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1 
MESTRADO EM EDUCAÇÃO - FUNIBER 
DISCIPLINA: FP082 - PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PROJETOS 
PROFESSORA: DRA. MARIURKA MATURELL RUIZ 
 
 
 
Cultura Lúdica e Exposição às Telas na educação Infantil: Planejamento e Gestão 
de um Projeto de Intervenção 
 
 
xxxxxxxxxxx 
 
 
 
Grupo: xxxxxxxxxxx 
Data: 17/07/2025 
 
 
2 
ÍNDICE: 
1. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO.. 3 
1.1. Declaração do escopo do projeto. 3 
1.2. Estrutura analítica do projeto. 3 
1.2.1 - Objetivos do Projeto. 5 
1.3. Matriz lógica. 6 
1.4. Análise de viabilidade. 7 
1.4.1. Identificação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. 7 
1.4.2. Estratégias diante das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. 7 
1.5. Organização do grupo ofertante a realizar o projeto detalhado, a construção do 
projeto e as pautas de comunicação. 8 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 10 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
1- DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 
O avanço das mídias e tecnologias, associado às mudanças nas dinâmicas 
familiares, têm contribuído para a exposição precoce e excessiva de crianças às telas, 
especialmente no contexto da Educação Infantil. Esse cenário tem resultado no 
afastamento das brincadeiras tradicionais e na redução das interações sociais, impactando 
negativamente o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social das crianças. No 
ambiente escolar, professores enfrentam dificuldades em executar propostas pedagógicas, 
diante da falta de interesse e motivação das crianças por atividades que não envolvem o 
uso de telas. A seguir, apresentamos o projeto de ação com propostas para mitigar este 
problema: 
1.1 - DECLARAÇÃO DO ESCOPO DO PROJETO 
Finalidade 
Promover o resgate das brincadeiras infantis tradicionais, com a 
participação dos familiares, professores e a comunidade escolar, com o 
intuito de desenvolver as habilidades das crianças e reduzir o uso de telas. 
Propósito do projeto 
Diminuir o tempo de tela das crianças com a inserção de brinquedos e 
brincadeiras tradicionais. 
Qualificação dos profissionais para conseguir desenvolver um bom 
trabalho através dos brinquedos e brincadeiras tradicionais além de saber 
aproveitar as novas tecnologias a em prol do desenvolvimento das 
crianças. 
Produto Final 
O desenvolvimento das habilidades cognitivas, motoras, emocionais e 
sociais das crianças da educação infantil. 
Alcance e conteúdo 
O projeto tem o intuito de conscientizar os pais e ou responsáveis dos 
benefícios que os brinquedos e brincadeiras tradicionais podem 
proporcionar,e apresentar os malefícios que o uso excessivo de telas nesta 
faixa etária podem ocasionar. Além disso, instrumentalizar o professor 
para que faça uma mediação entre o uso das tecnologias considerando as 
possibilidades de desenvolvimento de habilidades críticas e seletivas. 
1.2 - ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO 
Tratando-se de um contexto de Educação Infantil, identificamos os momentos mais 
propícios para o desenvolvimento de habilidades básicas essenciais ao pleno 
desenvolvimento humano. Entretanto, o avanço das mídias e tecnologias, aliado às 
demandas familiares que muitas vezes dificultam a interação social entre adultos e 
crianças, têm revelado uma exposição cada vez mais precoce das crianças às telas. Por 
outro lado, observa-se um distanciamento progressivo das brincadeiras e das interações 
sociais, o que prejudica seu desenvolvimento de forma global. 
 
4 
Constata-se que o problema é ainda mais grave em famílias em situação de maior 
vulnerabilidade social, onde os aparelhos celulares, muitas vezes, funcionam como uma 
“babá eletrônica”, tornando-se a principal (ou única) forma de interação com a criança. 
No espaço educativo, torna-se cada vez mais perceptível a mudança nos padrões 
de desenvolvimento, especialmente entre as crianças que permanecem por mais tempo 
expostas às telas e que interagem pouco com brinquedos e brincadeiras tradicionais, 
socialmente construídos para a infância. 
O uso excessivo e precoce de telas, assim como a exposição a conteúdos 
inadequados, tem prejudicado significativamente o pleno desenvolvimento de crianças na 
Educação Infantil. Esses fatores contribuem para atrasos e dificuldades nas áreas 
cognitiva, motora e emocional. Paralelamente, nota-se que as crianças estão cada vez 
menos envolvidas em brincadeiras com materialidades concretas, características da 
cultura lúdica tradicional. Isso compromete o desenvolvimento de aspectos fundamentais 
como a imaginação, a linguagem, as emoções e outras experiências essenciais que 
compõem a cultura da infância. 
Tais dificuldades são percebidas pelos professores que, apesar de planejarem suas 
aulas com dedicação, enfrentam desafios para colocá-las em prática devido à falta de 
disposição, motivação e interesse das crianças por atividades que não envolvem o uso de 
telas. 
 
 
5 
1.2.1 - Objetivos do Projeto: 
1. Conscientizar os pais e responsáveis 
● Compreender e refletir sobre os efeitos do uso precoce e excessivo de telas no 
desenvolvimento infantil. 
 
● Fornecer informações para que possam mediar e utilizar de forma proveitosa as 
tecnologias e as mídias com as crianças no ambiente familiar. 
 
● Apresentar os benefícios dos brinquedos e das brincadeiras no desenvolvimento 
● infantil, incentivando a valorização da cultura lúdica. 
 
● Fomentar atividades apropriadas à faixa etária, de baixo custo, acessíveis e com 
materiais que possam ser confeccionados e executados no ambiente doméstico. 
 
● Promover pesquisas, junto às famílias, sobre brinquedos e brincadeiras 
tradicionais, com o objetivo de resgatar práticas lúdicas da infância e promover 
estratégias motivacionais. 
 
● Organizar eventos de integração entre família e instituição educativa. 
 
2. Capacitar os professores: (com apoio da equipe pedagógica e/ou especialistas 
convidados pela instituição de ensino) 
● Fornecer orientações sobre como explorar melhor os brinquedos e brincadeiras 
tradicionais no contexto pedagógico. 
 
● Realizar avaliações e propor intervenções assertivas por meio de práticas lúdicas. 
 
● Apresentar estratégias para o uso pedagógico das mídias e tecnologias tanto em 
sala de aula quanto na elaboração dos planos de ensino. 
 
● Disponibilizar acervos (textos, links, sites, entre outros) com conteúdos relevantes, 
que possibilitem maior mediação e recursos no uso das mídias com as crianças. 
 
● Promover formações continuadas sobre o uso das mídias e tecnologias educativas, 
priorizando a proteção da infância e o desenvolvimento do pensamento crítico na 
seleção e mediação desses recursos. 
3. Desenvolvimento das propostas pedagógicas 
● Analisar e organizar as informações coletadas nas entrevistas/pesquisas com as 
famílias sobre os brinquedos e brincadeiras tradicionais. 
 
● Apresentar os enredos das brincadeiras de forma lúdica, com uma sequência 
didática adequada ao nível de complexidade de cada proposta. 
 
 
6 
● Disponibilizar tempo suficiente para que as crianças possam explorar e vivenciar 
cada atividade, mediando o desenvolvimento individual da aprendizagem. 
1.3 - MATRIZ LÓGICA 
Nível 
Resumo 
narrativo dos 
objetivos 
Indicadores 
Meios de 
verificação 
Suposiçõe
s 
Finalidade 
Contribuir para 
o 
desenvolviment
o das 
habilidades 
cognitivas, 
motoras e 
emocionais das 
crianças. 
Diminuir o 
tempo de tela 
das crianças 
Durante as aulas, 
através da 
intervenção dos 
professores da 
sala. 
Durante 
atividades 
direcionadas para 
serem realizadas 
com seus 
familiares (tarefa 
de casa) 
Observações 
diretas de 
profissionais e 
registros através 
de relatórios 
periódicos do 
desenvolvimento 
das crianças com 
registro em 
formato de vídeos 
e ou em fotos 
disponibilizadas 
pelos familiares 
aos professores. 
momento 
propício 
para o 
desenvolvi
mento de 
habilidades 
básicas da 
criança. 
 
Propósito 
Potencializar as 
habilidades 
existentes e 
estimular as 
habilidadesque 
apresentam 
alguma 
defasagem, 
utilizando 
brinquedos e 
brincadeiras 
tradicionais . 
Observação dos 
comportamentos 
e 
desenvolvimentos 
das crianças 
registros 
periódicos do 
comportamento 
para verificações 
posteriores, 
relacionadas a: 
melhoria no 
tempo de 
concentração 
na coordenação 
motora fina 
na diminuição de 
comportamentos 
disruptivos, 
oriundos de baixa 
tolerância à 
frustração 
Diminuição dos 
conflitos em sala 
de aula, 
e aumento da 
autonomia 
Relato dos 
familiares sobre a 
melhora e ou 
modificação no 
comportamento 
das crianças em 
ambientes 
escolares e não 
escolares. 
participaçã
o ativa de 
todos os 
envolvidos 
desde a 
criança, 
perpassan
do por 
seus pais e 
responsáv
eis até os 
profissionai
s da 
educação 
 
 
 
 
 
 
 
 
Componentes 
Parceria entre 
todos os 
envolvidos 
(criança, 
Pretende-se 
encontrar ao 
longo do projeto a 
dedicação e 
participação ativa 
Diário do 
professor para 
registro da 
presença da 
criança e caderno 
 
 
7 
familiares e 
escola) 
dos pais e 
profissionais. 
de assinatura 
para as famílias 
nos eventos 
escolares 
Atividades os recursos 
1.4 ANÁLISE DE VIABILIDADE 
1.4.1 - Identificação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças 
Análise interna 
Forças Fraquezas 
Tratando-se da educação infantil, 
possui uma estrutura um pouco 
mais flexível para desenvolver as 
atividades ao longo do ano letivo. 
Atividades que requerem baixo 
custo para serem realizadas. 
Constar na BNCC especificações 
em seus campos de experiências 
Amplas possibilidades de 
aplicação e aperfeiçoamento 
destas atividades. 
 
pouca experiência dos 
profissionais da educação, 
relacionadas às potencialidades 
dos brinquedos e brincadeiras 
tradicionais na educação 
infantil, assim como o 
despreparo para fazer o uso 
adequado das mídias e 
tecnologias na educação infantil 
Análise 
externa 
Oportunidades Ameaças 
 
participação efetiva da famílias 
 
Pouca disponibilidade de tempo 
de familiares que trabalham 
durante o período em que as 
crianças estão na escola, 
Entretanto tais atividades 
acontecem de formas 
esporádicas em um calendário 
previamente disponibilizado e 
com a entrega de uma 
declaração de participar das 
atividades escolares, benéfico 
garantido por lei. 
1.4.1 - Estratégias diante das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças 
Projeto/Organização Forças (F) Fraquezas (F) 
Oportunidades (O) 
Proposta alinhada às 
diretrizes da BNCC e à 
cultura da infância; 
Envolvimento da família 
como eixo integrador entre 
escola e comunidade; 
Valorização da cultura 
lúdica e do brincar como 
ferramenta pedagógica e de 
desenvolvimento integral; 
Resistência de alguns pais 
em mudar hábitos 
consolidados com o uso de 
telas; 
Dificuldade de engajamento 
de famílias com rotinas 
sobrecarregadas; 
Necessidade de maior 
preparo técnico e pedagógico 
de professores para lidar 
com mídias e cultura lúdica; 
 
8 
 Estratégias pedagógicas 
com foco na formação 
continuada de professores 
 
Falta de infraestrutura ou 
recursos em algumas 
instituições para execução 
plena do projeto 
Ameaças (A) 
Interesse crescente de 
famílias e educadores nos 
impactos das telas no 
desenvolvimento infantil; 
Potencial para parcerias 
com universidades, ONGs e 
especialistas; 
Apoio de políticas públicas 
que incentivam a interação 
família-escola 
Facilidade de acesso a 
plataformas e conteúdos 
digitais para formação e 
sensibilização; 
Fortalecimento da cultura 
da infância e resgate das 
brincadeiras tradicionais 
Excesso de estímulos digitais 
e concorrência com 
conteúdos rápidos e atrativos 
das mídias; 
Desigualdades sociais e 
digitais entre as famílias; 
Falta de incentivo ou apoio 
institucional em algumas 
unidades escolares; 
Visão limitada de alguns 
responsáveis que veem as 
telas apenas como "apoio" 
ou "entretenimento seguro"; 
Possível desmotivação se os 
resultados não forem 
percebidos no curto prazo; 
1.5 - ORGANIZAÇÃO DO GRUPO OFERTANTE A REALIZAR O PROJETO DETALHADO, A 
CONSTRUÇÃO DO PROJETO E AS PAUTAS DE COMUNICAÇÃO 
Durante o projeto definitivo e detalhado 
Componentes do projeto 
Equipe de profissionais 
necessária para a função 
Pautas de comunicação 
Definição dos eixos de 
ação (família, professores, 
práticas pedagógicas). 
 
Coordenação Pedagógica: 
Liderança do processo, 
articulação entre os envolvidos, 
organização do cronograma. 
Reuniões iniciais 
com equipe escolar e 
gestores. 
 
Levantamento de dados 
com professores e famílias 
(questionários, escuta 
ativa). 
 
Equipe gestora: 
Apoio à logística, mobilização da 
comunidade escolar e 
viabilização de recursos. 
Aplicação de 
formulários 
diagnósticos com as 
famílias 
Elaboração do cronograma 
de ações. 
 
Professores: 
Participação ativa no diagnóstico, 
escuta, sugestões e construção do 
plano pedagógico. 
Elaboração e 
validação 
colaborativa do 
cronograma e dos 
materiais. 
Curadoria de materiais e 
recursos (mídias, textos, 
jogos, brinquedos). 
 
Representantes das famílias: 
Participação consultiva em rodas 
de escuta e identificação de 
desafios e possibilidades. 
Criação de grupo de 
mensagens com os 
professores para 
organização e 
alinhamento. 
Planejamento das 
formações docentes e dos 
momentos com as 
famílias. 
 
 
 
 
 
 
9 
Durante a execução, construção ou montagem 
Componentes do projeto 
Equipe de profissionais 
necessária para a função 
Pautas de comunicação 
Realização de encontros 
formativos com as famílias 
(palestras, oficinas, rodas de 
conversa). 
Coordenação Pedagógica: 
Acompanhamento das ações em 
andamento, mediação entre os 
setores e apoio aos professores. 
Cartazes, vídeos e informativos 
compartilhados com as famílias. 
Aplicação das formações com 
professores sobre práticas 
lúdicas e uso pedagógico das 
mídias. 
Professores: 
 Execução das atividades 
planejadas, mediação das vivências 
lúdicas e registros reflexivos. 
Reuniões semanais breves com 
professores para escuta e 
avaliação do andamento. 
 
Promoção de eventos de 
integração entre escola e 
família. 
Equipe gestora: 
Apoio em eventos e divulgação das 
ações à comunidade escolar. 
Atualização dos registros 
pedagógicos e sistematização de 
evidências (fotos, relatos, 
desenhos). 
Desenvolvimento das 
sequências didáticas com foco 
no brincar e mediação das 
tecnologias 
Estagiários ou monitores: Apoio 
logístico durante oficinas e 
mediação com pequenos grupos. 
Comunicação com a rede 
gestora (relatórios, evidências e 
sugestões de continuidade ou 
ampliação do projeto). 
 
Avaliação formativa durante 
todo o processo e ajustes 
conforme necessário. 
Famílias: 
Participação nos eventos, oficinas e 
propostas enviadas para o ambiente 
doméstico. 
 
 
 
 
10 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
Brasil. Ministério da Educação. (2017). Base Nacional Comum Curricular (Versão final). 
Ministério da Educação. http://basenacionalcomum.mec.gov.br 
Fantin, M. (2023). Crianças, mídia, cinema e tecnologias na educação infantil: Desafios 
da formação. In S. S. Cordeiro (Org.), Múltiplos olhares em Mídia-Educação (pp. 71–93). 
EDUFRN – Editora da UFRN. https://www.editora.ufrn.br 
MULLER, Juliana Costa. Crianças e tecnologias digitais: desafios da mediação familiar e 
escolar. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Educação,Universidade 
Federal de Santa Catarina, 2019. 
PESQUISA PANORAMA MOBILE TIME/OPINION BOX. Crianças e smartphones no 
Brasil. Out. 2022. 
Prefeitura Municipal de Florianópolis. (2024). Orientações para o uso das mídias e 
tecnologias na Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (Versão 
2). Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Educação Infantil. 
https://portal.pmf.sc.gov.br 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. #Menos telas #Mais Saúde, 2019. 
 
 
 
 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/https://portal.pmf.sc.gov.br/

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