Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

PARALISIA 
CEREBRAL 
PARTE I
UNIVERSO- CENTRO UNIVERSITÁRIO SALGADO DE OLIVEIRA
FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA 
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DEFINIÇÃO
PARALISIA CEREBRAL (PC) é definida como Encefalopatia Crônica Não
Evolutiva (ECNE), que constitui um grupo heterogêneo, tanto do ponto
de vista etiológico quanto em relação ao quadro clínico, mas que tem
em comum um distúrbio motor (tônus e postura), não progressivo, mas
frequentemente mutável, secundário a lesão do encéfalo em
desenvolvimento (PIOVESANA et. al.in FONSECA, PIANETTI e XAVIER, 2002; ARAÚJO et.al., 2012).
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DEFINIÇÃO
PARALISIA CEREBRAL (PC) é definida como Encefalopatia Crônica Não
Evolutiva (ECNE), que constitui um grupo heterogêneo, tanto do ponto
de vista etiológico quanto em relação ao quadro clínico, mas que tem
em comum um distúrbio motor (tônus e postura), não progressivo, mas
frequentemente mutável, secundário a lesão do encéfalo em
desenvolvimento (PIOVESANA et. al.in FONSECA, PIANETTI e XAVIER, 2002; ARAÚJO et.al., 2012).
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DEFINIÇÃO
A PARALISIA CEREBRAL descreve um grupo de desordens permanentes
do desenvolvimento do movimento e postura atribuído a um distúrbio
não progressivo que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro fetal
ou infantil, podendo contribuir para limitações no perfil de
funcionalidade da pessoa. A desordem motora na paralisia cerebral
pode ser acompanhada por distúrbios sensoriais, perceptivos, cognitivos,
de comunicação e comportamental, por epilepsia e por problemas
musculoesqueléticos secundários (Rosenbaum et al, 2007 in ARAÚJO et.al., 2012).
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO
❖ Nos países desenvolvidos a incidência varia de 1,5 a
5,9/1000 nascidos vivos;
❖ Nos países em desenvolvimento é estimada entre 7:1000
nascidos vivos.
(PIOVESANA et. al.in FONSECA, PIANETTI e XAVIER, 2002 ; ARAÚJO et.al., 2012).
❖ A taxa de prevalência de PC caiu para 30% em alguns países
desenvolvidos, abaixando a prevalência para 1.4 /1000
Novak et. al. , 2020.
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO
FATORES DE RISCO
(POSSÍVEIS ETIOLOGIAS)
PARALISIA CEREBRAL- ETIOLOGIA
Pré-natais
•Genéticas e/ou 
Heretitárias
•Malformações 
congênitas
•Causas Maternas
•Infecções 
congênitas 
(TORCHS, Zica vírus, 
etc)
•Drogadição 
materna, uso de 
medicamentos 
(Tabaco, Álcool, 
Maconha, Cocaína)
•Exposição a 
radiações (RX)
Perinatais
•Prematuridade e 
Baixo peso 
•Asfixia perinatal, 
Trauma cerebral
•Infecções(Menigites, 
Herpes)
•Hiperbilirrubinemia
•Descolamento de 
placenta
•Prolapso de cordão 
umbilical
•Choque 
hipovolêmico 
materno
Pós-natais (até 3 anos)
•Infecções
•Trauma craniano –
TCE
•Acidente vascular 
Encefálico
•Encefalopatias 
desmielinizantes (pós-
infecciosas ou pós-
vacinais)
•Anóxia cerebral
Pré-concepcionais
• Tratamento para 
infertilidade
•História familiar de 
doença genética
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
As lesões serão secundárias à causa/etilogia específica. Vale entretanto
ressaltar algumas lesões frequentemente citadas em relação à PC.
❖ Hemorragia subependimária /Intraventricular;
❖ Encefalopatia secundária anóxia ou hipóxia;
❖ Encefalopatias resultantes de malformações congênitas do SNC.
❖ Leucomalácia Periventricular
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA- HEMORRAGIA
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
HEMORRAGIA SUBEPENDIMÁRIA /INTRAVENTRICULAR:
❖ A maioria ocorre em bebês com menos de 28 semanas de gestação
e baixo peso (menos que 1500g).
❖ Risco de complicações: Hidrocefalia pós Hemorrágica,
Leucomalácia periventricular, infarto hemorrágico periventricular.
https://www.youtube.com/watch?v=nEB390JS0wA
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
HEMORRAGIA PERI/INTRAVENTRICULAR
✓ Grau I: (50% e dilatação ventricular)
https://www.youtube.com/watch?v=nEB390JS0wA
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
HEMORRAGIA PERI/INTRAVENTRICULAR
✓ Grau IV: (hemorragia intraparenquimatosa)
https://www.youtube.com/watch?v=nEB390JS0wA
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
▪ A leucomalácia periventricular (LPV) é, na atualidade, a causa mais
importante de lesão cerebral no lactente prematuro.
▪ A isquemia ocorre nas adjacências dos ramos terminais da
vascularização arterial, determinando lesão da matéria branca
adjacente aos ventrículos laterais.
▪ Os achados principais para o diagnóstico da LPV são ecodensidades
periventriculares ou cistos detectados pela ultrassonografia
transfontanela.
Neves e Araújo, 2014
PARALISIA CEREBRAL
FISIOPATOLOGIA
▪ O diagnóstico é importante devido à significante porcentagem de
prematuros sobreviventes desenvolverem atraso cognitivo, paralisia
cerebral ou lesões neurossensoriais.
▪ Existe associação causal entre infecção materna, inflamação
placentária e a leucomalácia periventricular, por ocasionarem
aumento de citocinas inflamatórias na circulação fetal.
▪ Não existe tratamento médico corrente para LPV.
Neves e Araújo, 2014
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DIAGNÓSTICO
❖ História Completa (gestação, perinatal, desenvolvimento)
❖ Exame Físico (longitudinal...)
❖ Exame Neurológico
❖ Exame de Imagens
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DIAGNÓSTICO
SINAL CLÍNICO OCORRÊNCIA
M Ausência de movimentos irriquietos 99%
O Pancadas/golpes repetitivos e de longa duração 4%
V Movimentos circulares de MMSS 11%
I Movimentos assimétricos dos segmentos 6%
M Movimentos recorrentes de extensão dos MMII 18%
E Surtos sugestivos de excitação sem prazer 10%
N Ausência de movimentos de MMII 16%
T Lateralização da cabeça repetitivos/monótonos 27%
O Movimentos repetitivos de abertura e 
fechamento da boca
29%
S Protrusão repetitiva da língua 20%
Yang et. al, 2012 in ARAÚJO et.al., 2012.
PARALISIA CEREBRAL
INTRODUÇÃO- DIAGNÓSTICO
SINAL CLÍNICO OCORRÊNCIA
P Incapacidade de manter cabeça em linha média 63%
O Postura corporal assimétrica 15%
S Tronco e membros largados sobre o leito 16%
T Persistência de RTCA 33%
U MMSS e MMII e extensão 25%
R Hiperextensão de tronco e pescoço 11%
A Punho cerrado 35%
S Abertura e fechamento sincronizado de dedos 19%
Hiperextensão e abdução dos dedos das mãos. 16%
Yang et. al, 2012 in ARAÚJO et.al., 2012.
PARALISIA CEREBRAL
CLASSIFICAÇÃO
❖ Alteração de Postura e Movimento
❖ Topografia
❖ Função Motora Grosseira (GMFCS)
PARALISIA CEREBRAL
CLASSIFICAÇÃO
05/03/2026
26
Alteração postura e movimento
Espastica Discinética Ataxica
Distônica Coreoatetose
Hipotonica Mista
PARALISIA CEREBRAL
CLASSIFICAÇÃO- TOPOGRAFIA
HEMIPLEGIA (MONOPLEGIA) DIPLEGIA/ QUADRIPLEGIA/ (TRIPLEGIA)
PARALISIA CEREBRAL
CLASSIFICAÇÃO
FUNÇÃO MOTORA GROSSEIRA (GMFCS)
❖ Uniformizar a avaliação quanto ao grau de acometimento motor
em crianças com PC.
❖ Não inclui função cognitiva e AVD.
❖ Consta de cinco níveis de acometimento.
❖ Dividida em escalas menores de 2 anos, 2-4 anos, 4-6 anos, 6-12
anos.
Traduzido e adaptado 
de Palisano et al. 1997 
PARALISIA CEREBRAL/ CLASSIFICAÇÃO
https://www.youtube.com/watch?v=oo4NIPgqLW4. NOSSA CASA.
PARALISIA CEREBRAL
CLASSIFICAÇÃO
Ministério da Saúde, 2012
PARALISIA CEREBRAL
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA 
Representa 70% A 90% dos casos
Resultante de lesão do NMS. 
Topograficamente, pode ser bilateral ou 
unilateral.
Dificuldade em controlar FM e produzir 
movimentos voluntários
Presença de co-contração muscular. 
Pode haver Déficit Cognitivo associado
Pode haver alterações na linguagem e 
comunicação, distúrbios auditivos e visuais.
PARALISIA CEREBRAL
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
Forma mais comum de hipertonia, 
caracterizada por aumento da 
resistência ao movimento passivo 
velocidade-dependente, 
hiperatividade dosreflexos tendinosos, 
sinal da síndrome do neurônio motor 
superior (lesão piramidal)
Tônus mensurado por 
meio da Escala de 
Ashworth Modificada
PARALISIA CEREBRAL
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
QUADRIPLEGIA (TETRAPLEGIA)
➢ Lesão bilateral do encéfalo.
➢ Patologias que provoquem lesão difusa, simétrica ou assimétrica em
ambos hemisférios cerebrais: eventos hipóxico-isquêmicos globais,
malformações, infecção.
➢ Na maioria dos casos são GMFCS IV ou V.
➢ Propensão a encurtamentos e contraturas, luxação do quadril.
➢ MMSS-> rotação interna de ombro, flexão de cotovelo, pronação de
antebraço, flexão de punho e dedos e adução de polegar
➢ MMII -> flexão e adução de quadril, extensão de joelho, flexão plantar
de tornozelo, flexão de dedos
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
DIPLEGIA
➢ Comprometimento bilateral, dos quatro membros, com predomínio dos MMII
(geralmente assimétrico).
➢ Forma clínica mais comum em prematuros (LPV).
➢ Podem ser classificados em todos os níveis GMFCS, emvgora a maioria esteja
entre os níveis I a III.
➢ Aumento do tônus MMII(flexão e adução de quadril, extensão de joelho,
flexão plantar de tornozelo, flexão de dedos- “padrão em tesoura”.
➢ Desempenho intelectual relativamente preservado
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
DIPLEGIA
➢ A paralisia cerebral do tipo diplégica (PC-D) é mais comum em
prematuros, havendo relação direta entre prematuridade e risco para
diplegia.
➢ Recém-nascidos prematuros podem apresentar instabilidade
hemodinâmica e respiratória, resultando em leucomalácia
periventricular (LPV).
Neves e Araújo, 2014.
PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICA
HEMIPLEGIA
➢ Lesões corticais e subcorticais no hemiencéfalo.
➢ Principais causas são AVE perinatal e malformações congênitas.
Caracteriza-se por déficit motor/sensitivo e espasticidade unilateral.
➢ Na maioria dos casos são GMFCS I ou II.
➢ Detecção precoce difícil, predileção para alcance.
➢ Caracteriza-se por déficit motor/sensitivo e espasticidade unilateral.
Crescimento do hemicorpo afetado é geralmente menor.
PARALISIA CEREBRAL
DISCINÉTICA
➢ Representa de 10 a 15% dos casos de PC.
➢ Lesão nos núcleos da base/extrapiramidal: deficiência na regulação do 
tônus e movimentos involuntários.
➢ Comprometimento inclui os 4 membros, tronco, coluna cervical e face.
➢ Principal etiologia na PC: Kernicterus (hiperbilirrubinemia).
PARALISIA CEREBRAL
DISCINÉTICA
➢ Se subdivide em:
➢ Distonia
➢ Coreoatetose.
Distonia: contrações musculares sustentadas (hipocinesia?)
➢ Desregulação do tônus (aumenta facilmente)
Coreoatetose: 
➢ coréia + atetose (hipercinesia) 
➢ Desregulação do tônus (geralmente reduzido).
PARALISIA CEREBRAL
DISCINESIA/COREOATETOSE
➢ Dificuldade na programação e execução dos movimentos 
voluntários, coordenação e manutenção da postura
➢ Movimentos involuntários simétricos acometendo mm. da face
➢ Dificuldade de articular a fala, déficit de deglutição
PARALISIA CEREBRAL
DISCINESIA/DISTONIA
➢ Posturas fixas
➢ Mudanças lentas de postura geram movimentos
involuntários/co-contração
➢ Movimentos torcionais/”bizarros”
➢ Geralmente são inicialmente hipotônicos
➢ Inteligência pouco acometida
PARALISIA CEREBRAL
ATAXIA
➢ Lesão cerebelar
➢ Encontrada com maior frequência na hidrocefalia, TCE, tumores 
do cerebelo.
➢ Presença de : 
➢ alteração de equilíbrio,
➢ incoordenação, 
➢ hipotonia
PARALISIA CEREBRAL
ATAXIA
➢ ATAXIA: Coordenação anormal de movimentos”
➢ Velocidade
➢ Amplitude de deslocamento
➢ Precisão direcional
➢ Força do movimento
PARALISIA CEREBRAL
ATAXIA
SINAIS CLÁSSICOS : 
➢ Dismetria : “dificuldadespara alcançar um alvo.”
 Amplitude incorreta e força mal direcionada
 Hipermetria / Hipometria
➢ Fenômeno do rechaço : “falta de freio”
 Disfunção na relação agonista/antagonista;
➢ Disdiadococcinesia: “ dificuldades em realizar movimentos alternados
rapidamente.”
PARALISIA CEREBRAL
ATAXIA
SINAIS CLÁSSICOS : 
➢ Tremor : “Movimento oscilatório devido à contrações de
agonistas e antagonistas”
 Cinético
➢ Dissinergia : “decomposição do movimento”
 Ausência de desempenho suave e seqüencial”
➢ Disartria: fala escandida, lenta e dissilabada
➢ Disfagia
PARALISIA CEREBRAL
ATAXIA
SINAIS CLÁSSICOS : 
➢ HIPOTONIA : Mudanças na atividade tônica
de base dos interneurônios medulares.
➢ Nistagmo : “Movimentos oscilatórios
rítmicos dos olhos”
➢ DÉFICIT DE EQUILÍBRIO : lesões no
vestíbulocerebelo ou n. fastigial resultam em
oscilação postural e reações de equilíbrio
atrasadas.
➢ Atos funcionais imprecisos
PARALISIA CEREBRAL
MISTA
➢ Ocorrem lesões em diferentes locais do encéfalo
➢ Geralmente há predomínio de um dos componentes.
➢ A criança é classificada de acordo com a predominância:
➢ PC quadriplegia espástica com componente atáxico
➢ PC quadriplegia espástica com componente de
coreoatetose.
PARALISIA CEREBRAL
HIPOTÔNICA
➢ Não há consenso sobre este tipo de PC.
➢ Vem sendo utilizada para classificar crianças que não se encaixem
nos outros subtipos.
➢ As principais características são
➢ Hipotonia
➢ Atraso no DNPM.
➢ Pode se diferenciar posteriormente (discinética ou atáxica), ou outras 
causas devem ser investigadas (erros inatos do metabolismo, etc)
SOB A PERSPECTIVA DA CIF...
PARALISIA CEREBRAL
DEFICIÊNCIAS
Alteração do Tônus Muscular
Aumento da co-contração
Fraqueza muscular 
Modificações morfológicas do músculo e tecido conectivo
Redução da potência muscular
Alterações no alinhamento biomecânico
Alterações da coordenação motora
PARALISIA CEREBRAL
DEFICIÊNCIAS
Diminuição da ADM
Aumento da rigidez muscular (colágeno)
Disfunções sensoriais e de dor
Déficit de equilíbrio
Disfunções de voz e da fala
Disfunções mentais
PARALISIA CEREBRAL
DEFICIÊNCIAS
FUNÇÕES RELACIONADAS COM O PADRÃO DE MARCHA
COMPROMETIMENTO UNILATERAL
 Marcha com pé caído: ausência de dorsoflexão no balanço
 Marcha em equino
 Marcha com joelho rígido
 Marcha com RI e adução do quadril e inclinação anterior de 
pelve.
PARALISIA CEREBRAL
DEFICIÊNCIAS
FUNÇÕES RELACIONADAS COM O PADRÃO DE MARCHA
COMPROMETIMENTO BILATERAL
 Equino verdadeiro
 Marcha “Jump” ( FP+ FJ+ FQ)
 Equino aparente
 Marcha “Crouch Gait”
SOB A PERSPECTIVA DA CIF...
SOB A PERSPECTIVA DA CIF...
PARALISIA CEREBRAL
CONDIÇÕES ASSOCIADAS
❖ A desordem motora na paralisia cerebral pode, 
frequentemente, vir acompanhada por distúrbios sensoriais, 
perceptivos, cognitivos, de comunicação e comportamental; 
epilepsia e problemas musculoesqueléticos secundários 
ROSENBAUM ET AL, 2007.
Déficits visuais, auditivos, cognitivos, comportamentais e de
comunicação, problemas respiratórios, déficit de crescimento …
PARALISIA CEREBRAL
CONDIÇÕES ASSOCIADAS
PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS:
❖ Doença respiratória pulmonar é uma importante causa de
morbidade e mortalidade em pessoas com Paralisia Cerebral.
❖ Pelo menos 2/3 desses pacientes apresentam tosse, chiado, a
grande maioria apresenta tosse e rouquidão durante a
alimentação e, alguns, apneias.
❖ Fatores relacionados incluem a aspiração pulmonar, infecções
recorrentes, deformidades da coluna vertebral, principalmente a
cifoescoliose, obstrução das vias aéreas superiores (hipertrofia de
amígdalas, adenóides, gengiva) e das vias aéreas inferiores
(asma).
PARALISIA CEREBRAL
CONDIÇÕES ASSOCIADAS
CONDIÇÕES MUSCULOESQUELÉTICAS SECUNDÁRIAS
❖ Deformidades ósseas.
❖ Contraturas musculares.
❖ Perda de função motora.
❖ Dores musculares.
❖ Restrições respiratórias, cardíacas e alimentares,
❖ ... particularmente nas crianças espásticas bilaterais níveis IV e V.
PARALISIA CEREBRAL
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
➢ PIOVESANA et. al. Encefalopatia Crônica: Paralisia Cerebral in FONSECA,
PIANETTI e XAVIER,Compêndio de Neurologia Infantil, p. 825-854, 2002).
➢ ARAÚJO et.al., 2012. Diretrizes Brasileira de Atenção à Pessoa com Paralisia
Cerebral- Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Ações ProgramáticasEstratégicas. Brasília: Ministério da
Saúde, 2012.
➢ NEVES E ARAÚJO, 2014. Leucomalácia periventricular como causa de
encefalopatia da prematuridade. RMMG - Revista Médica de Minas Gerais, v.
25. 1, p. 1-10, 2014.
➢ Camargos et.al. Paralisia Cerebral. In: Camargos et.al. Fisioterapia em
Pediatria- Da Evidência à Prática Clínica. Medbook. p.60-111, 2019.

Mais conteúdos dessa disciplina