Logo Passei Direto
Buscar
Material

Prévia do material em texto

CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ... ATIVIDADES E RECURSOS TERAPÊUTICOS: REPERTÓRIO DE ATIVIDADESCENTRO UNIVERSITÁRIO AULA 08 - PRÁTICA FAVENI BASEADA EM EVIDÊNCIAS (PBE) Abertura Prezado(a) aluno(a), Nesta aula prática baseada em evidências, alunos terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos por meio de atividades interativas que fomentam a compreensão de conceitos fundamentais. A metodologia utilizada visa integrar teoria e prática, permitindo que os estudantes vivenciem situações reais que ilustram a aplicação dos conteúdos estudados. Através de exemplos concretos e exercícios práticos, espera-se que participantes desenvolvam habilidades críticas e analíticas, essenciais para o seu aprendizado. Além disso, a aula será estruturada de maneira a estimular a participação ativa de todos, promovendo um ambiente colaborativo e dinâmico. Serão apresentados casos e dados que servirão como base para discussões e reflexões, incentivando os alunos a formularem hipóteses e a testarem suas ideias. Essa abordagem não apenas facilita a retenção do conhecimento, mas também prepara os estudantes para desafios futuros, equipando-os com ferramentas práticas que poderão ser utilizadas em diversas situações acadêmicas e profissionais. Bons estudos!8 PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS (PBE) A Prática Baseada em Evidências (PBE) tem ganhado destaque internacional em diversas profissões, entre elas a Terapia Ocupacional. Esse movimento visa identificar as atividades relacionadas à PBE em diferentes países, propor estratégias e protocolos para sua implementação, e avaliar os impactos dessas ações na prática profissional. A iniciativa, adotada pela Terapia Ocupacional e outras áreas, busca enfrentar os desafios contemporâneos da saúde, como a necessidade de maior eficácia e eficiência nos serviços, promovendo a integração da evidência científica no processo de tomada de decisão clínica. A utilização de evidências científicas tornou-se uma competência essencial para terapeuta ocupacional, em que a decisão de adotar ou não uma intervenção deve incluir uma avaliação crítica da literatura disponível sobre seus efeitos (CHRISTIANSEN, 2001). Alguns autores argumentam que a aplicação de procedimentos terapêuticos sem uma análise das evidências disponíveis pode comprometer a ética profissional. Um exemplo disso é o uso de uma intervenção cujas evidências não demonstram eficácia significativa em comparação ao grupo controle, sem que cliente seja devidamente informado (HOLM, 2000). Nesse cenário, a evidência científica deixa de ser um recurso exclusivo de pesquisadores e docentes e passa a ser um elemento fundamental na formação e na prática clínica em Terapia Ocupacional. É importante destacar que utilizar evidências na prática clínica não exige as mesmas competências necessárias para produzi-las. Ou seja, a PBE não busca transformar terapeutas em pesquisadores, mas incentivá-los a incorporar o conhecimento científico produzido na Terapia Ocupacional e em áreas relacionadas, orientando sua prática clínica de forma mais embasada. O surgimento da PBE entre as profissões da saúde é resultado da combinação de três fatores: científico- tecnológico, socioeconômico e teórico. No âmbito observa-se, nas últimas décadas, um crescimento exponencial na produção e no acesso à informação científica. A quantidade e a qualidade das evidências científicas na área da saúde, especialmente na Terapia Ocupacional, têm aumentado e melhorado significativamente. Além disso, a disponibilidade de estudos que sintetizam e analisam criticamente conhecimento sobre um tema específico, como revisões sistemáticas e meta-análises, contribuidiretamente para aproximar a prática clínica da informação científica (MANCINI et al., 2014). Com a globalização e o desenvolvimento de bibliotecas e bases de dados eletrônicas, muitas dessas evidências estão disponíveis na íntegra ou têm seu acesso facilitado. No entanto, a informação só se transforma em conhecimento quando é incorporada ao repertório do terapeuta e aplicada em sua prática clínica. A busca por integrar as melhores evidências disponíveis à prática clínica é uma das principais motivações para desenvolvimento da PBE. Ademais, a capacitação contínua dos profissionais de saúde desempenha um papel fundamental nesse cenário. Investir em programas de educação permanente que explorem a análise crítica de estudos científicos e a aplicação prática de suas conclusões fortalece não apenas a habilidade técnica do terapeuta, mas também sua confiança em integrar conhecimentos à prática clínica. Essa integração é indispensável para assegurar que as intervenções sejam fundamentadas nas melhores evidências disponíveis, promovendo maior eficácia nos tratamentos e benefícios concretos aos pacientes. No contexto socioeconômico, observa-se uma crescente disputa pelos recursos financeiros destinados à saúde, o que tem levado à definição de critérios de qualidade para orientar a alocação desses recursos (CARLO, 2001). Essa realidade tem exigido que os profissionais documentem de forma objetiva os resultados de seus serviços, demonstrando a eficácia e a eficiência dos procedimentos terapêuticos (SAMPAIO; MANCINI; FONSECA, 2002). Nesse cenário, a PBE surge como uma ferramenta essencial para fortalecer e legitimar a atuação profissional. No campo teórico, a influência de modelos como o sistêmico e ecológico tem embasado abordagens focadas na família e no cliente (DeGRACE, 2003). A Terapia Ocupacional centrada no cliente é definida como uma abordagem clínica que se baseia na colaboração entre terapeuta e as pessoas que recebem seus serviços (LAW; BAPTISTE; MILLS, 1995). Esse modelo é compatível e complementar à PBE, já que, em ambos, a demanda ou queixa apresentada pelo cliente é um elemento central e motivador de todo o processo terapêutico. A integração entre a PBE e a abordagem centrada no cliente permite que terapeuta combine evidências científicas com as necessidades e preferências individuais do cliente. Essa combinação não aumenta a relevância das intervenções, promovendo uma prática mais humanizada e contextualizada, onde cliente se senteparte ativa do processo terapêutico. Essa sinergia entre evidência e individualidade é fundamental para sucesso da intervenção e para a satisfação do cliente. O termo Prática Baseada em Evidências surgiu na Medicina, com o conceito de Medicina baseada em evidências. Na década de 1980, professores da Escola de Medicina da Universidade de McMaster, no Canadá, foram os pioneiros no desenvolvimento desse conceito, que inicialmente se referia ao processo de ensino e aprendizagem clínica. Esse processo envolvia alunos e profissionais na busca e avaliação de evidências científicas, com o objetivo de solucionar problemas clínicos (BENNETT et al., 1987). Posteriormente, o termo foi definido por Sacket et al. (1996) e passou a ser utilizado também para se referir à PBE: Medicina baseada em evidências é o uso consciente, explícito e judicioso da melhor e mais atual evidência na tomada de decisão sobre cuidados disponibilizados a determinado paciente. A prática da Medicina baseada em evidências requer a integração da experiência clínica individual com a melhor evidência clínica externa disponível de pesquisa sistemática (SACKET, 1996, 71-72). Nessa definição, o termo melhor evidência clínica externa refere-se a pesquisas com relevância clínica, especialmente aquelas originadas de estudos focados no cliente. conceito da PBE está fundamentado no modelo de aprendizagem autodirigida, em que o aprendiz, no caso o terapeuta, deve adotar uma postura de aprendizado contínuo e avaliar constantemente seus procedimentos terapêuticos e sua prática, visando aprimorar sua atuação clínica. Em sua essência, a PBE combina a capacidade de analisar criticamente e aplicar o conhecimento, acompanhada da avaliação dos resultados alcançados (LAW, 2002). A PBE se apoia em três elementos principais: a experiência clínica do terapeuta, as preferências e valores do cliente, e as evidências científicas de qualidade, provenientes de pesquisas qualitativas e/ou quantitativas (SAVIN-BADEN, 2001). Nenhum desses aspectos pode ser deixado de lado no processo da PBE. Assim, práticas que estabelecem objetivos terapêuticos sem a participação direta do cliente, ou que empregam intervenções com evidências científicas que mostram ausência de efeitos significativos (tanto estatísticos quanto clínicos) em relação a um grupo controle, não estão alinhadas com modelo da PBE (HOLM, 2000).A PBE exige que o terapeuta esteja sempre atualizado sobre as pesquisas mais recentes e saiba como adaptar essas informações ao contexto específico de cada cliente. Isso inclui a habilidade de ajustar as evidências científicas às necessidades individuais, considerando fatores como ambiente, a cultura e as expectativas do cliente. Essa forma de atuação reforça a relação terapêutica, ao demonstrar respeito pelas escolhas e prioridades do cliente, e aumenta a efetividade das intervenções. acesso a tecnologias da informação tem ampliado as possibilidades de atualização profissional, fornecendo ferramentas para consulta de artigos, compartilhamento de experiências e aprofundamento em pesquisas de ponta. Essa dinâmica permite que os terapeutas ocupacionais estejam mais preparados para analisar criticamente os dados disponíveis e colocá-los em prática de maneira consciente e direcionada. Apesar de ter surgido na Medicina, a PBE tem sido adotada e incentivada por terapeutas ocupacionais, principalmente nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália. Publicações desses países têm orientado e motivado terapeutas ocupacionais a aplicar a PBE em sua prática clínica (TAYLOR, 2000). Em um artigo publicado no American Journal of Occupational Therapy (AJOT), Holm (2000) argumenta que a implementação da PBE na terapia ocupacional é uma ação necessária para novo milênio. A PBE é, em sua essência, um processo de tomada de decisão transparente e bem estruturado. Isso significa que as escolhas terapêuticas devem ser claramente explicadas ao cliente, que passa a ser um colaborador ativo no processo, e também podem ser defendidas junto aos colegas de equipe e gestores. As evidências são escolhidas de forma consciente e aplicadas com cuidado, integrando a experiência do terapeuta ocupacional, as necessidades e preocupações do cliente, as exigências do sistema e as evidências mais atualizadas e confiáveis. Essa combinação é analisada para garantir que a intervenção clínica mais apropriada seja oferecida. A PBE pode funcionar como uma das ferramentas que auxiliam no raciocínio clínico e na prática reflexiva do terapeuta ocupacional (MANNS; DARRAH, 2012). processo de implementação da PBE por parte dos terapeutas ocupacionais inclui os seguintes passos (TICKLE-DEGNEN, 2000): Formulação de uma pergunta clínica; Busca da(s) evidência(s) mais atual(is) que possa(m) responder à pergunta;Avaliação ou apreciação crítica da evidência coletada; Aplicação da evidência na prática; Avaliação da adequação dos procedimentos implementados. terapeuta deve inicialmente traduzir sua questão ou incerteza clínica em uma pergunta objetiva, que seja passível de ser respondida. Esse passo é caracterizado pela sigla P.I.C.O.T., para indicar a necessidade de se considerar diferentes informações chaves. A formulação de uma pergunta objetiva, no contexto da PBE, deve explicitar cada um dos seguintes elementos (P.I.C.O.T.): (P): tipo de Paciente/cliente ou grupo clínico (I): definição do tipo de pergunta (foco em Intervenção, avaliação ou prognóstico) (C): Comparação (se aplicável) (O): Observação ou desfecho de interesse (T): intervalo de Tempo (da intervenção ou do acompanhamento). A elaboração de perguntas no processo da PBE geralmente surge de situações ou contextos clínicos. Por exemplo, um terapeuta ocupacional que trabalha com desenvolvimento infantil e deseja aplicar a PBE em sua prática pode iniciar uma busca por evidências para avaliar as técnicas terapêuticas que utiliza. Esse profissional percebe que a prescrição de órteses para crianças com paralisia cerebral, em alguns casos, traz benefícios, mas em outros não. Diante dessa dúvida clínica, o terapeuta formula a seguinte questão: uso de uma órtese abdutora do polegar, por 3 horas ao dia, em crianças com paralisia cerebral unilateral, melhora a função manual em atividades do dia a dia? Essa pergunta contém quatro dos cinco elementos citados anteriormente, que são: (P): crianças com paralisia cerebral do tipo unilateral; (I): uso de órtese abdutora do polegar; (O): função manual em atividades da rotina diária; (T): por 3 horas/dia. Após a formulação da pergunta clínica, próximo passo é buscar e selecionar as evidências que respondam diretamente aos elementos da pergunta. A pesquisadeve ser feita em sites e bases de dados que contenham informações relevantes sobre o tema. Fontes úteis para a busca de evidências incluem a Bireme, a Biblioteca Cochrane, PubMed e bases indexadoras como MedLine, Scielo, Lilacs, Embase, CINAHL e PsycINFO, entre outras. É importante que as estratégias de busca sejam bem planejadas e específicas, utilizando as bases mais adequadas de acordo com o tema central da pergunta clínica (MANCINI, 2014). No processo da PBE, não é preciso revisar todas as publicações existentes sobre tema ou a pergunta. O foco deve ser na seleção de estudos que representem a melhor evidência em relação à pergunta clínica. A melhor evidência é aquela que possui maior qualidade (por exemplo, em termos de rigor metodológico), é a mais atual (como publicações recentes) e está mais alinhada aos elementos da pergunta (usando a estrutura P.I.C.O.T.). Se for encontrada uma revisão sistemática sobre o tema, ela deve ser priorizada, pois sintetiza as evidências disponíveis. A hierarquia da evidência científica pode ser usada com cuidado para orientar a escolha da melhor evidência (SACKETT, 1996) mas é importante evitar uma ênfase excessiva nessa estrutura, que pode supervalorizar estudos experimentais controlados em detrimento de outros tipos de pesquisa. Isso pode limitar a aplicabilidade da evidência à situação clínica específica e desconsiderar conhecimento prático acumulado ao longo da experiência profissional (GREENHALGH; MASKREY, 2014). Depois de selecionar as evidências, o próximo passo é a leitura e avaliação crítica dos estudos escolhidos. Para isso, é essencial analisar as características metodológicas dos estudos. Existem diversos formulários que organizam as informações relevantes, orientando a leitura crítica de pesquisas quantitativas, qualitativas e revisões da literatura (LAW et al., 1998). Esses formulários podem passar por atualizações conforme avanços na metodologia científica, por isso é importante buscar versões mais recentes. Exemplos de formulários atualizados, disponíveis em formato ".pdf", podem ser encontrados no site do Critical Appraisal Skills Programme (CASP) (https://casp- uk.net/#!checklists/cb36). uso desses formulários facilita a avaliação crítica dos artigos, destacando os aspectos mais relevantes a serem considerados em diferentes tipos de estudos. Além disso, preenchimento desses formulários pode ajudar nacriação de resumos críticos das evidências relacionadas a uma pergunta clínica, conhecidos como Critically Appraised Papers (CAP's). Um aspecto central da PBE é a aplicação das evidências no contexto clínico que originou a pergunta. Após a avaliação crítica das evidências, é necessário retomar a pergunta inicial e tentar respondê-la com base nas informações obtidas. A aplicação prática das evidências vai além dos resultados dos estudos, envolvendo também a análise crítica desses estudos e o julgamento clínico do terapeuta sobre como os resultados podem ser generalizados e aplicados no cuidado de um cliente específico. Esse passo finaliza ciclo da PBE, que começa e termina no contexto clínico. Nessa etapa, terapeuta deve compartilhar com o cliente a estratégia ou plano de ação terapêutico, fundamentado tanto nas evidências científicas quanto na experiência clínica. Após utilizar as evidências científicas para orientar sua conduta clínica, seja adotando ou não um determinado procedimento, terapeuta deve avaliar se a decisão tomada foi adequada. Essa etapa, que envolve a reflexão sobre a prática clínica baseada em evidências, finaliza o processo, permitindo que o terapeuta avalie de forma crítica resultados da estratégia de ação implementada com seu cliente. Por muitos anos, a PBE foi vista como uma missão importante por uma comunidade dedicada a transformar a prática clínica, tornando-a mais científica, com maior embasamento empírico e, consequentemente, capaz de oferecer um cuidado mais seguro, consistente e eficaz (OTTENBACHER; TICKLE-DEGNEN; HASSELKUS, 2002). Além de estratégias específicas, novas propostas curriculares foram criadas para preparar os alunos a compreender os componentes e processo da PBE, com objetivo de formar profissionais capazes de aplicar esses recursos e implementar a PBE. Após quase duas décadas de esforços para formar uma massa crítica de profissionais preparados para incorporar a PBE na prática clínica, na expectativa de que ela contribuísse para aprimoramento da prática profissional (por meio da tradução do conhecimento científico para a prática clínica), alguns estudos avaliaram os efeitos dessas iniciativas (MANNS; NORTON; DARRAH, 2015). Em resumo, os resultados mostraram, com certa consistência, que a evidência científica está sendo pouco utilizada pelos profissionais, mesmo após terem sido formados em propostas curriculares que adotaram a PBE como um de seus pilares. Essa constatação indicaum distanciamento entre o conhecimento acadêmico adquirido durante a formação e sua aplicação na prática profissional. Esse cenário traz novos desafios para os mecanismos de formação profissional. O processo da PBE funciona como uma ponte que conecta a pesquisa científica e a prática clínica. Tradicionalmente, terapeutas ocupacionais têm baseado suas decisões clínicas em fundamentos teóricos e em experiências práticas anteriores. Com rápido avanço científico em diversas áreas, os terapeutas ocupacionais agora têm acesso a evidências que podem e devem ser aplicadas em sua prática clínica. O desafio de consolidar uma Terapia Ocupacional baseada em evidências pode fortalecer a profissão, integrando elementos como a problematização e o conhecimento científico no trabalho dos terapeutas ocupacionais.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BENNETT, K. J. et al. Um ensaio controlado sobre o ensino de avaliação crítica da literatura clínica para estudantes de medicina. JAMA (Journal of the American Medical Association), V. 257, n. 18, 2451-2454, 1987. Disponível em: Acesso em: 16 abr. 2025. CHRISTIANSEN, C.; LOU, J. Q. Considerações éticas relacionadas à prática baseada em evidências. American Journal of Occupational Therapy, V. 55, n. 3, 345-349, 2001. Disponível em: https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/108720623/345- libre.pdf?1702278739=&response-content- &Expires=1744824833&Signature=P7AFHo-JPm~v1RNtcVZQ- FGSPMYa22ayHEg__&Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA. Acesso em: 16 abr. 2025. CARLO, M. M. R. P.; BARTALOTTI, C. C. Terapia Ocupacional no Brasil: Fundamentos e perspectivas. São Paulo: Plexus, 2001. DeGRACE, B. W. Cuidados baseados na ocupação e centrados na família: Um desafio para a prática atual. American Journal of Occupational Therapy, V. 57, n. 3, 347-350, 2003. Disponível em: em: 16 abr. 2025. GREENHALGH, T.; MASKREY, N. Medicina baseada em evidências: um movimento em crise? British Medical Journal, London, V. 348, n. 3725, p. 1-7, 2014. Disponível em: https://www.bmj.com/content/348/bmj.g3725.short. Acesso em: 16 abr. 2025. HOLM, M. B. Nosso mandato para novo milênio: Prática baseada em evidências. American Journal of Occupational Therapy, V. 54, n. 6, 575-585, 2000. Disponível em: https://research.aota.org/ajot/article- Acesso em: 16 abr. 2025. LAW, M. et al. Formulário de revisão crítica: Estudos quantitativos. Hamilton: McMaster University, 1998. LAW, M. Evidence-based rehabilitation: A guide to practice. Thorofare: Slack, 2002. LAW, M.; BAPTISTE, S.; MILLS, J. Prática centrada no cliente: que significa e faz diferença? Canadian Journal of Occupational Therapy, V. 62, n. 5, 250-257, 1995. Disponível em:https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/000841749506200504 Acesso em: 16 abr. 2025. MANCINI, M. C. et al. Tutorial para elaboração de revisões sistemáticas para o Brazilian Journal of Physical Therapy (BJPT). Brazilian Journal of Physical Therapy, V. 18, n. 6, 471-480, 2014. Disponível em: rbf.2014.0077. Acesso em: 16 abr. 2025. MANNS, P. J.; DARRAH, J. Um processo estruturado para desenvolver cenários para uso na avaliação de uma abordagem baseada em evidências na tomada de decisões clínicas. Avanços na educação e prática médica, p. 113-119, 2012. Disponível em: em: 16 abr. 2025. MANNS, P. J.; NORTON, A. V.; DARRAH, J. Estudo transversal para examinar habilidades e comportamentos de prática baseada em evidências de graduados em fisioterapia: existe uma lacuna entre o conhecimento e a prática? Fisioterapia, V. 95, n. 4, p. 568-578, 2015. Disponível em: https://academic.oup.com/pti/article- Acesso em: 16 abr. 2025. OTTENBACHER, K. J.; TICKLE-DEGNEN, L.; HASSELKUS, B. R. Terapeutas, despertem! desafio da terapia ocupacional baseada em evidências. The American Journal of Occupational Therapy, V. 56, n. 3, 247-249, 2002. Disponível em: Challenge-of-Evidence-Based. Acesso em: 16 abr. 2025. SACKETT, D. L. et al. Medicina baseada em evidências: que é e que não é. British Medical Journal, V. 312, n. 7023, 71-72, 1996. Disponível em: https://www.bmj.com/content/312/7023/71?hwo.Acesso em: 16 abr. 2025. SAMPAIO, R. F.; MANCINI, M. C.; FONSECA, S. T. Produção científica e atuação profissional: aspectos que limitam essa integração na fisioterapia e terapia ocupacional. Revista Brasileira de Fisioterapia, V. 6, n. 3, p. 1-6, 2002. Disponível em: Acesso em: 16 abr. 2025. SAVIN-BADEN, M.; TAYLOR, C. Relatório de conferência: prática qualitativa baseada em evidências. The American Journal of Occupational Therapy, V. 55, n. 2, 230- 232, 2001. Disponível em: Acesso em: 16 abr. 2025. TAYLOR, M. C. Evidence-based practice for occupational therapists. Oxford: Blackwell Science, 2000. TICKLE-DEGNEN, L. Reunindo evidências de pesquisas atuais para aprimorar o raciocínio clínico. The American Journal of Occupational Therapy, V. 54, n. 1, 102-105, 2000. Disponível em: https://research.aota.org/ajot/article- Acesso em: 16 abr. 2025.CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI Anotações CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 00000000

Mais conteúdos dessa disciplina