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EXERCÍCIOS DE MOBILIZAÇÃO - Resumo

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EXERCÍCIOS DE MOBILIZAÇÃO
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Resumo sobre Exercícios de Mobilização e Manipulação da Coluna Vertebral Os exercícios de mobilização são uma prática terapêutica essencial para a modulação da dor e a melhoria da amplitude de movimento (ADM) na coluna vertebral. A manipulação das articulações vertebrais é classificada em cinco graus, que variam em amplitude e intensidade, permitindo que o terapeuta escolha a abordagem mais adequada para cada situação clínica. As manipulações são realizadas por um período de 1 a 2 minutos, seguidas de uma reavaliação para verificar a eficácia em termos de mobilidade e alívio da dor. O tratamento é interrompido quando os resultados desejados são alcançados ou conforme a tolerância do paciente. Classificação das Manipulações A classificação das manipulações vertebrais é a seguinte: Grau I : Utiliza oscilações de pequena amplitude, focando na modulação da dor, especialmente em estágios agudos após lesões. Grau II : Envolve oscilações de grande amplitude, com objetivos semelhantes ao Grau I, mas com uma abordagem mais intensa. Grau III : Aplica oscilações de grande amplitude que atingem a barreira restritiva da articulação, visando melhorar a ADM em estágios subagudos ou crônicos. Grau IV : Consiste em oscilações de pequena amplitude que cruzam a barreira restritiva, sendo indicadas apenas em estágios crônicos da cicatrização. Grau V (HVLA) : Envolve um thrust de alta velocidade e baixa amplitude, aplicado no limite do movimento articular, com o objetivo único de aumentar a amplitude de movimento. Precauções e Contraindicações É fundamental observar precauções durante a manipulação. Se o procedimento causar alterações na sensação, aumento da dor irradiada para os membros, ou se o paciente relatar tontura ou sensação de desmaio, as manipulações devem ser interrompidas. Além disso, deve-se ter cautela em casos de uso recente de corticosteroides ou dor excessiva. As contraindicações incluem: Fraturas não consolidadas. História de frouxidão articular ou ligamentar devido a traumas ou doenças sistêmicas, como artrite reumatoide. Doenças ou oclusões da artéria vertebral. Inflamação ou irritação articular aguda. Sintomas relacionados à cauda equina. Técnicas de Manipulação Duas técnicas específicas de manipulação são descritas para aumentar a flexão e a extensão cervical: Manipulação para Aumentar a Flexão Cervical : Posição do Paciente : Decúbito ventral, com os braços confortavelmente ao lado do corpo e um travesseiro sob a região clavicular. Posição do Terapeuta : Em pé ao lado do paciente, de frente para a cabeça, utilizando os polegares sobre o processo espinhoso do segmento superior restrito. Força de Manipulação : Deslizar a vértebra superior em direção cefálica e anterior. Manipulação para Aumentar a Extensão Cervical : Posição do Paciente : Idêntica à da manipulação para flexão. Posição do Terapeuta : Em pé na cabeceira, de frente para os pés do paciente, com os polegares sobre o processo espinhoso do segmento superior restrito. Força de Manipulação : Deslizar a vértebra superior em direção caudal e posterior. Essas técnicas são fundamentais para a reabilitação e recuperação da função cervical, proporcionando alívio e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Destaques A manipulação da coluna vertebral é crucial para modulação da dor e melhoria da ADM. As manipulações são classificadas em cinco graus, variando em amplitude e intensidade. Precauções devem ser tomadas para evitar complicações durante as manipulações. Contraindicações incluem fraturas não consolidadas e doenças sistêmicas. Técnicas específicas para flexão e extensão cervical são descritas para otimizar a recuperação.

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