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Prof.: Fabiele Sanches Prof.: Milena Fernandes Prof.: Suzy Ramos 2 SISTEMA RESPIRATÓRIO 3 Troca de gases com o ar atmosférico, assegurando permanente concentração de oxigênio no sangue, necessária para as reações metabólicas. Via de eliminação de gases residuais, que resultam dessas reações e que são representadas pelo gás carbônico. Funções: transporte O2, respiração, ventilação, troca gasosa. Transporte de oxigênio: 02 é fornecido para as células e CO2 é removido por meio do sangue circulante. Respiração: característica básica dos seres vivos. Consiste na absorção do oxigênio e eliminação do gás carbônico, resultante das oxidações celulares. Ventilação: inspiração (ar flui do ambiente para a traquéia, brônquios, bronquíolos e alvéolos); expiração (gás alveolar segue a rota inversa). Promove a constante renovação do ar alveolar, permitindo a ocorrência da hematose nos alvéolos. Troca gasosa: diferentes gases compõem o ar respirado. 3 4 5 6 Nos alvéolos O O₂ inspirado chega aos alvéolos. Pela diferença de pressão, o O₂ difunde-se do alvéolo para o sangue. 🔹 No sangue O O₂ se liga à hemoglobina (Hb), formando HbO₂. Essa ligação permite que grandes quantidades de oxigênio sejam transportadas. 🔹 Nos tecidos Onde a pressão de O₂ é menor, a hemoglobina libera o O₂. O oxigênio entra nas células para produção de energia. 👉 Mensagem-chave: o transporte de O₂ depende da hemoglobina e do gradiente de pressão. Mecânica da ventilação pulmonar Expansão/contração dos pulmões: movimento do diafragma e elevação das costelas (aumento ou diminuição do volume torácico). Ventilação: Inspiração ativa – musculatura intercostal, cervicoescapular e diafragmática. Expiração passiva – relaxamento da musculatura inspiratória. Complacência: expansibilidade do pulmão e tórax 6 7 8 10 Ao medir a oximetria, o paciente poderá apresentar um valor inferior a 90%. A gasometria é necessária para avaliação de PH e PaCO2. Em relação à gasometria arterial, pode ou não haver distúrbio ácido-básico instalado. Na acidose respiratória o pH estará baixo ( 7,5 ) e com diminuição primária do CO2 indicando hiperventilação. Portanto, o evento respiratório é definido através do pH e CO2. 10 11 11 INTERVENÇÕES PARA MANEJO DAS DISFUNÇÕES RESPIRATÓRIAS 12 Causas: Tabagismo, DPOC, Fibrose pulmonar intersticial difusa (pneumopatias intersticiais - infiltração do interstício alveolar), doenças neuromusculares, deformidades torácicas. Na IRC, o corpo está sujeito a níveis de O2 drasticamente ⭣ ou a quantidades muito ⭡ CO2, resultando em acidose respiratória (estado ácido do corpo associado a distúrbios pulmonares). 12 18 Nos ambientes de assistência à saúde o oxigênio é administrado conectando-se algum dispositivo à um fluxômetro. As cores dos fluxômetros são padronizadas e a que está conectada ao oxigênio é o de cor verde. A de cor amarela dá acesso ao ar comprimido. 18 19 - Baixo fluxo: Não oferece concentração constante ou conhecida de oxigênio (se modifica de acordo com a profundidade e frequência da resp. do paciente); - Alto fluxo: Fornecem uma determinada concentração de O2 em fluxos iguais ou superiores ao fluxo inspiratório máximo do paciente e asseguram uma FiO2 conhecida. 19 As máscaras faciais de reinalação parcial e não reinalante são, tecnicamente, classificadas como sistemas de baixo fluxo. Embora ofereçam altas concentrações de oxigênio (FiO₂) 24 30 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png image48.png image49.png image50.png