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IGREJA PRESBITERIANA DE HELIÓPOLIS 
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ESCOLA DOMINICAL 
 
ASSUNTO: PROJETO DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA PARA ESCOLA 
DOMINICAL 
PROGRAMA CURRICULAR: EXPOSIÇÃO DA CARTA DE PAULO 
AOS FILIPENSES 
 
I. Plano de Ensino – aula dia 10/03/2025 
TEMA DA CARTA: O SENHOR É A ALEGRIA DO SEU POVO 
II. Dados de Identificação: 
Escola Dominical IPH 
Professor (a): 
Turma: Todas 
Período: Bimestral 
 
III. OBSERVAÇÕES AOS PROFESSORES: 
 É necessário que cada professor utilize de forma didática os 
conteúdos pesquisados interagindo com seus alunos. 
 Faz-se necessário aplicar o conteúdo exposto para a realidade dos 
ouvintes. 
 Os pastores estão à disposição de todos os professores. 
 TODOS VOCÊS QUE ESTÃO NESSA HONROSA MISSÃO TEM 
POTENCIAL PARA REALIZAR A TAREFA QUE DEUS VOS 
CHAMOU. 
IV. Objetivo geral: 
 
 O objetivo geral da carta de Paulo foi demonstrar aos irmãos da cidade 
de Filipos, que as circunstâncias não devem moldar a nossa alegria em 
ser cristãos. Nem provas, nem escassez, nem perseguições deveriam 
tirar a alegria do povo de amar a Jesus e esperar pela consumação e 
plena redenção. 
 Os cristãos deveriam estar atentos para a promessas da volta de Cristo, 
esse era o desejo de Paulo estar com Ele. 
 Paulo enfatiza que a comunhão com os irmãos deveria sobrepor 
quaisquer obstáculos que prejudicassem o bom andamento do corpo de 
Cristo. 
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Paulo visa prover a orientação espiritual de que a congregação necessitava. 
William Hendriksen aponta alguns aspectos importantes dessa provisão: 
1- Que os filipenses continuem a exercer sua cidadania de modo digno do 
evangelho de Cristo (Fp 1.27-30). 
2- Que permaneçam unidos de alma, tendo o mesmo sentimento (Fp 2.2). 
Que a atitude de Cristo, que se humilhou e se tornou obediente até à 
morte, e morte de cruz, seja também seu modo de vida (Fp 2.1-11). 
3- Que sejam luzeiros, preservando a palavra da vida no meio de uma 
geração pervertida e corrupta (Fp 2.14-16). 
4- Que se acautelem dos judaizantes (Fp 3.1-3). Que não pensem já haver 
“alcançado” a perfeita espiritualidade. Ao contrário disso, imitando a 
Paulo, “prossigam rumo ao alvo” (Fp 3.4-16). Se sua pátria está no céu, 
então que se acautelem dos sensuais, inimigos da cruz, cujo deus é o 
ventre (Fp 3.17-21). 
5- Em conclusão: que lutem com coragem (Fp 1.27,28), humildade (2.3), 
unanimidade (2.2; 4.2,3), altruísmo (2.4), obediência (2.12), perfeição 
(3.12-16), santidade ( 3.17,20), firmeza (4.1), alegria e esperança no 
Senhor (4.1-7). 
6- Ao alcançarem esse ideal, que fixem bem sua atenção em “tudo o que é 
verdadeiro, respeitável, justo, puro”, etc. Então, o Deus da paz será com 
eles (Fp 4.8,9). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2º RESUMO DA CARTA AOS FILIPENSES - MANUAL BÍBLICO 
JOHN MACARTHUR 
 
 
TÍTULO 
Filipenses tem seu nome derivado da cidade grega onde a igreja para a qual é 
endereçada estava localizada. Filipos foi a primeira cidade na Macedônia em 
que Paulo estabeleceu uma igreja. 
 
AUTOR E DATA 
 O testemunho unânime da igreja primitiva foi que o apóstolo Paulo 
escreveu Filipenses. Nada na carta teria motivado um forjador a escrevê-
la. 
 A questão a respeito de quando a carta aos Filipenses foi escrita não pode 
ser separada da questão de onde a carta foi escrita. O ponto de vista 
tradicional é que Filipenses, juntamente com as outras “epístolas da 
prisão” (Efésios, Colossenses e Filemom), foi escrita durante o primeiro 
cárcere de Paulo em Roma (por volta de 60-62 d.C.). O entendimento 
mais natural a respeito das referências à “guarda do palácio” (1:13) e aos 
“santos ... que estão no palácio de César” (4:22) é de que Paulo tenha 
escrito Filipenses em Roma, onde o imperador morava. As semelhanças 
entre os detalhes sobre a prisão de Paulo fornecidos em Atos e nas 
“epístolas da prisão” também demonstram que essas epístolas foram 
escritas de Roma (por exemplo: Paulo era guardado por soldados, At 
28:16; cf. 1:13-14; era-lhe permitido receber visitantes, At 28:30; cf. 
4:18; e teve a oportunidade de pregar o evangelho, At 28:31; cf. 1:12-14; 
Ef 6:18-20; Cl 4:2-4). 
 Alguns têm afirmado que Paulo escreveu as epístolas da prisão durante 
os dois anos em que esteve preso em Cesareia (At 24:27). Entretanto, 
durante esse período, suas oportunidades de receber visitas e de 
proclamar o evangelho foram severamente limitadas (cf. At 23:35). As 
“epístolas da prisão” expressam a esperança de Paulo por uma sentença 
favorável (1:25; 2:24; cf. Fm 22). Em Cesareia, no entanto, a única 
esperança para a libertação de Paulo era subornar Félix (At 24:26) ou 
concordar em ser submetido a julgamento em Jerusalém sob Festo (At 
25:9). Nas “epístolas da prisão”, o apóstolo esperava que a decisão sobre 
o seu caso fosse conclusiva (1:20-23; 2:17,23). Esse não poderia ser o 
caso em Cesareia, uma vez que ali Paulo podia apelar para o imperador 
(e foi o que ele fez). 
4 
 
 Outra alternativa que tem sido apresentada é que Paulo tenha escrito as 
“epístolas da prisão” em Éfeso. Porém, em Éfeso, assim como em 
Cesareia, nenhuma decisão conclusiva poderia ser tomada sobre o seu 
caso, por causa do seu direito de apelar para o imperador. E Lucas 
também estava com Paulo quando este escreveu Colossenses (Cl 4:14); 
entretanto, aparentemente ele não estava com o apóstolo em Éfeso. A 
passagem de At 19, que registra a estadia de Paulo em Éfeso, não é uma 
das seções de Atos escrita na terceira pessoa (veja “Autor e data” de 
Atos). No entanto, o argumento mais poderoso contra Éfeso ter sido o 
ponto de origem das “epístolas da prisão” é que não há evidências de que 
Paulo tenha sequer sido preso em Éfeso. 
 Em vista das sérias dificuldades enfrentadas tanto pelo ponto de vista que 
argumenta em favor de Cesareia quanto de Éfeso, não há razão para se 
rejeitar a visão tradicional de que Paulo tenha escrito as “epístolas da 
prisão” (inclusive Filipenses) em Roma. 
 A crença de Paulo de que o seu caso seria decidido em breve (2:23-24) 
indica que Filipenses foi escrito perto do encerramento do período de dois 
anos em que Paulo esteve preso em Roma (por volta de 61 d.C.). 
 
CENÁRIO E CONTEXTO 
 Originalmente conhecida como Krenides (“As pequenas fontes”) por 
causa do grande número de fontes que havia em seus arredores, Filipos 
(“cidade de Filipe”) recebeu o seu nome de Filipe II da Macedônia (o pai 
de Alexandre, o Grande). Atraído pelas minas de ouro que havia no local, 
Filipe conquistou a região no século IV a.C. No século II a.C., Filipos 
tornou-se parte da província romana da Macedônia. 
 A cidade viveu em relativa obscuridade durante os dois séculos seguintes 
até que um dos mais famosos acontecimentos na história romana trouxe 
a ela reconhecimento e expansão. Em 42 a.C., os exércitos de Antônio e 
Otávio derrotaram os de Brutus e Cassius na batalha de Filipos, 
colocando, desse modo, um fim à República Romana e prenunciando o 
Império. Depois da batalha, Filipos se tornou uma colônia romana (cf. At 
16:12), e muitos veteranos do exército romano se estabeleceram lá. Como 
colônia, Filipos tinha autonomia do governo provincial e os mesmos 
direitos que tinham as cidades na Itália, inclusive o uso da lei romana, 
isenção de alguns impostos e cidadania romana para seus habitantes (At 
16:21). O fato de ser uma colônia também era motivo de muito orgulho 
cívico por parte dos filipenses; eles usavam o latim como idioma oficial, 
adotaram os costumes romanos e governavam a sua cidade segundo o 
5 
 
modelo das cidades italianas. Tanto Atos como Filipenses refletem o 
status de Filipos como uma colônia romana. 
 A descrição de Paulo dos cristãos como cidadãos do céu (3:20) era 
apropriada, posto que os filipenses orgulhavam-se de serem cidadãos de 
Roma (cf. At 16:21). É muito provável que os filipenses conhecessem 
bem alguns dos membros da guarda do palácio (1:13) edo palácio de 
César (4:22). 
 A igreja em Filipos, a primeira fundada por Paulo na Europa, data da 
segunda viagem missionária do apóstolo (At 16:12-40). Filipos, 
evidentemente, tinha uma população muito pequena de judeus. Por não 
haver homens suficientes para formar uma sinagoga (era exigido dez 
homens judeus que fossem chefes de família), algumas mulheres devotas 
se reuniam fora da cidade num lugar de oração (At 16:3) ao longo do rio 
Gangites. Paulo pregou o evangelho a elas e Lídia, uma comerciante rica 
que trabalhava com artigos caros tingidos de púrpura (At 16:14) que 
tornou-se cristã (16:14-15). É provável que no seu início a igreja de 
Filipos tenha se reunido em sua casa espaçosa. 
 As oposições satânicas à nova igreja imediatamente surgiram na pessoa 
de uma escrava jovem, adivinha e endemoninhada (At 16:16-17). Não 
querendo nem mesmo um testemunho favorável de tal origem maligna, 
Paulo expulsou o demônio dela (At 16:18). O ato do apóstolo enfureceu 
os donos da jovem, os quais não mais poderiam vender seus serviços 
como adivinha (At 16:19). Eles arrastaram Paulo e Silas perante os 
magistrados da cidade (At 16:20) e inflamaram o orgulho cívico dos 
filipenses, alegando que os dois pregadores eram uma ameaça para os 
costumes romanos (At 16:20-21). Como resultado, Paulo e Silas foram 
açoitados e presos (At 16:22-24). 
 Os dois pregadores foram milagrosamente libertados da prisão nessa 
noite por um terremoto, o qual desalentou o carcereiro e abriu o seu 
coração e o de todas as pessoas da sua casa para o evangelho (At 16:25-
34). No dia seguinte, os magistrados, aterrorizados ao descobrirem que 
haviam açoitado e aprisionado ilegalmente dois cidadãos romanos, 
imploraram a Paulo e Silas para saírem de Filipos. 
 
 
 
OBS: ATÉ ESSE MOMENTO OS ASSUNTOS ABORDADOS ACIMA SÃO 
PESQUISAS, O PANO DE FUNDO, PARA QUE CADA PROFESSOR (A) 
ESTEJA CIENTE DO QUE ESTÁ ENSINANDO. 
 
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4ª AULA – Fp 1.27-30 
 
TEMA: COMO VIVEM OS SALVOS EM CRISTO JESUS 
 
 INTRODUÇÃO: 
 
 
Santidade e Sofrimento: O Caminho do Oleiro 
Um jovem entrou na oficina de um oleiro e ficou observando atentamente 
o trabalho do artesão. 
O oleiro pegou um pedaço de barro bruto, misturado com impurezas, e 
começou a amassá-lo com força. Ele pressionou o barro, batia nele, 
moldava-o e recomeçava o processo várias vezes. O jovem percebe que o 
trabalho não era suave nem delicado, mas sim firme e intenso Intrigado, o 
jovem perguntou: 
— Por que ´necessário fazer isso? 
 
O oleiro pediu e paciente respondeu: 
— Porque o barro precisa ser muito amassado, para sair um belo vaso 
 
O jovem 
 
Espantado, o jovem perguntou: 
— Por quê? 
 
O oleiro respondeu com calma: 
— Se não amassar o barro ele não produzirá o seu melhor. Assim, quanto 
mais é amassado, mais tende a ser um belo vaso. 
 
 
Assim também acontece com aqueles que buscam a santidade. Deus nos 
molda com Suas mãos, nos aperta, nos transforma e, muitas vezes, nos 
leva ao fogo do sofrimento. Mas isso não acontece para nos destruir, e sim 
para nos fortalecer. Cada dor, cada prova e cada momento difícil fazem 
parte do processo divino de purificação. A santidade não vem sem 
sofrimento, mas não final, aqueles que perseveram saem mais fortes, 
prontos para cumprir o propósito de Deus. 
 
 
7 
 
 
ILUSTRAÇÃO: 
 
 No estudo passado tratamos sobre alguns aspectos da salvação em Cristo. 
Apesar das dificuldades de Paulo ele encorajou os irmãos a buscarem o 
que existe de mais importante: A SALVAÇÃO. 
 
1- Ele ensinou que deveríamos ter CONVICÇÃO E SEGURANÇA 
SALVAÇÃO 
2- Ele exortou a igreja a TER ALEGRIA E DESEJO DE UM DIA SE 
ENCONTRAR COM O SENHOR 
3- Ele determinou que a igreja de Cristo devia valorizar O 
PRIVILÉGIO DE VIVER COMUNHÃO UNS COM OS OUTROS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. LIÇÃO – OS SALVOS SÃO ESPELHOS DO EVANGELHO DE 
CRISTO 
 
27 Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou 
indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes 
em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica; 
 
 Vivei acima de modo digno do evangelho – é viver sendo dirigido pela 
palavra de Deus. O evangelho é o poder de Deus, e quem por ele não é 
regido vivem uma vida desnutrida espiritualmente falando. 
 
 Paulo declara que o desejo dele é ver esses irmãos firmados, seja na 
presença dele ou na ausência. O crente não pode ter mais temor ao líder 
do que a Deus. A consciência cristã deve nortear a vida do crente. A 
presença de Cristo constante deve levar os crentes a viverem em só 
espírito. 
 
 Os crentes deveriam lutar pela fé evangélica. A fé evangélica é o reino de 
Deus. 
 
 Lutar juntos pela fé evangélica. A igreja não é apenas um amontoado 
de gente vivendo num parque de diversão, mas um grupo de atletas 
trabalhando juntos pelo mesmo objetivo. Paulo diz que os crentes 
devem trabalhar como atletas de um time, todos com a mente focada no 
mesmo alvo, o avanço do evangelho. 
 
Juan Carlos Ortiz: a vida Cristã é o quinto evangelho, e a página da bíblia mais 
lida pelo mundo. (Filipenses - Hernandes Dias) 
 
APLICAÇÃO 
 
 A maior arma contra o inimigo é uma vida de santidade 
 O verdadeiro Cristão não vive de aparência, pois mesmo na ausência 
Dos líderes ou irmãos da igreja, ele é santo para Deus. 
 Ser um espelho de Cristo aqui na terra é viver plena dedicação aos 
trabalhos do Reino. Fazemos parte de um time e não devemos ser um 
mau atleta. 
 
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1. LIÇÃO – OS SALVOS SÃO ESPELHOS DO EVANGELHO DE 
CRISTO 
 
 
2. LIÇÃO – OS SALVOS NÃO SE INTIMIDAM COM OS 
OPOSITORES DO EVANGELHO 
 
28 e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles 
prova evidente de perdição é, para vós outros, de salvação, e isto da parte de 
Deus. 
 
 A igreja de Filipos estava enfrentando uma ameaça interna (a quebra da 
comunhão) e uma ameaça externa (a perseguição). Paulo os exorta a 
trabalharem unidos e também a enfrentarem os adversários sem temor 
sabendo que o padecimento por Cristo é uma graça. A vida cristã deve 
moldar nosso modo de agir e pensar. 
 
 
 E em nada estais intimidados pelo adversários: a palavra original que o 
apóstolo usa, importa, eles não devem ficar horrorizados ou assustados, 
como homens e cavalos são propensos a ficar quando furiosamente 
atacados por seus inimigos mortais, mas os recebem com firmeza, 
mantendo seu terreno, Mateus 10:28 Lucas 12:32 . Quem são seus 
adversários? Em Fp 1:30 ele fala deles como tendo o mesmo conflito que 
ele teve quando em Filipos e agora tem em Roma. 
 
 Pois o que é para eles prova evidente de perdição é; Ele quer dizer que 
todo o fenômeno dessa união, firmeza, energia e calma dos santos diante 
de probabilidades aparentemente sem esperança é em si um presságio da 
questão. Claro que a declaração não é feita em abstrato, mas no caso 
particular do Evangelho. 
 
 O Apóstolo assume que o Evangelho é a verdade eterna, certa da vitória 
final, e então diz aqui que a realização desse fato, nas convicções de seus 
inimigos e amigos, será tanto mais impressionante quanto mais a Igreja 
agir no espírito de resolução calma, unida e decisiva. Perdição - em seu 
sentido mais profundo e terrível; a consequência e ruína eterna de todos 
os oponentes persistentes de Deus e Sua verdade. 
 
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APLICAÇÃO 
 
1- A igreja deve caminha unida sem disputa, mas com perseverança diante 
dos ataques do mundo 
2- Os não salvos nunca compreenderam o evangelho se Deus não os salvar. 
Pois, para nós o evangelho é vida, para eles é destruição 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. LIÇÃO – OS SALVOS SÃO ESPELHOS DO EVANGELHO DE 
CRISTO 
 
 
2. LIÇÃO – OS SALVOS NÃO SE INTIMIDAM COM OS 
OPOSITORES DO EVANGELHO3. LIÇÃO – OS SALVOS RECEBEM CONTINUAMENTE A GRAÇA 
DE DEUS NA JORNADA DA FÉ 
 
 
29 Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de 
crerdes nele, 
30pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é 
o meu. 
 
 V. 29 – o evangelho na presente dispensação pode trazer grande 
sofrimento e perseguição para os cristãos fieis. Para Paulo os sofrimentos 
não deveriam ser recebidos como: 
 
1- Perda do controle de Deus 
2- Satanás se sobressaindo contra Deus 
3- Os supostamente por haver algo errado consigo, que nem mesmo a pessoa 
saiba. 
 
 
 Para Paulo, viver piedosamente com fidelidade ao Senhor implicará em 
sofrimento, que conforme o apóstolo é graça. Não somente o privilégio 
de crer em Deus, mas também, sofrem em nome dEle. O padecimento por 
Cristo é uma graça. 
 
Aplicação 
 
1. Não murmure quando for perseguido por causa de Jesus 
2. Não retroceda as ameaças dos homens que te levem a negar a Jesus 
3. Tenhamos a Jesus como o exemplo de alguém que sofreu sem merecer, 
contudo, sempre perseverou em obediência ao Pai 
 
 
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APLICAÇÃO FINAL 
 
1. SEJA UM BELO REFLEXO DE CRISTO EM TODOS OS 
DETALHES DE SUA EXISTÊNCIA 
 
 
 
2. PEÇA FORÇA A DEUS PARA NÃO DESANIMAR DIANTE DOS 
DESAFIOS E PERSEGUIÇÕES POR CAUSA DO EVANGELHO 
 
3. DESFRUTE DA GRAÇA DE CRISTO DIÁRIA. ELE SEMPRE 
RENOVA SUA BONDADE EM NOSSAS VIDAS À CADA 
AMANHECER 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MATERIAL DE APOIO PARA OS PROFESSORES CASO QUEIRAM 
MAIS INFORMAÇÕES COMENTÁRIO BEACON 
 
A. O Dom da Obediência, 1.27-30 
 
1. Obediência na Conduta (1.27) 
Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo (27). 
Outra tradução diz: “Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de 
Cristo” (RA; cf. BJ). Mas as traduções não extraem o pleno significado 
pretendido pelo apóstolo. A palavra grega que ele usa é politeuesthe (deveis 
portar-vos) derivada de polites, “cidadão”. O significado original era “viver 
orientado por certos regulamentos e leis”. Filipos era colônia romana, e alguns 
habitantes eram cidadãos de Roma. Tinham, portanto, o direito a todos os 
privilégios atinentes a tal cidadania (cf. Introdução); e na mesma proporção, 
achavam-se ligados a certas obrigações. Uma colônia romana era um pedacinho 
de Roma em terra estrangeira. Seus cidadãos estavam sujeitos às suas leis, não 
às das autoridades provincianas. Mesmo que nunca tivesse visto Roma, a 
lealdade primária do cidadão era à cidade imperial. Literalmente, Paulo está 
dizendo aos cristãos filipenses: “Comportai-vos como cidadãos de modo digno 
das alegres novas de Cristo”, como também da cidade de Roma. O pensamento 
é ampliado em 3.20, onde Paulo declara: “Mas a nossa cidade [politeuma] está 
nos céus”. A tradução de Moffatt daquele versículo é: “Pois somos uma colônia 
do céu”. “Como Filipos estava para Roma, assim está a terra para o céu, a 
colônia nas cercanias do império, delimitada pelas fronteiras e separada por 
mares profundos e vastos, mas mantendo as comunicações abertas e sendo um 
em termos de cidadania.”1 Em grego, somente (monon) é enfático. Paulo está 
declarando: “Dai, por todos os meios, atenção suprema à vossa cidadania divina, 
pouco importando o quê”. O imperativo está claro na tradução de Moffatt: 
“Somente conduzi a vida que seja digna do evangelho de Cristo”. O evangelho 
não é só a mensagem que traz libertação, mas também o guia a ser seguido. 
O termo grego stekete (estais) pode ser metáfora militar que significa “ficar 
firme”, “recusar-se a bater em retirada a despeito dos ataques violentos do 
inimigo” (cf. Jo 1.26; 8.44; 2 Ts 2.15). Eis o que os crentes filipenses devem 
fazer: Para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que 
estais num mesmo espírito (27). Ou a metáfora é dos espetáculos do anfiteatro 
romano. Em todo caso, eles não devem contar com a presença dele. Motivos 
secundários seriam insuficientes para produzir neles uma firmeza permanente e 
conduta aceitável. Eles devem permanecer firmes por causa do caráter de Deus 
e da qualidade da devoção prestada, e não por causa do desejo de causar boa 
14 
 
impressão nas pessoas, mesmo em Paulo. No conjunto particular de 
circunstâncias em que vivem, eles têm de cumprir seus deveres espirituais, e 
não esperar por ocasião mais conveniente. Certos intérpretes entendem que 
espírito (pneumati) se refira ao Espírito Santo, ao passo que outros veem que é 
alusão ao espírito humano. Pelo visto, a referência divina é preferível, pois a 
expressão grega exata (en heni pneumati) é usada em 1 Coríntios 12.13 e 
Efésios 2.18, onde as referências são, indiscutivelmente, ao Espírito Santo. Se 
se refere ao espírito humano, significa a qualidade nas relações pessoais que 
possibilitam a cooperação com Deus. Mesmo adotando esta interpretação, está 
claro que, para Paulo, um “espírito comum“ genuíno não é uma possibilidade 
sem o Espírito Santo. 
Com o mesmo ânimo é, literalmente, “com uma alma Ipsychef. Psyche é o lugar 
dos sentimentos, desejos e paixões. Estes devem ser postos sob o controle do 
Espírito Santo (Rm 8.4ss.). Pelo visto, o mesmo ânimo é metáfora atlética que 
indica trabalho de equipe e sincronização. Aqui significa profunda unidade 
interior de propósito que só é possível no Espírito Santo (cf. At 4.32). A 
preocupação de Paulo é que a característica contenciosa da igreja em Roma não 
se manifeste entre os crentes filipenses. Eles têm de combater juntamente, e não 
em oposição uns aos outros, numa causa comum. Eles entraram no Reino 
violentamente, e têm de continuar protegendo-o e estendendo-o violentamente 
(Mt 11.12). As colônias romanas podiam ampliar as fronteiras fazendo guerras 
agressivas. Da mesma maneira, a “colônia do céu”, que está em Filipos, tem de 
“[combater] o bom combate da fé” (1 Tm 6.12, RA), desta forma ampliando o 
território. Aqui, não devemos personificar fé como se o crente tivesse de 
combater “com” fé ou pela fé em sentido objetivo. Nem significa um conjunto 
de ensinos somente. Refere-se à confiança e compromisso que vêm em resultado 
de ouvir o evangelho. A expressão sugere a manutenção da relação certa com o 
evangelho e, por conseguinte, com Cristo, e bem pode incluir o ganho de 
convertidos ao evangelho. Os crentes filipenses têm de manter-se nesse espírito 
de amor a fim de lutarem, “lado a lado, como um homem, pela fé do evangelho” 
(Moffatt). 
 
2. Obediência no Conflito (1.28-30) 
O termo grego pturomenoi (28, vos espanteis) aplicava-se originalmente ao 
animal amedrontado, particularmente ao cavalo assustado ou medroso. Levando 
em conta o restante do versículo, os que resistem (antikeimenon) não é menção 
aos judeus que subvertiam o evangelho, mas aos pagãos. E evidente que Paulo 
tem em mente a oposição que enfrentou em Filipos. Phillips parafraseou as 
palavras desta forma: “Não dando a mínima atenção para seus inimigos” (CH, 
que nesta versão ocorre no v. 27). Se Paulo está se comparando com Moisés que 
15 
 
deu as determinações finais aos israelitas registradas nos últimos capítulos de 
Deuteronômio (ver comentários em 1.19), então ele está usando a linguagem de 
Moisés: “Não temais, nem vos espanteis diante deles” (Dt 31.6). 
O que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas, para vós, de salvação, 
e isto de Deus (28). As palavras o que se referem à firmeza dos crentes filipenses 
na fé do evangelho (27). A primeira frase pode ser traduzida literalmente por: 
“Vendo que para eles é demonstração clara de destruição”. A palavra grega 
endeixis (indício) significa “mostra” (cf. “sinal”, AEC, BJ, BV, NVI; 
“evidência”, BAB; “prova clara”, CH, RA; “prova”, NTLH), a prova 
fundamentada na evidência dos fatos (cf. Rm 3.25,26; 2 Co 8.24). A palavra 
grega apoleias (perdição) significa “destruição” (NVI), “ruína” (BJ) ou 
“desperdício”(2 Ts 2.3). 
A frase mas, para vós, de salvação (28) é traduzida com mais precisão por “mas 
de vossa salvação”. As palavras salvação (soterias) e perdição (apoleias) 
referem-se ao destino final. De que modo Paulo pensa que a intrepidez e firmeza 
dos filipenses sob pressão será demonstração de que os pagãos serão destruídos 
e os filipenses salvos? Qualquer que seja a resposta, o indício ou “sinal” é “da 
parte de Deus” (AEC, BAB, BJ, BV, NVI, RA). Lightfoot entende que esta 
expressão de Deus denota a prática dos gladiadores, cujo destino dependia dos 
espectadores que, através de sinal, indicavam se os gladiadores viveriam ou 
morreriam. Por isso, prestavam bastante atenção ao sinal dado na tribuna de 
honra. Mas o “gladiador cristão não espera ansiosamente o sinal de vida ou 
morte da multidão inconstante”.3 Ele obtém o “sinal” de Deus, que lhe dá sinal 
certo de libertação. Tal postura por parte do cristão indica que Deus está 
trabalhando nele. Este fato glorioso se torna sinal de ruína para os oponentes, 
pois eles testemunham o trabalho sobre-humano no crente e se desesperam: “Se 
Deus é contra nós, quem será por nós?”4 Será que Paulo está pensando no modo 
que Deus tratou com ele como perseguidor da igreja, particularmente quanto a 
ter testemunhado a morte triunfante do primeiro mártir cristão: Estêvão (At 
7.59,60; 9.5)? Os filipenses também conhecem o exemplo clássico deste modo 
de Deus tratar os homens. Um dos filipenses, o ex-carcereiro de Filipos, foi 
convencido e convertido quando viu o poder de Deus manifestado na vida de 
Paulo e Silas (At 16.27-34). 
Nos versículos 27 e 28, encontramos “Os Cidadãos dos Céus”. 1) Mantenha 
vivo o senso de pertencer à cidade-mãe, 27; 2) Viva pelas leis da cidade: Digno 
do evangelho, 27a; 3) Lute pelo avanço dos domínios da cidade: Combatendo 
juntamente... pela fé do evangelho, 27; 4) Esteja certo da vitória: Em nada vos 
espanteis dos que resistem, 28 (Alexander Maclaren). 
Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, 
como também padecer por ele (29). A palavra grega echaristhe (concedido) é 
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formada da raiz do substantivo charis, que significa “graça” ou “favor”. Assim 
como a crença em Cristo, ou a confiança salvífica absoluta, é um dom de Deus, 
assim também é o sofrimento por causa de Cristo (cf. Mt 5.11,12; Ef 2.8; 2 Tm 
2.12; Jo 1.12,13). O sofrimento não é marca distintiva da raiva de Deus (At 5.41; 
Cl 1.24; 1 Pe 4.13). Para os crentes filipenses, era o “presente de casamento, 
quando eles desposaram Cristo; a gratificação por terem se alistado no serviço 
de Cristo. Ao se tornar um com ele, eles entraram na comunicação de suas 
aflições”5 (3.10). Eles devem se animar, pois o sofrimento é pela “causa de 
Cristo” (2 Co 8.2). 
Na primeira visita de Paulo à cidade, os filipenses viram as lutas que ele 
empreendeu contra inimigos (At 16.12,19; 1 Ts 2.2). Agora, eles ficam sabendo 
que ele está enfrentando lutas semelhantes. Por isso, o apóstolo escreve: Tendo 
o mesmo combate que já em mim tendes visto e, agora, ouvis estar em mim 
(30). Pelo visto, o termo grego agona (combate) é alusão às competições 
atléticas. Na descrição de Paulo, os cristãos são atletas na arena, travando lutas 
romanas contra seus oponentes pagãos (Ef 6.12). Os crentes filipenses e Paulo, 
como ocorre com todos os cristãos, estão na mesma disputa. Por conseguinte, 
estão “combatendo juntamente” em uma cooperação de obediência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comentário conciso de Matthew Henry 
 
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1:27-30 Aqueles que professam o evangelho de Cristo devem viver como 
convém àqueles que acreditam nas verdades do evangelho, se submetem às leis 
do evangelho e dependem das promessas do evangelho. A palavra original 
conversação denota a conduta de cidadãos que buscam o crédito, a segurança, a 
paz e a prosperidade de sua cidade. Há aquilo na fé do evangelho que vale a 
pena lutar; há muita oposição e há necessidade de lutar. Um homem pode dormir 
e ir para o inferno; mas aquele que deseja ir para o céu deve olhar ao redor e ser 
diligente. Pode haver unidade de coração e afeição entre os cristãos, onde há 
diversidade de julgamento sobre muitas coisas. A fé é um dom de Deus em 
nome de Cristo; a capacidade e a disposição para crer são de Deus. E se 
sofrermos reprovação e perda por Cristo, devemos considerá-las um dom e 
valorizá-las adequadamente. No entanto, a salvação não deve ser atribuída a 
aflições corporais, como se as aflições e perseguições mundanas a merecessem; 
mas somente de Deus vem a salvação: fé e paciência são seus dons.

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