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PSICOLOGIA
Eliane Dalla Coletta
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Conceitos e funções 
da psicologia
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Descrever o desenvolvimento da psicologia como ciência e profissão.
 � Definir as principais correntes e teorias psicológicas.
 � Identificar as diferentes áreas de atuação da psicologia.
Introdução
A psicologia originou-se da filosofia e somente no século XIX atingiu o 
estatuto de cientificidade, sendo reconhecida como uma ciência que 
estuda o comportamento e o psiquismo humano. A partir do estudo do 
comportamento e dos fenômenos mentais, com objetividade e técnicas 
específicas conforme método científico, nasceu a psicologia científica e 
experimental, com a inauguração do primeiro laboratório experimental, 
em 1878, por W. Wundt em Leipzig, Alemanha. Desde então, surgiram 
muitas correntes psicológicas e a multiplicidade das psicologias, sobretudo 
no domínio prático (psicologia educacional, psicologia organizacional, 
psicologia cognitiva, etc.), leva-nos à identificação de duas atitudes psico-
lógicas básicas, que correspondem a duas maneiras de se fazer psicologia: 
experimental e clínica.
A psicologia experimental, com seus métodos teórico-experimentais 
como behaviorismo, cognitivismo e neuropsicologia, estuda mais pro-
fundamente o comportamento humano. A psicologia clínica trata da 
investigação sistemática de casos individuais ou grupais na exploração 
do psiquismo humano a partir da linguagem (da palavra), como também 
do tratamento terapêutico de certas neuroses e psicoses, área em que 
se inserem a psicanálise, a Gestalt, a psicologia analítica, entre outras. 
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Não há dúvida de que ambos os domínios se completam, apesar de 
apresentarem muitas divergências entre si.
Neste capítulo, você conhecerá a história da psicologia e entenderá 
como ela alcançou o seu estatuto de cientificidade. Além disso, terá 
a oportunidade de conhecer as três grandes doutrinas da psicologia, 
behaviorismo, psicanálise e Gestalt, e as áreas de atuação do psicólogo.
Desenvolvimento da psicologia como 
ciência e profissão
Para entender o desenvolvimento da psicologia como ciência e profissão, é 
necessário visualizar esse processo historicamente. A psicologia é tão antiga 
quanto o desenvolvimento do pensamento subjetivo: remonta ao início da 
preocupação do homem com as suas percepções e emoções, que abrange, 
também, o desenvolvimento do pensamento racional sobre o mundo, sobre os 
seres humanos e sobre si mesmo, o sujeito pensante da filosofia.
Quando o homem não aceita mais as explicações míticas e passa a questio-
nar a origem da vida, o pensamento mítico dá lugar ao pensamento racional, 
passando para o estágio de filosofar. Filosofar significa refletir sobre os 
fatos, acontecimentos, sobre o seu existir; surge, então, o pensamento filo-
sófico. Até o século XIX, todas as ciências humanas ficaram vinculadas ao 
destino da filosofia, mais especificamente ao da antropologia filosófica. O 
desprendimento da psicologia da filosofia foi o desenvolvimento da psicologia 
como ciência humana, quando se toma consciência de que o conhecimento 
científico não é filosófico. Esse desprendimento da psicologia da filosofia 
ocorreu em meados do século XIX, quando as ciências humanas surgiram 
com a adoção de metodologias empíricas aceitas como ciência.
Nesse processo de constituir-se como ciência, por ser uma ciência 
humana, a psicologia precisou romper com duas perspectivas por sua 
incapacidade de revelar o objeto específico de seu estudo, o “homem”. A 
primeira perspectiva é a sua ligação histórica com a filosofia, que descrevia 
os comportamentos do homem em termos de substância e de faculdades 
inatas transcendentes. A psicologia era concebida como a explicação ra-
cional dos comportamentos de consciência. Como representantes dessa 
psicologia, temos Descartes (1596-1650), Kant (1724 – 1804), Bergson 
(1859-1941), Ribot (1839-1916). Nessa fase, a psicologia era considerada 
uma ciência menor dentro da filosofia e se dedicava ao conhecimento 
abstrato e puramente reflexivo.
Conceitos e funções da psicologia2
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
A segunda perspectiva foi a da sua aliança com as ciências experimentais 
de ordem psicoquímica ou biológica, que tinham o estatuto de cientificidade 
reconhecido por todos. O homem tornou-se, então, “objeto de experiência”. 
Esse foi o período da redução dos fenômenos psíquicos aos fenômenos orgâ-
nicos e experimentais, e o homem passou a ser estudado em laboratório, com 
o objetivo de provar a origem orgânica de seus comportamentos.
Na segunda metade do século XIX, na Europa, havia teorias diversificadas 
sobre as exigências espiritualistas sobressaindo-se taxativamente a todos os 
domínios da vida intelectual, com a predominância da ideia do determinismo 
universal. O objetivo primordial e único era a análise dos “fatos” e de suas 
regularidades; o saber somente era alcançado por meio da experiência “po-
sitiva”. O positivismo ainda é, hoje, uma teoria utilizada nas investigações 
científicas quando a pesquisa privilegia o quantitativo, o rigor, a racionalidade, 
a medição objetiva e os fatos observáveis.
Entretanto, pela sua proximidade com a filosofia, a psicologia concebeu 
a sua emancipação e seu acesso a um estatuto científico, por conformação 
ao modelo das ciências da natureza que já estavam constituídas. Por isso, até 
hoje, a psicologia balança entre duas grandes correntes: uma mais filosófica, 
que utiliza modelos explicativos e interpretativos, e outra propriamente 
científica, aproximando as ciências naturais de seus modelos explicativos 
(behaviorismo).
A psicologia experimental foi a primeira a utilizar um método psicológico 
com pretensões científicas, instituindo-se contra a atitude introspectiva. O fato 
psicológico era concebido como a recepção de um estímulo seguido de uma 
resposta, e o método permitia que esse circuito funcionasse em condições 
controláveis e mensuráveis pelo experimentador.
Como pudemos ver, o nascimento da psicologia científica ocorreu num 
clima intelectual impregnado pelo positivismo comtiano. Foi o fisiólogo e 
anatomista E.H. Weber (1795-1878) que, com base em seus estudos sobre as 
sensações táteis e visuais, conseguiu, pela primeira vez, passar do domínio 
da fisiologia ao da psicologia. Ernst Heinrich Weber, médico alemão, foi o 
fundador da psicologia experimental, publicando seu trabalho experimental 
em 1846 e comprovando, a partir do método experimental, que a sensibilidade 
comum é a consciência do estado sensorial global do corpo. Para ele, a sensação 
deveria ser distinguida da sua interpretação.
Porém, deve-se a W. Wundt (1832-1920), o primeiro psicólogo na história 
da psicologia, o surgimento da psicologia experimental. Antes de Wundt, 
havia muitas psicologias, mas não existiam psicólogos. Os precursores são 
médicos, fisiologistas e físicos. Em 1879, Wundt criou o primeiro laboratório 
3Conceitos e funções da psicologia
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
experimental, em Leipzig, na Alemanha, todo equipado com instrumental 
científico daquela época. O psicólogo dedicou-se, inicialmente, ao estudo da 
percepção sensorial, especialmente da visão. Mais tarde, passou a estudar a 
memória, a inteligência, o desenvolvimento estético, moral e social. Wundt 
queria descobrir e determinar a relação dos fenômenos psíquicos com seu 
substrato orgânico, especialmente cerebral, pois acreditava que nada se 
passava em nossa consciência que não encontrasse seu fundamento em de-
terminados processos físicos. Entretanto, atribuiu às pesquisas experimentais 
apenas um campo bastante limitado, reconhecendo dois tipos de leis do 
conhecimento: leis associativas e leis perceptivas, estas últimas exprimindo 
a atividade livre do pensamento. Para Wundt, a psicologia como ciência é 
psicologiaempírica. A psicologia empírica é voltada para a causalidade 
psíquica, com a qual, na observação dos fenômenos psíquicos, busca-se 
determinar e captar as causas, leis, condições iniciais do fenômeno, no qual 
as afirmações são controláveis pelos fatos. Nesse sentido, Wundt fecha as 
portas para as explicações mais obscuras e espiritualistas ou materialistas. 
Em 1874, escreveu o primeiro livro sobre estruturalismo, que foi abandonado 
pela psicologia pois não conseguiu apresentar um padrão de semelhança de 
critérios entre sujeitos porque cada pessoa tem um sistema perceptivo único. 
Wundt é considerado o principal pensador dessa teoria.
Contrapondo-se a Wundt, apresentou-se, em 1890, Willian James (1842-
1910), conhecido como o pai da psicologia americana, que sustentava que 
a psicologia era uma ciência natural; surgia, assim, o funcionalismo como 
uma reação às teorias do estruturalismo. Como ciência natural, a psicologia 
consistia na previsão e em controles práticos. É possível dizer que foi a 
partir de Wundt e James que a história da psicologia como ciência iniciou. 
Alguns estudiosos afirmam que, nessa fase, tratava-se mais de um projeto 
científico, não chegando a consolidar-se como ciência nesse momento, mas 
foi a partir de então que a psicologia procurou atingir o estatuto de cientifi-
cidade, mediante a reivindicação do modelo de objetividade característico do 
modelo das ciências naturais. O desenvolvimento da psicologia experimental 
enfrentou sérias oposições em função de querer romper com a filosofia.
Nesse início da sua busca pela cientificidade, a psicologia teve que valer-
-se do método experimental dos físicos e dos biólogos. Na aplicação desse 
método, constatou-se a insuficiência para definir e para validar o objeto da 
psicologia. Com esse fracasso da psicologia dos estados mentais e o êxito 
simultâneo da psicologia animal (reflexo condicionado), surgiu a grande 
revolução em psicologia, o behaviorismo, a partir de 1913, com Watson 
(1849-1936).
Conceitos e funções da psicologia4
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Com Psychology as the Behaviorist views it, Watson (1913) inaugurou o behaviorismo, 
apresentando uma posição radical contra toda e qualquer psicologia que pensasse e 
admitisse a existência da consciência como objeto de estudo da psicologia.
Porém, a psicologia não poderia prescindir do estudo da imaginação, do 
afeto, das emoções e dos sentimentos. Então, nesta época em que o beha-
viorismo pretende expurgar da psicologia científica o recurso à observação 
interna dos fatos da consciência, bem como de toda a propagação filosófica, 
surgiram dois fatos novos que iriam exercer uma consequência profunda na 
história da psicologia. O primeiro fato foi a iniciação filosófica de Husserl 
(1859-1938), que procurou instituir a fenomenologia como uma disciplina 
científica. O segundo fato foi a instauração da psicanálise freudiana. As 
investigações de Husserl e A interpretação dos sonhos, de Freud, apareceram 
no ano de 1900, e Ideias diretrizes para uma fenomenologia, de Husserl, em 
1913, todas contemporâneas dos famosos artigos de Watson.
Falar sobre todas as correntes psicológicas com um quadro completo 
e detalhado nesses três séculos de existência é uma tarefa impossível. A 
psicologia se apresenta numa pluralidade espantosa de domínios. Essa mul-
tiplicidade, por vezes, é atribuída às variações das práticas psicológicas, que 
muitas vezes se entrelaçam. O importante do estudo da sua história se deve 
ao fato de entendermos a sua pluralidade e as diversas correntes doutrinárias, 
metodológicas e do ponto de vista de seu objeto, não podendo ser considerada 
como uma disciplina única nem unificada. É de suma importância identificar 
a que doutrina pertence ou em qual método estão baseadas determinadas 
análises do nosso cotidiano e do nosso “eu” enquanto indivíduos históricos. 
A psicologia, ainda hoje, oscila entre duas grandes correntes: uma mais 
filosófica, utilizando modelos explicativos e interpretativos, e outra propria-
mente científica, baseada nos modelos explicativos oriundos das ciências 
naturais (behaviorismo).
A regulamentação da profissão de psicólogo no Brasil passou por um longo 
tempo de discussões, idas e vindas de projetos, pré-projetos, substitutivos, 
emendas e muita negociação até a primeira lei que regulamentou a profissão 
em 1962, a Lei nº 4.119. Porém, para os estudiosos e historiadores, o início da 
atuação dos psicólogos ocorreu na década de 1930, início da industrialização, 
e no desenvolvimento progressivo de urbanização que requeriam práticas 
5Conceitos e funções da psicologia
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
psicológicas na organização do trabalho, nas escolas e nas clínicas infantis. 
Nessa época, no Brasil, buscava-se a construção de um novo país e de um 
novo homem, metanacionalista, que pesquisava o positivismo e o tecnicismo, 
tendo a psicologia como apoio. Nos pré-projetos, projetos, emendas, encon-
traremos as discussões sobre a temática do ensino de psicologia e profissão 
do psicólogo, constatando as primeiras propostas de atribuições do psicólogo 
(1053-1954), como professor de psicologia, psicólogo clínico, psicotécnico, 
orientador educacional e psicopedagogo. Nesse período, também surgiram 
outras comissões que tiveram como tema, por exemplo, psicologia geral, 
psicologia infantil e psicopedagogia, psicopatologia, psicoterapia e psicanálise, 
psicologia social e jurídica. Foram criadas diversas associações nos estados 
de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Em 1975, o 
processo foi finalizado com a aprovação do Código de Ética e a criação dos 
Conselhos e da profissão de psicólogo.
Principais correntes e teorias psicológicas
Na constituição das ciências humanas no século XIX, a psicologia ori-
ginária da filosofia caminhou, na sua história, em direção ao estatuto 
de cientificidade, de modo que surgiram as primeiras escolas com duas 
grandes tendências: comportamental e clínica. A psicologia experimental 
(behaviorismo) era voltada ao método científico, estudando a conduta 
humana, ou seja, seu comportamento, e a psicologia clínica (psicanálise) 
se concentrava no estudo profundo do psiquismo humano. A psicologia do 
século XX apresenta diversas concepções sobre o homem, que continuou 
num processo contínuo de transformação, chegando hoje, no século XXI, 
com mais e mais ramificações.
Abordaremos, neste capítulo, as principais correntes e teorias psicológicas 
que deram origem a uma vasta multiplicidade de psicologias, divergentes 
no seu método e no seu objeto de estudo, mas muitas vezes convergentes e 
complementares. Por isso, hoje, é muito difícil, até mesmo para o psicólogo, 
definir o que a psicologia estuda, já que essa resposta depende da doutrina, 
da teoria a que se refere, havendo, então, várias possibilidades; há uma diver-
sidade e multiplicidade de olhares sobre o homem, com diferentes modos de 
investigação e de atuação prática.
São consideradas como grandes correntes na psicologia o behaviorismo, a 
psicanálise e a Gestalt. A seguir, discutiremos cada uma delas.
Conceitos e funções da psicologia6
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Behaviorismo
A doutrina behaviorista se afirmou a partir de 1913, com os estudos de Watson 
(1849-1936). O comportamento, para essa doutrina, é uma reação ou resposta do 
“sujeito” observado (homem ou animal) a uma determinada situação; ou seja, 
resposta do sujeito observado a um estímulo, como expressa o esquema clássico:
O estudo do comportamento será possível a partir da variação do estímulo 
S e da observação de cada reação conforme o estímulo dado.
A psicologia do comportamento encontra um grande apoio nos estudos de 
Pavlov (1849-1936) sobre reflexos condicionados. Pavlov estudou o reflexo 
animal, e o behaviorismo baseou-se nesse estudo sobre a possibilidade de 
passar do reflexo espontâneo aos reflexos condicionados, que culminaria 
numa espécie de educaçãodo comportamento. Por uma questão de método 
e de coerência doutrinária, a psicologia behaviorista desconsiderou o papel 
do imaginário na vida dos indivíduos, reduzindo o pensamento somente aos 
fenômenos sensório-motrizes passíveis de observação.
No início 1930, Skinner (1904-1990), na análise de problemas precisos de 
aprendizagem, limita metodologicamente suas análises a apenas dois tipos 
de fatos observáveis: os inputs, ou estímulos apresentados, e os outputs, ou 
respostas verificáveis e mensuráveis que lhes seguem. Entre os dois fatos, 
encontram-se o “organismo” ou a “pessoa”, com muitas variáveis intermediárias 
psicológicas e mentais. Skinner não reconhece essas variáveis e compara esse 
“organismo” a uma caixa preta na qual é possível apenas o estabelecimento 
de relações entre os inputs e outputs, não podendo saber nada do seu inte-
rior, que não é observável. Skinner introduz o conceito de condicionamento 
operante a partir de sua experiência com ratos (para Pavlov, era condiciona-
mento respondente-reflexo) e da sua teoria do reforço, segundo a qual todo 
organismo tende a repetir situações agradáveis, sendo que o papel do reforço 
pode converter-se em uma resposta frequente.
Essa doutrina trouxe uma contribuição significativa para a psicologia: 
muitos conceitos e técnicas que apareceram a partir dessa linha de pensamento 
ainda são muito utilizados na aprendizagem, como os métodos instrucionistas, 
nas tecnologias de ensino, nos treinamentos das empresas, na clínica, no 
trabalho educativo de crianças excepcionais, na indução da fala em pessoas 
com atraso no desenvolvimento, no tratamento de autismo, no tratamento de 
fobias e na confecção de anúncios publicitários, entre outros.
7Conceitos e funções da psicologia
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Psicanálise
A psicanálise surgiu em 1900, com a publicação da primeira obra de Freud 
(1856-1939), “A interpretação dos sonhos”. Freud descobriu o inconsciente a 
partir da análise dos sonhos, atos falhos e lapsos. Com investigação sistemá-
tica, construiu uma teoria unificada da mente, demonstrando que a certeza 
da consciência não é verdadeira, porque a nossa vida intencional poderá 
ter outros “sentidos” que não o imediato. Entre a certeza da consciência e 
o verdadeiro saber, instala-se o inconsciente, revelando um saber que não 
nos é dado, mas que deve ser procurado para ser encontrado. A descoberta 
do inconsciente gerou um efeito radical no pensamento da época em todas 
as áreas da ciência.
A psicanálise é conhecida no mundo todo e, até hoje, muito praticada na 
clínica psicológica. É uma teoria que apresenta um complexo entendimento 
estruturado da vida psíquica, utilizando o método interpretativo. Na prática 
profissional, a forma de tratamento é a análise, que busca a cura pelo autoco-
nhecimento por meio da técnica de associação livre.
Entre 1920 e 1930, surge a teoria da personalidade com os conceitos de 
id, ego e superego. No id, regido pelo princípio do prazer, encontram-se as 
pulsões de vida e de morte e o inconsciente. O ego é regido pelo princípio 
da realidade, buscando o equilíbrio entre as forças do prazer (id) e as forças 
do superego, que é a consciência moral. O ego tem como funções básicas: 
a memória, a percepção, os sentimentos e o pensamento. No superego, 
encontram-se os valores da sociedade e busca-se atingir três objetivos, que 
são a inibição de qualquer impulso contrário às regras, forçar o ego a se 
comportar de maneira moral e conduzir o indivíduo à perfeição em gestos, 
pensamentos e palavras (ideal do ego). Nesses sistemas, encontram-se as 
experiências pessoais que se constituíram na sua relação com o outro e na 
conjuntura social.
No campo social, encontramos nas obras de Freud “O Mal Estar na Civi-
lização” e “Reflexões para o tempo de guerra e morte” uma reflexão sobre a 
possibilidade constante de dissolução dos vínculos sociais.
A psicanálise e os psicanalistas contribuíram, também, para várias 
áreas da saúde mental, como o trabalho de Winnicott no tratamento de 
crianças com transtornos psíquicos, Ana Freud no tratamento de crianças 
e no estudo dos mecanismos de defesa, Françoise Dolto e Maud Mannoni 
no tratamento de crianças e adolescentes em instituições como creches, 
hospitais e abrigos.
Conceitos e funções da psicologia8
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Gestalt
A Gestalt é uma doutrina que também estudou o comportamento, mas dife-
rentemente do behaviorismo por considerar que o comportamento somente 
poderá ser estudado dentro de um contexto amplo, e não isolado, tendo que 
considerar as condições que alteram a percepção do estímulo. Para os Gestal-
tistas, toda percepção é um Gestalt (um todo) que não pode ser compreendido 
pela separação das partes, pois o todo é maior que a soma das partes.
A Gestalt surgiu em 1910, na Alemanha, com os trabalhos científicos de 
Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Kofka 
(1886- 1941). A partir dos estudos psicofísicos que relacionavam a forma à 
sua percepção, constituiu-se a base dessa teoria. Os estudos da percepção 
e a sensação do movimento trouxeram uma importante contribuição para a 
psicologia, pois a descoberta da influência da percepção no comportamento 
revolucionou os princípios fundamentais da ciência. Duas pessoas olhando 
o mesmo objeto ou a mesma situação podem ver de diferentes formas; isso é 
possível porque a percepção é induzida por vários fatores que podem distorcê-la 
ou moldá-la. Onde estão esses fatores? Esses fatores podem estar em quem 
percebe, no objeto percebido, a partir de onde ele é visto ou na situação em que 
a percepção ocorre. Essa descoberta da relação entre o todo e a parte, na qual 
o todo influencia a compreensão do objeto, demonstra que o comportamento 
das pessoas é determinado por sua percepção da realidade, e não da realidade 
em si. Pode haver diferentes entendimentos da realidade por diferentes pessoas, 
o que contribui para muitas distorções na comunicação e na compreensão de 
diferentes situações. A solução dos problemas resultaria na reestruturação 
do campo perceptual.
A partir da compreensão no campo da percepção, seguiram-se outros, como 
na aprendizagem, na memória e nas reações motoras que foram estudadas a 
partir do princípio de que não se pode compreender pela separação das partes, 
e sim pelo todo, que é maior do que a soma das partes.
Outras considerações
Essas três doutrinas constituíram os padrões de referência no desenvolvimento 
da ciência psicológica, propiciando as mais diversas ramificações na psicologia 
contemporânea. A partir do behaviorismo, surgiram o behaviorismo radical e o 
behaviorismo cognitivo. Da Gestalt, originaram-se a psicologia existencialista 
e a Gestalt-terapia. Da psicanálise, surgiram a psicologia analítica (Jung), a 
reichiana (W. Reich), a kleiniana (Melanie Klein) e a lacaniana (Jacques Lacan).
9Conceitos e funções da psicologia
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Seus estudos embasaram as psicologias da aprendizagem, psicologia es-
colar, psicologia social, psicologia organizacional e psicologia cognitiva. Há 
tantas psicologias quantas são as perspectivas sobre o homem, e não é possível 
unificá-las em uma psicologia geral, pois são muitos pontos de vistas dife-
rentes. Busca-se aprofundar e apreender aquilo que, nesses pontos de vistas 
diferentes, manifesta-se como o sentido do ato pelo qual o homem se convoca 
a si mesmo e o mundo em seu projeto.
A profissão de psicólogo foi regulamentada no Brasil pela Lei nº 4.119, aprovada em 1962, 
mas até esta data houve muitos movimentos, desde a década de 1950 até a regulamen-
tação, em 1962. Somente depois de 13 anos, em 1975, o processo foi finalizado, com a 
aprovação do Código de Ética e a criação dos Conselhos e da profissão de psicólogo.
Saiba mais sobre o assunto no artigo “O Psicólogo no Brasil: notas sobre seu processo 
e profissionalização” (PEREIRA; PEREIRA NETO, 2003), disponível no linka seguir.
https://goo.gl/Y2n5hF
Áreas de atuação do psicólogo
A psicologia é uma ciência secular e a apreensão de sua totalidade é difícil, 
tendo em vista as diversas doutrinas e métodos de investigação. Situa-se no 
imenso domínio das ciências exatas, biológicas, naturais, humanas e, mais 
recentemente, na neurociência. Essa diversidade se deve à variação das práticas 
psicológicas, que, muitas vezes, entrelaçam-se.
Por essa amplitude de domínio, a psicologia estabelece relações com muitas 
outras áreas de conhecimento, bem como das áreas importantes da nossa 
vida em sociedade, como saúde, educação, trabalho, comunidade, justiça e 
outras mais. O curso de formação de psicólogos prepara profissionais para 
atuação em qualquer uma das áreas e o aluno escolhe aquela com a que mais 
se identifica para atuar.
Além das áreas clássicas de atuação do psicólogo que veremos a seguir, 
também há o campo acadêmico na graduação, na pós-graduação, no mestrado 
e no doutorado.
Conceitos e funções da psicologia10
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Psicólogo educacional
Na área da psicologia educacional, estuda-se cientificamente o processo de 
ensino- aprendizagem, de modo que a atuação se dá na educação formal, no 
diagnóstico e na intervenção preventiva ou corretiva em grupo e individual. A 
sua análise e intervenção abrange todos os segmentos do sistema educacional 
que se envolvem no processo de ensino-aprendizagem. Em parceira com os 
educadores, o psicólogo contribui na elaboração, implantação, avaliação e 
reformulação de currículos, de projetos pedagógicos, de políticas educacionais, 
na realização de novos procedimentos educacionais, alcançando, também, a 
parte de design instrucional e tecnologia educacional. O psicólogo valida e 
utiliza instrumentos e testes psicológicos adequados e fidedignos para propor-
cionar subsídios para o replanejamento e para a formulação do plano escolar, 
fazendo ajustes e orientações à equipe escolar e avaliando a eficiência dos 
programas educacionais.
As áreas de psicologia educacional e escolar não têm a mesma atuação: a 
psicologia educacional é voltada à pesquisa teórica, sendo mais abrangente, e a 
psicologia escolar, assim como a psicopedagogia, é uma subdisciplina aplicada.
Psicólogo organizacional e do trabalho
O psicólogo organizacional estuda os fenômenos psicológicos presentes 
nas organizações, atuando mais especificamente sobre os problemas orga-
nizacionais ligados à gestão de pessoas; realiza atividades relacionadas ao 
desenvolvimento da equipe, no recrutamento e seleção, no estudo e plane-
jamento das condições de trabalho e da saúde do trabalhador; atua como 
consultor interno/externo, ajudando os processos de grupo e de intervenção 
psicossocial nos diferentes níveis hierárquicos; participa do processo de 
desligamento dos empregados e na preparação para a aposentadoria, a fim 
de colaborar na elaboração de um novo projeto de vida; realiza pesquisas 
de clima para analisar o nível de satisfação dos empregados; contribui na 
elaboração, implementação e no acompanhamento de políticas de recursos 
humanos; elabora e implementa avaliações de desempenho; utiliza méto-
dos e técnicas da psicologia aplicada ao trabalho, como entrevistas, testes 
e dinâmicas de grupo para subsidiar a área de recursos humanos, como 
promoção, movimentação de pessoal, integração e capacitação e desenvol-
vimento profissional.
11Conceitos e funções da psicologia
Identificação interna do documento JR4PJAXEA9-R1ZRXH1
Psicólogo clínico
Nesta área, o psicólogo atua especificamente na saúde mental, em diferentes 
contextos, por meio de intervenções que visam reduzir o sofrimento do homem, 
levando em conta a complexidade do humano e sua subjetividade. Atua no 
estudo, diagnóstico e prognóstico em situações de crise, em problemas do 
desenvolvimento ou em quadros psicopatológicos, utilizando entrevistas, 
técnicas de avaliação psicológica e outras; realiza atendimentos terapêuticos 
em diversas modalidades, tais como psicoterapia individual, grupal, de casal 
e/ou familiar, psicoterapia lúdica, terapia psicomotora, arteterapia e orientação 
de pais, entre outros; atua junto a equipes multiprofissionais, identificando, 
compreendendo e prestando atendimento psicoterápico em unidades básicas 
de saúde, ambulatórios e hospitais. 
Psicólogo do esporte
A psicologia do esporte é voltada a atletas de alto rendimento, técnicos e comis-
sões técnicas no desenvolvimento do rendimento do atleta, para que ele alcance 
um equilíbrio físico e emocional que lhe propicie maximizar e aperfeiçoar a 
performance por meio do uso de princípios psicológicos. Estuda, identifica e 
compreende teorias e técnicas psicológicas que podem ser aplicadas no contexto 
do esporte e do exercício físico, tanto em nível individual quanto grupal. Sua 
atuação é tanto diagnóstica, desenvolvendo e aplicando instrumentos para a 
identificação do perfil individual e coletivo, capacidade motora e cognitiva 
voltada para a prática esportiva, quanto interventiva, atuando diretamente 
na transformação de padrões de comportamento que interferem na prática 
da atividade física regular e/ou competitiva. Os resultados são muitos, como 
aumento da concentração durante a atividade física, diminuição do estresse, 
automatização de cuidados básicos, velocidade de raciocínio para melhores 
respostas durante o jogo, entre outros.
Psicólogo do trânsito
Na psicologia do trânsito, o psicólogo realiza estudos no campo dos processos 
psicológicos e psicossociais relacionados aos problemas de trânsito. Atua 
no diagnóstico da estrutura dinâmica dos indivíduos e grupos nos aspectos 
afetivos, cognitivos e comportamentais; desenvolve ações socioeducativas com 
pedestres, ciclistas, condutores infratores e outros usuários; realiza avaliação 
psicológica em condutores e candidatos à carteira de habilitação; elabora 
Conceitos e funções da psicologia12
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laudos e pareceres psicológicos, relatórios técnicos e científicos e atua como 
perito em exames de habilitação, reabilitação ou readaptação profissional.
Psicólogo jurídico
Nesta área, o psicólogo atua no âmbito da Justiça, avalia as condições intelec-
tuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos em processos jurídicos, 
seja por deficiência mental e insanidade, testamentos contestados, aceitação 
em lares adotivos, posse e guarda de crianças, aplicando métodos e técnicas 
psicológicas e/ou psicometria para determinar a responsabilidade legal por atos 
criminosos. Atua, também, como perito judicial nas varas cíveis, criminais, 
justiça do trabalho, da família, da criança e do adolescente, elaborando laudos, 
pareceres e perícias.
Psicólogo social
O psicólogo, neste campo, atua fundamentado na compreensão da dimensão 
subjetiva dos fenômenos sociais e coletivos, sob diferentes enfoques teóricos 
e metodológicos com o objetivo de propor ações no âmbito social. Realiza 
atividades em diferentes espaços institucionais e comunitários, em âmbitos 
como saúde, educação, trabalho, lazer, meio ambiente, comunicação social, 
justiça, segurança e assistência social. Envolve-se em proposições de políticas 
e ações relacionadas à comunidade em geral e aos movimentos sociais de gru-
pos e ações relacionados à comunidade em geral, aos movimentos de grupos 
étnico-raciais, religiosos, de gênero, geracionais, de orientação sexual, com 
vistas à realização de projetos da área social e/ou definição de políticas públicas.
Psicólogo em neuropsicologia
Neste âmbito, o psicólogo atua no diagnóstico, no acompanhamento, no 
tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e 
do comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o fun-
cionamento cerebral. Utiliza conhecimentos teóricos da neurociência e 
da prática clínica, com metodologia experimental. Utiliza instrumentos 
especificamente padronizados para avaliação das funções neuropsicológicas 
envolvendo, principalmente,habilidades de atenção, percepção, linguagem, 
raciocínio, abstração, memória, aprendizagem, habilidades acadêmicas, 
processamento da informação, visuoconstrução, afeto, funções motoras e 
executivas. Na conexão entre o trabalho teórico e prático, seja no diagnóstico 
13Conceitos e funções da psicologia
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ou na reabilitação, também desenvolve e cria materiais e instrumentos, como 
testes, jogos, livros e programas de computador que auxiliem na avaliação 
e reabilitação dos pacientes.
Essas são as principais atuações do psicólogo, conforme a Resolução nº 013 
do Conselho Federal de Psicologia, que inclui, ainda, atuação na psicopedagogia, 
na área da psicomotricidade e em contexto hospitalar (CONSELHO..., 2007).
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP n.º 013/2007. Institui a Consolidação 
das Resoluções relativas ao Título Profissional de Especialista em Psicologia e dispõe 
sobre normas e procedimentos para seu registro. Brasília, DF, 2007. Disponível em: 
<http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2007/09/resolucao2007_13.pdf>. Acesso 
em: 21 jan. 2018
PEREIRA, F. M.; PEREIRA NETO, A. O psicólogo no Brasil: notas sobre seu processo de 
profissionalização. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 8, n. 2, p. 19-27, 2003. Disponível em: 
<https://www.scielo.br/j/pe/a/4xwr4p3tC9DjRTvW75X9Dkh/>. Acesso em: 27 fev. 2018.
WATSON, J. B. Psychology as the behaviorist sees it. Psychological Review, Washington, 
v. 20, p. 158-177, 1913.
Leituras recomendadas
ABIB, J. A. D. Epistemologia pluralizada e história da psicologia. Scientiae Studia, 
São Paulo, v. 7, n. 2, p. 195-208, 2009. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/ss/a/
MD9ghFbpK9vvrMDCrYNgMgK/#>. Acesso em: 27 fev. 2018.
BAPTISTA, M. T. D. S. A Regulamentação da Profissão da Psicologia: documentos que 
explicitam o processo histórico. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, DF, v. 30, p.170-191, 
2010. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/pcp/a/MBTmvHRs7MZCZHBLyrTYX4x/>. 
Acesso em: 27 fev. 2018.
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma Introdução ao estudo 
da Psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. Disponível em: <https://edisciplinas.
usp.br/pluginfile.php/5615614/mod_resource/content/1/bock_psicologias.pdf>. 
Acesso em: 27 fev. 2018.
FELDMAN, R. S. Introdução à psicologia. 10. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015. 704 p.
Conceitos e funções da psicologia14
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