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Docente: Bruna Nunes
Paisagismo IIIDicentes: Angélica, Bruna,
Daiane e Franciele
Estudo de caso
Praça
Victor Civita
Ficha Técnica
Nome: Praça Victor Civita – Museu Aberto
da Sustentabilidade
Localização: São Paulo, SP, Brasil
Ano: 2008
Área terreno: 13.648 m²
Escritório de Arquitetura: Levisky
Arquitetos Associados & Anna Julia Dietzsch
Escritório de Paisagismo: Benedito Abbud
Paisagismo e Projetos
Contexto
De 1949 a 1989 foi um depósito e
incinerador de lixo hospitalar e residencial
Com o tempo virou um terreno
abandonado e contaminado
O antigo incinerador foi descontaminado
Virou um museu de sustentabilidade
Victor Civita foi editor e empresário,
fundador do Grupo Abril
Fonte: arquitetura.vivadecora
Fonte: arquitetura.vivadecora
Fonte: arquitetura.vivadecora Fonte: areas verdes das cidades
Características Sustentáveis
Construção feita com drywaal e placa
cimentícia para redução de resíduos
Uso de estacas metálicas pré-fabricadas e
de aço 80% reciclado
Deck de madeira elevado 1 metro do solo
Fonte: Levisky Arquitetos AssociadosFonte: Levisky Arquitetos Associados
Deck de concreto permeável
Energia solar
Iluminação de LED
sistema de reuso da água para irrigação
Fonte: areas verdes das cidades
 O arquiteto Benedito Abbud, aborda questões
emergentes como a plantação de mamonas,
beterrabas, cana-de-açúcar e milho, usados na
fabricação de etanol e biodiesel, promovendo o
desenvolvimento agrícola sustentável.
 Função: Espécies vegetais com funções fitoterápicas
e originais da flora paulistana preenchem os muros e
as jardineiras da Praça, sendo empregadas também
como cobertura verde, utilizado como mecanismo de
abordagem ilhas de calor, eficiência energética e
termoacústica. 
Fonte: leviskyarquitetos
Vegetação
 Quase todas as árvores da Praça são de origem
estrangeira, e foram usadas ou populares na
arborização urbana da Cidade em alguma época.
 Árvores, arbustos e espécies de palmeiras foram
classificados e quantificados em termos de
abundância. As espécies herbáceas e trepadeiras
foram classificadas apenas por espécie. 
 Foram registradas 48 espécies de plantas,
incluindo árvores (42%), arbustos (10%), palmeiras
(10%), ervas (29%) e trepadeiras (8%), distribuídas em
28 famílias. 
 Foram identificadas 18 espécies herbáceas e
trepadeiras, distribuídas em 15 famílias. Em relação
a saúde humana, foram identificadas espécies
medicinais e plantas tóxicas. 
Fonte: Paisagismo em foco
Distribuição
Árvores de grande porte: localizadas
em bordas e áreas de bosque,
garantindo sombra e servindo de
barreira sonora contra o tráfego do
entorno.
Arbustos ornamentais: dispostos em
canteiros junto às passarelas
suspensas e arquibancada,
organizando os fluxos e contribuindo
para o paisagismo.
Forrações e gramados: ocupam áreas
de descanso e contemplação,
intercaladas com os decks de madeira.
Horta e jardins temáticos: situados em
áreas de visitação educativa, com
canteiros delimitados, próximos aos
espaços de oficinas.
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Fonte: archdaily
Público frequentador: 
Famílias, crianças, idosos, estudantes,
trabalhadores e turistas, participando de
lazer, descanso, atividades educativas e
eventos culturais.
Horários de maior uso:
Manhã: caminhada e atividades físicas leves.
Tarde: estudantes em atividades educativas,
visitantes em lazer passivo.
Finais de semana: maior fluxo, com eventos
culturais, feiras, shows e oficinas.
Percepção social:
Atualmente segura e bem cuidada, simboliza
recuperação ambiental e cultural, e continua
promovendo encontros e integração entre
diferentes públicos.
Fonte: arquitetura.vivadecora
Uso e ocupação
Planta e forma 
da praça
Geometria: O formato da praça é irregular
que se adapta ao terreno.
Fonte: Archdaily
Eixos principais: Definidos pelas passarelas
elevadas de madeira, que criam um circuito
fechado e ligam as áreas principais.
Áreas de estar: Distribuídas ao longo dos
decks, com bancos e pontos de contemplação
da vegetação e da horta.
Estrutura e Organização
- Setorização
Área cultural: palco/anfiteatro ao ar livre
para apresentações.
Espaço educativo: salas multiuso e áreas
expositivas (voltadas para oficinas e
projetos).
Espaço ambiental: jardins filtrantes, horta
comunitária e canteiros experimentais.
Área de convivência e contemplação:
passarelas de madeira suspensas, decks e
áreas abertas para permanência.
Fonte: Archdaily
Acessibilidade
Rampas e passarelas elevadas.
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ly Integração com transporte público:
localizada próxima à Estação Pinheiros
(linha amarela do metrô e CPTM),
facilitando o acesso.
Caminhos principais: organizados em
um circuito que atravessa todos os
setores.
Marcos visuais/arquitetônicos
Anfiteatro ao ar livre (principal marco
cultural e arquitetônico).
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Estruturas em madeira suspensas
(passarelas e decks), que também
funcionam como identidade visual da
praça.
Horta comunitária e jardins filtrantes,
que além de funcionais são elementos
de destaque estético.
Painéis expositivos e áreas educativas.
Análise de
mobiliários
Iluminação
 Passeios 
Assentos
Referêcias
Conheça nossos parques: Praça Victor Civita. Disponível em:
. Acesso em: 15 set. 2025.
DECORA, Equipe Viva. De área contaminada à exemplo de sustentabilidade: conheça o projeto da Praça Victor Civita. Viva
Magazine Blog, 27 jun. 2019. Disponível em: . Acesso em: 15 set.
2025
HELM, Joanna. Praça Victor Civita / Levisky Arquitetos e Anna Julia Dietzsch. Disponível em:
. Acesso em: 15 set.
2025.
Praça Victor Civita - Espaço Aberto da Sustentabilidade. Disponível em:
. Acesso
em: 15 set. 2025.
Praça Victor Civita: um oásis urbano. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2025.
projetos 106.03: Praça Victor Civita - Museu Aberto da Sustentabilidade. Disponível em:
. Acesso em: 15 set. 2025.
Disponível em: . Acesso em: 15 set.
2025.