errado e 
depende de onde você está. Casar-se com mais de uma mulher é bigamia aqui, mas na Arábia 
Saudita você pode se casar com 6 mulheres se você tiver dinheiro. A moral depende da cultura. Se 
você pergunta se algo é bom ou mau você é ético, e quanto maior é o número de leis de um país 
menor é a sua ética. A lei vem da falta de ética, da falha na ética”.
Fonte: MOTTA, M. Entenda a diferença entre ética e moral. Sem Groselha Podcast, 2022. Vídeo 
(YouTube). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=F1-afk0UWOg. Acesso em: 13 mar. 
2025.
Sobre os conceitos de ética e moral de Motta, assinale a alternativa correta: 
A A ética está diretamente ligada às normas legais e depende da quantidade de leis existentes em
um país.
B A ética transcende as leis e é guiada pelo que é justo e coloca o coletivo sobre o individual,
independentemente das normas de um país.
C Se uma ação é considerada errada em um país, ela sempre será errada em qualquer lugar do
mundo.
D A ética é relativa e muda conforme as leis de um país, sendo determinada pelo sistema jurídico
local.
E A ética é definida pela cultura de cada país, enquanto a moralidade é universal e imutável.
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11/08/25, 13:16 Avaliação I - Individual
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Neste viés, percebe-se como destacado nos objetivos gerais,no início desta pesquisa que, Sartre 
enfatiza a liberdade como um aspecto central da existência humana, sendo responsável por moldar a 
nossa essência e determinar nossas ações. Ele destaca a necessidade de assumir a responsabilidade 
por nossas escolhas, uma vez que somos os únicos responsáveis por nossa própria existência. Na sua 
filosofia existencialista, Sartre coloca a liberdade e a responsabilidade individual como elementos 
fundamentais da existência humana. Suas obras exploram a angústia existencial diante da liberdade, 
a necessidade de autenticidade e a importância de enfrentar as contradições e incertezas da vida 
(Sartre, 2013).
Fonte: DOMINGOS, E. G.; PERUZZO JUNIOR, L. O conceito de liberdade no existencialismo de 
Jean-Paul Sartre. Memorial TCC – Caderno da Graduação, Curitiba: FAE Centro Universitário, 
Núcleo de Pesquisa Acadêmica – NPA, v. 9, n. 1, p. 388–398, 2023. Disponível em: 
https://revistas.fae.edu/memorialtcc/article/view/9916. Acesso em: 8 abr. 2025.
Sartre tem um posicionamento específico sobre a liberdade, escolhas e responsabilidade. Sobre esses 
temas, assinale a alternativa correta:
A Sartre propõe que o ser humano deve fugir de sua liberdade, evitando a responsabilidade de
suas escolhas.
B Sartre defende que a existência humana é determinada por condições externas, como classe
social e nome, e não pelas escolhas pessoais.
C Segundo Sartre, o ser humano é incapaz de se tornar autêntico, pois sua liberdade é sempre
limitada por fatores externos.
D Sartre enfatiza que a liberdade é essencial para a existência humana, e cada indivíduo é
responsável pelas escolhas que moldam sua essência e destino.
E A filosofia de Sartre ignora a responsabilidade individual, considerando que as ações humanas
são determinadas por fatores externos.
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