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FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO BIOMEDICINA LAURA DOS SANTOS LIGABUE COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: REVISÃO DE LITERATURA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO BIOMEDICINA LAURA DOS SANTOS LIGABUE COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS DO POLIMETILMETACRILATO E ÁCIDO HIALURÔNICO: REVISÃO DE LITERATURA Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Centro Universitário Ritter dos Reis como parte das exigências para obtenção do título de bacharel em Biomedicina. Orientadora: Dra. Isabel C. F. Damin Porto Alegre 2024 DEDICATÓRIA Começo essa dedicatória agradecendo primeiramente a Deus, ele que é a razão de toda alegria e bênção que recebo. Ele que é a razão da família que eu tenho e venho aqui hoje agradecer aos meus pais, eles que nunca mediram esforços para que eu realizasse todos os meus sonhos, principalmente a tão sonhada formação na faculdade, agradeço ao meu irmão que sempre esteve do meu lado sendo aquele ombro amigo e confidente. Agradeço a vocês pela grande paciência comigo, por cada palavra de incentivo e cada ensinamento que me fez chegar até aqui hoje com a certeza que tenho as melhores pessoas ao meu lado. Esse trabalho também é uma conquista de vocês e é nossa conquista e dedico a vocês com todo meu amor e gratidão. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Paciente com eritema e ETIP………………………………………………18 Figura 2 – Imagem da revista mostra infecção que surgiu após preenchimento labial……….................................………………………………………………………..19 Figura 3- Imagem do paciente que indica nódulos após preenchimento labial……19 Figura 4- imagem mostra situação de uma paciente após passar pela cirurgia de remoção do PMMA que precisou ser feita em recorrência de uma reação alérgica………………………………………………………………………..……………20 Figura 5- Imagem relata situação de paciente após preencher os lábios com PMMA e 24h depois começou a sentir fortes dores, edema e cianose, sendo diagnostica com embolia na artéria facial causada pelo produto………………………………….20 Figura 6- Imagem mostra paciente que fez enxerto de PMMA para aumento do glúteo com surgimento de necrose e corpo recusando o material…………………..21 Figura 7- Imagem mostra que paciente fez aplicação do PMMA como preenchedor em mais de uma região do rosto e ficou com deformidades…………………………21 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Comparação entre as vantagens e desvantagens do Ah e PMMA ..... 21 Tabela 2 – Artigos escolhidos para compor a discussão da revisão. ............................ 22 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLA ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas RS- Rio Grande do Sul AH- Ácido Hialurônico PMMA- Polimetilmetacrilato SUMÁRIO 1. RESUMO………………………………………………………………......................................11 2. ABSTRACT…………………………………………………………...............……………......12 3. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………........................13 4. METODOLOGIA...................................................................................................................14 5. RESULTADOS E DISCUSSÕES.........................................................................................15 5.1. ÁCIDO HIALURÔNICO (AH).............................................................................................15 5.2. POLIMETILMETACRILATO (PMMA)............................................................................16 5.3. INTERCORRÊNCIAS....................................................................................................17 5.3.1. INTERCORRÊNCIAS COM ÁCIDO HIALURÔNICO.................................................17 5.3.2. INTERCORRÊNCIAS COM POLIMETILMETACRILATO.........................................19 5.4. COMPARAÇÃO ENTRE OS PREENCHEDORES.......................................................22 6 CONCLUSÃO....................................................................................................................26 7 REFERÊNCIAS.................................................................................................................27 ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento….....…............30 .. ARTIGO SUBMETIDO À REVISTA CIENTÍFICA – NÚCLEO DO CONHECIMENTO COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: REVISÃO DA LITERATURA Laura dos Santos Ligabue *Acadêmico do curso de Graduação em Biomedicina da UNIRITTER Endereço: Oliveira Lopes, 1450- sarandi, Porto Alegre – RS – Brasil. E-mail: lauraligabue@hotmail.com Telefone: 51995758003 1. RESUMO O mundo da estética tem como o objetivo elevar a autoestima de pacientes que buscam melhorar algum aspecto facial ou corporal. Para adquirir esses resultados tem-se um dos produtos mais conhecidos, o ácido hialurônico que é um preenchedor de origem natural, sendo o mais utilizado por profissionais da área da saúde. É aprovado e recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) mas ainda assim pode acometer com algumas intercorrências, geralmente leves. Além do ácido hialurônico também existe um preenchedor artificial conhecido como metilmetacrilato (PMMA), ele possui aprovação da ANVISA somente em casos recomendados por médicos especializados. No entanto é comum ver casos de profissionais da aréa da saúde aplicando esse produto de forma indevida o que apresenta grandes intercorrências, podendo ser com complicações mais severas e em alguns casos até irreversíveis. Essas complicações geralmente se devem pela aplicação feita de forma irregular ou o produto inapropriado utilizado, assim, com explicações sobre os preenchedores, exemplos das intercorrências e a soluções para cada complicação é possível que o profissional qualificado possa ter o consentimento sobre qual produto usar. Em resumo analisa-se nessa revisão de literatura que o ácido hialurônico apesar de ser um preenchedor não permanente e que após um período de tempo necessita reaplicação, ainda é a melhor escolha para o profissional especializado para realizar procedimentos seguros e confortáveis aos seus pacientes. PALAVRAS-CHAVE: Ácido hialurônico, Polimetilmetacrilato, intercorrência, preenchimento e estética. 2. ABSTRACT The world of aesthetics aims to raise the self-esteem of patients who seek to improve some facial or body aspect. To acquire these results there is one of the best known products, hyaluronic acid, which is a filler of natural origin, being the mostused by health professionals. It is approved and recommended by the National Health Surveillance Agency (ANVISA) but it can still result in some complications, usually mild. In addition to hyaluronic acid, there is also an artificial filler known as methylmethacrylate (PMMA), it has ANVISA approval only in cases recommended by specialized doctors. However, it is common to see cases of health professionals applying this product improperly, presents major incidents, which may be with more severe complications and in some cases even irreversible. These complications are usually due to the irregular application or the inappropriate product used, thus, with explanations about the fillers, examples of complications and solutions for these, it is possible that the qualified professional can have knolege on which product to use.These complications are usually due to the irregular application or the inappropriate product used, thus, with explanations about the fillers, examples of complications and solutions for each complication it is possible that the qualified professional can have consent on which product to use. In summary, it is analyzed in this literature review that hyaluronic acid, despite being a non- permanent filler and that after a period of time needs reapplication, is still the best choice for the specialized professional to perform safe and comfortable procedures for their patients. 3. INTRODUÇÃO O uso de preenchedores na aréa da estética tem crescido de forma significativa, cada vez mais pacientes buscam a melhora da imagem ou até mesmo resolver problemas relacionados à saúde. Entre os preenchedores mais utilizados tem-se o ácido hialurônico e o polimetilmetacrilato, ambos tem o objetivo de preencher regiões faciais e corporais, além de melhorar rugas e corrigir imperfeições. O ácido hialurônico é um componente de origem natural, presente no nosso corpo e com grande parte da sua composição sendo de água, assim ele é absorvido pelo corpo ao longo do tempo e possui uma durabilidade de oito a doze meses. O ácido hialurônico (AH) é considerado o melhor preenchedor tanto facial como corporal com mínimos casos de intercorrências e rejeições. No entanto o Polimetilmetacrilato (PMMA) é um preenchedor de origem artifical, feito de matéria sintética, assim, possui durabilidade vitalícia, por ser um produto não absorvido pelo corpo se nota grandes casos de intercorrências sendo até proibido a aplicação em alguns casos. Como vantagem do ácido hialurônico temos a oferta de resultados temporários, mas seguros por ser absorvido e possui uma enzima para degradação chamada hialuronidase, como desvantagem é referido a ser um procedimento que necessita a reaplicação entre seis a doze meses por não ser permanente. Já o pmma possui a vantagem em ter resultados únicos, que não necessitam reaplicação, no entanto é considerado de alto risco pois uma vez aplicado não é possível a remoção de forma fácil, sendo mais difícil a solução de intercorrências. A aplicação de ambos preenchedores é feita pela mesma forma, com micro cânulas que podem ir da camada mais externa até a interna da pele e devem ser feitas apenas por profissionais especializados nessa área. O objetivo deste trabalho é fazer a comparação de ambos os preenchedores, focando nas intercorrências e mostrando as vantagens e desvantagens do ácido hialurônico e polimetilmetacrilato. Além disto, este trabalho busca fazer uma revisão da literatura dos preenchedores, analisar suas possíveis complicações e analisar as melhores práticas para minimizar os riscos a pacientes que desejam realizar tais procedimentos. Desta forma contribuindo com mais informações para a população e profissionais da área da saúde. 4. METODOLOGIA Para a condução deste estudo foi feita uma análise de literatura a partir da leitura de trabalhos e artigos publicados nas plataformas PubMed e Scielo. Os termos utilizados para a busca foram “ácido hialurônico”, “propriedades do ácido hialurônico”, “polimetilmetacrilato” e “propriedades do polimetilmetacrilato”, seus respectivos termos em inglês “hialuronium acid”, “hyaluronic acid properties”, “polymethylmethacrylate” e “properties of polymethylmethacrylate”. Após foi realizada uma seleção dos artigos e os que contém o título relacionado com o tema proposto foram escolhidos. Os artigos selecionados estão publicados na íntegra, na língua inglesa, portuguesa e espanhola, que contemplem o objetivo proposto neste trabalho e que sejam publicados entre os anos de 2013 e 2024. Foram excluídos artigos que falam de métodos de associação de ácido hialurônico ao uso corporal e uso do polimetilmetacrilato em diferentes procedimentos além de preenchimento. E foram aceitos somente artigos que tratem sobre as propriedades do ácido hialurônico e do Polimetilmetacrilato, como é realizada as suas aplicações para preenchimento além de como o AH é importante no processo de rejuvenescimento facial, o processo de remoção do PMMA e intercorrências causadas pelos mesmos. Nesta revisão foram utilizado um total de 20 artigos. 5. RESULTADOS E DISCUSSÕES 5.1 Ácido hialurônico (AH) O ácido hialurônico é originado de um polissacarídeo bi polímero de ácido D- glicurônico (GlcUA) e N-acetilglicosamina (GlcNAc) unidas alternadamente por ligações glicosídicas β-1,3 e β-1,4. Esse polissacarídeo é encontrado na pele, cartilagem, osso e fluido sinovial (líquido encontrado entre as articulações) que são conhecidos como tecido conjuntivo dos mamíferos, cordão umbilical, humor vítreo e a crista de galo (DAHER et al., 2019). Também pode ser obtido por meio da fermentação de bactérias que é indicada para pessoas sensíveis que acometem a alguma alergia do AH extraído dos animais (HOARE et al., 2014). A consistência do ácido hialurônico é gelatinosa, com alta viscosidade e pela sua capacidade de atrair moléculas de água (H2O) possui grande intensidade de hidratação. Quando associado a uma solução aquosa neutra, ocorrem ligações por pontes de hidrogênio entre as moléculas de água com os grupos carboxila e N-acetil, tornando-se com limitações na sua flexibilidade, rigidez conformacional e a retenção da água (SILVA et al., 2023). O corpo contém cerca de 56% de ácido hialurônico o que torna uma pessoa de idade mais nova com uma pele estática e lisa, porém com o envelhecimento o corpo passa a diminuir a produção desse ácido gerando então o surgimento de uma pele sem elasticidade, com pouca hidratação e cooperando com o aumento de rugas (Chacur, 2016) No ano de 1934, o laboratório de Bioquímica do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Columbia Karl Meyer e seu assistente, John Palmer começaram estudos sobre o AH com análise no humor vítreo bovino. Apenas em 1950 que a estrutura e as propriedades do ácido hialurônico foram determinadas, mas somente no ano de 2003 o AH passou a ser considerado preenchedor natural se tornando o método mais usado pelo mundo atualmente (Palazi, 2020). Esteticamente falando, o ácido hialurônico tem o objetivo de rejuvenescer a pele atuando no processo de preenchimento, suavização de rugas, contorno e aumento facial. É realizado em regiões como boca, olheiras profundas, sulcos e rugas, melhor projeção de mento, malar e mandíbula e melhorar aspectos com algum relevo como na rinomodelação (ÁLVARES et al., 2020). Qualquer procedimento deve ser sempre realizado por profissionais da área da saúde especializado, além da capacidade do AH injetável temos também diversos cremes faciais com a sua composição, mas possuem a função apenas de hidratação pela sua capacidade de absorção de maior quantidade de água deixando a pele hidratada e suavizando o envelhecimento (Viana, 2022). A aplicação do ácido hialurônico é realizada por micro agulhas e/ou cânulas, a injeção pode ir da parte mais superficial do rosto atéa camada mais profunda, dependendo da área que será aplicado. Desde 1998 quando iniciou a aplicação do AH em procedimentos dérmicos foi analisada a durabilidade de 6 a 12 meses se permanecendo até então (Rubez, 2014). Existem diversos fabricantes de preenchedores do AH onde podem se diferenciar suas características, reticulações, tamanho das partículas e porcentagem de AH presente. A densidade é o que diferencia as áreas de aplicação e resultado que se deseja, AH com uma densidade maior são utilizados em regiões com mais profundidade onde se busca um aumento do volume e definição maiores como em casos da projeção ou reforma de mento (queixo), mandíbular e malar. Os AH de média e baixa definição são recomendados para regiões em que se procura um resultado mais sutil como labios e olheiras. Além da forma de AH como preenchedor temos também a opção que apenas adiciona hidratação a pele, esse método é chamado de skinboosters (HEE et al 2015). 5.2 Polimetilmetacrilato (PMMA) O polimetilmetracrilato é conhecido como PMMA, e é considerado um polímero composto por microesferas que após serem absorvidas se tornam permanente no corpo, estimulando a neocolagênese posterior a um processo inflamatório aumentando as fibras de colágenos presentes nos fibroblastos (KURIMORI et al.,2023). O PMMA foi descoberto na década de 1940, mas ainda sim é uma incerteza sobre as informações e estudos em cima da resposta do produto ao corpo humano (PAPAZIAN et al., 2018). Ele é utilizado no preenchimento de sulcos, rugas profundas, cicatrizes, defeitos dérmicos, tecidos moles e ósseos. De acordo com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) só é permitido o uso do PMMA em situações onde necessita correções causadas por uma lipodistrofia e correções de volume facial e corporal, mas em áreas com irregularidades ou depressão óssea (SECANHO et al., 2023). Esse método de bio plastia pode ser aplicado apenas por dermatologistas ou cirurgiões médicos especializados nessa área, por razão do grande número de ocorrências de complicações em casos realizados em clínicas clandestinas (ANVISA, 2018; OLIVEIRA, 2020; SBCP, 2022). O procedimento é um dos mais procurados pela população pelo seu baixo custo e fácil aplicação, mas por ser permanente ele é considerado pela ANVISA como IV, sendo de alto risco em intercorrências e deformidades. Não possui contraindicações, mas não cita diretrizes que o recomendam para correções estéticas (CRUZ et al., 2021). Além disso, sua aplicação é bem similar ao do ácido hialurônico, pode ser realizada com micro agulhas ou cânulas e em áreas mais superficiais ou profundas a depender do local a ser feito o procedimento (VEN & LEMPERLE et al. 2014). 5.3 Intercorrências 5.3.1 Intercorrência com ácido hialurônico O ácido hialurônico possui baixas chances de uma possível complicação e quando surgem geralmente são resolvidas de forma rápida e indolor, as intercorrências podem aparecer de forma precoce ou tardia por tanto o profissional deve estar atento e acompanhar seu paciente nos pós procedimento e sempre escolher um material registrado, seguro e eficaz (DAHER et al. 2019). O AH ainda possuí um grande ajudante em casos de complicações que é a enzima hialuronidase, ela ao ser aplicada degrada o AH eliminando ele por completo e assim conseguindo refazer o procedimento ou apenas a remoção em caso de desistência (BALASSIANO E BRAVO et al., 2014). Alguma intercorrência tem sido observadas como: Eritema e edema são causados na maioria dos casos em que se faz o uso de injeções, podem surgir como uma vermelhidão que dura horas após o procedimento e podem ser tratados com anti-histamínicos ou esteroides. No entanto o edema vem acompanhado de inchaço que pode durar até dias, ou surgir de forma tardia conhecido como ETIP (Edema Tardio Intermitente e Persistente) aparecendo 30 dias após a aplicação do AH e podem ser tratados com compressas de gelo e prednisona oral (ROSTEY et el., 2020), como pode ser observado na figura 1. Figura1: Paciente com eritema e ETIP, edema tardio. Fonte: Instituto Velasco (2021) Equimose e hematoma são rompimentos dos vasos sanguíneos onde a equimose é uma perfuração mais superficial causando apenas roxinhos esverdeados. O hematoma é causado por um rompimento mais severo do vaso sanguíneo causando manchas escuras e elevação na pele, na hora da aplicação talvez sejam necessárias compressas e em caso de sangramento intenso até uma cauterização. Apesar da gravidade das reações ambos tendem a desaparecer de 5 a 10 dias apos o aparecimento (WITMANOWSKI et al., 2020). Infecção pode ocorrer de forma viral ou bacteriana e é causada na fabricação do produto ou com uma assepsia incorreta, por isso a higienização da pele antes de qualquer aplicação é essencial. Os sintomas de infecção começam com eritema, coceira e sensibilidade no local aplicado, após um tempo nódulos flutuantes e sintomas sistémicos começam a surgir e se não tratados podem resultar em um abcesso. No caso de infecção se deve fazer uma incisão e drenagem antes da aplicação da hialuronidase pois se aplicada pode causar efeito contrário, espalhando para o resto do corpo (GUTMANN e DUTRA et al., 2018). Indicado na figura 2. Figura 2: Imagem da revista mostra infecção que surgiu após preenchimento labial Fonte: Redação Veja São Paulo (2019) Nódulos são caracterizados por inchaço escurecidos, diferentes do eritema, são causados pela aplicação incorreta do profissional e posicionamento do produto, podem surgir de forma precoce ou tardia e podem ser resolvidos apenas com massagens local (WITMANOWSKI et al., 2020). Indicado na figura 3. Figura 3: Imagem do paciente que indica nódulos após preenchimento labial. Fonte: UOL (2021) Necroses são ocasionadas após uma aplicação incorreta que ocorre uma oclusão vascular, impedindo o fluxo sanguíneo até aquela região causando com o passar do tempo a morte do tecido. Além da aparência disforme causa dor e muito desconforto, é considerada a intercorrência mais grave do AH (HASSAN GALADARI MD et al., 2020). 5.3.2 Intercorrências com PMMA As intercorrências com o PMMA podem ser similares ao do AH, sendo tanto precoces como tardias, porém com um alto grau de complicação maior pois a única maneira de resolver a maioria das intercorrências é a remoção total do produto e por ser um produto artificial não possui enzimas para sua degradação, então a retirada é feita de forma bem dolorosa e complicada onde o profissional adequado deve “mutilar” a paciente, abrindo sua pele, mas na retirada acaba removendo pedaços do tecido junto o que pode gerar consequências (KURIMORI et al., 2019). As complicações do PMMA são tão severas que já se ouviu casos onde a paciente adquiriu hipercalcemia grave e doença renal crônica avançada após a aplicação do produto preenchedor (BRAZ.J. NEPHROL et el., 2021). Nas figuras 4, 5, 6 e 7 apresentam casos de complicações. Figura 4: Na imagem mostra situação de uma paciente após passar pela cirurgia de remoção do PMMA que precisou ser feita em recorrência de uma reação alérgica. Fonte: G1 São Paulo (2024) Figura 5: Imagem relata situação de paciente após preencher os lábios com PMMA e 24h depois começou a sentir fortes dores, edema e cianose, sendo diagnostica com embolia na artéria facial causada pelo pmm Fonte: Revista Brasileira de Otorrinolaringologista (2007) Figura 6: Na imagem mostra paciente que fez enxerto de PMMA para aumento do glúteo com surgimento de necrose e corpo recusando o material Fonte: Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (2019) Figura 7: Na imagem mostra que paciente fez aplicação do PMMA como preenchedor em mais de uma região do rosto e ficou com deformidades.Fonte: Redação (2022) 5.4 Comparação entre os preenchedores AH e PMMA Diante do que foi discutido e apresentado sobre as técnicas de AH e PMMA conhecer as vantagens e desvantagens auxiliarão tanto o profissional da saúde quanto o paciente a decidir a melhor escolha. Na tabela 1 esta apresentada a comparação das vantagens e desvantagens das técnicas com AH e PMMA. Tabela 1. Comparação das vantagens e desvantagens do acido hialurônico e polimetilmetacrilato Técnica Vantagens Desvantagens Artigo AH Rejuvenescer a pele atuando no processo de preenchimento, suavização de rugas, contorno e aumento facial. É realizado em regiões como boca, olheiras profundas, sulcos e rugas, melhor projeção de mento, malar e mandíbula e melhorar aspectos com algum relevo como na rinomodelação. - ÁLVARES et al., 2020 AH A densidade é o que diferencia as áreas de aplicação e resultado que se deseja, AH com uma densidade maior são utilizados em regiões com mais profundidade onde se busca um aumento do volume e definição maiores como em casos da projeção ou reforma de mento (queixo), mandíbular e malar. Os AH de média e baixa definição são recomendados para regiões em que se procura um resultado mais sutil como labios e olheiras. Além da forma de AH como preenchedor tem-se também a opção que apenas adiciona hidratação a pele, esse método é chamado de skinboosters. - HEE et al., 2015 AH O AH ainda possuí um grande ajudante em casos de complicações que é a enzima hialuronidase, ela ao ser aplicada degrada o AH eliminando ele por completo e assim conseguindo refazer o procedimento ou apenas a remoção em caso de desistência. - BALASSIANO E BRAVO et al., 2014 AH - O HA possui baixas chances de uma possível complicação e quando surgem geralmente são resolvidas de forma rápida e indolor, as intercorrências podem aparecer de forma DAHER et al. 2019 precoce ou tardia por tanto o profissional deve estar atento e acompanhar seu paciente nos pós procedimento e sempre escolher um material registrado, seguro e eficaz AH - Durabilidade de 6 a 12 meses. RUBEZ, 2014 Técnica Vantagens Desvantagens Artigo PMMA O PMMA é considerado um polímero composto por microesferas que após serem absorvidas se tornam permanente no corpo, estimulando a neocolagênese posterior a um processo inflamatório aumentando as fibras de colágenos presentes nos fibroblastos. - KURIMORI et al., 2023 PMMA - As intercorrências com o PMMA podem ser similares ao do AH, sendo tanto precoces como tardias, porém com um alto grau de complicação maior pois a única maneira de resolver a maioria das intercorrências é a remoção total do produto e por ser um produto artificial não possui enzimas para sua degradação. A retirada é feita de forma bem dolorosa e complicada onde o profissional adequado deve “mutilar” a paciente, abrindo sua pele, mas na retirada acaba removendo pedaços do tecido junto o que pode gerar consequências. KURIMORI KT et al., 2019 PMMA O procedimento é um dos mais procurados pela população pelo seu baixo custo e fácil aplicação. Por ser um material permanente ele é considerado pela ANVISA como IV, sendo de alto risco em intercorrênciase deformidades. Não possui contraindicações, mas não cita diretrizes que o recomendam para correções estéticas. CRUZ et al., 2021 PMMA - As complicações do PMMA são tão severas que já se ouviu casos de hipercalcemia grave e doença renal crônica avançada após a aplicação do produto BRAZ.J. NEPHROL et al., 2021 preenchedor. Os artigos considerados relevantes para utilizar na discussão desta revisão estão apresentados na Tabela 1. Os artigos abrangem os últimos 10 (dez) anos (2014-2024) e totalizam 20 artigos. Tabela 2: Artigos escolhidos para compor a discussão da revisão. Título do artigo Autores Ano Polymethyl methacrylate (PMMA) in clinical practice: integrative review on aesthetic approaches, complications and regulatory aspects. Elydiane L. M; Paula Alessandra. K; Paola Fernanda. F. 2024 Novo protocolo de hialuronidase pulsada em altas doses para eventos adversos vasculares de preenchimento de ácido hialurônico Delorenzi, C. 2023 A Biotecnologia do Ácido Hialurônico e Seus Campos de Aplicação De Medeiros Xavier Alves, F.; Da Costa, S. A. 2023 O Uso do Ácido Hialurônico na Harmonização e Rejuvenescimento Facial: Uma Revisão Literária Gonçalves, M. E. G. T. 2023 Os benefícios do ácido hialurônico no tratamento do envelhecimento facial: uma revisão integrativa Souza, S. P. da S. 2023 Os riscos do preenchimento com polimetilmetacrilato (PMMA): uma revisão de literatura. Cristiane L. S; Karina L. O; Lorrany S. M. S; Pedro Henrique S. V. 2022 Complicações provocada pelo uso de preenchedores permanentes como PMMA. Lucca C. D; Hugo M. B. P; Luan M. G; Larissa S. B; Fernanda K. C; João Gabriel S. L; Ricardo S. A. Costa. 2021 Case reports of hypercalcemia and chronic renal disease due to cosmetic injections of polymethylmethacrylate (PMMA) Arthur G. M; Mauricio L; Jose M. D; Milton A.S; Roberto C. M. 2020 O uso do ácido hialurônico no rejuvenescimento facial. Suelen C. B. V; Flávia M. N; Cláudia M. D. S; Braga V; Hermínio M. R; 2020 Possíveis intercorrências causadas pelo preenchimento facial decorrente da utilização de ácido hialurônico na harmonização facial. Thaís Rayanne F; José B. J. 2020 Complicações tardias dos preenchimentos permanentes Daher, José Carlos 2019 Complicação grave do uso irregular do PMMA: relato de caso e a situação brasileira atual KurimorI e Cruz 2019 Complicações vasculares dos preenchimentos faciais com ácido hialurônico: confecção de protocolo de prevenção e tratamento Daher, José Carlos 2019 Complicações em cirurgias plásticas Kleber T. K; Monique M; Dimas A. M; Araldo A. M. J; Rolf G. 2019 Complicações tardias dos preenchimentos permanentes Vargas. A. F; Amorim. N de G; Pintaguy. I. 2019 Ácido hialurônico dentro da área de estética e cosmética Rodrigues, B.; Alves Bonami, J. 2017 Hyaluronidase in cosmiatry: what should we know? Almeida. T. R; Nogueira. A. F. 2015 Possíveis complicações associadas ao ácido hialurônico e o processo de reversão utilizando a enzima hialuronidase Balassiano e Bravo. 2014 Eventos adversos do ácido hialurônico injetável. Elisete I. C; Kenata O. A; Cristina A. 2012 6 CONCLUSÃO Concluí-se com essa revisão de literatura sobre as intercorrências do ácido hialurônico e o polimetilmetacrilato os aspectos importantes para a prática clínica e a segurança do paciente. Foram analisadas as vantagens e desvantagens de ambos os preenchedores, sendo o AH de origem natural, absorvido pelo corpo, necessitado de reaplicação e com uma fácil resolução das intercorrências por conta da enzima hialuronidase. Possui índices mínimos de casos de intercorrências e quando apresentados são considerados leves como granulomas e hematomas que possuem apenas reação direta ao processo de aplicação com perfurocortantes. No polimetimetacrilato, um preenchedor de origem artificial, não absorvido pelo corpo e que após aplicado se torna permanente no corpo. O PMMA possui intercorrências recorrentes mais severas como infecções, rejeições e até necrose do tecido. Pois, por ser permanente não possui enzimas ou substâncias que possam retirar o produto do corpo após aplicado, sendo assim de dificil solução para os casos de complicações. Dessa forma a escolha do preenchedor que deve ser utilizado deve ser analisado de forma cuidadosa com cada paciente, porém, sempre lembrando do nível de perigo que a ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) determina sobre o pmma e que a melhor escolha independente das desvantagens deve ser o queresulte em resultados confiáveis e seguros assim como o ácido hialurônico. Ambos preenchedores devem ser aplicados por profissionais da saúde especializados. 7 REFERÊNCIAS Ácido Hialurônico: Tudo o que Você Precisa Saber. Disponível em: https://www.lucianapepino.com.br/blog/beleza/procedimentos-esteticos/tudo-sobre-acido- hialuronico/. Acesso em: 05/2024. biblioteca virtual em saúde. Artigo em PDF. BVS Saúde. 2024. Disponível em: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2016/10/2380/2013_88.pdf. Acesso em: 09/2024. BROGLIO, Camila Jakobsen. Possíveis complicações associadas ao ácido hialurônico e o processo de reversão utilizando a enzima hialuronidase. 2024. 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Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, Brasília, ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento 1. Os textos devem ser digitados em fonte Times New Roman ou Arial, corpo 12, espaço 1,5 entrelinhas, folha tamanho A4 (210mm x 297mm), com margens esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm. 2. 2. Os textos não devem apresentar espaços entre parágrafos, bem como, respeitar o espaço de 1,5 cm no início de cada parágrafo. 3. As indicações com relação a quantidade de palavras devem seguir o tipo de trabalho. Quaisquer necessidades de aumento de palavras, ou formato do material deve ser avisada antes e o material encaminhado para apreciação. 4. Título: com no máximo 12 palavras, o título do artigo deve ser claro e objetivo, podendo ser completado por subtítulo (se houver), separado por dois pontos, em negrito, caixa alta e centralizado, no idioma do texto, sem abreviaturas. 5. Autor (es): os autores não deverão ser identificados em nenhuma parte do texto do artigo. Para garantir o anonimato e a imparcialidade na avaliação dos textos, a identificação deveser realizada somente na folha de rosto (sistema double blind peer review). Além disso, cada autor deve comprovar sua participação no desenvolvimento do trabalho. Os trabalhos apenas de revisão não devem ultrapassar 7 autores. 6. Resumo: o resumo de conteúdo indicativo do texto deverá ser apresentado no idioma do texto, não devendo ultrapassar 350 palavras, estruturado de forma sistemática, em parágrafo único, apresentando em seu contexto: objetivos, pergunta problema, metodologia e principais resultados. Não é necessário o Resumo em outros idiomas. 7. Palavras-chave: o resumo deverá vir acompanhado de, no máximo, 5 palavras- chave no idioma do texto, expressões que representam o conteúdo do texto, inseridas logo abaixo do resumo, separadas por ponto e vírgula e finalizadas por ponto final. 8. Ilustrações: gráficos, tabelas, desenhos, mapas etc. devem ser numerados e titulados tão perto quanto possível do elemento a que se refere, indicando sua fonte. Todas as tabelas e figuras que apresentem textos devem ser enviadas em português no corpo do texto. Caso o (s) autor (es) optem pela tradução devem encaminhar as tabelas e figuras em inglês. 9. As Numeração das seções: as seções do artigo deverão estar estruturadas em introdução, as seções do desenvolvimento, considerações finais e referências. Para a numeração progressiva das seções, o autor deverá observar a NBR 6024:2003, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 10. Citações: As citações devem vir no formato autor (data) quando no texto, ou (AUTOR, DATA), quando no final dos textos. As citações diretas acima de 3 linhas devem vir em recuo de 5 cm, letra 11, espaço simples e apontamento da página em que a citação foi retirada, sem aspas. 11. As citações longas (mais de três linhas) devem apresentar recuo de 5 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado (fonte 11) e sem aspas. 12. As citações indiretas devem vir sem aspas. As citações de citações podem utilizar a expressão apud e a obra original a que o autor consultado está se referindo deve ser citada. Para outras informações acerca do uso de citações, o autor deverá consultar a ABNT (NBR 10520:2002). As citações indiretas não devem ser iguais à ideia do autor original da fonte, caso contrário, será considerado plágio. 13. Referências: as referências consistem na indicação das fontes bibliográficas utilizadas pelo autor, expressamente mencionadas no texto. 16 Deverão ser apresentadas observando-se rigorosamente a ordem alfabética. As referências bibliográficas deverão ser elaboradas conforme as disposições da NBR 6023:2002, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), somente com elementos essenciais. Pedimos que sejam colocados os nomes completos dos autores, sem abreviações para facilitar a identificação da obra. 14. Título da obra em negrito (seguido de ponto); edição (seguido de ponto); local (seguido por dois pontos); editora (seguido de vírgula); ano da publicação (seguido de ponto); se for o caso indicar o volume ou tomo e finalmente a página da fonte. Todas as citações devem ter a identificação completa no fim do material, no tópico intitulado “Referências”. 15. Modelo de referência bibliográfica de livro: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título em negrito, edição. Local: editora, data da publicação, páginas, volume (nome, número de série), outros elementos que permitam identificar o documento (opcionais). 16. Modelo de referência bibliográfica de livro disponível on-line: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título em negrito, edição. Local: Editora, data da publicação, páginas, volume (nome, número de série), outros elementos que permitam identificar o documento (opcionais). Disponível em: (sítio). Acesso em: DD/MM/AAAA. 17. Modelo de referência bibliográfica de artigo publicado em periódico: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do artigo. Título do periódico em negrito, Local da Publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data de publicação. 18. Modelo de referência bibliográfica de artigo publicado em periódico disponível on-line: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do artigo. Título do periódico em negrito, Local da Publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data de publicação. Disponível em: (sítio). Acesso em DD/MM/AAAA. 19. O texto deve usar negrito apenas para título, subtítulos e nome dos livros (nas referências), o restante deve ser apresentado sem qualquer grifo, negrito ou itálico. Em itálico devem vir apenas palavras em outros idiomas – ANEXO N – CURSO DE BIOMEDICINA REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DESISTÊNCIA DE ORIENTADOR COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS CAUSADAS PELA APLICAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO E POLIMETILMETACRILATO: REVISÃO DE LITERATURA COMPARAÇÃO ENTRE AS INTERCORRÊNCIAS DO POLIMETILMETACRILATO E ÁCIDO HIALURÔNICO: REVISÃO DE LITERATURA Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Centro Universitário Ritter dos Reis como parte das exigências para obtenção do título de bacharel em Biomedicina. DEDICATÓRIA 1. RESUMO………………………………………………………………......................................11 2. ABSTRACT…………………………………………………………...............……………......12 3. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………........................13 4. METODOLOGIA...................................................................................................................14 5.1. ÁCIDO HIALURÔNICO (AH).............................................................................................15 5.2. POLIMETILMETACRILATO (PMMA)............................................................................16 5.3. INTERCORRÊNCIAS....................................................................................................17 5.3.1. INTERCORRÊNCIAS COM ÁCIDO HIALURÔNICO.................................................17 5.3.2. INTERCORRÊNCIAS COM POLIMETILMETACRILATO.........................................19 5.4. COMPARAÇÃO ENTRE OS PREENCHEDORES.......................................................22 6 CONCLUSÃO....................................................................................................................26 7 REFERÊNCIAS.................................................................................................................27 ANEXOS A: Normas da Revista Científica – Núcleo do Conhecimento….....…............30 ARTIGO SUBMETIDO À REVISTA CIENTÍFICA – NÚCLEO DO CONHECIMENTO 1. RESUMO O mundo da estética tem como o objetivo elevar a autoestima de pacientes que buscam melhorar algum aspecto facial ou corporal. Para adquirir esses resultados tem-se um dos produtos mais conhecidos, o ácido hialurônico que é um preenchedor de origem na... 3. INTRODUÇÃO