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exercicio 6_fixacao php - Introdução aos estudo histórico

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O texto acima propõe uma revisão da tese do “homem cordial”, desenvolvida pelo seguinte intelectual brasileiro:
O texto acima propõe uma revisão da tese do “homem cordial”, desenvolvida pelo seguinte intelectual brasileiro:
A) João Ubaldo Ribeiro.
B) Machado de Assis.
C) Afonso Arinos de Melo Franco.
D) Sérgio Buarque de Holanda.
E) Ribeiro Couto.

Em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda utiliza o conceito de “homem cordial”
Em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda utiliza o conceito de “homem cordial”
A) para indicar como a cordialidade foi imprescindível para a consolidação da democracia no Brasil, criando instituições marcadas pelas relações familiares e pessoais.
B) como fruto da análise da psicologia do brasileiro, por meio da qual busca estabelecer os traços genéricos da cultura nacional.
C) como um tipo ideal, sem existência efetiva; com esse conceito, busca compreender a conduta dos agentes sociais sem pretender fixar um caráter nacional.
D) para descrever o modo de ser de todo brasileiro, isto é, um indivíduo afetuoso e acolhedor, características elogiadas pelos estrangeiros que visitam o país.
E) para definir o caráter nacional brasileiro, cuja origem encontra-se em nossos ancestrais ibéricos.

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Questões resolvidas

O texto acima propõe uma revisão da tese do “homem cordial”, desenvolvida pelo seguinte intelectual brasileiro:
O texto acima propõe uma revisão da tese do “homem cordial”, desenvolvida pelo seguinte intelectual brasileiro:
A) João Ubaldo Ribeiro.
B) Machado de Assis.
C) Afonso Arinos de Melo Franco.
D) Sérgio Buarque de Holanda.
E) Ribeiro Couto.

Em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda utiliza o conceito de “homem cordial”
Em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda utiliza o conceito de “homem cordial”
A) para indicar como a cordialidade foi imprescindível para a consolidação da democracia no Brasil, criando instituições marcadas pelas relações familiares e pessoais.
B) como fruto da análise da psicologia do brasileiro, por meio da qual busca estabelecer os traços genéricos da cultura nacional.
C) como um tipo ideal, sem existência efetiva; com esse conceito, busca compreender a conduta dos agentes sociais sem pretender fixar um caráter nacional.
D) para descrever o modo de ser de todo brasileiro, isto é, um indivíduo afetuoso e acolhedor, características elogiadas pelos estrangeiros que visitam o país.
E) para definir o caráter nacional brasileiro, cuja origem encontra-se em nossos ancestrais ibéricos.

Prévia do material em texto

08/11/2025 11:44:43 1/5
REVISÃO DE SIMULADO
Nome:
ALESBELL ALVES CAMPELLO
Disciplina:
Introdução aos Estudos Históricos
Respostas corretas são marcadas em amarelo X Respostas marcardas por você.
Questão
001 Leia o texto a seguir.
“O homem cordial pode ser visto como um tipo ideal weberiano: ele seria o precipitado
de uma formação social caracterizada pela onipresença da esfera privada, logo, pelo
primado das relações pessoais. Ora, a cordialidade não deve ser compreendida como
uma característica essencialmente brasileira, mas antes como um traço estrutural de
sociedades cujo espaço público enfrenta dificuldades para afirmar sua autonomia em
relação à esfera privada. O conceito de cordialidade é um importante instrumento
analítico para o estudo de grupos sociais dotados de elevado grau de autocentramento,
portanto, em alguma medida, resistentes a pressões externas. ” (Rocha, João Cezar de
Castro. Brasil nenhum existe. Folha de São Paulo, Domingo, 09 de janeiro de 2000).
O texto acima propõe uma revisão da tese do “homem cordial”, desenvolvida pelo
seguinte intelectual brasileiro:
A) Afonso Arinos de Melo Franco.
X B) Sérgio Buarque de Holanda.
C) Ribeiro Couto.
D) João Ubaldo Ribeiro.
E) Machado de Assis.
Questão
002 Leia.
Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será
de cordialidade - daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza [afabilidade] no
trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos
visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro, na medida, ao
menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de
convívio humano, informados no meio rural e patriarcal. Seria engano supor que essas
virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes expressões de um
fundo emotivo extremamente rico e transbordante. Nossa forma ordinária de convívio
social é, no fundo, justamente o contrário da polidez.
HOLANDA, S. B. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, pp. 146-147.
Em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda utiliza o conceito de “homem cordial
A) para indicar como a cordialidade foi imprescindível para a consolidação da democracia
no Brasil, criando instituições marcadas pelas relações familiares e pessoais.
X B) para definir o caráter nacional brasileiro, cuja origem encontra-se em nossos ancestrais
ibéricos.
C) para descrever o modo de ser de todo brasileiro, isto é, um indivíduo afetuoso e
acolhedor, características elogiadas pelos estrangeiros que visitam o país.
D) como um tipo ideal, sem existência efetiva; com esse conceito, busca compreender a
conduta dos agentes sociais sem pretender fixar um caráter nacional.
E) como fruto da análise da psicologia do brasileiro, por meio da qual busca estabelecer os
traços genéricos da cultura nacional.
08/11/2025 11:44:43 2/5
Questão
003 Leia o texto.
Essa também foi a década (1980) em que começaram a se expandir e a dar frutos os
programas de pós-graduação de várias instituições universitárias, que cresceram em
função das políticas do governo do general Geisel (1974-79), também responsável pelo
início de um processo de "abertura lenta e gradual" que, contudo, não excluiu a
permanência de procedimentos de repressão dura e violenta. Mas, de toda forma, a
década de 1980, no Brasil, foi a da anistia (1979), a do desenvolvimento dos
movimentos sociais e a de uma luta vigorosa pelo fim do regime militar, presidida pela
palavra de ordem da redemocratização e materializada na expressiva manifestação que
foi a campanha pelas "Diretas já", em 1984.
GOMES, Ângela de Castro. Questão social e historiografia no Brasil do pós-1980: notas
para um debate. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, nl) 34, julho-dezembro de 2004,
p. 157-186.
 
A tese central da autora é de que
X A) houve crescimento dos programas de pós-graduação em história.
B) as mudanças sociais ocorridas nos anos 1980 pressionaram às mudanças no campo da
história.
C) ainda havia censura na historiografia feita nos anos 1980.
D) houve retrocessos nos movimentos sociais e avanços no campo da história nos anos
1980.
E) havia luta vigorosa dos movimentos sociais pela abertura política.
Questão
004 Leia o texto para responder às questões 6 e 7.
“O desenvolvimento de diferentes áreas de estudo e a sofisticação das pesquisas
elaboradas tornam complexa a tarefa de mapear as diversas tendências históricas que
se entrecruzam no país, marcadas por uma grande variedade e riqueza, desde então.
Das questões femininas e do gênero à masculinidade, da sexualidade às relações
raciais, da história do público ao privado, da ciência à religiosidade e à magia, da
cultura erudita à cultura popular e à mídia, da história social à história cultural,
assistimos a uma crescente produção acadêmica, criativa, instigante e polêmica, nas
últimas décadas.
De modo geral, essa produção acadêmica procura acompanhar e atualizar-se com os
desenvolvimentos teóricos e temáticos que se produzem no exterior, em especial, na
França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, de onde vêm nossas principais referências
teóricas, metodológicas e temáticas. Contudo, também fica clara a preocupação de
trabalharem-se as especificidades locais das experiências históricas tal qual se
constituem no país, nos diferentes estados, cidades e municípios e outras regiões,
diferindo radicalmente, daquelas vivenciadas em outros contextos históricos.
Segundo o texto, a pluralização das abordagens e temáticas que a historiografia
brasileira passou nos anos 1990 se deveu ao fato de
A) os historiadores brasileiros procurarem se atualizar e acompanhar as mudanças
ocorridas na historiografia produzida em outras partes
B) haver uma demanda por diversidade e novas narrativas advindas dos movimentos
sociais
X C) haver internacionalização das instituições de ensino superior no Brasil, grandes
produtoras de conhecimento histórico.
D) modelos historiográficos desenvolvidos pelos próprios historiadores brasileiros terem
sido apropriados pela historiografia estrangeira
E) os historiadores perceberem que seria impossível produzir conhecimento histórico sem
dialogar com cidades, regiões e estados
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Questão
005 Julgue as alternativas abaixo sobre a historiografia brasileira dos anos 1970.
I- A história tornou-se objeto de saber relevante para vários intelectuais das mais
diferentes universidades brasileiras.
II- Os estudos históricos estavam sob tutela da ditadura militar e só no fim da década
ganharam alguma autonomia.
III- Mesmo sob tutela, essa década marcou as primeiras ações de uma nova
historiografia no Brasil com temas, propostas e objetos diferentes.
 
As alternativas corretas são
A) somente II
B) somente I e II
C) I, II e III.
D) somente I e III
X E) somente I.
Questão
006 Leia.
A teoria da democracia racial, derivada a partir da hipótese de pesquisa desenvolvida
por Gilberto Freyre, principalmente com sua obra “Casa-Grande e Senzala”, pode ser
relacionada à política de cotas implementada nos institutos federais a partir da Lei
12.711 de 29 de agosto de 2012. Dentre as opções abaixo, marque a CORRETA em
relação aos conteúdos do enunciado acima.
A) A teoria da democracia racial de Freyre tem por princípio desvelar todas as formas de
violência de brancos contra negros no Brasil, amparando teoricamente a adoção de
cotas raciais como forma de compensação histórica.
B) A teoria desenvolvida por Gilberto Freyre contribui para explicar a diferença entre os
níveis de violência racial ocorridos nos EUA e no Brasil, bem como sustenta
teoricamente a política de cotas raciais adotada em nosso país.
C) A teoria da democracia racial, derivada da obra de Freyre, sustenta uma suposta
convivência pacífica e democrática entre os negros, indígenas e brancos europeus, de
modo a sustentar a política de cotas raciais.
D) A teoria desenvolvida por Freyre atribui uma visão romantizada da realidade, tornando
invisíveis várias formas de violência praticadas por brancos europeus em relaçãoaos
negros. A política de cotas raciais, nesse sentido, visa validar a teoria de Freyre.
X E) A teoria da democracia racial, derivada da obra de Freyre, mascara em grande medida
a violência praticada por brancos contra negros no Brasil, sustentando de certo modo
parte das críticas atribuídas à adoção de cotas raciais no país.
08/11/2025 11:44:43 4/5
Questão
007 “O desenvolvimento de diferentes áreas de estudo e a sofisticação das pesquisas
elaboradas tornam complexa a tarefa de mapear as diversas tendências históricas que
se entrecruzam no país, marcadas por uma grande variedade e riqueza, desde então.
Das questões femininas e do gênero à masculinidade, da sexualidade às relações
raciais, da história do público ao privado, da ciência à religiosidade e à magia, da
cultura erudita à cultura popular e à mídia, da história social à história cultural,
assistimos a uma crescente produção acadêmica, criativa, instigante e polêmica, nas
últimas décadas.
De modo geral, essa produção acadêmica procura acompanhar e atualizar-se com os
desenvolvimentos teóricos e temáticos que se produzem no exterior, em especial, na
França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, de onde vêm nossas principais referências
teóricas, metodológicas e temáticas. Contudo, também fica clara a preocupação de
trabalharem-se as especificidades locais das experiências históricas tal qual se
constituem no país, nos diferentes estados, cidades e municípios e outras regiões,
diferindo radicalmente, daquelas vivenciadas em outros contextos históricos.
RAGO, Margareth. A ‘nova’ historiografia brasileira. Anos 90, Porto Alegre, nº11, julho
1999. P. 74.
O texto acima, de Margareth Rago, analisa a historiografia brasileira dos anos 1990. A
ideia central defendida pela autora é a de que a historiografia dos anos 1990 no Brasil
A) militou junto aos movimentos sociais ao defender determinadas pautas e temas
historicamente negados aos estudos históricos
B) caracterizou-se por uma pluralidade de temas, perspectivas teóricas e influências
C) promoveu ampliação das temáticas ligadas à diversidade e o recrudescimento dos
objetos de estudo
D) ampliou seu repertório de temas e abordagens, a partir de um desenvolvimento isolado
dos historiadores nacionais
X E) advogou uma especificidade nas suas temáticas e objetos de estudo frente ao que era
feito em outros países
Questão
008 Leia o texto.
"A história cultural, outrora uma Cinderela entre as disciplinas, desprezada por suas
irmãs mais bem-sucedidas, foi redescoberta nos anos 1970 (...). Desde então vem
desfrutando de uma renovação, sobretudo no mundo acadêmico - a história
apresentada na televisão, pelo menos na Grã-Bretanha, continua sendo em sua maior
parte militar, política e, em menor extensão, social. (...). O propósito deste livro é
exatamente explicar não apenas a redescoberta, mas também o que é história cultural,
ou melhor, o que os historiadores culturais fazem."
BURKE, Peter. O que é história cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005, p.7.
Marque a alternativa correta
A) A "virada cultural" não atingiu o âmbito externo à academia, mas está ligada a uma
mudança na percepção manifestada em expressões como "cultura da pobreza" e
"cultura do medo", assim como no debate sobre multiculturalismo e nas chamadas
"guerras de culturas".
B) a nova história cultural pouco renovou os parâmetros usados na historiografia brasileira
devido às barreiras linguísticas.
C) A ascensão da história cultural não está associada a uma "virada cultural" mais ampla
nos estudos universitários, em termos de ciência política, geografia, economia,
psicologia, antropologia e estudos culturais
X D) Dentro da produção da chamada nova história cultural destacam-se as contribuições
dos estudos pós-coloniais e feministas, que ofereceram novas abordagens, novas
perspectivas e novos problemas históricos
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E) Para historiadores da nova história cultural as relações econômicas e sociais são
anteriores às culturais e as determinam; elas próprias não são constituintes da prática
cultural e produção cultural, os principais objetos de estudo da história cultural.