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INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA INTRODUÇÃO O Capitalismo começou após o enfraquecimento do Feudalismo, por volta do décimo segundo século depois de Cristo, constituindo-se um novo sistema econômico, social e político. Capitalismo é o sistema econômico baseado na legitimidade dos bens privados e na irrestrita liberdade de comércio, indústria, com o objetivo principal de conseguir lucro. Como importantes características do Capitalismo, podemos citar: • a combinação de três centros econômicos (produção, oferta e consumo) formatando a economia de mercado; • o surgimento das grandes empresas; • as relações de trocas monetárias; • a preocupação com os rendimentos; e, • principalmente, o trabalho assalariado. Durante o seu desenvolvimento, o Capitalismo passou por quatro fases, sendo, atualmente, chamado de Capitalismo Financeiro. Nesta fase, as grandes empresas financeiras são as detentoras do maior volume do capital em circulação. As etapas do Capitalismo são, assim, enumeradas: 1ª Pré-Capitalismo: fase de implantação desse sistema (séculos XII ao XV); 2ª Capitalismo Comercial: os comerciantes administravam a maior parte dos lucros (séculos XV ao XVIII); 3ª Capitalismo Industrial: o capital é investido nas indústrias, transformando os industriais em grandes capitalistas (séculos XVIII, XIX, XX). É bom lembrar que esta terceira fase, ainda, acontece; 4ª Capitalismo Financeiro: o maior volume de capital em circulação é administrado pelas empresas financeiras. EXERCÍCIOS a) Capitalismo selvagem é expressão comum, especialmente partindo dos simpatizantes do socialismo. E você, o que entende por capitalismo? b) Nossa apostila traz breves noções de economia. Relendo o texto, responda: como pode ser definido o capitalismo financeiro? 1. NÚMEROS PROPORCIONAIS João precisava calcular a altura de um poste, muito alto. Ele não podia medi-lo diretamente. João fez o seguinte: colocou uma pessoa que mede 1,80 m ao lado do poste e marcou as duas sombras – a do poste e a da pessoa. Ele verificou e anotou: • a sombra da pessoa media 1,20 m. • a sombra do poste media 20 m. A partir dessas medidas, João encontrou a altura do poste. Ele fez as seguintes operações: Comparou o comprimento da sombra da pessoa com a altura dela. Ele escreveu as medidas em centímetros, assim, 180 120 . Depois ele simplificou a fração e encontrou, 3 2 180 = 120 . Portanto, a razão entre o comprimento da sombra e a da altura da pessoa foi de: 3 2 ou 2:3, ou seja de 2 para 3. Como as medidas foram feitas no mesmo local e na mesma hora, João pode concluir que a razão entre o comprimento da sombra do poste e a altura do mesmo era de 3 2 . Assim, João montou a operação 3 2 ? = 20m e pode concluir que a altura do poste é igual a 30 m, porque a razão 30 20 é igual a 3 2 . Essa igualdade é uma proporção e os números usados na medidas são denominados “números proporcionais”. Para um corretor de imóveis, é muito importante saber trabalhar com números proporcionais porque ele, muitas vezes, terá que determinar a relação entre medidas de um desenho, de uma planta, de um mapa geográfico e as medidas reais correspondentes. Veja o exemplo: Um corretor tinha a planta de um apartamento. Ele precisava saber qual era a área da sala. Ele examinou a planta e verificou o seguinte: • de acordo com a escala apresentada, cada centímetro desenhado no mapa correspondia a 100 centímetros da realidade; portanto 1:100; • se a razão entre as medidas que apareceram na planta da sala e as medidas reais INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA era de 1 : 100 ou 100 1 (lê-se 1 para 100), isto significa que as medidas reais eram 100 vezes maiores do que as medidas assinaladas na planta; • uma dos lados da sala media 6 cm e o outro 8 cm; • que para conhecer as medidas reais da sala, ele deveria multiplicar as medidas da planta por 100 6 cm . 100 = 600 cm = 6 m 8 cm . 100 = 800 cm = 8 m Portanto, as medidas reais da sala são 6m e 8m. A área da sala é de 48m². O corretor pode adotar o mesmo procedimento para verificar outras medidas, tais como área, largura e altura de outras partes desenhadas na planta. Uma razão compara dois números pela divisão. Quando encontramos uma igualdade entre duas razões, a essa relação damos o nome de proporção, porque as quantidades medidas são proporcionais. Como ele pode conhecer o número da proporção desse exemplo? O corretor já conhece algumas proporções, tais como: Ele sabe que se multiplicar os denominadores pelos numeradores vai poder verificar se as frações são iguais, se são proporcionais. Essa frações são iguais, existe uma proporção entre elas. Porque, numa proporção os produtos do numerador de uma fração pelo denominador da outra fração são iguais. O corretor que já conhecia essa importante propriedade usada em Matemática fez o seguinte: substituiu o ponto de interrogação pela letra “x” que fica no lugar do termo desconhecido. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA . EXERCÍCIOS a) Pense um pouco e responda: porque é importante para o corretor de imóveis conhecer noções de razão e proporção? b) Calcule a razão entre a e b, sabendo-se que a = 32 e b = 28. No cálculo de cada uma das letras (X , Y e Z), devemos sempre dividir o número principal (neste caso o número 850), pelo somatório das partes proporcionais (no exemplo foram os números 1, 4 e 5), e em seguida, multiplicar o resultado desta divisão por cada uma das partes proporcionais. Divisão em Partes Inversamente Proporcionais utilizando uma exemplificação: Exemplo: Dividir o número 1.200 em partes inversamente proporcionais aos números 2 e 4. 1º passo: Deve-se inverter os números, tornando-os 4 1 2 e 1 . 2º passo: Deve-se agora, colocar as frações em um mesmo denominador (denominador comum). Vamos fazer o mínimo múltiplo comum e depois dividir, o mínimo múltiplo encontrado, pelo denominador. Em seguida multiplicaremos o resultado desta divisão pelo numerador, lembrando que, estes cálculos estão acontecendo com as frações 4 1 2 e 1 INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA Como o valor do mínimo múltiplo comum será 4, as frações se modificarão para 4 1 4 e 2 . 3º passo: Um novo problema aparecerá, pois agora serão utilizados apenas os numeradores das novas frações encontradas no 2º passo. A partir daqui teremos uma resolução semelhante à divisão em partes proporcionais, pois o número principal ( neste caso o número 1.200 ) será dividido pelo somatório das partes ( números 2 e 1 ), sendo o resultado desta divisão multiplicado por cada uma das partes. 4º passo: Somando-se os números 800 e 400 obteremos o número 1.200, provando assim que, a divisão em partes inversamente proporcionais está correta. EXERCÍCIOS a) dividir o n° 450 em partes proporcionais aos números 2, 3 e 5. b) dividir o número 600 em partes proporcionais aos números 1 e 3. ATENÇÃO: nesta parte, vamos estudar noções básicas que serão de grande valia no trabalho com porcentagens (percentagens). EXERCÍCIOS a) qual a forma unitária dos seguintes percentuais: 1) 5 % =____________________ 2) 3,8 % =____________________ 3) 0,25 % =____________________ b) qual a forma percentual dos seguintes números: 1) 0,025 =___________________ 2) 0,0025 =___________________ 3),25 =___________________ INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA 2. OPERAÇÕES SOBRE MERCADORIAS 2.1 – PREÇOS DE CUSTO E VENDA Vamos trabalhar com problemas de porcentagens relacionados às operações de compra e venda.Ao se efetuar a venda de uma mercadoria pode-se ter lucro ou prejuízo, sendo que os mesmos podem ser calculados sobre o preço de custo ou sobre o preço de venda da mercadoria em questão. 2.2 – LUCROS E PREJUÍZOS O estudo será feito com base nos exemplos a seguir: Exemplo 1: Lucro sobre o custo. Exemplo 2: Lucro sobre a venda. Uma mesa de escritório foi comprada por R$550,00 e vendida por R$705,00. Calcule o lucro, na forma percentual, sobre o preço de venda. Obs: O lucro sobre o custo foi de 21,986%. Exemplo 3: Uma mercadoria foi vendida por R$430,00. Sabendo-se que o lucro foi de 15% sobre o preço da venda, calcule esse lucro. Exemplo 4: Um monitor foi vendido por R$670,00, dando um lucro de R$152,00. Calcule o lucro, em porcentagem, sobre o preço de custo. Sendo o lucro calculado sobre o preço de custo, este terá o valor de 100%. Exemplo 5: Uma mercadoria que foi comprada por R$1.050,00 foi vendida, com um prejuízo de 42%, sobre o preço de venda. Calcule o preço de venda. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA Exemplo 6: Uns móveis de escritório foram vendidos com prejuízo de 15% sobre o preço de venda. Calcule o preço de venda sabendo-se que o preço de custo foi de R$445,00. Exemplo 7: Utilização de índices. Em uma operação de compra e venda, a taxa de prejuízo para o preço de venda foi de 4 para 8. Determine o preço de venda sabendo-se que o preço de custo foi de R$2.500,00. EXERCÍCIOS a) Um imóvel foi comprado por R$ 100.000,00 e vendido por R$ 156.000,00. Calcule o lucro da operação, na forma percentual. b) Na venda de um apartamento o proprietário obteve um lucro de 20%. Se o preço pago pelo comprador foi de R$ 600.000,00, qual foi o preço pago inicialmente pelo proprietário. 3. TAXA DE JUROS Quando pedimos emprestado uma certa quantia a uma pessoa ou a uma instituição financeira é normal, pelo transcurso do tempo, pagarmos o valor que nos foi emprestado, acrescido de “ outra quantia que representa o aluguel pago pelo empréstimo”. Essa outra quantia representa o juro, ou seja, representa o bônus que se paga por um capital emprestado. O juro que é produzido em uma determinada unidade de tempo ( ao ano, ao mês, ao dia), representa uma certa porcentagem do capital ou do montante, cuja taxa se chama Taxa de Juros. 3.1 – HOMOGENEIDADE ENTRE TEMPO E TAXA O prazo de aplicação (representado pela letra n) deve estar, sempre, na mesma unidade de tempo (anos, meses, dias) em que está a taxa de juros (representada pela letra i). INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA EXERCÍCIOS a) A taxa de juros de 12,0 % ao ano, equivale a quantos % ( por cento) ao mês? b) A taxa de 1,8 % ao mês equivale a quantos % (por cento) ao ano? 3.2 – JURO EXATO E JURO COMERCIAL Geralmente, nas operações correntes, a curto prazo, os bancos comerciais utilizam o prazo n ( tempo ) expresso em dias. Assim, no cálculo do juro exato, teremos a taxa de juros i dividida por 365 dias, pois o ano utilizado é o ano civil. No cálculo do juro comercial, teremos a taxa de juros i dividida por 360 dias, pois o ano utilizado é o ano comercial. Obs: As fórmulas do juro exato e do juro comercial serão abordadas no tópico capitalização simples. Por enquanto, basta compreender que as divisões feitas nas duas fórmulas foram necessárias para que, a unidade de tempo, entre n e i, fossem iguais. 4. INFLAÇÃO A inflação é caracterizada por um aumento geral e cumulativo dos preços. Esse aumento não atinge apenas alguns setores, mas o bloco econômico, como um todo. O aumento cumulativo dos preços acontece de forma contínua, prolongando-se, ainda, por um tempo indeterminado. O Estado, em associação com a rede bancária, aumenta o volume do montante dos meios de pagamento para atender a uma necessidade de demanda por moeda legal. Associado a esse aumento do montante de pagamento acontece, também, o aumento dos preços. O aumento dos preços gera a elevação do custo de vida, popularmente chamado de carestia. O custo de vida apresenta-se com peso variado nas diferentes classes econômicas. Uma família pobre tende a utilizar o pouco dinheiro conseguido para comprar gêneros alimentícios. O restante do dinheiro, geralmente, é utilizado para o pagamento de serviços de água, luz e esgoto. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA Em uma família abastada, além dos gastos com alimentos, água tratada e eletricidade, costuma-se também gastar com roupas, carros, viagens, clínicas de beleza e estética, entre outras coisas mais. Assim, um aumento nos preços dos produtos de beleza e rejuvenescimento, terá peso zero no custo de vida da família pobre e um acréscimo no orçamento da família rica. Em suma, o custo de vida aumenta quando um produto que possui um determinado peso nas contas mensais, sofre também um aumento. EXEMPLO DE AUMENTO DO CUSTO DE VIDA Um casal gasta de seu orçamento mensal 12% com alimentação, 10% com vestuário, 8% com plano de saúde e 5% com o lazer. Acontece, então, uma elevação geral nos preços, acrescentando um aumento de 3% nos gastos com alimento, 5% nos gastos com vestuário, 4% nos gastos com plano de saúde e 2% nos gastos com o lazer. Calcule o aumento do custo de vida no mês. Solução: Para o cálculo do aumento, proporcionado por cada produto, deve-se multiplicar o gasto no orçamento na forma unitária com o aumento dos produtos na forma unitária. Alimentos: 0,12 x 0,03 = 0,0036. Vestuário: 0,10 x 0,05 = 0,005. Plano de Saúde: 0,08 x 0,04 = 0,0032. Lazer: 0,05 x 0,02 = 0,001. Com o somatório dos aumentos de cada produto na forma percentual obtemos o aumento do custo de vida no mês em questão: 0,36% + 0,50% + 0,32% + 0,10% = 1,28%. Nesse mês, o aumento no custo de vida para a família do exemplo foi de 1,28%, devido a elevação dos preços de quatro produtos utilizados pelo casal. EXERCÍCIOS a) Decorar não é bom. Tente entender cada incógnita e escreva abaixo a fórmula para cálculo de juros simples. b) Relendo as noções de inflação, com suas palavras defina: o que vem a ser aumento do custo de vida? 5. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Capitalização é a formação ou acumulação de bens de capital, de bem econômico. Em um processo de capitalização, a pessoa aplica determinada quantia, por um certo período e ao final recebe o capital empregado mais os juros relativos a esse tempo. A soma, o ajuntamento dos juros obtidos com o capital empregado é o que se chama capitalização. Existem dois tipos de capitalização: simples e composta No regime de capitalização simples, temos a taxa ( i ) incidindo somente sobre o capital inicial ( C ), proporcionando, assim, a obtenção de juros simples, ao final do período de tempo ( n ). No regime de capitalização composta, temos o capital principal, acrescido de juros obtidos em mais de um período de aplicação. Assim, a cada nova aplicação, por outros períodos, tem-se um novo capital. 5.1 – JUROS SIMPLES * Juro produzido pelo capital C ao final de um período de tempo: J = C x i. * Juro produzido pelo capital C ao final de n ( vários ) períodos de tempo: J = C x i x n. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA EXERCÍCIOS a) Calcule os juros simples de um capital de R$ 35.400,00, aplicado durante 15 meses à taxa de 2,6 % ao mês. b) Calcule a taxa aplicada a um capital de R$ 12.600,00, durante 3 meses, e que rendeu juros simples de R$ 680,40. 5.2 – MONTANTE SIMPLES À soma dos juros simples (relativo ao período de aplicação) com o capital inicial ou principal dá-se o nome de montante simples.INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA 5.3 – DESCONTO SIMPLES Toda vez que se paga um título, antes da data de seu vencimento, obtemos um desconto (abatimento). • Desconto Racional ou “Por Dentro”: Equivale aos juros simples produzidos pelo valor atual, à taxa utilizada e ao período de tempo correspondente. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA • Desconto Bancário ou Comercial ou “Por Fora”: Equivale aos juros simples produzidos pelo valor nominal, à taxa utilizada e ao período de tempo correspondente. . • Considerações finais dentro da capitalização simples: - Como calcular uma taxa acumulada (ao ano) que é aplicada pelo período de n meses: Exemplo: No regime de capitalização simples, calcular a taxa acumulada a 36% ao ano, aplicada durante 8 meses. Solução: 1º) Verifica-se a taxa, neste caso i =36% ao ano; 2º) Verifica-se o número de meses de aplicação, neste exemplo são 8 meses; 3º) Calcula-se o valor da taxa i no mês; ex.: %3% 12 = 36 ao mês. 4º) Multiplica-se a taxa encontrada pelo número de meses; ex.: 3% x 8 = 24%. 5º) Resultado Final: 24%. EXERCÍCIOS a) Calcule o tempo necessário para aplicar uma quantia de R$ 100.000,00, e obter um montante simples de R$ 180.000,00, à taxa de 8 % ao mês. b) Se um empréstimo foi feito com valor atual de R$ 1.500,00, calcule o desconto racional, sabendo-se que a taxa de juros é de 6% ao ano e o prazo é de 10 meses para o vencimento. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA 6. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Como foi visto anteriormente, no início de uma aplicação, temos o capital principal; após um período, esse capital sofre uma remuneração (juros), sendo então, capital e juros somados para, assim, formarem um novo capital (1º montante). Esse novo capital, após um segundo período, sofre uma outra remuneração (juros), sendo então, novo capital e juros somados para, assim, formarem um segundo montante. (E assim por diante). Então as remunerações acontecerão sempre, “em cima” do montante do período anterior, caracterizando o que chamamos de capitalização composta. 6.1 – JUROS COMPOSTOS 6.2 – MONTANTE COMPOSTO INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA s EXERCÍCIOS a) Ao se aplicar um capital de R$ 5.000,00, no regime de capitalização composta, por um período de 4 meses, à taxa de 3,0% ao mês, qual será o juro obtido? b) Calcule a taxa mensal que, aplicada a um capital de R$ 7.300,00 durante quatro meses, rendeu juros compostos de R$ 601,75. 6.3 – DESCONTO COMPOSTO No desconto composto, a taxa incide sobre uma determinada quantia que equivale ao capital. Essa determinada quantia é chamada de valor atual. Nos cálculos deste tipo de desconto, o montante, equivale ao valor nominal. INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA • Considerações finais dentro da capitalização composta: - Cálculo do montante a partir de uma série de vários depósitos: INTERFACE CURSOS – CURSO T.T.I. – MATEMÁTICA FINANCEIRA Ao se multiplicar a taxa anual composta por 100, obtém-se o valor da referida taxa na forma percentual, ficando o valor igual a 42,5760%. EXERCÍCIOS a) Um título bancário no valor de R$ 18.500,00 foi descontado 4 meses antes de seu vencimento, gerando um valor líquido para o credor de R$ 12.500,00. Qual a taxa de desconto percentual mensal usada na operação?