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01. O QUE É A TERAPIA DO ESQUEMA? A Terapia do Esquema (TE) foi desenvolvida por Jeffrey Young no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, durante sua atuação na Columbia University, como uma extensão integrativa da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) clássica. Ela surgiu da necessidade de tratar pacientes que não respondiam bem à TCC tradicional, especialmente aqueles com transtornos de personalidade e padrões crônicos de sofrimento. Definição Central: Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs) são padrões amplos, difusos e duradouros, compostos por memórias, emoções, cognições e sensações corporais relacionadas à criança e ao self. Eles se desenvolvem na infância ou adolescência, são elaborados ao longo da vida e são disfuncionais de maneira significativa. Fundamentos teóricos: A TE integra elementos de diferentes abordagens terapêuticas, criando um modelo integrativo e profundo: Teorias que fundamentam a TE: → TCC (Beck): reestruturação cognitiva e comportamental. → Teoria do Apego (Bowlby): necessidades afetivas básicas. → Gestalt: técnicas experienciais e de dramatização. → Psicanálise: relação terapêutica e infância. → Construcionismo: papel da narrativa pessoal. 5 Necessidades Emocionais Básicas: 1. Vínculos seguros e estáveis. 2. Autonomia, competência e identidade. 3. Liberdade para expressar necessidades. 4. Espontaneidade e jogo. 5. Limites realistas e autocontrole. Os 18 Esquemas Iniciais Desadaptativos: Young organizou os EIDs em 5 domínios, cada um relacionado a um tipo de frustração das necessidades básicas na infância: Esquema Crença central Domínio Abandono / Instabilidade "As pessoas que amo sempre me deixam" D1: Desconexão e Rejeição Desconfiança / Abuso "As pessoas vão me machucar ou explorar" D1: Desconexão e Rejeição Privação Emocional "Ninguém jamais satisfará minhas necessidades" D1: Desconexão e Rejeição Defectividade / Vergonha "Sou fundamentalmente falho e inferior" D1: Desconexão e Rejeição Isolamento Social "Sou diferente de todos, não me encaixo" D1: Desconexão e Rejeição Dependência / Incompetência "Não consigo funcionar sozinho" D2: Autonomia Comprometida Vulnerabilidade ao Dano "Um desastre está prestes a acontecer" D2: Autonomia Comprometida Emaranhamento "Não tenho identidade separada de quem amo" D2: Autonomia Comprometida Fracasso "Sou um fracasso, serei sempre inferior" D2: Autonomia Comprometida Grandiosidade "Sou especial, as regras não se aplicam a mim" D3: Limites Comprometidos Autocontrole Insuficiente "Não suporto frustrações ou desconforto" D3: Limites Comprometidos Subjugação "Preciso suprimir meus desejos para agradar" D4: Orientação ao Outro Autossacrifício "Preciso atender às necessidades dos outros primeiro" D4: Orientação ao Outro Busca de Aprovação "Preciso da aprovação dos outros para me sentir OK" D4: Orientação ao Outro Negatividade / Pessimismo "O lado negativo das coisas sempre prevalece" D5: Supervigilância e Inibição Inibição Emocional "Não devo expressar sentimentos" D5: Supervigilância e Inibição Padrões Inflexíveis "Preciso ser perfeito em tudo" D5: Supervigilância e Inibição Punição "Quem erra merece ser severamente punido" D5: Supervigilância e Inibição 02. MODOS DE ESQUEMA Os Modos são estados emocionais e comportamentais que o paciente alterna ao longo do tempo. Diferente dos esquemas (traços estáveis), os modos são estados momentâneos, muitas vezes com transições abruptas. Por que os Modos são centrais na TE? Pacientes com transtornos de personalidade e traumas complexos alternam entre estados muito diferentes. Um mesmo paciente pode ser submisso em um momento e agressivo no próximo. Trabalhar com Modos permite nomear e compreender essas alternâncias como partes de si mesmo, não como incoerências de caráter. Os 4 grupos de Modos: 👶 MODOS CRIANÇA Criança Vulnerável → Sente-se sozinha, assustada e sem amor. → Carente de cuidado e proteção. → Núcleo emocional dos esquemas de desconexão. Criança Furiosa → Explode de raiva diante de necessidades frustradas. → Raiva intensa, frequentemente desproporcional. → Comum em TPB e histórico de abuso/abandono. Criança Impulsiva / Indisciplinada → Age por impulso buscando prazer imediato. → Dificuldade de tolerar frustração e seguir regras. → Frequente em TDAH, abuso de substâncias. Criança Feliz → Estado de bem-estar, conexão e espontaneidade. → Indicador de saúde psicológica no modelo. → Meta terapêutica: ampliar o acesso a esse modo. 🛡 MODOS ENFRENTAMENTO DISFUNCIONAL Rendição / Capitulação → Submissão e passividade. → Deixa o esquema se confirmar. → Ex: "Nunca contrario ninguém". Esquiva / Evitação → Fuga do contato emocional. → Isolamento, uso de substâncias. → Ex: "Prefiro não sentir nada". Supercompensação: O paciente age de forma oposta ao esquema para não senti-lo: dominância, agressividade, perfeccionismo excessivo. Ex: "Preciso ser o melhor para ninguém ver minha fraqueza." Parece funcional, mas mantém e reforça o esquema no longo prazo. 🎭 MODOS PARENTAIS DISFUNCIONAIS Internalizações de figuras cuidadoras que se tornaram vozes críticas internas: Pai/Mãe Punitivo(a) → Critica e pune o self. → "Você é um fracasso, merece sofrer". → Relacionado à vergonha e punição. Pai/Mãe Exigente → Pressiona por padrões impossíveis. → "Você nunca faz o suficiente". → Relacionado ao perfeccionismo. 🌱 ADULTO SAUDÁVEL O Adulto Saudável é o modo que a TE busca fortalecer. Ele: ✓ Valida as necessidades da Criança Vulnerável. ✓ Limita a Criança Furiosa/Impulsiva de forma gentil. ✓ Confronta e questiona os Pais Disfuncionais internos. ✓ Gerencia comportamentos de enfrentamento saudáveis. ✓ É o alvo principal do processo terapêutico. 03. QUANDO INDICAR (E QUANDO NÃO INDICAR) INDICAÇÕES — A TE é recomendada para: ✓ Transtornos de Personalidade (todos os clusters). ✓ Depressão crônica e recorrente. ✓ Ansiedade com padrões relacionais crônicos. ✓ Transtorno de Estresse Pós-Traumático complexo. ✓ Dificuldades relacionais persistentes. ✓ Baixa resposta à TCC clássica. ✓ Padrões autodestrutivos repetitivos. ✓ Dificuldades de regulação emocional crônica. ✓ Traumas de desenvolvimento / negligência emocional. CONTRAINDICAÇÕES — Revisar antes de iniciar: ✗ Psicose ativa ou não estabilizada. ✗ Transtorno Bipolar em fase maníaca. ✗ Dependência química ativa sem suporte. ✗ Comprometimento cognitivo grave. ✗ Risco ativo de suicídio sem manejo de crise. → NOTA: Muitos desses casos podem receber TE após estabilização. A contraindicação é temporal, não absoluta. Indicadores de que a TE é a escolha certa: O paciente descreve padrões que “sempre foram assim desde pequeno”. A TCC ajudou pontualmente, mas os problemas centrais retornam. Há dificuldade de acesso emocional durante técnicas cognitivas. O terapeuta identifica recorrência de modos distintos na sessão. Histórico de relacionamentos relacionais disfuncionais persistentes. Comparativo: TCC clássica vs. Terapia do Esquema TCC Clássica Terapia do Esquema Foco em problemas atuais. Inclui origem desenvolvimental. Tempo limitado (12–20 sessões). Mais prolongada (meses a anos). Ênfase cognitiva e comportamental. Integrativa: cognitiva, emocional, relacional. Pensamentos automáticos. Esquemas e Modos profundos. Relação terapêutica colaborativa. Reparentalização limitada. Ideal para transtornos do Eixo I. Ideal para transtornos de personalidade. 04. COMO APLICAR — PASSO A PASSO A Terapia do Esquema segue uma estrutura em fases, mas é flexível e não-linear. O terapeuta ajusta continuamente com base nos modos e na capacidade emocional do paciente. FASE 1 — Avaliação e Conceitualização: 1 Avaliação inicial dos esquemas:Aplicar o Young Schema Questionnaire (YSQ) para identificar os EIDs com maior pontuação. O resultado não é diagnóstico — é um mapa de trabalho colaborativo. Explore a história de vida e as origens de cada esquema ativado. 2 Psicoeducação sobre esquemas: Explique ao paciente o que são esquemas, como se formam e por que persistem mesmo causando sofrimento. Use a metáfora do “GPS emocional desatualizado”: o esquema foi uma resposta adaptativa na infância, mas continua operando de forma automática na vida adulta. 3 Identificação dos Modos: Observe os padrões dentro da sessão. Quando o paciente muda de estado emocional, explore qual modo está ativo. Pergunte: “O que você está sentindo agora?” e “Essa parte de você tem alguma idade, alguma voz, alguma imagem?” 4 Conceitualização de caso em TE: Construir com o paciente um mapa de seus principais esquemas, modos, origens e estratégias de enfrentamento. Esse mapa é revisado ao longo do tratamento e serve de guia para ambos. FASE 2 — Mudança – Técnicas e Estratégias: Técnicas Cognitivas: Indicadas para questionar a validade dos esquemas no nível do pensamento: ✓ Reestruturação cognitiva centrada nos EIDs. ✓ Diários de esquema: registrar ativações, evidências a favor e contra. ✓ Cartas ao modo parental disfuncional. ✓ Psicoeducação sobre o ciclo esquema → enfrentamento → perpetuação. Técnicas Experienciais (o diferencial da TE): As técnicas experienciais acessam o nível emocional dos esquemas, onde a mudança cognitiva sozinha não chega: Imagética de Reparentalização (imagery rescripting): O terapeuta guia o paciente a evocar uma cena da infância onde uma necessidade não foi atendida. Em seguida, a cena é “reescrita”: o Adulto Saudável (ou o terapeuta como figura auxiliar) entra na imagem e oferece à criança o que ela precisava. Essa técnica é muito poderosa para esquemas de desconexão, abuso e privação emocional. Dramatização de Modos (chair work / cadeiras): O paciente encena diferentes modos usando cadeiras distintas para cada um. Ex: a Criança Vulnerável em uma cadeira, o Pai Punitivo em outra, e o Adulto Saudável em outra. O terapeuta facilita o diálogo entre os modos para promover integração e redução do poder dos modos parentais disfuncionais. Técnicas Comportamentais: ✓ Experimentos comportamentais que desafiam os esquemas. ✓ Treinamento de assertividade (especialmente em subjugação e autossacrifício). ✓ Quebra gradual de padrões de enfrentamento disfuncional. ✓ Registros de comportamentos de enfrentamento e seus resultados. A Relação Terapêutica como instrumento – Reparentalização Limitada: O terapeuta oferece, dentro dos limites profissionais, o que o paciente nunca teve: consistência, acolhimento, validação emocional, limites claros e confrontação empática. Essa é uma das ferramentas mais poderosas — e exige supervisão contínua. FASE 3 — Consolidação e Prevenção de Recaída: 5 Generalização para a vida cotidiana: Ajudar o paciente a identificar quando os esquemas e modos são ativados fora da sessão e aplicar as estratégias aprendidas de forma autônoma. Exercícios de casa, registros e revisão de situações concretas são fundamentais aqui. 6 Fortalecimento do Adulto Saudável: Ao longo de todo o tratamento, e especialmente no final, o terapeuta trabalha para que o Adulto Saudável seja cada vez mais acessível. O paciente aprende a se autorreparentalizar e a modular seus estados emocionais de forma mais eficaz. 7 Revisão do mapa e planejamento de término: Revisitar o mapa de esquemas/modos construído no início. Quais esquemas perderam força? Quais modos têm menos influência? O que ainda precisa de atenção? O término é gradual e planejado. 05. NA PRÁTICA — EXEMPLOS DE SESSÃO Exemplo 1: Identificando um Modo na sessão Vinheta clínica — Esquema de Defectividade/Vergonha: Paciente: “Eu sei que exagerei, foi ridículo da minha parte. Fico me odiando quando faço isso.” Terapeuta: “Quando você diz que fica se odiando — essa voz que te critica assim, você reconhece ela? Ela soa como alguém da sua história?” Paciente: [pausa] “Parece muito com a voz do meu pai.” Terapeuta: “Então temos aqui o modo Pai Punitivo presente agora. Vamos conversar com esse modo, o que ele te diz sobre quem você é? E o que o seu Adulto Saudável responderia para ele?” Exemplo 2: Intervenção de Imagética Passo a passo de uma sessão de imagery rescripting simplificada: 1 Evocar a imagem: Peça que o paciente feche os olhos e deixe surgir uma imagem de quando se sentiu da forma que sente hoje. “Onde você está? Qual a sua idade nessa imagem? O que está acontecendo?” 2 Explorar a necessidade: “O que a criança nessa imagem precisa? O que ela gostaria que acontecesse?” Deixe o paciente nomear a necessidade sem antecipar respostas. 3 Entrar na imagem: Convide o paciente (adulto) a entrar na cena. “Imagine que a versão adulta e saudável de você entra nessa imagem. O que você faz? O que você diz para essa criança?” O terapeuta pode auxiliar ativamente nessa etapa. 4 Processar e integrar: Ao sair da imagem, explore o que o paciente sentiu e o que mudou. Conecte com o presente: “Como o que aconteceu nessa imagem se relaciona com o que você vive hoje?” Exemplo 3: Trabalho com Cadeiras — Modo Subjugação Setup: duas cadeiras frente a frente. Paciente senta em uma delas como “Criança Subjugada”; a outra representa “o Adulto Saudável”. ✓ Passo 1: Terapeuta convida o paciente a falar como a Criança Subjugada. “O que você sente? O que você quer, mas nunca consegue dizer?” ✓ Passo 2: Paciente muda de cadeira e fala como o Adulto Saudável responderia. ✓ Passo 3: Terapeuta facilita o diálogo e intervém quando o modo parental disfuncional aparece. ✓ Passo 4: Processar ao final — o que mudou nesse diálogo? Qual parte ficou mais forte? 06. FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS Instrumento Para que serve Fase de uso YSQ-S3 / YSQ-L3 Medir 18 esquemas, identificar os mais ativados Avaliação inicial SMI (Schema Mode Inventory) Avaliar modos presentes e intensidade Avaliação e acompanhamento Diário de Esquemas Monitorar ativações cotidianas Durante o tratamento Registro de Modos Identificar qual modo está ativo em situações Ao longo do tratamento Carta ao Esquema Distanciar-se cognitiva e emocionalmente Fase de mudança Cadeiras / Chair Work Dialogar entre modos, integrar partes Fase de mudança Imagery Rescripting Reescrever cenas de origem dos esquemas Fase de mudança Mapa de Modos Visualizar padrões e progressos Todo o tratamento 07. PONTOS DE ATENÇÃO PARA O CLÍNICO O que o clínico precisa monitorar em si mesmo: A TE é uma abordagem de alta carga emocional. O terapeuta pode ser ativado pelos esquemas do paciente. Contraesquemas e modos do terapeuta interferem diretamente na reparentalização limitada. Supervisão clínica regular é um requisito ético e técnico, não opcional. Erros comuns na aplicação da TE: ✗ Tentar aplicar técnicas experienciais sem aliança terapêutica estabelecida. ✗ Tratar a TE como apenas “TCC mais profunda” — ela exige formação específica. ✗ Ignorar os próprios modos ativados dentro da sessão. ✗ Avançar para imagética sem avaliação de estabilidade emocional do paciente. ✗ Não incluir o paciente na construção do mapa de modos — isso quebra a colaboração. ✗ Confundir esquemas com diagnósticos: um esquema não é um diagnóstico. Formação recomendada: ✓ Treinamento formal em Terapia do Esquema (programas certificados pela ISST). ✓ Supervisão clínica com terapeuta de esquemas experiente. ✓ Análise ou terapia pessoal do terapeuta — especialmente em TE. ✓ Leitura: Young, Klosko & Weishaar (2008) — Schema Therapy: A Practitioner's Guide. ✓ Leitura: Arntz & Jacob (2013) — Schema Therapy in Practice. 08. REFERÊNCIAS Young, J. E., Klosko, J. S.,& Weishaar, M. E. (2003). Schema Therapy: A Practitioner's Guide. Guilford Press. [Trad. brasileira: Artmed] Arntz, A., & Jacob, G. (2013). Schema Therapy in Practice: An Introductory Guide to the Schema Mode Approach. Wiley-Blackwell. Masley, S. A., Gillanders, D. T., Simpson, S. G., & Taylor, M. A. (2012). A systematic review of the evidence base for Schema Therapy. Cognitive Behaviour Therapy, 41(3), 185–202. Bach, B., & Farrell, J. M. (2018). Schemas and modes in borderline personality disorder: The mistrustful, shameful, angry, impulsive, and unhappy child. Psychiatry Research, 259, 323–329. van Vreeswijk, M., Broersen, J., & Nadort, M. (Eds.). (2012). The Wiley-Blackwell Handbook of Schema Therapy. Wiley-Blackwell. Este documento foi elaborado para fins de formação clínica e supervisão. A aplicação da Terapia do Esquema requer formação especializada e supervisão contínua. NEUROTCC WHATSAPP TELEGRAM INSTAGRAM NEWSLETTER https://www.institutotammymarchiori.com/neuro-tcc https://chat.whatsapp.com/GHhwyciZ0L25fTSc4KQCTY https://t.me/sospsico https://www.instagram.com/tammy.neuro?igsh=MXN4YndzZjVpaGFhbg== https://forms.gle/jiCGu9DcpFDPRhJm8 01. O QUE É A TERAPIA DO ESQUEMA? Fundamentos teóricos: Os 18 Esquemas Iniciais Desadaptativos: 02. MODOS DE ESQUEMA Os 4 grupos de Modos: 03. QUANDO INDICAR (E QUANDO NÃO INDICAR) Comparativo: TCC clássica vs. Terapia do Esquema 04. COMO APLICAR — PASSO A PASSO FASE 1 — Avaliação e Conceitualização: FASE 2 — Mudança – Técnicas e Estratégias: Técnicas Cognitivas: Técnicas Experienciais (o diferencial da TE): Técnicas Comportamentais: A Relação Terapêutica como instrumento – Reparentalização Limitada: FASE 3 — Consolidação e Prevenção de Recaída: 05. NA PRÁTICA — EXEMPLOS DE SESSÃO Exemplo 1: Identificando um Modo na sessão Exemplo 2: Intervenção de Imagética Exemplo 3: Trabalho com Cadeiras — Modo Subjugação 06. FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS 07. PONTOS DE ATENÇÃO PARA O CLÍNICO Erros comuns na aplicação da TE: Formação recomendada: 08. REFERÊNCIAS