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RELATORIO lab virtual hematologia

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CENTRO ACADEMICO UNIVERSITARIO – UNIFTC
ESTAGIO DE MICROBIOLOGIA CLINICA
LISANDRA DE ANDRADE CARNEIRO 
RELATÓRIO DE LABORATÓRIO VIRTUAL: PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE GRAM
SALVADOR
2024
LISANDRA DE ANDRADE CARNEIRO 
RELATÓRIO DE LABORATÓRIO VIRTUAL: PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE GRAM
Atividade pontuada apresentada ao Centro Universitário UNIFTC, Campus Paralela
Docente: Prof. Luciano Cezar
SALVADOR
2024
Sumário
2.	INTRODUÇÃO	4
3.	PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE GRAM	4
3.1.	PRINCIPIOS E MECANISMOS	4
3.2.	RESULTADO E INTERPRETAÇÃO	5
4.	CONSIDERAÇÕES FINAIS	5
5.	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	6
INTRODUÇÃO 
O passo a passo feito na pratica no laboratório virtual foi seguindo o roteiro que nos é dignado para fazer o procedimento de forma correta, a seguir temos um pouco sobre o preparo de esfregaço sanguíneo, juntamente com o resultado e interpretação feita no laboratório virtual 
PREPARO DE ESFREGAÇO SANGUÍNEO 
A técnica de esfregaço sanguíneo permite a obtenção de uma fina camada de sangue sobre a lâmina de vidro, que posteriormente será corada e observada no microscópico óptico. As bactérias gram-positivas que têm a parede celular composta por mureína (peptídeoglicano - peptídeo de ácido n-acetil murâmico), durante o processo de descoloração com álcool etílico, retém o corante cristal violeta, mesmo após uma descoloração com álcool. Já as bactérias com parede celular composta predominantemente por ácidos graxos (lipopolissacarídeos e lipoproteínas) perdem o complexo iodo-pararosanilina, assumindo a cor do corante de fundo (fucsina), o corante de fundo é distante da violeta no espectro de cor, diferenciando assim de forma mais nítida as bactérias Gram-negativas. 
PRINCIPIOS E MECANISMOS
· Coleta de Amostra
· Fixação
· Coloração Primária
· Mordente
· Descoloração
· Coloração Secundária
· Lavagem e Secagem
· Observação
A coloração de Gram é uma técnica essencial em microbiologia para a identificação de bactérias baseada na composição de suas paredes celulares. O processo começa com a preparação de um esfregaço, onde a amostra bacteriana é fixada em uma lâmina de microscópio. A fixação é geralmente realizada através do calor, passando a lâmina rapidamente sobre uma chama, o que também mata as bactérias presentes. Após a fixação, o corante primário, cristal violeta, é aplicado. Este corante penetra todas as células, mas é retido de maneira diferente dependendo da estrutura da parede celular.
Em seguida, um mordente, como o lugol, é adicionado. O lugol interage com o cristal violeta, formando um complexo que fica preso dentro das células Gram-positivas. As células Gram-negativas, por outro lado, não retêm este complexo após a etapa de descoloração, que envolve o uso de álcool ou acetona. Durante a descoloração, as células Gram-negativas perdem o corante cristal violeta, enquanto as Gram-positivas permanecem roxas.
Para finalizar, um corante secundário, como a safranina ou fucsina, é aplicado. Este corante contrasta com o cristal violeta e colore as células Gram-negativas, que foram descoloridas, em tons de vermelho ou rosa. Após a lavagem para remover o excesso de corante e a secagem da lâmina, ela está pronta para ser examinada sob um microscópio.
RESULTADO E INTERPRETAÇÃO
O resultado roxo na primeira lâmina indica que as bactérias presentes na amostra são Gram-positivas. Isso significa que elas retiveram o corante cristal violeta após o processo de coloração de Gram, o que é característico das bactérias com uma parede celular mais espessa e rica em peptidoglicano.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A identificação microbiana é sempre um desafio pois diversas espécies podem apresentam morfologias semelhantes. Apesar da interpretação do crescimento em placa ser de grande valor e representar uma porcentagem grande na identificação sobre a espécie, precisamos nos certificar da identificação do patógeno, e nesse sentido recorremos a testes/provas bioquímicas para identificação e chegarmos na espécie que de fato é responsável pela patologia. A coloração de Gram é uma ferramenta valiosa no diagnóstico de infecções bacterianas e na pesquisa microbiológica. Ela permite uma visualização clara das diferenças estruturais entre as duas grandes classes de bactérias, contribuindo para o entendimento da sua fisiologia e patogenicidade. A técnica é um exemplo clássico de como procedimentos simples podem fornecer insights significativos no campo da saúde e da ciência.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Câmara, Bruno https://www.biomedicinapadrao.com.br
https://exodocientifica.com.br 
NAIÁ, Professora 
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