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Fisioterapia na Queimados: Tratamento: Causas comuns de queimaduras: Controle da dor: vapor, água quente, chamas, eletricidade, sol, produtos químicos e Farmacológico: opióides, dipirona, anti-inflamatórios. animais. Não farmacológico: relaxamento, Classificação: por profundidade: hipnose, realidade virtual, terapia grau: superficial. cognitivo-comportamental grau: derme. Mobilização precoce: Ativa e 3° grau: atinge todas as camadas da passiva para manter a elasticidade pele. músculo-tendínea, ajuda na Classificação: Por extensão: orientação das fibras de colágeno, Calculada com base na regra dos nove prevenindo contraturas. Uso de órteses: Dinâmicas e ou com tabelas específicas para crianças. estáticas para prevenção e correção de deformidades. Percentual determina gravidade: Leve Atenção respiratória: Higiene grau: qualquer extensão. brônquica, reexpansão pulmonar, grau: menor que 10%. pressão positiva. 3° grau: menor que 2%. Estimulação postural e funcional: Moderada Sentar, deambular, exercícios para Cabeça pescoço 9% grau: não se aplica. manter mobilidade e função Membros superiores 9% cada grau: 10 20%. pulmonar. Tronco 3° grau: 3 5%. 36% Grave Recursos e estratégias 1% grau: > 20%. Malhas compressivas: Para tratar e Membros inferiores 3° grau: > 10%. 18% cada prevenir cicatrizes hipertróficas, meds usadas continuamente por 12 a 36 Parâmetros avaliados: meses (retirar apenas para higiene). Edema: pode causar choque Massoterapia e órteses: fundamentais no remodelamento hipovolêmico. cicatricial. Temperatura e cor da pele: sinais de Exercícios domiciliares: orientados infecção. Cirtometria: mede circunferência para continuação da reabilitação. para acompanhar edema. Tecnologias recreativas (ex: Wii): Amplitude de movimento (ADM): demonstram eficácia na dor e avaliação precoce previne engajamento funcional. contraturas. Vias aéreas: atenção a rouquidão e Locais e atingidos: estridor, sinais de inalação de fumaça. 40% 5.50% 13% ANOS 13,50% TRABALHO 10,70% ANOS Atenção às Complicações 16,60% ANOS 1.20% 5.50% Sistema respiratório: pneumonia e 10% 10.70% embolia pulmonar; Urinário: insuficiência renal aguda e Tratamentocom pele de Tilápia: infecção urinária. A pele de tilápia é usada como Gastrointestinal: ulceras agudas, curativo biológico para isquemia esplâncnica, íleo paralítico e queimaduras, especialmente de lesões hepáticas. grau; Cardiovasculares: hipotensão do Rica em colágeno tipo I, tem miocárdio, arritmia, edema, isquemia estrutura parecida com a pele e insuficiência arterial periférica. humana; Neurológicas: lesões do cérebro e Reduz a dor, acelera a cicatrização e diminui o número de trocas de nervos periféricos. Musculoesqueléticas: infecções e curativos; osteomielite. esterilizada e tratada em Outros: Tétano. laboratório para uso seguro; Técnica desenvolvida no Brasil e reconhecida internacionalmente.Fisioterapia na Paliativos: Atuação voltada a pacientes com doenças crônicas, INCURÁVEIS ou em estágio terminal. Envolve reabilitação, alívio de sintomas e promoção de conforto, oferecer dignidade, qualidade de vida e redução do sofrimento. Aplicado com frequência em casos terminais ou em estágio avançado da doença. Condições comuns que requerem cuidados paliativos: Câncer: metastático ou inoperável. Doenças cardíacas: Insuficiência cardíaca crônica, fração de ejeção 50, perda de peso não intencional. Demência: Incapacidade de andar, menos de seis palavras inteligíveis, albumina 5s, albumina 6, depuração de creatininaFisioterapia na Fisioterapia oncológica: Atua com pacientes que sofrem de câncer; Estudos mostram forte evidência de que a mudança de hábitos de vida diária está associada à redução do risco de vários tipos de câncer, entre eles: Bexiga; Mama; Cólon; Endométrio; Adenocarcinoma esofágico; Renal; Gástrico; Apenas 10% á 20% dos casos são relcionados a histórico familiar e genética; Avaliação Fisioterapêutica no Paciente Oncológico: fisioterapeuta deve considerar os seguintes sintomas e sinais: Dor oncológica; Fadiga; Dispneia (falta de ar); Broncoespasmo; Secreção pulmonar; Hipoventilação; Complicações neurológicas (ex: hipertonia, alteração de movimento e postura); Alterações linfáticas; Técnicas Fisioterapêuticas Utilizadas: Treinamento muscular inspiratório (Threshold IMT): 30% da pressão inspiratória máxima (Pimax) Realizado 3 vezes ao dia 15 respirações por sessão Exercício aeróbico: 60 minutos por sessão Intensidade de 5 a 7 na escala alterada de Borg (esforço leve a moderado)

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