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Da PCR ao sequenciamento de 3° geração ELETROFORESE: C L U B E DO DNA OLÁ! SEJA BEM-VINDO AO CLUBE DO DNA Olá! Eu sou o Eduardo Castan e o caderno de hoje é sobre eletroforese, uma das técnicas mais utilizadas da biologia molecular. CORRAM! AS HIENAS ESTÃO CHEGANDO!! Um belo dia, Simba, Timão e Pumba estavam passeando por uma floresta não muito distante do cemitério de elefantes. Logo acima deles, no céu, Zazu voava em círculos, observando toda a região em busca de possíveis perigos. O passeio corria tranquilamente até que Zazu avistou um grupo de hienas que se aproximava rapidamente do trio. Lá de cima, Zazu gritou: Simba, Timão, Pumba, corram! Os três obedeceram sem questionar e começaram a correr, todos na mesma direção. Tem um grupo de hienas logo atrás de vocês! Como estavam em uma floresta com muitas árvores e arbustos, Timão, que era o menor dos três, conseguia correr mais rapidamente, desviando agilmente dos galhos, troncos e raízes. Os três amigos continuaram correndo por alguns minutos. Timão avançava mais rapidamente que Pumba, que, por sua vez, corria mais rápido do que Simba. Em certo momento, Zazu gritou mais uma vez: — Podem parar! Não precisam mais correr porque as hienas já foram embora. Mais uma vez, o trio obedeceu. Lá de cima, Zazu conseguia ver seus amigos parados, recuperando o fôlego: Timão na frente, Simba atrás e Pumba no meio do caminho. Pumba, que era mais gordinho, apesar de também conseguir correr desviando dos obstáculos, seguia mais lentamente que Timão. No entanto, Pumba conseguia ser mais rápido do que Simba, um leão grande e forte. 0 5 . 0 6 . 0 8 . 0 9 . 1 0 . 1 2 . 1 3 . 1 4 . 1 5 . 1 6 . 1 7 . 1 8 . 1 9 . 2 0 . 2 2 . 2 3 . 2 4 . 2 6 . E L E T R O F O R E S E O R E I L E Ã O E A E L E T R O F O R E S E O F L U X O D E T R A B A L H O O R E S U L T A D O A S P E C T O S G E R A I S A G A R O S E P O L I A C R I L A M I D A R E S O L U Ç Ã O S O L U Ç Ã O T A M P Ã O L A D D E R , P A D R Ã O O U M A R C A D O R D E P E S O O Q U E C O N S I D E R A R A M O S T R A T A M P Ã O D E C A R R E G A M E N T O C O R R I D A V I S U A L I Z A Ç Ã O D A S A M O S T R A S A P L I C A Ç Õ E S E L E T R O 4 E V E R S O B R E O A U T O R ÍNDICE 2 7 . S O B R E O C L U B E D O D N A 3 0 . L O C C U S ELETROFORESE A eletroforese é uma técnica utilizada para separar biomoléculas, como DNA, RNA e proteínas, de acordo com seu tamanho, carga e estrutura. Seu princípio pode ser comparado à história de Simba, Timão e Pumba fugindo das hienas em uma floresta fechada. Assim como os personagens precisam atravessar obstáculos, as moléculas migram através da malha de uma matriz, que pode ser um gel ou outra substância viscosa. Essa matriz oferece resistência ao movimento das moléculas, de forma que as menores conseguem se deslocar mais rapidamente, enquanto as maiores avançam mais lentamente. Rei Leão: Três amigos caminhando juntos. Eletroforese: Moléculas de DNA ou RNA (ex.: produto de PCR). Rei Leão: Uma floresta fechada que dificulta a corrida. Eletroforese: Uma matriz porosa. Rei Leão: Hienas de um lado da floresta forçando o trio a correr na direção oposta. Eletroforese: O polo negativo repele moléculas de carga negativa (DNA e RNA), forçando-as a migrar em direção ao polo positivo. Rei Leão: Zazu avisa a hora de correr. Eletroforese: A corrente elétrica em solução tampão cria condições favoráveis para a migração das moléculas. Rei Leão: Timão, por ser pequeno, corre mais rapidamente pela floresta do que Pumba, que, por sua vez, corre mais rápido do que Simba, que é grande. Eletroforese: Fragmentos de DNA ou RNA com menor quantidade de pares de bases migram mais rapidamente pelo gel do que fragmentos com maior quantidade de pares de bases. Rei Leão: No final, Timão estará mais longe das hienas. Eletroforese: No final, os fragmentos de menor peso molecular (com menos pares de bases) estarão mais distantes do polo negativo e, portanto, mais próximos do polo positivo. O REI LEÃO E A ELETROFORESE Polos positivo e negativo: Eletrodos acoplados à cuba, onde serão inseridos o gel, as amostras e a solução tampão. Corrente elétrica: Gerada pelos eletrodos e mantida pela solução tampão, que possui força iônica e capacidade de manter o pH ao longo da corrida. Todo o processo explicado anteriormente é altamente padronizado, contando com diversos equipamentos e reagentes disponíveis para sua realização de forma rápida e prática. Matriz porosa: Gel de agarose ou gel de poliacrilamida, que podem ser preparados em formatos e dimensões adequadas. E m p r i m e i r o l u g a r , é n e c e s s á r i o t e r u m a a m o s t r a d e á c i d o n u c l e i c o q u e , a o s e r p r o c e s s a d a p o r e l e t r o f o r e s e , p o d e r á f o r n e c e r a l g u m t i p o d e i n f o r m a ç ã o . I s s o p o d e i n c l u i r , p o r e x e m p l o , a a n á l i s e d e u m p r o d u t o d e P C R o u a v e r i f i c a ç ã o d a i n t e g r i d a d e d e u m a a m o s t r a d e R N A . E m s e g u i d a , s e r á p r e c i s o p r e p a r a r o g e l . N a m a i o r i a d o s c a s o s , s u a p r o d u ç ã o n ã o é m u i t o d i f e r e n t e d a r e c e i t a d e u m a g e l a t i n a c a s e i r a . N e s s e p r o c e s s o , a a g a r o s e , u m a s u b s t â n c i a e m p ó , é m i s t u r a d a c o m u m a s o l u ç ã o t a m p ã o q u e n t e . E s s a m i s t u r a é d e s p e j a d a e m u m a f o r m a e , a o e s f r i a r , s e s o l i d i f i c a ( p o l i m e r i z a ) , f o r m a n d o o g e l . O g e l é e n t ã o r e t i r a d o d a f o r m a e c o l o c a d o n o a p a r a t o d e e l e t r o f o r e s e . L á , e l e f i c a r á s u b m e r s o e m s o l u ç ã o t a m p ã o , c o m o s p o c i n h o s q u e r e c e b e r ã o a s a m o s t r a s p o s i c i o n a d o s p r ó x i m o s a o p o l o n e g a t i v o . D e p o i s , a l g u n s m i c r o l i t r o s d a a m o s t r a s e r ã o h o m o g e n e i z a d o s c o m u m s e g u n d o t a m p ã o , c h a m a d o t a m p ã o d e c a r r e g a m e n t o . F a l a r e m o s m a i s s o b r e e l e a d i a n t e . A a m o s t r a m i s t u r a d a c o m o t a m p ã o s e r á p i p e t a d a d e n t r o d e u m d o s p o c i n h o s d o g e l . P o r f i m , o a p a r a t o s e r á f e c h a d o , e a c o r r e n t e e l é t r i c a s e r á g e r a d a p o r u m a f o n t e e s p e c í f i c a , c a p a z d e c o n t r o l a r a v o l t a g e m . P r o n t o ! A g o r a , b a s t a a g u a r d a r a l g u n s m i n u t o s p a r a q u e o s f r a g m e n t o s d a a m o s t r a m i g r e m a t r a v é s d o s p o r o s d o g e l . O FLUXO DE TRABALHO O RESULTADO No final da eletroforese, os diferentes fragmentos de DNA ou RNA estarão agrupados em diferentes porções do gel, formando as bandas. Essas bandas somente são possíveis de serem vistas porque: 1 – Em algum momento ao longo do fluxo de trabalho (eu não falei sobre isso ainda), o ácido nucleico presente na amostra será associado a uma molécula capaz de produzir fluorescência. 2 – Essa fluorescência será excitada por luz de comprimento específico. Geralmente, tal fonte de luz está presente em um equipamento chamado transiluminador que, como o nome sugere, irá projetar luz através do gel, permitindo a visualização das bandas. ASPECTOS PRÁTICOS AGORA QUE VOCÊ JÁ TEM OS CONCEITOS INICIAIS Sobre eletroforese, podemos falar de aspectos mais práticos sobre essa técnica – informações que você poderá aplicar diretamente no laboratório. Vamos começar falando sobre os tipos de géis. São basicamente 2 tipos: Agarose Poliacrilamida AGAROSE Polímero purificado a partir de ágar – um polissacarídeo proveniente de algas marinhas. Curiosidade: aproximadamente 100toneladas de agarose são utilizadas anualmente em laboratórios ao redor do mundo. A produção do gel é semelhante à preparação de gelatina caseira. Possui poros maiores que a poliacrilamida. Pode ser utilizada para analisar fragmentos de 50 a 50 mil pares de bases. Capaz de separar fragmentos com até 5 pares de bases de diferença. POLIACRILAMIDA Substância sintética. O gel é formado pela mistura de acrilamida e bisacrilamida. É uma neurotoxina, portanto, deve ser manipulada com cuidado. A polimerização é química, iniciada por persulfato de amônio (APS) e catalisada por TEMED Possui poros menores que a agarose. Pode ser utilizada para analisar fragmentos de 5 a 3 mil pares de bases. Capaz de separar fragmentos com até 3 pares de bases de diferença RESOLUÇÃO Acho que deu para entender que o tamanho dos poros do gel está relacionado com a faixa de tamanho de fragmentos passíveis de serem analisados. Poros menores = fragmentos menores = maior resolução Poros maiores = fragmentos maiores = menor resolução Independentemente do tipo do gel, é possível controlar o tamanho dos poros e, portanto, a resolução da eletroforese. Para isso, basta aumentar a concentração do gel. Ou seja, aumentar a quantidade de agarose ou poliacrilamida em relação ao volume do tampão. Veja na imagem a seguir, por exemplo, como as bandas referentes aos dois fragmentos menores se distanciam entre si (aumento de resolução) conforme aumenta a concentração do gel. SOLUÇÃO TAMPÃO 1 – Solução utilizada na preparação do gel 2 – Solução com condutividade elétrica na qual o gel permanecerá imerso ao longo da corrida. Este tampão tem como objetivo realizar a manutenção do pH e favorecer a troca iônica (corrente elétrica) no decorrer da eletroforese. Salvo algumas exceções, são utilizados 2 tipos de solução tampão: TAE (Tris-acetato e EDTA) TBE (Tris-borato e EDTA) É altamente recomendado que o tampão utilizado para a produção do gel seja o mesmo tampão utilizado durante a corrida. Veja a seguir as recomendações sobre quando utilizar TAE ou TBE. LADDER, PADRÃO OU MARCADOR DE PESO MOLECULAR Imagine que você acabou de realizar uma eletroforese para confirmar o resultado de uma PCR. Tudo funcionou lindamente. No meio do gel tem uma única banda perfeitinha, forte e sem arraste. Aí eu te pergunto: Quem garante que aquela banda é de fato o alvo que você pretendia amplificar com a PCR? Na verdade, nada te garante. Para você ter certeza absoluta de que a PCR funcionou como esperado, só sequenciando o produto da reação. Porém, há mecanismos, como o ladder por exemplo, que podem ser fortes indicativos de sucesso ou indicativos da causa da falha. O ladder nada mais é do que uma amostra de DNA ou RNA com fragmentos conhecidos e de diversos tamanhos que serve como referência, como padrão no momento da análise do resultado. Aquela sua banda perfeita, formada ao longo da corrida, estará ao lado de um padrão que possui várias bandas de tamanhos conhecidos e que, portanto, servem como referência. O QUE CONSIDERAR AO ESCOLHER O LADDER O seu ponto de partida é: o ladder deve representar a sua amostra. Ou seja, se ele servir como referência no momento da análise dos resultados, ele deve ter as mesmas características de sua amostra. Tipo: RNA ou DNA Estrutura: fita dupla ou fita simples Conformação: linear, circular ou enovelado. Você também deve levar em consideração: • Número de fragmentos e padrão de separação. • Compatibilidade com o gel • Objetivo (alguns ladders podem ser utilizados no processo de quantificação). • Tampão de carregamento (pode ocultar algumas bandas do ladder). AMOSTRA Nem muito, nem pouco. Uma amostra em baixa quantidade pode não gerar um sinal fluorescente forte o suficiente para ser detectado. Calcula-se, aproximadamente, de 1 a 100 ng de ácido nucleico por banda. Essa quantidade pode variar dependendo do agente fluorescente utilizado. Por outro lado, o excesso de amostra também pode ser prejudicial: As bandas podem se sobrepor. O processo de migração pode deixar de ocorrer de forma linear, resultando em bandas deformadas. E s t e é o t a m p ã o q u e v a i m i s t u r a d o c o m a a m o s t r a q u e m e n c i o n e i a n t e r i o r m e n t e . E l e t e m a l g u m a s f u n ç õ e s m u i t o i m p o r t a n t e s : O t a m p ã o é v i s c o s o e d e n s o , o q u e f a z c o m q u e a a m o s t r a s e j a c a r r e g a d a p a r a o f u n d o d o p o c i n h o d o g e l e n ã o s e d i s p e r s e n o t a m p ã o d e c o r r i d a . F a v o r e c e a d i s t r i b u i ç ã o h o m o g ê n e a d a a m o s t r a p e l o p o c i n h o . F a z a m a n u t e n ç ã o d o p H . P o s s u i f o r ç a i ô n i c a p a r a g e r a ç ã o d e c o r r e n t e e l é t r i c a . E v i t a a d e g r a d a ç ã o d o á c i d o n u c l e i c o p o r i n i b i r a t i v i d a d e d e n u c l e a s e s . S u a m i g r a ç ã o é v i s í v e l a o l o n g o d a c o r r i d a , o q u e p e r m i t e o m o n i t o r a m e n t o d a e v o l u ç ã o d a e l e t r o f o r e s e . D e v e o c u p a r c e r c a d e 3 0 % d o v o l u m e d o p o c TAMPÃO DE CARREGAMENTO C o n f i g u r a ç ã o : e x i s t e m a p a r a t o s d e e l e t r o f o r e s e q u e p e r m i t e m q u e a c o r r i d a o c o r r a n a h o r i z o n t a l e a p a r a t o s d e c o r r i d a v e r t i c a l . V o l t a g e m : g e r a l m e n t e d e 5 a 1 0 V / c m . D e p e n d e d o t a m a n h o d o s f r a g m e n t o s . T a m p ã o d e c o r r i d a S e m u i t o a l t a , p o d e d i s t o r c e r o p a d r ã o d e m i g r a ç ã o . S e m u i t o b a i x a , p o d e f a v o r e c e r a d i s p e r s ã o d a s b a n d a s . CORRIDA CORRIDA Tempo: Depende Tamanho do gel Voltagem Tamanho do fragmento Geralmente, a corrida pode ser interrompida depois que o fragmento alvo migrou de 40% a 60% do comprimento do gel. Ou depois que o tampão de carregamento migrou de 60% a 80% do comprimento do gel. O mais importante é não deixar o alvo cair do gel por excesso de migração. VISUALIZAÇÃO DAS AMOSTRAS Pode ser realizada de algumas maneiras, mas geralmente ocorre por meio de agentes fluorescentes. Estes agentes passam a emitir fluorescência em intensidade muito maior quando estão associados a ácidos nucleicos. Uma vez associados aos alvos, os fluoróforos podem ter sua fluorescência excitada por comprimentos específicos de luz e, posteriormente, detectada por câmeras específicas ou mesmo a olho nu. O brometo de etídio é um dos agentes fluorescentes mais conhecidos e mais populares. No entanto, ele tem uma grande desvantagem, pois é uma molécula altamente mutagênica. O brometo de etídio ou EtBr demanda cerca de 1 ng de amostra para gerar banda detectável. Sua fluorescência é excitada por luz ultravioleta. Há alternativas ao EtBr, como o SYBR Green e suas variações, por exemplo. São moléculas de funcionalidade semelhante ao brometo, mas com atividade mutagênica muito menor. Demandam de 25 pg a 3 ng de amostra (dependendo do tipo) e têm sua fluorescência excitada por luz azul. APLICAÇÕES A eletroforese é uma técnica que permite a detecção e análise de fragmentos de DNA e RNA. Portanto, possui um grande leque de aplicações, principalmente na pesquisa. Veja alguns exemplos: Análise de resultado de experimentos (PCR, clonagem, digestão por enzima de restrição). Quantificação de ácidos nucleicos. Análise de pureza (ex.: verificação de contaminação por DNA genômico em amostras de RNA). Integridade (ex.: verificação da integridade de amostras de RNA total por meio da presença e proporção de RNAs ribossomais). Detecção e recuperação de fragmentos de interesse. Em alguns casos, a banda formada após a eletroforese pode ser removida do gel e purificada para uso posterior. ELETRO 4EVER Apesar de ter sido desenvolvida na década de 1960, a eletroforese ainda é amplamenteutilizada na pesquisa, em configurações semelhantes às que exploramos ao longo deste caderno. No entanto, suas variações e aprimoramentos permitiram que essa técnica fosse aplicada em diversas áreas, tornando-se essencial tanto para a pesquisa quanto para mercados especializados. Alguns exemplos incluem: Sequenciamento Sanger: nesse método, a separação dos fragmentos a serem sequenciados ocorre de forma semelhante ao que explicamos anteriormente. A principal diferença está na matriz utilizada para a migração das amostras, que é uma solução viscosa em vez de um gel - e a estrutrura onde ocorre a corrida - que é um caninho comprido e um pouco mais grosso que um fio de cabelo e não um aparato convencional de eletroforese. Análise de fragmentos: essa técnica utiliza a estrutura do equipamento de sequenciamento Sanger para realizar eletroforese de forma semelhante à tradicional. É amplamente empregada na identificação humana na área forense e em testes de paternidade. Sequenciamento de terceira geração: representa o estado da arte na tecnologia de sequenciamento de DNA e RNA. Ainda assim, a eletroforese continua sendo a base desse processo inovador. TERMINAMOS SEU CADERNO DE HOJE COM ISSO ESPERO QUE TENHA GOSTADO QUEM É EDUARDO CASTAN? SOBRE O AUTOR Geneticista com mais de 15 anos de experiência em técnicas de Biologia Molecular com mestrado em Genética e Melhoramento Animal pela Unesp/Melbourne University na Austrália e doutorado pela Unesp/Harvard University nos EUA. Possui MBA pela FGV, é fundador da Universo da Biologia Molecular, empresa que hoje conta com um canal no Youtube com mais de 60 mil inscritos e 2 milhões de visualizações no total, uma escola por assinatura que capacita profissionais de todo o Brasil na área de biologia molecular. Atualmente é diretor de marketing na Loccus e é responsável também pela produção de conteúdo na Universo da Biologia Molecular. Clube do DNA – A Netflix da Biologia Molecular! Se você quer aprender biologia molecular de verdade, sem depender de cursos caros e presenciais, o Clube do DNA é a solução perfeita para você! Com mais de 250 horas de conteúdo, você pode aprender do básico ao avançado no seu ritmo, onde e quando quiser, por um valor acessível – menos de R$ 2 por dia! O QUE VOCÊ IRÁ APRENDER NO CLUBE DO DNA No Clube do DNA, você tem acesso a uma biblioteca completa de cursos, cobrindo técnicas essenciais e aplicações da biologia molecular. 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