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Hemoparasitas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CAMPUS DO SERTÃO
 DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA
Superfamília
Filarioidea, Subfamília
Dirofilariinae, Gênero
Dirofilaria (D. immitis) 
Taxonomia
Taxonomia de Dirofilaria immitis
 • Reino: Animalia
 • Filo: Nematoda (nematódeos – vermes
cilíndricos)
 • Classe: Secernentea (inclui nematódeos
parasitas de animais)
 • Ordem: Spirurida (nematódeos com ciclo
heteroxênico, vetores artrópodes)
 • Superfamília: Filarioidea
 • Família: Onchocercidae
 • Gênero: Dirofilaria
 • Espécie: Dirofilaria immitis
Hospedeiro 
Diferenciação e Morfologia 
Adultos: 
Formato: vermes longos, filiformes, esbranquiçados.
Cutícula: lisa, sem asas cervicais (diferença de outros nematódeos).
Tamanho:
Macho: 15-30 cm de comprimento × ~1 mm de diâmetro.
Fêmea: 25–30 cm de comprimento × ~1,2 mm de diâmetro (bem maiores).
Microfilárias:
Formato: larvas alongadas e delgadas, visíveis apenas em microscopia.
Tamanho: ~0,3 mm de comprimento × 0,0007’mmde largura.
Cutícula: sem bainha (envoltório externo extra)
Movimentação: ativa, detectável em esfregaço de sangue ou teste de Knott.
Função: permanecer na circulação aguardando ingestão pelo mosquito vetor.
Ciclo Biológico 
Reino: Animalia
Filo: Nematoda
Classe: Secernentea (ou
Chromadorea)
Ordem: Spirurida
Superfamília: Filarioidea
Família: Onchocercidae
Gênero: Acanthocheilonema
TAXONOMIA
Acanthocheilonema
MORFOLOGIA
Machos: 13mm
Fêmeas: 17-32mm
Microfilárias: 272μm
TAMANHO
Filiformes;
Alongados;
Esbranquiçados ou acinzentados.
FORMATO
Movimentam-se rapidamente em
esfregaços frescos;
Cauda afilada e curta;
Extremidade posterior em forma
de gancho.
MICROFILÁRIAS
DIFERENCIAÇÃO
Localiza-se em tecidos
subcutâneos, cavidade peritoneal
ou tecidos conjuntivos.
Microfilárias com extremidade
caudal afilada e curvas, possuem
movimentos rápidos.
De baixa ou nenhuma relevância
clínica.
Acanthocheilonema dracunculoides
Localiza-se principalmente no
coração e em artérias pulmonares.
Microfilárias com cauda reta e
movimentos curtos.
Considerada de alta
patogenicidade.
Dirofilaria immitis
EXTREMAMENTE IMPORTANTE
HOSPEDEIROS
DEFINITIVOS INTERMEDIÁRIOS/
VETORES
GATOSCANÍDEOS
(PRINCIPAIS)
PULGASCARRAPATOS
PIOLHOS
PATOGENICIDADE
PODEM CAUSAR
Prurido ou desconforto;
Lesões subcutâneas ou
nódulos inflamatórios;
Reações alérgicas.
SÃO CONSIDERADOS NÃO
PATOGÊNICOS OU DE BAIXA
IMPORTÂNCIA CLÍNICA. 
Apresentação clínica de Granuloma por
Acanthocheilonema spp. no paciente
CICLO DE VIDA
Família Plasmodiidae,
Gênero Plasmodium 
(P. malarie, P. vivax, 
P. falciparum, P. gallinaceum P.
juxtanucleare).
TAXONOMIA
Reino: Protista
Filo: Apicomplexa
Classe: Aconoidasida
Ordem: Haemosporida
Família: Plasmodiidae
Gênero: Plasmodium
Espécie: Plasmodium malariae
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS 
Trofozoítos jovens (anel);
Trofozoítos maduros;
Esquizontes;
Gametócitos;
Microgametócito → cromatina dispersa.
Macrogametócito → cromatina compacta.
Hemácias infectadas.
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS
DO MOSQUITO(VETOR)
Tamanho: 3 a 6 mm, corpo dividido em cabeça, tórax e abdome.
Cabeça: olhos compostos, antenas filamentosas, probóscide
longa para sugar sangue (fêmea).
Tórax: fixação das asas e patas; asas membranosas com
escamas; três pares de patas longas.
Abdome: segmentado, flexível, armazena sangue; coloração
avermelhada após a alimentação.
Diferenças fêmea x macho:
Fêmea: suga sangue, antenas menos plumosas, corpo mais
robusto.
Macho: se alimenta de néctar, antenas plumosas.
Características importantes: postura ao pousar em 45°,
escamas nas asas e pernas, atividade noturna.
CICLO BIOLÓGICO
MORFOLOGIA -
EXOERITROCÍTOS -
Esporozoítos;
Merozoítos;
Oocineto.
ERITROCÍTOS -
Trofozoítos;
Esquizonte;
Gametócitos.
IMPORTÂNCIA NA
MEDICINA VETERINÁRIA
Reino - Protista
Filo - Apicomplexa
Classe - Sporozoa
Ordem - Eucoccidiida
Família - Plasmodiidae
Gênero - Plasmodium
PLASMODIUM VIVAX -
FONTE - https://www.gettyimages.com.br/fotos/plasmodium-vivax?family=creative 
CICLO DE VIDA - 
Plasmodium
falciparum
HD: fêmeas Anopheles
HI: Humanos e primatas
Causa malária terçã maligna
ou malária falcípara
Única espécie que produz
alterações na microcirculação
Período incubatório
Geralmente de 7 a 27 dias
Inicialmente, a fêmea do gênero Anopheles inocula, na
corrente sanguínea, os esporozoítas que penetram nos
hepatócitos dando origem aos esquizontes hepáticos.
Cada esquizonte dará origem a milhares de merozoítas,
esses invadem os eritrócitos.
Os protozoários se transformarão em trofozoítas, os
quais crescem e sofrem divisão nuclear, passando a
esquizontes sanguíneos e originarão novos merozoítas.
Por fim, há uma ruptura das células infectadas, com
liberação dos merozoítas que irão reiniciar o ciclo.
Plasmodium falciparum
Ciclo biológioco
Ciclo biológioco
Plasmodium falciparum
Reino - Protista
Filo - Apicomplexa
Classe - Sporozoa
Ordem - Eucoccidiida
Família - Plasmodiidae
Gênero - Plasmodium
Plasmodium Gallinaceum 
FONTE - https://www.gettyimages.com.br/fotos/plasmodium-vivax?family=creative 
https://en.wikipedia.org/wiki/Plasmodium_gallinaceum
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2486836/
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2486836/
Plasmodium Gallinaceum 
Hospedeiros; Galinhas,galinhas-d’angola
Plasmodium Gallinaceum 
Morfologia diferenciais
Gametócitos; Arredondados, grandes, núcleo deslocado
diferente a outras espécies que apresentam
gametócitos alongados (exemplo: P. falciparum)
Trofozoítos: jovens com forma “anel de sinete”, quando
corada pelo Giemsa e trofozoítos maduros ameboides
com contornos irregulares
Ciclo de Vida
Ordem Piroplasmida >
Família Babesidae >
Gênero Babesia (B.
canis, B. caballi, B.
bigemina, B. equi, B.
bovis):
https://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc131/01introducao.html
 Babesia bovis:
 É uma pequena babesia cuja as
formas intraeritrocíticas periformes
medem aproximadamente 2um de
comprimento;
 Também são comuns em formas
arredondadas;
 Geralmente, a parasitemia é baixa.
 Características morfológicas:
 Intermediário: bovinos.
Definitivo: carrapato R. microplus.
 Hospedeiros:
Localização:
 Parte interna das hemácias
 Importância em MV:
 Além da destruição das hemácias gerando anemia,
observam-se lesões em outros órgãos irrigados pelo
sangue contaminado. O baço filtra hemácias
parasitadas e incha, causando esplenomegalia.
 Ciclo Biológico:
 Antonio Alves de Farias Neto
 ESPOROZÓITOS > TROFOZÓITO >
MEROZÓITOS > GAMETÓCITOS > ZIGOTO >
OOCINETO > ESPOROCINETOS >
ESPOROZÓITOS.
https://share.google/9vkkMIVs9msru0eOC 
 Vetor
 Boophilus annulatus
Babesia Caballi
Taxonomia
Reino: Protista
Filo: Apicomplexa
Classe: Piroplasmea
Ordem: Piroplasmida
Família: Babesiidae
Gênero: Babesia
Espécie: Babesia caballi
Célula-alvo específica:
hemacias
Diferenciação e Morfologia 
mede > 3 μm
Grande Babesia
Um a dois trofozoítos
Arredondados / piriforme
Ângulo agudo
Hospedeiro 
ASININOSEQUINOS
Intermediario Definitivo
CARRAPATO
Distribuição
Tem distribuição mudial. Apenas
alguns países, incluindo Japão,
EUA, Canadá, Reino Unido, Norte
da Europa, Islândia, Groenlândia,
Nova Zelândia e Austrália, são
conhecidos por estarem livres da
doença
Ciclo de vida 
Babesia Equi - Theileria Equi
 Características morfológicas:
Intermediário: Equinos e Asininos.
Definitivo: Rhipicephalus microplus.
 Hospedeiros:
Mede de 1,5 a 2,5 micrômetros;
Podem apresentar formato piriforme, arredondado ou forma
de cruz de malta;
Parasita o interior das hemácia.
Ciclo biológico:
TAXONOMIA 
Reino: Protista
Filo: Apicomplexa
Classe: Aconoidasida
Ordem: Piroplasmida 
Família: Babesiidae 
Gênero: Babesia 
Espécie: Babesia Canis ( Babesia canis
canis, Babesia canis rossi e Babesia
canis vogeli
DIFERENCIAÇÃO
1.Babesia canis canis
patogenicidade moderada
é transmitida pelo Dermacentor reticulatus 
ocorre na Europa
2.Babesia canis rossi 
altamente patogênica
 transmitida pelo Haemophysalis leachi 
África do Sul3.Babesia canis vogeli
 baixa patogenicidade
 transmitida pelo Rhipicephalus sanguineus
Ocorre em países tropicais e subtropicais
BABESIA CANIS
MORFOLOGIA
Grandes Babesia (maior que 3 μm)
Formato piriforme, redondos,
alongados, ovais ou ameboides
Medem de 3 a 5 μm
Parasitas de hemácias 
As hemácias geralmente são
parasitadas por dois merozoítos,
mas podem ser encontrados quatro,
oito ou mais deles em uma mesma
célula.
 A. Forma bigeminada. B. Quatro merozoítos
 C. Oito merozoítos 
Fotos: Lucia Helena O’Dwyer
Hospedeiros 
 Intermediário: cães
 Definitivo: carrapato
Rhipicephalus
sanguineus; transmissão
transovariana e
transestadial.
Definitivo: carrapato Rhipicephalus Intermediário: cães
Onde ocorre a reprodução
assexuada
Onde ocorre a reprodução sexuada 
Ciclo biológico
A: esporozoíto invade a hemácia
B: esporozoíto se diferenciam em
trofozoíto
C: trofozoítos se dividem por divisão
binária
D: surgem os merozoítos 
E: merozoítos saem das hemácias 
F: merozoítos infectam novas hemácias 
G: merozoítos se diferenciam em
gamontes 
H: gamontes se diferenciam em
gametócitos e formam o zigoto
(oocineto)
I>J>K: oocineto invade as celulas
intestinais, se multiplica e rompe as
células (como esporocinetos)
N: migra pela hemolinfa até as glândulas
salivares e 
O>P: sofrem esporogonia e dão origem a
esporozítos
Gênero Cytauxzoom Catii
Taxonomia:
Reino: Protista
Filo: Apicomplexa
Classe: Aconidasida
Ordem: Piroplasmida 
Família: Thelieriidae
Gênero: Cytauxzoon
Espécie: Cytauxzoon cati
Diferenciação e morfologia
Celulas-alvo: Hemcias, especificamente nos eritócitos e
monócitos.
Formas isoladas em anel de síntese.
Medem: 1-1,2 μm.
Formas bipolares ovais.
Tétrades e possuem pontos que
coram no escuro.
Carrapatos
ixodídeos
Hospedeiros
IntermediárioDefinitivo
Linces Gatos
domesticos
Ciclo de vida 
Família:
Anaplasmataceae 
 (Anaplasma platys, A. marginale
e A. phagocytophilum)
Taxonomia
Domínio: Bacteria
Filo: Proteobacteria
Classe: Alphaproteobacteria
Ordem: Rickettsiales
Família: Anaplasmataceae
Gênero: Anaplasma
Espécie: Anaplasma platys
PETS FED WELL
Anaplasma platys 
Discente: Flávia Santos Jesus
Célula-alvo específica:
Infecta plaquetas, diferindo de
outras espécies do gênero (A.
marginale – hemácias; A.
phagocytophilum – neutrófilos)
Diagnóstico molecular
Esfregaço sanguíneo (mórulas
em plaquetas) + PCR para
confirmação
Diferenciação e Morfologia 
Bactéria Gram-negativa,
Gram-negativa, pleomórfica, de
0,3 a 1,3 µm.
Mórulas
Aglomerados
intracitoplasmáticos visíveis em
plaquetas coradas por Giemsa.
Detecções ocasionais em
outros canídeos selvagens,
mas sem importância
epidemiológica confirmada.
Cães selvagensCão doméstico 
(Canis familiaris)
Carrapato-marrom
(rhipicephalus
sanguineus)
Hospedeiros 
Ciclo de vida 
Taxonomia
PETS FED WELL
Anaplasma marginale 
Domínio: Bacteria
Filo: Proteobacteria
Classe: Alphaproteobacteria
Ordem: Rickettsiales
Família: Anaplasmataceae
Gênero: Anaplasma
Espécie: Anaplasma marginale
corpúsculos basofílicos marginais em
hemácias corados pelo Giemsa ou
Wright.
Reprodução binária simples.
infecta hemácias dos bovinos (ao contrário de
A. platys que infecta plaquetas). Forma
pequenos corpúsculos arredondados (0,2–0,5
µm) na periferia das hemácias (“marginais”).
PCR e qPCR são padrão-ouro para
diferenciação entre Anaplasma
spp.
Diferenciação e Morfologia 
Achado-chave em esfregaço Não forma esporos;
Célula-alvo específica:
Diagnóstico molecular
Bactéria Gram-negativa,
Mórulas
cocoide, obrigatoriamente
intracelular, da ordem Rickettsiales,
família Anaplasmataceae.
não forma mórulas típicas como A.
phagocytophilum; observa-se inclusões
únicas ou múltiplas na periferia do
eritrócito.
Vetores
carrapatos Rhipicephalus
(Boophilus) microplus e
outros ixodídeos; dípteros
hematófagos.
Hospedeiro 
Bovinos
(Bos taurus e Bos indicus).
Hospedeiro
potenciais 
búfalos, ruminantes silvestres
(importância epidemiológica
menor).
Distribuição 
ampla em regiões tropicais e
subtropicais, acompanhando
áreas endêmicas para R.
microplus. 
A. marginale é parasita intracelular obrigatório; nutre-se por difusão de nutrientes diretamente do
citoplasma do eritrócito hospedeiro, usando transportadores para captar aminoácidos,
nucleotídeos e outros metabólitos.
Não apresenta vias metabólicas completas para síntese de diversos compostos, dependendo
quase totalmente da célula hospedeira.
Energia obtida principalmente pela glicólise parcial e uso de metabólitos do hospedeiro.
Alimentação 
Fonte: Pubvet
Ciclo de vida 
1. Carrapatos
2. Dipteros hematófagos
3. Latrogénica
4. transplacentario
Taxonomia
Domínio: Bacteria
Filo: Proteobacteria
Classe: Alphaproteobacteria
Ordem: Rickettsiales
Família: Anaplasmataceae
Gênero: Anaplasma
Espécie: Anaplasma Phagocytophilum 
A. phagocytophilum
Laura Aragão 
Diferenciação e Morfologia 
Célula-alvo específica:
A bactéria invade granulócitos
maduros, principalmente
neutrófilos. 
Vetores biológicos:
carrapatos - ixodes ricinus
transmissão transestadial 
transmissão transplacentaria 
transfusão sanguínea 
Morfologia 
Foi uma pequenas colônias
(mórulas) de cocobacilos
pleomórficos
 0,2 a 2 micrômetros
coloração azul-acinzentada
Reprodução 
Divisão binária dentro dos
vacúolos das células 
Ovinos Bovinos Humanos 
Equinos Cães Veados Roedores 
Carrapato
Hospedeiros Hospedeiros 
Hospedeiro acidental 
Reservatórios Reservatórios 
Hospedeiro intermediário / vetor 
Ciclo de vida 
Família Rickettsiaceae
(Erlichia canis e E.
ewingii)
Reino: Bacteria
Filo: Proteobacteria
Classe: Alphaproteobacteria
Ordem: Rickettsiales
Família: Rickettsiaceae
Gênero: Ehrlichia
Espécie: Ehrlichia canis/Ehrlichia
ewingii
TAXONOMIA
DIFERENCIAÇÃO E MORFOLOGIA
Ehrlichia canis Ehrlichia ewingii 
Tipo de bactéria: Gram-negativa, cocobacilar (pode variar de cocoide
a pleomórfica).
Tamanho: entre 0,2 a 2,0 μm.
Estrutura: não possui parede celular rígida espessa como as Gram-
positivas; têm membrana dupla.
Intracelular obrigatória: não cresce livremente no meio extracelular.
Localização no hospedeiro: invade monócitos e macrófagos.
Mórulas: inclusões citoplasmáticas esféricas, arredondadas, de
coloração basofílica (em Giemsa/Wright), geralmente grandes e bem
delimitadas.
Tipo de bactéria: Gram-negativa, cocobacilar, semelhante em
forma e tamanho à E. canis.
Tamanho: entre 0,2 a 1,5 μm.
Estrutura: também possui membrana dupla, sem parede celular
espessa.
Intracelular obrigatória: sobrevive apenas dentro das células.
Localização no hospedeiro: invade neutrófilos e eosinófilos
(células polimorfonucleares).
Mórulas: inclusões intracitoplasmáticas menores, irregulares, podendo aparecer
agrupadas de forma menos organizada do que em E. canis.
VETORES
HOSPEDEIRO
DISTRIBUIÇÃO
Ásia, Europa, África,
Austrália e América
Vetor típico da América do Norte,
especialmente no sudeste e centro dos
Estados Unidos. Associado à erlichiose
granulocítica canina e humana.
Ehrlichia canis Ehrlichia ewingii 
CICLO DE VIDA
Obrigada!

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