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Ginecologia e Obstetrícia Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Medicina Fetal • A Medicina Fetal é uma área de apoio à ginecologia e obstetrícia. Sua atuação ocorre na realização de exames de acompanhamento da gestação, com a intenção de avaliar e monitorar a saúde da mãe e do bebê nesse período. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Avaliação diagnóstica, prognóstica e conduta pré-natal • Refere-se a uma avaliação especializada que abrange principalmente as gestações de alto risco, porém podendo ser estendida a qualquer situação que possa interferir com o desenvolvimento e/ou bem-estar fetal. • Em cada caso é oferecida uma avaliação diagnóstica e prognóstica, bem como a conduta pré-natal. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Grupos de Risco 1. Grupo de risco identificável previamente à gestação • Idade materna acima de 35 anos; • Abortamento de repetição; • Mal formação fetal em gestação anterior; • Pais portadores de translocações cromossômicas; • Doenças maternas crônicas (hipertensão arterial, diabetes, mellitus, colagenoses, cardiopatias e outras). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Grupos de Risco 2. Grupo de risco identificável durante a evolução da gestação • Gestante com Isoimunização (Fator Rh, fator plaquetário, outros); • Soroconversão materna durante a gestação (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, varicela, AIDS, outras); • Polidrâmnio ou oligodrâmnio ao ultrassom de rotina; • Retardo de crescimento intrauterino; Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Grupos de Risco • Suspeita de alteração morfológica fetal; • Suspeita de alteração do ritmo cardíaco fetal; • Alteração no exame dopplerfluxométrico; • Exposição materna a agentes teratogênicos (drogas, radiações ionizantes, agentes infecciosos); • Rastreamento bioquímico materno alterado; • Doença materna aguda. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da Gravidez Anamnese e exame físico • Este tempo do exame marca o primeiro contato do médico com a paciente, permite o registro dos sintomas que motivam a consulta e dos dados que são imprescindíveis à formulação do diagnóstico correto. • Na anamnese a paciente toma a parte ativa, informando espontaneamente. É importante que todos os dados coletados na anamnese exame físico estejam claramente anotados no prontuário e carteira de gestante da paciente, para que toda a equipe de saúde tenha acesso a essas informações. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Os principais elementos da identificação na anamnese geral são: • Idade; • Cor; • Profissão; • Estado civil; • Nacionalidade e domicílio. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Idade • Se o início da fertilidade ocorrer aos 10 anos de idade, a gravidez tem as melhores condições a partir dos 18-20 anos, do ponto de vista biológico. O período do melhor desempenho dura uma década, até os 30 anos de idade, quando os riscos para a mãe e o bebê começam a crescer. Acima dos 35 anos, as mulheres não deveriam mais conceber, devido o expressivo índice de malformação do feto. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Cor • Tem relevância, devido o vício pélvico (quando a criança tem tamanho normal, porém a bacia óssea da mãe não tem a abertura necessária para a passagem dele), comum em mulheres negras e mestiças. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Profissão • É necessário o conhecimento da profissão da gestante, principalmente quando ela é predisposta a abortamento, para que possa ser orientada, se necessário, a abster-se do esforço físico. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Estado Civil • Pacientes com estado civil indeterminado, ou com mais de um parceiro sexual estão mais vulneráveis a adquirir doenças sexualmente transmissíveis. A influência dessa condição é notória, já que possuem estatísticas que mostram que a maior morbidade e mortalidade materna e fetal ocorre entre as solteiras. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Nacionalidade e domicílio • Dado importante mesmo se considerado apenas o território nacional, pois segundo a procedência da paciente, virá orientação no sentido de rastrear a possibilidade de enfermidades que poderão influir grandemente na gestação (Doença de Chagas, esquistossomose, malária). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez ANAMNESE GERAL • Antecedentes familiares: é relevante a inquirição sobre a existência de estados mórbidos nos ascendentes e colaterais (diabete, toxemia). Os comemorativos do parceiro não devem ser omitidos, assim como a possível ocorrência de malformações em ambas as famílias. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez ANAMNESE GERAL • Antecedentes pessoais: Necessário conhecer o desenvolvimento da paciente nos primeiros anos de vida, como condições de nutrição na infância. Por aí, sabe-se da existência ou não de deficiências alimentares. Indaga-se da puberdade, tomando conhecimento da data do aparecimento da menarca e das características dos ciclos menstruais, que orientam o obstetra sobre possíveis deficiências endócrinas, fatores de hipodesenvolvimento genital. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Devem ser pesquisados também os antecedentes pessoais patológicos relacionados a enfermidades anteriores (poliomelite, doenças ósseas, cardiopatias, nefropatias e pneumopatias) e a operações a que a gestante tenha se submetido (principalmente as realizadas sobre o sistema genital: miomectomias, fístulas genitais, perineoplastias). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez ANAMNESE OBSTÉTRICA Investiga-se os antecedentes obstétricos e os comemorativos da prenhez vigente. Antecedentes obstétricos • Gesta e para: primigrávida ou primigesta é a que concebe pela primeira vez, e primípara a que há parido numa oportunidade ou está na iminência de fazê-lo. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Multigesta ou multigrávida, aplica-se a que gestou muitas vezes, independente da duração da prenhez. Nulípara é a que jamais deu a luz e Nuligesta a que jamais esteve grávida. • Grávida, gesta e para, como sufixos, referem-se as gravidezes e partos havidos e não aos conceptos. Exemplificando: após a parturição gemelar, a paciente continua Igesta e Ipara; houve dois abortamentos e está em curso a terceira gestação, trata-se de IIIgesta e 0para. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Paridade • Os perigos para a mãe e para o concepto, na gravidez e no parto, são maiores nas primíparas e naquelas que pariram mais de quatro vezes. Intervalo interpartal • Os riscos reprodutivos estão minorados quando o intervalo entres os partos é de no mínimo dois anos. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Evolução dos ciclos grávido-puer-perais anteriores • Serão colhidas informações sobre as gestações, partos e puerpérios anteriores, e a existências de abortamentos, toxemias e condições de aleitamento. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Comemorativos da prenhez vigente • Informações sobre a última menstruação, sinais subjetivos e objetivos, transtornos dos diversos órgãos e aparelhos, e especialmente a época em que foram percebidos os movimentos ativos do feto e a ocasião em que se deu a chamada queda do ventre, fatores que vêm em auxílio da determinação da idade da prenhez e da proximidade do parto. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Exame físico obstétrico • Devem ser examinados o coração, os pulmões, as mamas, o abdome e as extremidades. Será realizada a inspeção obstétrica propriamente dita, a palpação,a ausculta e o toque. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Inspeção • Cabeça: junto aos limites do couro cabeludo ocorre a formação da lanugem, em consequência da intensificação da nutrição dos folículos pilosos, reflexo do metabolismo próprio da grávida e principalmente das influências hormonais, o que constitui o sinal de Halban. Nas zonas mais expostas à luz (fronte, nariz e região zigomática), nota-se pigmentação de tonalidade escura, manchando a pele, denominada cloasma ou máscara gravídica. Essa alteração será abrandada poupando a pele da insolação. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Cloasma Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Inspeção • Pescoço: Em função da hipertrofia da tireóide, aumenta sua circunferência, mais evidenciável por volta do quinto ou sexto mês. • Glândula mamária: As mamas aumentam de volume em consequência da hipertrofia e das modificações que ocorrem gradativamente para amamentação. A partir de 16 semanas, aparece secreção do colostro. A aréola primitiva, mais escura do que fora da gestação, apresenta ao redor a aréola secundária, menos pigmentada, de limites imprecisos, chamada também aréola gravídica (sinal de Hunter). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • A melhor circulação que acompanha o desenvolvimento das mamas apresenta uma trama de vasos venosos na pele, é a rede de Haller. Durante a gestação, na aréola primitiva aparecem os tubérculos de Montgomery, em número de 12 a 15, que regridem no puerpério e são de duas naturezas: glândulas mamárias acessórias ou sebáceas, hipertrofiadas. • O exame das mamas além de mostrar as características gravídicas, também verificam malformações no mamilo (umbilicação ou inversão) que incidem a dificuldade ou incapacidade de amamentar. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Abdome: Globoso ou ovóide, o abdome exibe as resultantes da distensão de sua parede do útero grávido em crescimento. A cicatriz umbilical, antes como depressão, torna-se plana e por vezes até saliente. Nas primigestas, a musculatura da parede, conservando sua capacidade de contenção mantém o útero em boa posição; porém nas multíparas fica comprometida a tonicidade da aponeurose e das fibras musculares, geralmente estabelecendo-se a diástase dos retos anteriores, condicionando o ventre pêndulo. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Principalmente nas mulheres de pele mais escura, ocorre a hiperpigmentação da linha alva (linea nigra). • A inspeção também mostra o aparecimento de estrias ou víbices, produzidas pela sobredistensão do retículo de fibras elásticas. Ao fim do ciclo grávido, esmaecem, persistindo na maioria da vezes. Distinguem-se dois tipos: “recentes”, da prenhez atual, cor violácea tendo o fundo azulado; e “antigas”, brancas ou nacaradas. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Membros inferiores: Durante a gestação apresentam a dilatação dos vasos sanguíneos ou mesmo varizes aumentadas. No final da gravidez, observa-se o edema. • Aparelho genital externo: A pigmentação da pele torna-se mais carregada, formando uma aréola escura em volta do ânus. A influência hormonal da gestação, modificam a mucosa que se torna hiperpigmentada. Essas alterações são percebidas precocemente no vestíbulo e nas proximidades do trato urinário e se intensificam a medida que progride a gravidez, conhecidas como sinal de Jacquemier ou sinal de Chadwick. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Edema de membros inferiores Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Palpação • O palpar obstétrico se faz do útero e de seu conteúdo. A altura uterina é estimada tendo-se o cuidado de reconhecer a resistência óssea do púbis e delimitar sem comprimir, o fundo do útero, com a borda cubical da mão. A fita métrica mede o arco uterino, o que permite calcular a idade da gravidez e acompanhar o crescimento fetal, assim como a suspeita de gemelidade e excesso de líquido amniótico. A circunferência abdominal é avaliada no nível da cicatriz umbilical. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Consistência uterina • A palpação reconhece a consistência elástico-pastosa-cística, característica do amolecimento da parede uterina da gestante e em função da quantidade de líquido amniótico, a sua maior ou menor tensão. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Regularidade da superfície uterina • Permite reconhecer a superfície lisa e regular da parede do útero grávido normal ou a presença de nódulos e saliências que denunciam tumores miomatosos. Deve-se estar atento para não confundir o achado com o que se nota ao palpar das pequenas partes fetais (pés, mãos, cotovelos e joelhos), em contato íntimo com a parede do órgão gestatório. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Conteúdo uterino Visa o reconhecimento do feto, sua apresentação e posição: • Primeiro tempo: delimita-se o fundo do útero, com ambas as mãos, deprimindo a parede abdominal, com as bordas cubitais, tomando contato tanto quanto possível, com as suas faces posterior e anterior. As mãos se dispõem encurvadas, procurando reconhecer com a face palmar, o contorno do fundo do útero e a parte fetal que o ocupa. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Segundo tempo: Procura-se deslizar as mãos do fundo uterino em direção ao polo inferior do órgão, cuidando de sentir o dorso fetal e as pequenas partes ou membro, de um ou outro lado do útero. • Terceiro tempo: Conhecida por manobra de Leopold ou Pawlick, se procura apreender o polo entre o polegar e o médio da mão direita, imprimindo movimentos de lateralidade que indicam o grau de penetração da apresentação na bacia. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Quarto tempo: Deve-se explorar a escava em último lugar. Aí o polo cefálico é frequentemente encontrado e apresenta, ao palpar, caracteres mais nítidos. O examinador volta suas costas para a cabeça da paciente e coloca as mãos sobre as fossas ilíacas, caminhando em direção ao hipogástrio. Com as extremidades dos dedos, procura penetrar na pelve. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Manobras de Leopold-Zweifel Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez AUSCULTA • Se pretende ouvir os batimentos cardiofetais (BCF), que informam se o feto está vivo ou morto, pouco se podendo inferir de suas condições de higidez, a não ser por meio da monitoração dos batimentos. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Ausculta clínica • Os BCF geralmente são percebidos em torno de 20 semanas de gravidez. A ausculta clínica pode ser imediata ou direta, colocando-se o ouvido sobre a parede abdominal da paciente e mediata ou indireta, utilizando-se o estetoscópio. O usado em Obstetrícia é do tipo Pinard, de alumínio ou de madeira, que tem três partes: auricular, coletora e condutora do som. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Hoje está em segundo plano, pois é substituído pela auscultação mediante o sonar Doppler, que pode ser utilizado a partir de 10 a 12 semanas de gestação, e que faculta demais a audiência e a identificação do pulso do cordão umbilical ou de qualquer outro grande vaso fetal. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Diagnóstico de apresentação pela ausculta • No termo da gravidez ou próximo dele, em virtude de estar a área cardíaca mais perto do polo cefálico, o foco máximo de escuta terá locação diferente conforme a apresentação. Na apresentação cefálica,esse foco se encontra nos quadrantes inferiores do abdome materno, à esquerda ou à direita, conforme a posição. Há ressalva no que se refere a decida e rotação da cabeça fetal, no evoluir do trabalho de parto: o foco de escuta se desloca para baixo e em direção à linha mediana. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Escuta na gravidez gemelar • Notam-se dois focos, cada um pertencendo ao feto distinto. Não são sincrônicos, características diferentes, principalmente à frequência que diverge em 8 ou 10 batimentos por minuto. Deslizando o estetoscópio de um ponto à outro, em nenhum momento o examinador deixa de ouvir zona de silêncio entre dois focos. Algumas vezes são identificados batimentos com ritmos de 4 tempos, característico da existência de dois fetos. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Ausência de batimentos e morte fetal • É conveniente aguardar para comprovação nova oportunidade. Entretanto, não se dispensarão os préstimos do sonar Doppler e da ultrassonografia, decisivos no diagnóstico. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Toque • Está generalizada a prática do toque vaginal, que será reduzido ao mínimo de vezes necessário e com os cuidados indispensáveis. Pode ser unidigital, bidigital (mais comum) ou manual (excepcional), este realizado quando a apresentação estiver muito alta e já na mesa operatória com a paciente anestesiada. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • É necessário fazer o exame na paciente com a bexiga e o reto esvaziados, com as mãos rigorosamente lavadas e revestidas de luvas esterilizadas, a paciente estando em posição litotômica ou ginecológica e entreabrindo-se a vulva com os dedos. Durante a gestação, o toque combinado permite estabelecer o volume uterino quando ainda não se encontra o órgão acessível à palpação abdominal, útil ao diagnóstico da gravidez. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez • Próximo ao parto, o toque possibilita avaliar as condições do colo, as relações entre a apresentação e a bacia e as características do trajeto ósseo. No decurso, é indispensável para diagnosticar o início, acompanhar a dilatação cervical, a progressão fetal e precisar o tipo de apresentação, posição e suas variedades. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica da gravidez Toque combinado Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Não Invasiva Aconselhamento genético-reprodutivo (inclui avaliação de perdas fetais de repetição) • Refere-se a uma consultoria em Medicina Fetal podendo ser realizada antes, durante ou após a gestação. O objetivo principal é identificar e orientar as pacientes que estejam inclusas no grupo de risco. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Não Invasiva Rastreamento Bioquímico Investiga o risco da gestante ter um filho com cromossomopatia (em particular, trissomia 21), baseado no resultado de algumas proteínas presentes no sangue da gestante. • Recomendado: Entre 11 e 14 semanas (precoce). Utiliza-se: PAPP-A + beta HCG (incluindo Translucência Nucal) Taxa de detecção: 80 a 90% • Alternativa: Entre 15 e 20 semanas. Utiliza-se: AFP + beta HCG + ESTRIOL Taxa de detecção: 60% Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva BIÓPSIA DE VILOSIDADES CORIÔNICAS Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva BIÓPSIA DE VILOSIDADES CORIÔNICAS A biópsia consiste em uma punção e retirada de material da placenta guiada pelo ultrassom. 1 – Objetivo principal Retirada de fragmentos do tecido trofoblástico (placenta) com uma agulha, através do abdômen materno, para obtenção do Cariótipo fetal (avaliação do número e forma dos cromossomos para o diagnóstico definitivo das Síndromes Cromossômicas, também avaliação de algumas doenças genéticas e/ou metabólicas). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva 2 – Período para realização: Entre 11 semanas e 14 semanas. Obs.: o exame pode ser realizado em idade gestacional mais avançada, como alternativa, quando da decisão da equipe médica. 3 – Principais indicações • Translucência Nucal aumentada ou risco aumentado na avaliação de risco da Translucência Nucal; • Idade materna avançada; • História de Malformação ou doença genética em gestação anterior; • História familiar de síndromes genéticas ou doenças metabólicas; • Ansiedade materna. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva AMNIOCENTESE Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva AMNIOCENTESE O exame baseia-se na coleta, por uma agulha introduzida no abdome da mãe, de pequena quantidade de líquido amniótico. 1- Objetivo principal Retirada de pequena quantidade de líquido amniótico, para análise das células fetais. 2- Período para realização • Avaliação Genética: a partir da 14ª semana; • Investigação de infecções, anemia e maturidade: conforme indicação. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva 3- Principais indicações • Investigação do Cariótipo Fetal (Amniocentese Genética); • Idade materna avançada; • Presença de malformação detectada ao ultrassom; • História de Malformação ou doença genética em gestação anterior; • História familiar de Síndromes Genéticas ou Doenças metabólicas Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva • Ansiedade materna; • Investigação de Infecções fetais (PCR); • Investigação de Anemia Fetal (Espectrofotometria); • Investigação de Maturidade Fetal. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva CORDOCENTESE Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva CORDOCENTESE 1- Objetivo principal • Essa amostra pode ser usada para a pesquisa do cariótipo fetal, para investigar infecções, doenças congênitas, doenças hematológicas, desordens metabólicas, hidropisia fetal e anemia fetal. 2- Período para realização: Realizada a partir da 18ª semana de gestação. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva 3- Principais indicações • Pesquisa do cariótipo fetal ou do DNA fetal em idade gestacional mais tardia (acima de 25 semanas) ou quando está contraindicada a realização de outros métodos; • Investigação de infecções congênitas; • Investigação de doenças genéticas hereditárias, doenças hematológicas (em especial algumas hemoglobinopatias) e algumas desordens metabólicas onde já exista pesquisa para DNA; Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva • Investigação de hidropisia fetal não imune; • Na suspeita de anemia fetal, tanto para diagnóstico como para obtenção de acesso para transfusão de sangue; • Terapia fetal medicamentosa (Ex: arritmias fetais). Riscos: Apresenta um risco de complicação fetal relacionado ao procedimento de aproximadamente 2%. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva Transfusão fetal intrauterina É a transfusão de sangue guiada por ultrassom, para tratamento em situações de anemia fetal grave. 1- Objetivo principal • Consiste na transfusão de sangue (concentrado de hemácias ou plaquetas), para tratamento de anemia fetal grave que coloquem em risco a vida do bebê. 2- Período para realização: O procedimento pode ser realizado após a 18ª semana de gestação. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva 3- Principais indicações • Casos graves de anemia por Isoimunização Rh; • Infecções por parvovírus com hidropisia fetal; • Plaquetopenias de origem imunológica. Riscos: Por tratar-se de procedimento extremamente complexo e realizado excepcionalmente, a análise dos riscos deve ser avaliada individualmente. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva Amniodrenagem Exame realizadopara redução do volume de líquido amniótico. Uma punção é realizada com uma fina agulha através do abdômen materno guiada por ultrassom até a bolsa amniótica, retirando-se o excesso de líquido. 1 – Objetivo principal • É realizada em situações específicas, em que o excesso de líquido amniótico possa comprometer o bem estar materno e/ou fetal. (Exemplo: risco importante de Trabalho de Parto Prematuro). Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva Amnioinfusão Exame realizado para a infusão de líquido na cavidade amniótica através de punção do abdômen materno guiado por ultrassom. 1 – Objetivo principal • Diagnóstica: para melhorar a visualização da anatomia fetal, prejudicada pela ausência de líquido; • Terapêutica: quando ocorre a ruptura da bolsa amniótica em idade gestacional inferior a 26 semanas, o desenvolvimento pulmonar fetal pode ser prejudicado pela falta do líquido amniótico. Alguns estudos demonstraram melhora no desenvolvimento pulmonar fetal através de infusões seriadas de líquido (soro fisiológico) na bolsa amniótica. As indicações devem ser analisadas individualmente. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva Shunts/Derivações fetais Em algumas patologias fetais, felizmente raras, como derrame pleural (acúmulo de líquido nos pulmões), malformação adenomatosa cística do tipo I, válvula de uretra posterior, obstrução renal bilateral, é possível a realização de procedimentos cirúrgicos intrauterinos, com a introdução de cateteres nos espaços de líquido acumulado, guiado pelo ultrassom, para alívio e drenagem dos órgãos acometidos. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Propedêutica Fetal Invasiva Punções e/ou biópsias de tecidos fetais (pele, fígado, outros) Realizada apenas em casos individualizados, onde exista a necessidade do diagnóstico preciso para determinar a conduta à posteriori (genodermatoses, desordens metabólicas e outros). Todos os procedimentos invasivos necessitam de preparo cirúrgico com assepsia, antissepsia e paramentação da equipe médica, sendo realizados, na maioria das vezes, com anestesia local e em âmbito ambulatorial. São realizados sob controle ultrassonográfico. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária ULTRASSONOGRAFIA • Consiste em ondas sonoras de elevada frequência, muito acima do limite audível pelo homem. As ondas ultrassônicas de pequeno comprimento, são emitidas por cristal piezoelétrico (transdutor) que fica em contato com a pele do abdome do paciente, sendo indicado para o estudo e acompanhamento da gestação desde os estágios iniciais até o seu final. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Tipos de ecografia O sinal ecográfico pode ser manejado de várias maneiras, e a cada uma delas corresponde uma técnica ultrassônica diferente: unidimensional (A-scan), bidimensional (B-scan), M-mode (movement mode) e dinâmica (real time). • Unidimensional (a-scan): os ecos são mostrados como deflexões em uma base de tempo horizontal. O intervalo entre essas deflexões representa o tempo gasto pelo ultrassom para atravessar o tecido. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária • Bidimensional (B-scan): os ecos de cada intervalo aparecem como pontos brilhantes no osciloscópio. Neste processo, apenas uma porção do abdome, subjacente ao transdutor, é “insonada” a cada instante. • M-mode (movement mode): pode-se captar o movimento de uma estrutura em escala de tempo, desenhando-se no osciloscópio padrões que representam, por exemplo, os batimentos cardiofetais ou os movimentos respiratórios do concepto. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária • Dinâmica (real time): por meio de transdutor que se move rapidamente (setorial), ou de vários, estimulados em uma sequência ordenada (linear), pode-se captar as estruturas em movimento. O procedimento é hoje universal em Obstetrícia e substitui a antiga técnica estática, obsoleta. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Ultrassom 3D/4D • O ultrassom 3D/4D utiliza sondas abdominais e vaginais. Após selecionada a área de interesse, é acionado o transdutor , que em cerca de 4s varre o local, sendo as estruturas insonadas armazenadas em computador. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária DOPPLER Sonar Doppler • Este método identifica os batimentos do coração fetal, ou de qualquer grande vaso, a partir de 10 a 12 semanas de gravidez. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Dopplervelocimetria A Dopplervelocimetria em obstetrícia determina a velocidade do fluxo sanguíneo materno (artérias uterinas) e fetal (artérias umbilical e cerebral) que reflete a oxigenação fetal e a relação entre essas velocidades. O ultrassom Doppler é um procedimento não invasivo usado para avaliar a hemodinâmica fetal e materna. Baseia-se na utilização de sons de alta freqüência na investigação do fluxo sanguíneo de um vaso. Quando uma onda sonora de alta frequência (ultrassom) é dirigida para um alvo em movimento, e ela é refletida com uma freqüência diferente daquela que caracterizava o som emitido. Essa diferença de frequência é o que se chama de efeito Doppler. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Doppler colorido Também denominado Doppler de fluxo colorido ou Doppler de mapeamento colorido, esse procedimento exibe os fluxos sanguíneos nas cores vermelho e azul, nos seus diversos matizes, conforme a direção do movimento do sangue ao se aproximar ou afastar do transdutor. O Doppler colorido certamente traz subsídios na ultrassonografia obstétrica quando é importante caracterizar e localizar o fluxo sanguíneo (cordão, placenta, circulação renal e cerebral fetais, doença trofoblástica gestacional, tumores fetais, etc.) Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Cardiotocografia A cardiotocografia (CTG) é o registro contínuo da frequência fetal (FCF) instantânea (cardiotacometria) e da contratilidade uterina. Na monitoração externa, tanto o transdutor para o registro das contrações uterinas e dos movimentos fetais como o que permite captar a FCF são colocados no ventre materno (monitoração abdominal, indireta ou invasiva). A FCF é obtida por métodos eletrocardiográficos, fonocardiográficos ou ultrassônicos. O procedimento externo é o de eleição, na gravidez por não ser invasivo. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Cardiotocografia A monitoração interna (direta ou invasiva) é utilizada basicamente no parto, quando o implante de eletrodo no concepto torna fácil a obtenção de seu ECG, particularmente a onda R. A atividade uterina é captada com cateter ou balão intrauterino. A técnica transabdominal está em desuso, assim como a transcervical, nas quais o eletrodo e o cateter ou balão são introduzidos per vaginam. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Sonar Doppler É o procedimento mais empregado para captar a FCF quando se utiliza a via abdominal. O registro da FCF por meio do ultrassom é estável desde que a paciente e o bebê não estejam em movimentação intensiva. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Tocodinamometria Na monitoração externa, o transdutor é colocado diretamente sobre o abdome materno na região do fundo uterino. Na monitoração interna, o cateter ou balão para o registro das contrações também é transcervical. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Eletrocardiografia interna O implante do eletrodo noconcepto torna fácil a obtenção da sua eletrocardiografia (ECG). Na cardiotocometria, o que se pretende é o registro contínuo da FCF, batida por batida, sendo indispensável o uso de computador – tacômetro – que ao receber os sinais dos batimentos fetais, inscreve o ritmo do coração. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Cardiotocografia computadorizada • A análise computadorizada da CTG é feita atualmente com o sistema 8002 da Sonicaid e apenas durante o período anteparto. Todos os parâmetros são obtidos sem a interpretação subjetiva do examinador, assim como o laudo, que também é computadorizado. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária ECOCARDIOGRAFIA FETAL • Avaliação da anatomia do coração fetal. Mesmo nas gestações de baixo risco, o diagnóstico de cardiopatia fetal deve ser lembrado, já que as malformações que acometem o feto ocorrem em aproximadamente 8 em cada 1000 nascidos vivos. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Ecocardiografia fetal em níveis de complexidade A ecocardiografia fetal é o estudo anatômico e funcional do coração fetal e divide-se nos níveis I e II. • Ecocardiografia fetal de nível I: tem como objetivo o reconhecimento da normalidade cardíaca e o rastreamento básico das cardiopatias por meio da obtenção de 3 cortes básicos do coração fetal durante a realização do ultrassom morfológico. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária • Ecocardiografia fetal de nível II: ou seja, a ecocardiografia fetal propriamente dita, é um exame especializado que utiliza todas as modalidades de ultrassom e todos os planos de corte existentes para a análise cardíaca. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Quem deve realizar: • Ecocardiografia fetal de nível I: profissionais da área de imagem que trabalham com ultrassonografia obstétrica. • Ecocardiografia fetal de nível II: cardiologistas especializados em ecocardiografia pediátrica e fetal. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Período de indicação • Pode ser realizada a partir de 18 semanas de gestação, sendo a 28ª semana o período ideal em termos de resolução de imagem. Para gestantes de muito alto risco pode ser realizada a ecocardiografia fetal precoce transvaginal, entre 12 e 16 semanas de gestação. Dentro dessas indicações, destacam-se: (a)translucência nucal aumentada; (b)filho anterior com cardiopatia; (c)diabetes pré-gestacional; (d)pais afetados por cardiopatia congênita. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA • A endoscopia ginecológica é uma técnica que consiste em utilizar o endoscópio para visualizar o interior do abdômen e órgãos genitais, diagnosticar doenças e realizar operações de alta complexidade. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária PROCEDIMENTO HISTEROSCÓPICO Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária PROCEDIMENTO HISTEROSCÓPICO A histeroscopia é o exame realizado da cavidade uterina, com visualização direta da mesma, podendo diagnosticar problemas com o endométrio (tecido que reveste a parte de dentro do útero e que é eliminado durante a menstruação), alteração na forma do útero, presença de pólipos ou nódulos miomatosos. • As principais vantagens da histeroscopia são: realização no consultório, visualização direta da lesão, biópsia dirigida ou orientada, eficácia diagnóstica e pouco traumatismo. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária • As indicações para a histeroscopia são: hemorragia uterina anormal, falta de menstruação (amenorreia), controle do endométrio em pacientes menopausadas, ultrassonografia mostrando alterações na cavidade uterina ou investigação para infertilidade. Não devem ser submetidas à histeroscopia as pacientes grávidas, com infecções no colo ou nas trompas, hemorragias, tumores no colo do útero e em pacientes submetidas à cirurgia ginecológica recente. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária PROCEDIMENTO LAPAROSCÓPICO • A laparoscopia é o exame que observa diretamente a cavidade abdominal, visualizando todos os órgãos pélvicos (útero, trompas, ovários, alças intestinais e peritônio). • As principais vantagens da laparoscopia são: pouco tempo de internação, procedimento relativamente rápido e avaliação precisa nos casos de infertilidade feminina. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária • As indicações para a realização de laparoscopia são: dor pélvica crônica, miomatose uterina, cistos ovarianos, alteração nas trompas observadas em outros exames, suspeita de endometriose, gravidez ectópica e na pesquisa complementar para infertilidade feminina. As contra indicações para a laparoscopia são muitas cirurgias abdominais anteriores, peritonite, doenças cardiorrespiratórias, hérnia de hiato e umbilical, tuberculose peritoneal, doença maligna adiantada, obesidade e paciente com estado geral comprometido. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária PAPANICOLAOU • Exame que previne o câncer de colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres com vida sexual ativa ao menos uma vez por ano. Consiste na coleta de material uterino para análise em laboratório. • O exame Papanicolaou é um teste que examina as células do colo do útero e identifica possíveis células cancerosas ou anormais. O exame pode também identificar condições não cancerosas, como infecção ou inflamação. O exame não serve apenas para diagnosticar a doença, mas para detectar o risco de uma mulher vir a desenvolver o câncer. Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal Exames ginecológicos/Propedêutica subsidiária PAPANICOLAOU Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal • FETUS DIAGNÓSTICO. Avaliação diagnóstica, prognóstica e conduta pré-natal. Disponível em: Acesso em: 01out. 2015. • FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Ginecologia. 6ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. • HOSPITAL MÃE DE DEUS. Medicina Fetal. Disponível em: Acesso em: 01out. 2015. • LABORATÓRIO GENE. Diagnóstico Pré-natal. Disponível em: Acesso em: 01out. 2015. • REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos A. Barbosa. Rezende – Obstetrícia. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Referências http://www.laboratoriogene.com.br/exames/diagnostico-pre-natal/ Propedêutica Subsidiária e Medicina Fetal • REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos A. Barbosa. Rezende – Obstetrícia Fundamental. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. • SCIELO. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: Acesso em: 01out. 2015. • ZUGAIB, Marcelo. Obstetrícia. 2ª Ed. Barueri, SP: Manole, 2012. Referências FIM DA APRESENTAÇÃO