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Anestesia Local por Raquianestesia 
 
Definição: A raquianestesia é uma técnica que faz parte das anestesias parciais. 
O objetivo deste método é bloquear temporariamente a sensibilidade de uma parte 
específica do corpo. 
A anestesia raquidiana é aplicada através da região lombar das costas, entre as 
vértebras da coluna, em um local abaixo da medula espinhal. Dessa forma, os 
nervos que passam por essa região não transmitirão os estímulos nervosos para o 
cérebro. 
Como é aplicada: A anestesia raquidiana é administrada preferencialmente com o 
paciente sentado. Dessa forma, o anestesista vai examinar a coluna e localizar o 
melhor espaço entre as vértebras para conseguir atingir e perfurar a membrana 
dura-máter, utilizando uma agulha de pequeno calibre. O objetivo do anestesista é 
injetar o medicamento no local onde circula o líquido cefalorraquidiano (líquor). 
Para reduzir o incômodo e ansiedade causados pela injeção, é comum que o 
anestesiologista associe sedação antes do procedimento e realize uma anestesia 
local na região da inserção da agulha da raquianestesia. 
Os medicamentos utilizados na raquianestesia são os anestésicos locais, podendo 
ser utilizados adjuvantes como os opioides, que promovem alívio da dor no período 
pós-cirúrgico. 
Indicação: 
• Cirurgias urológicas; 
• Cirurgias ginecológicas; 
• Cirurgias infra umbilicais; 
• Cirurgias ortopédicas nos membros inferiores; 
• Cirurgias obstétricas — como a cesariana, por exemplo; 
• Cirurgias na parede abdominal abaixo do umbigo. 
É importante ressaltar que a raquianestesia tem um tempo de duração máxima, 
devido a quantidade limite que pode ser administrada de anestésico local. Por esses 
motivos, a raquianestesia é recomendada para cirurgias que tenham duração 
máxima de 3-4 horas. 
 
Contraindicações: 
• Cirurgias com duração não estimada; 
• Recusa do paciente; 
• Infecção no local de punção; 
• Pressão intracraniana elevada; 
• Patologia neurológica indeterminada ou em progressão; 
• Presença de distúrbio de coagulação; 
https://cmia.com.br/anestesias/anestesia-parcial-regional/
https://cmia.com.br/anestesias/
https://cmia.com.br/anestesiologista/
• Uso de medicamentos que alteram a coagulação; 
• Grave comprometimento cardíaco: insuficiência cardíaca grave, estenose 
aórtica, estenose mitral. 
Fármacos: 
• Bupivacaína: O Cloridrato de Bupivacaína é um anestésico local do tipo 
amida. É aproximadamente quatro vezes mais potente que a lidocaína. Em 
concentrações de 5 mg/ mL ou 7,5 mg/ mL tem uma longa duração de ação, 
de 2 – 5 horas após uma única injeção epidural, e até 12 horas, após 
bloqueios nervosos periféricos. 
• Lidocaína: A lidocaína é um agente anestésico local do tipo amida que 
estabiliza as membranas neuronais inibindo os fluxos iônicos necessários 
para o início e condução dos impulsos, exercendo assim, uma ação 
anestésica local. 
• Procaína: A procaína é um fármaco anestésico local do grupo amino éster. 
É usada principalmente para reduzir a dor de uma injeção intramuscular, de 
queimaduras e ou de cirurgias locais. 
• Mepivacaína: A mepivacaína é um anestésico local que foi inserida para uso 
clínico em 1960. E apresenta potência e toxicidade parecida com a da 
lidocaína e com os anestésicos locais do tipo amida. A mepivacaína tem um 
pequeno poder vasodilatador em comparação a outros anestésicos locais. 
• Prilocaína: A prilocaína é um anestésico local do grupo amida. Age 
bloqueando o impulso nervoso, ao diminuir a permeabilidade da membrana 
neuronal aos íons sódio; isto estabiliza a membrana do neurônio e inibe a 
despolarização da mesma, impedindo a propagação do impulso nervoso. 
 
Tempo de ação: tem um efeito em até 5 minutos e pode durar de 3 a 4 horas. 
Complicações: 
• Bradicardia (diminuição do ritmo dos batimentos cardíacos); 
• Hipotensão arterial (pressão baixa); 
• Dificuldade para respirar; 
• Cefaleia pós-punção (dor de cabeça intensa, exacerbada quando o paciente 
assume a posição sentada associada a náuseas e vertigens). 
Quando são utilizados adjuvantes, como os opioides, os efeitos colaterais 
associados a essas medicações são: 
• Prurido; 
• Retenção urinária; 
• Náuseas e Vômitos; 
• Sonolência; 
• Depressão respiratória. 
Vantagens: 
https://consultaremedios.com.br/lidocaina/bula
• Rápida recuperação; 
• Ação com início rápido; 
• Controle da dor pós-cirúrgica; 
• Alta intensidade de bloqueio motor e sensitivo; 
• Alto controle do nível de anestesia, preservando a consciência do paciente; 
• Possibilidade de utilizar uma quantidade pequena de anestésico local, 
diminuindo os riscos provenientes da técnica. 
 
Cuidados pré-anestésicos: 
• O paciente deve manter jejum absoluto durante as doze horas que 
antecedem o procedimento. 
• O paciente deve ir para a anestesia de bexiga vazia, porque até passar o 
efeito da anestesia ele poderá ter dificuldade para urinar. 
Cuidados pós-anestésicos: 
• Procure não levantar ou movimentar demais a cabeça, porque isso pode 
aumentar a cefaleia pós-anestésica. 
• Depois de realizado o procedimento médico previsto, o paciente deve ainda 
permanecer alguns minutos numa sala de recuperação, até que a anestesia 
comece a passar e o paciente volte a ter a sua sensibilidade e os 
movimentos normalizados. Se mesmo com os cuidados anteriores a bexiga 
do paciente encher muito e começar a doer, uma sonda pode ser passada, 
para esvaziá-la. 
• Quando quiser levantar-se, faça isso lentamente ou, de preferência, em duas 
etapas, mantendo-se assentado por algum tempo, para não sentir tonteira. 
 
 
Anestesia local por Bloqueio Peridural 
 
Definição: A anestesia peridural consiste na injeção de uma grande quantidade de 
anestésico local no espaço peridural, atua predominantemente nas raízes de nervos 
espinhais, realiza um bloqueio simpático pós-ganglionar e, pode ser inserido um 
catéter para realização de doses de repique, se necessário. Existem técnicas (teste 
de Dogliotti e de Gutierrez) para confirmar que o posicionamento da agulha está 
correto. 
Indicação: 
• Cesariana; 
• Reparo de hérnias; 
• Cirurgias gerais na mama, estômago ou fígado; 
• Cirurgias ortopédicas de quadril, joelho ou fraturas pélvicas; 
• Cirurgias ginecológicas como histerectomia ou pequenas cirurgias no 
assoalho pélvico; 
• Cirurgias urológicas como remoção da próstata ou de pedras nos rins; 
• Cirurgias vasculares como amputação ou revascularização de vasos 
sanguíneos das pernas; 
• Cirurgias pediátricas como hérnia inguinal ou cirurgias ortopédicas. 
 
Contraindicação: 
• Recusa do paciente. 
• infecção no local de punção. 
• distúrbios de coagulação. 
• uso de anticoagulantes. 
• Bacteremia. 
• Hipovolemia. 
• distúrbios neurológicos ou psicológicos. 
• infecção generalizada. 
• anormalidades anatômicas. 
Fármacos: 
• Lidocaína: A lidocaína é um agente anestésico local do tipo amida que 
estabiliza as membranas neuronais inibindo os fluxos iônicos necessários 
para o início e condução dos impulsos, exercendo assim, uma ação 
anestésica local. 
• Bupivacaína: O Cloridrato de Bupivacaína é um anestésico local do tipo 
amida. É aproximadamente quatro vezes mais potente que a lidocaína. Em 
concentrações de 5 mg/ mL ou 7,5 mg/ mL tem uma longa duração de ação, 
de 2 – 5 horas após uma única injeção epidural, e até 12 horas, após 
bloqueios nervosos periféricos. 
• Ropivacaína: Ropivacaína é um anestésico local recente do grupo das 
amino-amidas. Apresenta como principais vantagens a sua menor 
cardiotoxicidade em relação à bupivacaína. Algumas características da 
Ropivacaína são: latência longa duração longa maior relação bloqueio 
sensitivo/bloqueio motor quando comparada com a bupivacaína. 
Tempo de ação: de 45 a 120 minutos. 
Principais complicações: 
• Queda da pressão arterial. 
• Calafrios. 
• Tremores. 
• Náuseas. 
• Vômitos. 
https://consultaremedios.com.br/lidocaina/bula
• Febre. 
• Infecção.• Dano no nervo próximo do local. 
• Sangramento epidural. 
• Além disso, é comum sentir dor de cabeça após anestesia peridural que pode 
ocorrer devido ao extravasamento de líquor, que é um líquido que fica em 
volta da medula espinhal, causado pelo furo feito pela agulha. 
Cuidados: 
Quando a peridural é interrompida, geralmente ocorre uma dormência que dura 
algumas horas antes dos efeitos da anestesia começarem a desaparecer, por isso, 
é importante ficar deitado ou sentado até que a sensação nas pernas volte ao 
normal. 
No caso de sentir alguma dor, deve-se comunicar ao médico e à enfermagem para 
que seja feito tratamento com analgésicos. 
Após a peridural, não se deve dirigir ou beber álcool, pelo menos nas 24 horas após 
a anestesia. 
 
Anestesia local do Plexo Braquial 
 
Definição: O bloqueio do plexo braquial é uma forma de anestesia regional que 
está indicada para todos os procedimentos cirúrgicos ou ortopédicos, cruentos ou 
não, sobre o membro superior bem como com finalidade diagnóstica ou terapêutica. 
 
Indicação: 
• Os bloqueios do plexo braquial estão indicados para anestesia e analgesia 
em procedimentos endoscópicos do membro superior, incluindo a região do 
ombro e da clavícula. 
Fármacos: 
• Clonidina: A clonidina é uma droga versátil que pode ser usada em terapia 
intensiva para sedação. A clonidina pode ser usada como um adjuvante 
efetivo a anestésicos locais para prolongar a ação e fornecer analgesia. 
• Ropivacaína: Ropivacaína é um anestésico local recente do grupo das 
amino-amidas. Apresenta como principais vantagens a sua menor 
cardiotoxicidade em relação à bupivacaína. Algumas características da 
Ropivacaína são: latência longa duração longa maior relação bloqueio 
sensitivo/bloqueio motor quando comparada com a bupivacaína. 
Tempo de ação: 10 a 18 horas. 
Complicações: 
• As principais complicações do bloqueio de plexo braquial são geralmente 
transitórias, relacionadas à dispersão do anestésico local para próximos de 
outros nervos, que, então, param de exercer sua função normalmente. Desta 
forma, alguns pacientes podem ter dificuldade para abrir completamente o 
olho do lado operado logo após a cirurgia (ptose palpebral), o que 
desaparece ao término do efeito da anestesia. Alguns pacientes, também 
podem apresentar um bloqueio do nervo frênico, que é o músculo que inerva 
o diafragma, fundamental para a respiração. Uma parcela destes pacientes 
pode ter alguma dificuldade para respirar logo após a cirurgia, o que 
desaparece conforme o efeito do anestésico vai diminuindo. Felizmente, 
complicações mais sérias, como intoxicação aguda e lesões nervosas, são 
infrequentes. 
• Hematomas: Podem ocorrer por lesão da atéria espinhal (técnica 
interescalênica), artéria subclávia (técnica supraclavicular) e artéria axilar 
(técnica axilar), quando da introdução da agulha no espaço apropriado. 
Cuidados: 
Após o fim da cirurgia o paciente é encaminhado ao quarto ainda com o braço 
dormente, podendo estar com uma sensação de peso. Sensação normal e 
esperada, já que o bloqueio do plexo braquial foi realizado. Nestas horas, o paciente 
deve permanecer calmo e lembrar-se das explicações do pré-operatório. Para a 
segurança do paciente o braço deverá permanecer na tipoia e deve-se tomar 
cuidado com o mesmo já que está com a sensibilidade diminuída ou ausente, até 
que o bloqueio termine totalmente, o que pode durar até 18 horas. A grande 
vantagem de tudo isso é que a dor nessas primeiras horas de pós-operatório é nula 
ou bastante diminuída. 
 
Anestesia local dos Nervos Periféricos 
 
Definição: O bloqueio de nervos periféricos é um tipo de anestesia parcial que 
tem por objetivo controlar a dor de uma forma mais duradora. Com essa técnica 
anestésica é possível reduzir a utilização de medicamentos analgésicos sistêmicos 
potentes tanto no intraoperatório como no pós-operatório. 
Indicação: é indicado para cirurgias em: 
• Membros superiores. 
• Membros inferiores. 
• Parede torácica. 
• Parede abdominal. 
Contraindicações: 
• Pacientes com insuficiência hepática. 
• Quando existe infecção local adjacente ao ponto de infiltração. 
https://cmia.com.br/anestesias/anestesia-parcial-regional/
Fármacos: 
• Lidocaína; 
• Bupivacaína; 
• Ropivacaína; 
• Levobupivacapina; 
Tempo de ação: 20 a 30 mintos. 
Complicações: 
• Intoxicação ao Anestésico Local; 
• Lesão Nervosa; 
 
Anestesia Geral 
 
Definição: A anestesia geral é uma técnica anestésica que visa deixar o paciente 
totalmente inconsciente, sem sensibilidade e imóvel no decorrer de um 
procedimento. O efeito da anestesia geral é no cérebro, bloqueando os impulsos 
nervosos de dor e reduzindo ações motoras e respostas hormonais. 
Tipos: 
Anestesia geral inalatória: Neste caso, o paciente inala gases que contêm o 
medicamento anestésico. Trata-se de uma técnica que necessita de mais tempo 
para iniciar seu efeito, visto que o medicamento passará pelos pulmões, corrente 
sanguínea e depois chegará ao cérebro onde bloqueará os sinais de dor. 
 
Anestesia geral endovenosa: Esta técnica é realizada por meio da injeção do 
anestésico diretamente na veia do paciente. Ao contrário do que ocorre na inalação, 
a anestesia acontece quase instantaneamente (em poucos segundos). 
Anestesia geral balanceada: Esta técnica combina o uso da anestesia inalatória e 
venosa. Dessa forma, como a dose de cada uma é reduzida, são aproveitadas as 
melhores propriedades de cada medicação, com diminuição dos efeitos deletérios. 
Indicação: A anestesia geral é indicada e pode ser realizada em qualquer 
procedimento cirúrgico, diagnóstico ou terapêutico. Em cirurgias acima do umbigo e 
quando não é possível anestesiar apenas uma região do corpo, a anestesia geral é 
a única técnica possível. 
Fármacos: 
Inalatórios: Tiometoxiflurano, Enflurano, Halotano, Éter dietílico, Isoflurano ou 
Óxido nitroso. 
Endovenoso: Tiopental, Propofol, Etomidato ou Quetamina. 
Tempo de ação: depende do tipo de fármaco e tipo de anestesia usada. 
Complicações: 
• Sedação insuficiente; 
• Complicações respiratórias como: hipóxia, broncoespasmo, aspiração do 
conteúdo gástrico e apneia; 
• Complicações cardiovasculares como: bradicardia, arritmia, hipotensão, 
hipertensão, embolia e parada cardíaca; 
• Complicações neurológicas como: anóxia cerebral, cefaleia e convulsões; 
• Complicações digestivas como: insuficiência hepática; 
• Náuseas; 
• Vômitos; 
 
Cuidados: No geral, os cuidados antes da anestesia são simples. É necessário 
fazer jejum de acordo com a recomendação médica. A restrição alimentar é 
fundamental para que o paciente não corra o risco de regurgitar e broncoaspirar o 
conteúdo presente no estômago. O uso dos medicamentos de uso crônico deve ser 
avaliado individualmente: de uma forma geral, os medicamentos são mantidos no 
período pré-operatório, com exceção dos anticoagulantes, que podem causar 
sangramento aumentado e, por isso, é solicitado a descontinuação do uso. O uso de 
drogas, álcool, medicamentos para perder peso e o tabagismo também devem ser 
suspensos. 
 
Combinação Anestésica 
Frequentemente surge a possibilidade de combinar mais de um tipo de anestesia 
para a mesma cirurgia. 
As combinações podem ser variadas e apresentam vantagens e desvantagens 
diversas. 
Peridural + Raquianestesia: 
Combinação muito utilizada para cirurgias ortopédicas. Ao passo que a 
raquianestesia oferece condições cirúrgicas adequadas (relaxamento muscular 
intenso, imobilidade de membros inferiores e total ausência de sensações) a 
peridural oferece a via para instalação de um cateter justaposto à medula espinhal; 
através dele é possível administrar quantidades variadas de anestésicos diluídos ou 
não para complementar os efeitos da raqui ou para tratar a "dor pós-operatória 
aguda". 
Neste caso (tratamento de dor aguda pós-operatória) pode-se optar por usar um 
aparelho eletrônico capaz de liberarcontinuamente e também intermitentemente 
conforme a necessidade do paciente doses de solução analgésica, administradas 
diretamente no espaço peridural através do cateter. Chamamos essa técnica de 
PCA - Patient Controled Analgesia, do inglês "Analgesia Controlada pelo Paciente". 
Geralmente o paciente recebe essa assistência por 24 a 72horas, a depender do tipo 
de cirurgia e da evolução do próprio paciente. 
Peridural + Anestesia Geral: 
Em algumas cirurgias a anestesia geral é bem indicada para proporcionar conforto e 
segurança para o paciente e também para o cirurgião. O uso da Peridural parece ser 
vantajoso nestes casos por proporcionar menos dor no período pós-operatório, 
menores quantidades de sangramento intraoperatório, assim como menor consumo 
de anestésicos gerais e possivelmente menor tempo de recuperação. 
 
Sedação + Bloqueios Regionais: 
Os Bloqueios Regionais têm como particularidade extinguir os estímulos de dor e 
outras sensações "apenas" da região anestesiada. Via de regra estas técnicas não 
fazem o paciente anestesiado dormir. Isso pode ser desconfortável ou aflitivo para 
alguns pacientes, especialmente em caso de cirurgias de longa duração. Nestes 
casos o anestesista pode oferecer sedação endovenosa (ou inalatória, menos 
frequentemente) para proporcionar conforto ao paciente, seja provocando sono ou 
não. 
 
Outras combinações são possíveis e podem ser indicadas conforme as necessidades 
do paciente e as características da cirurgia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
https://www.anestesiapiracicaba.com.br/anestesias-combinadas 
https://www.tuasaude.com/anestesia-geral/ 
https://cmia.com.br/anestesias/anestesia-
geral/#:~:text=A%20anestesia%20geral%20%C3%A9%20uma,a%C3%A7%C3%B5
es%20motoras%20e%20respostas%20hormonais. 
https://www.scielo.br/j/rba/a/4J7Htdk6j5YrcCb9pdK3DqM/?lang=pt 
https://www.sanarmed.com/anestesicos-locais-e-suas-propriedades-farmacologicas-
colunistas 
https://www.sanarmed.com/tecnicas-de-anestesia-generalidades 
http://tecnicasemortopedia.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Te%CC%81cnicas-
em-Ortopedia-2006-6-3-20-3_Bloqueio-aneste%CC%81sico-perife%CC%81rico-
dos-nervos-nas-cirurgias-do-pe%CC%81.pdf 
https://cmia.com.br/anestesias/anestesia-parcial-regional/bloqueio-de-nervos-
perifericos/#:~:text=O%20bloqueio%20de%20nervos%20perif%C3%A9ricos,intraop
erat%C3%B3rio%20como%20no%20p%C3%B3s%2Doperat%C3%B3rio. 
https://www.hsaorafael.com.br/noticias/tipos-de-anestesia-f228 
http://rmmg.org/artigo/detalhes/1014#:~:text=Os%20bloqueios%20de%20nervos%2
0perif%C3%A9ricos,do%20Conselho%20Federal%20de%20Medicina. 
https://www.apca.com.pt/documentos/recomendacoes/recomendacoesAnestesiaRe
gional2.pdf 
https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/como-e-feito-o-bloqueio-de-
nervo-periferico-ele-e-paliativo-ou-curativo-e-quais-os-riscos 
http://www.rmmg.org/artigo/detalhes/2659 
 
http://repositorio.pgsskroton.com/handle/123456789/28914 
https://www.tuasaude.com/anestesia-
peridural/#:~:text=Os%20riscos%20da%20anestesia%20peridural,do%20local%20o
u%20sangramento%20epidural. 
https://www.sanarmed.com/anestesia-do-neuroeixo-colunistas 
https://renatobender.com.br/tratamentos/bloqueios-anestesicos 
https://www.abc.med.br/p/exames-e-
procedimentos/359034/raquianestesia+o+que+e+quais+os+preparos+necessarios+
como+e+feita+quais+sao+as+vantagens+e+as+desvantagens.htm 
https://cmia.com.br/anestesias/anestesia-parcial-regional/raquianestesia/

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