Logo Passei Direto
Buscar

revisao (4)

User badge image
nayna melo

em

Ferramentas de estudo

Passei Direto Aniversário

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

(ENADE-2011) A escola delimita espaços. Servindo-se de símbolos e códigos, ela afirma o que cada um pode (ou não pode) fazer, ela separa e institui. Informa o “lugar” dos pequenos e dos grandes, dos meninos e das meninas. Através dos seus quadros, crucifixos, santas ou esculturas, aponta aqueles/as que deverão ser modelos e permite, também, que os sujeitos se reconheçam (ou não) nesses modelos [...] Currículos, normas, procedimentos de ensino, teorias, linguagem, materiais didáticos, processo de avaliação são, seguramente, loci das diferenças de gênero, sexualidade, etnia, classe — são constituídos por essas distinções e, ao mesmo tempo, seus produtores. Todas essas dimensões precisam, pois, ser colocadas em questão. É indispensável questionar não apenas o que ensinamos, mas o modo como ensinamos e que sentidos nossos/as alunos/as dão ao que aprendem. Atrevidamente é preciso, também, problematizar as teorias que orientam nosso trabalho (incluindo, aqui, até mesmo aquelas teorias consideradas “críticas”). Temos de estar atentas/os, sobretudo, para nossa linguagem, procurando perceber o sexismo, o racismo e o etnocentrismo que ela frequentemente carrega e institui.
Com base no texto acima, avalie as afirmacoes que se seguem.
I. A escola define os espaços que cada um deve ocupar socialmente, visto que reproduz modelos e condiciona os alunos a segui-los.
II. Os espaços delimitados pela escola representam a sala de aula em si, visto que é o ambiente predominante em que acontece o processo de aprendizagem.
III. A delimitação de espaços pela escola só acontece no espaço escolar, visto que o(a) aluno(a) o ignora nos momentos em que não está inserido no contexto educacional.
IV. Os espaços delimitados pela escola representam a rotulação e o estabelecimento de papéis e padrões de comportamento.
I, III e IV.
I e II.
II e III.
X I e IV.
II, III e IV.

A historiografia brasileira tradicional, pautada na concepção positivista, que privilegiou a ação dos “heróis nacionais”, em detrimento de outros sujeitos históricos, teve respaldo na política de preservação patrimonial em nosso país. Elegemos, no decorrer da História, os bens culturais representativos dos segmentos dominantes, sobretudo os ligados ao elemento de origem europeia, e relegamos ao esquecimento a contribuição de outros segmentos étnicos na formação da cultura brasileira.
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
a relação entre o patrimônio nacional e o estudo da História é inexistente na perspectiva positivista, uma vez que a valorização de outros segmentos étnicos constitui a base dessa concepção.
as classes dominantes brasileiras buscaram, através da valorização de toda a diversidade étnica brasileira, considerar na escolha dos patrimônios a valorização da pluralidade do país.
o ensino sobre o patrimônio histórico brasileiro deve priorizar os chamados “heróis nacionais”, como forma de valorizar segmentos historicamente marginalizados pela memória oficial do Brasil.
X a formação do patrimônio histórico nacional, na maioria das vezes, acompanha uma perspectiva histórica, que prioriza a visão eurocêntrica e branca em detrimento de outros sujeitos históricos.
os historiadores positivistas brasileiros compreenderam, ainda no início do século XX, que as contribuições negras e indígenas deveriam ser consideradas na escolha dos bens culturais nacionais.

Leia o Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN nº 9.394/1996, um dos marcos legais que fundamentam a Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017): Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum a ser complementada em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (BRASIL, 1996).
Considerando a LDBEN nº 9.394/96 e as proposições da BNCC (BRASIL, 2017), é CORRETO afirmar que
X uma das noções fundantes da BNCC é a relação entre o que básico/comum e o que é diverso em matéria curricular. As competências/diretrizes são comuns enquanto os currículos são diversos.
a parte diversificada está para os direitos de aprendizagem assim como a Base Nacional Comum Curricular está para o atendimento à diversidade regional na discussão curricular.
segundo a BNCC (BRASIL, 2017), os conteúdos curriculares passam a exercer função secundária no processo educacional, uma vez que a prioridade está na concretização das competências gerais.
a BNCC e os currículos têm papéis sobrepostos no sentido de assegurar aprendizagens necessárias ao aluno de cada etapa da Educação Básica.
os conteúdos, conceitos e processos, bem como a definição das unidades temáticas da parte diversificada do currículo estão definidos na BNCC para cumprimento dos sistemas de ensino.

Leia os trechos a seguir: Trecho I Para Jenkins, “(...) nenhum historiador consegue abarcar e assim recuperar a totalidade dos acontecimentos passados, porque o conteúdo desses acontecimentos é praticamente ilimitado”. “(...) nenhum relato consegue recuperar o passado tal qual era. ” A História, para o autor, “está sempre fadada a ser um constructo pessoal, uma manifestação da perspectiva do historiador como narrador... O passado que conhecemos é sempre condicionado por nossas próprias visões, nosso próprio presente” Logo, Trecho II (...) a história ensinada é sempre fruto de uma seleção, ou como atualmente se diz, de um “recorte” temporal, histórico. As histórias são frutos de múltiplas leituras, interpretações de sujeitos históricos situados socialmente. E assim posto temos Trecho III Segundo Sacristán, o currículo é uma construção social, “um projeto seletivo de cultura, cultural, social, política e administrativamente condicionado” (1998, p.34); portanto, uma opção cultural. Para Goodson, inspirado em Hobsbawn, o currículo “(...) é sempre parte de uma tradição seletiva, um perfeito exemplo de invenção da tradição” (1995, p 27).
Assinale a alternativa correta.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que I assume um caráter dedutivo em relação a II, complementado por III, que argumenta as contradições à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter Indutivo para I e III, que argumenta as contradições à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem ser relacionados timidamente à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que III assume um caráter conclusivo em relação a I, complementado por II, que traduz um sentido stricto sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
X Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em relação a I, enquanto III traduz um sentido lato sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em relação a I, complementado por III, que traduz um sentido stricto sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.

O ensino de História no Brasil pode ser caracterizado a partir de dois grandes momentos: a primeira metade do século XIX, com a introdução da área no currículo escolar, e a partir das décadas de 1930 e 1940, orientado por uma política nacionalista e desenvolvimentista.
Analise as afirmacoes abaixo e organize-as em ordem cronológica, no que concerne ao histórico da disciplina no Brasil, à luz do disposto no Parâmetro Curricular Nacional.
A História Universal foi substituída pela História da Civilização, como uma maneira de afastar o laico e o sagrado e deslocar o estudo dos acontecimentos da religião para o processo civilizatório. O Estado, sem a intervenção da Igreja, permaneceu como o principal agente histórico.
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) produziu uma série de trabalhos que gerou consequências para o ensino da História nacional. Seus membros foram responsáveis pela formulação dos programas, elaboração de manuais e orientação do conteúdo a ser ensinado nas escolas públicas.
Legitimando o discurso da “democracia racial”, o ensino de História passou a representar o africano como pacífico diante do trabalho escravo e como elemento peculiar para a formação de uma cultura brasileira. Os indígenas eram estudados a partir de uma perspectiva simplificada a partir da visão romântica do “bom selvagem”.
Embates envolveram reformulações curriculares – projetos continuavam a defender o currículo humanístico, com ênfase nas disciplinas literárias que eram tidas como formadoras do espírito, enquanto outros desejavam introduzir um currículo mais científico, técnico e prático, adequado à modernização que se pretendia para o país.
A História, como área escolar obrigatória, surgiu com a criação do Colégio Pedro II, dentro de um programa inspirado no modelo francês. Predominavam estudos literários direcionados para um estudo clássico e humanístico e destinado à formação de cidadãos proprietários e escravistas.
Por inspiração da pedagogia norte-americana, a educação brasileira começou a adotar propostas do movimento escolanovista. Dentre essas, propunha a introdução dos chamados Estudos Sociais em substituição à História e à Geografia.
4-1-3-2-6-5.
3-1-6-5-4-2.
2-3-6-4-5-1.
4-2-5-3-1-6.

Um dos aspectos mais impactantes da sociedade digital sobre os processos formais de ensinar-aprender história é a perspectiva presentista, que consubstancia a vida dos jovens na atualidade.
Em relação ao desafio imposto aos professores e às professoras de história, exposto no trecho acima, é correto afirmar que
o ensino de história precisa incorporar novos suportes, para além do livro didático, cumprindo ao mesmo tempo uma função ilustrativa e lúdica, mas também comprobatória dos acontecimentos que se quer evidenciar, buscando uma aproximação com o universo da juventude no presente.
a tarefa do ensino de história é despertar o interesse dos estudantes e persuadi-los da importância da história, mostrando que a inteligibilidade do tempo presente requer o conhecimento das experiências daqueles que nos precederam, assim como um reconhecimento de um passado comum.
se aprende história fora da escola, com a Internet, séries televisivas e filmes, tornando-se fundamental que a história escolar se imponha sobre os demais objetos e fenômenos disponíveis no presente, a fim de garantir o rigor científico do conhecimento histórico.
é preciso fortalecer a importância de uma formação pautada mais na erudição informativa, em torno da qual se situa a quadripartição histórica e o tempo histórico cronológico, do que na formação atitudinal dos estudantes diante de suas necessidades no presente.
o ensino de história deve se ater aos fatos históricos, trazendo datas importantes e grandes homens que trouxeram o desenvolvimento para o nosso país.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

(ENADE-2011) A escola delimita espaços. Servindo-se de símbolos e códigos, ela afirma o que cada um pode (ou não pode) fazer, ela separa e institui. Informa o “lugar” dos pequenos e dos grandes, dos meninos e das meninas. Através dos seus quadros, crucifixos, santas ou esculturas, aponta aqueles/as que deverão ser modelos e permite, também, que os sujeitos se reconheçam (ou não) nesses modelos [...] Currículos, normas, procedimentos de ensino, teorias, linguagem, materiais didáticos, processo de avaliação são, seguramente, loci das diferenças de gênero, sexualidade, etnia, classe — são constituídos por essas distinções e, ao mesmo tempo, seus produtores. Todas essas dimensões precisam, pois, ser colocadas em questão. É indispensável questionar não apenas o que ensinamos, mas o modo como ensinamos e que sentidos nossos/as alunos/as dão ao que aprendem. Atrevidamente é preciso, também, problematizar as teorias que orientam nosso trabalho (incluindo, aqui, até mesmo aquelas teorias consideradas “críticas”). Temos de estar atentas/os, sobretudo, para nossa linguagem, procurando perceber o sexismo, o racismo e o etnocentrismo que ela frequentemente carrega e institui.
Com base no texto acima, avalie as afirmacoes que se seguem.
I. A escola define os espaços que cada um deve ocupar socialmente, visto que reproduz modelos e condiciona os alunos a segui-los.
II. Os espaços delimitados pela escola representam a sala de aula em si, visto que é o ambiente predominante em que acontece o processo de aprendizagem.
III. A delimitação de espaços pela escola só acontece no espaço escolar, visto que o(a) aluno(a) o ignora nos momentos em que não está inserido no contexto educacional.
IV. Os espaços delimitados pela escola representam a rotulação e o estabelecimento de papéis e padrões de comportamento.
I, III e IV.
I e II.
II e III.
X I e IV.
II, III e IV.

A historiografia brasileira tradicional, pautada na concepção positivista, que privilegiou a ação dos “heróis nacionais”, em detrimento de outros sujeitos históricos, teve respaldo na política de preservação patrimonial em nosso país. Elegemos, no decorrer da História, os bens culturais representativos dos segmentos dominantes, sobretudo os ligados ao elemento de origem europeia, e relegamos ao esquecimento a contribuição de outros segmentos étnicos na formação da cultura brasileira.
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
a relação entre o patrimônio nacional e o estudo da História é inexistente na perspectiva positivista, uma vez que a valorização de outros segmentos étnicos constitui a base dessa concepção.
as classes dominantes brasileiras buscaram, através da valorização de toda a diversidade étnica brasileira, considerar na escolha dos patrimônios a valorização da pluralidade do país.
o ensino sobre o patrimônio histórico brasileiro deve priorizar os chamados “heróis nacionais”, como forma de valorizar segmentos historicamente marginalizados pela memória oficial do Brasil.
X a formação do patrimônio histórico nacional, na maioria das vezes, acompanha uma perspectiva histórica, que prioriza a visão eurocêntrica e branca em detrimento de outros sujeitos históricos.
os historiadores positivistas brasileiros compreenderam, ainda no início do século XX, que as contribuições negras e indígenas deveriam ser consideradas na escolha dos bens culturais nacionais.

Leia o Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN nº 9.394/1996, um dos marcos legais que fundamentam a Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017): Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum a ser complementada em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (BRASIL, 1996).
Considerando a LDBEN nº 9.394/96 e as proposições da BNCC (BRASIL, 2017), é CORRETO afirmar que
X uma das noções fundantes da BNCC é a relação entre o que básico/comum e o que é diverso em matéria curricular. As competências/diretrizes são comuns enquanto os currículos são diversos.
a parte diversificada está para os direitos de aprendizagem assim como a Base Nacional Comum Curricular está para o atendimento à diversidade regional na discussão curricular.
segundo a BNCC (BRASIL, 2017), os conteúdos curriculares passam a exercer função secundária no processo educacional, uma vez que a prioridade está na concretização das competências gerais.
a BNCC e os currículos têm papéis sobrepostos no sentido de assegurar aprendizagens necessárias ao aluno de cada etapa da Educação Básica.
os conteúdos, conceitos e processos, bem como a definição das unidades temáticas da parte diversificada do currículo estão definidos na BNCC para cumprimento dos sistemas de ensino.

Leia os trechos a seguir: Trecho I Para Jenkins, “(...) nenhum historiador consegue abarcar e assim recuperar a totalidade dos acontecimentos passados, porque o conteúdo desses acontecimentos é praticamente ilimitado”. “(...) nenhum relato consegue recuperar o passado tal qual era. ” A História, para o autor, “está sempre fadada a ser um constructo pessoal, uma manifestação da perspectiva do historiador como narrador... O passado que conhecemos é sempre condicionado por nossas próprias visões, nosso próprio presente” Logo, Trecho II (...) a história ensinada é sempre fruto de uma seleção, ou como atualmente se diz, de um “recorte” temporal, histórico. As histórias são frutos de múltiplas leituras, interpretações de sujeitos históricos situados socialmente. E assim posto temos Trecho III Segundo Sacristán, o currículo é uma construção social, “um projeto seletivo de cultura, cultural, social, política e administrativamente condicionado” (1998, p.34); portanto, uma opção cultural. Para Goodson, inspirado em Hobsbawn, o currículo “(...) é sempre parte de uma tradição seletiva, um perfeito exemplo de invenção da tradição” (1995, p 27).
Assinale a alternativa correta.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que I assume um caráter dedutivo em relação a II, complementado por III, que argumenta as contradições à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter Indutivo para I e III, que argumenta as contradições à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem ser relacionados timidamente à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que III assume um caráter conclusivo em relação a I, complementado por II, que traduz um sentido stricto sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
X Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em relação a I, enquanto III traduz um sentido lato sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em relação a I, complementado por III, que traduz um sentido stricto sensu à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.

O ensino de História no Brasil pode ser caracterizado a partir de dois grandes momentos: a primeira metade do século XIX, com a introdução da área no currículo escolar, e a partir das décadas de 1930 e 1940, orientado por uma política nacionalista e desenvolvimentista.
Analise as afirmacoes abaixo e organize-as em ordem cronológica, no que concerne ao histórico da disciplina no Brasil, à luz do disposto no Parâmetro Curricular Nacional.
A História Universal foi substituída pela História da Civilização, como uma maneira de afastar o laico e o sagrado e deslocar o estudo dos acontecimentos da religião para o processo civilizatório. O Estado, sem a intervenção da Igreja, permaneceu como o principal agente histórico.
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) produziu uma série de trabalhos que gerou consequências para o ensino da História nacional. Seus membros foram responsáveis pela formulação dos programas, elaboração de manuais e orientação do conteúdo a ser ensinado nas escolas públicas.
Legitimando o discurso da “democracia racial”, o ensino de História passou a representar o africano como pacífico diante do trabalho escravo e como elemento peculiar para a formação de uma cultura brasileira. Os indígenas eram estudados a partir de uma perspectiva simplificada a partir da visão romântica do “bom selvagem”.
Embates envolveram reformulações curriculares – projetos continuavam a defender o currículo humanístico, com ênfase nas disciplinas literárias que eram tidas como formadoras do espírito, enquanto outros desejavam introduzir um currículo mais científico, técnico e prático, adequado à modernização que se pretendia para o país.
A História, como área escolar obrigatória, surgiu com a criação do Colégio Pedro II, dentro de um programa inspirado no modelo francês. Predominavam estudos literários direcionados para um estudo clássico e humanístico e destinado à formação de cidadãos proprietários e escravistas.
Por inspiração da pedagogia norte-americana, a educação brasileira começou a adotar propostas do movimento escolanovista. Dentre essas, propunha a introdução dos chamados Estudos Sociais em substituição à História e à Geografia.
4-1-3-2-6-5.
3-1-6-5-4-2.
2-3-6-4-5-1.
4-2-5-3-1-6.

Um dos aspectos mais impactantes da sociedade digital sobre os processos formais de ensinar-aprender história é a perspectiva presentista, que consubstancia a vida dos jovens na atualidade.
Em relação ao desafio imposto aos professores e às professoras de história, exposto no trecho acima, é correto afirmar que
o ensino de história precisa incorporar novos suportes, para além do livro didático, cumprindo ao mesmo tempo uma função ilustrativa e lúdica, mas também comprobatória dos acontecimentos que se quer evidenciar, buscando uma aproximação com o universo da juventude no presente.
a tarefa do ensino de história é despertar o interesse dos estudantes e persuadi-los da importância da história, mostrando que a inteligibilidade do tempo presente requer o conhecimento das experiências daqueles que nos precederam, assim como um reconhecimento de um passado comum.
se aprende história fora da escola, com a Internet, séries televisivas e filmes, tornando-se fundamental que a história escolar se imponha sobre os demais objetos e fenômenos disponíveis no presente, a fim de garantir o rigor científico do conhecimento histórico.
é preciso fortalecer a importância de uma formação pautada mais na erudição informativa, em torno da qual se situa a quadripartição histórica e o tempo histórico cronológico, do que na formação atitudinal dos estudantes diante de suas necessidades no presente.
o ensino de história deve se ater aos fatos históricos, trazendo datas importantes e grandes homens que trouxeram o desenvolvimento para o nosso país.

Prévia do material em texto

Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 1/10
NAYNA MELO
TEIXEIRA
Avaliação Online (Curso Online - Automático)
Atividade finalizada em 04/02/2025 09:22:38 (3087085 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA HISTÓRIA [1408682] - Avaliação com 20 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos
- Todos]
Turma:
Segunda Graduação: Licenciatura em Pedagogia p/ Licenciados - Grupo: NOVEMBRO/2024 - SGice0A211124 [150877]
Aluno(a):
91701916 - NAYNA MELO TEIXEIRA - Respondeu 20 questões corretas, obtendo um total de 50,00 pontos como nota
[356351_701
12]
Questão
001
O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova foi publicado em 1932 e assinado por
26 educadores brasileiros, entre eles Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo e
Lourenço Filho. Nos trechos a seguir, aparecem algumas de suas principais ideias.
Mas, do direito de cada indivíduo à sua educação integral, decorre logicamente para o
Estado que o reconhece e o proclama, o dever de considerar a educação, na
variedade de seus graus e manifestações, como uma função social e eminentemente
pública, que ele é chamado a realizar, com a cooperação de todas as instituições
sociais. A consciência desses princípios fundamentais da laicidade, gratuidade e
obrigatoriedade, consagrados na legislação universal, já penetrou profundamente os
espíritos, como condições essenciais à organização de um regime escolar, lançado,
em harmonia com os direitos do indivíduo, sobre as bases da unificação do ensino,
com todas as suas consequências. Com base nesses trechos, conclui-se que, em seu
contexto histórico, o Manifesto era
X inovador, pois compreendia a educação como um direito social.
autoritário, já que defendia a obrigatoriedade escolar.
elitista, porque pregava a dualidade do sistema de ensino.
libertário, pois pregava o fim do Estado.
conservador, na medida em que entendia a educação pública como privilégio.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 2/10
[356351_701
13]
Questão
002
(ENADE-2011) A escola delimita espaços. Servindo-se de símbolos e códigos, ela
afirma o que cada um pode (ou não pode) fazer, ela separa e institui. Informa o “lugar”
dos pequenos e dos grandes, dos meninos e das meninas. Através dos seus quadros,
crucifixos, santas ou esculturas, aponta aqueles/as que deverão ser modelos e
permite, também, que os sujeitos se reconheçam (ou não) nesses modelos [...]
Currículos, normas, procedimentos de ensino, teorias, linguagem, materiais didáticos,
processo de avaliação são, seguramente, loci das diferenças de gênero, sexualidade,
etnia, classe — são constituídos por essas distinções e, ao mesmo tempo, seus
produtores. Todas essas dimensões precisam, pois, ser colocadas em questão. É
indispensável questionar não apenas o que ensinamos, mas o modo como ensinamos
e que sentidos nossos/as alunos/as dão ao que aprendem. Atrevidamente é preciso,
também, problematizar as teorias que orientam nosso trabalho (incluindo, aqui, até
mesmo aquelas teorias consideradas “críticas”). Temos de estar atentas/os,
sobretudo, para nossa linguagem, procurando perceber o sexismo, o racismo e o
etnocentrismo que ela frequentemente carrega e institui.
LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista.
7. ed. Petrópolis: Vozes, 1997, p. 58 e 64.
 
Com base no texto acima, avalie as afirmações que se seguem.
I. A escola define os espaços que cada um deve ocupar socialmente, visto que
reproduz modelos e condiciona os alunos a segui-los.
II. Os espaços delimitados pela escola representam a sala de aula em si, visto que é o
ambiente predominante em que acontece o processo de aprendizagem.
III. A delimitação de espaços pela escola só acontece no espaço escolar, visto que
o(a) aluno(a) o ignora nos momentos em que não está inserido no contexto
educacional.
IV. Os espaços delimitados pela escola representam a rotulação e o estabelecimento
de papéis e padrões de comportamento.
É correto apenas o que se afirma em
I, III e IV.
I e II.
II e III.
X I e IV.
II, III e IV.
[356351_702
53]
Questão
003
Para Cipriano Carlos Luckesi (2000), a avaliação é um ato amoroso e dialógico que
envolve sujeitos e, como tal, a primeira fase do processo de avaliação começa com
o enquadramento do conhecimento correto.
o julgamento das aprendizagens avaliadas.
X o acolhimento do sujeito avaliado.
a qualificação dos conhecimentos prévios.
o diagnóstico do perfil do sujeito.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 3/10
[356351_685
61]
Questão
004
"Os ateliês fotográficos, muitos deles ambulantes, produziram milhões de retratos nos
mais diferentes segmentos sociais. O hábito de retratar a si, ao casal, aos filhos, à
família, privilégio antes restrito à nobreza e aos comerciantes ricos, tornou-se possível
com a fotografia que barateou os custos de sua produção. " (LIMA, S.F; CARVALHO,
V.C. Fotografias: usos sociais e historiográficos. In: PINSKY, C.B; LUCA, T.R. O
historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009).
Sobre o uso dos álbuns de fotografias familiares, considere as afirmativas a seguir.
I. Os álbuns de fotografias familiares proporcionam uma multiplicação da memória ao
organizar narrativas familiares e pessoais por diferentes gerações.
II. Atualmente, compartilhamos em redes sociais fotografias em que registramos as
nossas experiências e momentos. Com acesso facilitado aos smartfones construímos
uma memória sobre nós mesmos.
III. Os álbuns de fotografias familiares ajudam a construir a memória a partir do
momento em que registram e multiplicam momentos dos cotidianos das lembranças
que serão rememorados.
Assinale a alternativa que contém a/as assertiva/s correta/s.
Apenas a alternativa III está correta.
Apenas as alternativas I e III estão corretas.
Apenas a alternativa I está correta.
Apenas a alternativa II está correta.
X Todas as alternativas estão corretas.
[356351_686
04]
Questão
005
A historiografia brasileira tradicional, pautada na concepção positivista, que privilegiou
a ação dos “heróis nacionais”, em detrimento de outros sujeitos históricos, teve
respaldo na política de preservação patrimonial em nosso país. Elegemos, no decorrer
da História, os bens culturais representativos dos segmentos dominantes, sobretudo
os ligados ao elemento de origem europeia, e relegamos ao esquecimento a
contribuição de outros segmentos étnicos na formação da cultura brasileira.
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber
histórico na sala de aula]
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
as classes dominantes brasileiras buscaram, através da valorização de toda a
diversidade étnica brasileira, considerar na escolha dos patrimônios a valorização da
pluralidade do país.
o ensino sobre o patrimônio histórico brasileiro deve priorizar os chamados “heróis
nacionais”, como forma de valorizar segmentos historicamente marginalizados pela
memória oficial do Brasil.
os historiadores positivistas brasileiros compreenderam, ainda no início do século XX,
que as contribuições negras e indígenas deveriam ser consideradas na escolha dos
bens culturais nacionais.
X
a formação do patrimônio histórico nacional, na maioria das vezes, acompanha uma
perspectiva histórica, que prioriza a visão eurocêntrica e branca em detrimento de
outros sujeitos históricos.
a relação entre o patrimônio nacional e o estudo da História é inexistente na
perspectiva positivista, uma vez que a valorização de outros segmentos étnicos
constitui a base dessa concepção.
[356351_702
17]
Questão
006
Para vários investigadores e teóricos da área, a brincadeira na educação infantil
significa para a criança
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 4/10
que a brincadeira e o brinquedo devem ser preteridos no cotidiano da escola, pois se
deve dar lugar à aprendizagem das letras e dos números.
X
uma ampliação maior da imaginação quando são disponibilizados brinquedos e
atividades lúdicas para ela.
apenas um meio de distraçãoe ocupação em situações não sistematizadas.
uma atividade cuja ausência, na rotina escolar, não traz prejuízos aos seus
desenvolvimentos de linguagem, de concentração e de imaginação.
uma atividade de disciplinamento, encarada como um estágio preparatório da
Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
[356351_701
14]
Questão
007
Leia o Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN nº
9.394/1996, um dos marcos legais que fundamentam a Base Nacional Comum
Curricular (BRASIL, 2017): Os currículos da Educação Infantil, do Ensino
Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum a ser
complementada em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por
uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade,
da cultura, da economia e dos educandos. (BRASIL, 1996).
Considerando a LDBEN nº 9.394/96 e as proposições da BNCC (BRASIL, 2017), é
CORRETO afirmar que
X
uma das noções fundantes da BNCC é a relação entre o que básico/comum e o que é
diverso em matéria curricular. As competências/diretrizes são comuns enquanto os
currículos são diversos.
a parte diversificada está para os direitos de aprendizagem assim como a Base
Nacional Comum Curricular está para o atendimento à diversidade regional na
discussão curricular.
segundo a BNCC (BRASIL, 2017), os conteúdos curriculares passam a exercer
função secundária no processo educacional, uma vez que a prioridade está na
concretização das competências gerais.
a BNCC e os currículos têm papéis sobrepostos no sentido de assegurar
aprendizagens necessárias ao aluno de cada etapa da Educação Básica.
os conteúdos, conceitos e processos, bem como a definição das unidades temáticas
da parte diversificada do currículo estão definidos na BNCC para cumprimento dos
sistemas de ensino.
[356351_685
48]
Questão
008
Após ler a unidade você consegue refletir sobre uma das características estruturais da
política educacional brasileira que opera como um empecilho ao adequado
encaminhamento dos problemas da área, que é
o compromisso.
X a descontinuidade.
a indiferença.
a parcialidade.
a insegurança.
[356351_701
21]
Questão
009
A concepção neoliberal que passou a orientar a política educacional tratou a
educação como
direito do cidadão.
uma prática pautada na lógica humana, visando a transformação de realidades
sociais.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 5/10
oportunidade para o crescimento e aperfeiçoamento do homem.
X mercadoria de produção.
possibilidade de autorrealização.
[356351_701
86]
Questão
010
"[...] o nosso conhecimento adquiriu necessariamente a forma de um processo infinito
que, aperfeiçoando o saber sobre diversos aspectos da realidade, analisada sob
diferentes prismas e acumulando verdades parciais, não produz uma soma de
conhecimentos, nem modificações puramente quantitativas do saber, mas
transformações qualitativas da nossa visão da história" (Schaff, 1983, p. 169).
 
Dentre as alternativas abaixo marque aquela que melhor explica com o texto acima.
X
Qualquer tipo de documento, está sujeito a diversas leituras. O procedimento do
historiador/pesquisador diante das fontes deverá ser à sua análise e problematização.
O historiador deve valer-se das interpretações ao invés dos fatos.
Deve-se compreender a história apenas como a sequência factual dos principais
acontecimentos ocorridos ao longo tempo.
Podem existir diversas interpretações históricas para um mesmo acontecimento,
entretanto, elas não se configuram enquanto visões científicas.
O historiador deve deter-se na compreensão eventos de natureza política, por serem
suficientes para explicar os processos históricos.
[356352_686
06]
Questão
011
Leia os trechos a seguir:
Trecho I
Para Jenkins, “(...) nenhum historiador consegue abarcar e assim recuperar a
totalidade dos acontecimentos passados, porque o conteúdo desses acontecimentos
é praticamente ilimitado”. “(...) nenhum relato consegue recuperar o passado tal qual
era. ” A História, para o autor, “está sempre fadada a ser um constructo pessoal, uma
manifestação da perspectiva do historiador como narrador... O passado que
conhecemos é sempre condicionado por nossas próprias visões, nosso próprio
presente”
Logo, Trecho II
(...) a história ensinada é sempre fruto de uma seleção, ou como atualmente se diz, de
um “recorte” temporal, histórico. As histórias são frutos de múltiplas leituras,
interpretações de sujeitos históricos situados socialmente.
E assim posto temos Trecho III
Segundo Sacristán, o currículo é uma construção social, “um projeto seletivo de
cultura, cultural, social, política e administrativamente condicionado” (1998, p.34);
portanto, uma opção cultural. Para Goodson, inspirado em Hobsbawn, o currículo “(...)
é sempre parte de uma tradição seletiva, um perfeito exemplo de invenção da
tradição” (1995, p 27).
Assinale a alternativa correta.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de
História na Educação Básica Brasileira, sendo que I assume um caráter dedutivo em
relação a II, complementado por III, que argumenta as contradições à compreensão
do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe
os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem não se relacionar à Didática e Práticas do Ensino de
História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter Indutivo para
I e III, que argumenta as contradições à compreensão do locus educacional onde a
História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários espaços e tempos
escolares/acadêmicos.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 6/10
Os trechos em questão podem ser relacionados timidamente à Didática e Práticas do
Ensino de História na Educação Básica Brasileira, sendo que III assume um caráter
conclusivo em relação a I, complementado por II, que traduz um sentido stricto sensu
à compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos
diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
X
Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de
História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em
relação a I, enquanto III traduz um sentido lato sensu à compreensão do locus
educacional onde a História, em conjunto com elementos diversos, compõe os vários
espaços e tempos escolares/acadêmicos.
Os trechos em questão podem ser relacionados à Didática e Práticas do Ensino de
História na Educação Básica Brasileira, sendo que II assume um caráter dedutivo em
relação a I, complementado por III, que traduz um sentido stricto sensu à
compreensão do locus educacional onde a História, em conjunto com elementos
diversos, compõe os vários espaços e tempos escolares/acadêmicos.
[356352_685
54]
Questão
012
“O neoliberalismo, em um primeiro momento, é uma teoria das práticas econômico-
políticas que propõe que o bem-estar humano possa se desenvolver melhor pela
liberação das habilidades e liberdades empreendedoras individuais dentro de uma
estrutura institucional caracterizada por fortes direitos de propriedade privada,
mercados livres e livre comércio. O papel do Estado é criar e preservar uma estrutura
institucional apropriada para tais práticas. O Estado tem de garantir, por exemplo, a
qualidade e integridade monetária”.
Fonte: HARVEY, David. A Brief History of Neoliberalism. Reino Unido: Oxford, 2007.
p. 02. Tradução de MONTEIRO, Newton Paulo.
 
Com base no texto, são caracterizadas práticas neoliberais, os/as
aumentos dos direitos trabalhistas como forma de garantir a integridade monetária.
intensivos gastos públicos com infraestrutura como estratégia de controle do território
nacional.
possibilidade de todos terem acesso a todas as coisas de forma igualitária.
X
substanciais entradas de capital internacional, paralelo à privatizações de empresas
estatais.
restrições ao capital privado e aumento substancial do quadro de servidores públicos.
[356352_685
58]
Questão
013
Podemos dizer que todosesses documentos são obras humanas, não sendo
possível, segundo Bakhtin, lê-los ou compreendê-los como simples objetos ou coisas
que exemplificam contextos. Nos documentos existem sujeitos que falam e que
constroem sentidos específicos para a realidade retratada, através de estilos comuns
às suas épocas, de formas, de contornos e de materialidades que são,
simultaneamente, originais.
[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na
sala de aula]
A partir do excerto e do artigo, é correto afirmar que
o sentido original dos documentos não sofre mudanças ao longo do processo histórico
e de interação dos sujeitos em diferentes contextos.
os documentos para Bakhtin são caracterizados por sentidos uniformes
independentemente das inúmeras leituras feitas no presente ou posteriormente.
X
os documentos devem ser considerados simultaneamente originais e mutáveis a partir
da interferência dos sujeitos em constante diálogo através do tempo.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 7/10
os documentos analisados por Bakhtin devem ser considerados como uma realidade
retratada que exemplifica um contexto estabilizado em seu sentido.
os documentos para os estudiosos da História precisam ser analisados
exclusivamente pelos sujeitos sociais do período em que foi produzido.
[356352_685
56]
Questão
014
O trabalho do historiador é mediado pelas chamadas fontes históricas, que nos
permitem conhecer o passado, e suas características. Sobre os diferentes tipos de
fontes, leia as proposições abaixo e responda:
(__) - As fontes escritas são documentos oficiais que exemplificam como funcionavam
as organizações humanas, como leis, por exemplo.
(__) - As fontes imagéticas podem ser reproduções de pinturas, fotos antigas ou
atuais, caricaturas, desenhos, histórias em quadrinhos entre outras.
(__) - As fontes orais são depoimentos de pessoas sobre diferentes aspectos do
passado, muitas vezes obtidos por meio de entrevistas, colaborando para registrar a
memória pessoal e coletiva.
(__) - A cultura material pode ser utilizada como fonte, por meio de restos de
moradias, sepulturas, artefatos, instrumentos de trabalho entre outros.
Considerando-se que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, a ordem correta das
proposições acima é:
 V-F-V-V.
 F-F-V-V.
V-V-V-V.
V-V-F-F.
X F-V-V-V.
[356352_686
56]
Questão
015
A avaliação assume um caráter de mediar à melhoria dos processos pedagógicos,
traçando um diagnóstico, refletindo ações e intervenções, sem, é claro desconsiderar
a síntese de todo o processo que se constitui em um resultado.
O trecho acima apresenta características da avaliação
X formativa.
democrática.
somativa.
diagnóstica.
escolar.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 8/10
[356353_685
51]
Questão
016
O ensino de História no Brasil pode ser caracterizado a partir de dois grandes
momentos: a primeira metade do século XIX, com a introdução da área no currículo
escolar, e a partir das décadas de 1930 e 1940, orientado por uma política
nacionalista e desenvolvimentista. Analise as afirmações abaixo e organize-as em
ordem cronológica, no que concerne ao histórico da disciplina no Brasil, à luz do
disposto no Parâmetro Curricular Nacional.
( ) A História Universal foi substituída pela História da Civilização, como uma maneira
de afastar o laico e o sagrado e deslocar o estudo dos acontecimentos da religião
para o processo civilizatório. O Estado, sem a intervenção da Igreja, permaneceu
como o principal agente histórico.
( ) O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) produziu uma série de
trabalhos que gerou consequências para o ensino da História nacional. Seus
membros foram responsáveis pela formulação dos programas, elaboração de manuais
e orientação do conteúdo a ser ensinado nas escolas públicas.
( ) Legitimando o discurso da “democracia racial”, o ensino de História passou a
representar o africano como pacífico diante do trabalho escravo e como elemento
peculiar para a formação de uma cultura brasileira. Os indígenas eram estudados a
partir de uma perspectiva simplificada a partir da visão romântica do “bom selvagem”.
( ) Embates envolveram reformulações curriculares – projetos continuavam a defender
o currículo humanístico, com ênfase nas
disciplinas literárias que eram tidas como formadoras do espírito, enquanto outros
desejavam introduzir um currículo mais científico, técnico e prático, adequado à
modernização que se pretendia para o país.
( ) A História, como área escolar obrigatória, surgiu com a criação do Colégio Pedro
II, dentro de um programa inspirado no modelo francês. Predominavam estudos
literários direcionados para um estudo clássico e humanístico e destinado à formação
de cidadãos proprietários e escravistas.
( ) Por inspiração da pedagogia norte-americana, a educação brasileira começou a
adotar propostas do movimento escolanovista. Dentre essas, propunha a introdução
dos chamados Estudos Sociais em substituição à História e à Geografia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
4-1-3-2-6-5.
3-1-6-5-4-2.
2-3-6-4-5-1.
2-3-5-4-1-6.
X 4-2-5-3-1-6.
[356353_686
30]
Questão
017
Embora não tenham instituído oficialmente um currículo mínimo obrigatório para o
ensino de História no país, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s)
apresentaram proposta de conteúdos a serem trabalhados com os alunos. Os
conteúdos de História propostos nos PCN’s para os anos finais do Ensino
Fundamental foram escolhidos tendo em vista a preocupação central de que os
alunos desenvolvam a capacidade de
valorizar a homogeneidade do patrimônio sociocultural brasileiro.
utilizar as crises como instrumento de tomada de decisão.
X perceber relações entre vivências sociais em tempos históricos distintos.
adotar, no cotidiano, atitudes de aceitação das injustiças.
construir o conhecimento a partir de uma única fonte.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 9/10
[356353_686
49]
Questão
018
TEXTO 1
"Existia ainda uma 'terceira margem' constituída nos campos do cerrado, que se
limitava ao sul e a leste com a Floresta Amazônica. A vegetação é rasteira e
arbustiva, e lá os povos Macro-Jê encontravam sua morada principal. Sobre essa
população recaiu certa miopia cultural, distorcida pelo ponto de vista andino ‘com suas
grandes civilizações’, mas também por uma lente Tupinambá, dos Tupi-Guarani e dos
portugueses que cuidaram de detratar esses grupos. Por isso, durante muito tempo
eles foram descritos como 'gente bárbara', que não possuíam aldeias, agricultura,
transporte ou cerâmica."
(SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2015, p. 52.)
 
TEXTO 2 
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE HISTÓRIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL.
1- Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e
mecanismos de transformações e manutenção das estruturas sociais, políticas,
econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar,
posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo.
2- Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos
e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas,
econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de
organização cronológica.
3- Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a
documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes
linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a
cooperação e o respeito.
4- Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e
povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com
base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
5- Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no
espaço e seus significados históricos, levando em conta o respeito e a solidariedade
com as diferentes populações.
6- Compreender e problematizaros conceitos e procedimentos norteadores da
produção historiográfica.
7- Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de
modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os
diferentes grupos ou estratos sociais.
FONTE: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC. 2017.
Disponível em:
O texto 1 foi utilizado em sala de aula como base para abordar a unidade temática A
organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano.
As competências básicas para o Ensino de História, conforme a BNCC, trabalhadas a
partir do texto, são:
2 e 3.
1 e 2.
2 e 4.
X 1 e 4.
3 e 4.
[356353_686
61]
Questão
019
A avaliação é importante para o professor, pois
ratifica o papel do docente que controla o processo de aprendizagem.
Pincel Atômico - 23/10/2025 07:20:18 10/10
verifica o quanto o aluno se aproxima do padrão desejado.
X possibilita analisar os processos de ensino e de aprendizagem.
separa os que sabem dos que não sabem.
serve para manter a disciplina e classificar os alunos.
[356353_686
46]
Questão
020
"Um dos aspectos mais impactantes da sociedade digital sobre os processos formais
de ensinar-aprender história é a perspectiva presentista, que consubstancia a vida dos
jovens na atualidade. Eric Hobsbawm alerta para esse cenário, em meados da década
de 1990, indicando a destruição dos mecanismos sociais que vinculam a experiência
pessoal das atuais gerações com as experiências das gerações pretéritas como um
dos mais típicos fenômenos do final do século XX."
(CAIMI, Flávia E. Geração Homo Zappiens na escola: os novos suportes de
informação e a aprendizagem histórica. In: MAGALHÃES, Marcelo; ROCHA, Helenice;
RIBEIRO, Jayme; CIAMBARELLA, Alessandra (org.). Ensino de História. Usos do
Passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2014, p. 165.)
Em relação ao desafio imposto aos professores e às professoras de história, exposto
no trecho acima, é correto afirmar que
o ensino de história deve se ater aos fatos históricos, trazendo datas importantes e
grandes homens que trouxeram o desenvolvimento para o nosso país. 
X
a tarefa do ensino de história é despertar o interesse dos estudantes e persuadi-los da
importância da história, mostrando que a inteligibilidade do tempo presente requer o
conhecimento das experiências daqueles que nos precederam, assim como um
reconhecimento de um passado comum.
se aprende história fora da escola, com a Internet, séries televisivas e filmes,
tornando-se fundamental que a história escolar se imponha sobre os demais objetos e
fenômenos disponíveis no presente, a fim de garantir o rigor científico do
conhecimento histórico.
é preciso fortalecer a importância de uma formação pautada mais na erudição
informativa, em torno da qual se situa a quadripartição histórica e o tempo histórico
cronológico, do que na formação atitudinal dos estudantes diante de suas
necessidades no presente.
o ensino de história precisa incorporar novos suportes, para além do livro didático,
cumprindo ao mesmo tempo uma função ilustrativa e lúdica, mas também
comprobatória dos acontecimentos que se quer evidenciar, buscando uma
aproximação com o universo da juventude no presente.

Mais conteúdos dessa disciplina