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Pensamento computacional fundamentos da computação e lógica de programação Aula 1 - Atividade 5 Papel da pessoa desenvolvedora | Alura

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Pensamento computacional: fundamentos da computação e lógica de programação: Aula 1 - Atividade 5 Papel da pessoa desenvolvedora | Alura Problemas com o vídeo? Sugerir alteração Video Player is loading. Loaded : 11.96% Current Time  0:00 Duration  12:37 1x 3x 2.5x 2x 1.75x 1.5x 1.25x 1x , selected 0.75x 0.5x 0.25x subtitles off , selected Português fullhd hd , selected sd Oi, eu sou Luri :) Estou aqui para te ajudar caso tenha alguma dúvida no conteúdo da aula. Transcrição Explorando a presença da computação no cotidiano Quantos aplicativos já utilizamos hoje, seja no celular ou no computador pessoal? Ao analisarmos essa questão, constatamos que a computação está presente em tudo, o tempo todo, em nosso cotidiano. Seja ao sair de casa, procurando o melhor meio de locomoção, ou utilizando um editor de texto ou uma planilha eletrônica no trabalho. As soluções computacionais com as quais interagimos, ou seja, esses aplicativos, são criadas para atender nossas demandas diárias e são desenvolvidas por pessoas. Quem constrói uma solução computacional? Primeiramente, é importante entender que uma solução computacional sempre envolve hardware e software. Pode-se questionar que comumente se fala mais de pessoas desenvolvedoras relacionadas a software do que a hardware. Isso ocorre porque o mundo do hardware é muito específico, uma indústria dedicada que demanda profissionais altamente qualificados, capacitados em engenharia eletrônica e de hardware. As manufaturas que fabricam nossos computadores estão concentradas em alguns países. Por isso, não nos envolvemos tanto no processo de construção dos dispositivos computacionais, que aparecem mais como itens de prateleira. Analisamos o que está disponível e, de acordo com nossa demanda, seja para ter um assistente inteligente em casa ou um smartphone, selecionamos com base no custo-benefício. Consideramos também os softwares que utilizaremos e quanto eles demandarão de hardware. Se desejamos rodar um software complexo, como um jogo, não escolhemos um computador comum, mas sim um com melhor capacidade de processamento e uma placa de vídeo dedicada, para uma melhor experiência como usuário. Compreendendo a relação entre hardware e software É importante atentar para as especificações do software que pretendemos utilizar e as especificações do hardware que estamos adquirindo. O hardware compreende todos os componentes físicos do computador, como placas, circuitos eletrônicos, teclado, mouse e tela. A tela é um dispositivo de saída, enquanto o teclado e o mouse são dispositivos de entrada. As aplicações com as quais interagimos diariamente, e muitas vezes somos chamados a trabalhar em sua construção devido à grande demanda, são os softwares, ou aplicativos. Um software é desenvolvido por pessoas desenvolvedoras, que atuam com diferentes especialidades em equipes multidisciplinares para construir a solução. A indústria do software é um setor específico, geralmente denominado economia criativa, pois parte da identificação de uma demanda ou problema comum. Por exemplo, as pessoas querem saber como está o tráfego na cidade antes de sair de casa para escolher a melhor rota e não se atrasar. Para isso, é necessário construir uma solução computacional, como um aplicativo móvel ou web, que permita acessar informações sobre o tráfego e escolher a melhor rota. Colaborando no desenvolvimento de soluções computacionais Quando parte dessa demanda, equipes colaboram em fluxos organizados para transformar ideias em soluções. Nesse processo, realizam-se testes, há muita colaboração, e pessoas com diferentes especialidades utilizam uma variedade de abordagens, ferramentas e técnicas para organizar o fluxo de trabalho do projeto. Não é simples ter uma ideia, cada um trabalhar um pouco, juntar as partes e disponibilizar para o usuário. Precisamos testar, validar e assegurar aspectos importantes como desempenho, confiabilidade e segurança da aplicação, garantindo a sustentabilidade do negócio por trás dela. O setor da economia é aberto e permite a criação de startups, transformando demandas não resolvidas em modelos de negócio, possibilitando uma força de mercado com o produto. Assim como os múltiplos sistemas com os quais interagimos no mundo físico, como aviões, veículos ou eletrodomésticos, esses sistemas são formados pela integração de múltiplos componentes. Comparando sistemas físicos e computacionais No contexto de um carro, temos toda a parte de conforto interno, como a climatização, o volante, os pedais e o sistema de som. Ao mesmo tempo, existe a parte mecânica que atua fortemente em um dos principais objetivos do carro: garantir a locomoção de um grupo de pessoas de um ponto a outro com segurança, confiabilidade e conforto. Cada componente ou subsistema do carro tem uma função específica. O ar-condicionado garante o conforto térmico, os bancos proporcionam conforto físico para as pessoas dentro do carro, e o porta-malas assegura que os pertences possam ser transportados de um ponto a outro. O motor, por exemplo, fornece a energia e a propulsão necessárias para que o carro se desloque, atuando na transformação energética, uma vez que a energia provém do combustível, exceto nos carros elétricos, onde a energia é armazenada em baterias. Da mesma forma, um avião tem a função principal de deslocamento em grandes distâncias, com segurança e confiabilidade como objetivos comuns, além de subsistemas de maior complexidade. A máquina de lavar também possui diferentes componentes internos que, apesar de distintos, atuam para um objetivo comum. Eles devem funcionar de maneira integrada para que o sistema opere bem e entregue o objetivo comum, que no caso do automóvel, é a locomoção segura e confortável de um ponto A ao ponto B, inclusive em estradas desafiadoras e regiões íngremes. Estruturando componentes de software De maneira semelhante, um software não é uma peça única. Ele é formado por diferentes componentes, por isso precisamos de equipes multidisciplinares, com pessoas de diferentes especializações e experiências. Em geral, designamos como componentes básicos de um software o back-end , o front-end e o banco de dados. O back-end concentra as operações lógico-aritméticas da aplicação. Toda a parte de processamento de dados ocorre no back-end , onde construímos e passamos instruções para o computador realizar as operações pertinentes à aplicação. Basicamente, transformamos o que chamamos de regras de negócio, ou seja, como a aplicação funcionará no dia a dia. Por exemplo, em um editor de texto, se a pessoa usuária digitar uma sequência de letras, isso deve ser registrado no documento de texto aberto, na página e posição do cursor. Isso é uma regra de negócio implementada no back-end . O front-end é onde as pessoas usuárias interagem com a aplicação. É a face mais visível do software. No caso do Google Maps, por exemplo, é o mapa com o qual interagimos, os botões e campos onde inserimos informações de origem e destino. O banco de dados é o componente onde armazenamos todos os dados gerados a partir da interação com a pessoa usuária, sejam dados iniciais de cadastro ou dados de uso diário, que permitem à aplicação oferecer uma experiência melhorada conforme as necessidades identificadas. Trabalhando colaborativamente no desenvolvimento de software Com isso, inferimos que os softwares são construídos de modo colaborativo, diferente de uma linha de produção de itens físicos. Existe uma esteira colaborativa, onde as pessoas interagem e trabalham de maneira integrada em equipes multidisciplinares. Algumas pessoas se dedicam à operação diária da aplicação, entendendo os feedbacks dos usuários e monitorando o funcionamento do software, enquanto outras implementam novas funcionalidades, pois o mercado de software é dinâmico. Uma vez que uma aplicação é liberada, trabalhamos constantemente em melhorias e atualizações para mantê-la confiável, segura e com novas funcionalidades que atendam às demandas das pessoas usuárias. Portanto, os softwares são soluções para demandas
das pessoas, construídos para elas. Um exemplo de demanda é pedir comida sem ligar para um restaurante. Antes, era necessário procurar um catálogo telefônico, ligar para o restaurante, fazer o pedido e esperar sem muito feedback. Agora, com a demanda, temos uma solução em forma de sistema web ou mobile , que permite realizar pedidos online, verificar o status do pedido e preparar a mesa ou a bebida para acompanhar a refeição. Assim, a partir de uma demanda, surge uma ideia e se constrói uma solução. Esse é o mundo do software.

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