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FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 
CURSO DE GRADUAÇÃO BIOMEDICINA 
LAURA DOS SANTOS LIGABUE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA 
APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: REVISÃO 
DE LITERATURA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 
CURSO DE GRADUAÇÃO BIOMEDICINA 
LAURA DOS SANTOS LIGABUE 
 
 
 
 
 
 
 
 COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS DO 
POLIMETILMETACRILATO E ÁCIDO HIALURÔNICO: REVISÃO DE LITERATURA 
 
 
 
 
 
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso 
(TCC) apresentado ao Centro Universitário 
Ritter dos Reis como parte das exigências para 
obtenção do título de bacharel em 
Biomedicina. 
Orientadora: Dra. Isabel C. F. Damin 
 
 
 
 
 Porto Alegre 
 2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DEDICATÓRIA 
Começo essa dedicatória agradecendo primeiramente a Deus, ele que é a razão de toda alegria e bênção 
que recebo. Ele que é a razão da família que eu tenho e venho aqui hoje agradecer aos meus pais, eles 
que nunca mediram esforços para que eu realizasse todos os meus sonhos, principalmente a tão sonhada 
formação na faculdade, agradeço ao meu irmão que sempre esteve do meu lado sendo aquele ombro 
amigo e confidente. Agradeço a vocês pela grande paciência comigo, por cada palavra de incentivo e cada 
ensinamento que me fez chegar até aqui hoje com a certeza que tenho as melhores pessoas ao meu lado. 
Esse trabalho também é uma conquista de vocês e é nossa conquista e dedico a vocês com todo meu 
amor e gratidão. 
 
 
 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
 
Figura 1 – Paciente com eritema e ETIP………………………………………………18 
Figura 2 – Imagem da revista mostra infecção que surgiu após preenchimento 
labial……….................................………………………………………………………..19 
Figura 3- Imagem do paciente que indica nódulos após preenchimento labial……19 
Figura 4- imagem mostra situação de uma paciente após passar pela cirurgia de 
remoção do PMMA que precisou ser feita em recorrência de uma reação 
alérgica………………………………………………………………………..……………20 
Figura 5- Imagem relata situação de paciente após preencher os lábios com PMMA 
e 24h depois começou a sentir fortes dores, edema e cianose, sendo diagnostica 
com embolia na artéria facial causada pelo produto………………………………….20 
Figura 6- Imagem mostra paciente que fez enxerto de PMMA para aumento do 
glúteo com surgimento de necrose e corpo recusando o material…………………..21 
Figura 7- Imagem mostra que paciente fez aplicação do PMMA como preenchedor 
em mais de uma região do rosto e ficou com deformidades…………………………21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
 
Tabela 1 – Comparação entre as vantagens e desvantagens do Ah e PMMA ..... 21 
Tabela 2 – Artigos escolhidos para compor a discussão da revisão. ............................ 22 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLA 
 
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas 
RS- Rio Grande do Sul 
AH- Ácido Hialurônico 
PMMA- Polimetilmetacrilato 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 SUMÁRIO 
1. RESUMO………………………………………………………………......................................11 
2. ABSTRACT…………………………………………………………...............……………......12 
3. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………........................13 
4. METODOLOGIA...................................................................................................................14 
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES.........................................................................................15 
5.1. ÁCIDO HIALURÔNICO (AH).............................................................................................15 
5.2. POLIMETILMETACRILATO (PMMA)............................................................................16 
5.3. INTERCORRÊNCIAS....................................................................................................17 
5.3.1. INTERCORRÊNCIAS COM ÁCIDO HIALURÔNICO.................................................17 
5.3.2. INTERCORRÊNCIAS COM POLIMETILMETACRILATO.........................................19 
5.4. COMPARAÇÃO ENTRE OS PREENCHEDORES.......................................................22 
6 CONCLUSÃO....................................................................................................................26 
7 REFERÊNCIAS.................................................................................................................27 
ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento….....…............30 
.. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ARTIGO SUBMETIDO À REVISTA CIENTÍFICA – NÚCLEO DO CONHECIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA 
APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: 
REVISÃO DA LITERATURA 
 
Laura dos Santos Ligabue 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
*Acadêmico do curso de Graduação em Biomedicina da UNIRITTER 
Endereço: Oliveira Lopes, 1450- sarandi, Porto Alegre – RS – Brasil. 
E-mail: lauraligabue@hotmail.com 
Telefone: 51995758003 
 
 
 
 
 
 
1. RESUMO 
O mundo da estética tem como o objetivo elevar a autoestima de pacientes que buscam 
melhorar algum aspecto facial ou corporal. Para adquirir esses resultados tem-se um dos 
produtos mais conhecidos, o ácido hialurônico que é um preenchedor de origem natural, 
sendo o mais utilizado por profissionais da área da saúde. É aprovado e recomendado pela 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) mas ainda assim pode acometer com 
algumas intercorrências, geralmente leves. Além do ácido hialurônico também existe um 
preenchedor artificial conhecido como metilmetacrilato (PMMA), ele possui aprovação da 
ANVISA somente em casos recomendados por médicos especializados. No entanto é 
comum ver casos de profissionais da aréa da saúde aplicando esse produto de forma 
indevida o que apresenta grandes intercorrências, podendo ser com complicações mais 
severas e em alguns casos até irreversíveis. Essas complicações geralmente se devem 
pela aplicação feita de forma irregular ou o produto inapropriado utilizado, assim, com 
explicações sobre os preenchedores, exemplos das intercorrências e a soluções para cada 
complicação é possível que o profissional qualificado possa ter o consentimento sobre qual 
produto usar. Em resumo analisa-se nessa revisão de literatura que o ácido hialurônico 
apesar de ser um preenchedor não permanente e que após um período de tempo necessita 
reaplicação, ainda é a melhor escolha para o profissional especializado para realizar 
procedimentos seguros e confortáveis aos seus pacientes. 
 
 
 
 
 
 
 
PALAVRAS-CHAVE: Ácido hialurônico, Polimetilmetacrilato, intercorrência, 
preenchimento e estética. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. ABSTRACT 
 
The world of aesthetics aims to raise the self-esteem of patients who seek to improve 
some facial or body aspect. To acquire these results there is one of the best known products, 
hyaluronic acid, which is a filler of natural origin, being the mostused by health professionals. 
It is approved and recommended by the National Health Surveillance Agency (ANVISA) but 
it can still result in some complications, usually mild. In addition to hyaluronic acid, there is 
also an artificial filler known as methylmethacrylate (PMMA), it has ANVISA approval only in 
cases recommended by specialized doctors. However, it is common to see cases of health 
professionals applying this product improperly, presents major incidents, which may be with 
more severe complications and in some cases even irreversible. These complications are 
usually due to the irregular application or the inappropriate product used, thus, with 
explanations about the fillers, examples of complications and solutions for these, it is possible 
that the qualified professional can have knolege on which product to use.These complications 
are usually due to the irregular application or the inappropriate product used, thus, with 
explanations about the fillers, examples of complications and solutions for each complication 
it is possible that the qualified professional can have consent on which product to use. In 
summary, it is analyzed in this literature review that hyaluronic acid, despite being a non-
permanent filler and that after a period of time needs reapplication, is still the best choice for 
the specialized professional to perform safe and comfortable procedures for their patients.
 
 
 
 
3. INTRODUÇÃO 
 
O uso de preenchedores na aréa da estética tem crescido de forma significativa, cada 
vez mais pacientes buscam a melhora da imagem ou até mesmo resolver problemas 
relacionados à saúde. Entre os preenchedores mais utilizados tem-se o ácido hialurônico 
e o polimetilmetacrilato, ambos tem o objetivo de preencher regiões faciais e corporais, 
além de melhorar rugas e corrigir imperfeições. O ácido hialurônico é um componente de 
origem natural, presente no nosso corpo e com grande parte da sua composição sendo de 
água, assim ele é absorvido pelo corpo ao longo do tempo e possui uma durabilidade de 
oito a doze meses. 
O ácido hialurônico (AH) é considerado o melhor preenchedor tanto facial como 
corporal com mínimos casos de intercorrências e rejeições. No entanto o 
Polimetilmetacrilato (PMMA) é um preenchedor de origem artifical, feito de matéria 
sintética, assim, possui durabilidade vitalícia, por ser um produto não absorvido pelo corpo 
se nota grandes casos de intercorrências sendo até proibido a aplicação em alguns casos. 
Como vantagem do ácido hialurônico temos a oferta de resultados temporários, mas 
seguros por ser absorvido e possui uma enzima para degradação chamada hialuronidase, 
como desvantagem é referido a ser um procedimento que necessita a reaplicação entre 
seis a doze meses por não ser permanente. Já o pmma possui a vantagem em ter 
resultados únicos, que não necessitam reaplicação, no entanto é considerado de alto risco 
pois uma vez aplicado não é possível a remoção de forma fácil, sendo mais difícil a solução 
de intercorrências. 
A aplicação de ambos preenchedores é feita pela mesma forma, com micro cânulas 
que podem ir da camada mais externa até a interna da pele e devem ser feitas apenas por 
profissionais especializados nessa área. 
O objetivo deste trabalho é fazer a comparação de ambos os preenchedores, focando 
nas intercorrências e mostrando as vantagens e desvantagens do ácido hialurônico e 
polimetilmetacrilato. Além disto, este trabalho busca fazer uma revisão da literatura dos 
preenchedores, analisar suas possíveis complicações e analisar as melhores práticas para 
minimizar os riscos a pacientes que desejam realizar tais procedimentos. Desta forma 
contribuindo com mais informações para a população e profissionais da área da saúde. 
 
 
 
 
 
4. METODOLOGIA 
 
Para a condução deste estudo foi feita uma análise de literatura a partir da leitura 
de trabalhos e artigos publicados nas plataformas PubMed e Scielo. Os termos utilizados 
para a busca foram “ácido hialurônico”, “propriedades do ácido hialurônico”, 
“polimetilmetacrilato” e “propriedades do polimetilmetacrilato”, seus respectivos termos em 
inglês “hialuronium acid”, “hyaluronic acid properties”, “polymethylmethacrylate” e 
“properties of polymethylmethacrylate”. Após foi realizada uma seleção dos artigos e os 
que contém o título relacionado com o tema proposto foram escolhidos. 
Os artigos selecionados estão publicados na íntegra, na língua inglesa, portuguesa 
e espanhola, que contemplem o objetivo proposto neste trabalho e que sejam publicados 
entre os anos de 2013 e 2024. Foram excluídos artigos que falam de métodos de 
associação de ácido hialurônico ao uso corporal e uso do polimetilmetacrilato em 
diferentes procedimentos além de preenchimento. E foram aceitos somente artigos que 
tratem sobre as propriedades do ácido hialurônico e do Polimetilmetacrilato, como é 
realizada as suas aplicações para preenchimento além de como o AH é importante no 
processo de rejuvenescimento facial, o processo de remoção do PMMA e intercorrências 
causadas pelos mesmos. Nesta revisão foram utilizado um total de 20 artigos. 
 
 
 
 
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
5.1 Ácido hialurônico (AH) 
O ácido hialurônico é originado de um polissacarídeo bi polímero de ácido D-
glicurônico (GlcUA) e N-acetilglicosamina (GlcNAc) unidas alternadamente por ligações 
glicosídicas β-1,3 e β-1,4. Esse polissacarídeo é encontrado na pele, cartilagem, osso e 
fluido sinovial (líquido encontrado entre as articulações) que são conhecidos como tecido 
conjuntivo dos mamíferos, cordão umbilical, humor vítreo e a crista de galo (DAHER et al., 
2019). Também pode ser obtido por meio da fermentação de bactérias que é indicada para 
pessoas sensíveis que acometem a alguma alergia do AH extraído dos animais (HOARE 
et al., 2014). 
A consistência do ácido hialurônico é gelatinosa, com alta viscosidade e pela sua 
capacidade de atrair moléculas de água (H2O) possui grande intensidade de hidratação. 
Quando associado a uma solução aquosa neutra, ocorrem ligações por pontes de 
hidrogênio entre as moléculas de água com os grupos carboxila e N-acetil, tornando-se 
com limitações na sua flexibilidade, rigidez conformacional e a retenção da água (SILVA 
et al., 2023). 
O corpo contém cerca de 56% de ácido hialurônico o que torna uma pessoa de 
idade mais nova com uma pele estática e lisa, porém com o envelhecimento o corpo passa 
a diminuir a produção desse ácido gerando então o surgimento de uma pele sem 
elasticidade, com pouca hidratação e cooperando com o aumento de rugas (Chacur, 2016) 
 No ano de 1934, o laboratório de Bioquímica do Departamento de Oftalmologia da 
Universidade de Columbia Karl Meyer e seu assistente, John Palmer começaram estudos 
sobre o AH com análise no humor vítreo bovino. Apenas em 1950 que a estrutura e as 
propriedades do ácido hialurônico foram determinadas, mas somente no ano de 2003 o 
AH passou a ser considerado preenchedor natural se tornando o método mais usado pelo 
mundo atualmente (Palazi, 2020). 
Esteticamente falando, o ácido hialurônico tem o objetivo de rejuvenescer a pele 
atuando no processo de preenchimento, suavização de rugas, contorno e aumento facial. 
É realizado em regiões como boca, olheiras profundas, sulcos e rugas, melhor projeção 
de mento, malar e mandíbula e melhorar aspectos com algum relevo como na 
rinomodelação (ÁLVARES et al., 2020). Qualquer procedimento deve ser sempre realizado 
por profissionais da área da saúde especializado, além da capacidade do AH injetável 
 
 
 
temos também diversos cremes faciais com a sua composição, mas possuem a função 
apenas de hidratação pela sua capacidade de absorção de maior quantidade de água 
deixando a pele hidratada e suavizando o envelhecimento (Viana, 2022). 
 A aplicação do ácido hialurônico é realizada por micro agulhas e/ou cânulas, a 
injeção pode ir da parte mais superficial do rosto atéa camada mais profunda, dependendo 
da área que será aplicado. Desde 1998 quando iniciou a aplicação do AH em 
procedimentos dérmicos foi analisada a durabilidade de 6 a 12 meses se permanecendo 
até então (Rubez, 2014). 
Existem diversos fabricantes de preenchedores do AH onde podem se diferenciar 
suas características, reticulações, tamanho das partículas e porcentagem de AH presente. 
A densidade é o que diferencia as áreas de aplicação e resultado que se deseja, AH com 
uma densidade maior são utilizados em regiões com mais profundidade onde se busca um 
aumento do volume e definição maiores como em casos da projeção ou reforma de mento 
(queixo), mandíbular e malar. 
Os AH de média e baixa definição são recomendados para regiões em que se 
procura um resultado mais sutil como labios e olheiras. Além da forma de AH como 
preenchedor temos também a opção que apenas adiciona hidratação a pele, esse método 
é chamado de skinboosters (HEE et al 2015). 
 
5.2 Polimetilmetacrilato (PMMA) 
O polimetilmetracrilato é conhecido como PMMA, e é considerado um polímero 
composto por microesferas que após serem absorvidas se tornam permanente no corpo, 
estimulando a neocolagênese posterior a um processo inflamatório aumentando as fibras 
de colágenos presentes nos fibroblastos (KURIMORI et al.,2023). 
O PMMA foi descoberto na década de 1940, mas ainda sim é uma incerteza sobre 
as informações e estudos em cima da resposta do produto ao corpo humano (PAPAZIAN 
et al., 2018). Ele é utilizado no preenchimento de sulcos, rugas profundas, cicatrizes, 
defeitos dérmicos, tecidos moles e ósseos. De acordo com Agência Nacional de Vigilância 
Sanitária (ANVISA) só é permitido o uso do PMMA em situações onde necessita correções 
causadas por uma lipodistrofia e correções de volume facial e corporal, mas em áreas com 
irregularidades ou depressão óssea (SECANHO et al., 2023). 
Esse método de bio plastia pode ser aplicado apenas por dermatologistas ou 
cirurgiões médicos especializados nessa área, por razão do grande número de ocorrências 
 
 
 
de complicações em casos realizados em clínicas clandestinas (ANVISA, 2018; OLIVEIRA, 
2020; SBCP, 2022). O procedimento é um dos mais procurados pela população pelo seu 
baixo custo e fácil aplicação, mas por ser permanente ele é considerado pela ANVISA 
como IV, sendo de alto risco em intercorrências e deformidades. Não possui 
contraindicações, mas não cita diretrizes que o recomendam para correções estéticas 
(CRUZ et al., 2021). 
Além disso, sua aplicação é bem similar ao do ácido hialurônico, pode ser realizada 
com micro agulhas ou cânulas e em áreas mais superficiais ou profundas a depender do 
local a ser feito o procedimento (VEN & LEMPERLE et al. 2014). 
 
5.3 Intercorrências 
5.3.1 Intercorrência com ácido hialurônico 
O ácido hialurônico possui baixas chances de uma possível complicação e quando 
surgem geralmente são resolvidas de forma rápida e indolor, as intercorrências podem 
aparecer de forma precoce ou tardia por tanto o profissional deve estar atento e 
acompanhar seu paciente nos pós procedimento e sempre escolher um material 
registrado, seguro e eficaz (DAHER et al. 2019). O AH ainda possuí um grande ajudante 
em casos de complicações que é a enzima hialuronidase, ela ao ser aplicada degrada o 
AH eliminando ele por completo e assim conseguindo refazer o procedimento ou apenas 
a remoção em caso de desistência (BALASSIANO E BRAVO et al., 2014). Alguma 
intercorrência tem sido observadas como: 
 
 Eritema e edema são causados na maioria dos casos em que se faz o uso de 
injeções, podem surgir como uma vermelhidão que dura horas após o procedimento e 
podem ser tratados com anti-histamínicos ou esteroides. No entanto o edema vem 
acompanhado de inchaço que pode durar até dias, ou surgir de forma tardia conhecido 
como ETIP (Edema Tardio Intermitente e Persistente) aparecendo 30 dias após a 
aplicação do AH e podem ser tratados com compressas de gelo e prednisona oral 
(ROSTEY et el., 2020), como pode ser observado na figura 1. 
 
 
 
 
 
 
Figura1: Paciente com eritema e ETIP, edema tardio. 
 
Fonte: Instituto Velasco (2021) 
 
 
Equimose e hematoma são rompimentos dos vasos sanguíneos onde a equimose 
é uma perfuração mais superficial causando apenas roxinhos esverdeados. O hematoma 
é causado por um rompimento mais severo do vaso sanguíneo causando manchas 
escuras e elevação na pele, na hora da aplicação talvez sejam necessárias compressas e 
em caso de sangramento intenso até uma cauterização. Apesar da gravidade das reações 
ambos tendem a desaparecer de 5 a 10 dias apos o aparecimento (WITMANOWSKI et al., 
2020). 
 
Infecção pode ocorrer de forma viral ou bacteriana e é causada na fabricação do 
produto ou com uma assepsia incorreta, por isso a higienização da pele antes de qualquer 
aplicação é essencial. Os sintomas de infecção começam com eritema, coceira e 
sensibilidade no local aplicado, após um tempo nódulos flutuantes e sintomas sistémicos 
começam a surgir e se não tratados podem resultar em um abcesso. No caso de infecção 
se deve fazer uma incisão e drenagem antes da aplicação da hialuronidase pois se 
aplicada pode causar efeito contrário, espalhando para o resto do corpo (GUTMANN e 
DUTRA et al., 2018). Indicado na figura 2. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 2: Imagem da revista mostra infecção que surgiu após preenchimento labial 
 
Fonte: Redação Veja São Paulo (2019) 
 
Nódulos são caracterizados por inchaço escurecidos, diferentes do eritema, são 
causados pela aplicação incorreta do profissional e posicionamento do produto, podem 
surgir de forma precoce ou tardia e podem ser resolvidos apenas com massagens local 
(WITMANOWSKI et al., 2020). Indicado na figura 3. 
 
Figura 3: Imagem do paciente que indica nódulos após preenchimento labial. 
 
Fonte: UOL (2021) 
 
Necroses são ocasionadas após uma aplicação incorreta que ocorre uma oclusão 
vascular, impedindo o fluxo sanguíneo até aquela região causando com o passar do tempo 
a morte do tecido. Além da aparência disforme causa dor e muito desconforto, é 
considerada a intercorrência mais grave do AH (HASSAN GALADARI MD et al., 2020). 
5.3.2 Intercorrências com PMMA 
As intercorrências com o PMMA podem ser similares ao do AH, sendo tanto 
precoces como tardias, porém com um alto grau de complicação maior pois a única 
 
 
 
maneira de resolver a maioria das intercorrências é a remoção total do produto e por ser 
um produto artificial não possui enzimas para sua degradação, então a retirada é feita de 
forma bem dolorosa e complicada onde o profissional adequado deve “mutilar” a paciente, 
abrindo sua pele, mas na retirada acaba removendo pedaços do tecido junto o que pode 
gerar consequências (KURIMORI et al., 2019). 
As complicações do PMMA são tão severas que já se ouviu casos onde a paciente 
adquiriu hipercalcemia grave e doença renal crônica avançada após a aplicação do 
produto preenchedor (BRAZ.J. NEPHROL et el., 2021). Nas figuras 4, 5, 6 e 7 apresentam 
casos de complicações. 
 
Figura 4: Na imagem mostra situação de uma paciente após passar pela cirurgia de remoção do PMMA 
que precisou ser feita em recorrência de uma reação alérgica. 
 
Fonte: G1 São Paulo (2024) 
 
Figura 5: Imagem relata situação de paciente após preencher os lábios com PMMA e 24h depois começou 
a sentir fortes dores, edema e cianose, sendo diagnostica com embolia na artéria facial causada pelo pmm 
 
Fonte: Revista Brasileira de Otorrinolaringologista (2007) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 6: Na imagem mostra paciente que fez enxerto de PMMA para aumento do glúteo com surgimento 
de necrose e corpo recusando o material 
 
Fonte: Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (2019) 
 
Figura 7: Na imagem mostra que paciente fez aplicação do PMMA como preenchedor em mais de uma 
região do rosto e ficou com deformidades.Fonte: Redação (2022) 
 
 
5.4 Comparação entre os preenchedores AH e PMMA 
 
Diante do que foi discutido e apresentado sobre as técnicas de AH e PMMA 
conhecer as vantagens e desvantagens auxiliarão tanto o profissional da saúde quanto o 
paciente a decidir a melhor escolha. Na tabela 1 esta apresentada a comparação das 
vantagens e desvantagens das técnicas com AH e PMMA. 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 1. Comparação das vantagens e desvantagens do acido hialurônico e 
polimetilmetacrilato 
 
 
Técnica Vantagens Desvantagens Artigo 
AH Rejuvenescer a pele atuando no 
processo de preenchimento, 
suavização de rugas, contorno e 
aumento facial. É realizado em 
regiões como boca, olheiras 
profundas, sulcos e rugas, melhor 
projeção de mento, malar e 
mandíbula e melhorar aspectos 
com algum relevo como na 
rinomodelação. 
- ÁLVARES et 
al., 2020 
AH A densidade é o que diferencia 
as áreas de aplicação e resultado 
que se deseja, 
 AH com uma densidade maior 
são utilizados em regiões com 
mais profundidade onde se busca 
um aumento do volume e 
definição maiores como em 
casos da projeção ou reforma de 
mento (queixo), mandíbular e 
malar. 
Os AH de média e baixa 
definição são recomendados para 
regiões em que se procura um 
resultado mais sutil como labios e 
olheiras. Além da forma de AH 
como preenchedor tem-se 
também a opção que apenas 
adiciona hidratação a pele, esse 
método é chamado de 
skinboosters. 
- HEE et al., 
2015 
 
AH O AH ainda possuí um grande 
ajudante em casos de 
complicações que é a enzima 
hialuronidase, ela ao ser aplicada 
degrada o AH eliminando ele por 
completo e assim conseguindo 
refazer o procedimento ou 
apenas a remoção em caso de 
desistência. 
- BALASSIANO 
E BRAVO et 
al., 2014 
AH - O HA possui baixas chances 
de uma possível complicação e 
quando surgem geralmente 
são resolvidas de forma rápida 
e indolor, as intercorrências 
podem aparecer de forma 
DAHER et al. 
2019 
 
 
 
 
 
 
 
precoce ou tardia por tanto o 
profissional deve estar atento e 
acompanhar seu paciente nos 
pós procedimento e sempre 
escolher um material 
registrado, seguro e eficaz 
 
 
AH - Durabilidade de 6 a 12 meses. 
 
RUBEZ, 2014 
Técnica Vantagens Desvantagens Artigo 
PMMA O PMMA é considerado um 
polímero composto por 
microesferas que após serem 
absorvidas se tornam permanente 
no corpo, estimulando a 
neocolagênese posterior a um 
processo inflamatório 
aumentando as fibras de 
colágenos presentes nos 
fibroblastos. 
- KURIMORI et 
al., 2023 
PMMA - As intercorrências com o 
PMMA podem ser similares ao 
do AH, sendo tanto precoces 
como tardias, porém com um 
alto grau de complicação maior 
pois a única maneira de 
resolver a maioria das 
intercorrências é a remoção 
total do produto e por ser um 
produto artificial não possui 
enzimas para sua degradação. 
A retirada é feita de forma bem 
dolorosa e complicada onde o 
profissional adequado deve 
“mutilar” a paciente, abrindo 
sua pele, mas na retirada 
acaba removendo pedaços do 
tecido junto o que pode gerar 
consequências. 
 
KURIMORI KT 
et al., 2019 
PMMA O procedimento é um dos mais 
procurados pela população pelo 
seu baixo custo e fácil aplicação. 
Por ser um material permanente 
ele é considerado pela ANVISA 
como IV, sendo de alto risco em 
intercorrênciase deformidades. 
Não possui contraindicações, 
mas não cita diretrizes que o 
recomendam para correções 
estéticas. 
CRUZ et al., 
2021 
PMMA - As complicações do PMMA são 
tão severas que já se ouviu 
casos de hipercalcemia grave e 
doença renal crônica avançada 
após a aplicação do produto 
BRAZ.J. 
NEPHROL et 
al., 2021 
 
 
 
preenchedor. 
 
Os artigos considerados relevantes para utilizar na discussão desta revisão estão 
apresentados na Tabela 1. Os artigos abrangem os últimos 10 (dez) anos (2014-2024) e 
totalizam 20 artigos. 
 
 
Tabela 2: Artigos escolhidos para compor a discussão da revisão. 
 
Título do artigo Autores Ano 
Polymethyl methacrylate (PMMA) in clinical 
practice: integrative review on aesthetic 
approaches, complications and regulatory aspects. 
Elydiane L. M; Paula 
Alessandra. K; Paola 
Fernanda. F. 
2024 
Novo protocolo de hialuronidase pulsada em altas 
doses para eventos adversos vasculares de 
preenchimento de ácido hialurônico 
 
Delorenzi, C. 
 
2023 
A Biotecnologia do Ácido Hialurônico e Seus 
Campos de Aplicação 
 
De Medeiros Xavier 
Alves, F.; Da Costa, S. A. 
 
2023 
O Uso do Ácido Hialurônico na Harmonização e 
Rejuvenescimento Facial: Uma Revisão Literária 
 Gonçalves, M. E. G. T. 
 
 
2023 
Os benefícios do ácido hialurônico no tratamento 
do envelhecimento facial: uma revisão integrativa 
Souza, S. P. da S. 2023 
Os riscos do preenchimento com 
polimetilmetacrilato (PMMA): uma revisão de 
literatura. 
Cristiane L. S; Karina L. 
O; Lorrany S. M. S; Pedro 
Henrique S. V. 
2022 
Complicações provocada pelo uso de 
preenchedores permanentes como PMMA. 
Lucca C. D; Hugo M. B. 
P; Luan M. G; Larissa S. 
B; Fernanda K. C; João 
Gabriel S. L; Ricardo S. 
A. Costa. 
2021 
Case reports of hypercalcemia and chronic renal 
disease due to cosmetic injections of 
polymethylmethacrylate (PMMA) 
Arthur G. M; Mauricio L; 
Jose M. D; Milton A.S; 
Roberto C. M. 
2020 
O uso do ácido hialurônico no rejuvenescimento 
facial. 
Suelen C. B. V; Flávia M. 
N; Cláudia M. D. S; Braga 
V; Hermínio M. R; 
2020 
Possíveis intercorrências causadas pelo 
preenchimento facial decorrente da utilização de 
ácido hialurônico na harmonização facial. 
Thaís Rayanne F; José 
B. J. 
2020 
Complicações tardias dos preenchimentos 
permanentes 
 
Daher, José Carlos 
 
2019 
Complicação grave do uso irregular do PMMA: 
relato de caso e a situação brasileira atual 
KurimorI e Cruz 2019 
 
 
 
Complicações vasculares dos preenchimentos 
faciais com ácido hialurônico: confecção de 
protocolo de prevenção e tratamento 
Daher, José Carlos 2019 
Complicações em cirurgias plásticas Kleber T. K; Monique M; 
Dimas A. M; Araldo A. M. 
J; Rolf G. 
2019 
Complicações tardias dos preenchimentos 
permanentes 
 
Vargas. A. F; Amorim. N 
de G; Pintaguy. I. 
2019 
Ácido hialurônico dentro da área de estética e 
cosmética 
Rodrigues, B.; Alves 
Bonami, J. 
2017 
Hyaluronidase in cosmiatry: what should we 
know? 
Almeida. T. R; Nogueira. 
A. F. 
2015 
Possíveis complicações associadas ao ácido 
hialurônico e o processo de reversão utilizando a 
enzima hialuronidase 
 Balassiano e Bravo. 2014 
Eventos adversos do ácido hialurônico injetável. Elisete I. C; Kenata O. A; 
Cristina A. 
2012 
 
 
 
6 CONCLUSÃO 
 
Concluí-se com essa revisão de literatura sobre as intercorrências do ácido 
hialurônico e o polimetilmetacrilato os aspectos importantes para a prática clínica e a 
segurança do paciente. Foram analisadas as vantagens e desvantagens de ambos os 
preenchedores, sendo o AH de origem natural, absorvido pelo corpo, necessitado de 
reaplicação e com uma fácil resolução das intercorrências por conta da enzima 
hialuronidase. Possui índices mínimos de casos de intercorrências e quando apresentados 
são considerados leves como granulomas e hematomas que possuem apenas reação 
direta ao processo de aplicação com perfurocortantes. No polimetimetacrilato, um 
preenchedor de origem artificial, não absorvido pelo corpo e que após aplicado se torna 
permanente no corpo. O PMMA possui intercorrências recorrentes mais severas como 
infecções, rejeições e até necrose do tecido. Pois, por ser permanente não possui enzimas 
ou substâncias que possam retirar o produto do corpo após aplicado, sendo assim de dificil 
solução para os casos de complicações. Dessa forma a escolha do preenchedor que deve 
ser utilizado deve ser analisado de forma cuidadosa com cada paciente, porém, sempre 
lembrando do nível de perigo que a ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) 
determina sobre o pmma e que a melhor escolha independente das desvantagens deve 
ser o queresulte em resultados confiáveis e seguros assim como o ácido hialurônico. 
Ambos preenchedores devem ser aplicados por profissionais da saúde especializados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 REFERÊNCIAS 
 
Ácido Hialurônico: Tudo o que Você Precisa Saber. Disponível em: 
https://www.lucianapepino.com.br/blog/beleza/procedimentos-esteticos/tudo-sobre-acido-
hialuronico/. Acesso em: 05/2024. 
 
biblioteca virtual em saúde. Artigo em PDF. BVS Saúde. 2024. Disponível em: 
https://docs.bvsalud.org/biblioref/2016/10/2380/2013_88.pdf. Acesso em: 09/2024. 
 
BROGLIO, Camila Jakobsen. Possíveis complicações associadas ao ácido 
hialurônico e o processo de reversão utilizando a enzima hialuronidase. 2024. 
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Escola de Saúde e Bem-
Estar. Disponível em: https://repositorio-
api.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/6c3be383-f9b2-4636-acac-
88ade49e1b1e/content. Acesso em: 05/2024 
 
CROCCO et al. Eventos adversos do ácido hialurônico injetável. 2012. Disponível em: 
https://www.redalyc.org/pdf/2655/26552465000. Acesso em: 09/2024. 
 
DAHER, José Carlos et al. Complicações vasculares dos preenchimentos faciais com 
ácido hialurônico: confecção de protocolo de prevenção e tratamento. Revista 
Brasileira de Cirurgia Plástica. 2020. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/rbcp/a/bH39HpzQWcSXQzXHdrpycKQ/abstract/?lang=pt.Acesso 
em: 05/2024. 
 
DAMASCENO. L et al. Complicações provocadas pelo uso de preenchedores 
permanentes como PMMA. Brazilian Journals Publicações de Periódicos. 2021. 
Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/37824. 
Acesso em: 05/2024. 
 
DELORENZI, C. Novo protocolo de hialuronidase pulsada em altas doses para 
eventos adversos vasculares de preenchimento de ácido hialurônico. Revista de 
cirurgia estética. Disponível em: https://www.usf.edu.br/galeria/getImage/768/1743. 
 
 
 
Acesso em: 09/2024. 
 
DE MEDEIROS xavier alves, F.; DA COSTA, S. A. A BIOTECNOLOGIA DO ÁCIDO 
HIALURÔNICO E SEUS CAMPOS DE APLICAÇÃO. Disponível em: https://repositorio-
api.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/6e91ba8c-74d3-4d38-b708-
d12489c14c3e/content. 2023. Acesso em: 05/2024. 
 
ETIP – Edema Tardio Intermitente Persistente: Literatura. Disponível em: 
https://institutovelasco.com.br/etip-edema-tardio-intermitente-persistente/. Acesso em: 
05/2024. 
 
FARIA, Thaís Rayanne; BARBOSA JÚNIOR, José. Possíveis intercorrências causadas 
pelo preenchimento facial decorrente da utilização de ácido hialurônico na 
harmonização facial. Conexão Ciência. 2020. Disponível em: 
https://www.revistas.uniformg.edu.br/conexaociencia/article/view/1239. Acesso em: 
05/2024. 
 
GONÇALVES, M. E. G. T. O USO DO ÁCIDO HIALURÔNICO NA HARMONIZAÇÃO E 
REJUVENECIMENTO FACIAL: UMA REVISÃO LITERÁRIA. 2023. Disponível em: 
https://atenaeditora.com.br/catalogo/dowload-post/77879. Acesso em: 06/2024 
MARTINS, Elydiane Lopes; KOCK, Paula Alessandra; FEDATTO, Paola Fernanda. 
 
 Polymethyl methacrylate (PMMA) in clinical practice: integrative review on aesthetic 
approaches, complications and regulatory aspects. Research, Society and 
Development. 2024. Disponível em: 
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/46046. Acesso em: 06/2024. 
 
MULHER quase perde a visão após preenchimento labial que deu errado | Pop! Pop! 
Pop! Mulher diz conviver com caroços na boca após ação de dentista investigada. 
[08 fev. 2021]. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-
noticias/2021/02/08/rj-mulher-diz-que-convive-com-carocos-na-boca-deformada-apos-
preenchimento.htm. Acesso em: 05/2024. 
 
 
 
 
Meu preenchimento com ácido hialurônico nas olheiras (sobre os hematomas) Eu 
vou de Rosa - Cabelos e Cosméticos. Disponível em: 
https://euvouderosa.com/2015/11/meu-preenchimento-com-acido-hialuronico-nas-
olheiras-sobre-os-hematomas.html. Acesso em: 06/2024. 
 
Opções de preenchedores a base de ácido hialurônico e suas indicações clínicas. 
Disponível em: https://institutovelasco.com.br/opcoes-de-preenchedores-faciais-a-base-
de-acido-hialuronico-e-suas-indicacoes-clinicas/. Acesso em: 09/2024. 
 
KLEBER, t. k. et al. Complicações em cirurgias plásticas. Revista Brasileira de Cirurgia 
Plástica. 2019. Disponível em: https://www.rbcp.org.br/details/2690/pt-BR/comp. Acesso 
em: 05/2024. 
 
VARGAS, A. F. et al. Complicações tardias dos preenchimentos permanentes. Revista 
Brasileira de Cirurgia Plástica, 2009. Disponível em: https://www.rbcp.org.br/details/447/pt-
BR/complicacoes-tardias-dos-preenchimentos-permanentes. Acesso em: 06/2024. 
 
RODRIGUES, B.; ALVES bonami, J. Ácido hialurônico dentro da área de estética e 
cosmética. [s.l: s.n.]. Disponível em: https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-
content/uploads/sites/10001/2018/06/062_acidohialuronico.pdf. Acesso em: 05/2024. 
 
ARTHUR, g. m. et al. Case reports of hypercalcemia and chronic renal disease due to 
cosmetic injections of polymethylmethacrylate (PMMA). Relatos de casos de 
hipercalcemia e doença renal crônica devidas. Journal Brasileiro de Nutrição. 2020. 
Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/jbn/a/dV7XbGgzpck8MF3ghQvxvKC/?format=pdf&lang=en. Acesso 
em: 09/2024. 
 
ARTHUR, g. m. et al. Complicações em cirurgias plásticas. Revista Brasileira de 
Cirurgia Plástica. 2019. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/rbcp/a/ZTTRFrs87YwBtc53PVwycBw/?lang=pt. Acesso em: 
 
 
 
07/2024. 
 
SILVA, c. o. et al. Os riscos do preenchimento com polimetilmetacrilato (PMMA): uma 
revisão de literatura. Centro Universitário UniLS, 2022. Disponível em: 
https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/7844. Acesso em: 09/2024. 
 
SOUZA, S. P. DA S. Os benefícios do ácido hialurônico no tratamento do 
envelhecimento facial: uma revisão integrativa. 2023. Disponível em: 
https://eacademica.org/eacademica/article/download/437/327. Acesso em: 09/2024. 
 
ALMEIDA, T. R; NOGUEIRA, A. F. Hyaluronidase in cosmiatry: what should we know? 
Surgical & Cosmetic Dermatology. 2015. Disponível em: 
http://www.surgicalcosmetic.org.br/details/414/en-US/h. Acesso em: 06/2024. 
 
Tipos de ácido hialurônico para que servem – Clínica Dra. Gianna. Disponível em: 
https://clinicadragianna.com.br/conheca-os-tipos-de-acido-hialuronico-e-para-que-
servem/. Acesso em: 05/2024. 
 
‘40 dias de pavor’: preenchimento de olheira com ácido hialurônico virou infecção. 
Disponível em: https://www.uol.com.br 
. 
 
 DAHER, José Carlos et al. Cirurgia Plástica, Brasília, 
DAHER, José Carlos et al. Complicações vasculares dos preenchimentos faciais com ácido 
hialurônico: confecção de protocolo de prevenção e tratamento. Revista Brasileira de 
Cirurgia Plástica, Brasília, 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento 
 
1. Os textos devem ser digitados em fonte Times New Roman ou Arial, corpo 12, 
espaço 1,5 entrelinhas, folha tamanho A4 (210mm x 297mm), com margens 
esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm. 2. 
 
2. Os textos não devem apresentar espaços entre parágrafos, bem como, respeitar o 
espaço de 1,5 cm no início de cada parágrafo. 
 
3. As indicações com relação a quantidade de palavras devem seguir o tipo de 
trabalho. Quaisquer necessidades de aumento de palavras, ou formato do material 
deve ser avisada antes e o material encaminhado para apreciação. 
 
4. Título: com no máximo 12 palavras, o título do artigo deve ser claro e objetivo, 
podendo ser completado por subtítulo (se houver), separado por dois pontos, em 
negrito, caixa alta e centralizado, no idioma do texto, sem abreviaturas. 
 
 
 
 
5. Autor (es): os autores não deverão ser identificados em nenhuma parte do texto do 
artigo. Para garantir o anonimato e a imparcialidade na avaliação dos textos, a 
identificação deveser realizada somente na folha de rosto (sistema double blind 
peer review). Além disso, cada autor deve comprovar sua participação no 
desenvolvimento do trabalho. Os trabalhos apenas de revisão não devem 
ultrapassar 7 autores. 
 
6. Resumo: o resumo de conteúdo indicativo do texto deverá ser apresentado no 
idioma do texto, não devendo ultrapassar 350 palavras, estruturado de forma 
sistemática, em parágrafo único, apresentando em seu contexto: objetivos, 
pergunta problema, metodologia e principais resultados. Não é necessário o 
Resumo em outros idiomas. 
 
7. Palavras-chave: o resumo deverá vir acompanhado de, no máximo, 5 palavras-
chave no idioma do texto, expressões que representam o conteúdo do texto, 
inseridas logo abaixo do resumo, separadas por ponto e vírgula e finalizadas por 
ponto final. 
 
8. Ilustrações: gráficos, tabelas, desenhos, mapas etc. devem ser numerados e 
titulados tão perto quanto possível do elemento a que se refere, indicando sua fonte. 
Todas as tabelas e figuras que apresentem textos devem ser enviadas em 
português no corpo do texto. Caso o (s) autor (es) optem pela tradução devem 
encaminhar as tabelas e figuras em inglês. 
 
9. As Numeração das seções: as seções do artigo deverão estar estruturadas em 
introdução, as seções do desenvolvimento, considerações finais e referências. Para 
a numeração progressiva das seções, o autor deverá observar a NBR 6024:2003, 
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 
 
10. Citações: As citações devem vir no formato autor (data) quando no texto, ou 
(AUTOR, DATA), quando no final dos textos. As citações diretas acima de 3 linhas 
devem vir em recuo de 5 cm, letra 11, espaço simples e apontamento da página em 
que a citação foi retirada, sem aspas. 
 
 
 
 
11. As citações longas (mais de três linhas) devem apresentar recuo de 5 cm da 
margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado (fonte 11) e sem aspas. 
 
12. As citações indiretas devem vir sem aspas. As citações de citações podem utilizar 
a expressão apud e a obra original a que o autor consultado está se referindo deve 
ser citada. Para outras informações acerca do uso de citações, o autor deverá 
consultar a ABNT (NBR 10520:2002). As citações indiretas não devem ser iguais à 
ideia do autor original da fonte, caso contrário, será considerado plágio. 
 
13. Referências: as referências consistem na indicação das fontes bibliográficas 
utilizadas pelo autor, expressamente mencionadas no texto. 16 Deverão ser 
apresentadas observando-se rigorosamente a ordem alfabética. As referências 
bibliográficas deverão ser elaboradas conforme as disposições da NBR 6023:2002, 
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), somente com elementos 
essenciais. Pedimos que sejam colocados os nomes completos dos autores, sem 
abreviações para facilitar a identificação da obra. 
 
14. Título da obra em negrito (seguido de ponto); edição (seguido de ponto); local 
(seguido por dois pontos); editora (seguido de vírgula); ano da publicação (seguido 
de ponto); se for o caso indicar o volume ou tomo e finalmente a página da fonte. 
Todas as citações devem ter a identificação completa no fim do material, no tópico 
intitulado “Referências”. 
 
15. Modelo de referência bibliográfica de livro: SOBRENOME DO AUTOR, Nome 
do autor. Título em negrito, edição. Local: editora, data da publicação, páginas, 
volume (nome, número de série), outros elementos que permitam identificar o 
documento (opcionais). 
 
16. Modelo de referência bibliográfica de livro disponível on-line: SOBRENOME 
DO AUTOR, Nome do autor. Título em negrito, edição. Local: Editora, data da 
publicação, páginas, volume (nome, número de série), outros elementos que 
 
 
 
permitam identificar o documento (opcionais). Disponível em: (sítio). Acesso em: 
DD/MM/AAAA. 
 
17. Modelo de referência bibliográfica de artigo publicado em periódico: 
SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do artigo. Título do periódico em 
negrito, Local da Publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, 
fascículo ou número, paginação inicial e final, data de publicação. 
 
18. Modelo de referência bibliográfica de artigo publicado em periódico 
disponível on-line: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do artigo. 
Título do periódico em negrito, Local da Publicação, numeração correspondente ao 
volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data de publicação. 
Disponível em: (sítio). Acesso em DD/MM/AAAA. 
 
19. O texto deve usar negrito apenas para título, subtítulos e nome dos livros (nas 
referências), o restante deve ser apresentado sem qualquer grifo, negrito ou itálico. 
Em itálico devem vir apenas palavras em outros idiomas 
 
 
 
 
– ANEXO N – 
CURSO DE BIOMEDICINA 
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 
DESISTÊNCIA DE ORIENTADOR 
 
 
 
 
	COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: REVISÃO DE LITERATURA
	COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS DO POLIMETILMETACRILATO E ÁCIDO HIALURÔNICO: REVISÃO DE LITERATURA
	Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Centro Universitário Ritter dos Reis como parte das exigências para obtenção do título de bacharel em Biomedicina.
	DEDICATÓRIA
	1. RESUMO………………………………………………………………......................................11
	2. ABSTRACT…………………………………………………………...............……………......12
	3. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………........................13
	4. METODOLOGIA...................................................................................................................14
	5.1. ÁCIDO HIALURÔNICO (AH).............................................................................................15
	5.2. POLIMETILMETACRILATO (PMMA)............................................................................16
	5.3. INTERCORRÊNCIAS....................................................................................................17
	5.3.1. INTERCORRÊNCIAS COM ÁCIDO HIALURÔNICO.................................................17
	5.3.2. INTERCORRÊNCIAS COM POLIMETILMETACRILATO.........................................19
	5.4. COMPARAÇÃO ENTRE OS PREENCHEDORES.......................................................22
	6 CONCLUSÃO....................................................................................................................26
	7 REFERÊNCIAS.................................................................................................................27
	ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento….....…............30
	ARTIGO SUBMETIDO À REVISTA CIENTÍFICA – NÚCLEO DO CONHECIMENTO
	1. RESUMO
	O mundo da estética tem como o objetivo elevar a autoestima de pacientes que buscam melhorar algum aspecto facial ou corporal. Para adquirir esses resultados tem-se um dos produtos mais conhecidos, o ácido hialurônico que é um preenchedor de origem na...
	3. INTRODUÇÃO

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