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FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA FISIO ESPORTIVA BIOENERGÉTICA: A fisioterapia esportiva é uma prática A bioenergética é o processo metabólico da medicina do esporte que atua em pelo qual as células utilizam a energia pelo menos quatro grandes domínios: necessária obtida pela conversão de prevenção de lesões, atendimento nutrientes alimentares. emergencial, reabilitação funcional e EXERCÍCIOS AERÓBICOS X ANAERÓBICOS retorno ao esporte Caminhada Corrida Andar de bicicleta Dança OBJETIVO: Prevenção de lesões Aeróbicos X Anaeróbicos Atendimento emergencial Reabilitação funcional Melhora/recuperação do HIIT Musculação Treino Funcional rendimento e performance Retorno ao esporte ATP COMO FONTE DE ENERGIA: ESPORTES DE PARTICIPAÇÃO: As células musculares armazenam quantidades limitadas de ATP (trifosfato Aumento da resistência e da força de adenosina). muscular; Na quebra de alimentos nutritivos, há Ajustes dos níveis de pressão produção de energia = ATP arterial e colesterol; ATP é produzida no tecido muscular a Melhora da qualidade de vida, partir da glicose ou do glicogênio disposição diária, a interação sanguíneo. social e disfunções psicossociais Quebra de carboidratos = glicose Controle de peso corporal; se não for utilizada, fica armazenada na forma Melhora da homeostase e de glicogênio no músculo e no fígado. interação de todos os sistemas As gorduras e as proteínas também podem ser metabolizadas para gerar ESPORTES DE ALTO NÍVEL: ATP Quando o glicogênio esgota o corpo São atletas que têm no esporte sua passa a depender mais das gorduras do principal atividade profissional e fonte tecido adiposo para atender às de renda, que usam seus corpos até demandas de energia. seus limites extremos, exigindo ao máximo de cada centímetro de seus ATP, ela está sempre disponível na célula como uma reserva de energia imediata. corpos para nutrir seus músculos e Seus estoques de energia ganhar títulos, medalhas, troféus e Os substratos energéticos são utilizados em diferentes proporções prêmios. 72g + Fosfocreatina utilizados Estamos falando de corpos e sistemas 100g Glicogênio hepático que se assemelham a super-máquinas, utilizada corpos que valem literalmente milhões. 500g Glicogênio muscular Proteína 10.000g 40.000 Kcal 12.000g Triacilglicerol 108.000 KcalFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA MODALIDADE ESPORTIVA AERÓBICO E ANAERÓBICO: Cada atividade esportiva possui a sua Três sistemas de geração de energia demanda específicas de energia. funcionam no tecido muscular para Dependendo da atividade esportiva, produzir ATP: os sistemas estarão atuando de ATP pela Glicolítico Oxidante maneiras diferentes degradação formação de Exige oxigênio SPRINTING E do fosfato ATP pela para geração SALTO: são de creatina glicose ou de ATP. (Mais atividades de alta glicogênio. complexo) energia, exigem uma Em muitas atividades, ambos os produção grande de sistemas, o aeróbio e o anaeróbio energia por um funcionam simultaneamente. tempo curto. O grau de envolvimento de cada um é determinado pela intensidade e CORRIDA E duração do exercício NATAÇÃO: são Exercício anaeróbico Exercícios aeróbicas, atividades de baixa se caracteriza pela as práticas são energia, exigem uma alta intensidade e contínuas e produção de energia curta duração, os oxigênio é a principal por um tempo aeróbicos são fonte de queima de prolongado definidos como de substâncias longa duração, com geradoras de energia práticas de para os músculos. intensidade baixa ou moderada. LESÕES ESPORTIVAS: ESTRESSE AMBIENTAL: Principio de segurança: Hípertermia: Temperatura corporal elevada. Segurança no ambiente de condicionamento corpo pode ganhar ou perder Ensinar a cada atleta as calor por algumas maneiras: técnicas corretas, como ele Produção metabólica de calor, deve se sentir no treino e Troca de calor por condução, por quando deve forçar ou por irradiação, Perda moderá-lo de calor pela evaporação Estresse Ambiental: Pode afetar desempenho e Prevenção: Hidratação apropriada, podem ser grave ameaça à vida. fluidos à vontade e reposição de Esportes ao ar livre são os mais eletrólitos, aclimatização gradual, preocupantes identificação de indivíduos Possíveis riscos: hipertermia, suscetíveis, uniformes hipotermia, altitude e exposição apropriados, registros de peso, ao sol. monitoração do índice de calorFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA HIPOTERMIA: LESÃO MECANICA: "Força ou energia mecânica é o que muda o Hipotermia: Temperatura corporal estado de repouso ou o movimento baixa. uniforme da matéria LESÕES COMUNS NO FRIO: Quando uma força aplicada a qualquer Ulceração pelo frio parte do corpo resulta em perturbação Queimadura pelo frio prejudicial ao seu funcionamento e/ ou à sua estrutura, dizemos que essa parte sofreu uma lesão mecânica ALTITUDE: TRAUMA: Um fator importante na adaptação O trauma é definido como lesão ou à altitude é o problema da ferimento físico, produzido por uma deficiência de oxigênio. Com a força externa ou interna redução na pressão barométrica, a PROPRIEDADES DO TECIDO: pressão parcial do oxigênio no ar inspirado também diminui. Nessas Falha do circunstâncias. os glóbulos Propriedades elásticas Mudanças plásticas tecido (lesão) Deformação progressiva vermelhos que estão circulando no sangue tornam- se menos saturados, privando o tecido do Estresse ou carga/unidade de área Ponto de cedência Rigidez oxigênio necessário EXPOSIÇÃO SOL: Estiramento ou original Carga: força externa que atua sobre os Os mais graves efeitos da tecidos e causa reações; exposição à luz ultravioleta são o Rigidez: é a capacidade de resistência do envelhecimento precoce da pele e o tecido, quanto maior a rigidez, maior a câncer de pele. magnitude de carga suportável. Tensão: Resistência interna a uma carga FATORES DE RISCO: externa Estiramento ( straín): Extensão da INTRINSECOS: EXTRÍNSECOS: deformação do tecido; Deformação: Mudança na forma de um Idade; Equipamentos de tecido Sexo; proteção; Elasticidade: permite ao tecido retornar Composição Equipamentos ao normal após uma deformação corporal; esportivos; Ponto de cedência: Limite elástico do Saúde; Ambiente; tecido Condicionamento Adversários. Deformação plástica: Deformação do físico; tecido que permanece após a carga. Anatomia; Deformação progressiva (creep): Carga Experiência constante, deforma tecido esportiva; Falha mecânica: Quando se excede a Fatores capacidade de suportar estiramento, patológicos causando a ruptura do tecidoFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA CARGAS QUE ATUAM SOBRE OS TECIDOS: COMPRESSÃO TENSÃO: CISALHAMENTO Cargas iguais, mas não É produzida por Cargas externas iguais diretamente opostas, são cargas externas ou opostas causadoras aplicadas a superfícies que aplicadas uma de ruptura na estrutura se opõem, movimentação em contra a outra em que se alonga; direções paralelas entre si. superfícies e Distensão de músculos Pode resultar em lesões na direções opostas e ligamentos. pele, como bolhas ou abrasões ou então em lesões COMPRESSÃO no disco vertebral. COMPRESSÃO FLEXÃO: TORÇÃO: Dois pares de Gerada pela força atuam em rotação das pontos opostos e Carga axial extremidades em direções opostas Carga de 4 pontos direções opostas Carga de 3 pontos 3 pontos provocam a flexão. Forças de Forças de tensão compressão Força de cisalhamento Estrutura inclinada Força de compressão Força de tensão recebe carga axial Força de cisalhamento Eixo original LESÕES POR TRAUMA X LESÕES POR ESFORÇO REPETITIVO: trauma é Classificação e características das cargas de lesões Lesão por esforço Lesão definido Classificação Carga repetitivo tem sua Distensão muscular Traumático Tensão/torção/cisalhamento como lesão muscular Esforço repetitivo Tensão/compressão origem Dor muscular Esforço repetitivo Tensão Tendinite/tendinose Esforço repetitivo Tensão ou decorrente ao uso Tenossinovite Esforço repetitivo Tensão ferimento Pontos de gatilho miofascial Esforço repetitivo/trauma Tensão repetido e/ou Contusão Trauma Compressão físico, Distensão ligamentar Trauma Tensão/torção/flexão excessivo das Luxação/subluxação Trauma Tensão/torção/cisalhamento Osteoartrite Esforço repetitivo produzido estruturas do Bursite Esforço repetitivo/trauma Capsulite/sinovite Esforço repetitivo por uma Fratura óssea Trauma corpo, que podem Fratura por estresse Esforço repetitivo força Lesão na epífise Trauma/esforço repetitivo estar relacionada Lesão na apófise Trauma/esforço repetitivo externa ou Neuropraxia Trauma a uma prática Neurite Esforço repetitivo interna laboral ouFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA LESÃO MUSCULOTENDINEA: DISTENSÃO MUSCULAR: Alongamento excessivo, ruptura ou separação no músculo ou no tendão DISTENSÃO GRAU 1: DISTENSÃO GRAU 2: Algumas fibras musculares Há rompimento de uma série de sofrem distensão ou até fibras musculares, ruptura. Em geral, pode-se sentir uma O movimento é doloroso, mas, depressão ou um volume de comumente, é possível fazê-lo dilatação no local em que as fibras em toda a sua amplitude musculares foram rompidas. Pode ocorrer edema por causa de sangramento capilar ADM diminui em função da dor DISTENSÃO GRAU 3: LESÕES MUSCULARES Ocorre a ruptura completa de um músculo na área do ventre muscular, no ponto em que o músculo se transforma em tendão ou na inserção tendinosa com o osso. Há significativa ou total perda de movimento. Inicialmente, a dor é intensa mas logo diminui por causa da completa separação da fibra nervosa GRAU I GRAU GRAU III Estiramento Ruptura parcial Ruptura completa CÂIMBRAS MUSCULARES: DOR MUSCULAR: ESPASMOS MUSCULARES As cãibras musculares são Aguda: Fadiga CLÔNICO: Contração contrações musculares após exercício, muscular involuntária; extremamente dolorosas que ocorre durantes e TÔNICO: Caracterizada podem ocorrer em após por contração praticamente qualquer Inicio tardio: após constante, que dura músculo. 12h do exercício, por certo período de Relacionada à perda torna-se intensa tempo excessiva de água e, em certa após 24 ou 48h. medida, de vários eletrólitos (dura cerca de 3 a ou íons (sódio, cloreto, 4 dias) potássio, magnésio e cálcio).FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA LUXAÇÃO: Separação de dois ossos articulados Quando pelo menos um dos ossos da articulação é forçado a sair completamente de seu alinhamento normal e adequado e tem de ser recolocado no lugar por meios manuais ou cirúrgicos; Nas luxações, a deformidade é quase sempre aparente. Ela pode ficar encoberta por uma musculatura forte Canva As luxações, seja qual for o local de ocorrência, não devem ser reduzidas de imediato. O atleta deve tirar um raio X para eliminar suspeitas de fratura ou de outros problemas antes da redução. Técnicas inapropriadas de redução podem apenas exacerbar o problema SUBLUXAÇÃO: O osso sai parcialmente da sua articulação normal, mas depois volta prontamente ao seu lugar. Luxações e subluxações costumam resultar em ruptura dos tendões e ligamentos estabilizadores que cercam a articulação Canva Desgaste da cartilagem hialina com ou sem exposição do osso OSTEOARTRITE: subcondral; A osteoartrite é uma condição degenerativa comum, presente na maioria dos indivíduos. Presente em pessoas sedentárias, praticantes de atividade física ou até mesmo em atletas. Erosão do Cartilagem Dor local ou generalizada na articulação osso subjacente hialina Dor ao movimento Diminuição da força muscular Diminuição da ADM Dor em atividades com maior carga axial Rigidez matinal Sensinbilidade localizada Rangidos ou estalidos audíveis/sentidos ARTROSE ARTRITE OSTEOARTROSE CARTILAGEM COMEÇA EROSÃO ÓSSEA A SE DETERIORAR INFLAMAÇÃO CARTILAGEM DA MEMBRANA REMANESCENTE SINOVIAL E DA CARTILAGEM DESGASTE DO MENISCO LESÃO NA ESTREITAMENTO DO CARTILAGEM ESPAÇO ARTICULAR FORMAÇÃO DE ANQUILOSE ÓSSEA ESPORÕES ÓSSEOS (FUSÃO DOS COMPONENTES) GRAU GRAU GRAU III GRAU IVFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA FRATURAS ÓSSEAS : Perda da continuidade óssea. Ou seja, qualquer perda de continuidade óssea, mesmo que não seja completa, é uma fratura. FRATURAS FECHADAS : Aquela em que não há rompimento na pele. FRATURAS EXPOSTAS : Aquela em que a pele se abre e o osso aparece. CLASSIFICAÇÃO DAS FRATURAS FRATURA EM GALHO VERDE: FRATURA COMUNICATIVA: Em osso que não está Três ou mais fragmentos no local da completamente ossificado, como fratura; em adolescentes. Pode ser causada por golpe forte ou O nome deriva da similaridade queda em posição incomum. dessa fratura como o modo como Dificuldade de cicatrização; se quebra um galho novo Os tecidos moles ficam interpostos entre os fragmentos, impedindo a completa cicatrização. Nesses casos pode haver necessidade de intervenção cirúrgica. FRATURA LINEAR: Osso se divide no sentido do seu comprimento. Com frequência resulta de um FRATURA TRANSVERSA: salto de lugar alto, com queda de modo que a força ou o estresse do Ocorre em linha reta, formando mais impacto é sentido no eixo longo. ou menos um ângulo reto com a haste do osso. Geralmente é um golpe externo direto que causa essa lesão LinearFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA CLASSIFICAÇÃO DAS FRATURAS FRATURA OBLÍQUA: FRATURA ESPIRAL: É similar à fratura em espiral. Tem uma separação em forma de S. Ocorre quando uma extremidade É comum em esportes em que o pé fica do osso é submetida a torção ou firmemente plantado no chão, giro súbito enquanto a outra enquanto o corpo promove uma extremidade permanece Fixa. rotação repentina na direção oposta Em espiral FRATURA POR ESTRESSE: Fraturas por estresse ou por fadiga são RISCOS: microfraturas provocadas pela repetição de 1. Excesso de treinamento forças que, isoladamente, não seriam 2. Retorno precoce após uma lesão capazes de ocasionar a fratura ou doença Não se conhece a causa exata, mas há 3. Passagem de um evento a outro diversas hipóteses prováveis: sem o adequado treinamento para sobrecarga causada pela contração o segundo muscular, 4. Ingresso no treinamento inicial alteração na distribuição do estresse sobre cedo demais o osso à medida que o músculo sofre 5. Mudança de hábitos ou de fadiga, ambiente (p. ex., superfícies de mudança na força de reação do solo (como corrida, irregularidades na pista, a movimentação de uma superfície de calçados) madeira para outra de grama) aplicação de um estresse ritmicamente repetitivo que leva a um efeito cumulativo D cFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: Palpação dos processos Palpação do ramo e do ângulo da espinhosos das vértebras mandíbula cervicais Posicionamento: paciente em decúbito dorsal com a Posicionamento: paciente em decúbito dorsal. mandíbula em posição de repouso. 1. Com as faces palmares dos dedos sobre a face lateral 1. Com a extremidade dos dedos, identifique a margem da cabeça do paciente, palpe a parte cervical da coluna inferior do osso zigomático do paciente. vertebral sobre a linha mediana. 2. Deslize os dedos em sentido inferior sobre o amplo e 2. Com suavidade, aprofunde a palpação sobre as depres- plano ramo da até o local em que se curva sões medianas para identificar as projeções posteriores anteriormente no ângulo. das vértebras constituídas pelos processos espinhosos de VII (C I não possui processo espinhoso). Palpação da fossa temporal Palpação do processo mastoide Posicionamento: paciente em decúbito dorsal. Posicionamento: paciente em decúbito dorsal. 1. Com a extremidade dos dedos, identifique o local de união 1. Apoie a extremidade de um dos dedos logo atrás da entre a face lateral da cabeça e a orelha do paciente. orelha do paciente. 2. Deslize os dedos nos sentidos anterior e superior até a 2. Deslize-a sobre o amplo e arredondado processo ampla e rasa fossa temporal. mastoide. 6.3A. Fossa temporal. 6.3C. Processo mastoide. Palpação da protuberância Palpação do processo coronoide occipital externa da mandíbula Posicionamento: paciente em decúbito dorsal. Posicionamento: paciente em decúbito dorsal com a ligeiramente abaixada. 1. Apoie as faces palmares dos dedos sob a cabeça do paciente, em contato com o occipício. 1. Com a extremidade de um dos dedos, identifique o centro do osso zigomático. 2. Palpe o occipício sobre a linha mediana e identifique a saliência que representa o centro da linha nucal 2. Deslize o dedo em sentido inferior enquanto o paciente superior. abaixa a mandíbula (abre a boca), palpando a projeção anterossuperior do ramo, o processo coronoide. 6.3F. Protuberância occipital externa. 6.3H. Processo coronoide da mandíbula.FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: Palpação da cabeça da mandíbula Palpação do osso hioide Posicionamento: paciente em decúbito dorsal com a Posicionamento: paciente em decúbito dorsal. mandibula ligeiramente abaixada. 1. Posicione o indicador e o polegar ao redor da região 1. Identifique o processo zigomático do osso temporal anterior do pescoço, logo acima da cartilagem tireóidea. logo à frente do meato acústico externo. 2. Exerça uma leve pressão com a pinça indicador-polegar, 2. Peça ao paciente para abaixar a mandibula (abrir a palpando as regiões laterais do frágil osso hioide. boca) enquanto você desliza os dedos em sentido inferior. Palpe a cabeça da à medida que se desloca no sentido anteroinferior. PALPAÇÃO ANTERO-LATERAL CERVICAL C1 - Inferior ao Processo mastoide; C2 Ângulo da mandíbula; C3 - Osso hioide; C4 Cartilagem tireóidea superior; C5 Cartilagem tireóidea inferior; C6 Cartilagem cricoide; C7 Linha do trapézio. A referência deve ser em linha reta as vértebras correspondentes. TESTES ESPECIAIS TESTE FLEXÃO + ROTAÇÃO TESTE PRESSÃO PA CENTRAL/UNILATERALFISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: PALPAÇÃO DA COLUNA LOMBAR SPRING TEST E TESTE PRESSÃO PÓSTERO-ANTERIOR CENTRAL PALPAÇÃO DA COLUNA LOMBAR SPRING TEST - TESTE DE MOLA Avalia a mobilidade segmentar ea presença de dor. Palpação através dos processos transversos.FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: PALPAÇÃO DA COLUNA LOMBAR TESTE DE MOVIMENTO INTERVERTEBRAL PRESSÃO PÓSTERO-ANTERIOR CENTRAL Avalia a mobilidade e dor nos níveis vertebrais. Palpação através dos processos espinhosos. TESTES ESPECIAIS Cluster de avaliação para Disf. Sacroilíaca T. COMPRESSÃO T. THRUST SACRAL DOS T. GAENSLEN T. DISTRAÇÃO T. THRUST DA DOS ILÍACOS Teste do desempate Opção 1e2FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: PALPAÇÃO DA COLUNA LOMBAR TESTE DE MOVIMENTO INTERVERTEBRAL PRESSÃO PÓSTERO-ANTERIOR CENTRAL Avalia a mobilidade e dor nos níveis vertebrais. Palpação através dos processos espinhosos. TESTES ESPECIAIS Cluster de avaliação para Disf. Sacroilíaca T. COMPRESSÃO T. THRUST SACRAL DOS ILÍACOS T. GAENSLEN T. DISTRAÇÃO T. THRUST DA COXA DOS ILÍACOS Teste do desempate Opção 1 e 2FISIOTERAPIA NA SÁUDE DO ATLETA ANATOMIA PALPATÓRIA: PALPAÇÃO DA COLUNA LOMBAR TESTE DE MOVIMENTO INTERVERTEBRAL PRESSÃO PÓSTERO-ANTERIOR CENTRAL Avalia a mobilidade e dor nos níveis vertebrais. Palpação através dos processos espinhosos. TESTES ESPECIAIS Cluster de avaliação para Disf. Sacroilíaca T. COMPRESSÃO T. THRUST SACRAL DOS ILÍACOS T. GAENSLEN T. DISTRAÇÃO T. THRUST DA COXA DOS ILÍACOS Teste do desempate Opção 1 e 2