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9-EXERCÍCIO FÍSICO ADAPTADO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MOTORA

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EXERCÍCIOS FÍSICO ADAPTADO PARA 
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MOTORA 
 
 
 
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Sumário 
 
NOSSA HISTÓRIA .................................................................................. 2 
INTRODUÇÃO ......................................................................................... 3 
1. A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO BRASIL...... 4 
1.1 Educação física adaptada ................................................................ 11 
1.2 Participação de pessoas com deficiência na educação física escolar
 12 
2. DEFICIENCIA FÍSICA (OU MOTORA) ......................................... 19 
2.1 O que é deficiência física motora ..................................................... 21 
2.2 Inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas ............ 24 
2.3 Deficiência física ....................................................................... 28 
CONCLUSÃO ........................................................................................ 34 
REFERÊNCIA ........................................................................................ 36 
 
 
 
 
 
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 NOSSA HISTÓRIA 
 
 
A nossa história inicia-se com a ideia visionária e da realização do sonho 
de um grupo de empresários na busca de atender à crescente demanda de 
cursos de Graduação e Pós-Graduação. E assim foi criado o Instituto, como uma 
entidade capaz de oferecer serviços educacionais em nível superior. 
O Instituto tem como objetivo formar cidadão nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em diversos setores profissionais e para a 
participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e assim, colaborar na 
sua formação continuada. Também promover a divulgação de conhecimentos 
científicos, técnicos e culturais, que constituem patrimônio da humanidade, 
transmitindo e propagando os saberes através do ensino, utilizando-se de 
publicações e/ou outras normas de comunicação. 
Tem como missão oferecer qualidade de ensino, conhecimento e cultura, 
de forma confiável e eficiente, para que o aluno tenha oportunidade de construir 
uma base profissional e ética, primando sempre pela inovação tecnológica, 
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. E dessa forma, 
conquistar o espaço de uma das instituições modelo no país na oferta de cursos 
de qualidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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INTRODUÇÃO 
 
As pessoas com deficiência possuem potencialidades, limitações e 
diferenças que os constituem como um ser ímpar. 
E o interesse dessas pessoas por atividades, jogos e esportes adaptados 
cresceu demasiadamente tendo em vista a satisfação de necessidades básicas 
ou terapêuticas. 
Tanto para participação em competições esportivas quanto para 
promoção de reabilitação física e psicológica. Além disso as atividades servem 
para preencher as horas de lazer, recuperar a autoestima e a confiança em si 
mesmas. 
E isso está ocorrendo graças a um entendimento maior pela sociedade e 
pelos educadores de que pessoas com qualquer deficiência têm potencialidades 
e podem desenvolvê-las desde que haja estímulo. 
Desse modo, através da atividade física adaptada desde o período 
escolar tanto a criança quanto o futuro adulto deficiente têm possibilidades muito 
próximas de todos na sociedade que está inserido pelo fato de receber os 
estímulos psicomotores adequados a sua condição. 
A atividade física para pessoas com deficiência motora, melhora a 
condição cardiovascular, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora e 
o equilíbrio. O incentivo da prática de atividade física por pessoas com 
deficiência também deve vir da família, que precisa oferecer o suporte 
necessário para que as pessoas com deficiência consigam incluir os exercícios 
na sua rotina. 
 
 
 
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1. A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 
NO BRASIL 
 
 
A História da Educação Física Escolar no Brasil tem íntima ligação com 
todo o desenvolvimento do país, por mais que apareça como coadjuvante por 
muito tempo. 
Os gregos foram um dos primeiros a institucionalizar a educação física 
como educacional e geradora de valor dentro de uma sociedade. 
Assim como fizeram os chineses milênios antes, porém em contextos 
totalmente diferentes um do outro. Isso ressalta a importância da educação física 
escolar. 
 
 
 
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Ela existe desde as academias de Platão, quando o mesmo conciliava 
estudos de filosofia com práticas corporais, ainda que rudimentares. 
Mas, com o tempo passando e tudo se desenvolvendo, a educação física 
escolar tomou seu caminho, principalmente na história do Brasil. 
Veremos que conforme os anos foram passando, elas foram se 
adequando de acordo com a necessidade imposta pelo próprio governo 
brasileiro. 
Ela é separada em etapas concisas, portanto, preste atenção a cada uma 
delas caso esteja interessado em saber qual é a história da educação física 
escolar aqui em nosso país. 
 
Períodos da Educação Física Escolar Brasileira 
A educação física é separada por momentos específicos na construção 
da cultura brasileira. 
Auxiliando da maneira com que o governo que exercia poder achava 
necessário para a época. Abaixo separamos cada período em um tópico em 
particular. 
Educação Física Escolar Militarista 
O processo da história da educação física dentro de instituições de ensino, 
as ditas escolares, se dá no início da metade do século XX. 
Neste período, mais especificamente em 1921, foi sancionado um decreto 
que colocava em vigor o famoso “Método Francês”. 
Em resumo, a história da educação física é iniciada na escola através de 
atividades que visassem criar bons combatentes, fortes e saudáveis. 
Bons o suficiente, para caso necessário, estivesse então preparados a 
qualquer guerra que o Brasil pudesse entrar em disputa. 
 
 
 
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Militarista 
 
Educação Física Escolar Higienista 
Ao mesmo tempo que decretos e sanções eram aceitos em prol de uma 
educação física militar, aumentava-se a preocupação por parte do governo em 
relação a saúde do cidadão. 
Mas, novamente, tudo isso era aliado necessidade de ter soldados fortes. 
A prática higienista nasceu na Europa, em meados da década de 90 do século 
XIX, se estendendo até 1930. 
No caso, aqui no Brasil ela perdurou até o início dos anos 40, sob 
comando do governo Vargas, quando ainda era conhecida como ginástica. 
 
 
 
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A educação física escolar era encarada como preocupada com o 
saneamento público, na busca de uma sociedade livre das doenças infecciosas. 
Higienista 
 
História da Educação Física Escolar no Brasil: Período 
Pedagogicista 
O período entre a saída de Getúlio Vargas em 1945 e volta em 1951, é 
marcado pela chegada da história da educação física escolar pedagogicista, 
embasada pelas teorias psicopedagógicas de Dewey e da sociologia de 
Durkheim. 
Elas buscam levar a atividade física além de somente mexer o corpo, mas 
entender o aluno como um todo, buscando educá-lo pelo completo. 
 
 
 
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Então, a história no Brasil da educação esportiva se torna mais 
educacional, buscando promover atividades que moldassem o cidadão pra viver 
em harmonia numa sociedade que possui regras de conduta. 
A história desse período no Brasil se estende até 1964, ano do golpe 
militar. 
Émile Durkheim 
 
 
 
História Competitivista no Brasil 
É chegada a era militar, e com ela os ensinamentos no âmbito escolar se 
assemelham com o início do século, buscando militarizar os alunos. 
 
 
 
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Além disso, o foco principal era na criação de heróis nacionais, que 
buscassem representar o país em Olimpíadas. As aulas comuns agorase tornam 
competitivas. 
Surge então o treinamento esportivo de alta performance, e a educação 
física pedagógica some um pouco do mapa. Esse padrão se repete tanto no 
Brasil, quanto no resto do mundo. 
Heróis nacionais 
 
 
História Escolar Popular 
Chegamos então ao último estágio da história da educação física escolar 
no Brasil, a popular, que vemos em ação até os dias de hoje. 
 
 
 
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Ela é marcada pelo início pós ditadura militar, quando generais saem do 
poder e a educação recebe maior empenho político. 
Dessa forma, as aulas se tornam mais lúdicas, carregando um pouco de 
cada período, porém de maneira equilibrada visando manter a sanidade mental 
das crianças. 
A pedagogia está presente criando alunos responsáveis, a higienista 
criando cidadãos saudáveis, a competitivista criando atletas, e pôr fim a popular 
traz a ludicidade da matéria no âmbito escolar. 
Vale lembrar que o conselho federal de educação física foi criado apenas 
em 1998 após todo o processo de trocas. 
Popular 
 
 
 
 
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1.1 Educação física adaptada 
 
 
São consideradas da alçada da Educação Física Adaptada quaisquer 
pessoas portadoras de transtornos, sejam eles psicológicos ou físicos, que 
impeçam que essas pessoas participem ativamente de uma aula comum da 
disciplina, como os portadores de deficiências mentais, visuais, auditivas, físicas, 
com múltiplas deficiências, superdotados, com síndromes neurológicas, 
psiquiátricas e psicológicas, e ainda pessoas com dificuldades de aprendizagem. 
(Carvalho, 2008). 
É interessante ressaltar que os conteúdos a serem trabalhados são os 
mesmos de qualquer outra aula de Educação Física, o que muda são os meios 
para permitir o acesso aos portadores de necessidades especiais à prática. E 
esse é o papel do profissional de Educação Física: fazer com que as pessoas 
consigam superar os seus limites, estabelecendo caminhos com graus de 
dificuldade variados, de acordo com a deficiência. Ao possibilitar a inclusão, a 
partir de uma aula bem estruturada, o professor não apenas permite que os 
portadores de necessidades especiais experienciem o prazer da prática, como 
também, em alguns casos, as aulas podem até auxiliar na recuperação. 
O grande problema é que, embora a inclusão de portadores de 
necessidades especiais no âmbito escolar já seja dada como óbvia, a formação 
 
 
 
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dos professores nessa área é deficitária. A área da Educação Física Adaptada, 
é mais uma questão de delicadeza e de respeito com o próximo do que 
meramente técnica específica de trabalho. 
 
1.2 Participação de pessoas com deficiência na educação 
física escolar 
 
A educação física adaptada é uma maneira de entreter crianças e 
adolescentes com algum tipo de limitação física em atividades de esporte e lazer, 
principalmente dentro das escolas, que é o ambiente onde eles mais necessitam 
dessa inclusão. 
De maneira geral, a educação física escolar abrange uma grande 
quantidade de conteúdo, onde o objetivo é estimular o desenvolvimento tanto no 
sentido motor como psicomotor. Portanto, a importância que a atividade física 
tem na vida e no desenvolvimento do ser humano, desde sua infância até a fase 
adulta, é evidente. 
 
 
 
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Para se trabalhar a inclusão de crianças ou adultos com alguma 
necessidade especial em atividades físicas convencionais, muitos educadores 
têm utilizado a educação física adaptada como meio. 
Segundo Carmo (2008), o objetivo da educação física adaptada é 
alcançar pessoas portadoras de transtornos, sejam eles físicos ou psicológicos, 
que impedem a participação desses alunos em uma aula comum da disciplina, 
a exemplo dos portadores de deficiências mentais, visuais, auditivas, físicas, 
múltiplas deficiências, etc. 
Além disso, é possível incluir nesse processo de aprendizagem alunos 
superdotados, com síndromes neurológicas, psiquiátricas, psicológicas e até 
mesmo com dificuldades de aprendizagem. 
O objetivo da educação física, de maneira geral, é garantir uma educação 
para todos, principalmente no que se refere aos alunos que apresentam 
necessidades especiais, sejam elas permanentes ou não. 
A sua prática é uma forma de oferecer oportunidades ao aluno com 
necessidades educativas especiais de conhecer suas possibilidades e vencer 
seus limites, facilitando a sua participação nas aulas de educação física e 
promovendo a interação com os demais. 
Os primeiros sinais da educação física como esporte foram vistos após 
a Primeira Guerra Mundial, momento em que foram desenvolvidas algumas 
atividades, como uma forma de tratamento para os soldados feridos da guerra, 
que adquiriram lesões permanentes e necessitavam de reabilitação. 
Ao final da guerra, a educação física ainda era vista como um auxílio nos 
tratamentos médicos realizados principalmente no Stoke Mandeville, um 
hospital da Inglaterra. No centro, eram realizados jogos anualmente, que 
ganharam força e serviram de impulso para a criação dos primeiros Jogos 
Paralímpicos, em 1960, na cidade de Roma. 
Modalidades 
https://www.guiaestudo.com.br/jogos-paralimpicos
https://www.guiaestudo.com.br/jogos-paralimpicos
 
 
 
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Tanto a educação física inclusiva como a educação física adaptada são 
divisões que estão inseridas no conceito de educação física escolar. Porém, 
existe uma diferença entre essas duas. 
Na modalidade educação física inclusiva, todos os alunos participam das 
mesmas atividades propostas. Dessa forma, cabe ao professor planejar as aulas 
de acordo com as especificidades dos estudantes de cada turma. 
Já na educação física adaptada, os estudantes com deficiência praticam 
as atividades físicas separadamente de seus colegas. 
Contudo, a prática de ambas as modalidades requer um ambiente 
acessível, de modo que ofereça iguais oportunidades de uso e ofereça a inclusão 
e a valorização das diferenças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Educação física adaptada 
https://www.guiaestudo.com.br/educacao-fisica-inclusiva
 
 
 
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Como foi citado acima, a educação física adaptada é uma subárea da 
educação física escolar. É importante saber que ela foi incluída, em 1987, 
pelo Conselho Federal de Educação na formação do profissional de educação 
física. 
Embora seja recente a abertura das instituições educacionais preparadas 
para atender as pessoas com necessidades especiais, alguns estudiosos 
relatam a utilização da atividade física ou do exercício como tratamento médico 
e terapêutico em períodos mais antigos. 
De acordo com Winnick (2004), os indícios são de que o exercício 
terapêutico tenha surgido na China por volta de 3000 a.C. 
Para o autor, os diversos conteúdos abordados pela educação física na 
escola como, por exemplo, jogos, brincadeiras, lutas, dança e esporte são 
apontados como patrimônio da humanidade. Dessa maneira, as possibilidades 
de aplicação dessas atividades no processo de ensino são múltiplas. 
https://www.guiaestudo.com.br/jogos
https://www.guiaestudo.com.br/brincadeiras
https://www.guiaestudo.com.br/lutas
 
 
 
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No contexto educacional, a sociedade está criando uma nova linha de 
pensamento para a educação física adaptada, promovendo a disciplina como 
uma maneira de encorajar e promover a atividade para todos os cidadãos. 
Portanto, a educação física adaptada tem como objetivo o 
desenvolvimento afetivo, cognitivo e psicomotor dos estudantes com deficiência. 
Além disso, ela é capaz de garantir o estudo e a intervenção do 
profissional no universo das pessoas que apresentam diferentes e peculiares 
condições para a prática de exercícios. 
 
 
 
 
 
 
Cuidados 
 
 
 
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Na área da educação física,os profissionais envolvidos com a educação 
física adaptada devem produzir conhecimentos capazes de trazer contribuições 
para modificar o contexto social no qual vivem as pessoas com deficiência 
(PCD). 
Ao possibilitar a inclusão, a partir de uma aula bem estruturada, o 
professor não apenas permite que os portadores de necessidades especiais 
experimentem o prazer da prática, mas pode fazer com que eles enxerguem as 
atividades como algo positivo no seu desenvolvimento. 
Para Soler (2005), alguns aspectos são muito importantes para lidar com 
os PCDs. Ele propõe: 
• Respeitar o ritmo, pois geralmente os PCDs são mais lentos naquilo que 
fazem como falar, andar, pegar as coisas, entender uma ordem etc.; 
• Ter paciência ao ouvi-los, pois alguns apresentam dificuldades na fala; 
• Lembrar que as pessoas com deficiência não possuem doença grave e 
contagiosa, portanto, é importante a demonstração de carinho; 
• Só tome a atitude de ajudá-los em determinada atividade quando for 
solicitado, pois muitas vezes a “ajuda” mais atrapalha do que auxilia de 
fato. 
Atividades físicas adaptadas 
A educação física adaptada baseia-se na prática de esportes adaptados, 
cuja origem são os esportes convencionais, permitindo que as pessoas com 
deficiência participem das atividades esportivas. 
Nesse sentido, em alguns esportes foram desenvolvidas adaptações 
pensadas a partir de cada tipo de deficiência. Um exemplo que vale ser citado é 
o “futebol de cinco”. 
https://www.guiaestudo.com.br/esportes
 
 
 
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Nessa atividade, as principais diferenças são: o uso da bola com guizo 
(uma espécie de chocalho) e a participação colaborativa de goleiros e 
chamadores sem deficiência. Eles, portanto, ajudam a orientar os alunos cegos 
ou com baixa visão a alcançarem a bola. 
O basquete em cadeira de rodas é outra adaptação do esporte 
convencional. A atividade é praticada por pessoas com alguma deficiência físico-
motora. Nesse esporte, as cadeiras são adaptadas e padronizadas, conforme 
previsto nas regras. 
Por fim, vale destacar o maior evento esportivo mundial envolvendo 
pessoas com deficiências, os Jogos Paralímpicos. Nessa competição, existem 
diversas modalidades de esportes coletivos adaptados, entre eles: vôlei, 
basquete em cadeira de rodas, futebol para cegos, etc. 
 
 
https://www.guiaestudo.com.br/esportes-coletivos
https://www.guiaestudo.com.br/futebol-para-cegos
 
 
 
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2. DEFICIENCIA FÍSICA (OU MOTORA) 
 
 
 Deficiência motora caracteriza-se por um distúrbio da estrutura 
anatômica ou da função, que interfere na movimentação e/ou locomoção do 
indivíduo (TELFORD & SAWREY, 1978; 
SEAMAN & DE PAUW, 1982). Refere-se aos problemas osteomusculares 
ou neurológicos que afetam a estrutura ou a função do corpo, interferindo na 
motricidade. Ela é caracterizada por um distúrbio na movimentação e/ou 
locomoção do indivíduo (MATTOS, 92). 
 Essa categoria é extremamente heterogênea, pois as causas da 
deficiência são diversas, apresentando uma variedade de quadros motores. 
Algumas características gerais podem ser destacadas, embora generalizações 
não sejam tão recomendadas. A extensão e a natureza da deficiência também 
são variáveis que levam à níveis diferentes de ajustes sociais e emocionais. 
 
 
 
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 No Brasil quase não conhecemos escolas especiais para pessoas 
portadoras de deficiência física ou motora (termo que será utilizado neste texto 
por definir e destacar mais claramente qual a área afetada em questão). Quando 
existem, elas costumam se destinar à crianças com deficiências múltiplas, com 
componente marcante na área motora (MATTOS, 94). Isto não faz acreditar que 
a parte da população infantil portadora de deficiência motora deve frequentar 
escolas regulares, uma vez que o programa de disciplinas teóricas não precisa 
ser alterado. Na realidade não é isto que acontece. As escolas em sua maioria 
não estão preparadas para receber alunos com disfunções motoras, possuindo 
diversas barreiras arquitetônicas, ou até dispensando-os das aulas de educação 
física por diversas razões. Isto produz uma série de reações emocionais e socias 
tornando o desenvolvimento desses indivíduos também alterado. Surgem então 
problemas com a autoimagem, consciência corporal, motivação e avaliação real 
das capacidades e limitações, tanto por parte dos professores como por parte 
dos próprios alunos. 
 A partir de então procura-se destacar os principais problemas que se 
relacionam com a prática de atividades físicas das pessoas portadoras de 
deficiência motora, bem como apresentar as oportunidades e adaptações já 
efetuadas para facilitar o acesso destas pessoas à prática de atividades físicas, 
nos seus vários níveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SUB-CLASSIFICAÇÕES: 
 Quanto à natureza, podemos dividir em: 
1- Distúrbios ortopédicos - que se referem a problemas originados nos 
músculos, ossos e/ou 
articulações. 
2- Distúrbios neurológicos - que se referem a deterioração ou lesão do 
sistema nervoso. 
 
2.1 O que é deficiência física motora 
 
 
Pode ser considerada uma deficiência física motora todas as condições 
que façam com que as pessoas tenham dificuldades ou estejam impossibilitadas 
de realizar algum movimento específico. 
As alterações que caracterizam uma deficiência física motora podem ser 
causadas na estrutura óssea, nos grupos musculares, entre outras partes do 
corpo. 
 
 
 
 
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Quais são os tipos existentes 
Existem diversos tipos de deficiência física motora. Os principais deles 
são os relacionados a seguir. Veja! 
Paraplegia 
A paraplegia é uma lesão medular. Ela caracteriza uma lesão na coluna 
lombar ou vertebral. Assim, os movimentos se tornam limitados, o que exige o 
uso de equipamentos especiais, como uma cadeira de rodas. 
Tetraplegia 
A tetraplegia ocorre quando as quatro extremidades do corpo ficam 
imóveis. Quem tem essa condição também pode desenvolver distúrbios 
respiratórios, que ocasionam leves demências. 
Amputação 
A amputação acontece quando uma pessoa necessita, por conta de 
doenças ou acidentes, remover um ou mais de seus membros superiores ou 
inferiores. 
Hemiplegia 
Chamamos de hemiplegia a paralisia da metade sagital, esquerda ou 
direita, do corpo humano. A condição se desenvolve, principalmente, quando 
alguém sofre um acidente vascular cerebral (AVC), que paralisa um dos lados 
do cérebro. 
Monoplegia 
A monoplegia é uma doença em que ocorre a paralisia de apenas um 
membro superior ou inferior, ou seja, um único braço ou uma única perna. Isso 
geralmente acontece por conta de lesões no sistema nervoso. 
 
https://blog.ortoponto.com.br/beneficios-cadeira-de-rodas-para-banho/
 
 
 
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Quais são as principais causas da deficiência física motora 
As causas que ocasionam uma deficiência física motora são diversas. 
Porém, a maioria dos casos estão relacionados à genética, aos acidentes e às 
doenças. Veja! 
Genética 
As condições genéticas são aquelas em que as pessoas já nascem com 
um gene que pode desencadear algum tipo de deficiência. É o caso de quem 
tem esclerose múltipla, por exemplo. 
Acidentes 
Os acidentes são as causas mais comuns da deficiência física motora. Ao 
sofrerem fortes impactos em acidentes de trânsito, por exemplo, as pessoas 
podem ter a coluna ou os membros prejudicados. 
Apesar de ser possível recuperar movimentos por meio da fisioterapia e 
outras técnicas, muitos quadros de deficiência física motora são irreversíveis. 
Doenças 
Existem doenças que geram a deficiência motora. A paralisia cerebral, a 
distrofia muscular, a esclerose múltipla, a espinha bífida, a artrite, o mal de 
Parkinson, entre outras patologias também podem gerar essascondições. 
Se você leu o nosso post até aqui, já sabe mais sobre a deficiência física 
motora e os desafios que são enfrentados pelas pessoas que têm os movimentos 
limitados. Alguns itens, como as barras de apoio, são importantes para dar mais 
acessibilidade e qualidade de vida para esses indivíduos. 
https://blog.ortoponto.com.br/produtos-para-fisioterapia-mais-recomendados/
 
 
 
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2.2 Inclusão de pessoas com deficiência nas atividades 
físicas 
 
A deficiência é sempre um assunto emergente, principalmente nas políticas 
públicas, tangente a inclusão de pessoas com deficiência nas atividades 
físicas, em atividades culturais, cotidianas, entre outras. 
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) as pessoas com 
deficiência representam 15% da população mundial, fato suficiente para que 
esse segmento tenha seus direitos assegurados e necessidades específicas 
levadas em consideração. 
Percebemos uma deficiência nem tanto pela lesão em si, mas pelo fato 
da exclusão que ela causa. É a deficiência que o ônibus, as calçadas, os 
estabelecimentos comerciais, as escolas, os centros de atividade física, nossa 
própria residência exclui tendo como resultado a desvantagem das pessoas que 
por algum motivo vieram a ter ou nasceram com algum tipo deficiência. 
 
 
 
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A limitação desses indivíduos se torna visível ao passo que a sociedade 
dita padrões ergonômicos para pessoas “normais”. Isso repercute em todas as 
áreas como, por exemplo, a dos esportes. A inclusão de pessoas com deficiência 
nas atividades físicas ajuda a combater essas limitações. 
As atividades físicas em qualquer âmbito, escolar, amador ou competitivo 
buscam alternativas para essa desvantagem que limita a pessoas na sua 
orientação espacial, na independência física, na mobilidade, nas atividades da 
vida diária, na capacidade ocupacional e na integração social. A busca 
por inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas motiva a criação 
de várias modalidades adaptadas para esse público. 
Para isso a palavra inclusão vem sendo amplamente difundida em todos 
os setores da sociedade. E as atividades físicas tem um papel importantíssimo 
quando inclui deficientes no meio esportivo. 
Nesse ponto o profissional da educação física é peça importante no uso 
de metodologias de ensino e treinamento, adaptando o aluno ao meio e vice-
versa. 
Dessa forma, a inclusão se propaga de maneira harmônica da sala de 
aula para qualquer outra vivência do portador da deficiência na sociedade tendo 
relevância em todos seus aspectos do desenvolvimento. 
Tipos de deficiência 
Temos a deficiência visual, a auditiva, a física e outros dois tipos que não 
abordaremos aqui: mental e a múltipla. 
A deficiência visual pode ser total, caso das pessoas cegas ou ter um 
comprometimento em maior ou menor grau. 
Na deficiência auditiva tem-se a perda bilateral, parcial ou total da 
audição. 
https://blogeducacaofisica.com.br/atividade-fisica-na-infancia/
https://blogeducacaofisica.com.br/carreira-do-profissional-de-educacao-fisica/
 
 
 
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E a deficiência física acarreta o comprometimento da função física com 
alteração de um ou mais membros do corpo. 
Benefícios da inclusão de pessoas com deficiência nas atividades 
físicas 
 
A prática de atividades físicas dentro das condições possíveis, na vida do 
deficiente representa não somente pressuposto para sua inclusão social, mas 
condicionamento para seu desenvolvimento e melhoria em termos físicos 
e psicológicos. 
Ou seja, promoverá essencialmente efeitos e reflexos em sua saúde e seu 
bem-estar, observando-se que tanto quanto um indivíduo dito ‘normal’, o 
deficiente possui, em igual proporção, aspectos a serem zelados com maior ou 
menor intensidade, dependendo da faixa etária em que esteja enquadrado. 
O portador de deficiência possui sistema cardiovascular, circulatório, 
nervoso, muscular, respiratório, esquelético e todos os outros comuns a 
indivíduos não portadores de qualquer limitação ou deficiência. 
https://blogfisioterapia.com.br/dor-psicologica-o-vilao-oculto-que-atrapalha-sua-aula/
 
 
 
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Nesse sentido, será beneficiado se inserido em programas e práticas de 
exercício físico regular, podendo ainda enquadrar-se, com preparação, no 
escalão de atletas de alto rendimento, tais quais aqueles observados nos Jogos 
Paraolímpicos, onde inclusão de pessoas com deficiência nas atividades 
físicas é internacionalmente reconhecida. 
Em suma, a atividade física para o deficiente beneficia tanto seu físico 
quanto seus aspectos psicológicos. Fisicamente o prepara para os desafios da 
vida cotidiana, promovendo maior vitalidade, saúde e bem-estar. 
Psicologicamente, fomenta maiores condições de lidar com sua 
pseudofragilidade, ente imaterial e etéreo que o estigmatiza e o afasta de tudo 
quanto há, atualmente de prazeroso e minucioso em termos de realização. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.3 Deficiência física 
 
 
Alteração muscular, ortopédica, articular ou neurológica que alteram as 
capacidades do indivíduo, afetando diretamente a postura e/ou movimento. 
Considera-se uma pessoa portadora de deficiência motora, de carácter 
permanente, ao nível dos membros superiores ou inferiores, quando tiver uma 
incapacidade igual ou superior a 60% (avaliada pela Tabela Nacional de 
Incapacidades). 
As principais causas são: lesão cerebral, lesão medular, patologias 
degenerativas do Sistema Nervoso Central, reumatismos, malformações 
congênitas, miopatias (distrofias e atrofias musculares), sequelas de 
politraumatismos. 
 
 
 
 
 
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Tipos de deficiência física 
• Monoplegia (paralisia num membro do corpo); 
• Hemiplegia (paralisia num dos lados do corpo); 
• Paraplegia (paralisia da cintura para baixo); 
• Tetraplegia (paralisia do pescoço para baixo); 
• Amputação (ausência de um membro do corpo). 
Dificuldades da deficiência 
A deficiência física tem como maior dificuldade quando a necessidade do 
uso de cadeira de rodas, mesmo que as mudanças para esse público já estejam 
acontecendo. 
Quanto ao aspecto físico, deve ser trabalhado desde criança, pois sua 
deficiência implica uma variedade de condições não-sensoriais que afetam o 
bem-estar e que podem criar problemas em torno da mobilidade, vitalidade física 
e também com relação a autoimagem desde a tenra idade. 
Em relação a prática de exercícios a dificuldade está muitas vezes no 
acompanhamento quando de atividades coletivas se estas não são dirigidas 
especialmente para este público. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Atividade e exercícios mais indicados 
 
As atividades a serem praticadas irão depender do tipo de deficiência 
física: 
Por exemplo, para cadeirantes que movam da cintura para cima: 
basquete, esgrima, arco e flecha, musculação, atletismo, bocha, Rugby, tênis de 
mesa, voleibol sentado, remo adaptado, ciclismo. 
Outro exemplo é o futsal de muletas para quem tem um membro inferior 
amputado e paralisados cerebrais. 
 
 
 
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Ainda, halterofilismo, hipismo, iatismo, natação, tênis em cadeira de 
rodas, modalidades de inverno. 
Adaptações dos exercícios 
 
Nada melhor para a adaptação ao exercício do que ser feita pelo próprio 
professor da modalidade em que o aluno com deficiência se inserir. 
Por exemplo, é o professor de basquete que irá definir a melhor 
metodologia para ensinar o basquetebol em cadeira de rodas. 
Cuidados com os alunos 
Respeitar o tempo do aluno que nem sempre é o mesmo se inserido em 
uma aula com alunos sem deficiência. 
Tratar o aluno igualmente frente aos outros no ambiente em que se 
encontra. 
Cuidar o melhor posicionamento corporaladequado a atividade. 
 
 
 
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Papel do profissional da educação física na inclusão de pessoas com 
deficiência nas atividades físicas 
 
A educação física é conceituada como utilidade social, pois promove a 
integração social e uma educação integral através do movimento. 
Tendo uma preocupação com a parcela da população portadora de 
alguma deficiência o profissional deixa na grande maioria de objetivar a formação 
de atletas e passa a trabalhar mais a psicomotricidade. 
De modo geral, é fundamental que o professor adquira os conhecimentos 
basilares concernentes ao seu aluno, como: aspectos da deficiência, idade em 
que surgiu a deficiência, se foi súbita ou gradativa, se é passageira ou constante, 
as funções e estruturas que estão prejudicadas. 
Sugere, também, que esse profissional distinga os distintos aspectos do 
desenvolvimento humano: biológico (físicos, neurológicos, sensoriais,); motor; 
cognitivo; socio interacional e afetivo-emocional. 
Dessa forma, o professor conseguirá adaptar o ambiente físico e os 
materiais, elaborar uma metodologia de ensino atendendo o aluno portador de 
 
 
 
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deficiência dentro do princípio da individualização sem perder de vista o grupo 
no qual ele está inserido e o trabalho coletivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONCLUSÃO 
 
A necessidade de incentivar a prática de atividade física por pessoas 
portadoras de deficiência. Praticar esporte é uma forma de esses indivíduos 
redescobrirem a vida de uma forma ampla e global. Previne as enfermidades 
secundárias à deficiência e ainda promove a integração social, levando o 
indivíduo a descobrir que é possível, apesar das limitações físicas, ter uma vida 
normal e saudável. 
Abraçar uma atividade física pode transformar o dia-a-dia de um atleta 
especial e ainda fazer bem para a saúde do corpo e da mente. 
Movimentar-se é a palavra de ordem. Não importa se o atleta tem como 
objetivo jogar profissionalmente ou de forma amadora. O importante é procurar 
uma modalidade esportiva que se adeque as condições e limites. 
Praticar atividade física tanto por competitividade quanto por diversão 
pode trazer ao indivíduo benefícios físicos e psicológicos. 
Físicos:Agilidade, equilíbrio, força muscular, coordenação motora, 
resistência física, melhora das condições organo-funcional (aparelhos 
circulatório, respiratório, digestório, reprodutor e excretor), velocidade, ritmo, 
possibilidade de acesso à prática do esporte como lazer, reabilitação e 
competição, prevenção de deficiências secundárias, promoção e encorajamento 
do movimento, desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para 
melhor realização das atividades de vida diária, entre outros. 
Psíquicos: melhora da autoestima, aumenta a integração social, redução 
da agressividade, estímulo à independência e autonomia, experiência com as 
possibilidades, potencialidades e limitações, vivência de situações de sucesso e 
de frustração, motivação para atividades futuras, desenvolvimento da 
capacidade de resolução de problemas, entre outros. 
 
 
 
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É imprescindível respeitar as limitações, adequando modalidades e 
objetivos pessoais. É preciso haver acompanhamento e muita atenção na hora 
de executar um movimento. É necessário respeitar todas as normas de 
segurança, evitando novos acidentes e o mais importante, estimular sempre o 
desenvolvimento da potencialidade individual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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