Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

ATIVIDADE 1
A palavra personalidade diz respeito a padrões de comportamento e atitudes que são típicas de um determinado indivíduo, tal como a teoria dos Big Five ou Modelo dos Cinco Grandes Fatores, de forma que os traços de personalidade distinguiriam de um indivíduo para outro, sendo, contudo, relativamente constantes em cada pessoa e estáveis (REBOLLO; HARRIS, 2006; ALLEMAND; ZIMPRICH; HENDRIKS, 2008).
O modelo dos Cinco Grandes Fatores atua como uma estrutura subjacente que serve como referência para a realização de investigações diversas sobre o fenômeno psicológico. Compõe um conjunto bem fundamentado de conceitos básicos com os quais os traços de personalidade podem ser descritos no nível mais abstrato, oferecendo uma estrutura considerável que lhe permite competir com outros modelos (DE RAAD; PERUGINI, 2002).
Dentre os fatores que compõem o modelo dos Cinco Grandes Fatores estão o Neuroticismo, a Amabilidade, a Conscienciosidade, a Abertura para a Experiência e a Extroversão.
Scollon e Diener (2006), colocam, no entanto, um desafio à teoria dos cinco fatores. Contrários à noção de que os traços são ordens imutáveis, os autores sugerem que a extroversão e o neuroticismo podem, de facto, mudar com o tempo e que estas modificações estarão em certa medida relacionadas com importantes esferas sociais, como o trabalho e as relações afetivas, muito para além dos efeitos da idade.
Dentro do conceito de Big Fire, podemos descrever esses dois traços (FONSECA, 2022):
- Extroversão: Caracteriza indivíduos que se inclinam a ser expansivos, comunicativos. manifestam-se, geralmente, com liberdade e desenvoltura. Expansivos, emocionalmente positivos, sociáveis, falantes, que gostam de se divertir.
- Neuroticismo: Caracteriza indivíduos que se inclinam a ser predispostos a experienciar angústia, afetos negativos, ideias irreais e formas de enfrentamento pouco adaptativas, refletindo, assim, um indivíduo preocupado, inseguro, nervoso e muito tenso.
Todos os grandes traços do modelo Big Five possuem duas polaridades (positiva e negativa). Assim, o traço Extroversão possui as polaridades Introversão e Extroversão; Neuroticismo apresenta as polaridades Estabilidade e Neuroticismo. Em princípio, seria possível esperar que as polaridades dos grandes traços fossem mensuradas de forma equilibrada e com mesmo grau de valor, de modo que nenhuma das polaridades detivesse um número muito maior de itens ou que em nenhum dos traços uma das polaridades exibisse, em sua maioria, itens valorados positivamente, enquanto a outra polaridade exibisse itens valorados negativamente. Apesar dessa expectativa, as evidências mostram o contrário, ou seja, é frequentemente verificado o desequilíbrio das escalas ou itens das polaridades de um traço. (GOMES, GOLINO, 2012). 
Na descrição geral dos tipos psicológicos, Jung define duas atitudes básicas: Introversão e Extroversão, nas quais a atitude é o caminho tomado pela energia psíquica, em que uma determinada pessoa prefere focar a sua atenção. Pessoas extrovertidas possuem o interesse voltado para o mundo externo, para pessoas, fatos e objetos. Experimentam o mundo antes de percebê-lo e seu melhor meio de expressão é o discurso. Os introvertidos buscam antes de experimentar, perceber o mundo, o que os leva a certa incerteza quanto à vida (MORALES, 2004).
O traço neuroticismo, por exemplo, é normalmente definido por adjetivos, frases ou escalas que manifestam características pessoais ou comportamentos disfuncionais, desadaptativos ou psicopatológicos. A polaridade oposta do neuroticismo, que é a estabilidade psicológica, inclui adjetivos, frases ou escalas que expressam características pessoais ou comportamentos funcionais e adaptativos de estabilidade emocional. Habitualmente, escalas ou itens da polaridade estabilidade psicológica não se encontram presentes nos instrumentos que aferem o Big Five, na mesma intensidade e frequência dos adjetivos, frases ou escalas do neuroticismo (GOMES; GOLINO, 2012).
Dentre os cinco fatores, aquele que tem evidenciado maior relação com problemas de saúde físicos entre adultos é o Neuroticismo. Pessoas com altos níveis de neuroticismo são mais inclinadas a vivenciar sofrimento emocional, ideias dissociadas da realidade, ansiedade excessiva, dificuldade para tolerar frustração e respostas de coping mal adaptadas. Além do mais, apresentam baixa autoestima e prejuízos em seu bem-estar psicológico, o que, por sua vez, pode aumentar sintomas depressivos e comportamentos de risco ligados ao suicídio. Os mecanismos de associação entre Neuroticismo e doenças físicas ainda não é totalmente conhecido. Segundo alguns autores, é possível que níveis elevados de Neuroticismo levem ao desenvolvimento de distúrbios físicos, seja pelo caminho bioquímico ou através de comportamentos que favoreçam o desenvolvimento de doenças. Por outro lado, o sofrimento causado pelas doenças físicas poderiam levar ao desenvolvimento de níveis mais elevados de Neuroticismo, o que pode revelar o efeito bidirecional do Neuroticismo na saúde (HUTZ; NUNES, 2001; GOODWIN et al., 2006; ITO; GOBITTA; GUZZO, 2007; WENZEL; BROWN; BECK, 2009).
Nos estudos revisados, a direção da ligação entre Neuroticismo e doenças crônicas parece demonstrar uma tendência à explicação de que os fatores de personalidade predisporiam ou agravariam sintomas das doenças. Um estudo com pacientes com doença de Alzheimer, o Neuroticismo na meia idade foi associado com menor idade para o aparecimento da doença em mulheres, o que pode indicar a repercussão fisiológica que as emoções negativas crônicas podem exercer nas estruturas cerebrais. Assim, o fator Neuroticismo predetermina o indivíduo a sentimentos negativos crônicos, o que tem sido relacionado a uma quantidade de implicações fisiológicas, como, por exemplo, em pacientes com doença inflamatória intestinal. Do mesmo modo, o Neuroticismo foi associado a um aumento dos sintomas da doença de Parkinson, assim como mal-estar emocional e desconforto corporal. Os fatores de personalidade também foram relacionados a transtornos alimentares, e em mulheres com obesidade mórbida apresentaram características de impulsividade, insegurança emocional, tendência para experimentar afetos negativos, bem como baixa tolerância à frustração, características do Neuroticismo. Em pacientes dependentes químicos, o Neuroticismo foi preditor do hábito de fumar e também foi preditor de recaída em dependentes de álcool (FISHER; ELIAS; RITZ, 1998; MORENO-JIMÉNEZ et al., 2007; REBELO; LEAL, 2007; RONDINA et al., 2007; ARCHER et al., 2009; DUBAYOVA et al., 2009).
Eysenck (1960), afirma que as diferenças comportamentais notadas entre extrovertidos e introvertidos são produzidas pelas diferenças subjacentes encontradas na excitação cortical, regulada pelo sistema ascendente reticular ativador (SARA). Sabe-se que a dopamina exerce um importante papel na extroversão, e está associada ao afeto positivo; seu vínculo à extroversão também é apoiado pelo achado de que um gene envolvido na recepção da dopamina é um indicador da busca de novos estímulos externos pelos extrovertidos. Tal explanação se torna importante, à medida que, nesta pesquisa, os dados também apontam para uma possível correlação direta entre extroversão – introversão e as expressões de raiva, tanto para dentro quanto para fora, em correlação inversa ao traço neuroticista (ASHBY et al., 1999; GAZZANIGA; HEATHERTON, 2005; BLANDIN, 2013).
No traço de extroversão, pode-se inferir, ainda, a existência de uma ligação entre a via mesolímbica de dopamina (envolvida no processo de recompensa) e a região orbito frontal do córtex pré-frontal, área responsável, entre outras coisas, pelo processamento das informações com relação ao valor de recompensa dos objetos. E ambas, dopamina e extroversão, estão associadas ao afeto positivo. Com relação ao traço neuroticista, pode-se afirmar, como já argumentado no decorrer deste trabalho, que ocorre o inverso, ou seja, verifica-se que ele se associa ao valor punitivo e ao afeto negativo. Vários estudosapontam que o neuroticismo é ajustado pelo córtico-límbico e está diretamente vinculado a diferenças e modulações de resposta da amígdala, com uma maior ativação desta diante de estímulos negativos. (ASHBY et al., 1999; DEPUE; COLLINS, 1999; BRANDÃO et al., 2003; REUTER et al., 2004; JUAN-ESPINOSA, 2006; CUNNINGHAM et al., 2010;)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALLEMAND, M.; ZIMPRICH, D.; HENDRICK, A. A. JOLIJN. Age differences in five Personality Domains, across Life Span. Developmental Psychology, 44(3), 758-770. 2008. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/5377237_Age_Differences_in_Five_Personality_Domains_Across_the_Life_Span Acesso em: 08 mar. 2025.
ARCHER, N.; BROWN, R.; REEVES, S.; NICHOLAS, H.; BOOTHBY, H.; LOVESTONE, S. Midlife Neuroticism and the age of onset of Alzheimer’s disease. Psychological Medicine, 39, 665–673. 2009. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18694539/ Acesso em: 15 mar. 2025.
ASHBY, F.G.; TURKEN, A.M.; ISEN, A.M. A neuropsychological theory of positive affect and its influense on cognition. Psychological Review, California, v. 106, n. 3, p.529-550, jul. 1999. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10467897 Acesso em: 16 mar. 2025.
BLANDIN, K. Temperament and typology. Jour. Anal. Psychol. , Vermont, USA. vol. 58, p. 118-136, 2013. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/235373201 Acesso em: 16 mar. 2025.
BRANDÃO, M.L.; VIANNA, D.M.; MASSON, S.; SANTOS, J. Organização neural de diferentes tipos de medo e suas implicações na ansiedade. Rev. Bras. Psiquiatria, São Paulo, v.25, n.2, p.36-41, 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S151644462003000600009&script=sci_arttext Acesso em: 20 mar. 2025.
CUNNINGHAM, W.A.; ARBUCKLE, N.L.; JANH, A.; MOWRER, S.M.; ABDULJALIL, A.M. Aspects of neuroticism and the amygdala: chronic tuning from motivational styles. Neuropsychologia, Columbus, US, v. 48, n.12, p. 3399-3404, out.2010. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0028393210002654 Acesso em: 20 mar. 2025.
DE RAAD, B.; PERUGINI, M. Big five assessment: Introduction. In DE RAAD, B.; PERUGINI, M. (Eds.), Big five assessment (pp. 01-26). Germany: Hogrefe & Huber Publishers. 2002. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/277583484_Big_Five_factor_assessment_Introduction Acesso em: 08 mar. 2025.
DEPUE, R.A.; COLLINS, P.F. Neurobiology of the structure of personality: dopamine, facilitation of incentive motivation, and extraversion.1999. In: MUNAFÓ, M.R.; CLARK, T.; FLINT, J. Does measurement instrument moderate the association between the serotonin transporter gene and anxiety-related personality traits? A meta-analysis. Molecular Psychiatry, v.10, p.415–419, 2005. Disponível em: http://www.nature.com/mp/journal/v10/n4/pdf/4001627a.pdf Acesso em: 20 mar. 2025.
DUBAYOVA, T.; NAGYOVA, I.; HAVLIKOVA, E.; ROSENBERGER, J.; GDOVINOVA,Z; MIDDEL, B.; VAN DIJK, J. P.; GROOTHOFF, J. W. Neuroticism and extraversion in association with quality of life in patients with Parkinson’s disease. Quality of Life Research, 18, 33–42. 2009. Disponível em: https://pure.rug.nl/ws/files/6728793/Dubayova_2009_Qual_Life_Res.pdf Acesso em: 15 mar. 2025.
FISHER, L. A.; ELIAS, J. W.; RITZ, K. Predicting relapse to substance abuse as function of personality dimensions. Alcohol Clinical and Experimental Research, 22 (5), 1041-1047. 1998. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9726270/ Acesso em: 15 mar. 2025.
FONSECA, W. R. Personalidade: Os Cinco Grandes Fatores. Gama. DF. UNICEPLAC. 2022. Disponível em: https://dspace.uniceplac.edu.br/bitstream/123456789/2507/1/Personalidade%20-%20os%20cinco%20grandes%20fatores.pdf Acesso em: 08 mar. 2025.
GAZZANIGA, M. S.; HEATHERTON, T. F. Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento. Porto Alegre: Artmed. 624 p. 2005. Disponível em: http://skinnernaveia.wordpress.com/wp-content/uploads/2019/08/gazzaniga-michael.-cic3aancia-psicolc3b3gica.pdf Acesso em: 16 mar. 2025.
GOMES, C. M. A.; GOLINO, H.F. Relações Hierárquicas entre os Traços Amplos do Big Five. Universidade Federal de Minas Gerais. BH. 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/prc/a/F6Wzw6ysVdFM3QXmp6cLrqt/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 09 mar. 2025.
GOODWIN, R. D., COX, B. J.; CLARA, I. Neuroticism and Physical Disorders Among Adults in the Community: Results from the National Comorbidity Survey. Journal of Behavioral Medicine, 29 (3), 229-238. 2006. Disponível em: https://sci-hub.se/10.1007/s10865-006-9048-5 Acesso em: 09 mar. 2025.
HUTZ, C.; NUNES, C. Escala Fatorial de Ajustamento Emocional/Neuroticismo. EFN. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2001. Acesso em: 09 mar. 2025.
ITO, P.; GOBITTA, M.; GUZZO, R. Temperamento, neuroticismo e autoestima: Estudo preliminar. Estudos de Psicologia (Campinas), 24(2),143-153.2007.  Disponível em: https://www.scielo.br/j/estpsi/a/s4dqDSj3zKSskp7FF6KVPCk/ Acesso em: 09 mar. 2025.
JUAN-ESPINOSA, M. Bases Biológicas da Personalidade. 2006. In: FLORES-MENDONZA, C.; COLOM, R. (Orgs.). Introdução à Psicologia das Diferenças Individuais. (pp.263-299). Porto Alegre: Artmed. 2006. Acesso em: 20 mar. 2025.
MORALES, S. A. Relação entre competências e tipos psicológicos junguianos nos empreendedores. Tese de Doutorado, p. 101, Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina. 2004. Acesso em: 09 mar. 2025.
MORENO-JIMÉNEZ, B.; LÓPEZ BLANCO, B.; RODRIGUEZ-MUÑOS, A.; GARROSA HERNÁDEZ, E. The influence of personality factors on health-related quality of life of patients with inflammatory bowel disease. Journal of Psychosomatic Research, 62, 39- 46. 2007. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17188119/ Acesso em: 15 mar. 2025.
REBELO, A.; LEAL, I. Fatores de personalidade e comportamento alimentar em mulheres portuguesas com obesidade mórbida: Estudo exploratório. Análise Psicológica, 3, 467-477. 2007. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/262591751_Factores_de_personalidade_e_comportamento_alimentar_em_mulheres_portuguesas_com_obesidade_morbida_Estudo_exploratorioAcesso em: 15 mar. 2025.
REBOLLO, I.; HARRIS, J. R. Genes, ambiente e personalidade. In C.E. Flores-Mendoza & R. Colom (Orgs.). Introdução à Psicologia das diferenças individuais (pp. 300-322). Porto Alegre: Artmed. 2006. Acesso em: 08 mar. 2025.
REUTER, M.; STARK, R.; HENNIG, J.; WALTER, B.; KIRSCK, P.; SCHIENLE, A.; VAITL, D. Personality and emotion: test of Gray’s personality theory by means of an FMRI study. Behavior Neuroscience, v.118, n.3, p.462-469, 2004. Acesso em: 20 mar. 2025.
RONDINA, R, C.; GORAYEB, R.; BOTELHO, C. Características psicológicas associadas ao comportamento de fumar tabaco. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 33 (5), 592-601. 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/4dnqCRBQwKWSrZnR6z5kdfG/ Acesso em: 15 mar. 2025.
SCOLLON, C. N.; DIENNER, E. Love, work, and changes in extraversion and neuroticism over time. Journal of Personality and Social Psychology, 91(6), 1152- 1165. 2006. Disponível em: https://ink.library.smu.edu.sg/cgi/viewcontent.cgi?article=1919&context=soss_research Acesso em: 08 mar. 2025.
WENZEL, A.; BROWN, G.; BECK, A. T. Cognitive therapy for suicidal patients. Washington: American Psychological Association. 2009. Disponível em:  https://deploymentpsych.org/treatments/Cognitve-Therapy-for-Suicidal-Patients-CT-SP Acesso em: 09 mar. 2025.

Mais conteúdos dessa disciplina