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15/08/25 Comparar os riscos e benefícios, e sempre que possível, ESTABILIZAR o Avaliação Pré-Anestésica e paciente ANTES da intervenção anestésico-cirúrgica Medicação Pré-Anestésica Exames solicitados Uma análise completa dos fatores que Hemograma completo (capacidade de influenciam oxigenação e resposta imunológica do paciente) Pré-Anestésico Eritrograma: avalia anemia que pode Avaliação anestésica comprometer o transporte de oxigênio Leucograma: identifica processos Riscos Anestésico-Cirúrgicos infecciosos ou inflamatórios ativos Condição física: estado geral de saúde Plaquetas: fundamentais para avaliar o do paciente e suas particularidades risco de sangramentos durante o fisiológicas procedimento Fármacos: seleção adequada dos medicamentos anestésicos e suas Perfil Bioquímico dosagens Função renal: uréia e creatinina: Procedimento: complexidade e fundamentais para avaliação da filtração duração da intervenção cirúrgica glomerular; Alterações indicam ajustes planejada nas doses de fármacos de metabolização renal; Hidratação pré-anestésica pode Todo procedimento ser necessária em casos de azotemia anestésico-cirúrgico apresenta riscos Função hepática: ALT, AST, FA, GGT: que devem ser avaliados enzimas que indicam lesão ou disfunção cuidadosamente para garantir a hepática; Bilirrubinas: auxiliam na segurança do paciente avaliação da função excretora; Albumina: proteína de síntese hepática Objetivos da avaliação pré anestésica essencial para distribuição de fármacos Reduzir riscos: diminuir a morbidade e Eletrólitos: Sódio, potássio e cálcio a mortalidade cirúrgica Planejar protocolo: escolher o Perfil hepático detalhado: quando o protocolo anestésico mais adequado animal já tem alguma alteração; para cada caso prolongamento do efeito dos fármacos Avaliar condições metabolizados pelo fígado, redução da Obter consentimento síntese dos fatores de coagulação, alteração nos níveis de albumina, Ao final da avaliação pré-anestésica comprometimento da gliconeogênese, deve-se responder a seguinte pergunta: podendo causar hipoglicemia o paciente encontra-se em condições adequadas para ser submetido a um Proteínas plasmáticas e fatores de procedimento anestésico-cirúrgico? coagulaçãoProteínas totais: fundamental para Indicações específicas: avaliar estado nutricional e hidratação Sopros cardíacos grau III/VI ou do paciente superior Albumina: principal proteína de Cardiomegalia identificada em transporte de fármacos radiografias Globulinas: importantes marcadores Arritmias significativas no ECG de inflamação crônica Protocolo de decisão: interpretação dos Fatores de coagulação exames Essenciais para procedimentos com 1) Triagem inicial: hemograma e risco aumentado de sangramento bioquímico básico para todos os Tempo de Protrombina (TP): avalia via pacientes, independente da idade ou extrínseca da coagulação condição física Tempo de Tromboplastina Parcial 2) Avaliação secundária: perfil hepático Ativada (TTPA): avalia via intrínseca completo e proteínas plasmáticas para Fibrinogênio pacientes com alterações iniciais ou idade >5 anos Eletrocardiograma 3) Avaliação especializada: fatores de Indicações específicas: coagulação Animais com idade avançada (>7 anos 4) Avaliação cardiovascular em cães de grande porte) 5) Avaliação cardíaca avançada Raças predispostas a cardiopatas Pacientes com sopros cardíacos * A análise integrada dos resultados detectados no exame físico permite classificação ASA mais precisa e Histórico de síncope ou intolerância personalização do protocolo anestésico, exercícios minimizando riscos durante os riscos Presença de tosse crônica ou dispneia durante o procedimento Raio X Identificação do paciente Tórax: avalia campos pulmonares, silhueta cardíaca e grandes vasos. Particularidade dos Felinos Fundamental em pacientes com Difícil contenção (preferência por histórico de tosse, dispneia ou sopros administração IM) cardíacos Função metabólica hepática limitada Abdômen: identifica organomegalias e (redução do ácido glicurônico) presença de massas que podem Dependência da função renal para interferir na ventilação ou comprometer eliminação de certos fármacos órgãos vitais Maior suscetibilidade à hipotermia * Radiografias são especialmente durante os procedimentos importantes em pacientes geriátricos e obesos Particularidade dos caninos EcocardiogramaA grande variedade de raças e Podem apresentar comportamento temperamento influencia diretamente agressivo e defensivo na resposta aos anestésicos: Contenção física pode ser arriscada Diferente metabolismo entre raças em alguns indivíduos Variações de temperamento afetam - A avaliação comportamental prévia é dosagens essencial Necessidade de protocolos personalizados Particularidades de Pequenos Ruminantes Cães galgos: BARBITÚRICOS Temperamento excitação e recuperação prolongada Contenção Braquicefálicos: SÍNDROME Anestesia respondem bem a BRAQUIOCEFÁLICA ruido inspiratorio, protocolos anestésicos dispneia, cianose, hipoxemia; Cuidado da recuperação anestésica (monitorar Influência da idade nas primeiras 24h, manter paciente em Neonatos decúbito esternal), remoção da sonda Temperamento frequentemente agitado com o paciente consciente, sustenta a Massa corpórea reduzida cabeça e com reflexo de deglutição e Sistema microssomal hepático imaturo mastigação Predisposição à hipoglicemia Neonatos requerem protocolos Particularidade dos equinos específicos com doses reduzidas e Temperamento e comportamento monitoramento excessivos variável conforme a raça e manejo Alta suscetibilidade ao estresse Pediátricos Reações rápidas e bruscas a estímulos Faixa etária: 6 semanas a 12 meses externos Metabolismo: sistema enzimático em Maior sensibilidade aos efeitos desenvolvimento, com capacidade excitatórios dos opióides metabólica intermediária Risco elevado de hipotensão durante a Considerações: requerem ajustes de anestesia dosagem e monitoramento cuidadoso Complicações: apresentam da temperatura predisposição a desenvolver miosites e paralisias no período no período Idosos pós-anestésico, especialmente após Pacientes com idade superior a 75% da procedimentos prolongados em expectativa de vida para a espécie decúbito Temperamento geralmente mais calmo Maior dificuldade na metabolização dos Particularidade dos Bovinos fármacos Temperamento e comportamento Microssomal hepático variável conforme raça e manejo Suscetibilidade elevada ao estresse Considerações de sexo e estado fisiológicoPrincipais gerais: o sexo por si só não altera as respostas anestésicas, mas 30% redução de risco: estados fisiológicos específicos requerem atenção especial Fêmeas em cio e pacientes gestantes Animais silvestres e selvagens Desafios específicos: ausência de exames ou histórico de saúde, níveis elevados de estresse, riscos para o animal e equipe Classificação ASA A sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA) desenvolveu um sistema de classificação de risco anestésico baseado no estado físico geral do paciente que foi posteriormente adaptado para uso veterinário Objetivos: padronizar a avaliação pré-anestésica entre profissionais; quantificar o risco anestésico-cirúrgico; orientar protocolos anestésicos específicos, prever possíveis complicações ASA 1: paciente saudável, sem alterações fisiológicas ou orgânicas ASA 2: paciente com distúrbio sistêmico leve a moderado sem comprometimento funcional significativo ASA III: paciente com distúrbio sistêmico moderado a grave que limita atividade normal ASA IV: paciente com doença sistêmica grave que representa risco constante à vida ASA V: paciente moribundo com expectativa de sobrevida inferior a 24h sem intervenção cirúrgica ASA E (Emergência): sufixo adicionado a 22/08/25 qualquer classificação para procedimentos de emergênciaMedicação Agonistas alfa-2-adrenérgicos Anticolinérgicos Não apresentam efeito sedativo, nem analgésico Finalidade de facilitar o manuseio do São antagonistas de receptores animal, reduzir reações indesejáveis muscarínicos (parassimpatolíticos) causadas pelos anestésicos, Empregados no tratamento ou aumentando assim, a segurança do ato prevenção da bradicardia em cães e anestésico gatos MPA é parte da anestesia Atualmente pouco utilizados na MPA Preparação do paciente para anestesia Facilitar manejo Tranquilizantes Temperamento efeito Latência: local calmo Fenotiazínicos Efeito pré, trans e pós-anestésico Um dos grupos farmacológicos mais empregados como MPA em cães e gatos Finalidades gerais No passado, denominados Sedar o animal "tranquilizantes maiores" Reduzir o estresse, a agressividade dos Atualmente classificados como animais tranquilizantes Alívio da dor (tratamento ou prevenção) Classificação Redução de efeitos indesejáveis de série: anti-histamínica outros fármacos durante a anestesia série: anticolinérgica Adjuvante da anestesia local série: adrenolítica (sedação) Potencialização dos anestésicos série: anti-histamínica e injetáveis e voláteis adrenolítica (sedação) Prevenir ou reduzir a incidência de vômito Mecanismo de ação Redução de secreções SNC Bloqueio receptores pré e Indução e recuperação suaves pós-sinápticos Antagonismo dopaminérgico, serotoninérgico Grupos farmacológicos Estado de indiferença aos estímulos Anticolinérgicos (não é mais utilizado exteriores (tranquilização)/sem efeito como pré-anestésico) hipnótico Tranquilizantes (derivados de fenotiazinas e derivados das Efeitos butirofenonas) Promovem tranquilização de grau leve: Ansiolíticos (benzodiazepinas) exame físico, transporte, antieméticos Hipnoanalgésicos (opiáceos morfina Tranquilização mais intensa: associar a e opióides fentanila, meperidina, opióides, benzodiazepínicos tramadol, metadona, butorfanol)Produzem tranquilização, sem efeito hipnótico e sem perda da consciência Acepromazina (exclusivo para uso em Potencializa outros fármacos animais) Cardiovasculares: Bloqueio de receptores alfa-1 periféricos Clorpromazina vasodilatação e diminuição da pressão arterial; Geralmente hipotensão não Levomepromazina acontece em animais hígidos conscientes Derivados das Butirofenonas = Usado Respiratórios: redução na frequência em suínos; Ação semelhante a dos respiratória; Sem alteração nos gases fenotiazínicos, 1 a 3 mg/kg IM, IV; sanguíneos Sedação potente Outros: não são analgésicos, efeito muito acentuado em raças Ansiolíticos (Benzodiazepínicos) braquicefálicas, redução do limiar Historicamente denominados convulsivo (contestável), anti-emético, "tranquilizantes menores" redução de secreções, redução Ht e Hb, Efeito sedativo muito discreto em cães hipotermia: VD e depressão centro e gatos termorregulador Utilizados quando os fenotiazínicos e agonistas alfa-2 adrenérgicos são Indicações de uso contra-indicados Isoladamente: tranquilização em animais hígidos sem dor; transporte; Ações exames semiológicos/diagnósticos Ansiolítica e hipnótica Associados a um opióide: MPA em Miorrelaxante animais hígidos sem dor Anticonvulsivante Contra-indicações Amnésica Situações associadas à redução na PA Mínimas alterações Desidratação cardiorrespiratórias Hemorragia moderada à intensa Indicado em pacientes de alto risco Choque (choque, hipotensos, cardiopatas) Paciente debilitado Hipotérmico Efeitos adversos Braquicefálicos (dose reduzida) Em animais hígidos, podem causar Histórico de convulsão agitação/excitação (isoladamente) Não são analgésicos Sinais Tranquilização leve a moderada Geralmente associados a outros Protrusão de pálpebra fármacos: Ptose palpebral Ex.: anestésicos dissociativos (cetamina) Abaixamento da cabeça devido ao relaxamento; anestésicos Equino: relaxamento, exposição gerais IV; tranquilizantes/analgésicos peniana, priapismoExceção: potros, bezerros, cães e gatos Normo ou hipotensão após fase inicial neonatos ou deprimidos: isoladamente (bradicardia sinusal e redução acentuada do débito cardíaco) Diazepam IV Bloqueio atrioventricular de 1°, 2° e 3° Midazolam IV, IM graus Zolazepam disponível somente associado a tiletamina (anestésico Primeiros 5-10 minutos: dissociativo) Receptores pós-sináptico vasoconstrição hipertensão Vantagem transitória ativação barorreceptores Antagonista benzodiazepínico: aumento tônus vagal bradicardia e Flumazenil IV (reverte a sedação, BAV hipnose e relaxamento dos BDZ, raramente empregado na veterinária) Receptores pré-sináptico redução RVP hipotensão + Agonistas alfa-2 adrenérgicos bradicardia redução acentuada do débito cardíaco Grupo farmacológico que causa sedação de grau mais acentuado em Efeitos respiratórios: redução da cães, gatos, equinos e ruminantes frequência respiratória sem alteração Historicamente denominados nos gases sanguíneos "sedativos" Efeitos endócrino e urinário: Muito utilizados em grandes animais hiperglicemia Menos empregados e cães e gatos Efeitos no utero: contração da musculatura lisa do útero; aumento da Mecanismo de ação pressão intra-uterina; diminuição do Estimulam os receptores alfa-2 fluxo sanguíneo; aborto em ruminantes adrenérgicos no sistema nervoso central no terço final a gestação e periférico Outros efeitos: vômito, redução Analgesia: estimulação receptores motilidade TD alfa-2 pós-sinápticos (corno dorsal medula) inibição substância P e Contra-indicações: gestação, diabéticos, outros neuropeptídeos cardiopatas, idosos, pacientes debilitados Efeitos Sedação intensa Equinos: amplamente empregado em Analgesia visceral grandes animais devido a sedação Miorrelaxamento intensa e efeitos previsíveis; apoio dos membros pélvicos na "pinça" dos cascos; Desvantagens/Efeitos adversos afastamento dos membros torácicos, cardiovasculares taxia, ptose labial e palpebral, Hipertensão transitória primeiros abaixamento da cabeça 5-10 min (mais comum após adm IV)Ruminantes: muito sensíveis; decúbito Fármacos mais eficientes no (IM: 10-15 min), sialorréia intensa, tratamento da dor (trauma agudo e rotação do globo ocular procedimentos cirúrgicos) Pequenos animais: sedação profunda, Uso decúbito e miorrelaxamento utilizar Analgesia: dor aguda e crônica somente em pacientes hígidos Analgesia (pré, tran e pós-operatória) Associações: neuroleptoanalgesia Uso clínico Potencialização anestésicos inalatórios Pequenos animais: e intravenosos Contenção química de animais Analgesia e anestesia multimodal agressivos Técnicas de anestesia espinhal Como MPA em animais hígidos Traumatismos submetidos a procedimentos cirúrgicos Isoladamente Receptores de opioides Associados a um opióide Cada fármaco opióide apresenta afinidade maior ou menor pelos Grandes animais diferentes receptores - Sedação Analgesia na cólica equina Conceitos Anestesia IV Afinidade: capacidade de se ligar ao seu receptor Xilazina: Rompun, Coopazine, Kenzol Atividade: capacidade de causar uma (peq: IM, IV; eq: IV; bov: IV, IM) ação na célula onde se encontra o Romifidina receptor Detomidina Potência: está associada à sua Dexmedetomidina afinidade pelos receptores Eficácia: define as propriedades Vantagem analgésicas de um opióide Antagonista alfa-2-adrenérgico e atipamezol Classificação dos opióides Antagoniza a sedação e analgesia do Agonistas puros: alta afinidade e agonistas alfa-2: em cães, gatos, atividade em seus receptores; máxima bovinos, ovelhas eficácia; morfina, fentanil; sem efeito teto Hipnoanalgésicos - Opiáceos e Opioides Agonistas parciais: afinidade e atividade por alguns receptores, Analgésicos opióides Buprenorfina; Eficácia menor que os Fármacos quimicamente relacionados puros (efeito teto) aos alcalóides naturais do ópio Agonistas-antagonistas: afinidade e (opiáceos: morfina e codeína) atividade em um certo tipo de receptor Efeito predominantemente analgésico e antagonismo em outro tipo; Butorfanol, Pentazocina; Efeito tetoAntagonistas: Afinidade sem atividade Mais comum quando associados a intrínseca; Naloxone anestésicos gerais Improvável na presença de dor Mi Analgesia, sedação, euforia, Cães podem apresentar taquipneia depressão respiratória Mia frequente quando adm Kappa (K) Analgesia e sedação isoladamente Sigma (σ) Disforia, excitação, efeitos alucinógenos Digestivos Delta () Pouco conhecido Vômito Mais frequente com a morfina em cães Analgesia Menos provável na presença de dor Ligação com receptores específicos Defecação seguida de constipação Vias serotoninérgicas Receptores GABA Outros efeitos Redução liberação NT excitatórios Miose em cães Inibem os impulsos aferentes Midríase em gatos espinhais Oligúria (metadona, remifentanil) Ativam as vias inibitórias descendentes Retenção urinária noradrenérgica e serotoninérgica da Hipo/hipertermia medula espinhal Reduzem os efeitos psicológicos da Uso clínico dor Isoladamente MPA de animais debilitados/risco SNC aumentado Excitação em gatos e equinos Associados a um Mais frequente quando usados tranquilizante/sedativo isoladamente MPA em animais hígidos que Menos provável: associados a necessitam sedação e analgesia tranquilizantes/sedativos, presença de Escolha do fármaco deve ser baseada dor, animais debilitados em: severidade da dor ( dor intensa (agonistas totais M), dor leve/moderada Cardiovasculares (agonistas totais ou parciais agonistas Diminuição na FC: mediada pelo nervo k)); duração do efeito analgesico; vago Redução PA: vasodilatação Contra-indicações relativas Intensidade depende da dose e Situações em que o vômito é fármacos associados contra-indicado (morfina) Equinos: taquicardia e aumento PA Procedimentos oftálmicos que requerem midríase Respiratórios Depressão respiratória Morfina dose-dependente Agonista total Duração intermediáriaAnalgesia pré, trans e pós-operatória Vômito em aproximadamente 75% dos Carfentanil e etorfina cães Agonista total Liberação de histamina (IV) Carfentanil: 10.000x potência morfina Dose: varia de acordo com o animal Etorfina: 800 a 1.000x potência morfina Metadona Captura e contenção de animais Duração intermediária silvestres Analgesia pré, trans e pós-operatória Baixo potencial para vômito e Butorfanol liberação de histamina Duração intermediária Efeito sedativo acentuado quando Agonista k/antagonista M associada a um Menor intensidade de efeitos cardiovasculares e respiratórios Meperidina Analgesia pré, trans e pós-operatória Duração curta, potência baixa (inferior aos agonistas totais) Analgesia pré-operatória Baixo potencial para vômito e Baixo potencial para vômito liberação de histamina Alto potencial para liberação de Efeito sedativo semelhante à morfina histamina Tramadol Fentanil Agonista com fraca afinidade Duração ultra-curta Inibe a recaptação de noradrenalina e Único entre os opióides de ultra-curta serotonina duração com alguma aplicabilidade na Analgesia inferior aos agonistas totais MPA Fraca sedação Baixo potencial para vômito e Baixa incidência de efeitos adversos liberação de histamina Longa duração: 6-8h Efeitos colaterais severos Duração: 15-30 minutos Naloxone Reverte tanto efeitos desejáveis Alfentanil (analgesia, sedação) como os potência fentanil indesejáveis (sedação excessiva, disforia, Indicada em infusão prolongadas (> 3h) depressão respiratória) Usos: MPA, associação com anestésicos IV Neuroleptoanalgesia Sufentanil e Remifentanil Anestesia baanceada Tranquilização + Analgesia intensa + sem Sufentanil 5 a 10x potência fentanil perda da consciência = Tranquilizante Infusão prolongada (> 3h) (neuroléptico) + analgésico Remifentanil: degradado espontaneamente por esterases Vantagens plasmáticas Redução da dose de cada fármacoEfeitos colaterais pouco pronunciados SNC Efeito sedativo mais intenso reduz fluxo sanguíneo cerebral 50% Analgesia reduz metabolismo cerebral redução da PIC Indicações Sistema Cardiovascular MPA não causa alteração Para contenção química de curta Sistema Respiratório duração em procedimentos pouco Promove hiperventilação inicial invasivos ou que não necessita de Apnéia transitória em doses elevadas anestesia geral ou velocidade de administração rápida Para contenção química para procedimentos ambulatoriais em Uso clínico animais com processos dolorosos Pacientes cardiopatas pequenos Imobilização externa de fraturas animais PROVA! Exame físico específico (cavidade Indução anestésica oral-otológico) Antes associar Benzodiazepínico Remoção de espinho de ouriço Desbridamento de feridas ALFAXALONA e ALFADOLONA Desobstrução uretral (felinos) Alfaxalona é um agente esteróide Posicionamento radiográfico associado à alfadolona para indução anestésica Associações de fármacos Hipotermia FENTANIL = analgésico (opioide) + Taquipneia DROPERIDOL = neuroléptico Taquicardia (butirofenonas) = Hipotensão NEUROLEPTOANALGESIA Indução e recuperação suaves Cianose Período de latência é imediato Período hábil é de 20-30 minutos Compostos imidazólicos TIVA ETOMIDATO Técnica que se utiliza fármacos IV Potente agente hipnótico, sem Cada vez mais frequente graças ao propriedades analgésicas crescente desenvolvimento de fármacos Anestésico de eleição em pacientes IV cardiopatas Ação rápida e curta duração Curto período de ação 10-15 min Atualmente, em anestesia geral, Efeitos adversos: mioclonias, ânsia = existem 3 técnicas amplamente associar difundidas e que são as mais utilizadas: benzodiazepínicos/metoclopramida Indução venosa e manutenção inalatória Balanceada Farmacodinâmica Indução e manutenção venosas TIVAIndução e manutenção inalatórias Plano anestésico adequado: reflexo Inalatória pura palpebral ausente, globo ocular rotacionado, reflexo de tosse e Para conseguir uma adequada TIVA: deglutição ausente, FC, FR, PA normais Hipnótico Plano anestésico profundo: reflexo Um analgésico palpebral ausente, globo ocular Bloqueador neuromuscular semi-rotacionado, reflexo de tosse e deglutição ausente, FC, FR, PA normais Dentre os agentes injetáveis ou abaixo O propofol Derivados esteróides ASSOCIAÇÕES (alfaxalona/alfadolona) Opióides Derivados imidazólicos Efeitos: bradicardia; hipotensão; (metomidato/etomidato) manutenção da contratilidade; Anestésicos dissociativos (cetamina e vasoconstrição tiletamina) Agonistas 2 Adrenérgicos Dexmedetomidina: grande redução do uso da TIVA não é algo recente, pois requerimento anestésico; sedação, desde o descobrimento dos barbitúricos analgesia e relaxamento muscular; Uma alternativa à anestesia inalatória facilidade de manutenção do plano graças ao uso de fármacos com pouco anestésico; efeito dose-dependente poder cumulativo e rápida recuperação muito variável; bradicardia Além da facilidade na administração Efeitos: bradicardia; hipertensão; Ausência de irritação das vias manutenção da contratilidade; respiratórias vasoconstrição Não poluindo o meio ambiente nem a Dissociativos área anestésico-cirúrgica Cetamina: derivado da fenciclidina; Desvantagem: uma vez administrados antagonista de receptores NMDA; não podem ser removidos da circulação potente ação anestésica; analgesia e a maioria, não possui antagonista profunda; pouca depressão respiratória; melhora na função respiratória; melhora Propofol na função cardiovascular; ação Ajustes da dose de acordo com: plano antidepressiva; anti inflamatório anestésico, parâmetros Efeitos: leve aumento da FC; leve cardiovasculares, parâmetros aumento da PA; manutenção da respiratórios, escala de Guedel, contratilidade; pouca alteração associação Anestésico local Plano anestésico superficial: reflexo Lidocaína: antiarrítmico; palpebral presente, globo ocular anti-hiperalgésico; anti inflamatório; rotacionando, reflexo de tosse e reduz o requerimento de anestésicos deglutição presentes, FC, FR, PA inalatórios e propofol aumentadas ou normais Efeitos: sem alteração da FC ou bradicardia; sem alteração na PA ouhipotensão; manutenção da contratilidade; sem alteração Maropitant Anestesia Local Antagonista de receptores neurocinina 1 (NK -1) Substância capaz de bloquear, de Antiémetico maneira reversível, os impulsos Anti-hiperalgésico nervosos aferentes, especialmente Analgésico aqueles que conduzem os estímulos Pequeno conhecimento dolorosos, no local de sua aplicação, farmacocinético causando perda temporária da Magnésio sensibilidade dolorosa Auxilia no bloqueio de receptores NMDA Por que anestesia local? Depressão do SNC Redução da concentração do Início de ação lento, eliminação rápida anestésico inalatório e da consequente depressão CR Vantagem da TIVA X Anestesia Inibição da sensibilização central inalatória Analgesia pós-operatória residual Fácil administração e menor custo Redução do estresse trans-anestésico Manutenção adequada da função Facilitação do posicionamento do cardiorrespiratória globo ocular em cirurgias oftálmicas Ausência de poluição ambiental Acúmulo mínimo de fármacos, Farmacocinética recuperações de boa qualidade e mortalidade inferior em anestesias de Absorção e distribuição curta duração Vascularização do local Vasodilatação local Desvantagens da TIVA Anestesia ALs casam paralisia vasomotora inalatória fibras autônomas são mais Difícil manutenção do pano cirúrgico rapidamente bloqueadas = Acúmulo de fármacos em anestesias vasodilatação, aumento do fluxo longas sanguíneo total, maior absorção para a Qualidade inferior da recuperação e circulação sanguínea anestesias longas Lipossolubilidade E aumento da mortalidade em Quanto maior a lipossolubilidade do anestesias longas AL, menor o período de latência, já que o mesmo terá maior penetração, Exemplos de protocolo duração e potência, pois o fármaco MPA demorará mais tempo para ser removido Indução Propofol da membrana celular Manutenção Propofol e Cetamina; Velocidade do metabolismo Maropitant; Lidocaína; Magnésio; etcQuanto mais rápido o metabolismo = As amidas apresentam maior menor a duração do efeito tendência à passagem transplacentária Concentração/dose Nesse grupo, as amidas com menor Quanto maior a dose e a concentração grau de ligação proteica, como a = mais rápida será a absorção e mais lidocaína, atravessam em maior longa a duração quantidade a barreira placentária Assim pode-se adequar a Feto concentração a ser utilizada de acordo Suscetibilidade e metabolismo = com o tempo de bloqueio anestésico materno requerido, usando-se conceração mais Maior acúmulo do fármaco no fígado e altas para cirurgias mais prolongadas cérebro (menor metabolismo e menor quantidade de outros tecidos adiposos) * Com adrenalina, dura mais tempo pois é vasoconstritor Farmacodinâmica SNC Intoxicação Atravessam facilmente a barreira Sintomas: apreensão; comportamento hematoencefálica irracional; calafrios, vômito, olhar fixo; Lidocaína efeito ambivalente sobre a perda da consciência; tremores, função elétrica e o metabolismo opistótono, contrações; morte cerebral Tratamento: barbitúricos; relaxante muscular, respiração controlada com O2 Características do AL Resistir às esterilizações Uso de vasoconstritores Ter ação reversível sem sequelas Causa vasoconstrição, produzindo Oferecer um período hábil absorção mais lenta, maior período de anestésico-cirúrgico latência, maior tempo de ação e menor Não ser irritante ou tóxico toxicidade, possibilitando o uso de Preço acessível doses ou concentrações maiores dos Ser estável e solúvel em água ALs Ser compatível com vasopressores Adrenalina (0,1 ml solução milesimal de adrenalina para cada 20ml de AL) LIDOCAÍNA Não usar em extremidades = pode Estável, moderada lipossolubilidade causar necrose PL: 10 a 15 min Potência e duração de efeito Excreção moderado Urinária Tópica, peridural, infiltrativa e Urina alcalina retarda a eliminação bloqueios Bile Pequena excreção BUPIVACAÍNA Anestesia epidural Potência 4x maior que a lidocaína Transferência placentária Efeito prolongado (2,5 a gh) PL: 30 minBloqueios nervosos regional e Tap block (bloqueio do plano peridural transverso abdominal) anestesia Adrenalina melhora pouco a duração locorregional, guiado por ultrassom Dose máxima: 3 mg/kg Perineural Deposição do AL ao redor do nervo ROPIVACAÍNA Conhecimento anatômico AL de ação moderada Volume de 1 a 3 ml 4x mais potente que a lidocaína PL: 3 min Efeito prolongado similar à Complicações: lesões nos nervos, bupivacaína autotrauma de lábio e língua, Menor efeito tóxico no SNC e intoxicação, paresia cardiovascular Neuroestimulador de nervos Atividade vasoconstritora própria periféricos não necessita adição de adrenalina Intravenosa de Bier Indicada para bloqueios regionais Cirurgias em membros orbitários Garrote proximal ao mambro Doses e concentrações baixas: produz Tempo máximo de permanência: 90 analgesia sem bloqueio motor menor min efeito em fibras motoras Tempo mínimo: 10 a 15 min * Menor e toxicidade cardíaca menor Retirar lentamente (evitar que esse agente concentração elevada) Intra-articular Principais técnicas Em cirurgia articular Tópica Com bupivacaína Maioria dos AL inativos quando Espinhal aplicados sobre a pele íntegra Indução de anestesia regional por Adequado sobre a pele lesionada injeção de AL ou outro fármaco no canal mucosas córnea espinhal Preparações: pomadas, gel, colírios, Peridural, epidural ou extradural sprays Mecanismo de ação: extravasamento Splash Block pelos forames intervertebrais, difusão Infiltrativa através da dura máter, remoção pelos Muito utilizada vasos sanguíneos e linfáticos, depósito AL é administrado nos tecidos pelas tecido adiposo vias: intradérmica, subcutánea, áreas Nível de bloqueio: idade, aumento de musculares volume abdominal, comprimento e Após administração o AL se difunde altura do animal, velocidade de injeção, pelos tecidos até as terminações concentração e volume do anestésico nervosas local, vasoconstritores Utilização clínica: cirurgia de tecidos Técnica (pequenos animais): superficiais, biópsias de pele, remoção tricotomia e antissepsia, de pequenos tumores, sutura de pele posicionamento, agulha hipodérmica 30x7 ou espaço: lombossacral,volume: 1 ml/4 ou 4,5 kg, local de depósito: acima duramáter ANESTESIA ESPINHAL OU PERIDURAL Efeitos farmacológicos Sistema cardiovacular: Vasodilatação diminuição do DC, diminuição bloqueio da da PA depressão do miocárdio, com Sistema respiratório pode ocorrer paralisia dos músculos intercostais e apnéia Útero diminuição da atividade Rim hipotensão, diminui fluxo plasmático renal, filtração glomerular e volume urinário Fígado diminuição fluxo sangüíneo hepático Contra-indicações: hipotensão, choque, convulsão, septicemia, síndrome hemorrágica, meningite, etc Indicações: cirurgias infra umbilicais, redução de prolapsos, caudectomia, osteossíntese de membros pélvicos Complicações neurológicas após anestesia epidural: Postura de Schiff-Scherrington Anestesia subaracnóide ou raquianestesia: injeção de AL no espaço subaracnóide em contato com o líquor Bloqueio paraventral Tumescência Anestesia Inalatória indicação: mastectomia 250 mL Ringer gelado; 40 ml lidocaína Anestesia induzida ou mantida pela a 2% sem vasoconstritor; 0,5 ml inalação de gases anestésicos adrenalina (vasoconstritor para diminuir Via respiratória > corrente circulatória a hemorragia) > SNC = hipnose, analgesia e Diminui o sangramento relaxamento muscular Melhora a cicatrização Vantagens: Via de administração é respiratória Rápida metabolização e absorção Com MPA e indução = ausência de excitação Rápida recuperação Baixo consumo > controle planos anestésicos Desvantagens:Custo dos aparelhos Halotano: 0,9%; Isoflurano: Animal precisa estar entubado 1.2%; CAM Sevoflurano: 2.3%; Óxido Nitroso: 200% Características físicas CAM é maior = menos potente Pressão de vapor Captação: concentração inspirada pela A tendência das moléculas na ventilação (animal com taquipneia, a superfície de um líquido passarem para deve ser menor, pois a captação é o estado gasoso maior) Quanto maior a pressão de vapor, mais Distribuição: solubilidade sanguínea, volátil é uma substância, mais fácil ela solubilidade do tecido e débito cardíaco evapora Eliminação: ventilação, débito Varia com a temperatura cardíaco, solubilidade sanguínea e dos Ponto de ebulição tecidos, biotransformação Uma substância se encontra em sua totalidade em estado gasoso quando a Mecanismo de Ação pressão de vapor se iguala a pressão Ainda não está totalmente definido atmosférica; a temperatura que esse Córtex cerebral e hipocampo fenômeno ocorre é chamado PE A imobilidade = inibição das funções Quanto menor o PE de um anestésico da medula espinhal, enquanto medeia mais facilidade em se transformar em inconsciência e amnésia vapor No cérebro deprimem o fluxo Solubilidade sanguíneo A capacidade dos anestésicos gasosos Tem ação nos receptores GABA se dissolver em líquidos e sólidos Deprimem canais de cálcio A solubilidade do anestésico no sangue Controle da permeabilidade das e nos tecidos é fator primário de membranas pós-sinápticas dos absorção e distribuição e traduz na neurônios velocidade de indução e recuperação Inibem as vias excitatórias aos receptores NMDA Características químicas Coeficiente de solubilidade Anestésicos Inalatórios É o valor no qual a pressão parcial de Não Halogenados: éter, ciclopropano, vapor nos dois meios está em equilíbrio metoxiflurano, clorofórmio, óxido (sangue/gás) nitroso É o ponto em que a pressão do vapor Halogenados: halotano, isoflurano, do meio líquido (sangue) iguala-se a desflurano, pressão do vapor do meio gasoso Quesitos do anestésico inalatório ideal Particularidades farmacocinéticas Não ser convulsivante Concentração alveolar mínima (CAM) Não ter efeitos cardiovasculares Quantidade de anestésico necessária Não causar toxicidade renal e para o estabelecimento de determinado hepática efeito Não possuir metabólitos tóxicosNão inflamável, não explosivo, Rápida indução e recuperação solubilidade borracha anestésica Estável na presença de luz Odor quase inexistente: indução Líquido com odor agradável anestésica máscara Promover rápida indução e Biotransformação hepática recuperação Não ser irritante para os tecidos metabólito hexafluoroisopropanol Não deprimir irreversivelmente o SNC Analgesia + relaxamento muscular + DESFLUORANO mínima depressão respiratória Possui elevado valor de pressão de vapor Fatores necessários vaporizador pressurizado com Hipnose: perda consciência temperatura controlado Analgesia: essencial para cirurgia Inflamável a 17%, odor marcante Ausência respostas reflexas Menor coeficiente de solubilidade autonômicas intubação traqueal 2 min após indução Frente ao estímulo com máscara Relaxamento muscular Menos potente Rápida recuperação anestésica HALOTANO Incolor, instável à luz (frasco escuro), Fatores que afetam a captação dos timol anestésicos pelos pulmões Barato = muito utilizado na veterinária Concentração inspirada do anestésico CAM baixa = mais potente halogenado Ventilação alveolar Recuperação anestésica de 5 a 10 min Coeficiente de solubilidade Biotransformação hepática 20% sangue/gás (P-450) ácido trifluoroacético, bromo, Diferença entre a conc alveolar do íons cloreto anestésico e a conc no sangue venoso misto ISOFLURANO Débito cardíaco Odor pungente, dispensa conservantes Independente do circuito anestésico, Rápida indução e recuperação quanto maior o fluxo de gás fresco, anestésica maior a aproximação entre a Biotransformação hepática concentração inspirada de anestésico e 0,2% maior vantagem* a concentração do vaporizador Baixo risco de nefrotoxicidade Dentre halogenados: mais utilizado em pacientes de risco, custo X benefício SEVOFLURANO Antigamente suspeita de nefrotoxicidadeA concentração inspirada vai depender do O halotano promove relaxamento fluxo de gás diluente e da [] do vaporizador moderado, enquanto os outros 50 promovem miorrelaxamento total (sumi techado) Vaporizador Circuito circular valvular Biotransformação hepática T Halotano: maior depressão, Isoflurano: menor depressão Concentração Renal Fonte gás inspirada diluente (O2) Todos vão reduzir o fluxo sanguíneo No sistema fechado (reinalação total) e semi (reinalação a [] inspirada de anestésico renal e a taxa de filtração glomerular relativamente menor que a do vaporizador O vaporizador universal simples pode Transferência para a anestesia enviar ao animal até 30% do volume de inalatória Halotano e Isoflurano Cuidado! Transferência do agente inalatório para os pulmões, leva aprox 5 min Efeitos nos sistemas orgânico Transferência mais rápida requer Hipotensão e diminuição do débito concentrações mais altas no cardíaco vaporizador Redução da frequência cardíaca Use altos fluxos de O2 nos 15 min Aumento da pressão IC (halotano) iniciais (circuito circular = 100 Diminuição do fluxo sanguíneo renal e mL/Kg/min) para remover CO2 do hepático (halotano) circuito e acelerar a indução Arritmias Fármacos com recuperação mais rápida (Propofol) podem resultar em Teratogenicidade superficialização da anestesia antes que Propensão a aborto espontâneo a transferência seja completada Infertilidade Animal pode apresentar apnéia Anormalidades congênitas nos bebês transitória nesta fase: ventilar manualmente 2-3 respirações por Farmacodinâmica minuto até retornar à resposta Efeitos cardiorrespiratórios espontânea Todos os anestésicos inalatórios produzem depressão cardiorespiratória Depleção da camada de ozônio dose-dependente Compostos com cloro ou bromo, O animal pode passar de plano como o halotano e isoflurano, podem superficial esgotar a camada de ozônio, resultando Efeitos respiratórios em um aumento da radiação ultravioleta Depressão pulmonar na terra Diminuição do volume corrente O efeito estufa também pode ser Aumento de CO2 arterial influenciado pelo óxido nitroso (NO2) * Halotano faz menor depressão da utilizado como adjuvante anestésico, frequência respiratória além do dióxido de carbono (CO2) Miorrelaxamento Material para intubação endotraquealLaringoscópios pressões no circuito (quando a válvula Sondas balonete de baixa e alta estiver fechada) pressão Indicações: animais com peso acima de Circuitos anestésicos 5kg Peça removível do aparelho de anestesia, por onde o paciente recebe Cuidados: oxigênio e gases anestésicos e através Estado da Cal Sodada (risco de do qual inala e exala durante a anestesia hipercapnia) = Não usar em animais inalatória pequenos Triagem: peso do paciente Entrada de gás fresco Válvula inspiratória/expiratória Válvula de alívio Monitoração Planos e estágios Balão reservatório anestésicos Canister Introdução Sistema avalvular Circuito de Bain Sistema sem reinalação = Baraka Por que monitorar? Vantagens: baixa resistência mecânica Fármacos depressores à respiração, mudança rápida de plano Reconhecimento de possíveis anestésico problemas Circuito Circular Valvular Sucesso da anestesia (Sistema Fechado/Semi Fechado Válvula Como monitorar: de escape Contínua e registrada Pacien Duração: MPA Recuperação Entrada te anestésica fresco Criteriosa e rigorosa O que monitorar: SNC, sistema cardiovascular, respiratório, temperatura, fluidoterapia, dor * Semi Fechado: quando a válvula está aberta Plano anestésico Superficial Vantagens: maior conservação de calor Adequado e umidade; menor poluição ambiental Profundo (válvula fechada); menor consumo de O2 BIS atividade elétrica SNC e anestésico Observação: ação dos fármacos Desvantagens: mudança relativamente lenta de plano anestésico; resistência Monitoração função pulmonar mecânica à respiração; acúmulo de altas VentilometriaHemogasometria arterial Avaliação função pulmonar (associação Capnografia gasometria) Oximetria de pulso HEMOGASOMETRIA ARTERIAL Ventilação Hemogasometria arterial: Hipercapnia (mmHg): Avaliação eficácio Hipoventilação; Hipocapnia oxigenação = = Depressão Hiperventilação Respiratória Acidose respiratória (Hipoxemia) Barbitúricos, Opióides, Anestésicos Inalatórios Diminui frequência e Débito Cardioco amplitude da respiração Diminui ventilação alveolar Hipercapnia/Acidose respiratória Oximetria de pulso - Método não invasivo Prático CAPNOGRAFIA Detecção imediata de mudanças súbitas na saturação de Hb Checar intubação Avaliação frequência cardíaca Avaliar ventilação (hipo hipercapnia): Limitações: baixa sensibilidade durante Ajuste resp.) ventilação controlada corrente / freq. hipotensão; fármacos causam Checar integridade do circuito anestésico: Funcionamento válvulas e vasoconstrição periférica; hipotermia = Exaustão cal sodada (reinalação de CO2) vasoconstrição; regiões pigmentadas, Anestesia c/ baixo fluxo (sistema queratinizadas CAPNOGRAFIA Monitoração da função cardiovascular Eletrocardiografia (ECG) Pressão Venosa Central Avaliar função pulmonar do paciente + hemogasometria): Pressão arterial métodos invasivos: Desequilíbrios na relação Ventilação/Perfusão cateter; método não invasivo: doppler, Alterações Débito oscilométrico Embolia Pulmonar (Otto & Matis, 1994) Débito cardíaco Volume sistólico Vantagens: Método não invasivo/prático Leitura imediata freq. respiratória e ETCO2 Monitoração estado cal sodada (reinalação CO2) Ajuste da ventilação controladaEstetoscopia Fundamentais Estetoscópios estetoscópios transesofágicos Cães: 60 160 bat/min Temperatura Gatos: 145 - 200 bat/min Equinos: 28 40 bat/min Negligenciado Bovinos: 60 80 bat/min Caprinos: 95 120 bat/min Centro termo-regulador: 36° Ovinos: 90 - 115 bat/min Mortalidade e morbidade PRESSÃO ARTERIAL (Indicadora da profundidade anestesia) Fluidoterapia Medida direta da pressão arterial Manutenção Reposição Cateterização arterial Medida indireta Edema pulmonar Doppler ®, Pet ® VALORES 60 120/ Gatos 110 130/ Equinos: 70 120 Especiais TEMPO DE REPERFUSÃO CAPILAR (TPC) Distúrbios eletrolíticos a 2 segundos Hemogasometria 2-4 desidratado > 5 gravemente desidratado Arterial DÉBITO CARDÍACO Venosa "Volume de sangue, em litros, que bombeado para circulação sitêmica e pulmonar a cada minuto" Hug, 1989. Pacientes Nefropatas Técnica com Débito Função cardiovascular Perfusão Sondagem uretral tecidual TPC Pulso arterial Coloração mucosa TemperaturaVentilação mecânica Anestesia segura: via aérea patente Trocas gasosas adequadas: intubação endotraqueal Pequenos animais: ventilação espontânea Situações com trocas gasosas inadequadas ventilação mecânica * ETCO2: Concentração de O2 no ar inspirado (ideal é 35-45 mm) Mecânica respiratória Inspiração: processo ativo Expiração: processo passivo Função da respiração: eliminar CO2 (equilíbrio ácido-básico, oxigenação de tecidos) Ventilação espontânea X Função respiratória Anestesia inalatória hipercapnia = dependência respiratória) acidose respiratória Hipercapnia problemática > 60 mmHg Cães: até 50 mmHg Grandes animais: ultrapassa facilmente Hipercapnia Acidemia (diminuição do pH sanguíneo) Hipertensão craniana Aumento PIO Estimulação cardiovascular excessiva (inicialmente) Depressão do miocárdio * Normalmente não ocorre hipóxia porque na anestesia inalatória oferece oxigênio 100%, sendo que expiramos 21% do arVolume minuto (Vm) = Vt X f Pressão intrapleural Ventilação espontânea Indicações Inspiração: contração musculatura do Toracotomia (pressão negativa diafragma e intercostal = Pressão extravasa na abertura e não consegue intrapleural negativa (-8 a -10 cm H20) = respirar), hérnia diafragmática Força o ar para o interior dos alvéolos = Bloqueadores neuromusculares Auxilia o retorno venoso = Aumenta o Depressão respiratória intensa débito cardíaco Apnéia Ventilação mecânica Acidose respiratória, hipercapnia Trocas gasosas são otimizadas excessiva e hipoxemia Capacidade de normalizar os valores da PaCO2 e pH Ventilação mecânica X função PaO2: pode não atingir valores ideais respiratória grandes animais, pacientes em Pressão positiva durante a inspiração choque, embolizados ou com baixo (VPPI) ou ventilação controlada débito cardíaco (reduz a perfusão Para instituir a ventilação mecânica: pulmonar) parar de respirar espontaneamente Ventilação mecânica mal utilizada (o Reduzir os valores de PaCO2: diminui ideal é a frequência de 10 15 mm/min): os estímulos ao centro respiratório hiperventilação hipocapnia bulbar; empregado em equinos (pois é o alcalose respiratória reduz o fluxo acúmulo de CO2 que estimula a sanguíneo e vasoconstrição cerebral respiração espontânea, reduzindo vai A pressão positiva na inspiração: parecer que não precisa respirar pressão positiva na cavidade pleural espontaneamente = hiperventilando) reduz o retorno venoso para o coração Bloqueador neuromuscular: rotineiro reduz o débito cardíaco em pequenos animais Opióides de curta duração: fentanil, alfentanil, sufentanil e remifentanil Ventilação V Ajuste: espontâne Pressão de pico: 10 cmH20 (pressão a que ocorre dentro das vias aéreas quando termina a inspiração) Função Depressão Frequência respiratória: 10 a 15 Respiratóri movimentos/min a Relação I:E = 1:2 (a cada 1 tempo Função Bom inspiratório, tem 2 a 3 tempos Cardiovasc expiratórios) ular Volume corrente: 12 a 15 mL/Kg Aspectos práticos: Modalidades ventilatórias Ventilometria Volume corrente (Vt) Ventilação controlada (CV)Ventilador determina: f e Vt (ignora se Classificação de funcionamento: o paciente tem uma respiração pneumático (gás pressurizado) e espontânea) eletrônico: microprocessado (gás Mais comum pressurizado e energia); maior precisão Respiração fora de sincronismo no ajuste (f, tempo I/E, tempo inspiratório) Ventilação assistida/controlada (A/C Limitado a volume ou CMV) Volume: 12 a 15 mL/Kg f ajustada Pressão: variável Esforço respiratório espontâneo Volume do fole: não corresponde ventilador cicla novamente (ciclo necessariamente ao Vt recebido pelo assistido) animal. Pode ser influenciado: Perda pela complacência do circuito Ventilação sincronizada mandatória anestésico: Vt intermitente (SIMV) Fluxo diluente elevado no circuito Ventilação assistida/controlada anestésico: 1 Vt aperfeiçoada Limitado a pressão Ciclos assistidos são sincronizados Fluxo inspiratório e Vt para evitar sobreposição entre ciclos assistidos e controlados Ventiladores pressométricos Caso o paciente exceda a f do Ventilação com pressão controlada ventilador, os ciclos controlados são Velocidade do fluxo inspiratório interrompidos desacelera à medida que se progride Desmame do paciente do ventilador: * Equinos a pressão de pico é 20 menor f = maior PaC02 = respiração espontânea Bloqueadores neuromusculares (BNM) Ventilação com pressão de suporte Ventilação assistida limitada a pressão Os BNM impedem a transmissão do O ciclo é determinado pelo fluxo impulso nervoso gerado a partir do inspiratório gerado pelo esforço do terminal motor colinérgico até a paciente estrutura efetora (fibra muscular esquelética) Tipos de ventiladores Sinônimos: miorrelaxantes de ação periférica, paralisantes musculares, Ventiladores volumétricos antagonistas nicotínicos, curares Fluxo inspiratório constante Volume corrente independe da Uso em procedimentos anestésicos: complacência (capacidade de distensão) tórax, abdome, ortopedia, oftálmico e pulmonar e/ou da caixa torácica coluna vertebral Compressão torácica acidental: Não possuem efeitos analgésicos ou elevação da pressão de pico anestésicos (não atuam em SNC)Suporte respiratório obrigatório Interrupção completa da transmissão do impulso: 90 a 95% dos nt devem Efeitos do bloqueio neuromuscular estar ligados com o receptor Miorrelaxamento Bloqueador neuromuscular não Efeito periférico apenas (moléculas competitivo ou despolarizante polares) Ligação com os receptores nicotínicos Não promovem inconsciência, mimetizando a Ach analgesia ou anestesia Fase I: despolarização contínua Globo ocular centralizado, sem (abertura canais de Na) fasciculações reflexos protetores (liberação Ca) (5 a 30 min) Apnéia Fase II: fechamento canais de Na e insensibilização dos receptores = áreas Monitoração do plano anestésico da mb pós-juncional Frequência cardíaca Salivação (ruminantes e felinos) e Agentes despolarizantes lacrimejamento (equinos) Succinilcolina Pressão arterial Agentes competitivos Sequência do BNM Trietiodeto de galamina Face e cauda Não sofre biotransformação, eliminada Extremidades, membros, pescoço pelo rim Terço proximal dos membros Dibesilato de atracúrio Músculos fonadores Eliminação de Hoffman = precisa estar Abdômen com temperatura e pH fisiológicos para Músculos intercostais ocorrer inativação química Diafragma Brometo de pancurônio Cisatracúrio Indicações Doxacúrio Ventilação controlada Mivacúrio Auxílio na intubação endotraqueal Rocurônio Cirurgias Efeitos sistêmicos dos BNM Sinais de término de bloqueio CV: Reflexo traqueal Efeito nos outros receptores da Ach: Movimento músculos intercostais, bradi ou taquicardia facial, língua e membros Liberação histamina: Vasodilatação = hipotensão Classificação dos BNM Para evitar: usar doses baixas e Bloqueador neuromuscular aplicação lenta competitivo ou despolarizante Transferência placentária Competição com Ach pelos receptores nicotínicos: ligação do BNM inibe Neostigmina aumenta a concentração receptor de Ach fazendo com que os receptoresantagonistas não funcionem, o Plano 4: anestesia profunda, perda total aumentar Ach vai pro coração por causa dos reflexos, globo ocular centralizado do SNP, mas se dosar Atropina Estágio IV: SNC bastante deprimido, (antagonista muscarínico) que não chega apnéia, bradicardia, mucosas pálidas e no coração cianóticas Estágios de Guedel No monitor: Estágio I FC: Início aplicação até perda da PA: consciência f: Movimentos voluntários ETCO2: Liberação adrenalina Sat O2: Estágio II T°: Perda da consciência até padrão ECG respiratório regular Excitação e delírio, movimentos involuntários Reflexos exacerbados - Efeitos liberação adrenalina: taquipnéia, hiperventilação, taquicardia Nistagmo: equinos Sialorréia: ruminantes e felinos Vômito Estágio III: planos: 1,2,3e4 Anestesia cirúrgica Depressão progressiva dos reflexos Respiração lenta e regular Ausência reflexo deglutição Dividido em 4 planos: Plano 1: movimentos oculares (nistagmo) Plano 2: anestesia leve (cirurgias pouco cruentas), respiração regular e estável, ausência do reflexo laríngeo, rotação GO, reflexo palpebral bastante diminuído, corneal vigoroso, relaxamento e analgesia adequados para maioria dos procedimentos cirúrgicos, miose Plano 3: cirurgias cruentas, anestesia média, respiração predominantemente diafragmática, reflexo corneal bastante deprimido, globo ocular centralizando, pupila levemente dilatada