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Conduta com DEA e Ruídos Cardíacos

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Questões resolvidas

Caso Clínico: Um médico está preceptoriando um residente durante o treinamento de ausculta cardíaca. Para demonstrar um fenômeno fisiológico, ele pede a um voluntário saudável, do sexo masculino, 28 anos, que inspire profundamente e mantenha a respiração. Durante a inspiração profunda, o residente ausculta claramente no foco pulmonar (2º espaço intercostal esquerdo, próximo ao esterno) que o segundo ruído cardíaco (B2) se desdobra em dois componentes distintos. O residente pergunta qual é a base fisiopatológica para esse achado. Considerando a ausculta cardíaca normal, qual é a explicação FISIOLÓGICA para o desdobramento de B2 durante a inspiração profunda?
Considerando a ausculta cardíaca normal, qual é a explicação FISIOLÓGICA para o desdobramento de B2 durante a inspiração profunda?
A inspiração profunda aumenta a pós-carga do ventrículo esquerdo, prolongando sua sístole e atrasando o fechamento da válvula aórtica.
A inspiração profunda comprime o coração contra a parede torácica, amplificando seletivamente o componente pulmonar de B2.
O aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo durante a inspiração atrasa a despolarização do nó sinusal, criando um descompasso no fechamento
A manobra de inspiração profunda causa uma diminuição transitória da pressão intratorácica, que antecipa o fechamento da válvula aórtica.
A inspiração profunda aumenta o retorno venoso ao ventrículo direito, prolongando o tempo de ejeção e atrasando o fechamento da válvula pulmonar em relação à aórtica.

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Questões resolvidas

Caso Clínico: Um médico está preceptoriando um residente durante o treinamento de ausculta cardíaca. Para demonstrar um fenômeno fisiológico, ele pede a um voluntário saudável, do sexo masculino, 28 anos, que inspire profundamente e mantenha a respiração. Durante a inspiração profunda, o residente ausculta claramente no foco pulmonar (2º espaço intercostal esquerdo, próximo ao esterno) que o segundo ruído cardíaco (B2) se desdobra em dois componentes distintos. O residente pergunta qual é a base fisiopatológica para esse achado. Considerando a ausculta cardíaca normal, qual é a explicação FISIOLÓGICA para o desdobramento de B2 durante a inspiração profunda?
Considerando a ausculta cardíaca normal, qual é a explicação FISIOLÓGICA para o desdobramento de B2 durante a inspiração profunda?
A inspiração profunda aumenta a pós-carga do ventrículo esquerdo, prolongando sua sístole e atrasando o fechamento da válvula aórtica.
A inspiração profunda comprime o coração contra a parede torácica, amplificando seletivamente o componente pulmonar de B2.
O aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo durante a inspiração atrasa a despolarização do nó sinusal, criando um descompasso no fechamento
A manobra de inspiração profunda causa uma diminuição transitória da pressão intratorácica, que antecipa o fechamento da válvula aórtica.
A inspiração profunda aumenta o retorno venoso ao ventrículo direito, prolongando o tempo de ejeção e atrasando o fechamento da válvula pulmonar em relação à aórtica.

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Você está acompanhando um jogo do Avaí, no estádio lotado da
Ressacada, em Florianópolis. O time está a poucos minutos de conquistar o
acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, em uma partida bastante
tensa, quando um homem, com cerca de 50 anos, cai ao seu lado,
inconsciente.
Ao avaliá-lo, você observa que ele não responde, não respira normalmente
e não apresenta pulso central palpável. Nesse momento, um bombeiro
militar traz rapidamente um desfibrilador externo automático (DEA).
Qual deve ser a sua conduta imediata?
 1
Ligar o DEA, colocar as pás adesivas no tórax da vítima e seguir
imediatamente as instruções do aparelho, interrompendo as
compressões apenas durante a análise e a aplicação do choque.
Escolhida
Interromper as compressões torácicas até o DEA finalizar toda a
análise e possível choque.
Administrar duas ventilações antes de ligar o DEA.
Continuar RCP enquanto o DEA analisa o ritmo
RESPOSTA ESPERADA de Lucas Araujo Gotardo há 11 dias
Alternativa correta: "Ligar o DEA, colocar as pás adesivas no tórax da vítima e
seguir imediatamente as instruções do aparelho, interrompendo as compressões
apenas durante a análise e a aplicação do choque."
Fonte: American Heart Association. 2020 Guidelines for CPR and ECC:
Automated External Defibrillator Use.
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Caso Clínico: Um médico experiente está ensinando a diferença entre os
componentes aórtico (A2) e pulmonar (P2) do segundo ruído cardíaco. Ele
afirma que, além da localização (base direita vs. esquerda), uma das
características que os diferenciam é a intensidade e a propagação do som.
Com base na anatomia e na fisiologia normais, qual afirmação sobre a
intensidade e propagação de A2 e P2 é CORRETA?
 2
A2 e P2 possuem intensidade e propagação idênticas em um
coração normal, sendo impossível diferenciá-los pela ausculta
sem a manobra de inspiração profunda.
P2 é normalmente mais intenso que A2 porque a válvula
pulmonar está mais próxima da parede torácica, mas seu som é
muito localizado no foco pulmonar.
A2 é normalmente mais intenso que P2 devido à pressão
sistólica mais elevada no sistema arterial sistêmico, e é o
componente de B2 que se propaga para todos os focos de
ausculta, incluindo o ápice.
Escolhida
A intensidade de P2 é maior porque a válvula pulmonar é mais
complacente, gerando uma vibração de maior amplitude e,
portanto, mais audível.
P2 é o componente que melhor se propaga para o ápice
cardíaco, pois está associado ao fechamento da valva que
direciona o sangue para a circulação de baixa resistência.
RESPOSTA ESPERADA de Pedro Docusse Junior há 4 dias
A2 é normalmente mais intenso que P2 devido à pressão sistólica mais elevada
no sistema arterial sistêmico, e é o componente de B2 que se propaga para todos
os focos de ausculta, incluindo o ápice.
Explicação da resposta: CORRETA. A pressão na aorta (~120 mmHg) é muito
maior que na artéria pulmonar (~25 mmHg). Este alto gradiente de pressão no
momento do fechamento da válvula aórtica gera uma vibração mais energética e
um som de alta frequência (A2), que é audível em todos os focos de ausculta,
dominando o componente B2. Bibliografia: NETHERLANDS, R. ; BICKLEY, L. S.
Bates' Guide to Physical Examination and History Taking. 13th ed. p. 370.
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P2 é normalmente mais intenso que A2 porque a válvula pulmonar está mais
próxima da parede torácica, mas seu som é muito localizado no foco pulmonar.
Explicação da resposta: ERRADA. Embora a válvula pulmonar esteja de fato mais
próxima da parede torácica, a baixa pressão no sistema pulmonar resulta em um
fechamento menos energético, tornando P2 mais fraco (menos intenso) que A2.
Sua audibilidade é de fato mais localizada. Bibliografia: NETHERLANDS, R. ;
BICKLEY, L. S. Bates' Guide to Physical Examination and History Taking. 13th ed.
p. 370.
A2 e P2 possuem intensidade e propagação idênticas em um coração normal,
sendo impossível diferenciá-los pela ausculta sem a manobra de inspiração
profunda.
Explicação da resposta: ERRADA. É perfeitamente possível diferenciar A2 de P2
pela ausculta cuidadosa em seus focos respectivos (aórtico e pulmonar) devido à
diferença de intensidade. A manobra de inspiração profunda ajuda a evidenciar o
desdobramento, mas a diferença de qualidade do som existe mesmo durante a
expiração. Bibliografia: NETHERLANDS, R. ; BICKLEY, L. S. Bates' Guide to
Physical Examination and History Taking. 13th ed. p. 370.
P2 é o componente que melhor se propaga para o ápice cardíaco, pois está
associado ao fechamento da valva que direciona o sangue para a circulação de
baixa resistência.
Explicação da resposta: ERRADA. É exatamente o oposto. Como A2 é mais
intenso, é ele que se propaga para o ápice. A incapacidade de auscultar P2 no
ápice é um achado normal. Se P2 for audível no ápice (indicando que está tão ou
mais intenso que A2), é um sinal de hipertensão pulmonar. Bibliografia:
NETHERLANDS, R. ; BICKLEY, L. S. Bates' Guide to Physical Examination and
History Taking. 13th ed. p. 370.
A intensidade de P2 é maior porque a válvula pulmonar é mais complacente,
gerando uma vibração de maior amplitude e, portanto, mais audível.
Explicação da resposta: ERRADA. A complacência da valva não é o fator
determinante. O fator hemodinâmico primordial é o gradiente de pressão através
da válvula no momento do fechamento. O baixo gradiente de pressão na valva
pulmonar (pressão pulmonar baixa) é que torna P2 menos intenso, independente
de sua complacência. Bibliografia: NETHERLANDS, R. ; BICKLEY, L. S. Bates'
Guide to Physical Examination and History Taking. 13th ed. p. 370
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Indivíduos normolíneos constituem o biotipo mais frequentemente
encontrado. Para avaliação do biotipo de um paciente usamos como
referência:
 3
A sétima vertebra
O segundo espaço intercostal
O ângulo de CharpyEscolhida
O ângulo de Louis
RESPOSTA ESPERADA de Ivana Fernandes Souza há 20 dias
Resposta esperada: O ângulo de Charpy
Justificativa: o ângulo de Charpy é usado como referência no tórax para
avaliação do biotipo do paciente. Sendo considerados normolíneos os pacientes
com ângulo de 90º.
Referência: MARTINS , M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021)
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O exame clínico do sistema respiratório deve ser realizado de maneira
prática e sistemática e de forma comparativa de um lado do tórax com o
outro. Em relação a avaliação do sistema respiratório, pode-se afirmar que:
 4
A semiologia pulmonar adequada deve incluir exclusivamente a
inspeção, percussão e ausculta.
Em um paciente normal o som bronquial deve ser auscultado
nas áreas de projeção da traqueia e fúrcula esternal.
Escolhida
Os sons respiratórios normais são provenientes de vibrações
produzidas pela movimentação do ar nas vias respiratórias e são
denominados de ruídos hidroaéreos.
Para a realização correta da percussão pulmonar coloca-se
suavemente a mão espalmada sobre o tórax, enquanto o
paciente pronuncia em voz alta palavras como “trinta e três”.
RESPOSTA ESPERADA de Ivana Fernandes Souza há 20 dias
resposta esperada: Em um paciente normal o som bronquial deve ser
auscultado nas áreas de projeção da traqueia e fúrcula esternal.
Justificativa: o som bronquial. Os sons respiratórios normais são denominados
murmúrio vesicular. A semiologia pulmonar inclui inspeção, palpação, percussão
e ausculta.O som bronquial é audível na região anterolateral do pescoço e na
fúrcula esternal, área de projeção da traqueia e brônquios principais. A percussão
pulmonar deverá ser percutindoo dedo médio de uma mão sobre o dedo médio
estendido em contato com o tórax do paciente (todo o resto da mão se mantém
distante).
Referencia: MARTINS , M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021)
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Caso Clínico: Uma estudante de medicina, ao auscultar uma paciente
jovem e saudável, percebe que o primeiro ruído cardíaco (B1) é
notadamente mais intenso no ápice cardíaco (5º EIC, linha hemiclavicular
esquerda) do que na base do coração. Intrigada, ela pressiona levemente o
estetoscópio sobre a pele e percebe que a intensidade do som não se
altera. Ela se pergunta se este é um achado normal ou se indica patologia.
Qual das seguintes afirmações melhor explica a intensificação de B1 no
ápice em um coração normal?
 5
Deve-se à maior velocidade de enchimento ventricular esquerdo
durante a diástole, que causa um fechamento mitral mais abrupto
e sonoro.
Indica estenose mitral leve, pois a valva mitral espessada produz
um fechamento mais audível, mesmo na ausência de outros
sintomas.
Sugere um intervalo PR encurtado no ECG, que é a causa mais
comum de B1 hiperfonético em adultos jovens assintomáticos.
É um artefato de ausculta causado pela baixa pressão diastólica
final do ventrículo esquerdo, comum em mulheres jovens.
É um achado esperado, pois a posição da válvula mitral em
relação à parede torácica no ápice favorece a transmissão do
som de seu fechamento.
Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Pedro Docusse Junior há 4 dias
É um achado esperado, pois a posição da válvula mitral em relação à parede
torácica no ápice favorece a transmissão do som de seu fechamento.
Explicação da resposta: CORRETA. O ápice cardíaco é a projeção anatômica do
ventrículo esquerdo e do aparelho valvar mitral. O componente principal de B1
(M1 – fechamento da valva mitral) é melhor transmitido e, portanto, mais intenso
nesta região específica. Esta é uma característica normal da ausculta cardíaca.
Bibliografia: McGEE, S. Evidence-Based Physical Diagnosis. 5th ed. Capítulo 36.
Indica estenose mitral leve, pois a valva mitral espessada produz um fechamento
mais audível, mesmo na ausência de outros sintomas.
Explicação da resposta: ERRADA. Embora a estenose mitral cause um B1
hiperfonético e metálico ("em tambor"), é uma condição patológica. Em uma
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hiperfonético e metálico ( em tambor ), é uma condição patológica. Em uma
paciente jovem e saudável, sem outros sintomas, esta não é a explicação mais
provável nem a fisiológica. Um B1 nítido no ápice é normal. Bibliografia: McGEE,
S. Evidence-Based Physical Diagnosis. 5th ed. Capítulo 36.
Sugere um intervalo PR encurtado no ECG, que é a causa mais comum de B1
hiperfonético em adultos jovens assintomáticos.
Explicação da resposta: ERRADA. Um intervalo PR encurtado (como na síndrome
de Wolff-Parkinson-White) pode de fato causar um B1 hiperfonético, pois as
valvas atrioventriculares estão mais abertas no momento da contração ventricular.
No entanto, é uma causa patológica e não a "mais comum". A causa mais comum
de um B1 bem audível no ápice é a normalidade. Bibliografia: McGEE, S.
Evidence-Based Physical Diagnosis. 5th ed. Capítulo 36.
É um artefato de ausculta causado pela baixa pressão diastólica final do
ventrículo esquerdo, comum em mulheres jovens.
Explicação da resposta: ERRADA. A pressão diastólica final do VE não está
classicamente relacionada à intensidade de B1. A intensidade de B1 é
determinada principalmente pela posição das cúspides valvares no início da
sístole (que depende do intervalo PR) e pela força de contração ventricular.
Bibliografia: McGEE, S. Evidence-Based Physical Diagnosis. 5th ed. Capítulo 36.
Deve-se à maior velocidade de enchimento ventricular esquerdo durante a
diástole, que causa um fechamento mitral mais abrupto e sonoro.
Explicação da resposta: ERRADA. A velocidade de enchimento ventricular pode
influenciar a posição da valva mitral, mas não é o fator primário para a
intensidade do som no ápice. O fator anatômico (transmissão do som) é o mais
importante para explicar por que B1 é naturalmente mais forte no ápice. Um
enchimento muito rápido pode ocorrer em estados patológicos como a
insuficiência mitral, mas não é a explicação para a normalidade. Bibliografia:
McGEE, S. Evidence-Based Physical Diagnosis. 5th ed. Capítulo 36.
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Dona Martina, 63 anos, apresenta linfedema de repetição em membro superior
esquerdo, após esvaziamento axilar completo devido a câncer de mama com
metástase de linfonodo. Para o tratamento, foi prescrito uso contínuo profilático
de Benzetacil 1.200.000 UI, via intramuscular, a cada 28 dias. Considerando as
boas práticas de enfermagem para administração de medicamentos,
atualizadas em Potter (2021), é CORRETO afirmar que:
 6
a região muscular que oferece maior segurança para a execução
desta técnica é o deltoide, localizado 3 a 5 cm abaixo do acrômio,
com ângulo de inserção da agulha a 90 graus.
a região muscular que oferece maior segurança para a execução
desta técnica é a face posterior lateral da coxa, com ângulo de
inserção da agulha a 45 graus.
a região muscular que oferece maior segurança para a execução
desta técnica é a dorsoglútea, com ângulo de inserção da agulha a
90 graus.
a região muscular que oferece maior segurança para a execução
desta técnica é a ventroglútea, delimitada pela espinha ilíaca
ântero-superior, crista ilíaca e trocânter maior do fêmur.
Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Mirian Felicio Fernandes há 5 dias
correta: a região muscular que oferece maior segurança para a execução desta
técnica é a ventroglútea, delimitada pela espinha ilíaca ântero-superior, crista ilíaca e
trocânter maior do fêmur.
Referencia: Potter, Patricia A. Fundamentos da enfermagem / Patricia A.
Potter, Anne Griffin Perry ; tradução Adilson Dias Salles ... [et al.]. - 9. ed. -
[Reimpr.]. - Rio de Janeiro: GEN | Grupo Editorial Nacional. Publicado pelo
selo Editora Guanabara Koogan Ltda., 2021.
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Paciente J.G.C., 25 anos, veio a consulta com queixa de episódios de
dispnéia suspirosa. Você coleta toda a anamnese e faz a semiologia
pulmonar completa. Pergunta-se: durante a ausculta pulmonar, quais
sonoridades devem predominar na ausculta do tórax de um adulto
saudável?
 7
Som traqueal (ou bronquial) facilmente audível ao nível da linha
axilar posterior.
Murmúrio vesicular mais audível em regiões laterais do tórax.Escolhida
Períodos de estertores finos ao final da inspiração.
Som maciço ao nível da área cardíaca.
RESPOSTA ESPERADA de Ivana Fernandes Souza há 20 dias
resposta esperada: Murmúrio vesicular mais audível em regiões laterais do tórax.
Justificativa: Em uma ausculta pulmonar normal, o som vesicular (murmúrio
vesicular) é predominante.
O som traqueal é audível na região anterolateral do pescoço e na fúrcula
esternal, área de projeção da traqueia e brônquios principais.
O som maciço, não é perceptível na ausculta normal, mas pode ser percebido na
percussão da região correspondente a área cardíaca.
Referência: MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021
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Insatisfatório
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Marque a opção correta: 8
Uma complicação que deve ser observada e tratada na
administração endovenosa é a flebite.
Correta
As veias ventrais da mão são a primeira escolha para a
punção venosa na mão.
O sinal físico visível após a aplicação intradérmica que
confirma a correta aplicação é o eritema local.
EscolhidaAs 2 principais veias periféricas para punção venosa no
braço são as veias cefálica e axilar.
RESPOSTA ESPERADA de Mirian Felicio Fernandes há 5 dias
correta: Uma complicação que deve ser observada e tratada na
administração endovenosa é a flebite.
Referencia: Potter, Patricia A. Fundamentos da enfermagem / Patricia A.
Potter, Anne Griffin Perry ; tradução Adilson Dias Salles ... [et al.]. - 9. ed. -
[Reimpr.]. - Rio de Janeiro: GEN | Grupo Editorial Nacional. Publicado pelo
selo Editora Guanabara Koogan Ltda., 2021.
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Insatisfatório
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Caso Clínico: Um médico está preceptoriando um residente durante o
treinamento de ausculta cardíaca. Para demonstrar um fenômeno
fisiológico, ele pede a um voluntário saudável, do sexo masculino, 28 anos,
que inspire profundamente e mantenha a respiração. Durante a inspiração
profunda, o residente ausculta claramente no foco pulmonar (2º espaço
intercostal esquerdo, próximo ao esterno) que o segundo ruído cardíaco
(B2) se desdobra em dois componentes distintos. O residente pergunta qual
é a base fisiopatológica para esse achado.
Considerando a ausculta cardíaca normal, qual é a explicação
FISIOLÓGICA para o desdobramento de B2 durante a inspiração profunda?
 9
A inspiração profunda aumenta a pós-carga do ventrículo
esquerdo, prolongando sua sístole e atrasando o fechamento da
válvula aórtica.
A inspiração profunda comprime o coração contra a parede
torácica, amplificando seletivamente o componente pulmonar de
B2.
O aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo
durante a inspiração atrasa a despolarização do nó sinusal,
criando um descompasso no fechamento
A manobra de inspiração profunda causa uma diminuição
transitória da pressão intratorácica, que antecipa o fechamento
da válvula aórtica.
Escolhida
A inspiração profunda aumenta o retorno venoso ao ventrículo
direito, prolongando o tempo de ejeção e atrasando o
fechamento da válvula pulmonar em relação à aórtica.
Correta
RESPOSTA ESPERADA de Pedro Docusse Junior há 4 dias
A inspiração profunda aumenta o retorno venoso ao ventrículo direito,
prolongando o tempo de ejeção e atrasando o fechamento da válvula pulmonar
em relação à aórtica.
Explicação da resposta: CORRETA. A inspiração aumenta o retorno venoso
sistêmico ao ventrículo direito (VD), aumentando seu volume diastólico final. Isto
prolonga o tempo de ejeção ventricular direita (TEVD), atrasando o fechamento
da válvula pulmonar (P2). Simultaneamente, o aumento da capacidade vascular
pulmonar durante a inspiração sequestra sangue, reduzindo ligeiramente o
retorno ao ventrículo esquerdo (VE), o que encurta seu tempo de ejeção (TEVE) e
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antecipa ligeiramente o fechamento da válvula aórtica (A2). Este descompasso
(A2 mais precoce e P2 mais tardio) causa o desdobramento fisiológico de B2.
Bibliografia: OPKIN, G. D. ; AUFIERO, T. X. Textbook of Clinical Cardiology. 4th
ed. p. 112.
A manobra de inspiração profunda causa uma diminuição transitória da pressão
intratorácica, que antecipa o fechamento da válvula aórtica.
Explicação da resposta: ERRADA. A diminuição da pressão intratorácica na
inspiração não antecipa o fechamento aórtico. Pelo contrário, o efeito
hemodinâmico primário é o descrito na alternativa correta (a). A pressão
intratorácica reduzida é a causa do aumento do retorno venoso, mas não age
diretamente antecipando o fechamento valvar. Bibliografia: OPKIN, G. D. ;
AUFIERO, T. X. Textbook of Clinical Cardiology. 4th ed. p. 112.
O aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo durante a inspiração
atrasa a despolarização do nó sinusal, criando um descompasso no fechamento
Explicação da resposta: ERRADA. A inspiração não afeta significativamente a
despolarização do nó sinusal (o marca-passo natural do coração). O ritmo
cardíaco pode variar ligeiramente com a respiração (arritmia sinusal), mas este
não é o mecanismo do desdobramento de B2, que é puramente hemodinâmico
(variação dos volumes e tempos de ejeção ventriculares). Bibliografia: OPKIN, G.
D. ; AUFIERO, T. X. Textbook of Clinical Cardiology. 4th ed. p. 112.
A inspiração profunda comprime o coração contra a parede torácica, amplificando
seletivamente o componente pulmonar de B2.
Explicação da resposta: ERRADA. A inspiração profunda não comprime o
coração; na verdade, a baixa pressão intratorácica expande os pulmões e a caixa
torácica. O componente pulmonar (P2) não é "amplificado"; ele simplesmente
ocorre mais tardiamente, permitindo que seja ouvido separadamente de A2.
Bibliografia: OPKIN, G. D. ; AUFIERO, T. X. Textbook of Clinical Cardiology. 4th
ed. p. 112.
A inspiração profunda aumenta a pós-carga do ventrículo esquerdo, prolongando
sua sístole e atrasando o fechamento da válvula aórtica.
Explicação da resposta: ERRADA. A inspiração profunda diminui a pós-carga do
ventrículo esquerdo (a resistência que ele enfrenta para ejetar o sangue), pois a
pressão intratorácica negativa reduz a pressão transmural. Isto contribui para um
encurtamento do TEVE e não para um prolongamento. O prolongamento da
sístole do VE é um fenômeno patológico, visto em condições como a estenose
aórtica. Bibliografia: OPKIN, G. D. ; AUFIERO, T. X. Textbook of Clinical
Cardiology. 4th ed. p. 112.
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Leia as afirmações abaixo relacionadas à biossegurança na
administração de medicamentos:
I-Como medidas de biossegurança precisamos perguntar e
confirmar a identidade do paciente.
II- Como medidas de biossegurança devemos confirmar e
etiquetar a medicação a administrar.
III-Lavar as mãos com água e sabão fazem parte das medidas de
biossegurança para administração somente de medicamentos
via endovenosa.
IV-O uso das luvas de procedimento serve para proteger o
paciente.
São corretas as afirmativas:
 10
Todas estão corretas.
Somente I e IV.
Somente I, II, IV.
Somente I e II .Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Mirian Felicio Fernandes há 5 dias
correta: afirmativa I e II
Referência: PERRY, Anne G. Perry & Potter Guia Completo de
Procedimentos e Competências de Enfermagem . 9. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2021.
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158047/.

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Caso Clínico: Durante um exame de habilidades clínicas, um professor
pede a um aluno que descreva a sequência de eventos auditivos durante a
sístole e a diástole em um indivíduo normal, com frequência cardíaca de 70
bpm e ritmo regular. O aluno deve identificar o período de silêncio
auscultatório mais longo.
Entre os períodos listados abaixo, qual é consistentemente o mais longo na
ausculta cardíaca normal em repouso?
 11
Período entre o fim de B1 e o início de B2 (Sístole mecânica).
Período entre o fim de B2 e o início de B1 (Diástole).Escolhida
Intervalo entre o componente A2 de B2 e a abertura da válvula
mitral.
Intervalo entre o fechamento da válvula pulmonar (P2) e a
abertura da válvula aórtica na próxima sístole.
Período entre o início de B1 e o início de B2 (Sístole elétrica).
RESPOSTA ESPERADA de Pedro Docusse Junior há 4 dias
Intervalo entre o componente A2 de B2 e a abertura da válvula mitral.
Explicação da resposta: ERRADA. Este período descreve apenas uma parte da
diástole (o tempo de relaxamento isovolumétrico e talvez uma fração do
enchimento rápido), não o período completo. Portanto, é mais curto que a diástole
total. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular
Medicine. 11th ed. p. 15.
Intervalo entre o fechamento da válvula pulmonar (P2) e a abertura da válvula
aórtica na próxima sístole.
Explicaçãoda resposta: ERRADA. Esta descrição é fisiologicamente imprecisa e
confusa. A válvula aórtica se abre no início da sístole, não no final da diástole. O
período entre P2 e a próxima sístole é, na verdade, a própria diástole, mas a
redação torna a alternativa incorreta. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart
Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 15.
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Período entre o fim de B1 e o início de B2 (Sístole mecânica).
Explicação da resposta: ERRADA. Este é o período da sístole mecânica (entre o
fechamento das valvas AV e o fechamento das valvas semilunares). Em
frequências cardíacas normais em repouso, a sístole é significativamente mais
curta que a diástole. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of
Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 15.
Período entre o fim de B2 e o início de B1 (Diástole).
Explicação da resposta: CORRETA. Este período corresponde à diástole
ventricular, que compreende o relaxamento isovolumétrico, o enchimento rápido,
a diástase e a contração atrial. Em um coração batendo a 70 bpm, o ciclo
cardíaco dura aproximadamente 0,86 segundos. A sístole consome cerca de 0,3
s, enquanto a diástole consome cerca de 0,56 s, sendo claramente o período
mais longo. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of
Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 15.
Período entre o início de B1 e o início de B2 (Sístole elétrica).
Explicação da resposta: ERRADA. A "sístole elétrica" (geralmente definida como o
complexo QRS até o fim da onda T no ECG) é um conceito eletrofisiológico e não
se correlaciona perfeitamente com os sons cardíacos. Na prática, o período entre
o início de B1 e o início de B2 é a sístole mecânica, que, como explicado, é mais
curta que a diástole. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of
Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 15.
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Qual o foco principal da RCP de alta qualidade, conforme as diretrizes da
AHA?
 12
Reduzir o número de ventilações e priorizar as compressões.
Iniciar desfibrilação antes mesmo das compressões.
Ofertar ventilação boca-a-boca antes das compressões.
Compressões e ventilações com profundidade, frequência e
pausas adequadas.
Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Lucas Araujo Gotardo há 11 dias
Resposta correta: "Compressões e ventilações com profundidade, frequência e
pausas adequadas"
Fonte: AHA enfatiza que uma RCP de alta qualidade inclui compressões torácicas
com profundidade e frequência adequadas e ventilação eficaz, minimizando as
interrupções. American Heart Association. 2020 Guidelines for CPR and ECC:
Part 3, Adult Basic Life Support.
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- Sobre as Vias de administração injetáveis marque a afirmativa
que complete corretamente a afirmação abaixo:
“A via subcutânea absorve mais lentamente a medicação do que
a via intramuscular”.
 13
Por isso a via subcutânea aceita uma quantidade
menor de volume a ser administrado.
Escolhida
Esta afirmação está errada pois a via subcutânea
apresenta mais vasos sanguíneos que a via
intramuscular.
Isto ocorre porque o tecido subcutâneo apresenta uma
maior vascularização que o tecido muscular.
E deve-se ter mais cuidado para não lesionar um nervo
ou vaso sanguíneo na administração subcutânea.
RESPOSTA ESPERADA de Mirian Felicio Fernandes há 5 dias
correta: Por isso a via subcutânea aceita uma quantidade menor de
volume a ser administrado.
Referência: PERRY, Anne G. Perry & Potter Guia Completo de
Procedimentos e Competências de Enfermagem . 9. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2021.
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158047/.
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Qual o antisséptico mais indicado para desinfecção em punções
de maneira geral?
 14
alcool 70%Escolhida
água oxigenada
água e sabão
alcool 45%
RESPOSTA ESPERADA de Mirian Felicio Fernandes há 4 dias
correta; alcool 70%
Referência: PERRY, Anne G. Perry & Potter Guia Completo de
Procedimentos e Competências de Enfermagem . 9. ed. Rio de
Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2021.
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158047/.
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Caso Clínico: Durante a ausculta cardíaca minuciosa de uma voluntária
saudável de 25 anos, um médico pede que ela expire completamente e
prenda a respiração. Nesse momento, ele ausculta cuidadosamente a área
paraesternal superior direita (2º espaço intercostal direito). O som
identificado nesse foco é de alta frequência, breve e mais intenso do que o
ouvido no foco homólogo esquerdo.
Qual componente da fisiologia cardíaca normal é PRIMARIAMENTE
responsável pelas características desse som auscultado no 2º EIC direito?
 15
A aceleração e turbulência do sangue sendo ejetado através do
trato de saída do ventrículo direito contra a baixa resistência
vascular pulmonar.
A vibração das cúspides da válvula aórtica durante o seu
fechamento no início da diástole, impulsionada pelo gradiente de
pressão aorta-ventrículo esquerdo.
Escolhida
O impacto do sangue contra as cúspides da válvula aórtica
durante a ejeção ventricular esquerda, no início da sístole.
A transmissão do som do fechamento da válvula tricúspide,
amplificado pela proximidade do átrio direito com a parede
torácica.
A ressonância do sangue colidindo com a parede da aorta
ascendente, imediatamente após a válvula aórtica.
RESPOSTA ESPERADA de Pedro Docusse Junior há 4 dias
A vibração das cúspides da válvula aórtica durante o seu fechamento no início da
diástole, impulsionada pelo gradiente de pressão aorta-ventrículo esquerdo.
Explicação da resposta: CORRETA. O som descrito (alta frequência, breve, mais
intenso à direita) é classicamente o componente aórtico da segunda bulha (A2).
Sua geração deve-se ao fechamento súbito das valvas aórticas no início da
diástole, quando a pressão no ventrículo esquerdo cai abaixo da pressão aórtica.
O grande gradiente de pressão faz com que o sangue tente regurgitar, fechando
as valvas violentamente e causando sua vibração. O foco aórtico (2º EIC direito) é
o ponto de melhor ausculta desse evento. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart
Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 14-15.
A aceleração e turbulência do sangue sendo ejetado através do trato de saída do
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ventrículo direito contra a baixa resistência vascular pulmonar.
Explicação da resposta: ERRADA. Este mecanismo descreve a geração de um
sopro sistólico (e.g., sopro de ejeção pulmonar fisiológico), e não de um ruído
(som breve e de alta frequência) diastólico como a segunda bulha. Bibliografia:
BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 11th ed.
p. 14-15.
A transmissão do som do fechamento da válvula tricúspide, amplificado pela
proximidade do átrio direito com a parede torácica.
Explicação da resposta: ERRADA. O fechamento da válvula tricúspide é um dos
componentes do primeiro ruído cardíaco (B1), que é melhor auscultado na região
tricúspide (4º ou 5º EIC esquerdo, próximo ao esterno). Não é o som
predominante no foco aórtico. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A
Textbook of Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 14-15.
A ressonância do sangue colidindo com a parede da aorta ascendente,
imediatamente após a válvula aórtica.
Explicação da resposta: ERRADA. Embora possa haver som gerado por
turbulência no sangue, a origem primária e dominante do som dealta frequência
no foco aórtico é a vibração das próprias estruturas valvares (válvula e raiz da
aorta) no momento do fechamento, e não a ressonância do sangue colidindo com
a parede aórtica. Bibliografia: BRAUNWALD, E. Heart Disease: A Textbook of
Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 14-15.
O impacto do sangue contra as cúspides da válvula aórtica durante a ejeção
ventricular esquerda, no início da sístole.
Explicação da resposta: ERRADA. Este mecanismo descreveria um evento
sistólico (e.g., um clique de ejeção). O som de alta frequência auscultado no foco
aórtico que se destaca é o da segunda bulha (B2), que é um evento diastólico
(fechamento da valva). O impacto do sangue durante a ejeção é silencioso ou
gera sopros de baixa intensidade no coração normal. Bibliografia: BRAUNWALD,
E. Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 11th ed. p. 14-15.
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Paciente masculino de 32 anos vem a UBS para fazer uma vacina.
Aproveitando que o estudante de medicina está disponível na unidade de
saúde, solicita uma avaliação da sua respiração, pois encontra-se mais
ansioso nos últimos dias. Qual é a característica mais típica da respiração
normal ao exame pulmonar de um adulto jovem e saudável?
 16
Respiração parada a cada ciclo.
Respiração rítmica, sem ruídos adventícios.Escolhida
Taquipneia persistente em repouso.
Respiração regular com ruídos adventícios em bases.
RESPOSTA ESPERADA de Ivana Fernandes Souza há 20 dias
Resposta esperada: Respiração rítmica, sem ruídos adventícios.
Justificativa: A respiração pulmonar normal é rítmica, suave e sem ruídos
adventícios;
(Referência: MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021)
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Segundo as diretrizes da AHA, qual é a sequência recomendada para
atendimento em suporte básico de vida em adultos?
 17
A–B–C (via aérea, respiração, circulação).
D–R–A–B–C (desfibrilação, resposta, via aérea, respiração,
circulação).
B–C–A (respiração, compressões, via aérea).
C–A–B (compressões, via aérea, respiração).Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Lucas Araujo Gotardo há 11 dias
Alternativa correta: "C–A–B (compressões, via aérea, respiração)"
American Heart Association. 2020 American Heart Association Guidelines for CPR
and ECC: Part 3, Adult Basic Life Support. Circulation. 2020;142(suppl 2):S337–
S357.
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Insatisfatório
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A cadeia de sobrevivência fora do hospital (Out-of-Hospital Chain of
Survival), segundo a AHA, inclui quantos elos?
 18
4
5Escolhida
7
6Correta
RESPOSTA ESPERADA de Lucas Araujo Gotardo há 11 dias
Alternativa correta é " 6 ".
Os seis elos são: (1) reconhecimento da parada cardíaca e ativação do sistema
de resposta de emergência; (2) RCP precoce com ênfase nas compressões
torácicas; (3) desfibrilação rápida; (4) atendimento avançado das Emergências
Médicas (EMS) e de outros profissionais de saúde; (5) cuidados pós-parada
cardíaca; (6) recuperação, incluindo tratamento adicional, observação,
reabilitação e suporte psicológico. Fonte: American Heart Association. 2020
American Heart Association Guidelines for CPR and ECC: Basic Life Support.
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Você está prestes a realizar o exame físico pulmonar de um paciente de 24
anos, aparentemente saudável, que veio para uma consulta médica de
rotina. Você tem o roteiro mental da semiologia pulmonar e sabe que o
correto é :
 19
Na percussão da área equivalente aos pulmões, o som
timpânico é o som normal esperado.
Na palpação do paciente deve-se avaliar diversos fatores como
esforço respiratório, frêmito tóraco vocal (FTV), frequência
respiratória, expansibilidade, entre outros.
Na palpação do tórax, o frêmito tóraco vocal deverá ser
simétrico, podendo estar aumentado nas bases.
Escolhida
Espera-se que a expansibilidade pulmonar esteja diminuída a
esquerda devido a presença do coração.
RESPOSTA ESPERADA de Ivana Fernandes Souza há 20 dias
Resposta esperada: Na palpação do tórax, o frêmito tóraco vocal deverá ser
simétrico, podendo estar aumentado nas bases.
Justificativa: A palpação avalia a expansibilidade e o FTV. O som pulmonar
esperado à percussão é o som claro pulmonar.
Os sons transmitidos para a parede torácica, através da árvore brônquica (MTV)
deverão ser simétricos, podendo estar aumentado em bases e a direita.
Referência: Bates, propedêutica médica e MARTINS , M. de A. et al. Semiologia
clínica. Barueri: Manole, 2021)
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No contexto da cadeia de sobrevivência, qual ação deve ser tomada
imediatamente após reconhecer uma parada cardíaca em uma pessoa fora
do hospital?
 20
Colocar a vítima em posição lateral de segurança.
Desfibrilar com o desfibrilador externo automático (DEA).
Iniciar ventilação boca-a-boca.
Ativar o serviço de emergência e iniciar RCP com foco nas
compressões.
Escolhida
RESPOSTA ESPERADA de Lucas Araujo Gotardo há 11 dias
Alternativa correta: " Ativar o sistema de resposta de emergência e iniciar RCP
com foco nas compressões"
Fonte: O primeiro elo da cadeia de sobrevivência é reconhecer a parada cardíaca
e ativar imediatamente o sistema de emergência, seguido da iniciação rápida de
RCP, com ênfase em compressões. American Heart Association. 2020 American
Heart Association Guidelines for CPR and ECC: Adult Basic and Advanced Life
Support.
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