Prévia do material em texto
CENTRO UNIVERSITÁRIO IESB CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA TECNÓLOGO EM GASTRONOMIA VÍCTOR RIBEIRO LEIVAS DIAS FERREIRA ARMOND BEBIDAS ANCESTRAIS E SEUS MÉTODOS DE FERMENTAÇÃO: CHICHA, HIDROMEL E SAQUÊ Brasília – DF 2021 VÍCTOR RIBEIRO LEIVAS DIAS FERREIRA ARMOND (2014010041) BEBIDAS ANCESTRAIS E SEUS MÉTODOS DE FERMENTAÇÃO: CHICHA, HIDROMEL E SAQUÊ Trabalho pré-requisito para complementação de nota na matéria de Cozinhas Internacionais do curso superior de tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário IESB. Professor: José Marcos Soares Lelis Brasília – DF 2021 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO .............................................................................................1 2. HIDROMEL ..................................................................................................3 3. SAQUÊ .........................................................................................................6 4. CHICHA ........................................................................................................9 6. CONCLUSÃO ...............................................................................................11 10 REFERÊNCIAS ........................................................................................13 1 1. INTRODUÇÃO Desde os primórdios da civilização, o homem vem utilizando as fermentações para a produção de bens de consumo. Exemplos clássicos dessa prática estão incluídos os alimentos como pão, queijo, e as bebidas alcoólicas como o hidromel, o saquê e a chicha. Devido à disponibilidade de diferentes fontes de açúcar em suas localidades, as antigas civilizações descobriram então como desenvolver os mais variados tipos de bebidas alcoólicas. A história está permeada pelo consumo de álcool. Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo, portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros exemplos na mitologia, sendo talvez um dos fatores responsáveis pela manutenção do hábito de beber ao longo do tempo. As bebidas alcoólicas são elaboradas e consumidas desde os primórdios da humanidade por diversos povos. O preparo de diferentes bebidas alcoólicas ocupa um lugar privilegiado em diversas culturas, e muitas vezes as bebidas estão associadas a cerimoniais, festas e rituais religiosos. Para muitos grupos sociais, as bebidas fermentadas eram ou são usadas para a construção da coletividade. Além disso, as bebidas fermentadas fazem parte da dieta e são importante fonte de nutrientes essenciais. Apesar das especificidades de cada época e contexto a ingestão de bebidas alcoólicas, constitui-se prática convencionada por uma série de regras de consumo e comportamento etílico próprias de cada cultura, as quais são aprendidas e reproduzidas, e que, geralmente, funcionam como instrumentos para a construção de identidades, diferenças e controle social do uso do álcool, definindo a forma, como e o momento de beber, priorizando os espaços e as situações adequadas nas quais a bebida é preconizada. Assim, o consumo não é desprovido de significações, agrega valores justificados culturalmente por um conjunto de qualidades conferidas às bebidas alcoólicas, podemos dizer que: o que se bebe, 2 onde, como e em que circunstância e em que quantidade, representam uma série de atos de cultura que materializam a nossa identidade sociocultural. Neste trabalho focaremos em uma breve análise de três bebidas alcoólicas ancestrais e seus métodos de fermentação; discorrendo um pouco sobre a origem de cada uma, alguns aspectos históricos e culturais que rodeiam cada uma delas. Destarte abordaremos o Hidromel, um fermentado que parte do mel; em seguida analisaremos o saquê, uma iguaria japonesa que tem como base o arroz e, por fim a chicha, uma bebida que utiliza como ingrediente principal o milho. 3 2. HIDROMEL O hidromel é uma bebida alcoólica fermentada a base de mel, água e levedura, em que ocorre a produção natural de álcool através do processo de fermentação. Além do álcool são produzidas outras substâncias importantes para a caracterização do fermentado como os compostos aromáticos, de acordo com a procedência do mel, ou seja, as espécies florais, onde as abelhas coletaram o néctar (SOUZA, 2018, p. 12). Ele é obtido pela transformação dos açúcares do mel em álcool por um processo de fermentação similar ao do vinho, podendo conter de 8 a 18% de álcool. A fermentação do hidromel pode levar alguns meses ou até anos e é dependente principalmente do tipo de mel, da levedura, da nutrição e do controle de pH. O hidromel pode ser classificado como licoroso, seco, doce e espumoso, segundo a sua tecnologia de fabricação. Esta produção depende do tempo de fermentação, da quantidade de mel utilizada e da graduação alcoólica resultante da adição de aguardente vínica. Antigamente, na produção do hidromel, a fermentação alcoólica era resultado do crescimento de microrganismos selvagens naturalmente presentes no mel. Nestes casos, a fermentação alcoólica é imprevisível e, muitas vezes, torna o hidromel intragável pela presença de leveduras contaminantes e de bactérias que alteram as suas propriedades sensoriais. Recentemente, cepas selecionadas e leveduras comerciais têm sido usadas para reduzir os riscos de contaminação e para se ter maior controle durante o processo fermentativo. A levedura da estirpe Saccharomyces cerevisiae, utilizada na produção de vinho e de cerveja, tem sido utilizada com sucesso na produção de hidromel (MILESKI, 2016, p. 15). 4 Imagem 1: Fluxograma do processamento do hidromel Fonte: NETO, 2013, p. 43. Além de sua formulação básica, o hidromel pode ser acrescido de uma variedade de ervas, frutos ou uma combinação de diferentes aditivos; proporcionando diferentes cores e sabores à bebida. Desta forma, o hidromel pode ser classificado em (Idem, p.45): A) Mead: Bebida fermentada de água e mel; B) Great Mead: hidromel envelhecido; C) Melomel: Hidromel com adição de frutas (exceto uvas); D) Pyment: hidromel com adição de uvas (preferencialmente vinífereas); E) Cyser: hidromel com adição de maça; F) Metheglin: hidromel com adição de especiarias, lúpulo e até pétalas de rosa; G) Braggot: hidromel com adição de malte e H) Hippocras: hidromel com adição de pimentas. O hidromel é considerado como a bebida alcoólica mais antiga e não tem uma origem específica determinável visto que muitas culturas produziam o 5 fermentado a partir do mel sem haver uma interação com elas (SOUZA, 2018, p.11). Contudo, Neto (2013, p.16) defende que a bebida se origina da África. A pesquisa etimológica mostra que o hidromel é uma bebida antiga e que a raiz linguística do hidromel, medhu, é a mesma em todas as línguas indo-europeias, onde compreende uma ampla variedade de significados, que incluem me, doce, intoxicante e embriagado. A mais antiga evidência arqueológica para a produção de hidromel remonta acerca de 7000 a.C.: remanescentes de bebidas alcoólicas foram encontrados em jarros de cerâmica com no norte da china; evidenciando que a bebida consistia em um composto de uvas, silvestres, mel e arroz. Mais tarde, o hidromel foi produzido também no Egito, na Grécia, no Império Romano e na Europa medieval. Na Europa, Oriente Médio e África a produção do Hidromel foi adequada devido à grande abundância de abelhas nativas e de plantas apropriadas à produção de mel. No enteando, a produção foi prejudicada devido à falta de árvores ocas e o amido passoua ser utilizado como uma fonte mais barata de açúcar, e assim, outro tipo de bebida alcoólica conhecida como cerveja passou a ser produzida (Idem, p.17). Na Grécia foi produzido pouco hidromel, pois o clima mediterrâneo foi mais propenso para o cultivo de uvas e a partir de sua fermentação originou-se o vinho. Já na idade média, no norte da Europa e principalmente na Grã-Bretanha e Polônia, o hidromel era popular, pois não havia uma boa fonte de uvas; sendo bem supridos de mel. 6 3. SAQUÊ O saquê tem desempenhado um papel central na vida e cultura japonesa desde os últimos 2 mil anos; e os conhecimentos e técnicas envolvidos na sua fabricação se espalharam por todos os cantos do país. Na verdade, o saquê é uma parte tão importante da dieta japonesa que conhecer um pouco dobre a bebida pode ajudar no entendimento da história, cultura e sociedade japonesa, assim como do cenário social do Japão contemporâneo. O saquê é uma bebida alcoólica japonesa, segundo a cultura popular, sua primeira fermentação foi por acaso, em um barril de arroz (Oryza sativa L.) mal vedado no qual entrou água e produziu um mingau alcoólico. A formação da bebida se dá pela sacarificação do grão (transformação de amido em açúcar) com uso de um fungo filamentoso da espécie Aspergillus oryzae e da reação de fermentação dos açúcares em álcool por meio de estirpes da levedura Saccharomyces cerevisiae (CORREA e BOLAZO, 2021, p. 30) A bebida tem um teor alcoólico que varia de 13% a 16%. A qualidade da água utilizada na fabricação também é algo importante. Os fabricantes aproveitam os diversos tipos de água natural disponíveis no Japão para fazer um saquê excelente. A história de como surgiu a bebida nacional do Japão não é clara, mas sabe- se que um marco na produção do saquê foi a instalação do departamento de cervejaria no palácio imperial de Nara, então capital do Japão (710 a 792 d.C.). Depois, no período seguinte, quando a capital passou para Quioto, o saquê é descrito como uma bebida nobre, tendo já registrado 15 variedades. É quando o saquê começou a ser consumido quente, recebendo talvez a influência da China. Já nessa época, havia cerca de 180 produtores independentes de saquê da região de Kyoto. Os templos que possuíam grandes propriedades de arroz passaram a fabricar a bebida, mais tarde fazendo parcerias com fabricantes maiores. No século 14, no meio da grande concorrência entre os produtores, surgiram algumas inovações tecnológicas, como o desenvolvimento do Koji (Aspergillus Oryzae), que é a base para fermentação do arroz. A pasteurização foi introduzida baseada em observações empíricas, séculos antes de Louis Pasteur da sua explicação científica (SAQUÊ, 2015) 7 A produção é iniciada a partir da sacarificação do amido presente no arroz, realizada pelo fungo, seguida de sua fermentação por leveduras. O arroz deve ser polido até que as cinzas, lipídeos e proteínas sejam removidos do grão de maneira que restem apenas 70% ou menos do material inicial; esse percentual interfere no teor alcoólico do produto. O Koji, utilizado tradicionalmente na produção de saquê, é o composto de arroz que após ser cozido e vaporizado é colonizado pelo fungo A. Orysae. É através da ação das enzimas deste fungo que o amido é convertido em açúcares fermentáveis, para que ocorra a fermentação alcoólica, por levedura S. cerevisiae, formando o etanol (CORREA e BROLAZO, 2021, 34). A fermentação alcoólica leva em torno de três semanas, entre temperaturas que variam de 7ºC no início a um máximo de 18ºC. Ao final deste período, filtra-se a bebida por pressão, mantendo-a um período de maturação de 5-10 dias. A sequência de operações para produção do saquê é apresentada de forma seguida a seguir: Imagem 2 – Fluxograma do Processo de Produção do Saquê Fonte: CORREA e BROLAZO, 2021, p. 35 O saquê é uma bebida excepcional que pode ser tomada quente, gelada ou à temperatura ambiente. Pode ser degustado em uma maior variedade de temperaturas em comparação com outras bebidas alcoólicas, de 5ºC a 55ºC. É 8 classificado em quatro categorias gerais: saboroso, leve e suave, rico e envelhecido; cada qual proporcionando prazeres variados. A iguaria pode ser servida em copos de vidro, além dos tradicionais copos feitos de barro, porcelana ou laca. A diversidade de copos e materiais certamente enriquece a experiência dos gostos do saquê (GLOSSÁRIO, 2012). Por fim, o saquê pode ser divido nos seguintes estilos (Idem, p.10). A) Nigorizake: saquê de cor branca e turva que contém algumas leveduras e partículas finas de arroz cozido porque não é filtrado. Possui um forte gosto de arroz, tendendo a ser mais doce, com sabor intenso; B) Namazake: Saquê não pasteurizado, possuindo um sabor mais fresco. É dotado de uma vida útil menor; C) Koshu: saquê envelhecido por mais de três anos. Dotado de um aroma caramelado e sabor complexo; D) Genshu: saquê não diluído com alto teor alcoólico, entre 17 e 20% e aabor forte. F) Taruzake: saquê maturado em barrica de cedro japonês e G) Happou: frizante, passando por uma segunda fermentação para carbonatar. 9 4. CHICHA Chicha é um termo usado na América Latina para uma bebida fermentada a partir do milho. É comumente conhecida como chicha de jora, mas também recebe o nome de aqa na língua quíchua e kusa a língua aymaran. O nome espanhol vem da palavra “saliva” ou “cuspir”, em referência ao método tradicional de produção da bebida (OLIVER, 2020, p. 270). A produção de chicha tradicionalmente é tarefa das mulheres de cada casa, e as técnicas costumam ser passadas de geração a geração. A mulher que produzia a chicha mastigava o milho até formar pequenos bolos. As enzimas ptialinas da saliva quebravam as cadeias de amido em açúcares fermentáveis. Os bolos de milho eram deixados para secar no ambiente, depois eram usados no preparo de um mingau coado que era coado, fervido, resfriado e fermentado por 3 a 6 dias em grandes vasos de barro (FAULBAUM, 2019, p. 4) O milho malteado, chamado jora, substituiu em grande parte o milho salivado por demandar menos trabalho para ser produzido. A jora é feita com grãos de milho deixados de molho para germinar durante uma noite e depois secos. A partir desse ponto, o processo de produção da chicha com milho malteado é essencialmente igual ao do milho salivado. Dependendo da região da América Latina, a chicha é frequentemente produzida a partir da raiz da mandioca ou da quinoa, ou com a adição de várias frutas. A cor da chicha varia de acordo com o tipo de milho usado na produção, variando do amarelo-claro ao vermelho-bordô. Quando feita com milho doce amarelo, a bebida apresenta cor palha clara e aparência leitosa. A bebida é levemente azeda, quase como a sidra. Ela é frequentemente consumida em um estado de fermentação ativa e conta um baixo teor alcoólico, normalmente entre 1% e 3% de seu volume. A chicha tem origem pré-hispânica nas regiões andinas da América do Sul e era muito importante para a economia inca. Após a conquista espanhola no século XVI, entretanto, a bebida foi proscrita pela Igreja Católica, forçando que sua produção fosse desenvolvida clandestinamente, o que converteu uma indústria de larga escala em algo menor e mais artesanal, como ainda ocorre hoje. 10 Atualmente, em toda a América Central e região andina da América do Sul, a chicha é consumida em chicharias (bares especializados na bebida). Ela é produzida em vários estilos, dependendo da região. É frequentemente misturada com morangos ou outras frutas para fazer a frutillada. A palavra chicha pode se referir também a uma bebida não alcoólica, a chicha morada, feita a partir da fervura do milho roxo com canela abacaxi e cravo-da-índia (FAULBAUM, 2018, p. 8). A chicha continua tendo um papel importantenas regiões mais rurais na América do Sul Andina, onde ela é parte da minga (uma palavra que denota o esforço comum de um grupo), sendo usada como um ritual de pagamento pela ajuda dado aos vizinhos em projetos especialmente grandes ou complicados; como a construção de uma nova casa, por exemplo (OLIVER, 2020, p. 271). 11 5. CONCLUSÃO No presente trabalho tivemos a oportunidade de analisarmos brevemente três bebidas ancestrais e seus principais métodos de produção. Elegemos três bebidas alcoólicas distintas, de diferentes continentes, origens, culturas e processos de produção para que o trabalho pudesse se tornar mais enriquecedor. Longe de querer esgotar o assunto, esperamos que este breve artigo fomente novas pesquisas em torno da temática aqui levantada. Destarte vimos que o Hidromel é uma bebida alcoólica fermentada cuja maior parcela dos açúcares que a criou são provenientes do mel, independentemente dos adjuntos usados na preparação do seu mosto. Por se tratar de uma bebida alcoólica fermentada, seus volumes alcoólicos variam de acordo com a receita, admitindo fortificação em alguns casos. Somente com a fermentação, produtores artesanais alcançam teores alcoólicos que variam entre 8 e 18% de graduação alcoólica. Ainda, vimos que sua origem se deu em diversas localidades simultaneamente. Em seguida, analisamos o saquê: uma bebida alcoólica fermentada tradicional do Japão, produzida a partir de 3 ingredientes principais arroz, água, e koji. O ponto importante para ser considerado saquê é somente o arroz é fermentado no processo; nenhum outro grão ou açúcar participa da fermentação. Por fim, apresentamos A chicha de jora, uma bebida fermentada natural do Peru, frequentemente encontrada também em outras regiões da América Latina.. Há diversas variedades de acordo com a região, mas sua preparação é sempre à base de jora, ou seja, milho maltado. É produzida desde a era anterior aos incas sendo uma bebida sagrada usada em atos cerimoniais, e em festas de todas as culturas pré-hispânicas da zona central andina. Concluímos o presente trabalho com a afirmação de que as bebidas foram e continuam sendo produtos centrais em quase todas as sociedades. São gêneros de primeira necessidade que, além de nutrir, alteram a consciência e por isso https://pt.wikipedia.org/wiki/Bebida_alco%C3%B3lica https://pt.wikipedia.org/wiki/Bebida_alco%C3%B3lica https://pt.wikipedia.org/wiki/Fermenta%C3%A7%C3%A3o https://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o https://pt.wikipedia.org/wiki/Arroz https://pt.wikipedia.org/wiki/Chicha https://pt.wikipedia.org/wiki/Peru https://pt.wikipedia.org/wiki/Milho https://pt.wikipedia.org/wiki/Era_pr%C3%A9-colombiana 12 tornam-se instrumentos de muitas práticas sociais, desde as religiosas até as festivas ou lúdicas. A importância das bebidas ultrapassa o seu papel econômico, assumindo identidades sociais e culturais de importância central na história das civilizações. 13 REFERÊNCIAS CORREA, Alessandro Carvalho e BROLAZO, Eliane Melo. Produção de Saquê Artesanal Em Escala de Laboratório. In. Revista Brasileira de Processos Químicos, Campinas, São Paulo, v. 2, n.1, p. 1-55, jan./jun. 2021. ELABORAÇÃO e avaliação físico-química de bebida alcoólica fermentada a partir de arroz branco (Oryza Sativa L.) – disponível em : https://cointer.institutoidv.org/inscricao/pdvagro/uploadsAnais/ELABORA%C3%87 %C3%83O-E-AVALIA%C3%87%C3%83O-F%C3%8DSICO-QU%C3%8DMICA- DE-BEBIDA-ALCO%C3%93LICA-FERMENTADA-A-PARTIR-DE-ARROZ- BRANCO-(Oryza-sativa-L.).pdf. Acesso em: 02/12/2021. FAULBAUM, Felipe Vargas. Chicha de jora: cauim de milho germinado nos Andes peruanos. Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, v. 6, n. 11, p. 1-25, 28 out. 2018. FERREIRA, Alexandre Aluisio e JANUÁRIO, Vagner de Souza. Tecnologia de Produção de Hidromel. Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Química. UNIUBE – Universidade de Uberaba. Minas Gerais, 2017. GARRET, Oliver. O Guia Oxford da Cerveja. São Paulo: Blutcher, 2020 GLOSSÁRIO de termos nos rótulos de garras de saquê. Editado pelo Instituto Nacional de Pesquisas de Produção de Bebidas Alcoólicas, 2012. Disponível em: https://www.nrib.go.jp/sake/pdf/nlziten_p.pdf. Acesso em: 02/12/2021. _____. A Sagrada Chicha dos Incas, nas Crônicas de Cusco. Anais do 30º Simpósio Nacionais de História da ANPUH/Brasil, Recife, 2019. Disponível em: https://www.snh2019.anpuh.org/resources/anais/8/1564747296_ARQUIVO_Asagr adachichadosIncas,nascronicasdeCusco.pdf. Acesso em: 02/12/21. MILESKI, João Paulo Fernando. Produção e Caracterização de Hidromel Utilizando Diferentes Cepas de Leveduras Saccharomyces. Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Alimentos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Londrina, 2016. https://cointer.institutoidv.org/inscricao/pdvagro/uploadsAnais/ELABORA%C3%87%C3%83O-E-AVALIA%C3%87%C3%83O-F%C3%8DSICO-QU%C3%8DMICA-DE-BEBIDA-ALCO%C3%93LICA-FERMENTADA-A-PARTIR-DE-ARROZ-BRANCO-(Oryza-sativa-L.).pdf https://cointer.institutoidv.org/inscricao/pdvagro/uploadsAnais/ELABORA%C3%87%C3%83O-E-AVALIA%C3%87%C3%83O-F%C3%8DSICO-QU%C3%8DMICA-DE-BEBIDA-ALCO%C3%93LICA-FERMENTADA-A-PARTIR-DE-ARROZ-BRANCO-(Oryza-sativa-L.).pdf https://cointer.institutoidv.org/inscricao/pdvagro/uploadsAnais/ELABORA%C3%87%C3%83O-E-AVALIA%C3%87%C3%83O-F%C3%8DSICO-QU%C3%8DMICA-DE-BEBIDA-ALCO%C3%93LICA-FERMENTADA-A-PARTIR-DE-ARROZ-BRANCO-(Oryza-sativa-L.).pdf https://cointer.institutoidv.org/inscricao/pdvagro/uploadsAnais/ELABORA%C3%87%C3%83O-E-AVALIA%C3%87%C3%83O-F%C3%8DSICO-QU%C3%8DMICA-DE-BEBIDA-ALCO%C3%93LICA-FERMENTADA-A-PARTIR-DE-ARROZ-BRANCO-(Oryza-sativa-L.).pdf https://www.nrib.go.jp/sake/pdf/nlziten_p.pdf https://www.snh2019.anpuh.org/resources/anais/8/1564747296_ARQUIVO_AsagradachichadosIncas,nascronicasdeCusco.pdf https://www.snh2019.anpuh.org/resources/anais/8/1564747296_ARQUIVO_AsagradachichadosIncas,nascronicasdeCusco.pdf 14 OLIVEIRA NETO, Paulo Canuto de. Tecnologia Para Obtenção de Hidromel tipo Doce. Trabalho de conclusão de curso. Graduação em Química Industrial. Universidade Estadual da Paraíba, Centro de Ciências Tecnológicas, 2013. SAQUÊ. 2015. Disponível em: http://www.culturajaponesa.com.br/index.php/gastronomia-e-culinaria/saque/. Acesso em: 02/12/2021. SOUZA, Robson Nonato Lino de. Análise Sensorial de Hidromel: Tipo Tradicional. Trabalho de Conclusão de Curso em Zootecnia – Universidade Federal de Alagoas, Centro de Ciências Agrárias. Rio Largo, 2019. http://www.culturajaponesa.com.br/index.php/gastronomia-e-culinaria/saque/