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AVALIAÇÃO PSICOMOTORA E DESENVOLVIMENTO MOTOR DAIANA APARECIDA RITA ESCALA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR (EDM) OBJETIVO O objetivo principal desse material a seguir, é proporcionar a você aluno, um meio de avaliação motora em crianças com necessidades ou não relacionadas ao seu desenvolvimento motor. A partir disto o indivíduo em processo de avaliação permitirá que você enquanto avaliador consiga identificar dificuldades como: atrasos do desenvolvimento, idade motora, habilidades básicas não adquiridas, entre outros fatores. METODOLOGIA • MOTRICIDADE FINA: • → 2 anos Construção de uma torre; • → 3 anos: Construção de uma ponte; • → 4 anos: Alinhavo; • → 5 anos: Fazer um nó; • → 6 anos: Labirinto; • → 7 anos: Bolinha de papel de seda; • → 8 anos: Ponta do Polegar; • → 9 anos: Lançamento de uma bola; • → 10 anos: Circulo com polegar; • → 11 anos: Agarrar uma bola. ESCALA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR (EDM) MOTRICIDADE GLOBAL: → 2 anos: Subir sobre o banco; → 3 anos: Saltar sobre uma corda; → 4 anos: Saltar sobre o mesmo lugar; → 5 anos: Saltar uma altura de 20cm; → 6 anos: Caminhar sobre uma linha reta; → 7 anos: Pé manco; → 8 anos: Saltar sobre uma altura de 40cm; → 9 anos: Saltar sobre o ar; → 10 anos: Pé manco com uma caixa de fósforo; → 11 anos: Saltar sobre a cadeira; EQUILÍBRIO: → 2 anos: Equilíbrio estático sobre um banco; → 3 anos: Equilíbrio sobre um joelho; → 4 anos: Equilíbrio sobre com o tronco flexionado; → 5 anos: Equilíbrio na ponta dos pés; → 6 anos: Pé manco estático; → 7 anos: Pé manco; → 8 anos: Saltar sobre uma altura de 40cm; → 9 anos: Saltar sobre o ar; → 10 anos: Pé manco com uma caixa de fósforo; → 11 anos: Saltar sobre a cadeira; ESQUEMA CORPORAL: CONTROLE DO PRÓPRIO CORPO → 2 a 5 anos: Imitação de gestos simples: Movimento das mãos e movimento doa braços; → 6 anos a 11 anos: Prova de rapidez: Preencher a folha quadriculada o mais rápido possível. ORGANIZAÇÃO ESPACIAL: → 2 anos: Tabuleiro/normal; → 3 anos: Tabuleiro posição invertida; → 4 anos: Prova dos palitos; → 5 anos: Jogo da paciência; → 6 anos: Direita/Esquerda conhecimento sobre si; → 7 anos: Execução de movimentos; → 8 anos: Direita/Esquerda reconhecimento sobre o outro; → 9 anos: Reprodução de movimentos/ representação humana; → 10 anos: Reprodução de movimentos/ figura humana; → 11 anos: Reconhecimento da posição relativa de três objetos; ESCALA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR (EDM) ORGANIZAÇÃO TEMPORAL: → 2 anos: Formar frases de duas palavras; → 3 anos: Repetir uma frase de seis a sete sílabas; → 4 anos: Recorrer a frases; → 5 anos: Lembrar a frases; → Acima de 6 anos: Estrutura espaço-temporal (reprodução por meio de golpes); Simbolização de estruturas temporais. LATERALIDADE: → 2 a 11 anos: → Lateralidade das mãos; → Lateralidade dos olhos; → Lateralidades dos pés. ESCALA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR (EDM) RESULTADOS E DISCUSSÃO TESTE DE MOTROCIDADE FINA É a capacidade que o indivíduo tem em controlar um conjunto de movimentos corretos, resultando em movimento fino e preciso, que exigem uma demanda de músculos pequenos, coordenação entre os olhos e mãos e controle motor manual. 11 ANOS – AGARRAR BOLA Agarrar uma bola de 6cm de diâmetro, lançada de 3 metros de distancia. A criança deve manter o braço relaxado ao longo do corpo até que se diga agarre. Após 30 segundos de repouso o mesmo deve ser feito com a outra mão. 10 ANOS – CÍRCULO COM POLEGAR A ponta do polegar esquerdo deve estra sobre a ponta do indicador direito e, depois, ao contrário. O indicador direito deixa a ponta do polegar esquerdo e, desenhando uma circunferência ao redor do indicador esquerdo, vai buscar a ponta do polegar esquerdo; entretanto, permanece o contato do indicador esquerdo com o polegar direito. Movimentos sucessivos e regulares devem ser feitos com a maior velocidade possível. Em torno de 10 Buscamos avaliar na motricidade fina, dentro da idade da criança, na qual a mesma apresenta, alguma dificuldade de aprendizagem a partir de movimentos motores finos, no qual ao mesmos exigem controle de força manual, postura adequada, concentração, fixação de conteúdos e informações associando com a relação de executar o movimento do comando dado. Visando que o primeiro teste aplicado 11 anos, a criança não obteve pontuação, apresentando ligeira dificuldade no momento de fechar a mão no momento de pegar a bola, relação tempo espaço no caminho da bola, foram realizadas 5 tentativas, onde o mesmo segurou a bola somente 2 vezes. TESTE MOTROCIDADE GLOBALÁ seguir foi aplicado teste para 11 anos onde o mesmo conseguiu executar o movimento com 1 acerto em 3 tentativas, pontuando na idade de 10 anos. 11 ANOS 10 ANOS - Estamos nos referindo ao trabalho realizado por meio dos grandes músculos. Esses agrupamentos musculares são capazes de fazer com que a criança realize movimentos dinâmicos e coordenados. Os movimentos globais permitem que a criança consiga encaixar gestos, ritmo e até a resposta de uma atividade através dessa expressão corporal. Todo trabalho de controle muscular e corporal provem de uma boa coordenação e automaticamente de uma motricidade desenvolvida. Uma característica interessante das expressões que a criança dá ao movimento, muitas vezes é um reflexo de sua personalidade, além de uma junção é claro do amadurecimento dos neurônios. Todo movimento global exige que o mesmo seja realizado de maneira, visual, respeitando o tempo do movimento e noção espacial 11 ANOS – SALTAR SOBRE UMA CADEIRA Saltar sobre uma cadeira de 45 cm a 50 cm a uma distância de 50 cm do móvel. O encosto será sustentado pelo examinador. Erros: perder o equilíbrio e cair, agarrar-se no encosto da 10 ANOS – PÉ MANCO COM UMA CAIXA DE FÓSFOROS O joelho deve estar flexionado em ângulo reto, e os braços relaxados ao longo do corpo, a 25 cm do pé que repousa no solo é colocada uma caixa de fósforos. A criança deve levá-la impulsionando-a com o pé até ponto situado a 5 metros. Erros: tocar no chão (ainda que uma só vez) com o outro pé; exagerar o movimento com os braços; ultrapassar com a caixa em mais de 50 cm com o ponto fixado; falhar no deslocamento da caixa. Buscamos avaliar na motricidade global, dentro da idade da criança, na qual a mesma apresenta, alguma dificuldade de aprendizagem a partir de movimentos motores global, provem de uma boa coordenação e automaticamente de uma motricidade desenvolvida. Visando que o primeiro teste aplicado 11 anos, a criança não obteve pontuação, criança com dificuldade ao tomar impulso ao saltar, sendo observado a dificuldade em associar espaço, angulação e impulso, e dificuldade em manter o equilíbrio após o salto, realizado 3 tentativas sem acertos. Teste aplicado de 10 anos, criança consegui manter angulação da perna, e com a outra perna deslocar a caixa, realizado 3 tentativas com cada perna, com 1 acerto cada. 11 anos 10 anos EQUILIBRIO refere se a toda e qualquer capacidade que o nosso corpo exerce tanto para compensá-lo, quanto para manter-se em alguma posição por meio da força musculoesquelética. Para todo movimento, como para toda posição corporal o nosso corpo utiliza de vários segmentos, os mesmos exigem aporte calórico para então gera gasto de calorias. Devemos levar em consideração que nosso corpo utiliza basicamente de duas formas de equilíbrio para então realizar as funções no dia a dia, quando criança nosso corpo exige maior dinamismo e automaticamente melhor condicionamento, devido ao auto gasto calórico e demanda energética. Considerando então as duas formas de estabilização corporal que são elas: equilíbrio estático e equilíbrio 11 ANOS – PÉ MANCO ESTÁTICO – OLHOS FECHADOS Com os olhos fechados, manter-se sobre a perna direita, com o joelho esquerdo flexionado em ângulo reto, com a coxa esquerda paralela à direita em ligeira abdução e com os braços ao longo do corpo. Após 30 segundos de descanso, repetir o mesmo exercício com a outra perna levantada; mover-se do lugar; saltar. Duração: 10segundos. Tentativas: duas para cada perna. Buscamos avaliar equilíbrio, dentro da idade da criança, na qual a mesma não apresentou dificuldade de manter o equilíbrio. Visando que o teste aplicado para 11 anos, a criança obteve pontuação, criança apresentou boa estabilidade ao equilíbrio, e angulação da perna e tronco.1 tentativas com cada perna, obtendo acertos em ambas. 04. ESQUEMA CORPORAL Quando pensamos ou falamos em esquema corporal, temos que levar em consideração o entendimento que temos a respeito do corpo fisicamente formado. O esquema corporal é a capacidade de discernimento e discriminação do seu próprio corpo, seja ela mostrada por meio de gestos ou falas. Assim tomamos por base quando nosso corpo é constituído e conseguimos distinguirmos cada parte do nosso corpo, automaticamente conseguimos saber e entender quais as diferentes funções que podemos realizar, para assim se organizar e conseguir executar um determinado comando. PROVA DE RAPIDEZ (6 A 11 ANOS) Material: folha de papel quadriculado com 25 cm x 18 cm quadrados, lápis preto nº 2 e cronometro. A folha quadriculada deve estar em sentido longitudinal. “criança pega no lápis, nos quadrados faz um risco em cada um, o mais rápido que puder, orientado a fazer os riscos como desejar, mas apenas um risco em cada quadrado. Prestando muita atenção e para não saltar nenhum quadrado, porque não poderá voltar atrás. A criança tomara o lápis com a mão que preferir. A avaliação de um teste de agilidade é feita com base na eficiência e precisão com que o participante realiza as tarefas. O tempo de execução e a precisão dos movimentos são fatores que contribuem para a pontuação. Neste teste a criança não concluiu dentro do tempo, não pontuando totalmente. ORGANIZAÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL O ser humano tem plena consciência do seu corpo e o estado em que se encontra, logo entendemos que uma noção corporal leva a organização e precisão do nosso corpo com relação ao ambiente onde estamos inseridos. Devendo assim pensar em noção espacial e temporal a partir das ferramentas sensoriais que permitem essa compreensão. Podemos obter essa percepção por meio da visão, audição, sensações olfativas, gustativas e táteis. Os sentidos permitem que exploremos e nos faz buscarmos função ao nosso redor, consequentemente função ao nosso corpo e o local onde se encontra. Lembrando se ao observar uma criança ou adulto em determina função e realização de algum comando a noção corporal deve ser analisada como um todo, caso haja algum relata médico, clínico ou diagnostico devemos levar em consideração essas mudanças e esperarmos alterações tanto espacial quanto temporal 11 ANOS – RECONHECIMENTO DA POSIÇÃO RELATIVA DE TRÊS OBJETOS Sentados, frente a frente, o examinador fara algumas perguntas para o examinando, o qual permanecera com os braços cruzados. ◦ Material: três cubos ligeiramente separados (15 cm) colocados da esquerda para a direita sobre a mesa, como segue: azul, amarelo, vermelho. “Veja os três objetos (cubos) que estão aqui na sua frente. Você irá responder rapidamente as perguntas que irei fazer.” O examinando terá como orientação espacial (ponto de referência) o examinador. • O cubo azul a direita ou a esquerda do vermelho? • O cubo azul a direita ou a esquerda do amarelo? • O cubo amarelo está à direita ou a esquerda do azul? • O cubo amarelo está à direita ou a esquerda do vermelho? • O cubo vermelho está à direita ou a esquerda do amarelo? • O cubo vermelho está à direita ou a esquerda do azul? Êxitos: cinco acertos sobre seis tentativas. Na organização espacial, é possível avaliar a distribuição de elementos, a interação entre eles, e os padrões que resultam, a criança neste teste respondeu todas as perguntas, observando rapidez e agilidade na diferenciação entre direita e esquerda, e cores selecionadas. 12.2 ESTRUTURA ESPAÇO-TEMPORAL A orientação temporal é uma habilidade cognitiva que permite perceber, lembrar e organizar o tempo. É fundamental para a vida cotidiana, permitindo planejar, aprender com experiências passadas e antecipar eventos futuros. Na estrutura espaço temporal, a criança manteve a percepção ao ouvir os golpes reproduzindo os novamente. Na simbolização das estruturas temporais, reprodução por meio de golpes a criança, a criança ao visualizar a figura, reproduziu todas através dos golpes. Na transcrição de estruturas temporais – Ditado, ao ouvir os golpes na tentativa de reproduzir através de desenho, a criança, obteve um erro no primeiro ensaio, e um erro no segundo ensaio. LATERALIDADE LATERALIDADE DAS MÃOS A criança está com o pé, sem nenhum objeto ao alcance de sua mão, você irá demonstrar como realiza tal movimento. Utilizar uma tesoura Criança apresenta um grau de dificuldade ao manusear a tesoura, realizado a pega ao contrario. Avaliando sua dificuldade houve momentos onde ele rasgou os papel com as mãos para ficar mais próximos ao desenho para que conseguisse recortar. LATERALIDADE DOS OLHOS O cartão furado - cartão de 15 cm x 25 cm com um furo no centro de 0,5 cm (de diâmetro). “fixe bem o seu olhar neste cartão, há um furo, e eu olho por ele.” Demonstração: o cartão sustentado pelo braço estendido vai aproximando-se lentamente do rosto. “Faça o mesmo”. ◦ Telescópio (tubo longo de cartão) – você sabe para que serve um telescópio? “serve para visualizar um objeto (demonstração). Tome, olhe você mesmo.” (indicar um objeto à criança) Criança manteve como lateralidade, olho direito como predominante, no cartão e no telescópio. LATERALIDADE DOS PÉS Chutar uma bola – (bola de 6cm de diâmetro) “você irá segurar está bola com uma das mãos, depois irá soltá-la e irá lhe dar um chute sem deixá-la tocar no chão. Criança conseguiu soltar a bola e chutar. Realizado duas tentativas de cada lado, acertos dois de cada lado. 06. ATRASO EM HABILIDADES BÁSICAS O desenvolvimento motor como já dito, faz parte do processo de crescimento de todo ser humano. É através dele que possibilitamos melhorarmos e adquirirmos habilidades específicas no decorrer da nossa infância e ao longo da vida adulta. Possibilita assim que toda criança, passe a engatinhar, andar, correr, pular e ainda habilidades de manipulação de diferentes objetos (Santos, et al., 2004). É importante salientar o quanto os pais e professores no âmbito escolar deve estar atento a todo processo natural de desenvolvimento para toda e qualquer criança, deve assim ser observado qualquer alteração ou atraso que alguma criança apresente durante a realização de alguma atividade. Uma das características interessantes no desenvolvimento motor é de que, mesmo que crianças morem em diferentes lugares e/ou países distintos o desenvolvimento motor global e fino é algo previsível, de acordo com as fases e meses da vida de uma criança. Claro que, desde que a criança quando “comparada” não tenha algum transtorno ou limitação que causa tais atrasos (Santos et al., 2004). Em grande parte dos casos, as dificuldades ou atrasos motores vem seguidos de alguma desordem de ordem psicológica ou neurológicas. ESCALA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR (EDM) CONCLUSÕES A psicomotricidade tem como objetivo melhorar habilidades básicas das crianças, aumentando sua competência motora. Uma boa coordenação motora depende dos estímulos externos, como escola, família e sociedade. O objetivo desse estudo é identificar problemas relacionados ao desenvolvimento psicomotor. Trata-se de uma descrição qualitativa com uma criança de 11 anos, do sexo masculino. Foi utilizadas atividades para avaliação das funções motoras, esquema corporal, estruturação espacial, equilíbrio e estruturação temporal. Observou- se a coordenação motora fina da criança para avaliar movimentos mais precisos, onde obtivemos um percentual menos. A coordenação motora grossa, obteve-se um percentual satisfatório diminuído, a crianças não conseguiram executar os movimentos conforme o desejado. Jáo equilíbrio, o desempenho foi satisfatório onde manteve a sustentação do corpo utilizando uma combinação adequada da musculatura. O esquema corporal obteve-se não satisfatório, as crianças não obteve o esquema corporal e a agilidade se comunicando entre eles. A estruturação espacial apresentou se satisfatório, ou seja, possui a capacidade para situar-se. A estruturação temporal foi insatisfatória compreende-se que as criança não têm noção de tempo. O melhor desempenho foi no Equilíbrio, mostrando que elas têm domínio de concentração. E o pior resultado foi em esquema corporal, linguagem /organização temporal a crianças não tem noção de direita e esquerda no seu corpo e com o espaço ao seu redor. Nas outras atividades em geral o desempenhadas mostrou um bom resultado. Na visão geral a criança apresenta uma idade negativa relacionada a sua idade cronológica de 28 meses (2 anos e 4 meses) Para melhorar a idade motora da criança, pode-se estimular o desenvolvimento motor de desafios adequados ao nível de desenvolvimento da criança, como esportes, brincadeiras, jogos, exercícios, fisioterapia, e outros profissionais multidisciplinares, caso necessário. QUESTIONÁRIO DE TRANSTORNO DA COORDENAÇÃO (DCDQ)-BRASIL OBJETIVO O objetivo principal desse material a seguir, entender que há diferenças motoras entre crianças e modificam conforme a faixa etária. Aplicando o questionário você poderá analisar se há associação de outros transtornos. Entender que o convívio e limitações da criança vai muito além do ambiente escolar. METODOLOGIA → Questionário de Transtorno da coordenação → Questionário de coordenação: → Pode ser aplicado de 5 a 15 anos; →Respostas objetivas e direcionadas aos pais ou responsáveis; → Preenchimento de cabeçalho com os dados; → Número de contato caso seja preenchido em residência (dúvidas); → Explique sobre os 15 itens solicitados e reforce a comparação com demais crianças; → Deve-se circular o número correspondente com a característica do filho; → Caso a resposta seja errônea, faça dois círculos na resposta correta. Após o questionário aplicado e resultados obtidos devemos levar em discussão com os profissionais quais as especificações e sensibilidades dos resultados e o questionário em si. É importante saliente que toda a equipe multidisciplinar ou conjunto de professores que acompanhe o avaliado esteja em constante conversa. RESULTADOS E DISCUSSÃO O Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação, ou TDC, é compreendido como sendo uma disfuncionalidade motora da criança, que apresenta dificuldade para a realização de tarefas em diversos âmbitos, como o escolar, social e até mesmo dentro do próprio lar . Por este motivo, saber identificar o transtorno e entender em quais áreas ele se manifesta se faz de extrema importância , para que o tratamento oferecido seja eficaz QUESTIONÁRIO DE TRANSTORNO DA COORDENAÇÃO (DCDQ)-BRASIL Este trabalho realizou a aplicação do DCDQ-Brasil ao pais e/ou responsável de uma crianças de 11 anos e 6 meses (138 meses) de idade cronológica, afim de detalhar cada uma das 15 perguntas/afirmações do questionário, analisar as pontuações em cada uma das tarefas, buscando pontuar os fatores presentes em cada resultado, sendo estes sociais ou biológicos, afim de traçar um perfil para a crianças de 11 anos de idade. Visando, com isso, a possibilidade de intervenção apropriada no combate e tratamento do Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação. Este trabalho abordará, de forma exploratória e descritiva, os dados obtido na aplicação do DCDQ-Brasil ao pai e/ou responsável da criança. Assim de forma direcionada encaminhar a um tratamento adequado. QUESTIONÁRIO DE COORDENAÇÃO Através da avaliação do teste respondido pelo pai, aponta para indicação de TDC. Visto como um transtorno que ultrapassa as barreiras da motricidade, uma vez que pode gerar consequências negativas na criança, como baixa aptidão física, baixa autoestima e isolamento social, resultando em ansiedade e depressão, e se tornando ciente sobre a possibilidades do diagnóstico, definição do perfil e possibilidades de intervenção se fazem extremamente necessárias. A criança apresenta maior facilidade em atividades que envolva tela, e maior dificuldades em atividades manuais. Apresentando alta porcentagem de suspeita de TDC o que demonstra a relevância deste assunto no desenvolvimento de uma criança. Concluiu-se também tal resultado possivelmente têm relação direta com questões sociais e culturais que envolvem o incentivo desde muito cedo para que dominem atividades vigorosas que desenvolvem a coordenação motora geral, como esportes, brincadeiras, estímulos social. Atividades genéricas podem ser uma boa alternativa para que múltiplas habilidades motoras sejam fomentadas na criança, a fim de evitar a possível evolução para uma situação de Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação QUESTIONÁRIO DE TRANSTORNO DA COORDENAÇÃO (DCDQ)-BRASIL CONCLUSÕES file:///C:/Users/Matheus/Downloads/vieira_andrepiau_tcc%20(1).pdf https://www.youtube.com/watch?v=L2Hwb2JHzYY https://www.youtube.com/watch?v=mGyjk4EsGFU