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MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR a. As reuniões do conselho de classe devem ocorrer ao longo do curso, para análise e realização de recuperação paralela, e ao final de cada módulo do curso para apuração do resultado final do aluno. 2. Mediante agendamento, a equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) deve convocar os docentes, e demais envolvidos, para participação do conselho. 3. A equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) deve organizar as informações e dados a serem analisados pelo conselho de classe. 4. coordenador pedagógico, juntamente com Secretário Acadêmico, deve presidir a reunião do conselho de classe; 5. Durante a reunião do Conselho de Classe coordenador pedagógico, Secretário Acadêmico e maioria dos docentes do curso ou da turma, devem analisar os resultados e comportamentos dos alunos; a. corpo discente poderá participar do Conselho de Classe com um representante de cada curso ou turma. 6. As deliberações do Conselho de Classe devem ser registradas em ata, que deve ser encaminhada à CSA (Secretaria Escolar); 7. A equipe pedagógica deve realizar o planejamento das ações pós-conselho de classe para realizar implementar as ações propostas, para fins de recuperação, continuidade e conclusão de estudos dos alunos. a. Quando se tratar de medidas disciplinares, deve-se observar Regimento Escolar, e quando necessário, acionar os órgãos competentes. 8. Ao final de cada módulo, após lançamentos de notas, a CSA (Secretaria Escolar) deve realizar a apuração de resultados. 4.5.2 Formulários e instrumentos utilizados Ata de reunião de Conselho de Classe; Relatórios do SGE que subsidiam o acompanhado de rendimento escolar e de frequência 4.6 Sobre processo de Ações de Inclusão (PSAI) O Programa SENAI de Ações Inclusivas (PSAI) é uma iniciativa do SENAI Departamento Nacional, criado há mais de vinte anos, visando a inclusão na educação profissional e a ampliação do acesso ao mercado de trabalho. De acordo com o Guia de Diversidade do SENAI Departamento Nacional, lançado em 2023, os pilares do programa estão fundamentados em ações estratégicas que envolvem: As relações de gênero e engajamento de mulheres na ciência, exatas e tecnologia; 24 36MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR » A inclusão de Pessoas com Deficiência para construção de um futuro anticapacitista na educação, trabalho e sociedade; » A equidade racial e étnica, que visa a valorização de todas as origens, povos e culturas; » A construção do equilíbrio entre as diferentes gerações, que reconheça todas as habilidades e vivências; » A desconstrução de estereótipos para que todas as pessoas LGBTQIAPN+ possam ser quem são. As ações de inclusão na Educação Profissional referentes a pessoas com deficiência e expostas à vulnerabilidade social, obedecem ao disposto nos documentos orientadores do Programa SENAI de Ações Inclusivas, e às demais normas legais vigentes. As escolas SENAI devem fomentar práticas de inclusão e responsabilidade social como instrumento de formação e respeito à diversidade (convicções religiosas, situação social, cor, etnias, gênero, orientação sexual, nacionalidade, capacidade intelectual e/ou física). 4.6.1 Procedimento Ao receber um(a) aluno(a), público do Programa SENAI de Ações Inclusivas, a equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) deve realizar um atendimento com o aluno/responsável legal, se for o caso, com o objetivo de conhecer as particularidades e especificidades, para fins de orientação aos docentes, acompanhamento pedagógico, e adequação curricular, se necessário. Todas as intervenções devem ser registradas no Relatório de Atividades/Ocorrências no SGE. 4.6.2 Formulários e instrumentos utilizados Roteiro de Aula; Plano da Situação de Aprendizagem; Acompanhamento da Prática Docente; Relatório de Atividades/Ocorrência no SGE com pareceres de regularidade de vida escolar do aluno. 25MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 5 TRATAMENTO E USO DE DADOS Um dos aspectos da escrituração escolar é a confidencialidade. E este é amparado legalmente pela Constituição Federal, dentre outros dispositivos legais, inclusive Estatuto da Criança e do adolescente. Para maior segurança e transparência, esse aspecto se tornou mais rígido, com a promulgação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), que tem como objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais, por meios físicos ou digitais, e proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural, ou seja, de clientes e usuários, impondo padrões de segurança e responsabilidade pela sua manutenção e utilização, além da previsão de sanções de cunho reputacional e pecuniário. Desta forma, cabe a todos os colaboradores das escolas Técnicas e demais áreas do SENAI Pernambuco, resguardar os dados pessoais e sensíveis dos alunos, no processo de escrituração escolar. Para maior esclarecimento, de acordo com a legislação vigente, considera-se: Titular: pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento; Dado pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável; Dado Sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural; Tratamento: toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração; A proteção e o uso ético e responsável dos seus dados pessoais são muito importantes para Sistema FIEPE. As iniciativas direcionadas a este tema orientam e esclarecem como se obtém, se armazena, se utiliza, e como se compartilham e protegem os dados pessoais em seus sistemas, sites e aplicativos. Dessa forma, Sistema FIEPE assume o compromisso com a privacidade e segurança de acordo com previsto na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, entre outras aplicáveis. 26MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Todos os profissionais do SENAI Pernambuco devem respeitar a privacidade do indivíduo, conforme a Política de Privacidade de Dados de Titularidade de usuários, Política de Proteção de Dados Pessoais e Política de Segurança da Informação PSI. Para outras informações, entre em contato com 5.1 Do direito de uso de imagem e de propriedade intelectual Conforme Políticas do Sistema FIEPE, a autorização do direito de uso de imagem e propriedade intelectual de alunos pelo SENAI Pernambuco está prevista no contrato de prestação de serviços educacionais. Sendo assim, ao assinar o respectivo contrato de prestação de serviços educacionais o aluno, ou seu responsável legal, autoriza o SENAI Pernambuco a utilizar a sua imagem, voz e trabalhos realizados na relação ensino-aprendizagem, para fins exclusivos de divulgação do SENAI, de entidades que com ela tenham firmado acordos de vontade e das suas atividades, podendo, para tanto, reproduzi-las na internet, jornais, informes e/ou quaisquer outros meios de comunicação público ou privado. Da mesma forma, SENAI possui direito de propriedade intelectual obtido durante o processo de ensino-aprendizagem, sendo objeto de proteção e titularidade pertencentes ao SENAI Pernambuco, exclusivamente. 5.2 Do armazenamento de dados As equipes do SENAI devem observar e cumprir a Política de Segurança da Informação, e se atentar para a forma de arquivamento de dados institucionais e de escrituração escolar. Desta forma, as escolas devem adotar como padrão o arquivamento de documentos de escrituração escolar na secretaria digital do SGE. Tratando-se de outros documentos de acompanhamento, estes devem ser arquivados em nuvem, ou seja, deverão ser salvos em drives de rede na conta institucional. 27MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 6 ESCRITURAÇÃO ESCOLAR A escrituração escolar no SENAI é um processo executado pela equipe da Central de Serviços Acadêmicos - CSA (Secretaria Escolar) sob a gestão do Núcleo de Educação Profissional (NEP), com apoio da Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação, com objetivo de assegurar os registros da vida acadêmica dos alunos e os registros dos cursos de Educação. Deve ser realizada de forma sistematizada para que, durante todo o período letivo, seja possível realizar a consulta e a comprovação de dados da vida acadêmica dos alunos, bem como a expedição de documentos fidedignos, atendendo obrigatoriamente aos aspectos de rastreabilidade, confiabilidade e confidencialidade. Rastreabilidade: os registros escolares devem permitir que, em qualquer tempo, seja possível realizar consultas, comprovação de dados e de fatos da vida acadêmica dos alunos e dos status educacionais da escola. Confiabilidade: as informações identificadas e apresentadas nos documentos devem evidenciar fidedignamente a vida acadêmica do aluno, as situações de matrículas dos alunos, bem como a expedição de documentos com precisão. Confidencialidade: as informações registradas devem ser apenas de acesso para os profissionais responsáveis, garantindo a confidencialidade dos dados pessoais e da vida escolar do aluno. processo de escrituração escolar inicia-se no ato da matrícula e finaliza-se no ato da certificação. Esse processo é de extrema importância, pois: Garante a evidência da vida escolar do aluno; Retrata o status acadêmico da escola; Baliza as tomadas de decisões das equipes de coordenação e do corpo diretivo da instituição; Exporta dados educacionais para o Departamento Nacional do SENAI, para Ministério da Educação (MEC), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Alimenta a base estatística do SENAI Pernambuco e Nacional; Fornece dados para auditorias internas e externas; Fornece informações para outros órgãos fiscalizadores normalizadores. Participam da execução desse processo a equipe da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar), a equipe de docentes, coordenador pedagógico, Secretário 28MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Acadêmico e Secretário Administrativo Financeiro, sendo que o Secretário Acadêmico é profissional responsável por garantir que todo fluxo desse processo seja cumprido com qualidade. Portanto, nesse processo, a equipe da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar), tem o importante papel de articulador em relação aos profissionais envolvidos nesse processo. Ao efetuar os registros dos atos escolares, as escolas devem observar rigorosamente disposto na legislação vigente, no Regimento Escolar, neste Manual de Escrituração Escolar e nos demais orientações expedidas pela Diretoria de Educação. Ter a escrituração e os arquivos organizados e em segurança são requisitos indispensáveis para a expedição de documentos autênticos. Portanto, ambiente da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar), deve ser organizado, e o acesso ao espaço deve ser restrito aos profissionais envolvidos com os registros acadêmicos, por se tratar de local de guarda e arquivo de documentos sigilosos. O arquivamento de documentos escolares tem como finalidade assegurar, em qualquer tempo, a verificação da identificação de cada aluno, a regularidade de seus estudos, e a autenticidade de sua vida escolar. arquivo é categorizado como arquivo ativo (ou em movimento), arquivo intermediário (inativo ou em transição) e arquivo permanente (perpétuo). Para que esse processo de escrituração seja otimizado, SENAI Pernambuco utiliza um sistema informatizado para gestão da escrituração escolar, denominado Sistema de Gestão Escolar (SGE) com módulo de Secretaria Digital integrada, que por sua vez alimentam a base estatística do SENAI Pernambuco e Nacional, cuja ferramenta é denominada Solução Integradora. 6.1 Sistema de Gestão Escolar (SGE) Sistema de Gestão Escolar (SGE) é sistema informatizado, oficial, de escrituração escolar do SENAI Pernambuco. A gestão e monitoramento da qualidade dos dados do Sistema de Gestão Escolar são exercidos pela Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação, que define os critérios normativos de escrituração escolar que devem ser operados e resguardados pelo referido sistema. O Sistema de Gestão Escolar tem como objetivos específicos: Sistematizar e garantir a uniformidade do processamento das informações pertinentes à escrituração escolar; Garantir que a padronização do processo de escrituração escolar seja atendida; 29MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Promover agilidade no lançamento das informações de escrituração escolar; Garantir rastreabilidade ágil das informações acadêmicas dos alunos e das escolas; Possibilitar o acompanhamento on-line do processo de escrituração escolar pelas escolas e pela Diretoria de Educação e demais áreas que utilizam informações do Sistema de Gestão Escolar (SGE); Ser um instrumento fundamental e facilitador para a gestão escolar; Promover a integração entre a direção, as equipes da Secretaria Escolar, da equipe pedagógica, da equipe técnica, do corpo docente e dos alunos; Promover a integração entre as áreas administrativa, educacional e financeira; Alimentar a base estatística do SENAI Pernambuco e SENAI Departamento Nacional, fornecendo os dados educacionais para órgãos governamentais e outros que se fizerem necessários; Fornecer dados para auditorias internas e externas. Para que os dados de escrituração escolar sejam rastreáveis e confiáveis, a escola deve ter compromisso e a responsabilidade de executar corretamente o processo de escrituração escolar e os lançamentos corretos dos dados no sistema informatizado, bem como mantê- los atualizados em tempo hábil. Portanto, é dever dos profissionais que realizam os lançamentos no Sistema de Gestão Escolar compreender e aplicar corretamente as regras de escrituração escolar de acordo com o definido neste Manual de Escrituração e no Regimento Escolar. 6.2 Secretaria Digital Atualmente o SENAI Pernambuco faz uso da plataforma Secretaria Digital by DocXpress, que é integrada a Solução de Gestão Escolar (SGE) para realizar os processos de escrituração escolar de forma digital, apoiando na coleta, digitalização, certificação digital e gestão do acervo eletrônico das escolas SENAI, garantindo integridade, confidencialidade, rastreabilidade e fidedignidade da vida acadêmica do aluno. A gestão do processo da secretaria digital é realizada pela Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação. Diego / - DR 6.3 Núcleo de Educação Profissional (NEP) É de responsabilidade da equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) prestar suporte técnico e pedagógico necessário ao desenvolvimento e melhor desempenho do aluno no processo de ensino e de aprendizagem. Sendo assim, os processos educacionais e de escrituração escolar são operacionalizados na escola pela equipe do NEP e da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar). 30DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Núcleo de Educação Profissional (NEP) é composto pelo Secretário Acadêmico, Coordenador(es) Pedagógico(s), auxiliares e assistentes administrativos. As principais atividades do NEP são: Realizar atendimento ao aluno; Prestar suporte à coordenação; Prestar suporte ao docente; Realizar a habilitação e suporte na Aplicação das Avaliações Educacionais; Dentre outras atividades. 6.4 Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar) Conforme Regimento Escolar do SENAI Pernambuco, a Central de Serviços Acadêmicos CSA (secretaria escolar) é um setor responsável pela gestão e processos de escrituração escolar da escola, zelando pela lisura, correção, confiabilidade, confidencialidade e rastreabilidade do processo, com vistas a garantir registros escolares atualizados e fidedignos, da vida escolar do aluno e da escola SENAI. É composta por auxiliares e assistentes administrativos, sob a gestão do Núcleo de Educação Profissional (NEP), que tem como responsabilidade: Realizar o atendimento ao aluno; Realizar processo de matrícula e escrituração escolar no Sistema de Gestão Escolar de todas as modalidades, cadastrando e coletando documentos; A entrega de certificados e diplomas; A análise e tratamento de requerimentos protocolado pelos alunos; Recolher documentação dos alunos e encaminhamento aos setores responsáveis; Realizar tratativas financeiras de forma articulada com o Núcleo Administrativo e Financeiro (NAD); Realizar recebimento de pagamentos, bem como realizar o controle de kits de chaves dos ambientes educacionais aos docentes; Alimentar Sistema de Gestão Escolar (SGE) para subsidiar a base estatística do SENAI Pernambuco e SENAI Departamento Nacional, fornecendo os dados educacionais para os órgãos governamentais e outros que se fizerem necessários; Realizar os ajustes de informações sinalizadas pelo monitoramento das regras do Sistema de Gestão Escolar (SGE); Fornecer dados para auditorias internas e externas; Dar suporte documental respondendo à auditoria documental, acompanhando a tratativa; Monitorar os arquivos digitais (dossiê digital do aluno, upload de documentos no SGE). 31MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR A CSA (Secretaria Escolar) é responsável também pela guarda de documentos manuais, por meio de arquivos, categorizados como arquivo ativo ou em movimento, arquivo intermediário (inativo ou em transição) e arquivo permanente (perpétuo). Os locais de guarda devem permitir a imediata localização do material arquivado, bem como estar confinados em locais apropriados, livres de umidade e calor excessivo. ? 6.5 Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação A Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação tem como objetivo apoiar a gestão escolar da escola visando a melhoria do atendimento aos alunos do SENAI Pernambuco. A CSA da Diretoria de Educação é a área responsável pela execução centralizada de algumas atividades transacionais relativas às CSA (Secretaria Escolar) e ao Sistema de Gestão Escolar (SGE), realizando toda a gestão e monitoramento dos dados no SGE. A CSA da Diretoria de Educação tem como premissa a atuação nos processos transacionais com a escola SENAI e SEDE, mantendo padrão de atendimento e padrão na emissão documental, além de promover alterações no Sistema de Gestão Escolar SGE, e no Control Desk, relacionadas ao atendimento e processamento dos serviços, como workflows, gestão física e eletrônica de documentos ativos e inativos e controle de chamados. Outra grande contribuição está na garantia da fidedignidade dos dados a partir da centralização das inserções, possibilitando monitoramento e qualidade. A implantação da CSA trouxe benefícios para o SENAI Pernambuco, tais como: Simplificação, padronização e melhoria contínua dos processos educacionais relativos às secretarias e ao Sistema de Gestão Escolar (SGE); Centralização na execução dos processos educacionais; Parametrização, interface e melhorias no sistema SGE, automatizando as práticas manuais; Gerenciamento dos riscos para tomada de decisão confiabilidade nos dados; Aumento da qualidade dos atendimentos; Redução de custos com qualidade e sustentabilidade monitoramento de pontos críticos. 6.6 Gestão da Produção (Solução Integradora) SENAI Departamento Nacional utiliza um sistema informatizado, denominado Solução Integradora, para o registro da produção estatística das escolas do SENAI. As informações 32 SENAIMANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR lançadas no Sistema de Gestão Escolar do SENAI Pernambuco são automaticamente migradas para a Solução Integradora SENAI DN, sendo, desta forma, apropriadas e visualizadas pelo SENAI Pernambuco, SENAI Departamento Nacional e demais órgãos normatizadores e reguladores, como Ministério da Educação (MEC), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre outros. Portanto, é de suma importância que a escola realize os lançamentos em todos os campos do Sistema de Gestão Escolar, para que os dados de produção, de gratuidade, financeiros, entre outros sejam confiáveis e passíveis de monitoramento. lançamento correto evita o retrabalho gerado na regularização de inconsistências e suspensão da concessão de benefícios para alunos de projetos e programas específicos, cujo controle é realizado pela Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação. É de responsabilidade do Secretário Acadêmico e do Gerente da escola SENAI, garantir que os lançamentos sejam realizados corretamente no Sistema de Gestão Escolar, conforme procedimento. 6.6.1 Procedimento para Gestão da Produção Esse procedimento tem como objetivo sistematizar informações de desempenho do nível operacional das escolas do SENAI PE, a fim de contribuir com a tomada de decisão da Alta Direção. Para tal as escolas, em articulação com a Diretoria de Educação, devem: 1. Validar, diariamente, as informações lançadas no SGE utilizando Cubos; 2. Tratar as críticas durante a validação diária no SGE, enviadas pelo robô de monitoramento de regras; 3. Analisar Relatório de críticas disponível no painel do Power Bi para providências de tratamento no SGE. 6.6.2 Ciclo de Produção do SENAI Departamento Nacional Esse procedimento tem como objetivo orientar as escolas SENAI Pernambuco sobre ciclo de produção a ser enviada mensalmente ao SENAI Departamento Nacional: 1. A escola analisa o relatório e trata as críticas identificadas para fechamento do ciclo de produção verificado por solução integradora do DN. 2. Após solução de críticas identificadas, a Escola comunica à Diretoria de educação para uma nova validação pela área, com geração de arquivo de produção e exportação para solução integradora do DN. 3. responsável da Diretoria de educação, homologa produção na Solução integradora do DN, conforme prazo estabelecido pelo SENAI Departamento Nacional; 33MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 4. A partir do recebimento de confirmação de homologação da produção pelo DN, a Diretoria de Educação comunica à Unidade Compartilhada de Gestão Estratégica UCGE, através de e-mail para providências de elaboração de relatórios gerenciais. 6.7 Censo Escolar Censo Escolar é o levantamento de dados estatístico e educacional de âmbito nacional, promulgado pela Portaria MEC n° 316, de 4 de abril de 2007. É realizado todos os anos e coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). É principal instrumento de coleta de informações da Educação Básica que abrange as suas diferentes etapas e modalidades de ensino, inclusive a Educação Profissional e Tecnológica. Censo Escolar coleta dados sobre estabelecimentos, matrículas, funções docentes, situação de matrícula (status) e rendimento escolar. A declaração dos dados é obrigatória para todas as escolas públicas e privadas do país. O INEP é responsável por definir e disponibilizar o cronograma anual de atividades, os instrumentos e os meios necessários à execução do Censo, estabelecendo mecanismos de controle de qualidade da informação, e avaliando e acompanhando as etapas do processo censitário. Esse processo é constituído por duas etapas: Etapa de Coleta do Censo Escolar, onde são coletadas as informações de matrícula inicial na data de referência; e a Etapa da Coleta do Censo Escolar que tem como objetivo coletar informações de rendimento e movimento escolar dos alunos declarados na etapa. Todo o processo é realizado por meio de um sistema informatizado denominado Educacenso. É de responsabilidade da equipe da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar) preenchimento do Censo Escolar de acordo com a solicitação e a orientação da Secretaria de Educação e Esportes do Estado de Pernambuco, e cronograma disponibilizado pelo INEP. 6.8 Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) SISTEC é Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), cujo objetivo é disponibilizar informações sobre escolas que ofertam Cursos Técnicos de Nível Médio e Cursos de Formação Inicial e Continuada. O SISTEC foi instituído em 2009 por meio da Resolução CNE/CEB n° 3, de 30 de setembro de 2009. Durante a vigência da Resolução CEB/CNE n° 06, de 20 de setembro de 2012, preenchimento dos dados e a emissão do código autenticador era obrigatório para garantir a validade nacional dos diplomas expedidos. A partir da publicação da Resolução CNE/CP n° 01, de 05 de janeiro de 2021, código autenticador não se torna mais obrigatório, exceto se 34MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCOLAR aluno solicitar. A resolução vigente reitera a responsabilidade das instituições de Ensino para expedição e registro dos certificados e diplomas de cursos de Educação Profissional e Tecnológica sob sua responsabilidade, para fins de validade nacional. Esse entendimento é ratificado pelo art. 7° da Portaria MEC 31/2022: Parágrafo único. As Entidades do Sistema Nacional de Aprendizagem e dos Serviços Sociais Autônomos deverão registrar no Sistec as informações necessárias para acompanhamento das ações voltadas ao cumprimento do acordo de gratuidade, conforme legislação vigente, bem como em relação aos cursos e programas desenvolvidos no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Pronatec. Assim, "as informações são obrigatórias para todas as escolas de ensino credenciadas para oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica, independentemente de sua dependência administrativa (pública ou privada), sistema de ensino (federal, estaduais e municipais) e nível de autonomia", ou seja, cabe ao SENAI prestar as informações no SISTEC, e gerar código autenticador do diploma para os alunos que requeiram código. O código autenticador do diploma é código gerado no SISTEC, que valida nacionalmente Diplomas dos Cursos Técnicos de todos concluintes de cursos técnicos. É importante a atualização do status dos alunos no SISTEC para que possam ser gerados códigos. É de responsabilidade da equipe da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar), cadastrar no SISTEC as turmas novas no ciclo de matrículas até o dia 25 (vinte e cinco) do mês subsequente ao mês de início do curso, independente do dia iniciado no mês. Também é de responsabilidade da equipe da CSA (Secretaria Escolar) preenchimento e acompanhamento dos dados lançados no SISTEC. 6.8.1 Procedimento para Cadastro de Curso Técnico Ciclo de Matrícula no SISTEC Este procedimento é realizado com objetivo de operacionalizar os dados de cursos técnicos no SISTEC Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação para que seja emitido o código validador do diploma de curso técnico presencial e a distância. Para a realização do processo, é necessário uso dos perfis adequados, que definem quais permissões e responsabilidades usuário terá no sistema. Os perfis de acesso utilizados pelo SENAI Pernambuco são definidos pela Diretoria de Educação, quais sejam: Perfil "Gestor Responsável pela Unidade de Ensino": este perfil responde formalmente pela escola perante os órgãos competentes e possui acesso a todas as opções disponíveis no sistema, ou seja, ao Ciclo de Matrícula; Dados de Aluno e 35MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Validação de Diploma e Certificado. acesso a esse perfil será somente da CSA da Diretoria de Educação. Perfil "Gestor da Unidade de este perfil possui a prerrogativa de criar usuários para o perfil de Assessor da Escola de Ensino e possui acesso somente ao Ciclo de Matrículas e Dados de Aluno; acesso a esse perfil será somente da CSA (Secretaria Escolar). Perfil "Gestor este perfil possui a prerrogativa de validar os Diplomas dos cursos Técnicos na Escola de Ensino e possui acesso apenas à Validação de Diploma e Certificado. acesso a esse perfil será somente da CSA da Diretoria de Educação. Cabe a Diretoria de Educação, por meio de solicitação da escola, a inserção de responsáveis pelo perfil "Gestor da Unidade de Ensino", bem como excluí-los, quando necessário. Para cadastro de Cursos Técnicos, as escolas devem realizar seguinte procedimento: 1. Solicitar a CSA da Diretoria de Educação cadastro do perfil "Gestor de Unidade de Ensino", para o responsável que irá realizar o cadastro das turmas e alunos no ciclo de matrículas no SISTEC; 2. O cadastro deve ser realizado por meio do site: 3. A cada nova turma de curso técnico, com perfil "Gestor da Unidade de Ensino", a escola deve criar o ciclo de matrícula (turma) no SISTEC, no prazo de 15 (quinze) dias após o início da turma. Acessando o SISTEC, e clicando primeiramente na aba Ciclo de Matrícula, depois clicar na aba - Criar. prazo de criação do Ciclo de Matrícula deve ser cumprido rigorosamente, pois após esse período, SISTEC consolida as informações, bloqueando inserção de dados fora do prazo (matrículas extemporâneas). Caso essa situação ocorra, só poderemos inserir quando solicitamos abertura do SISTEC, via ofício assinado pelo Diretor Regional. Ressaltamos que SISTEC só dá abertura ao sistema duas vezes por ano. 4. Com o perfil "Gestor da Unidade de Ensino", a escola deverá cadastrar aluno, acessando SISTEC, na aba Ciclo de Matrícula, clicar na aba - Aluno, depois na aba Cadastrar individual, inserindo os dados do aluno. 5. Com perfil "Gestor da Unidade de Ensino", após cadastro do aluno, a escola deverá clicar na aba Avançar, para inserir aluno no Ciclo de Matrícula, depois selecionar Ciclo de Matrícula e seguir os três passos: selecionar o ciclo de matrículas; 2° selecionar mês de início; 3° inserir dados de matrícula solicitado pelo sistema, logo após clicar na aba Salvar. 36MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 6. Com o perfil "Gestor da Unidade de Ensino", a escola deverá selecionar Ciclo de Matrícula, clicar na aba Listar existente, logo após clicar no botão Alunos, para listar todos os alunos do Ciclo de Matrícula escolhido para alterar o status finalístico do aluno. Para alteração do status do aluno, a escola deverá selecionar a opção e clicar "Aplicar ação", para salvar novo status, que poderá ser: a. Alterar modalidade de pagamento. b. Excluir (quando se inserir o aluno equivocadamente, deve-se excluir o mesmo) C. Registrar conclusão (quando o aluno concluir curso técnico) d. Registrar desligamento. e. Registrar evasão f. Transferir (externa). g. Transferir (interna). 7. Com perfil "Gestor Autenticador", após a conclusão do curso técnico, a CSA da Diretoria de Educação deverá validar o diploma do aluno para ser gerado código do SISTEC, inserindo o CPF e salvando a informação. código gerado deverá ser inserido no SGE, para sair no Diploma do aluno. Ressaltamos a obrigatoriedade da geração do código validador do diploma de curso técnico. Quando da consulta pública de autenticidade do diploma, deve-se pesquisar no endereço: Para mais informações escola SENAI poderá acessar Manual do SISTEC, disponível no site do SISTEC, caminho: sistec.mec.gov.br / Manual SISTEC / link: sistec 6.9 Registro Profissional dos Cursos Técnicos de Nível Médio Através da Lei n°13.639/2018, foram criados Conselho Federal dos Técnicos Industriais CFT e os Conselhos Regionais dos Técnicos Industriais CRT's. Estes Conselhos profissionais passam a integrar o sistema fiscalizador com competência exclusiva, para orientar, disciplinar e fiscalizar (art. 3 da Lei 13.639/18) o exercício profissional dos Técnicos Industriais cuja profissão foi instituída pela Lei n° 5.524/68 e regulamentada pelo decreto n° 90.922/85. Por essa razão sistema CFT/CRT-03 (Conselho Regional do Técnicos Industriais da Região PB PE AL - SE) assume a função regulamentadora e fiscalizadora da profissão dos Técnicos Industriais de todo Estado de Pernambuco, sem absolutamente nenhum prejuízo das competências, prerrogativas e atribuições técnicas para a categoria profissional, apenas 37MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR mantendo-se as regulamentações atuais e fortalecendo as diversas categorias técnicas com as Resoluções publicadas pelo CFT. Para se certificar de que o curso ofertado pela Escola Integra os cursos pertencentes ao sistema CFT/CRT-03, é necessário acessar o site na Aba Legislação / Quem são os Técnicos Industriais / Modalidades Técnicas, clicar na modalidade correspondente a área do curso e consultar a Tabela de Títulos Profissionais do sistema CFT/CRT-03, bem como a Resolução n° 085, de 28 de outubro de 2019 que aprova a tabela de títulos profissionais dos Técnicos Industriais. Para agilizar processo de solicitação de registro profissional a Diretoria de Educação é responsável por realizar o credenciamento das Escolas Técnicas do SENAI Pernambuco e seus respectivos cursos técnicos com a finalidade do cadastramento e fornecimento ao CRT-03 de informações indispensáveis ao processo de registro profissional de egressos dos cursos regulares, garantindo celeridade ao processo, bem como, verificação da autenticidade dos documentos apresentados pelo profissional ao conselho. cadastro é realizado por meio do preenchimento de formulário de cadastramento de Instituição de Ensino, fornecendo dados de identificação da instituição, endereço, contato, e anexando os seguintes documentos: Atos constitutivos e regulatórios, registrados nos órgãos oficiais como Secretaria Estadual de Educação, atestando sua existência e capacidade jurídica de atuação; Cartão CNPJ; Indicação do regimento da escola aprovado no conselho de educação ou instância competente e de sua categoria administrativa e estrutura acadêmica. (Homologado ou em fase de teste); Relação dos cursos (Modalidade curso e tipo de oferta); Legislação do CNE e CEE, através de suas Resoluções e Normativas; Alvará de funcionamento; Projeto pedagógico dos cursos oferecidos pela instituição. Registro Profissional deve ser solicitado diretamente ao CRT pelo aluno concluinte, mediante protocolo no site www.crt03.gov.br, preenchendo seus dados e anexando os documentos solicitados no preenchimento. 6.9.1 Registro do Curso Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) 38MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Para os cursos Técnicos em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente o registro profissional é realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego que permite que o profissional ingresse no mercado de trabalho. Somente têm direito ao registro profissional os alunos que concluíram o curso Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente com o aproveitamento necessário. Assim como o cadastro dos demais cursos, junto ao CRT, o registro dos Cursos Técnicos em Segurança do Trabalho e Curso Técnico em Meio Ambiente é realizado pela Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco. Registro Profissional deve ser solicitado diretamente pelo aluno mediante protocolo nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (antigas Subdelegacias Regionais do Trabalho) e Agências Regionais (antigas Agências de Atendimento). 6.9.2 Registro do Curso Técnico em Química no CRQ Região Pernambuco Para o curso Técnicos em Química registro profissional é realizado pelo Conselho Federal de Química que permite que o profissional ingresse no mercado de trabalho. cadastro do curso e das escolas SENAI que ofertam esse curso é realizado pela Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco, que apresenta os documentos descritos abaixo ao conselho, via correios ou via e-mail: crq-1@crq-1.org.br, cujo prazo para resposta é de aproximadamente 06 (seis) meses: Ofício ao CRQ I solicitando o cadastramento junto ao CFQ do Curso e da Instituição; Portaria de reconhecimento no MEC; Resolução Normativa de criação do Curso; Projeto Político Pedagógico; Matriz Curricular; Conteúdo Programático Registro Profissional deve ser solicitado diretamente pelo aluno concluinte, conforme orientações disponíveis no site registro provisionado ou registro definitivo, sendo o aluno concluinte único responsável por apresentar sua solicitação, documentos e pagamento das taxas previstas pelo conselho. 6.10 Arquivo e Guarda de Documentos 39OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Ao organizar um arquivo, deve-se ter em vista os objetivos e as funções a que se presta e, ainda, as condições de segurança e acessibilidade a que se expõe, considerando que o arquivo deve: Permitir a guarda ordenada de documentos, formulários e papéis referentes à escola SENAI, aos alunos, ao corpo docente, à coordenação pedagógica e à equipe da Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar); Possibilitar a fácil localização dos documentos quando se fizer necessária à sua utilização. Os arquivos são categorizados como ativo, inativo e perpétuo/permanente. 6.10.1 Arquivo Ativo Digital % arquivo ativo ou de movimento, refere-se aos documentos de alunos e da escola para pronta consulta e escrituração escolar. Atualmente o arquivo ativo do SENAI Pernambuco é digital, onde todo o acervo eletrônico das escolas SENAI Pernambuco fica indexado na Secretaria Digital, no módulo integrado do SGE, e deve ser utilizado para a guarda dos documentos de uso constante pela escola, sendo: Pasta Individual do aluno (dossiê digital do aluno) com cursos em andamento, arquivadas em ordem alfabética por modalidade e curso; Relatório de Atividades/Ocorrência no SGE com pareceres de regularidade de vida escolar. Outros documentos de uso constante. Além dos documentos já citados, a equipe da CSA (Secretaria Escolar) e da Diretoria de Educação deve manter ainda no arquivo ativo eletrônico: Ato de criação e/ou credenciamento da escola SENAI; Os atos autorizativos dos cursos Técnicos de Nível Médio por curso; Pasta digital ou impressa com as legislações escolares que respaldam a autonomia do SENAI e outras; Pasta digital atualizada com os Planos de Cursos e Planos de Ensino ofertados pela escola; Calendário Escolar da escola; Cópia dos documentos normativos: Regimento Escolar, Manual de Operacionalização dos Processos Educacionais e de Escrituração Escolar e Projeto Político Pedagógico; Cópia dos manuais do aluno vigentes para as turmas em andamento; 40MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR SENAI Pernambuco ainda possui arquivo ativo físico, em função da transição no processo decorrente da implantação da Secretaria Digital. Assim, para processo de expedição de diplomas e certificados, para os alunos ativos durante o processo de implantação, a escola SENAI ainda poderá emitir o certificado e diploma físico, bem como Protocolo de Entrega de Certificado. 6.10.2 Arquivo Inativo Oto tempo arquivo inativo ou de guarda transitória, é utilizado para a guarda dos documentos que devem ser mantidos arquivados por um período determinado ou indeterminado. período para guarda de documentos pode sofrer alteração de acordo com as determinações legais, dos projetos e dos programas específicos definidos pela Diretoria de Educação. No SENAI Pernambuco o arquivo inativo se refere aos documentos físicos de alunos ativos durante o processo de implantação da Secretaria Digital. São documentos de guarda transitória: Diários de Classe; Calendários Escolares; Dossiê do Aluno e documentos comprobatórios requeridos no ato da matrícula; Atestados médicos; Relatório de Atividades com pareceres de regularidade de vida escolar do aluno. 6.10.3 Arquivo Perpétuo ou Permanente Corresponde aos arquivos e aos documentos que jamais deverão ser descartados e/ou incinerados, devendo ser mantidos no arquivo por tempo São eles: Ato de criação e credenciamento da escola SENAI; Resolução de autorização e funcionamento de Cursos Técnicos; Planos de Curso; Livros de registro de matrículas já finalizados e arquivados por modalidade; Livros de expedição de diplomas já finalizados e encadernados por modalidade e ano; Protocolo de Entrega de Certificados (individual ou por turma); Livro e atas de incineração de documentos escolares; Documentos normativos (Regimentos, Projeto Político Pedagógico) e formulários de registro de atendimento e acompanhamento de pessoas com deficiência, entre outros listados na tabela de temporalidade deste manual. 41MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Todas as Escolas Técnicas do SENAI Pernambuco devem destinar ambiente específico, garantindo a não proliferação de agentes químicos: os poluentes atmosféricos; agentes biológicos: fungos, insetos e roedores; agentes físicos: iluminação, temperatura e umidade. Dessa maneira, o desgaste documental é preservado assim como, as informações contidas nos mesmos. Devem ser resguardadas as seguintes condições para a funcionalidade do arquivo permanente, referente às matrículas antes da implantação da Secretaria Digital e Arquivo Central: Segurança: a ele deve ter acesso apenas o Gerente, Secretário Acadêmico e a equipe da CSA (Secretaria Escolar). Ressaltando que corredores e locais de livre acesso não devem ser utilizados como espaço para arquivos e que um arquivo deve possuir chaves, já que concentra a guarda de informações sigilosas de vida escolar de alunos; espaço deve ser utilizado somente para a guarda de documentos escolares, não sendo utilizado como depósito para outros. Acessibilidade: o arquivo deve permitir a imediata localização do material guardado; Armazenamento: armazenar o arquivo permanente em local que resguarde a durabilidade dos documentos, livres de calor, umidade, pestes e pragas que possam deteriorar os registros escolares. Cabe à CSA (Secretaria Escolar) organizar os arquivos da escola SENAI, observando os critérios para arquivamento em relação ao tempo de guarda. Para o arquivamento dos documentos escolares das turmas na escola, até a transferência do acervo para "Arquivo Central" sob a responsabilidade da Central de Serviços Compartilhados - CSC, deve-se realizar seguinte procedimento: Para garantir a organização: Deve-se separar os documentos por curso, turma e ano, para dessa forma obter-se a estrutura adequada. Para garantir o acondicionamento: Deve-se colocar os documentos em caixas adequadas (caixa de arquivo), respeitando o espaço existente. Arquivo em caixa box por curso, turma, modalidade e ano da seguinte maneira: - Pastas individuais dos alunos (dossiê do aluno) da turma em ordem alfabética; Plano de curso ofertado para a respectiva turma; Calendário escolar referente à turma; Diários de classe pertencentes à turma; 42MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Para garantir a conservação: Deve-se retirar dos documentos clips, e se for extremante necessário deixar apenas um grampo, pois eles acarretam ferrugem nos papéis que aceleram a degradação do documento. Remover elásticos, qual derretem, motivados pela temperatura do arquivo e das caixas. Colocar os documentos em pasta catálogo, pois conservam ainda mais as informações. Para identificação: Deve-se por etiquetas nas caixas para auxiliar na identificação dos documentos, as quais precisam conter: setor, turma, curso e ano que foi gerado e se necessário alguma observação pertinente aos documentos. Sobre descarte: arquivo possui finalidade funcional, por esse motivo, a massa documental existente do (a) aluno (a) requer o cuidado devido e consequentemente sua preservação. Para os documentos que podem ser descartados e/ou incinerados, a equipe da CSA (Secretaria escolar) deve observar as orientações para descarte de documentos deste manual. 6.10.4 Tabela de Temporalidade para guarda documentos do arquivo inativo e permanente TIPO DE DOCUMENTOS LOCAL TEMPO DE ARQUIVO ARQUIVO Ativo SGE / Secretaria Documentos de Digital 20 anos Programas Governamentais Permanente Arquivo Inativo Ativo CSA (Secretaria Documentos Normativos Escolar) (Regimento Escolar, Guarda permanente Projeto Político Permanente Arquivo Inativo Pedagógico). CSA Ativo (Secretaria Escolar), Sala da Calendários Escolares 05 anos Coordenadores Pedagógicos, Sala dos docentes Inativo Caixa box da turma Ativo Pasta da turma/pasta Contrato de Prestação de individual do aluno Serviços Educacionais Inativo Caixa box da turma 43MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 05 anos, exceto para programas governamentais. Ativo SGE / Secretaria Diário de Classe Digital 10 anos Inativo Caixa box da turma Diário de Classe Ativo SGE / Secretaria Digital 10 anos, exceto para Inativo Caixa box da turma programas governamentais. Ativo Pasta da Turma Não se aplica 05 anos, exceto para Inativo Caixa box da turma programas governamentais. Livro de Registro de Inativo SGE / Secretaria Matrículas Guarda permanente Digital Livro de Expedição de Inativo SGE / Secretaria Diplomas Guarda permanente Digital Relatório de SGE / Secretaria Ativo no Digital 10 anos SGE com pareceres de Permanente Arquivo Inativo regularidade de vida escolar Certificados e Diplomas Ativo SGE Guarda permanente Secretaria Escolar ou Requerimento de Ativo sala da Pedagogia Encaminhamento de 05 anos Obs: A forma de Aprendizes arquivo fica a critério da Escola (uma pasta por empresa ou única pasta para todas as empresas solicitantes por ano). Declaração de matrícula Ativo Na pasta individual (teoria e prática SENAI) do aluno (dossiê 05 anos Aprendizagem. digital do aluno) / Declaração de matrícula SGE / Secretaria (teoria no SENAI e prática Digital na Empresa) Inativo Na caixa box da Aprendizagem. turma 44MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Ativo Na pasta individual Relatório de desempenho do aluno (dossiê 05 anos Insuficiente/ Inadaptação digital do aluno) do Aprendiz (Laudo de Desempenho) Inativo Na caixa box da turma Termo de Compromisso de Ativo 05 anos Estágio Na pasta individual do aluno (dossiê digital do aluno) Inativo Na caixa box da turma Relatório de Avaliação do Ativo 05 anos Estágio Na pasta individual do aluno (dossiê digital do aluno) Inativo Na caixa box da turma Trabalho de Conclusão de Ativo Guarda permanente Curso TCC (Estágio) Na pasta individual do aluno (dossiê digital do aluno) Permanente Na caixa box da turma Atas de Conselho de Ativo SGE / Secretaria Guarda permanente Classe Digital Inativo Na caixa box da turma Planos de curso Inativo SGE / Secretaria Guarda permanente Digital Na caixa box da turma Recibos de Entrega do Ativo Na pasta da escola 05 anos Educacenso 6.10.5 Descarte de Documentos Por conterem informações pessoais de alunos, deverão ser tratados de forma a manter em sigilo os dados que contêm. Portanto, o descarte deverá ser realizado por meio de incineração e/ou por corte manual (picotar) dos documentos de forma a impossibilitar a exposição das informações contidas neles. A incineração / picotagem deverá ser registrada por e-mail para os gestores das unidades escolar, após autorização do expurgo a empresa especializada realiza a trituração dos papeis, 45MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO nos PROCESSOS MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR e posterior ao ato, emite um termo de destinação e destruição, juntamente com evidências do processo (fotos / vídeo). Consulta documental após transferência para Arquivo Central Após transferência dos arquivos inativos para o arquivo central, as escolas, caso necessitem da via física ou digitalizada dos documentos que estão armazenados no arquivo central, devem seguir o seguinte passo: 1. acessar o site da orquestra, conforme link https://bpms4.sistemafiepe.org.br/ a. na aba: Arquivo, consulta arquivo (preencher os dados nos campos obrigatórios); 2. A equipe do arquivo central realiza a busca do arquivo solicitado e envia de acordo com a necessidade. 46DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 7 PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR planejamento do processo de escrituração escolar compreende as ações que antecedem o lançamento das informações no Sistema de Gestão Escolar, sendo: A elaboração do calendário escolar; Elaboração do plano de curso/ensino; Horário Escolar; Planejamento da ocupação docente. 7.1.1 Calendário Escolar A Diretoria de Educação elabora o calendário escolar referência do ano letivo, de âmbito estadual, padronizado para todas as escolas SENAI Pernambuco. As escolas, a partir do calendário padronizado, devem elaborar seu calendário escolar local, tanto para os cursos regulares, quanto para os atendimentos específicos, resguardando suas particularidades locais (feriados e recessos), mas garantindo que as cargas horárias dos cursos sejam devidamente realizadas e as quantidades de dias letivos sejam cumpridos, respeitando início e término do ano letivo por modalidade. A elaboração do calendário escolar local é de responsabilidade do coordenador pedagógico, em regime de coparticipação com Secretário Acadêmico e equipe da CSA (Secretaria Escolar) para as devidas aprovações e cadastros no SGE, respectivamente. É de fundamental importância que calendário escolar local seja amplamente divulgado a toda comunidade escolar. Para atender as especificidades de cada escola, o calendário escolar local deverá conter, entre outras informações que a escola julgar necessário: Datas das 04 (quatro) entradas de oferta de cursos; Início e término do período letivo; Feriados municipais; Feriados Estaduais; Feriados Nacionais; Recessos escolares entre feriados; 47

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