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ROTEIRO OSCE COMUNICAÇÃO Mencionar que minhas mãos estão lavadas e paramentadas. Avaliar: privacidade, iluminação e posição do paciente SEMPRE me posicionar do lado direito do paciente. CABEÇA E PESCOÇO: (Posição do paciente: ortostático ou sentado LINFONODOS: 1. Inspeção: se é visível ou não, abaulamentos. 2. Palpação: - pré auricular - retroauricular - occipital - submental - amigdaliana - submandibular - cervical anterior/superficial (cima do esternocleidomastoideo) - cervical posterios/profundo (afastar o esternocleiodomastoideo) - supraescapular - infraescapular DESCREVER - SE FOR PALPÁVEL: palpável em X polpas digitais, consistência fibroelástica, móvel ou fixo, indolor, sem sinais flogísticos. TIREOIDE: 1. Inspeção: Alterações visíveis da glândula, bócio, coloração, pedir para o paciente deglutir. DESCREVER – tireoide móvel, pele íntegra, normocorada, sem bócio e sem aumentos bilaterais visíveis. 2. Palpação: Me posicionar na frente ou atrás do paciente, localizar (de cima para baixo): - osso hióide - cartilagem tireoide - cartilagem cricóide - tireóide Pedir para deglutir Palpar ambos os lobos DESCREVER: mobilidade preservada, sem nodulações, palpável em 1 polpa digital, consistência fibroelástica, indolor, lisa, temperatura normal. 3. Ausculta: Sopros (supositivo de inflamação, tumor) pedir para prender a respiração. DESCREVER: sem sopros REFLEXO PUPILAR: 1. Reflexo fotomotor direto: Jogar luz direta em um olho. 2. Reflexo fotomotor indireto ou consensual: Colocar a mão entre os olhos e observar a contração do olho oposto o que recebe a luz. Descrever: reflexo fotomotor direto e consensual preservados. SISTEMA RESPIRATÓRIO - TÓRAX: (Posição do paciente: ortostático ou sentado) Tirar a roupa do paciente. 1. Inspeção: - estática: tipos de abdômen, simetria, abaulamentos, retrações, lesão, cicatrizes, alterações de cor... - dinâmica: tipos de respiração (torácica, abdominal, toraco-abdominal), frequência (taquicardia ou bradicardia), amplitude (hiper ou hipo). 2. Palpação: Expansibilidade: - ápices (mamário) - região média (abaixo da região mamária) - bases (ângulo inferior da omoplata) Descrever: expansibilidade pulmonar simétrica universalmente. Frêmito: - fazer com apenas uma mão e comparativo - supramamário, inframamário, axilar superior e inferior, supraescapular e infraescapular. DESCREVER: frêmitotorocovocal universalmente palpável 3. Percussão: DESCREVER: som claro pulmonar universalmente audível. Anormal: maciço, submaciço, timpânico, hipertimpanico. 4. Ausculta: Seguir a ordem de cima. Normal: murmúrio vesicular universalmente audíveis, sem ruídos adventícios. Procurar por ruídos adventícios roncos, sibilos, estertores, atrito pleural - pedir para deixar a boca ENTREABERTA - todas as regiões citadas anteriormente - ressonância vocal (é o 33) – voz deve estar embaralhada (voz clara: solidificação) PULSOS: - Sempre avaliar bilateralmente - temporais, faciais, carotídeos, axilares, braquiais, radiais, ulnares, femorais, poplíteos, tibiais posteriores, pediosas. - pulsos palpáveis, simétricos, amplos e cheios - Ausculta: Realizada nas artérias mais calibrososa: - carotídeos, fúrcula esternal, aorta abdominal CARDIOVASCULAR: Posicionar o paciente em decúbito dorsal. 1.Inspeção: - analisar precórdio se tem batimento visível, fúrcula palpando external, turgência jugular DESCREVER: precordio calmo, sem lesões, abaulamentos, retrações ou cicatrizes. - ictur cordis: visível ou não, se tem abaulamentos, sinais cirúrgicos. 2. Palpação: - biótipo do paciente- ângulo de charpy - ictus (linha hemiclavicular, 4° ou 5° espaço intercostal) - pedir para paciente deitar-se para o lado esquerdo, não tirar o dedo para analisar a mobilidade do ictus. DESCREVER: ictus palpável em 1-2 polpas digitais, posição habitual na linha hemiclavicular esquerda no 5°espaço intercostal, móvel e ritmo regular. - palpar todo o precórdio - verificar presença de frêmitos DESCREVER: bulhas palpáveis e ausência de frêmitos. 3. Ausculta: - Não esquecer de auscultar com a mão no pulso. - 5 focos: Aórtico, pulmonar, acessório, tricúspide e mitral DESCREVER: bulhar cardíacas em 2 tempos, rítmicas, normofonéticas, sem sopros, cliques ou estalidos. Procurar: - bulhas (normal: dois tempos – B1 e B2) - Irradiações: Fúrcula – pedir para ele inspirar Carótida – pedir para ele inspirar (dos dois lados). Epigastro Axila ABDOMEN: Posição do paciente: decúbito dorsal Deixar a crista ilíaca amostra 1. Inspeção: - movimentos respiratórios, cicatriz umbilical, tumorações, contorno, posição antálgica, peristalse visível, manchas (cullen ou de grey-turner), circulação colateral, hérnia umbilical, tipos de abdômen (plano, globoso, batráquio, avental, escavafo). - DESCREVER: sem lesões, manchas, sem tumorações visíveis, cicatriz umbilical com aspecto fisiológico. 2. Ausculta: - 15 s cada quadrante (QSD, QID, QIE, QSE) - Ruidos hidroaéreos (normal: 5-34/min) - Artérias: Artéria abdominal Artérias renais (2) Artérias ilíacas (2) Artérias femorais (2) DESCREVER: RHA presentes e sem sopros. 3. Percussão: - Hepatimetria: Linha hemiclavicular (de cima para baixo) e depois da fossa ilíaca (de baixo para cima) Linha médio esternal (de cima para baixo) Claro pulmonar, submaciço, maciço (inicio do fígado), timpânico (abdômen). Lobo esquerdo: 6-12 cm Lobo direito: 4-8 cm - Realizar percussão dos quatro quadrantes – vísceras ocas (som timpânico), baço e fígado (som maciço). - Normal – macicez hepática em hipocôndrio direito e timpanismo no espaço de Traube. - Delimitação do espaço de traube: É um espaço semilunar, delimitado pela 6° espaço intercostal esquerdo, o rebordo costal esquerdo e a linha axilar anterior. DESCREVER: timpanismo a percussão – espaço de traube livre. Se tiver aumentado é indicativo de esplenomegalia. 4. Palpação: - Sempre iniciar do lado oposto à dor. - Palpação superficial dos quatro quadrantes (1 mão) - Palpação profunda dos quatro quadrantes (2 mãos) DESCREVER: sem massas palpáveis e sensibilidade normal PALPAÇÃO DO FÍGADO: Normal: fígado com tamanho habitual, bordas lisas e sem tumorações. Manobras: LEMOS TORRES: palpação bimanual MATHIEU: palpação com as mãos em garra PERCUSSÃO DO FIGADO: Sinal de JOBERT: hipertimpanismo hepático (pneumoperitonio) – tem que ser maciço Sinal de TORRES-HMEM: dor a percussão PALPAÇÃO DO BAÇO: normalmente não palpável Realizar técnica bimanal e solicitar para o paciente realizar uma inspiração profunda. Técnica realizada com o paciente na Posição de Schuster (paciente em decúbito lateral direito com membro inferior fletido em 90°) e pedir para ele realizar uma inspiração profunda. Timpânico. PALPAÇÃO DOS RINS: - manobra de goelet - manobra de guyon PALPAÇÕES ESPECIAIS: ASCITE: Sinal de piparote – peteleco e mão do outro lado, grave, acima de 150 ml Teste de macicez móvel – 150 ml, percutir e fazer para os dois lados Sinal de rechaço Poça – ascite de pequenos volumes Semicirculo de Skoda AVALIAÇÃO DA VESICULA BILIAR: Ponto cístico - Sinal de Murphy (interrompe a inspiração) - COLECISTITE Sinal de courvoisier-terrier: vesícula biliar palpável e indolor em pacientes ictéricos. Sinal de JOBERT: hipertimpanismo hepático (pneumoperitonio) – tem que ser maciço AVALIAÇÃO PIELONEFRITE: Sinal de GIORDANO – indicativo de pieolonefrite. Ângulo costovertebral Loja renal – punhopercussão (primeiro lado não doloroso). AVALIAÇÃO APENDICITE: Ponto de McBurney Rovsing Blumberg (descompressão brusca) Obturador Psoas TROMBOSE: BandeiraHolmans – estender Brancoft – apertar panturrilha