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CURSO DE ENGENHARIA
Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
USO DO VISUAL VENTOS
Anápolis – 2021.2
Profº ª. M.e Carlos Eduardo Fernandes
Associação Educativa Evangélica
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Como baixar e instalar?
Como citado, se trata de um software de livre acesso, sendo assim gratuito
de acesso público.
Para realizar o download, basta acessar o site da plataforma do etools da
Universidade de Passo Fundo clicando neste link: http://www.etools.upf.br.
Após realizar o cadastro na plataforma, clique em “downloads”, localizado na
aba à esquerda na tela, e siga os passos comuns de instalação de um
software.
http://www.etools.upf.br/
Associação Educativa Evangélica
Como utilizar o VisualVentos?
Desenvolvido em linguagem Delphi, com base na plataforma Windows, o
software trabalha utilizando menus em abas, permitindo
a visualização da sequência lógica de funcionamento e de cadastro de
dados, como podemos observar na Fig. 1.
Associação Educativa Evangélica
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Cada aba ativada abre uma janela que exige do usuário o fornecimento de valores,
que devem ser digitados ou selecionados, para que posteriormente sejam
associados ao cálculo das cargas de vento. A seguir são apresentadas informações
acerca de cada uma dessas abas:
•Geometria da estrutura: Nessa tela devem ser fornecidos os dados da geometria
da edificação; observa-se que para o telhado é possível dar ou o ângulo de
inclinação do mesmo, ou a altura em relação a parte superior da parede;
•Velocidade dos ventos: Com base na Norma Brasileira NBR-6123:1988, a
velocidade básica do vento, V0, é a velocidade de uma rajada de três segundos,
excedida em média uma vez em 50 anos, a 10 metros acima do terreno, em campo
aberto e plano. A Norma coloca à disposição valores de velocidades básicas, da
região brasileira, na forma de isoieta
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•Fator topográfico (S1): Este fator leva em consideração o aumento ou a diminuição da
velocidade básica de acordo com a topografia do terreno. A NBR-6123:1988 considera as três
seguintes situações: Terreno plano ou pouco ondulado (S1 = 1,0); taludes e morros (S1 =
depende do ângulo de inclinação do talude) e vales profundo protegidos do vento (S1 = 0,9);
•Fator rugosidade do terreno (S2): Para determinação do fator S2 são consideradas a
rugosidade média geral do terreno e a dimensão da edificação. A NBR-6123:1988 estabelece
cinco categorias, em função da rugosidade do terreno: Superfícies lisas de grandes
dimensões, com mais de 5 km de extensão, medida na direção e sentido do vento incidente;
terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com poucos obstáculos isolados,
tais como árvores e edificações baixas em que obstáculos tem altura média abaixo de 1,0
metros; terrenos planos ou ondulados com obstáculos, tais como muros, em que obstáculos
tem altura média de 3,0 metros; terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco
espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada em que obstáculos tem altura média
de 10 metros; e terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco
espaçados, em que obstáculos tem altura média de 25 metros ou mais;
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•Fator Estatístico (S3): De acordo com a NBR-6123, o fator estatístico é baseado
em conceitos estatísticos e considera o grau de segurança requerido e a vida útil
da edificação, sendo categorizado em 5 grupos: Edificações cuja ruína total ou
parcial pode afetar a segurança ou possibilidade de socorro a pessoas após uma
tempestade destrutiva, tais como hospitais, quartéis de bombeiros e de forças de
segurança, centrais de comunicação, etc. (S3 = 1,10); edificações para hotéis e
residências e edificações para comércio e indústria com alto fator de ocupação
(S3 = 1,00); edificações e instalações industriais com baixo fator de ocupação, tais
como depósitos, silos, construções rurais, etc. (S3 = 0,95); vedações, tais como
telhas, vidros, painéis de vedação, etc. (S3 = 0,88); e edificações temporárias, tais
como estruturas em construção (S3 = 0,83);
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•Coeficiente de pressão externa (Cpe): A fim de simplificar o dimensionamento das 
estruturas a NBR 6123:1988 indica a utilização dos coeficientes que são valores médios 
do coeficiente de pressão para respectiva superfície da edificação;
•Coeficientes de pressão interna (Cpi): O coeficiente de pressão interna está 
relacionado ao fato de que as paredes e/ou a cobertura de edificações em condições 
normais de serviço ou como consequência de danos, poderem possuir aberturas 
(portas, janelas, básculas, frestas, entre outros) por onde o ar pode entrar ou sair, 
modificando-se as condições ideais supostas nos ensaios;
•Combinações: Por fim, o programa ilustrará e calculará as piores combinações de 
ações devido ao vento.
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Apresentação dos resultados
Com base nas características da estrutura, relevo e ventos, pode-se então
determinar os coeficientes de pressão externa e interna e, consequentemente,
calcular a força de vento resultante que atua em uma superfície. A Fig. 2 apresenta a
forma como é apresentado os resultados gerados pelo software.
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https://www.youtube.com/watch?v=KbLBRzgDc-M
LINK EXPLICATIVO DO VISUAL VENTOS
https://www.youtube.com/watch?v=KbLBRzgDc-M

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