Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Neuropsicologia: perspectivas e fundamentação psicométrica
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
Profª. Gildenir Martins Vieira
Psicóloga – CRP21/00415
Neuropsicologia
Avaliação Neuropsicológica
Intervenção Neuropsicológica
Sugestão 
de leitura
Avaliação 
Neuropsicológica
❖É um processo psicodiagnóstico que tem como 
foco a relação cérebro-comportamento.
❖As dimensões do comportamento constituem uma 
rede de sistema cognitivos, emocionais e de 
controle relacionados com o funcionamento 
cerebral.
❖ A avaliação neuropsicológica tem bases na 
abordagem psicométrica e na avaliação 
psicológica, e tem atravessado fases distintas no 
curso do desenvolvimento da ciência 
neuropsicológica, ultrapassando o conceito inicial 
da psicometria.
Avaliação 
Neuropsicológica
➢Essa perspectiva permite os neuropsicólogos compreenderem que o funcionamento cerebral é 
a base dos processos cognitivos.
➢Dessa forma, a avaliação neuropsicológica, ultrapassa o modelo mecanicista (correlaciona o 
comportamento a uma lesão cerebral fixa), para um modelo dinâmico (analisa de forma 
dinâmica a relação cérebro-comportamento). 
➢Ultrapassa a mera classificação do indivíduo com o grupo de referência, a mera descrição dos 
distúrbios apresentados, visando à interpretação dos mecanismos a eles subjacentes. 
Avaliação Neuropsicológica
Requer cuidados 
especiais, como: 
considerar sempre os 
fatores de 
desenvolvimento e 
ambientais.
Entender “o como” o 
indivíduo faz e não “o 
que” ele faz!
Qual o impacto dos 
déficits cognitivos na 
vida diária do paciente? 
AVALIAÇÃO NeuropsicológicA
❖É um procedimento de investigação 
clínica cujo objetivo é esclarecer 
questões sobre os funcionamentos:
➢Cognitivo
➢Comportamental
➢Emocional
AVALIAÇÃO NeuropsicológicA
❖ Parte necessariamente de um 
pressuposto, segundo o qual, 
todo comportamento, processo 
cognitivo ou reação emocional 
tem como base a atividade de 
sistemas neurais específicos.
AVALIAÇÃO 
NEUROPSICOLÓGICA
❖O principal objetivo de um
neuropsicólogo clínico é sempre
compreender como determinada
condição patológica afeta o
comportamento observável do
paciente (cognição,
comportamento, e emoção).
AVALIAÇÃO 
NEUROPSICOLÓGICA
❖Permite traçar inferências sobre a estrutura e função do sistema nervoso a
partir da avaliação do comportamento do paciente em uma situação bem
controlada de estímulo-resposta.
❖Tarefas desenvolvidas para acessar diferentes domínios cognitivos são usadas
para eliciar comportamentos, e são interpretadas como normais ou
patológicas.
Interpretação dos instrumentos
Qualitativo:
Fenomênos observados e sua relação com a 
queixa principal, a história clínica, a evolução de 
sintomas, os modelos neuropsicológicos sobre o 
funcionamento mental e conhecimento de 
psicopatologia.
Quantitativo: 
Comparação com parâmetros populacionais de 
desempenho e com o próprio indivíduo.
Os Pilares da Avaliação 
Neuropsicológica
Testes 
Cognitivos Entrevista Observação 
comportamental
Escalas de 
avaliação de 
sintomas
Avaliação 
Neuropsicológica
o Como qualquer exame clínico 
compreende anamnese abrangente e 
observação clínica.
o Seu diferencial está na seleção dos 
instrumentos que poderão auxiliar na 
investigação de hipóteses específicas e 
no esclarecimentos de déficits.
o É realizada com baterias de testes 
neuropsicológicos que envolvem uma 
variedade de funções.
Avaliação 
Neuropsicológica
Para a avaliação das funções cognitivas, é 
necessário instrumentos que sejam capaz 
de reproduzir no contexto do consultório 
(situação controlada) vários dos processos 
presentes na rotina natural de quem está 
sendo avaliado.
Objetivos
✓ Diagnóstico
✓ Identificação de necessidades de 
tratamento
✓Planejamento de intervenção
✓Avaliação da eficácia
✓Respostas à questões forenses 
✓Pesquisa
Para atingir esses objetivos requer 
preparação e planejamento adequados dos 
teste e técnicas que serão utilizados.
Etapas
➢Anamnese
➢Formulação de hipóteses
➢Planejamento da avaliação
➢Avaliação com o uso de baterias
➢Interpretação dos dados coletados
➢Produção do laudo 
A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
• Queixa clínica - foco dos alvos terapêuticos
• Déficits cognitivos 
• Problemas de regulação comportamental
• Contingência de comportamento
QUAL O IMPACTO NA FUNCIONALIDADE???
Avaliação Neuropsicológica
Detectar
Quantificar
Interpretar
Avaliação 
Neuropsicológica
Entrevista Inicial: 
✓ Entrevista realizada com paciente, 
familiares/responsáveis, cuidadores, outros 
profissionais que acompanham o paciente, etc.
Planejamento:
✓ Levantamento das necessidades.
✓ Quem encaminhou? Quais as queixas? Qual o 
objetivo da avaliação?
✓ O que avaliar? Por onde começar?
 LEVANTAMENTO DE HIPÓTESES !!!!
O que é uma hipótese neuropsicológica?
Hipótese é um processamento de inferências!!!
Deve-se reunir tudo que viu, 
ouviu, e leu + conhecimento 
de mundo e deduzir o que 
está implícito!!!
É o conjunto de possíveis 
respostas às perguntas do 
encaminhamento ou motivo 
da procura!
Porque formular 
hipóteses?
➢ Para possíveis respostas às perguntas do 
encaminhamento
➢Há déficits cognitivos primários e secundário?
➢Quais domínios e subdomínios?
Porque 
formular 
hipóteses?
✓ Planejar o processo de avaliação com 
melhor custo benefício (tempo curto e 
muitas funções).
✓ Iniciar raciocínio clínico 
neuropsicológico (caminhos a seguir).
✓ Não é possível uma avaliação acurada 
sem raciocínio guiando cada sessão.
Quando 
formular 
hipóteses?
1ª sessão
Impressão clínica
1ª sessão
Análise das queixas
Proc. Cognitivos
Anamnese
Obs. Tarefas clínicas
Dados da observação 
clínica +
Contato inicial fonte 
encaminhadora +
Entrevista inicial 
Primeiro leque de 
hipóteses a serem 
confirmadas ou não.
Avaliação 
Neuropsicológica
COMO LEVANTAR 
HIPÓTESES?
FAZENDO BOAS 
PERGUNTAS
ANALISANDO BEM 
AS RESPOSTAS
FAZENDO 
INFERÊNCIAS
OUVINDO AS 
ENTRELINHAS
BATERIAS NEUROPSICOLÓGICAS
FLÉXIVEIS
 
❖Diferentes subtestes em prol do domínio X
❖União de tarefas clínicas, ecológicas e 
padronizadas
PADRONIZADAS
❖Mesmas baterias para todos os pacientes
❖Padronização: demanda protocolar maior
Demandas de Baterias 
Flexíveis
CADA CASO É UM CASO!!!
Baseadas na hipóteses inicial e 
em questões específicas 
vindas do encaminhamento.
Idealmente: bateria de rastreio 
inicial
Baterias de 
inteligência/neuropsicológicas 
permitem comparações entre 
subtestes (mesmas normas).
Limites de Baterias Flexíveis
Cada ferramenta tem normas 
diferentes.
Solução: comparar por análise 
de ocorrência de déficits e de 
níveis de gravidade e 
comprometimento.
Importante explorar a análise 
qualitativa: como o paciente 
alcançou aquele escore? Como 
se desempenhou de modo 
bem-sucedido ou deficitário?
Observar o desempenho 
durante cada tarefa, 
principalmente das estratégias 
do paciente.
Seleção de instrumentos
Devem ser baseadas nas queixas explícitas e implícitas.
Deve ser voltada para investigar especificamente as alterações da queixa e 
não compor uma bateria extensa e exaustiva, mas também não ser 
superficial.
Fatores como idade, escolaridade, grau de dificuldade, o tempo de 
atendimentos e os custos dos materiais devem ser levados em 
consideração.
Instrumentos de 
Avaliação 
Neuropsicológica
Avaliação da inteligência 
Avaliação da inteligência 
Avaliação da inteligência 
Avaliação da Atenção
Avaliação da Memória
Avaliação da Linguagem 
Token Teste
Teste de Nomeação 
Avaliação da Linguagem 
Avaliação 
Neuropsicológica da 
Linguagem
❖O que devemos avaliar?
✓Todos os componentes da linguagem em seus 
diferentes níveis de complexidade
✓Desenvolvimento fonológico e morfológico - 
Consciência
✓Discurso espontâneo - Fluência
✓ Recuperação/evocação de palavras
✓ Seleção de palavras 
✓ Compreensão auditiva e escrita
✓Repetição
✓Nomeação oral e escrita
✓Sintaxe
Avaliaçãodas Funções Executivas
Dígitos e Cubos Corsi - Memória 
Operacional FCR - Planejamento FDT – controle inibitório 
Avaliação das Funções Executivas
Tarefas Ecológicas
Torre de Londres
Avaliação da Praxia e Visuoconstrução
Cubos - Wechsler
FCR - Planejamento
Outros 
Instrumentos 
utilizados na 
avaliação 
neuropsicológica
Escalas 
Escalas
Aprendizagem
Aprendizagem
Baterias Neuropsicológicas
Principais Editoras
Vetor
https://www.vetoreditora.com.br
Hogrefe: 
https://www.hogrefe.com.br
Memnon
https://memnon.com.br
Nila Press
https://www.nilapress.com.br
Booktoy
https://www.booktoy.com.br
Ampla
https://editoraampla.com.br
https://www.vetoreditora.com.br/
https://www.hogrefe.com.br/
https://memnon.com.br/
https://www.nilapress.com.br/
https://www.booktoy.com.br/
https://editoraampla.com.br/
Avaliação 
Neuropsicológica
Que método 
usar? Quantitativo
Qualitativo Ecológico 
PLANEJAMENTO DA AVALIAÇÃO
RACIOCÍNIO CLÍNICO
Queixas/Demandas Construtos Instrumentos Resultados Observações
Exemplo de bateria para 
avaliação neuropsicológica infantil
Queixas/Demandas Construtos Instrumentos Resultados Observações
Criança de 38 meses com 
atraso no desenvolvimento 
Global
Desenvolvimento Bayley
? ?
Inteligência Son-R
Comportamento 
Adaptativo Vineland
Exemplo de bateria para 
avaliação neuropsicológica infantil
Queixas/Demandas Construtos Instrumentos Resultados Observações
Criança de 9 anos com queixa 
de desatenção, esquecimentos, 
desorganização, baixo 
rendimento escolar
? ?
Inteligência WISC
Comportamento 
Adaptativo
Vineland
Atenção TAVIS
Memória RAVLT/FCR/TIME
Leitura/Escrita/Matem. TDE
Exemplo de bateria para 
Avaliação Neuropsicológica Adultos/Idosos
Queixas/Demandas Construtos Instrumentos Resultados Observações
Se perde dentro de casa
Orientação 
espacial
MEEM ? ?
Não sabe qual remédio tomar Funcionalidade Katz/Pfeffer
Esquece das coisas que fala
Esquece onde guardou objetos
Memória RAVLT
Não reconhece objetos/significados de 
palavras
Memória BAMS
Correção e interpretação 
dos dados
➢ Correção dos instrumentos aplicados 
➢Interpretação dos dados coletados em 
consonância com as queixas apresentadas 
e motivo da avaliação.
➢ Dados qualitativos e quantitativos.
Passos do Diagnóstico 
Neuropsicológico
▪ Diagnóstico Funcional
▪ Diagnóstico Topográfico
▪ Diagnóstico Nosológico
▪ Diagnóstico Ecológico
Diagnóstico Definição
Funcional Descrição dos sintomas e sinais formando padrões de 
associação e dissociação entre as funções classificadas como 
comprometidas e preservadas, e interpretando-as no contexto 
dos modelos cognitivos de processamento de informação.
Topográfico Busca por um referencial anatomofuncional localizando as 
alterações de forma estrutural.
Nosológico Associação entre o diagnóstico funcional e o topográfico, 
permitindo a formulação de hipóteses sobre a etiologia do 
diagnóstico.
Ecológico Avaliação da compatibilidade dos achados da avaliação com 
os correspondentes de vida cotidiana e a funcionalidade do 
sujeito, bem como a avaliação dos impactos na vida gerados 
pelo diagnóstico.
Diagnóstico Exemplos: 
Funcional Análise nomotética – todos desempenhos estão dentro do 
esperado. Análise Idiográfica – é possível identificar sutis 
discrepâncias relacionadas ao funcionamento da memória 
episódica.
Topográfico Exame de imagem (tomografia computadorizada) – demonstra 
hipoperfusão nas regiões cerebrais associadas ao 
funcionamento da memória episódica (região temporomesial – 
hipocampos e córtex entorrinal)
Ecológico Presença de alterações com impacto funcional sutil.
Nosológico No momento, não apresenta critérios suficientes do ponto de 
vista de avaliação cognitiva objetiva para um diagnóstico 
nosológico. No entanto, outros componentes diagnósticos 
sinalizaram a possibilidade de transtorno neurocognitivo leve.
De que depende um raciocínio acurado?
Produção do Laudo
✓Identificar a pergunta explícita da fonte encaminhadora ou do paciente
✓Identificar e inferir as perguntas clínicas subjacentes?
✓Conhecimento dos construtos, domínios, processos e subfunções cognitivas 
por trás de cada tarefa aplicada.
✓Selecionar as melhores tarefas custo-benefício em buscas de respostas
Raciocínio Pré-laudo
Semáforo do Laudo
Habilidades Alteradas
Habilidade na Média/Média Inferior
Habilidades Preservadas
TABELA PARA RACIOCÍNIO CLÍNICO
Queixas/Demandas Construtos Instrumentos Resultados Observações
Caso Clínico
Considerações Importantes
❑Testes não devem ser aplicados de forma aleatória. Deve ser considerada entre 
os objetivos, a identificação dos déficits e as potencialidades (importante para a 
intervenção)
❑O nível global do paciente deve ser considerado ao escolher os instrumentos 
(efeito teto e efeito chão). 
Considerações Importantes
❑Nem sempre os testes apresentam validade ecológica satisfatória. 
Complementar dados obtidos com escalas de avaliação de sintomas pode ser 
bastante útil. Entretanto, o paciente pode não ser um bom informante sobre 
seus sintomas. Escalas de autorrelato podem ter resultados comprometidos por: 
a) falta de insight; 
❑b) influência da necessidade de aceitação social; 
❑c) ganhos secundários potenciais na existência de déficits. Muitas vezes, o uso 
de escalas preenchidas por familiares ou outras pessoas que convivem com o 
paciente pode ser de extrema utilidade. 
Considerações Importantes
❑Nunca se deve fornecer diagnósticos com base em resultados isolados de 
testes. Diversos fatores podem explicar um resultado deficitário. Além disso, 
um teste que mede determinada função cognitiva pode ser fortemente 
influenciado por outras funções, e isso deve ser considerado na interpretação 
de resultados 
O que é 
Intervenção 
Neuropsicológica?
Sugestões de Leitura
Intervenção Neuropsicológica :
“Um processo no qual o paciente e seus familiares trabalham em parceria com os 
profissionais da saúde a fim de possibilitar o alcance do potencial máximo de 
recuperação, bem como lidar ou conviver melhor com as dificuldades cognitivas, 
emocionais e sociais resultantes de lesão cerebral ou quadro neurológico.”
Bárbara Wilson
MODALIDADES DE INTERVENÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
Intervenção 
Neuropsicológica
Habilitação Reabilitação
Estimulação
Precoce-preventiva
Classificação Internacional de Funcionalidade - CIF
Condição de Saúde
(transtorno ou doença)
Atividade: se refere à
execução de ações pelo
indivíduo.
Limitações - incapacidades:
são dificuldades que o 
indivíduo pode encontrar
para executar atividades. 
Estruturas do Corpo: são partes
anatômicas incluindo órgãos, membros
e componentes. 
Funções do Corpo: funções fisiológicas
dos sistemas corporais, incluindo
funções psicológicas. 
Deficiências: problemas nas estruturas
e/ou funções do corpo, tais como uma
alteração importante ou perda. 
Participação: o 
envolvimento em situações
de vida. 
Restrições: - desvantagens
problemas que indivíduo
pode ter p/ se envolver em
situações da vida. 
Fatores Contextuais
Fatores Ambientais: são externos ao indivíduo e compõe 
os ambientes físicos e social nos quais as pessoas vivem. 
O ambiente pode ter:
•facilitadores; p.ex, rampas de acesso e leis de inclusão 
escolar e no trabalho, colegas bem informados.
•barreiras; p.ex, somente escadas para acesso, 
preconceito para com pessoas com deficiências. 
Fatores pessoais:
são características de cada indivíduo e não 
são codificados pela CIF. 
Devem ser considerados pelos profissionais 
da reabilitação. 
O Processo de Estabelecimento de Metas 
em Reabilitação Neuropsicológica
As metas devem ser:
• S – específicas (Specific)
• M – mensuráveis (Measurable)
• A – alcançáveis (Achievable)
• R – relevantes (Relevant)
• T – tempo determinado (Timed)
Planejamento de metas e estratégias : exemplo 
PROBLEMA HIPÓTESE META ESTRATÉGIA
Não se concentra para 
fazer as tarefas escolares
Falhas na atenção e 
controleinibitório
Conseguir se concentrar 
para fazer as atividades 
escolares
1. Psicoeducar a criança, 
os pais e a escola 
sobre o 
comportamento que se 
deseja alterar.
2. Propor modificações 
no ambiente (rotina, 
local apropriado, 
realizar pausas durante 
a atividade)
3. Treino cognitivo 
(quebra-cabeça; Pay 
Attention!)
PROGRAMAS DE 
INTERVENÇÃO
PROGRAMAS DE 
INTERVENÇÃO
PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO
Obrigada! 
@gildenirneuropsi
gildenir@mail.com
	Slide 1
	Slide 2: Neuropsicologia
	Slide 3: Sugestão de leitura
	Slide 4: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 5: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 6: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 7: AVALIAÇÃO NeuropsicológicA
	Slide 8: AVALIAÇÃO NeuropsicológicA
	Slide 9: AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
	Slide 10: AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
	Slide 11: Interpretação dos instrumentos
	Slide 12: Os Pilares da Avaliação Neuropsicológica
	Slide 13: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 14: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 15: Objetivos
	Slide 16
	Slide 17: Etapas
	Slide 18: A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
	Slide 19
	Slide 20: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 21: O que é uma hipótese neuropsicológica?
	Slide 22: Porque formular hipóteses?
	Slide 23: Porque formular hipóteses?
	Slide 24: Quando formular hipóteses?
	Slide 25
	Slide 26: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 27: BATERIAS NEUROPSICOLÓGICAS
	Slide 28: Demandas de Baterias Flexíveis
	Slide 29: Limites de Baterias Flexíveis
	Slide 30: Seleção de instrumentos
	Slide 31: Instrumentos de Avaliação Neuropsicológica
	Slide 32: Avaliação da inteligência 
	Slide 33: Avaliação da inteligência 
	Slide 34: Avaliação da inteligência 
	Slide 35: Avaliação da Atenção 
	Slide 36: Avaliação da Memória 
	Slide 37: Avaliação da Linguagem 
	Slide 38: Avaliação da Linguagem 
	Slide 39: Avaliação Neuropsicológica da Linguagem
	Slide 40: Avaliação das Funções Executivas
	Slide 41: Avaliação das Funções Executivas
	Slide 42: Avaliação da Praxia e Visuoconstrução
	Slide 43
	Slide 44: Escalas 
	Slide 45: Escalas
	Slide 46: Aprendizagem
	Slide 47: Aprendizagem
	Slide 48: Baterias Neuropsicológicas
	Slide 49
	Slide 50: Principais Editoras
	Slide 51: Vetor https://www.vetoreditora.com.br Hogrefe: https://www.hogrefe.com.br Memnon https://memnon.com.br Nila Press https://www.nilapress.com.br Booktoy https://www.booktoy.com.br Ampla https://editoraampla.com.br 
	Slide 52: Avaliação Neuropsicológica
	Slide 53: PLANEJAMENTO DA AVALIAÇÃO RACIOCÍNIO CLÍNICO
	Slide 54: Exemplo de bateria para avaliação neuropsicológica infantil
	Slide 55: Exemplo de bateria para avaliação neuropsicológica infantil
	Slide 56: Exemplo de bateria para Avaliação Neuropsicológica Adultos/Idosos
	Slide 57: Correção e interpretação dos dados
	Slide 58: Passos do Diagnóstico Neuropsicológico
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64: TABELA PARA RACIOCÍNIO CLÍNICO
	Slide 65: Caso Clínico
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68: Considerações Importantes
	Slide 69: Considerações Importantes
	Slide 70: Considerações Importantes
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73: O que é Intervenção Neuropsicológica?
	Slide 74: Sugestões de Leitura
	Slide 75: 
	Slide 76: MODALIDADES DE INTERVENÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
	Slide 77: Classificação Internacional de Funcionalidade - CIF
	Slide 78
	Slide 79: O Processo de Estabelecimento de Metas em Reabilitação Neuropsicológica
	Slide 80
	Slide 81: Planejamento de metas e estratégias : exemplo 
	Slide 82: PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO
	Slide 83: PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO
	Slide 84: PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO
	Slide 85

Mais conteúdos dessa disciplina