Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Cefaléia 
		
			
		INTRODUÇÃO 
A maioria das pessoas , em algum momento da vida, já sofreu ou sofre desse mal .
Diagnóstico diferencial é um dos mais extenso na medicina . 
Pode ser sintoma e doença . 
 
2
Dados Epidemiológicos
Cefaleia
♀ - 99% 
♂ - 93% 
3a causa de procura em ambulatório de Clínica Médica
1a causa de procura a ambulatório de neurologia
Entre as 5 maiores causas de procura em Pronto-Socorro
Cefaleias
Secundárias
10%
Cefaleias
Primárias
90%
90	10	
Cefaleias primárias
Enxaqueca
Tensional
Cefaleias primárias
História clínica
sinais de alarme (raros)
Exame neurológico
anormalidades (raras)
Exames complementares
anormalidades (raras)
Classificação Internacional
		Migrânea 
Do grego, hemicrania, significando metade da cabeça
Subtipo migrânea sem aura: cefáleia recorrente manifestando – se em ataques que duram 4-72hs. Caracteres típicos: localização unilateral, qualidade pulsátil, intensidade moderada ou severa, exarcebação por atividade física rotineira e associada a náusea e / ou fotofobia e fonofobia. 
Subtipo mais comum, sendo mais incapacitante. Com risco maior de se tornar migrânea crônica. 
Subtipo migrânea com aura: desordem recorrente que se manifesta em ataques de sintomas neurológicos focais reversíveis que normalmente desenvolvem – se gradualmente em 5-20 min com duração inferior a 60 min 
AURA... 
SINTOMAS PREMONITÓRIOS...
	Migrânea crônica
Cefáleia presente em mais de 15 dias por mês, durante mais de 3 meses, e que pelo menos 8 dias por mês adquire aspectos migranosos. 
Fatores de risco: sexo feminino, baixo nível educacional e social, depressão, estresse e obesidade. Elemento mais importante : uso excessivo de medicações para a crise, como ergóticos, analgésicos comuns e opioides . 
Fatores desencadeantes
Esforço físico 
Dieta ( incluindo o atraso na refeição)
Distúrbio do sono 
Tce 
Fatores hormonais 
Medicamentos 
		Anatomia da Dor 
1938 – teoria da pulsação arterial 
Graham e Wolff
Debate que influenciou estudos por anos 
Essa alterações ocorrem mas não são primárias . 
Pergunta : como essa teoria inicial explica os sintomas sensitivos, visuais, .....
		Anatomia da Dor
Parênquima não tem sensibilidade 
Estruturas extracranianas apresentam ( dura – máter , vasos, nervos cranianos, orbita , ...
Conteúdo supratentorial ( NcV)
Conteúdo infra ( C2, C3, NcVII, NCIX e NcX)
Fibras amielínicas tipo C , pela periferia das estruturas , passam pelo gânglio de gasser , entram na ponte em direção ao núcleo caudalis ou núcleo sensitivo trigeminal . 
Conexões polissinapticas : núcleo salivatorio superior, substância cinzenta periaquedutal , talamo , hipotalamo, sitema límbico, cortéx somatossensorial 
		Fiosiopatologia 
	Tratamento na Crise 
Medidas gerais
Boa relação médico – paciente : 1 passo
Tratamento de doenças concomitantes
Atividade física regular
Sono regular
Diário de crises
Otimização terapêutica : custo – efetividade – o quanto a dor incapacita o labor ... 
			AINES
 
	Derivados do ergot
Efeito : vasoconstricção
Dose individualizada: iniciar com 2 a 3 mg no início da crise , com aumento a cada hora se necessário , com dose máxima de 6 mg 
Comum as fórmulas associadas
Contra indicado : arterites , insuf. Hepática ou renal, tromflebites, doenças vasculares por aterosclerose 
		Triptanas
Agonistas dos receptores de serotonina que funcionam inibindo a liberação de peptídeos pro-inflamatórios nas meninges e impedem a estimulação do núcleo caudal do trigêmeo. 
Não atuam na AURA
Contra indicado : IAM, angina, gravidez, AVE
Associação com aine é muito eficaz . 
Migrânea com AURA : não há consenso sobre o tto. , porém na literatura há relatos do uso de domperidona (20-40mg) na fase premonitória. 
	Atendimento no PS
Dexametasona : 10 – 20 mg IV – bloqueio no mecanismo de inflamação neurogência, reduzindo o edema vasogênico e os efeitos em cascata nos sistemas aminérgicos e serotoninérgicos centrais . 
Solução analgésica.... 
	Tratamento profilático
≥3 crises/mês
Grau de incapacidade importante
Falência da medicação abortiva
Ineficácia da profilaxia não farmacológica
Formas de abordagem : episódico x subagudo X crônico.
	Betabloqueadores
Propanolol : betabloq não seletivo – receptor β1 , β2 e β3 . Efeito antimigranoso em discussão. 
		Antidepressivos 
Amitriptilina : 12,5 – 75 mg dose noite . 
Particularmente útil aos sintomas associados : depressão, insônia, cefaleia tipo tensional, grande frequência de crises. 
Ef. Colaterais :taquicardia, hipotensão postural , ganho ponderal,tremor, secura de mucosas, retenção urinária, sonolência
Bloqueadores canais de cálcio
Fenômeno da Depressão Alastrante Cortical .
Efeito vasodilatador sobre os vasos cerebrais e pela sua ação protetora contra hipóxia cerebral 
Cinarizina 50-75 mg/dia
Flunarizina 5-10 mg/dia 
		Anticonvulsivantes 
Divalproato de sódio : aumenta os níveis encefálicos de GABA (ácido gama aminobutírico) por ativar sua enzima de síntese., atuando sobre os aminoácidos excitatórios e suprimindo a resposta dos receptores N-metil-D-aspartato , OU SEJA, suprime as despolarizações provocadas pelo NMDA e consequente influxo de cálcio.
Ef. Colaterais: teratogênico, metabolização hepática 
Topiramato: modulação cortical , estabilização dos canais de Ca e K 
Dose inicial : 25 mg/dia
Ef. Colaterais: fadiga , perda do apetite e ponderal, ansiedade, insônia,parestesia, diárreia, dificuldade de concentração
Cefaleia do Tipo Tensional 
Tipo mais comum de cefaleia primária (75%)
CTT episódica infrequente: menos de 1x /mês
CTT episódica frequente : pelo menos 10 crises na vida e númeroCefaleia Primária
Cefaleia Secundária
X
Alívio dos Sintomas
Orientação
Investigação e Tratamento da Causa de Base
Tratamento Sintomático das Cefaleias Primárias na Unidade de Emergência
Quando investigar e com quais exames?
MNXAQWRHEMORITHLINGKSORMVLEARCOEPORTHJEPVORIDJFJVKJDMNDFKLIGJKBVKMAOEIEROOKFKGKSIIALMAMINHAGORTGIKFLGLINDCEFSNALEIADORFORDKSLGFKEIGCKSLDGFCAPERUDFJSJKFDLGKCMNMSKDIIFKENXAQUECASLDKGIRIMMLAINAGTRUIROAFJKVIANFJSDKFIANTIMEUDEINDHSOGJLADOTICOTICOAPOSVPSOTSKGLÇVADLEHOSPITALFOLUMAJDKGLÇVASDJKJVMACXLAPEOCJSLVHEMORRAGIAMENINGEAALRKBLÇFS
O PACIENTE CONTA O SEU DIAGNÓSTICO
MNXAQWRHEMORITHLINGKSORMVLEARCOEPORTHJEPVORIDJFJVKJDMNDFKLIGJKBVKMAOEIEROOKFKGKSIIALMAMINHAGORTGIKFLGLINDCEFSNALEIADORFORDKSLGFKEIGCKSLDGFCAPERUDFJSJKFDLGKCMNMSKDIIFKENXAQUECASLDKGIRIMMLAINAGTRUIROAFJKVIANFJSDKFIANTIMEUDEINDHSOGJLADOTICOTICOAPOSVPSOTSKGLÇVADLEHOSPITALFOLUMAJDKGLÇVASDJKJVMACXLAPEOCJSLVHEMORRAGIAMENINGEAALRKBLÇFS
BASTA FAZER AS PERGUNTAS CERTAS
MNXAQWRHEMORITHLINGKSORMVLEARCOEPORTHJEPVORIDJFJVKJDMNDFKLIGJKBVKMAOEIEROOKFKGKSIIALMAMINHAGORTGIKFLGLINDCEFSNALEIADORFORDKSLGFKEIGCKSLDGFCAPERUDFJSJKFDLGKCMNMSKDIIFKENXAQUECASLDKGIRIMMLAINAGTRUIROAFJKVIANFJSDKFIANTIMEUDEINDHSOGJLADOTICOTICOAPOSVPSOTSKGLÇVADLEHOSPITALFOLUMAJDKGLÇVASDJKJVMACXLAPEOCJSLVHEMORRAGIAMENINGEAALRKBLÇFS
BASTA FAZER AS PERGUNTAS CERTAS
MNXAQWRHEMORITHLINGKSORMVLEARCOEPORTHJEPVORIDJFJVKJDMNDFKLIGJKBVKMAOEIEROOKFKGKSIIALMAMINHAGORTGIKFLGLINDCEFSNALEIADORFORDKSLGFKEIGCKSLDGFCAPERUDFJSJKFDLGKCMNMSKDIIFKENXAQUECASLDKGIRIMMLAINAGTRUIROAFJKVIANFJSDKFIANTIMEUDEINDHSOGJLADOTICOTICOAPOSVPSOTSKGLÇVADLEHOSPITALFOLUMAJDKGLÇVASDJKJVMACXLAPEOCJSLVHEMORRAGIAMENINGEALRKBLÇFS
BASTA FAZER AS PERGUNTAS CERTAS
Cefaleia Súbita ou a Pior Cefaleia da Vida do Paciente
Pensar em patologia neurológica grave (Lancet 1994)
Hemorragia Subaracnoide
Meningoencefalite
Trombose Venosa Cerebral
Hidrocefalia aguda
outras
Tempo
Há quanto tempo você tem essa dor de cabeça?
Evolução Temporal da Dor
Intensidade
Cefaléia Aguda Emergente
Primeira crise de enxaqueca?
Hemorragia Subaracnoide?
Meningite?
etc
Tempo
Há quanto tempo você tem essa dor de cabeça?
Evolução Temporal da Dor
Intensidade
Cefaléia Aguda Recorrente
Cefaleias Primárias (sobretudo enxaqueca)
Cefaleia por retirada de substância (ressaca)
Cefaleia por hipotensão intracraniana
Cefaleia por drogas (adalat, nitratos, etc)
Cefaleia Aguda Emergente
Tempo
Há quanto tempo você tem essa dor de cabeça?
Evolução Temporal da Dor
Intensidade
Cefaleia Aguda Recorrente
Tempo
Há quanto tempo você tem essa dor de cabeça?
Evolução Temporal da Dor
Cefaleia Aguda Emergente
Cefaleia Crônica Não Progressiva
Cefaleias Crônicas Diárias
Intensidade
Cefaleia Crônica Não Progressiva
Tempo
Há quanto tempo você tem essa dor de cabeça?
Evolução Temporal da Dor
Cefaleia Aguda Recorrente
Cefaleia Aguda Emergente
Cefaleia Crônica Progressiva
Associada a patologia Secundária
Intensidade
image2.jpeg
image3.wmf
Planilha_do_Microsoft_Office_Excel1.xlsx
Sheet1
				90		10
image4.gif
image5.jpeg
image6.png
image7.jpeg
image8.jpeg
image9.png
image10.png
image11.png
image12.png
image13.png
image14.png
image15.png
image16.png
image17.png
image18.jpeg
image19.jpeg
image20.png
image21.png
image22.jpeg

Mais conteúdos dessa disciplina