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SIMULADO 3 - PROJETO SEDU - PROF GUILHERME FONSECA - COM GABARITO

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Questões resolvidas

Para responder às questões de números 1 a 3, baseie-se no texto abaixo.

Musa natalina

O ano, propriamente, se compõe de onze meses. Dezembro não conta: é só para desejar que os restantes sejam propícios. Parece que o sistema está longe da perfeição; chegaríamos a ela num calendário que abrangesse onze meses de bons augúrios e um de execução deles. Como está, os trinta e um dias não chegam para imaginarmos tudo de ótimo em benefício de todo mundo. Fica sempre uma fração larga de mundo a que não atingem os nossos desejos fraternos. China, Costa do Ouro, Oceania... Mas não é preciso ir tão longe. Mesmo perto de nós, mesmo dentro de nós, as lembranças costumam esquivar-se à apresentação espontânea, e até à convocação formal. Julgamos ter no coração um canteiro de afetos; contudo, uma grande área nele permanece inculta e cheia de ervas, não direi daninhas, mas ervas. O que admira não é a quantidade de pessoas a quem dedicamos um pensamento amigo, mas a multidão, o número realmente infinito, de outras em cuja existência nem sequer reparamos. Foi para suavizar as lacunas da memória sentimental que se inventaram mensagens de boas-festas. Contudo, seria desejável que as saudações de Natal oferecessem maior variedade, ou pelo menos exprimissem anseios mais concretos, definindo a situação particular de cada classe ou componente dela, e não apenas um vago ideal de felicidade. Penso que cada homem tem direito de pedir bem determinada coisa a seu semelhante.
Motivado pela musa natalina, o autor do texto avalia que
A) o sentido das mensagens usuais de boas-festas esvazia-se por desconsiderar a variedade das pessoas em suas situações.
B) as mensagens de fim de ano costumam exprimir um ideal de felicidade que diz respeito tão somente àquele que as emite.
C) o mês de dezembro é impróprio para comemorar a contento as festas natalinas e formular bons augúrios.
D) os onze meses que compõem o ano mostram-se suficientes para a execução dos nossos melhores propósitos.
E) nossos intentos mais fraternos se mostram vivos por contemplarem uma parte considerável e esquecida da humanidade.

Atenção: Para responder às questões de números 4 a 6, considere a crônica abaixo.

Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:

− Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:

− É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.

Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:

− Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.

Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.

− Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.

Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:

− Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.

No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.

− É lápis mesmo, aí no seu bolso. − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.

[...]

Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
Expressão expletiva ou de realce: é uma expressão que não exerce função sintática.

(Adaptado de: BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa, 2009)

Constitui uma expressão expletiva a expressão sublinhada em:
A) Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria (9o parágrafo)
B) Consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem (14o parágrafo)
C) Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer (5o parágrafo)
D) Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência (3o parágrafo)
E) Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado (6o parágrafo)

Atenção: As questões de números 8 a 12 referem-se ao texto seguinte.

Explicar ou compreender?

Muitas coisas podemos explicar sem, propriamente, compreender. Mas a pessoa humana, em sua dimensão mais íntima e profunda, só pode ser compreendida, jamais explicada. Posso explicar, segundo a lei da gravidade, a queda de uma pedra do décimo andar de um edifício. A pedra está totalmente sujeita à lei da gravidade, que a determina por inteiro, de modo a permitir uma explicação cabal desse fenômeno físico, dentro do princípio estrito da causalidade mecânica. Se, entretanto, um homem desesperado atira-se desse mesmo andar, o fato passa a pertencer a nível fenomênico inteiramente distinto. Posso explicar a queda do seu corpo pela mesma lei da gravitação, mas, nessa medida, estou a assimilá-lo à pedra, e meu juízo é apenas o de um físico interessado na queda dos corpos. Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade. Será sempre um ato significativo, pleno de interioridade; uma resposta criadora da vontade, embora destrutiva, de uma liberdade pessoal acuada, frente a uma situação interna insuportável.

Se a pessoa humana é explicada, e não compreendida, destroem-se sua escolha e sua liberdade e, assim, degrada-se a sua história existencial. Sem liberdade interior não há história a ser compreendida, só fenômenos mecânicos. O homem, como pessoa, é um permanente emergir da necessidade, e essa emergência transcendente constitui o seu projeto como ser-no-mundo − projeto que não se pode explicar, mas que se deve buscar compreender.
Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade.

A frase acima ganha nova e correta redação, mantendo-se seu sentido essencial, na seguinte versão:
A) Desejando-se explicar tal gesto, há de se compreender-lhe com o sentido íntegro em que se interpreta, no qual se resguarda.
B) Seu gesto, para mim interpretá-lo, devo entender no seu sentido integral, razão pela qual tenho de aceitá-lo irredutivelmente.
C) A menos que queira compreender seu gesto, ao interpretar-lhe com integridade, devo aceitar-lhe a forma irredutível a que se deu.
D) Para interpretar, ainda que de modo irredutivelmente íntegro, devo compreender o significado de seu gesto, por conseguinte aceitando-o.
E) Uma vez que aceite seu gesto em sua cabal integridade, impondo-me compreender o seu significado, habilito-me a interpretá-lo.

As tendências pedagógicas surgem como resposta às transformações sociais e demandas dos estudantes, representando abordagens contemporâneas para a prática educacional, incorporando estratégias e princípios inovadores na área. Ela se divide em dois modelos: o liberal e o progressista. Existem quatro tendências pedagógicas liberais, dentre elas a tradicional.
Diante disso, podemos afirmar que a tendência tradicional:
a) Enfatiza a profissionalização e modela o indivíduo para integrá-lo ao modelo social vigente, bem como a aplicação de métodos e técnicas científicas no ensino.
b) Busca a conscientização dos alunos por meio da educação, servindo como uma forma de transformar a realidade e os conteúdos extraídos da prática social e cotidiana dos alunos.
c) Tem como objetivo a transmissão dos padrões, normas e modelos dominantes, onde os professores são figuras centrais e os conteúdos escolares são separados da realidade social e da capacidade cognitiva dos alunos, sendo impostos como verdade absoluta.
d) Assume o propósito de levar o aluno a aprender e construir conhecimento, considerando as fases do seu desenvolvimento, em que sua proposta metodológica tem como característica os experimentos e as pesquisas. Ela é construída através de planejamentos e testes.
e) Pressupõe que se parta da realidade do aluno, de modo que ele seja um agente transformador do seu entorno, o que é promovido por meio de reflexões acerca do sujeito na história.

No sistema operacional Windows 10, funcionando em condições normais, pode-se obter informações de desempenho do computador, tais como uso de CPU e Memória, em uma aba do:
a) Gestor da Barra de Tarefas.
b) Exibidor de Performance.
c) Gerenciador de Arquivos.
d) Explorador de Tarefas.
e) Gerenciador de Tarefas.

O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) considera criança a pessoa de até
A) 9 anos de idade incompletos.
B) 10 anos de idade incompletos.
C) 11 anos de idade incompletos.
D) 12 anos de idade incompletos.
E) 13 anos de idade incompletos.

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Questões resolvidas

Para responder às questões de números 1 a 3, baseie-se no texto abaixo.

Musa natalina

O ano, propriamente, se compõe de onze meses. Dezembro não conta: é só para desejar que os restantes sejam propícios. Parece que o sistema está longe da perfeição; chegaríamos a ela num calendário que abrangesse onze meses de bons augúrios e um de execução deles. Como está, os trinta e um dias não chegam para imaginarmos tudo de ótimo em benefício de todo mundo. Fica sempre uma fração larga de mundo a que não atingem os nossos desejos fraternos. China, Costa do Ouro, Oceania... Mas não é preciso ir tão longe. Mesmo perto de nós, mesmo dentro de nós, as lembranças costumam esquivar-se à apresentação espontânea, e até à convocação formal. Julgamos ter no coração um canteiro de afetos; contudo, uma grande área nele permanece inculta e cheia de ervas, não direi daninhas, mas ervas. O que admira não é a quantidade de pessoas a quem dedicamos um pensamento amigo, mas a multidão, o número realmente infinito, de outras em cuja existência nem sequer reparamos. Foi para suavizar as lacunas da memória sentimental que se inventaram mensagens de boas-festas. Contudo, seria desejável que as saudações de Natal oferecessem maior variedade, ou pelo menos exprimissem anseios mais concretos, definindo a situação particular de cada classe ou componente dela, e não apenas um vago ideal de felicidade. Penso que cada homem tem direito de pedir bem determinada coisa a seu semelhante.
Motivado pela musa natalina, o autor do texto avalia que
A) o sentido das mensagens usuais de boas-festas esvazia-se por desconsiderar a variedade das pessoas em suas situações.
B) as mensagens de fim de ano costumam exprimir um ideal de felicidade que diz respeito tão somente àquele que as emite.
C) o mês de dezembro é impróprio para comemorar a contento as festas natalinas e formular bons augúrios.
D) os onze meses que compõem o ano mostram-se suficientes para a execução dos nossos melhores propósitos.
E) nossos intentos mais fraternos se mostram vivos por contemplarem uma parte considerável e esquecida da humanidade.

Atenção: Para responder às questões de números 4 a 6, considere a crônica abaixo.

Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:

− Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:

− É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.

Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:

− Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.

Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.

− Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.

Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:

− Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.

No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.

− É lápis mesmo, aí no seu bolso. − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.

[...]

Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
Expressão expletiva ou de realce: é uma expressão que não exerce função sintática.

(Adaptado de: BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa, 2009)

Constitui uma expressão expletiva a expressão sublinhada em:
A) Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria (9o parágrafo)
B) Consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem (14o parágrafo)
C) Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer (5o parágrafo)
D) Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência (3o parágrafo)
E) Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado (6o parágrafo)

Atenção: As questões de números 8 a 12 referem-se ao texto seguinte.

Explicar ou compreender?

Muitas coisas podemos explicar sem, propriamente, compreender. Mas a pessoa humana, em sua dimensão mais íntima e profunda, só pode ser compreendida, jamais explicada. Posso explicar, segundo a lei da gravidade, a queda de uma pedra do décimo andar de um edifício. A pedra está totalmente sujeita à lei da gravidade, que a determina por inteiro, de modo a permitir uma explicação cabal desse fenômeno físico, dentro do princípio estrito da causalidade mecânica. Se, entretanto, um homem desesperado atira-se desse mesmo andar, o fato passa a pertencer a nível fenomênico inteiramente distinto. Posso explicar a queda do seu corpo pela mesma lei da gravitação, mas, nessa medida, estou a assimilá-lo à pedra, e meu juízo é apenas o de um físico interessado na queda dos corpos. Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade. Será sempre um ato significativo, pleno de interioridade; uma resposta criadora da vontade, embora destrutiva, de uma liberdade pessoal acuada, frente a uma situação interna insuportável.

Se a pessoa humana é explicada, e não compreendida, destroem-se sua escolha e sua liberdade e, assim, degrada-se a sua história existencial. Sem liberdade interior não há história a ser compreendida, só fenômenos mecânicos. O homem, como pessoa, é um permanente emergir da necessidade, e essa emergência transcendente constitui o seu projeto como ser-no-mundo − projeto que não se pode explicar, mas que se deve buscar compreender.
Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade.

A frase acima ganha nova e correta redação, mantendo-se seu sentido essencial, na seguinte versão:
A) Desejando-se explicar tal gesto, há de se compreender-lhe com o sentido íntegro em que se interpreta, no qual se resguarda.
B) Seu gesto, para mim interpretá-lo, devo entender no seu sentido integral, razão pela qual tenho de aceitá-lo irredutivelmente.
C) A menos que queira compreender seu gesto, ao interpretar-lhe com integridade, devo aceitar-lhe a forma irredutível a que se deu.
D) Para interpretar, ainda que de modo irredutivelmente íntegro, devo compreender o significado de seu gesto, por conseguinte aceitando-o.
E) Uma vez que aceite seu gesto em sua cabal integridade, impondo-me compreender o seu significado, habilito-me a interpretá-lo.

As tendências pedagógicas surgem como resposta às transformações sociais e demandas dos estudantes, representando abordagens contemporâneas para a prática educacional, incorporando estratégias e princípios inovadores na área. Ela se divide em dois modelos: o liberal e o progressista. Existem quatro tendências pedagógicas liberais, dentre elas a tradicional.
Diante disso, podemos afirmar que a tendência tradicional:
a) Enfatiza a profissionalização e modela o indivíduo para integrá-lo ao modelo social vigente, bem como a aplicação de métodos e técnicas científicas no ensino.
b) Busca a conscientização dos alunos por meio da educação, servindo como uma forma de transformar a realidade e os conteúdos extraídos da prática social e cotidiana dos alunos.
c) Tem como objetivo a transmissão dos padrões, normas e modelos dominantes, onde os professores são figuras centrais e os conteúdos escolares são separados da realidade social e da capacidade cognitiva dos alunos, sendo impostos como verdade absoluta.
d) Assume o propósito de levar o aluno a aprender e construir conhecimento, considerando as fases do seu desenvolvimento, em que sua proposta metodológica tem como característica os experimentos e as pesquisas. Ela é construída através de planejamentos e testes.
e) Pressupõe que se parta da realidade do aluno, de modo que ele seja um agente transformador do seu entorno, o que é promovido por meio de reflexões acerca do sujeito na história.

No sistema operacional Windows 10, funcionando em condições normais, pode-se obter informações de desempenho do computador, tais como uso de CPU e Memória, em uma aba do:
a) Gestor da Barra de Tarefas.
b) Exibidor de Performance.
c) Gerenciador de Arquivos.
d) Explorador de Tarefas.
e) Gerenciador de Tarefas.

O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) considera criança a pessoa de até
A) 9 anos de idade incompletos.
B) 10 anos de idade incompletos.
C) 11 anos de idade incompletos.
D) 12 anos de idade incompletos.
E) 13 anos de idade incompletos.

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SIMULADO 
1 
LÍNGUA PORTUGUESA 
Para responder às questões de números 1 a 3, baseie-se no texto abaixo. 
Musa natalina 
O ano, propriamente, se compõe de onze meses. Dezembro não conta: é só 
para desejar que os restantes sejam propícios. Parece que o sistema está longe 
da perfeição; chegaríamos a ela num calendário que abrangesse onze meses de 
bons augúrios e um de execução deles. Como está, os trinta e um dias não 
chegam para imaginarmos tudo de ótimo em benefício de todo mundo. Fica 
sempre uma fração larga de mundo a que não atingem os nossos desejos 
fraternos. China, Costa do Ouro, Oceania... Mas não é preciso ir tão longe. 
Mesmo perto de nós, mesmo dentro de nós, as lembranças costumam esquivar-
se à apresentação espontânea, e até à convocação formal. Julgamos ter no 
coração um canteiro de afetos; contudo, uma grande área nele permanece 
inculta e cheia de ervas, não direi daninhas, mas ervas. O que admira não é a 
quantidade de pessoas a quem dedicamos um pensamento amigo, mas a 
multidão, o número realmente infinito, de outras em cuja existência nem sequer 
reparamos. Foi para suavizar as lacunas da memória sentimental que se 
inventaram mensagens de boas-festas. Contudo, seria desejável que as 
saudações de Natal oferecessem maior variedade, ou pelo menos exprimissem 
anseios mais concretos, definindo a situação particular de cada classe ou 
componente dela, e não apenas um vago ideal de felicidade. Penso que cada 
homem tem direito de pedir bem determinada coisa a seu semelhante. 
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 86-87) 
 
1. Motivado pela musa natalina, o autor do texto avalia que 
(A) o sentido das mensagens usuais de boas-festas esvazia-se por 
desconsiderar a variedade das pessoas em suas situações. 
(B) as mensagens de fim de ano costumam exprimir um ideal de felicidade que 
diz respeito tão somente àquele que as emite. 
(C) o mês de dezembro é impróprio para comemorar a contento as festas 
natalinas e formular bons augúrios. 
(D) os onze meses que compõem o ano mostram-se suficientes para a execução 
dos nossos melhores propósitos. 
(E) nossos intentos mais fraternos se mostram vivos por contemplarem uma 
parte considerável e esquecida da humanidade. 
_______________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
SIMULADO 
2 
2. Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um 
segmento do texto em: 
(A) exprimissem anseios mais concretos (3o parágrafo) = realçassem intentos 
ponderáveis 
(B) situação particular de cada classe (3o parágrafo) = condição irrestrita de uma 
categoria 
(C) que os restantes sejam propícios (1o parágrafo) = que os derradeiros se 
aprimorem 
(D) esquivar-se à apresentação espontânea (2o parágrafo) = mover-se à 
convocação avulsa 
(E) suavizar as lacunas da memória (3o parágrafo) = amenizar os hiatos da 
recordação 
_______________________________________________________________ 
 
3. Uma nova redação da frase Fica sempre uma fração larga de mundo a que 
não atingem os nossos desejos fraternos mostra-se correta e coerente com o 
sentido original na seguinte formulação: Nossos desejos fraternos 
(A) jamais cumprem seu objetivo de culminar em boa seção de mundo. 
(B) ignoram sempre a largueza da fração de mundo que pretenderiam atender. 
(C) não alcançam sempre senão à uma parte menor da largueza do mundo. 
(D) deixam sempre de contemplar uma parcela considerável de mundo. 
(E) se esquivam da maior porção de mundo cujo intento era de atingir. 
_______________________________________________________________ 
Atenção: Para responder às questões de números 4 a 6, considere a crônica 
abaixo. 
Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor 
no cérebro, levou as mãos à cabeça: 
− Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão 
distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua 
perturbação: 
− É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! 
Estou para morrer. 
Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que 
passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de 
que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à 
mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal: 
 
 
SIMULADO 
3 
− Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica 
é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. 
Úlcera péptica, no duro. 
Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, 
por sua conta e risco. A chamada dose cavalar. 
− Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou 
esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga. 
Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria: 
− Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. 
 No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais 
registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que 
há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a 
medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende 
de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no 
consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando 
e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de 
bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”. 
− É lápis mesmo, aí no seu bolso. − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, 
ninguém me leva a sério. 
[...] 
Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é 
casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e 
se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua 
aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias 
para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de 
Enfermagem Ana Néri. 
(SABINO, Fernando. As melhores crônicas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 71-72) 
4. Em relação à medicina, o amigo do cronista mostra-se 
(A) cético. 
(B) resignado. 
(C) esperançoso. 
(D) confiante. 
(E) indiferente. 
_______________________________________________________________ 
 
 
 
 
SIMULADO 
4 
5. Expressão expletiva ou de realce: é uma expressão que não exerce função 
sintática. 
(Adaptado de: BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa, 2009) 
Constitui uma expressão expletiva a expressão sublinhada em: 
(A) Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria (9o 
parágrafo) 
(B) Consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem (14o 
parágrafo) 
(C) Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer (5o parágrafo) 
(D) Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa 
convivência (3o parágrafo) 
(E) Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado (6o 
parágrafo) 
_______________________________________________________________ 
6. É própria da linguagem coloquial a expressão sublinhada em: 
(A) Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo (11o parágrafo) 
(B) Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim (14o parágrafo) 
(C) Foi operado de apendicite quando ainda criança (9o parágrafo) 
(D) Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido (1o parágrafo) 
(E) logo ele fez sentir a causa de sua perturbação (3o parágrafo) 
_______________________________________________________________ 
7. “Tu finges”, dirás, “não entender o que digo; ora, afirmo que ninguém pode 
viver agradavelmente se não vive também virtuosamente, coisa que não pode 
ocorrer com os brutos animais, que limitam I seu bem ao alimento. Atesto,com 
toda a evidência: essa vida II que chamo agradável só será bem-sucedida se 
estiver unida III virtude.” 
(Sêneca. Da vida feliz. Tradução de João Carlos Cabral Mendonça. São Paulo: Martins Fontes, 2009.) 
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I, II e 
III do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por: 
(A) o − à − à 
(B) ao − à − a 
(C) o − a − a 
(D) o − a − à 
(E) ao − a − à 
 
 
SIMULADO 
5 
_______________________________________________________________ 
Atenção: As questões de números 8 a 12 referem-se ao texto seguinte. 
Explicar ou compreender? 
Muitas coisas podemos explicar sem, propriamente, compreender. Mas a pessoa 
humana, em sua dimensão mais íntima e profunda, só pode ser compreendida, 
jamais explicada. Posso explicar, segundo a lei da gravidade, a queda de uma 
pedra do décimo andar de um edifício. A pedra está totalmente sujeita à lei da 
gravidade, que a determina por inteiro, de modo a permitir uma explicação cabal 
desse fenômeno físico, dentro do princípio estrito da causalidade mecânica. Se, 
entretanto, um homem desesperado atira-se desse mesmo andar, o fato passa 
a pertencer a nível fenomênico inteiramente distinto. Posso explicar a queda do 
seu corpo pela mesma lei da gravitação, mas, nessa medida, estou a assimilá-
lo à pedra, e meu juízo é apenas o de um físico interessado na queda dos corpos. 
Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, 
tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade. Será sempre um ato 
significativo, pleno de interioridade; uma resposta criadora da vontade, embora 
destrutiva, de uma liberdade pessoal acuada, frente a uma situação interna 
insuportável. 
Se a pessoa humana é explicada, e não compreendida, destroem-se sua escolha 
e sua liberdade e, assim, degrada-se a sua história existencial. Sem liberdade 
interior não há história a ser compreendida, só fenômenos mecânicos. O homem, 
como pessoa, é um permanente emergir da necessidade, e essa emergência 
transcendente constitui o seu projeto como ser-no-mundo − projeto que não se 
pode explicar, mas que se deve buscar compreender. 
(Adaptado de: PELLEGRINO, Hélio. Lucidez embriagada. São Paulo: Planeta, 2004, p. 28-29) 
8. Diferentemente do que constitui uma explicação, a compreensão do gesto 
de uma pessoa humana se dá quando se 
(A) qualifica uma ação produzida por força das circunstâncias físicas que a 
determinam. 
(B) percebe que o ato foi produzido pelo sujeito de modo absolutamente 
involuntário. 
(C) reconhecem os motivos íntimos que levaram o sujeito a agir de determinado 
modo. 
(D) valoriza esse gesto como um fenômeno decorrente de uma pressão externa. 
(E) constatam os impulsos mecânicos que levaram alguém a expandir seus 
desejos. 
_______________________________________________________________ 
 
 
 
 
SIMULADO 
6 
9. Articulam-se como uma causa e seu efeito, nesta ordem, os seguintes 
segmentos: 
(A) Muitas coisas podemos explicar / sem, propriamente, compreender (1o 
parágrafo) 
(B) Posso explicar a queda do seu corpo / pela mesma lei da gravitação (1o 
parágrafo) 
(C) uma resposta criadora da vontade / de uma liberdade pessoal acuada (1o 
parágrafo) 
(D) destroem-se sua escolha e sua liberdade / degrada-se a sua história 
existencial (2o parágrafo) 
(E) projeto que não se pode explicar / mas que se deve buscar compreender (2o 
parágrafo) 
_______________________________________________________________ 
10. Deve-se entender que a afirmação o fato passa a pertencer a nível 
fenomênico inteiramente distinto (1o parágrafo) é feita em oposição ao que se 
indica em 
(A) A pedra está totalmente sujeita à lei da gravidade 
(B) a pessoa humana (...) só pode ser compreendida 
(C) tenho que compreendê-lo em seu significado 
(D) uma resposta criadora da vontade 
(E) um permanente emergir da necessidade 
_______________________________________________________________ 
11. Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu 
significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade. 
A frase acima ganha nova e correta redação, mantendo-se seu sentido essencial, 
na seguinte versão: 
(A) Desejando-se explicar tal gesto, há de se compreender-lhe com o sentido 
íntegro em que se interpreta, no qual se resguarda. 
(B) Seu gesto, para mim interpretá-lo, devo entender no seu sentido integral, 
razão pela qual tenho de aceitá-lo irredutivelmente. 
(C) A menos que queira compreender seu gesto, ao interpretar-lhe com 
integridade, devo aceitar-lhe a forma irredutível a que se deu. 
(D) Para interpretar, ainda que de modo irredutivelmente íntegro, devo 
compreender o significado de seu gesto, por conseguinte aceitando-o. 
(E) Uma vez que aceite seu gesto em sua cabal integridade, impondo-me 
compreender o seu significado, habilito-me a interpretá-lo. 
 
 
SIMULADO 
7 
_______________________________________________________________ 
12. Classificam-se como sujeito (S) e complemento (C) da mesma forma 
verbal os termos destacados em 
(A) Uma pessoa complexa (S) só pode ser compreendida (C), jamais 
explicada. 
(B) A transcendência (S) constitui o seu projeto (C) como ser-no-mundo. 
(C) Pode-se explicar a lei da gravidade (C) pelos princípios da Física (S). 
(D) Sem liberdade interior (C) não há história (S) a ser compreendida. 
(E) A queda de um homem desesperado (S) não é equivalente (C) à de uma 
pedra. 
_______________________________________________________________ 
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS 
13. As relações entre educação e sociedade não estão reduzidas à 
reprodução e impactam na formação dos sujeitos. No que tange à relação entre 
educação e sociedade, assinale a alternativa correta. 
(A) O currículo da escola torna-se um conjunto de atividades nucleares advindas 
da sociedade que permite reproduzir os elementos científicos. 
(B) As atividades curriculares, isto é, aquelas próprias da escola, não devem, em 
hipótese alguma, reproduzir os elementos sociais dominantes. 
(C) O sujeito não é moldado unicamente pela sociedade, mas age e reage em 
sociedade, fato que contribui para a construção social e educacional. 
(D) O indivíduo é constituído a partir de relações sociais secundárias. Logo, sua 
inserção na escola visa a uma formação própria para transformar a comunidade 
a sua volta. 
(E) O papel da escola é viabilizar que todos os sujeitos tenham acesso ao 
trabalho e consigam esvaziar os sujeitos das ações políticas e ideológicas. 
_______________________________________________________________ 
14. A avaliação da aprendizagem praticada nas instituições de ensino, em 
verdade, são exames. Essa ação 
(A) intervém em favor da melhoria do ensino. 
(B) promove a mediação do ensino. 
(C) conduz à aprendizagem baseada em erros. 
(D) conduz à política de reprovação. 
(E) identifica a relação entre ensino e aprendizagem 
_______________________________________________________________ 
 
 
SIMULADO 
8 
15. A ação pedagógica está envolvida por três elementos básicos: professor, 
matéria e aluno. A partir desse contexto, assinale a alternativa que apresenta 
apenas dois aspectos que fazem parte das ações didático-pedagógicas. 
(A) Professor-Aluno. 
(B) Recursos e Domínio da matéria. 
(C) Liberdade e Saberes escolares. 
(D) Cognoscitivo e Socioemocional. 
(E) Signos e Mediação. 
_______________________________________________________________ 
16. As tendências pedagógicas surgem como resposta às transformações 
sociais e demandas dos estudantes, representando abordagens 
contemporâneas para a prática educacional, incorporando estratégias e 
princípios inovadores na área. Ela se divide em dois modelos: o liberal e o 
progressista. Existem quatro tendências pedagógicas liberais, dentre elas a 
tradicional. Diante disso, podemos afirmar que a tendência tradicional: 
a) Enfatiza a profissionalizaçãoe modela o indivíduo para integrá-lo ao modelo 
social vigente, bem como a aplicação de métodos e técnicas científicas no 
ensino. 
b) Busca a conscientização dos alunos por meio da educação, servindo como 
uma forma de transformar a realidade e os conteúdos extraídos da prática social 
e cotidiana dos alunos. 
c) Tem como objetivo a transmissão dos padrões, normas e modelos 
dominantes, onde os professores são figuras centrais e os conteúdos escolares 
são separados da realidade social e da capacidade cognitiva dos alunos, sendo 
impostos como verdade absoluta. 
d) Assume o propósito de levar o aluno a aprender e construir conhecimento, 
considerando as fases do seu desenvolvimento, em que sua proposta 
metodológica tem como característica os experimentos e as pesquisas. Ela é 
construída através de planejamentos e testes. 
e) Pressupõe que se parta da realidade do aluno, de modo que ele seja um 
agente transformador do seu entorno, o que é promovido por meio de reflexões 
acerca do sujeito na história. 
_______________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
SIMULADO 
9 
17. A avaliação, sendo parte de um processo maior, deve ser usada tanto no 
sentido de um acompanhamento do desenvolvimento do estudante, como no 
sentido de uma apreciação fina sobre o que este estudante pôde obter em um 
determinado período, sempre com vistas a planejar ações educativas futuras. 
Além da avaliação diagnóstica, há a avaliação que acontece ao longo do 
processo, com o objetivo de reorientá-lo, e a avaliação que ocorre ao final do 
processo, com a finalidade de apreciar o seu resultado. Essas duas formas de 
avaliação são denominadas, respectivamente, 
(A) formativa e somativa. 
(B) corretiva e somativa. 
(C) formativa e final. 
(D) corretiva e final. 
(E) parcial e final. 
_______________________________________________________________ 
18. Assim como os demais agentes escolares, o professor vive em uma rotina 
intensa e desgastante em que precisa se desdobrar para cumprir suas 
atribuições e, muitas vezes, não possui as condições e o acompanhamento 
necessário, tornando-se um profissional isolado, individualista e mero executor, 
já que possui muitas atribuições e pouco tempo para cumpri-las com qualidade 
e propriedade. Com base no papel do professor no trabalho pedagógico coletivo, 
analise as afirmativas a seguir. 
I. Um aspecto comum e que impossibilita a concretização do trabalho 
pedagógico coletivo é a constante rotatividade de professores, que faz com os 
docentes troquem constantemente de escola. 
II. A classe dos professores, principalmente da rede pública como um todo, 
enfrenta uma realidade complexa e precária por conta de diversos fatores que 
impedem que o trabalho pedagógico coletivo se concretize. 
III. Com a intensificação do trabalho, os docentes acabam por se sentir 
desmobilizados e desmotivados, tendo em vista que, pelo baixo salário, 
necessitam dobrar turnos e enfrentar uma sobrecarga, portanto são mais alunos, 
mais turmas, mais atividades e mais trabalhos levados para casa. Está correto o 
que se afirma em 
(A) I, apenas. 
(B) I, II e III. 
(C) II e III, apenas. 
(D) I e III, apenas. 
(E) I e II, apenas. 
_______________________________________________________________ 
 
 
SIMULADO 
10 
INFORMÁTICA 
19. Após a instalação e inicialização do Windows 10, um Professor da Rede 
Estadual precisa abrir um determinado arquivo usando um aplicativo diferente 
daquele fornecido pela Microsoft. Com o Windows 10 aberto e funcionando em 
condições ideais em configurações > aplicativos, para alterar o tipo de aplicativo 
associado ao arquivo, o Professor deve clicar na opção 
(A) Aplicativos padrão e na sequência clicar em Escolha os aplicativos padrão 
por tipo de arquivo. 
(B) Inicialização e na sequência clicar em Apps de inicialização. 
(C) Aplicativos e recursos e na sequência clicar em Atualizar aplicativos. 
(D) Aplicativos para site e na sequência clicar em Associar aplicativos a sites. 
(E) Reprodução de arquivos e na sequência clicar em Configuração de arquivos. 
_______________________________________________________________ 
20. Utilizando o navegador Google Chrome, aberto e funcionando em 
condições ideais, um Professor selecionou a opção Nova Janela anônima, e, na 
sequência, clicou em Saiba mais para entender como o modo de navegação 
anônima funciona para proteger a sua privacidade, descobrindo que 
(A) evita que suas atividades fiquem anônimas para seu empregador ou seu 
provedor de serviços. 
(B) sempre que fechar todas as janelas anônimas, o Chrome descartará todos 
os dados e cookies de sites associados à sessão de navegação. 
(C) seus dados de atividades não são salvos no seu dispositivo, mas apenas em 
Contas do Google. 
(D) sua atividade ou localização ficam invisíveis para os sites visitados. 
(E) evita que os sites que ele visita veiculem anúncios com base na sua atividade 
durante uma sessão anônima. 
_______________________________________________________________ 
21. Trabalhando em condições normais de funcionamento e configuração de 
rede de comunicação, um Professor percebeu que não podia acessar do 
computador de sua casa, pela internet, algumas páginas exclusivas do órgão 
público em que trabalha, por serem propositalmente bloqueadas para uso 
externo (acesso que ele normalmente realiza quando utiliza os computadores do 
órgão público). Por questões de política organizacional, essa exclusividade se 
deve ao fato de a organização limitar o acesso a estas páginas 
(A) aos diretores da organização. 
(B) ao público não funcionário da organização. 
(C) a quem tem computador do tipo servidor de arquivos. 
 
 
SIMULADO 
11 
(D) à intranet corporativa. 
(E) aos modems com wi-fi corporativo 
_______________________________________________________________ 
22. No sistema operacional Windows 10, funcionando em condições normais, 
pode-se obter informações de desempenho do computador, tais como uso de 
CPU e Memória, em uma aba do 
(A) Gestor da Barra de Tarefas. 
(B) Exibidor de Performance. 
(C) Gerenciador de Arquivos. 
(D) Explorador de Tarefas. 
(E) Gerenciador de Tarefas. 
_______________________________________________________________ 
 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM 
23. A respeito do desenvolvimento psicológico do ser humano, analise as 
assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). 
I. A cultura é o principal elemento de influência no processo de desenvolvimento 
humano. 
II. O ser humano nasce com uma estrutura biológica pronta para que ele possa 
se desenvolver. 
III. O desenvolvimento humano ocorre pela interação entre biológico e 
aquisições do meio. 
IV. A interação entre fatores genéticos e agentes químicos é o que determina a 
inteligência humana. 
 
(A) Apenas III e IV. 
(B) Apenas I. 
(C) Apenas II e III. 
(D) Apenas I e IV. 
(E) Apenas I, II e III. 
_______________________________________________________________ 
24. Com relação aos procedimentos apropriados para se lidar com as 
diferenças individuais no processo de ensino-aprendizagem, assinale a 
afirmativa incorreta. 
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?discipline_ids%5B%5D=46&examining_board_ids%5B%5D=1&page=5&subject_ids%5B%5D=237#question-belt-642685-teacher-tab
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?discipline_ids%5B%5D=46&examining_board_ids%5B%5D=1&page=5&subject_ids%5B%5D=237#question-belt-642685-teacher-tab
 
 
SIMULADO 
12 
(A) A aprendizagem pela perspectiva das diferenças individuais não ocorre de 
forma padronizada e homogeneizada, mas de forma individualizada. 
(B) As metodologias a serem utilizadas devem partir da premissa de que não há 
um padrão de aluno, de comportamento e de maneira de aprender. 
(C) As atividades independentes devem propor desafios cognitivos para as 
crianças, de acordo com a capacidade e as condiçõescognitivas do momento. 
(D) A organização de uma metodologia de ensino direcionada ao 
desenvolvimento de atividades específicas possibilita um desenvolvimento 
cognitivo mais rápido. 
(E) O intuito de diferenciar e destacar os ritmos de aprendizagem é separar as 
crianças em hierarquias cognitivas. 
_______________________________________________________________ 
25. Em relação ao desenvolvimento da aprendizagem, analise as afirmativas 
a seguir. 
I. Devem ser adotadas metodologias mais ativas e críticas, que estimulem o 
processo de conhecer e as interações e mediações presentes em sala de aula. 
II. O empirismo parte do pressuposto de que os eventos ocorridos após o 
nascimento não são relevantes para o desenvolvimento. 
III. É fundamental evitar rótulos ou estigmas para pessoas que apresentam 
diferenças em seu processo de desenvolvimento em relação à maioria dos 
indivíduos. 
 
Está correto o que se afirma em 
(A) I, apenas. 
(B) II, apenas. 
(C) I e II, apenas. 
(D) I e III, apenas. 
(E) II e III, apenas. 
_______________________________________________________________ 
LEGISLAÇÃO 
26. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) considera criança a 
pessoa de até 
(A) 9 anos de idade incompletos. 
(B) 10 anos de idade incompletos. 
(C) 11 anos de idade incompletos. 
 
 
SIMULADO 
13 
(D) 12 anos de idade incompletos. 
(E) 13 anos de idade incompletos. 
_______________________________________________________________ 
27. Conforme artigo 56 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Os 
dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao 
Conselho Tutelar os casos de 
(A) reiteração de indisciplina, roubo na instituição envolvendo seus alunos e 
desrespeito às instâncias superiores da escola. 
(B) violência por parte de seus alunos, falta de participação dos pais em reuniões 
e descaso por parte dos familiares de seus alunos esgotados os recursos 
escolares. 
(C) alunos que não apresentam documentação necessária para inscrição, falta 
de vagas em sua unidade e inadequação do aluno a sua unidade. 
(D) maus-tratos envolvendo seus alunos, reiteração de faltas injustificadas e de 
evasão escolar, esgotados os recursos escolares, e elevados níveis de 
repetência. 
(E) descaso por parte dos familiares de seus alunos esgotados os recursos 
escolares, maus-tratos envolvendo seus alunos e reiteração de indisciplina. 
_______________________________________________________________ 
28. Cláudia, moradora de um bairro periférico de Recife, tem um filho de 7 
anos e já está a mais de um ano procurando uma escola para matriculá-lo. Ao 
tentar fazer a inscrição de seu filho, na única escola perto de sua residência, foi 
informada pela diretora de que não havia mais vagas naquela unidade e, 
portanto, a mãe deveria esperar mais um ano para tentar realizar novamente a 
inscrição. De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional), para conseguir realizar a matrícula de seu filho Claudia deve 
(A) esperar mais um ano para tentar conseguir uma vaga na única escola, perto 
de sua residência, pois assim não gastaria com o transporte público para seu 
filho chegar à escola. 
(B) acionar o Conselho Tutelar de seu bairro, pois esta instituição é responsável 
pelo gerenciamento das vagas e bem-estar das crianças e adolescentes da 
região. 
(C) procurar vaga em outra escola, pois é direito da criança e dever da família 
garantir a matrícula e a permanência das crianças no Ensino Fundamental. 
(D) conversar com a diretora e tentar convencê-la da importância da vaga para 
seu filho e justificar por meio de comprovantes de renda e residência sua 
prioridade para obtenção da vaga. 
 
 
SIMULADO 
14 
(E) encaminhar a demanda para o Ministério Público, pois é um dever do estado 
garantir vaga para o Ensino Fundamental em escolas próximas às residências 
dos alunos. 
_______________________________________________________________ 
29. De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), 
os Currículos dos Ensinos Fundamental e Médio devem ser compostos por 
(A) estratégias e metodologias descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, 
que determinam como devem ser trabalhados os conteúdos por cada um destes 
segmentos de ensino. 
(B) experiências e projetos desenvolvidos pelas redes municipais e estaduais de 
educação, para que possam ser socializadas experiências e futuramente 
incorporadas boas práticas em todas as unidades escolares do município e 
estado. 
(C) uma base nacional comum a ser complementada em cada sistema de ensino 
e estabelecimento escolar e uma parte diversificada que considere as 
características regionais, culturais e econômicas da clientela atendida. 
(D) uma base nacional comum que especifique os conteúdos mínimos a serem 
trabalhados em cada componente curricular em todas as escolas. 
(E) conteúdos pertinentes a cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, 
não havendo um modelo único a ser seguido, visto que a realidade educacional 
brasileira é diferente em cada um dos estados e redes. 
 
30. De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) 
os estabelecimentos de Ensino Fundamental poderão adotar o sistema de 
progressão continuada. Esta estratégia de organização dos processos de 
avaliação do ensino-aprendizagem tem como principal objetivo 
(A) facilitar o processo de avaliação, uma vez que os alunos somente serão 
avaliados ao final de cada ciclo escolar. 
(B) garantir a diminuição das taxas de evasão e repetência, possibilitando um 
tempo maior para a aquisição das aprendizagens previstas ao final de cada ciclo. 
(C) aumentar o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) das 
escolas, uma vez que com menor taxa de repetência o IDEB da escola tende a 
ser maior. 
(D) elevar a autoestima dos alunos, diminuindo as taxas de repetência, para que 
os educadores sejam estimulados a continuar na escola. 
(E) auxiliar os educadores nos processos avaliativos, proporcionando mais 
tempo para o desenvolvimento destes processos. 
_______________________________________________________________ 
 
 
SIMULADO 
15 
 
31. Em relação ao trabalho, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) 
estabelece que 
(A) é desejável que o adolescente ocupe o tempo com atividades remuneradas, 
evitando seu envolvimento em conflitos. 
(B) se deve motivar o jovem a assumir um emprego fixo, dependendo da situação 
socioeconômica da família. 
(C) é proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na 
condição de aprendiz. 
(D) é importante adiar ao máximo a contratação de um jovem, evitando interferir 
em seu ingresso no ensino superior. 
(E) poderá o adolescente trabalhar como bolsista ou estagiário, mas nunca como 
empregado fixo de uma empresa. 
_______________________________________________________________ 
 
32. De acordo com a legislação brasileira, o ensino deve ser ministrado com 
base no princípio da 
(A) uniformidade de concepções pedagógicas pautadas pelas diretrizes 
curriculares. 
(B) igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. 
(C) livre concorrência das iniciativas privadas responsáveis pelas escolas. 
(D) seleção por mérito, concretizada pelos sistemas de avaliação do ensino. 
(E) garantia da escola pública para as classes populares. 
_______________________________________________________________ 
 
33. No Estatuto da Criança e do Adolescente está previsto: 
Art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno 
desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e 
qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes: 
III. direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias 
escolares superiores. 
Essa prerrogativa 
(A) aponta para a perspectiva da criança e do adolescente como sujeito de 
direitos, inclusiveno que se refere à possibilidade de refletir sobre o processo de 
ensino-aprendizagem. 
 
 
SIMULADO 
16 
(B) mostra-se pouco realista, pois, em uma turma de alunos, é praticamente 
impossível para o professor mediar o questionamento sobre os critérios 
utilizados nos processos avaliativos. 
(C) deve ser modificada, uma vez que critérios de avaliação coerentes e válidos 
somente podem ser decididos pelo professor, de acordo com sua experiência 
profissional e acadêmica. 
(D) não influencia no âmbito da escola, já que o diretor e o coordenador da 
equipe docente são as instâncias superiores e as estratégias avaliativas mais 
específicas ficam restritas à sala de aula. 
(E) consiste no auge da perspectiva democrática, mas restringe o papel do 
professor na avaliação dos alunos. 
_______________________________________________________________ 
34. No currículo do Ensino Médio do Espírito Santo, as competências e 
habilidades a serem desenvolvidas no componente curricular de Língua 
Portuguesa envolvem, entre outras, a capacidade de análise crítica de textos. A 
alternativa que melhor descreve esse processo é: 
(A) A leitura mecânica de textos com o intuito de decorar conteúdos. 
(B) A interpretação e análise de textos com foco na relação entre forma e 
conteúdo, considerando diferentes contextos. 
(C) A memorização de palavras e regras gramaticais de forma isolada. 
(D) O uso apenas da gramática normativa para análise de textos. 
(E) A análise sem considerar os aspectos históricos, culturais e sociais 
envolvidos. 
_______________________________________________________________ 
35. A matemática no Ensino Fundamental do Espírito Santo se propõe a 
desenvolver habilidades de resolução de problemas. Com base nas diretrizes 
curriculares, qual das alternativas abaixo é a mais adequada ao propósito do 
ensino de matemática? 
(A) Ensinar fórmulas e algoritmos sem contextualizar com problemas do 
cotidiano. 
(B) Desenvolver a capacidade de resolver problemas contextualizados, 
promovendo o raciocínio lógico e a tomada de decisões. 
(C) Focar apenas no cálculo mental e na resolução rápida de operações 
aritméticas. 
(D) Enfatizar a memorização de conceitos sem a aplicação prática no dia a dia. 
(E) Ensinar apenas os conceitos teóricos, sem desenvolver habilidades práticas. 
_______________________________________________________________ 
 
 
SIMULADO 
17 
36. De acordo com as diretrizes curriculares do Ensino Médio do Espírito 
Santo, a formação do estudante deve ser voltada para a formação integral, 
considerando os diferentes saberes. Qual das alternativas abaixo reflete melhor 
essa abordagem? 
(A) Formação baseada exclusivamente nas disciplinas tradicionais, sem 
considerar a formação cidadã e ética. 
(B) Formação que privilegia o aprendizado técnico e prepara o aluno apenas 
para o mercado de trabalho. 
(C) Formação holística que visa o desenvolvimento de competências cognitivas, 
sociais, emocionais e culturais. 
(D) Formação voltada para a memorização de conteúdos sem estímulo à 
reflexão crítica. 
(E) Formação centrada apenas nas disciplinas de ciências exatas, com pouca 
atenção às ciências humanas. 
_______________________________________________________________ 
 
37. No currículo da Educação Infantil do Espírito Santo, é enfatizada a 
importância de um ambiente de aprendizagem estimulante e seguro. Qual das 
alternativas abaixo reflete a concepção de ambiente de aprendizagem proposta 
para as crianças dessa faixa etária? 
(A) Um espaço físico livre de recursos pedagógicos, onde a criança possa brincar 
livremente sem intervenções. 
(B) Um ambiente com materiais pedagógicos ricos e diversos, que favorecem o 
desenvolvimento sensorial, motor e social da criança. 
(C) Um ambiente estruturado exclusivamente para atividades de alfabetização e 
numeramento. 
(D) Um espaço com poucas interações sociais, focado apenas na autonomia 
individual. 
(E) Um ambiente com foco exclusivo em atividades cognitivas, sem valorizar o 
aspecto social e emocional. 
_______________________________________________________________ 
38. Considerando as competências e habilidades descritas no currículo do 
Ensino Médio do Espírito Santo, o desenvolvimento de projetos interdisciplinares 
deve ser incentivado para a formação de um estudante crítico e atuante na 
sociedade. Qual das alternativas abaixo melhor reflete a abordagem 
interdisciplinar no currículo do Ensino Médio? 
(A) Os projetos interdisciplinares devem ser aplicados apenas nas áreas de 
ciências exatas, uma vez que estas necessitam de maior integração. 
 
 
SIMULADO 
18 
 
(B) O currículo deve incentivar a fragmentação do conhecimento, mantendo cada 
disciplina isolada e sem articulação com outras. 
(C) A abordagem interdisciplinar propõe a integração de saberes de diferentes 
áreas do conhecimento para a resolução de problemas reais e a reflexão sobre 
questões sociais, culturais e ambientais. 
(D) A interdisciplinaridade deve ser aplicada somente em atividades 
extracurriculares, não interferindo no ensino regular das disciplinas curriculares. 
(E) A interdisciplinaridade é uma abordagem que deve ser utilizada 
exclusivamente em disciplinas de conteúdo prático, como as de educação física 
e artes. 
_______________________________________________________________ 
39. No contexto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do currículo 
do Ensino Médio do Espírito Santo, a formação integral do estudante é uma 
prioridade. A alternativa abaixo que melhor descreve como essa formação deve 
ser trabalhada é: 
(A) O currículo deve privilegiar a preparação técnica e profissional para o 
mercado de trabalho, com pouca ênfase no desenvolvimento de valores éticos e 
sociais. 
(B) A formação integral do estudante implica no desenvolvimento de habilidades 
cognitivas e emocionais, com foco no protagonismo juvenil, na cidadania e na 
ética. 
(C) A formação deve ser centrada apenas no domínio de conteúdos teóricos, 
com pouca preocupação com a vida prática e as questões sociais. 
(D) O currículo do Ensino Médio deve ser rigidamente fechado, sem flexibilidade 
para que o estudante se envolva em atividades extracurriculares e projetos de 
cidadania. 
(E) A formação integral do estudante deve ser baseada exclusivamente em 
questões acadêmicas, sem promover o desenvolvimento de habilidades sociais 
e emocionais. 
_______________________________________________________________ 
40. Considerando o currículo do Ensino Médio do Espírito Santo e a busca 
pela formação de um estudante preparado para a educação superior e para o 
mercado de trabalho, qual é o papel da análise crítica e da produção textual 
dentro desse processo? 
(A) A produção textual é incentivada apenas como uma forma de memorização 
de conceitos, sem ênfase na análise crítica. 
 
 
SIMULADO 
19 
 
(B) A análise crítica e a produção textual devem ser trabalhadas isoladamente, 
sem conexão com outras competências e áreas do conhecimento. 
(C) A análise crítica e a produção textual são fundamentais para o 
desenvolvimento da argumentação, da interpretação de textos complexos e da 
reflexão sobre diferentes contextos socioculturais, preparando o estudante para 
uma atuação consciente e transformadora na sociedade. 
(D) A análise crítica deve ser realizada apenas nas disciplinas de linguagem e 
literatura, sem conexão com outras áreas do conhecimento. 
(E) O desenvolvimento da análise crítica no currículo do Ensino Médio é 
dispensável, uma vez que o foco deve ser o desenvolvimento de habilidades 
técnicas específicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SIMULADO 
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ESTUDO DE CASO 
PEDAGOGIA 
(FONSECA/2024) Uma escola que oferece Educação de Jovens e Adultos (EJA) 
precisa adaptar sua prática pedagógica para atender alunos com deficiências, 
em conformidade com as diretrizes da Política Nacional de Educação Especial. 
a) Comentesobre a legislação que garante o direito a essa modalidade de 
educação. 
b) Indique recursos e técnicas que favoreçam a permanência e o aprendizado 
desses alunos. 
c) Explique como a escola pode monitorar e avaliar a implementação das 
adaptações no contexto da EJA. 
 
SOCIOLOGIA 
Grandes responsáveis pela crise climática mundial, o desmatamento e as 
queimadas também refletem nos sistemas alimentares e na qualidade dos 
alimentos. No entanto, a atividade humana, principalmente no âmbito da 
agropecuária, também pode acelerar a crise nos ecossistemas e afetar a 
produção alimentar global. 
De acordo com Nadine Marques, pesquisadora da Cátedra Josué de Castro da 
Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, o desmatamento refere-se à 
conversão de vegetações nativas, como florestas, em áreas destinadas a outros 
usos, principalmente agricultura e pecuária. Ela conta que um relatório do 
MapBiomas aponta que, nos últimos cinco anos, a agropecuária foi responsável 
por mais de 97% da perda de vegetação nativa. Esse processo ocorre, em 
grande parte, na Amazônia e no Cerrado, onde áreas são desmatadas 
inicialmente para a criação de bovinos e, posteriormente, para plantações de 
monoculturas, como soja e milho. 
Queimadas e mudanças climáticas 
O impacto do cultivo de grãos também merece atenção. Grande parte dessa 
produção é destinada à fabricação de rações para animais confinados, como 
aves e suínos. Segundo Estela Sanseverino, também pesquisadora da Cátedra 
Josué de Castro, 41% da produção mundial de grãos tem esse destino. Além 
disso, ela ressalta que produtos agrícolas como óleo de palma e soja são 
amplamente utilizados na formulação de alimentos ultraprocessados, reforçando 
a interconexão entre o consumo global e o desmatamento. 
Outro ponto destacado por Estela foi o aumento das queimadas, especialmente 
em 2024, ano crítico para o Pantanal, a Amazônia e o Cerrado. No Cerrado, a 
região do Matopiba (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia) foi a mais afetada, 
enquanto no Pantanal o fogo consumiu cerca de 12 mil quilômetros quadrados, 
área equivalente a quatro vezes a cidade de São Paulo. Estudos apontam que 
condições climáticas extremas intensificaram em 40% a propensão a incêndios 
 
 
SIMULADO 
21 
no Pantanal, mas a principal fonte ainda são queimadas mal gerenciadas para 
ampliar áreas agropecuárias. 
(Retirado de https://jornal.usp.br/radio-usp/queimadas-e-desmatamento-na-
agropecuaria-sao-os-grandes-viloes-no-combate-as-mudancas-climaticas/) 
A disciplina Sociologia pode propiciar aos estudantes do Ensino Médio 
importantes reflexões sobre o cotidiano em que eles próprios vivem e atuam. 
Como professor de Sociologia, responda às questões abaixo: 
a) Analise a questão principal do texto acima, por um viés sociológico, utilizando 
obrigatoriamente um conceito inerente aos conhecimentos específicos da área. 
 
b) Desenvolva uma abordagem da temática em sala de aula. 
PORTUGUÊS 
(FONSECA/2024) Leia o poema abaixo, de Carlos Drummond de Andrade: 
 
a) Ao conjugar de maneira intempestiva o passado imperial ao presente de seu 
próprio tempo, qual é a percepção da história do Brasil que o poeta revela ser a 
sua? Explique resumidamente. 
b) A partir do poema acima, explique a relação entre literatura e história. 
c) Explique por que a forma verbal “esqueciam” está no plural. 
d) Indique a função sintática de “a futura libertação dos instintos”. 
 
ARTE 
(FONSECA/2024) Proponha um projeto pedagógico em que você compare a 
arte do grafite à arte rupestre. Lembre-se de explicar em seu texto os conceitos 
inerentes a essas duas modalidades artísticas. 
 
 
 
SIMULADO 
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HISTÓRIA 
(FONSECA/2024) O papel da imprensa, como agente histórico, foi decisivo para 
a Independência do Brasil na medida em que significou e ampliou espaços de 
liberdade de expressão e de debate político, que formaram e interferiram no 
quadro da separação de Portugal e de início da edificação da ordem nacional. A 
palavra impressa no próprio território do Brasil era então uma novidade que 
circulava e ajudava a delinear identidades culturais e políticas e constituiu-se em 
significativo mecanismo de interferência, com suas singularidades e interligada 
a outras dimensões daquela sociedade que aliava permanências e mutações. 
Marco Morel, Independência no papel: a imprensa periódica. I. Jancsó (org.). 
Independência: história e historiografia. Adaptado. 
a) Explique por que a imprensa pode ser considerada “uma novidade” no Brasil 
à época da Independência. 
b) O texto se refere a “outras dimensões daquela sociedade que aliava 
permanências e mutações”. Dê dois exemplos dessas dimensões, relacionando-
as com o “início da edificação da ordem nacional” no Brasil da época da 
Independência. 
 
GEOGRAFIA 
O estrato entre a crosta e a atmosfera, onde ocorre vida no planeta Terra, 
caracterizase por apresentar trocas de matéria e energia, o que influi na 
distribuição de biomassa e biodiversidade no planeta. Os fenômenos de radiação 
solar (R) e de precipitação (P) estão diretamente correlacionados com a 
distribuição da biomassa e da biodiversidade e variam, em grande medida, 
latitudinalmente. De modo geral, quanto mais quente e mais úmida for uma 
região, maiores serão a biomassa e a biodiversidade das espécies; por outro 
lado, quanto mais fria e mais seca for a região, menores serão tanto a biomassa 
quanto a biodiversidade das espécies. 
a) Com base nas informações fornecidas e em seus conhecimentos, represente 
no gráfico da página de resposta a localização do extremo com maior biomassa 
e biodiversidade e os dois extremos com menor biomassa e biodiversidade. Para 
a representação, utilize a legenda indicada. 
b) Indique outro fator, além da radiação solar e da precipitação, que pode afetar 
a distribuição de biomassa e de biodiversidade no planeta. Explique, apontando 
dois exemplos. 
EDUCAÇÃO FÍSICA 
(FONSECA/2024) Uma escola decidiu incluir esportes adaptados no currículo de 
Educação Física para sensibilizar os alunos sobre inclusão e diversidade. 
Durante a prática de goalball, alguns estudantes demonstraram dificuldade em 
compreender as regras e a importância do esporte para pessoas com deficiência 
visual. 
 
 
SIMULADO 
23 
Com base nesse cenário, responda: 
a) Qual é a importância de incluir esportes adaptados no currículo escolar para 
a formação cidadã dos estudantes? 
b) Proponha estratégias para facilitar a compreensão e a adesão dos alunos às 
práticas de esportes adaptados. 
 
MATEMÁTICA 
 (FONSECA/2024) João e Maria jogam 
dados em uma mesa. São cinco dados em forma de poliedros regulares: um 
tetraedro, um cubo, um octaedro, um dodecaedro e um icosaedro. As faces são 
numeradas de 1 a 4 no tetraedro, de 1 a 6 no cubo, etc. Os dados são honestos, 
ou seja, para cada um deles, a probabilidade de qualquer uma das faces ficar 
em contato com a mesa, após o repouso do dado, é a mesma. Num primeiro 
jogo, Maria sorteia, ao acaso, um dos cinco dados, João o lança e verifica o 
número da face que ficou em contato com a mesa. 
a) Qual é a probabilidade de que esse número seja maior do que 12? 
b) Qual é a probabilidade de que esse número seja menor do que 5? 
Num segundo jogo, João sorteia, ao acaso, dois dos cinco dados. Maria os lança 
e anota o valor da soma dos números das duas faces que ficaram em contato 
com a mesa, após o repouso dos dados. 
c) Qual é a probabilidade de que esse valor seja maior do que 30? 
 
 
 
 
 
 
SIMULADO 
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BIOLOGIA 
(FONSECA/2024) Determinada planta do cerrado abriga formigas, cigarrinhas, 
predadores e parasitas de cigarrinhas e também herbívoros que causam dano 
foliar. Os gráficos abaixo mostram os resultados de estudo sobre relações entre 
os animais e entre eles e a planta. 
 
Gráfico I: Número médio de cigarrinhas, em plantas com e sem formigas, ao 
longo de duas semanas. 
Gráfico II: Número médio de predadorese parasitas das cigarrinhas, em plantas 
com e sem formigas, ao longo de duas semanas. 
Gráfico III: Porcentagem de dano foliar em plantas com e sem associação entre 
formigas e cigarrinhas. 
Com base nos resultados representados nos gráficos, responda: 
a) A associação entre formigas e cigarrinhas é benéfica ou é prejudicial para 
alguma dessas populações de insetos? Cite o(s) gráfico(s) que permite(m) tal 
conclusão. 
b) A associação entre formigas e cigarrinhas é benéfica ou prejudicial para a 
planta? Justifique sua respos 
 
QUÍMICA 
(FONSECA/2024) Em uma aula de química, o professor apresenta a figura A 
com o objetivo de resumir os aspectos mais importantes de um estudo realizado. 
 
 
SIMULADO 
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a) A partir da figura A, indique a finalidade do experimento, nomeie o processo 
de transformação e descreva como o experimento foi conduzido. Não deixe de 
citar aspectos químicos representados pelos elementos gráficos da figura. 
b) A figura B mostra alguns resultados obtidos no referido trabalho. Tendo em 
vista os dados apresentados, proponha a pressão que deve ser escolhida para 
a produção com maior proporção de hidrocarbonetos mais leves. Justifique sua 
escolha. 
 
 
AGENTE DE SUPORTE EDUCACIONAL 
Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva 
um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema: Os desafios da escola para 
manter a concentração dos alunos. Essa produção textual deve ser redigida 
na norma padrão da Língua Portuguesa e ter de 15 a 30 linhas. 
Texto I 
De acordo com Gisele Hedler, especialista em comportamento humano, desde 
cedo as crianças estão suscetíveis a sofrerem com o bombardeio das mídias 
sociais. O termo “Brainrot” (podridão cerebral) refere-se à ideia de que consumir 
grandes quantidades de conteúdo considerado fútil ou de baixa qualidade pode 
prejudicar a capacidade mental. “Isso pode incluir o consumo excessivo de redes 
sociais, programas de TV de baixa qualidade, fofocas, memes e outros tipos de 
entretenimento que não oferecem valor educacional ou cultural significativo”, diz. 
Esse tipo de consumo pode levar a uma diminuição da capacidade de 
concentração, pensamento crítico e criatividade. 
Jornal O Globo. “Brainrot”: conheça o distúrbio causado pelo excesso de conteúdo fútil na internet. Jornal O Globo, 09 
jul. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2024/07/09/brainrot-conheca-disturbio-causado-por-
excesso-de-conteudo-futil-na-internet.ghtml. Acesso em: 18 jul. 2024. Adaptado. 
Texto II 
 
 
SIMULADO 
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A Secretaria da Educação de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna divulgaram 
uma pesquisa com estudantes do Ensino Fundamental e Médio revelando que 
um em cada três estudantes diz ter dificuldades para conseguir se concentrar no 
que é proposto em sala de aula. Outro estudo, da Unifesp (Universidade Federal 
de São Paulo), obteve resultados semelhantes e observou que o uso excessivo 
de telas foi um dos fatores relacionados a esse quadro. Quando falamos de 
aprendizagem, não estamos falando apenas das matérias tradicionais do 
currículo escolar como português e matemática, mas também de aprender a 
conviver, se relacionar melhor consigo, com o outro e com o mundo. Um olhar 
ou uma escuta mais atenta e o cuidado com as relações são questões 
importantes em uma aprendizagem significativa em todas as disciplinas. 
QUEIROZ, Patrícia. O que fazer com alunos ansiosos, agitados e dispersos? Nexo, 2022. Disponível em: 
https://www.nexojornal.com.br/o-que-fazer-com-alunos-ansiosos-agitados-e-dispersos. Acesso em: 15 jul. 2024. 
Adaptado. 
Texto III 
Hoje, vive-se na era tecnológica. A escola e seus docentes devem se atualizar 
nessa linguagem que os alunos já dominam e, por sinal, com bastante facilidade. 
Não dá para oferecer métodos retrógrados, enquanto a juventude vigente anseia 
por algo novo. O uso constante de quadro e pincel, com certeza, gera 
desinteresse pela aula, pelo professor, pelos estudos e pela escola. As aulas não 
têm encantado os alunos como deveriam e, por não exercerem um fascínio 
inicial, parece-nos inviável conquistar a atenção/concentração necessária à 
assimilação daquilo que está sendo explicado, ensinado, investigado e 
produzido. 
GOULART, Joender Luiz. Desinteresse escolar: em busca de uma compreensão. Revista Científica Multidisciplinar 
Núcleo do Conhecimento. Vol. 04, pp. 89-110, 2022. Disponível em: 
https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/desinteresse-escolar. Acesso em: 18 jul. 2024. Adaptado. 
1 A 2 E 3 D 4 A 5 E 
6 A 7 D 8 C 9 D 10 A 
11 E 12 B 13 C 14 D 15 D 
16 C 17 A 18 B 19 A 20 B 
21 D 22 E 23 E 24 E 25 D 
26 D 27 D 28 E 29 C 30 B 
31 C 32 B 33 A 34 B 35 B 
36 C 37 B 38 C 39 B 40 C

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