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UNIVERSIDAE PAULISTA RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: Enfermgem DISCIPLINA: Propedeutica e Proceso de Cuidar na Saúede do Adulto NOME DO ALUNO: Beatriz de Cstro Oliveira RA: 2417373 POLO: Americana DATA: 04/ 12/ 2024 INTRODUÇÃO: Neste relatório será apresentado diversos conteúdos voltados para o cuidado da saúde de adultos, principalmente nos ambientes hospitalares, onde abrange técnica de enfermagem, que foram ensinados e entendidos cada uma das técnicas na prática, sendo as técnicas: oxigenoterapia, aspiração endotraqueal, preparo e administração de medicamentos, sondagens, curativos, punção venosa periférica, banho no leito. Cada um dos conteúdo citados foi compreendido e feito na prática a execução do procedimento, enfatizando sempre as boas práticas de higiene e segurança do paciente e do profissional. Oxigenioterapia é utilizada para corrigir a hipoxemia e também a melhora da oxigenação tecidual em paciente com a insuficiência respiratória, podendo ser por doença pulmonares crônicas ou situações emergenciais, como parada respiratória. Aspiração endotraqueal é feita para manter as vias aéreas livres de secreções, ajudando a melhorar o padrão respiratório dos paciente e coletar secreções para exames laboratoriais. Preparo e Administrador de medicamentos é um procedimento onde garante que o paciente recebe as doses corretas e seguras, sempre respeitando as técnicas assépticas e as via de administração apropriada para determinado procedimento, as vias de administração que foram vista foram : intramuscular, subcutânea, oral, sublingual, endovenosa, intradérmica. Sondagem nasogástrica é um procedimento que tem como função fazer a drenagem de conteúdo gástrico, ja na sondagem nasoentérica tem como objetivo de fornecer nutrição enteral. Sondagem vesical de demora é a técnica de inserção de sonda que requer assepsia rigorosa, esse procedimento auxilia no controle da diurese e no manejo de retenção urinária, sendo realizada em pacientes masculinos e femininos. Curativo é feito para promover a cicatrização e prevenir infecções em feridas com diversas etiologias. Banho no leito são cuidados básicos que promove a higiene, conforto e bem estar do paciente que está acamado, além de prevenir lesões por pressão. Além dos conteúdo também foi visto e apresentado várias orientações específicas para diferentes procedimentos e discussões de caso clínico, com foco em sistema respiratório, cardiovascular, digestório, neurológico e renal. Baseado em estudo de casos e diagnósticos de enfermagem, com ênfase na correta observação e intervenção durante o cuidados. Esses tópicos forneceram necessários para uma visão abrangente sobre as habilidades essenciais que um profissional de enfermagem deve dominar para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes durante os cuidados hospitalares. Este relatório por completo será utilizado apenas, imagens da internet, entendimento perante as explicação da professora em sala e a utilização dos livros Nanda e Nic para os estudos de caso. RESULTADOS E DISCUSSÃO: TÍTULO DO ROTEIRO: Oxigenoterapia DIA: 30/08/2024 Aula: 1 Roteiro: 1 A professora começou explicando sobre a oxigenoterapia por catéter nasal, neste conteúdo vimos como é feito o procedimento, quais materiais se utiliza, quando que é feito esse procedimento e algumas observações importante. A oxigenoterapia por catéter nasal é um método utilizado para fornecer oxigênio diretamente as vias respiratórias através de um catéter (tubo fino) que é inserido nas narinas, é indicado para pacientes que precisa de complementação de oxigênio devido a alguma condição como insuficiência respiratória, apneia do sono, doença pulmonar crônica, perfusão tecidual e até mesmo uma acidose respiratória, entre outras. No procedimento começamos pela higienização das mãos, separamos os matérias, se apresentamos para o paciente, verificamos a identidade do paciente (nome e data de Nascimento) preparamos o umidificador com água destilada até o nível indicado, e depois conectar o cateter, após isso explique para o paciente e para acompanhante (se houver) o procedimento, conectar o umidificado no oxigênio pelo fluxometro, colocar as luvas de procedimento, limpar as narinas do paciente com gazes e soro fisiológico, ajustar o catéter óculos, abrir o fluxômetro regulando a quantidade de oxigênio por litros por minuto de acordo com a prescrição medicica. Matérias que se utiliza no procedimento são umidificador, água destilada, fluxometro, luvas de procedimento, soro fisiológico, cateter nasal (4, 6, 8, 10), matérias para verificação de sinais vitais (estetoscópio, esfigmomanômetro, termômetro, oxímetro de pulso) Figura 1- umidificador Fonte: Portal do Médico Figura 2 – cacteter nasal Fonte: Indavias Figura 3 – Fluxometro Fonte: Cirurgica Paulista Sempre é importante fazer o monitoramento contínuo, observar a saturação de oxigênio (SpO2), regularmente para garantir que o paciente esteja recebendo a https://www.portaldomedico.com/produto/umidificador-para-oxigenio-sem-mascaraextencao-250ml-protec quantidade adequada de oxigênio. Verificar se o paciente está confortável com o catéter e ajuste conforme necessário. Evitar fluxos de oxigênio acima de 4 litros por minuto, pois podem causar ressecamentos e irritação nasal. O uso prolongado de oxigênio deve ser por prescrição médica. A equipe de enfermagem deve observar e anotar sempre os sinais que o paciente apresenta ( perfusão periférica, frequência respiratório e cardíaca, alterações de pressão sanguínea, alterações em nível de consciência e padrão respiratório). Depois vimos a oxigenoterapia por máscara de nebulização de venturi que é utilizada para administração de oxigênio em concentrações precisas de 24% a 60%, essa oxigenoterapia é indicado para casos de insuficiência respiratória (principalmente paciente com dpoc, onde o controle de fração de oxigênio inspirado é crítico. No procedimento começamos pela higienização das mãos, separamos os matérias, se apresentamos para o paciente, após verificamos a identidade do paciente (nome e data de Nascimento) colocamos em posição fowler, manter o sistema e conectar o nebulizador na rede de oxigênio pelo fluxometro, colocar água destilado até o nível indicado colocar as luvas de procedimento, abrir o fluxômetro que regula a quantidade de oxigênio em litros por minuto, de acordo com a prescrição médica, ou a indicação do conector da máscara de Venturi, colocar a máscara sobre a face do paciente delicadamente e ajustar o cadarço ou elástico para fixá-la, sempre verificar o paciente e verificar a pressão arterial, o pulso e a frequência respiratória, observar a prescrição médica e fazer anotações necessárias na prescrição de enfermagem. Matérias que se utiliza no procedimento é nebulizador ou umidificador (venturi), traqueia ou extensão, adaptador de venturi com diferentes porcentagem de oxigênio, máscara, fluxometro, água destilada, cadarço ou elástico, matérias para observar sinais vitais. Figura 4- materais para oxigenioteapia por máscara de nebulização de venturi Fonte: Romed Alguns cuidados importates são: nunca administrar altas concentrações de O2 sem indicação, principalmente em pacientes com retenção de CO2 (tem risco de depressão respiratória). Garantir que o adaptador correto esteja sendo usado. Monitorar continuamente a saturação e sinais vitais do paciente. E por último vimos a Oxigenioterapia por inalação que tem como principal objetivo Umidificar as vias aéreas, fluidificar as secreções do trato respiratório, facilitar sua eliminação e auxiliar no tratamento medicamentoso de doenças pulmonares. Para ser feito esse procedimentoé preciso sempre começar higienizando as mãos, verificar o paciente (nome e data de nascimento) se apresentar e explicar para o paciente o procedimento, separar os materiais, e começar a montagem do despositivo, colocar de 3 a 5ml de soro fisiológico e/ou medicação prescrita pelo médico, conecta o tubo extensor e liga o fluxômetro abri-lo entre 5 a 7 l/min, pedir para que o paciente respirar normalmente, pedir para o paciente forçar a tosse para que saia a secreção Matériais que se utiliza são; inalador, ampola de soro fisiológico, medicamento prescrito e fluxômetro. Figura 5- inalaor Fonte: Prohospital Após ver os três tipos de oxigenoterapia na teoria , fizemos uma dinâmica que consistia em dividir a sala em três grupos , a professora colocou em lousa três casos e cada grupo teve que fazer uma simulação perante ao que dizia no caso, nesta simulação foi preciso dizer qual o tipo e oxigenoterapia seria usado, quais materias precisaria , e qual seria o possível diagnóstico que o paciente poderia ter. TÍTULO DO ROTEIRO: Aspiração Endotraqueal DIA: 30/08/2024 Aula: 2 Roteiro: 1 Depois da oxigenoterapia vimos sobre a aspiração endotraqueal que é um procedimento utilizado para remover secreções acumuladas nas vias aéreas inferiores, garantindo a permeabilidade, melhorando o padrão respiratório, proporcionando conforto e preparando o paciente para extubação ou coleta de secreção para exames laboratoriais. Tendo como objetivo manter as vias aéreas desimpedidas, melhorar o padrão respiratório e o conforto do paciente. Os matérias que se utiliza nesse procedimento são: Aspirador portátil ou sistema de aspiração, sonda de aspiração, luvas de procedimento estéreis, equipamentos de Proteção Individual (EPI): máscara, óculos de proteção, avental, recipiente com água potável. Figra 6- Aspirador Portátil Fonte: Hospinet Figura 7- Sonda de Aspiração Fonte: Medapha No procedimento iniciamos com a higienização da mãos, confirmamos se é o paciente ( com nome e data de nascimento), se apresentamos e explica o procedimento e pede se colaboração ao paciente, separe os matérias, coloque os equipamentos de segurança individual, fazer o testar os equipamentos de aspiração, conectar a sonda à extremidade de extensão, ligar o aspirador, oferecer oxigênio caso não houver contra indicação, pegar a sonda estéril com a mão dominante, desconectar a rede de ventilador ou nebulizador com a mão não dominante, introduzir a sonda de aspiração na canela endotraqueal ou da traqueostomia sem sucção até encontrar uma resistência ou tosse, traciona a sonda 1cm antes de iniciar a aspiração, Realize a sucção com movimentos circulares, tampando a válvula da sonda com o polegar, e retire-a lentamente, limitando o tempo de aspiração a 10-15 segundos. Reconecte o circuito ao paciente com a mão não dominante e repita o procedimento, se necessário, incluindo a aspiração das vias aéreas superiores. Após o término, limpe o sistema aspirando água potável, deixe o aspirador montado com a extremidade protegida, descarte luvas e EPIs, recolha os materiais, organize a unidade, higienize as mãos e registre o procedimento e interferências. Alguns cuidados importantes é monitorar desconforto, cianose, evitar água diretamente nas vias aéreas devido ao risco de broncoespasmo, queda de saturação ou sangramento; interromper se necessário. Deixe o paciente descansar pelo menos 30s entre uma aspiração e outra. O calibre da sonda não deve ter um diâmetro maior que metade do tubo traqueal (exemplo: tubo de 8 mm -> sonda nº 14 com diâmetro de 4 mm). Após aprender e compreender todo o conteúdo teórico a professora demostrou como se fazia na prática uma aspiração e deixou livre para fazermos depois. Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no Sistema Respiratório – Oncológico Neste estudo de caso foi difícil de compreender como teria que ser feito, pois foi o primeiro contato, fizemos uma roda de debate com a professora para poder entender melhor sobre o caso com isso em casa cheguei nas seguinte conclusão: 1- O que deve ser priorizado no exame clínico? No exame clínico, deve priorizar: avaliação respiratória, pelo diagnóstico de câncer de pulmão, é essencial avaliar a função respiratória, saturação de oxigênio, presença de cianose e padrão de respiração. Sinais de metástase, observar possíveis linfonodos aumentados e sintomas de disseminação da doença. Sintomas sistêmicos, verificar sinais de fadiga, dor e quaisquer efeitos adversos das terapias, como quimioterapia e radioterapia. 2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Os parâmetros laboratoriais que devem ser observados säo: CEA (antígeno carcinoembrionário), usado como marcador tumoral para monitorar a resposta ao tratamento oncológico. Desidrogenase lática (LDH), indicador de lesão celular e pode estar aumentado em neoplasias. Hemograma completo, importante para detectar leucopenia e neutropenia, comuns em pacientes em tratamento quimioterápico, além de plaquetas para avaliar a coagulação. Esses parâmetros devem ser sempre observado, pois, ajudam a monitorar o impacto do câncer e o efeito dos tratamentos. 3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Alguns dos fármacos mencionados säo: Vinorelbina e Gemcitabina (quimioterapia), os cuidados incluem monitoramento para efeitos colaterais como náuseas, vómitos, e mielossupressão. A enfermagem deve controlar os sinais vitais e realizar exames laboratoriais para ajustar as doses conforme necessário. Gabapentina, é utilizada para dor neuropática, o enfermeiro deve observar sinais de tontura e sonolência e educar o paciente sobre o uso seguro. Dexametasona, säo corticosteroide que requer monitoramento de glicemia e pressão arterial, pois pode causar hiperglicemia e hipertensão. 4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? Os diagnósticos de enfermagem e as intervenções possíveis são: Padrão respiratório ineficaz, monitorar o padrão respiratório e a saturação de oxigênio. Intervenções, controle da oxigenoterapia e posicionamento para facilitar a respiração. Risco de infecção, devido à imunossupressão causada pela quimioterapia. Intervenções, higiene rigorosa das mãos, uso de técnicas assépticas e isolamento protetor, se necessário. Dor aguda, monitorar a intensidade e a localização da dor e administrar analgésicos conforme prescrição. Intervenções, controle da dor com técnicas de relaxamento e educação sobre o uso dos analgésicos. Essas respostas foram baseadas nos diagnósticos de enfermagem pelo livro Nanda e as intervenções pelo Nic. TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no Sistema Cardiovascular DIA: 30/08/2024 Aula: 3 Roteiro: 1 Este estudo de caso também foi na mesma aula, porém foi apenas para fazer em casa com isso as seguintes aspectos foram observados: 1- O que deve ser priorizado no exame clínico? Deve ser prioridade, os sinais e sintomas relacionados à insuficiência cardíaca descompensada e à perfusão de órgãos vitais. E observar e monitorar frequência cardíaca, pressão arterial, sinais de congestão pulmonar e periférica, estado de consciência e presença de edema. Estes parâmetros refletem a perfusão e oxigenação dos tecidos, que são fundamentais no tratamento de insuficiência cardíaca. 2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Os parâmetros importantes säo: Creatinina e Ureia, indicadores da função renal importante, pois a função renal é frequentemente afetada na insuficiência cardíaca.Hemoglobina e Hematócrito, a anemia pode tornar os sintomas de insuficiência cardíaca devido à redução da capacidade de transporte de oxigênio. Eletrólitos (Na+, K+), devem ser monitorados, pois alterações podem ocorrer. Colesterol (LDL, HDL, Triglicerídeos), para avaliar o risco cardiovascular e monitorar o controle da dislipidemia, que é um fator de risco para doenças cardíacas. Esses parâmetros se correlacionam com a patologia, pois, refletem a função dos órgãos que podem ser afetados pela insuficiência cardíaca e pela medicação. 3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Alguns dos fármacos mencionados säo: Dobutamina, agente inotrópico utilizado para aumentar a contractilidade cardíaca, os cuidados incluem monitorar pressão arterial e frequência cardíaca. Furosemida, diurético de alça usado para reduzir o excesso de líquido, monitorar balanço hídrico, peso diário, eletrólitos, e sinais de desidratação. Carvedilol, beta-bloqueador que reduz a frequência cardíaca e pressão arterial, os cuidados incluem monitorar a frequência cardíaca, pressão arterial, e observar sinais de bradicardia. Sinvastatina, reduz os níveis de colesterol, orientar o paciente a tomar à noite e monitorar enzimas hepáticas. Omeprazol, protetor gástrico, verificar a necessidade de administração em jejum e possíveis efeitos colaterais. 4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? Com base no livro Nanda e Nic, alguns diagnósticos e intervenções relevantes para esta paciente incluem: Débito Cardíaco Diminuído, a intervenções é o monitoramento cardiovascular, monitorar frequência cardíaca, ritmo e pressão arterial e terapia com medicamentos, administrar medicamentos conforme prescrição e monitorar efeitos colaterais. Excesso de Volume de Líquidos, suas intervenções são manejo de líquidos, monitorar balanço hídrico, administrar diuréticos conforme prescrição e restringir ingestão hídrica e monitoramento de peso, avaliar o peso diário para verificar a retenção de líquidos. Intolerância à Atividade, intervenções a serem feitas encorajamento de repouso, incentivar períodos de descanso e evitar esforço físico intenso e controle de sinais vitais, monitorar os sinais vitais antes e após a atividade física para avaliar a tolerância. Ansiedade Relacionada à Condição Crônica e Tratamento as intervenções para este diagnóstico devem ser a redução da ansiedade, proporcionar apoio emocional, esclarecer dúvidas sobre o tratamento, e incentivar a expressão de sentimentos e terapia de relaxamento, ensinar técnicas de relaxamento para reduzir a ansiedade. TÍTULO DO ROTEIRO: Preparo e Administração de Medicamentos DIA: 30/11/2024 Aula: 4 Roteiro: 1 Este roteiro foi deixado para ser explicado na última aula, pois complementava o roteiros 13 e 14. Nesta aula a professora explicou que tem maneiras e formas de serem feitas de acordo com o tipo de via. Nesse procedimento será utilizado as luvas de procedimento, seringa, agulha, swabou algodão umedecidos com álcool 70 %, copo graduado e bandeja . Antes de começar falando de como é o processo vamos entender um pouco sobre as agulhas, seringas e vias de aplicação. Vamos começar falando dos tamanhos das seringas, temos de 1ml, 3ml, 5ml, 10ml, 20ml. A seringa de 1ml é conhecida como seringa de insulina, nela se marca em unidade internacional 100ui, cada 10ui equivale a 0,1ml, ou seja, 1ui é igual a 0,01ml. Já a seringa de 3ml cada linha de graduação equivale a 0,1ml. A de 5ml cada linha e graduação tem 0,2ml, assim também vale para a de 10ml. Já a de 20ml cada linha e graduação tem capacidade de 1ml. A seringa é composta por partes sendo elas a bico, corpo, empunhadura, botão de pressão e êmbulo. Figura 8 – Partes da Seringa Fonte: Enfermagemfoco Já a agulha é composta por haste, bizel, canhão (parte colorida), ponta de encaixe. As agulhas tem vários calibre (diâmetro) Figura 9- Partes da Agulha Fonte: site.usp Figura10 – Calibre das agulhas Fonte: Cirurgica Gralha Azul As vias de administração de medicamento são por via oral, via subcutânea, via intramuscular e via intra derma. A via oral é a mais comum e usada para medicamentos de ação sistémica que podem ser absorvidos pelo trato gastrointestinal, como analgésicos, antibióticos e anti- hipertensivo. O procedimento consiste em verificar alergias, auxiliar o paciente a permanecer em decúbito elevado, oferecer o medicamento em um copo graduado e garantir a ingestão com líquido suficiente. É ideal para pacientes conscientes, com capacidade de deglutição, sendo contra indicada em casos de vómitos, alterações de consciência ou obstrução esofágica. A via subcutânea é utilizada para medicamentos de liberação lenta ou prolongada, como insulina e anticoagulante. O procedimento envolve expor a área de aplicação (abdômen, parte anterior das coxas ou braços), limpar o local com álcool 70%, formar uma prega cutânea e inserir a agulha em ângulo de 90° (ou 45° em pacientes com pouca gordura subcutânea). Aspira-se para evitar vasos sanguíneos, aplica-se a medicação lentamente, e o local é pressionado após a retirada da agulha. É contra indicada em pacientes com alterações na pele ou tecido subcutâneo no local da aplicação. A via intramuscular é indicada para medicamentos que exigem absorção mais rápida, como vacinas, analgésicos potentes e vitaminas. O procedimento consiste em escolher o local de aplicação (deltóide, vasto lateral ou glúteo), limpar a pele com álcool 70%, formar uma prega muscular, inserir a agulha em ângulo de 90°, aspirar para evitar vaso sanguíneo, e injeta o medicamento lentamente. Após a aplicação, aplica-se leve pressão no local. É contra indicada em pacientes com lesões musculares, distúrbios de coagulação ou em áreas de infecção. Os locais de aplicação pela via intra muscular são, deltóide, ventroglúteo, dorso glúteo e vasto lateral. Os calibres das agulhas costumam ser 30x7mm no local ventroglúteo e dorsoglúteo, 25x7mm no local deltóide e vasto lateral da coxa e 25x6mm no vasto lateral da coxa. A via intradérmica é utilizada principalmente para testes de sensibilidade, como testes alérgicos e a aplicação da tuberculina (PPD), além de vacinas específicas, como a BCG. Nessa via, o medicamento é administrado na camada mais superficial da pele, geralmente na região anterior do antebraço, onde a pele é fina e facilita a visualização da resposta local. O procedimento consiste em higienizar as mãos, limpar a área com álcool 70% e, com uma seringa de pequeno volume (1 mL) e uma agulha fina e curta (como a 13x4,5 mm), introduzir o bisel da agulha quase paralelamente à pele, em um ângulo de aproximadamente 10° a 15°. O líquido é injetada lentamente, formando uma pápula visível na pele, que indica a correta administração. Após a aplicação, a área não deve ser massageado para evitar a dispersão do medicamento. Essa via é preferida para substâncias que precisam de uma absorção lenta e local, além de proporcionar uma resposta imunológica ou diagnóstico preciso. É contra indicada em locais com lesões, inflamações ou infecções na pele. A técnica requer precisão, pois a aplicação incorreta pode afetar os resultados esperados, especialmente em testes diagnósticos. A escolha da via de administração deve sempre considerar o tipo de medicamento, a condição clínica do paciente e a rapidez de ação desejada. TÍTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasogástrica DIA: 28/09/2024 Aula: 5 Roteiro: 1 Inserção de sonda nasogástrica é um procedimento que consiste em fazer a introdução de uma sonda flexível pelas narinas, chegando até o estômago. Tem como objetivo fazer a nutrição enteral ou seja, administrar alimento líquidos em pacientesque não tem condições de se alimentar pela boca, pode ser feita também para drenagem gástrica onde se faz a remoção de conteúdo gástrico em casos de obstrução intestinal, distensão abdominal ou intoxicação, pode ser feita a descompressão para alívio de pressão gástrica causada por líquidos ou gases, administração de medicamento quando não é viável a via oral. Esse procedimento é feito de forma asséptica e requer monitoramento e cuidados para não haver complicações. Matérias utilizados no procedimento são: sonda gástrica ( observar os tamanhos a se usar de acordo com paciente, tamanhos são de 4 até 24), seringas, gaze, material para fixação, fita adesiva, estetoscópio, luva de procedimento, papel toalha, coletor de sistema aberto. Figura 11- Materiais Para A Inserção De Sonda Nasogástrica Fonte: Slide Serve O procedimento deve se começa com a higienização das mãos, verificar informações do paciente, se apresentar, separar os matérias, explicar para o paciente o procedimento e pedir a cooperação, colocar o paciente na posição de fowler, caso tenha suspeita de lesão de coluna deve se fazer em decúbito dorsal horizontal, colocar as luvas, fazer a higiene das narinas, verificar as narinas se não tem nenhuma anormalidade, proteger o tórax com o papel toalha, medir o comprimento da sonda ( da ponta do nariz até o lóbulo da orelha e descer até a apêndice xifoide e marcar a sonda com pedaço de esparadrapo), fazer a lubrificação de mais ou menos 10cm da sonda, pedir para o paciente flertir a cabeça encostando o queixo no tórax, e indo introduzindo devagar a sonda pela narinas até chegar na epiglote, solitário ao paciente fazer movimentos de deglutição, voltar a cabeça para posição ereta e continuar inserindo as sonda até a marcação, conectar uma seringa de 20ml e fazer a aspiração para confirmar se a sonda está no estômago, injeta 10ml de ar pela sonda e fazer a ausculta na região gástrica para ter certeza de seu posicionamento, fazer a fixação da sonda na narina do paciente, adaptar um sistema aberto na extremidade da sonda para se caso precise de drenagem, recolher todo material, realize a desinfecção da bandeja, fazer a higienização das mãos, fazer a checagem da prescrição médica e anotação de enfermagem. TÍTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasoentérica DIA: 28/09/2024 Aula: 6 Roteiro: 1 Inserção de sonda nasoentérica(SNE) é procedimento que consiste em fazer a inserção de uma sonda flexível pelas narinas, até o intestino delgado. Geralmente é utilizada quando tem necessidade de nutrição ou administração de medicamento diretamente no intestino. Ele tem como objetivo fazer nutrição enteral prolongada onde irá fornecer nutrientes em paciente que tem risco de aspiração ou incapacidade de absorver nutrientes pelo estômago, pode se fazer também a administração de medicamento quando a via oral ou gástrica não é viável, descompressão ou drenagem intestinal em caso de obstruções intestinais. É um procedimento invasivo , que deve ser realizado com técnica estéril e monitoramento contínuo para garantir a segurança do paciente. Matérias utilizados são bandeja, luva de procedimento, sonda de poliuretano ou silicone ( tamanhos de 6 a 12, dependendo do tipo de paciente), xilicaína gel, seringa 20ml, solução salina 0,9%, gaze, estetoscópio, toalha, fita adesiva hipoalergênica. Figura 12- Sonda poliretano ou silicone Fonte: Vixhospitalar Para a inserção de sonda nasoentérica (SNE), inicia-se higienizando as mãos, verifaicando informações do paciente, se apresentando, separe o material, explique o procedimento ao paciente, solicitando sua colaboração, caso esteja consciente. O paciente deve ser posicionado em decúbito dorsal elevado ou sentado, com cuidado para casos de lesão na coluna (utilizar decúbito dorsal horizontal). Higienize as mãos novamente, coloque as luvas de procedimento e faça a higiene das narinas, observando se há possíveis problemas e anomalias, protege o tórax com uma toalha e medeo comprimento da sonda, do nariz ao lóbulo da orelha e ao apêndice xifoide, marcando com fita adesiva. Injeta água na sonda (caso o fio guia não seja pré-lubrificado), introduz-se o fio guia e lubrifica-se cerca de 10 cm da sonda com xilocaína gel, peça ao paciente que flete a cabeça, encostando o queixo no tórax, enquanto a sonda é introduzida suavemente pela narina ou cavidade oral, dirigindo-a para trás e para baixo. O paciente deve deglutir para facilitar a passagem da sonda, que segue suavemente até o ponto marcado, com uma seringa de 20 mL à extremidade da sonda para aspirar e confirmar o posicionamento gástrico. Injetam 10 mL de ar e faça a ausculta no quadrante superior esquerdo com um estetoscópio para verificar o posicionamento; caso não seja efetivo, ajusta a posição do paciente e introduza mais 10-15 cm. Retira o fio guia, tracionando firmemente enquanto se mantém a sonda estável, e verifica a posição no duodeno, injetando 20 mL de ar e observando o retorno com dificuldade. A sonda é fixada com adesivo micropor. Após higienizar as mãos e faça a desinfecção da bandeja, verifica a prescrição médica, registra a anotação de enfermagem e encaminha o paciente para controle radiológico, aguardando a liberação médica para uso da sonda. Após a explicação dos roteiro 5 e 6 a professora demostrou como se fazia na prática com auxilio dos alunos . TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no Sistema Digestório DIA: 28/09/2024 Aula: 7 Roteiro: 1 Para responder às perguntas foi utilizado os livros Nic e Nanda. 1- O que deve ser priorizado no exame clínico? É fundamental priorizar sinais e sintomas relacionados à dor intensa (devido à pancreatite aguda), estado hemodinâmico (pressão arterial e frequência cardíaca), respiratório (presença de dispneia), além da monitorização da diurese e presença de sinais de desidratação ou choque. Avaliar também a resposta à analgesia e à hidratação é essencial. 2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Os parâmetros importantes são: Amilase e lipase elevadas, indica pancreatite aguda. Glicose elevada, impacto pancreático na regulação glicêmica. Leucócitos aumentados, indicam inflamação ou infecção. Eletrólitos (Na, K, Ca): desequilíbrios podem afetar o estado clínico e estão associados a complicações da pancreatite. A correlação é a gravidade da inflamação pancreática e possíveis complicações sistêmicas. 3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Alguns dos fármacos são: para analgesia (Tramal, Dimorf), faz o controle rigoroso da dor com observação para possíveis efeitos colaterais, como depressão respiratória. Antieméticos (Zofran, Buscopan composto), para o alívio de náuseas e vômitos, monitorar a resposta e possíveis reações adversas. Hidratação intravenosa, manter o paciente hidratado e monitorar sinais de sobrecarga de volume. Antibióticos (Meronem), administração conforme prescrito para prevenir infecções; observar sinais de reação alérgica. Insulina, para controle de glicemia, monitorar valores de glicemia capilar regularmente. 4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? Os diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções foram, dor aguda relacionada à pancreatite, com a intervenções de fazer o monitoramento e registrar a intensidade da dor, administrar analgésicos conforme prescrição e oferecer conforto. Déficit de volume de líquidos relacionado a perdas gastrointestinais e inflamação, administrar fluidos intravenosos conforme prescrição, monitorar balanço hídrico e sinais vitais. Risco de desequilíbrio eletrolítico devido à pancreatite, monitorar níveis de eletrólitos,ajustar a terapia conforme resultados laboratoriais. Risco de infecção relacionado ao uso de SNG e catéter venoso, manter a assepsia nos procedimentos, observar sinais de infecção e febre. TÍTULO DO ROTEIRO: Sondagem Vesical De Demora – Feminina DIA: 26/10/2024 Aula: 8 Roteiro: 1 Sondagem vesical de demora feminina é um procedimento no qual insere uma sonda pela uretra até a bexiga para fazer a drenagem da urina de forma contínua, sendo maneira por um logo período de tempo. À sonda é fixada através de um balonete inflável na bexiga que impede seu deslocamento. A sondagem vesical de demora é recomendado para diversas situações como : retenção urinária aguda ou crônicas (quando a paciente não consegue eliminar a urina de forma espontânea), monitoramento de débito urinário (paciente criticou ou cirurgias grandes) , controle de incontinência urinária (pacientes com restrições de movimento ou uso de dispositivo que impede a eliminação de urina), entre outros. Matéria utilizados nesse procedimento são: pacote de cateterismo urinário, EPI, solução antisséptica clorexidina aquosa 1%, sonda vesical tipo folley, tubo de lidocaína geleia a 2% lacrado, sistema coletor fechado, seringas de 10 e 20ml, duas agulhas, ampola de agua destilada, fixação de sonda, compressa de gaze esterilizada, algodão, álcool 70%, matérias para higiene íntima, biombo se necessário Figura 13 – Materiais de Sondagem Vesical De Demora Fonte: Youtube Para realizar a sondagem vesical de demora feminina, comece higienizando as mãos, verificar informações do paciente, se apresente, reúne os materiais, explicando o procedimento e peça a cooperação, posiciona o biombo caso necessário , realize a higiene íntima e, após higienize as mãos novamente, posiciona a paciente em decúbito dorsal, com joelhos fletidos, afastados e pés apoiados na cama, coloque os EPIs, o pacote de cateterismo é aberto entre as pernas da paciente em diagonal, adicionando a solução antisséptica na cúpula e organizando o material no campo estéril. O lacre do tubo de lidocaína é desinfetado, perfurado com agulha estéril e a lidocaína é despejada sobre a gaze. Com luvas estéreis, realiza a desinfecção da ampola de água destilada, aspirando 20 mL com seringa para testar o balão da sonda, conecta a sonda ao coletor, certificando de que o clamp está fechado, lubrifica cerca de 7 cm da sonda, faça a antissepsia da região genital onde é realizada separando os pequenos lábios com a mão não dominante e limpando os grandes lábios, pequenos lábios e meato uretral com algodões descartáveis. A sonda lubrificada é introduzida pelo meato uretral até checar o fluxo urinário. O balão é insuflado com o volume recomendado pelo fabricante e a sonda é levemente tracionada até encontrar resistência. Em seguida, fixa a sonda na face ântero-lateral da coxa e a bolsa coletora é posicionada abaixo do nível da bexiga. Após remover as luvas e higienizar as mãos, registra no prontuário a data, hora, tipo de sonda, volume e aspecto da urina, garantindo o monitoramento adequado do procedimento. Cateterismo urinário de alívio é a mesma técnica so que não se infla o balão, é apenas para drenar a urina e depois retirar a sonda. TÍTULO DO ROTEIRO: Sondagem Vesical De Demora – Masculina DIA: 26/10/2024 Aula: 9 Roteiro: 1 Sondagem vesical de demora masculino é um procedimento invasiva que consiste introduzir uma sonda flexível através da uretra até a bexiga, que se mantém através de um balonete inflável. Ela é indicada para diversas situações como retenção urinária aguda ou crônica ( quando o paciente não consegue esvaziar a bexiga de forma espontânea), pós operatório de cirurgia ( cirurgias abdominais, pélvicas ou urológicas, para evitar a distensão da bexiga), monitoramento do débito urinário ( como pacientes críticos como internados na UTI), controle de incontinência urinária ( como movimentos reduzido e cuidados paliativos), tratamento de obstrução uretrais ( como hiperplasia prostática benigna ou câncer) e drenagem de urina em caso de infecção ou trauma ( para reduzir o acumulo de urina na bexiga e previnir complicações) . Os matérias que são utilizados são os mesmos da sondagem vesical de demora feminina Para a realização da sondagem vesical de demora, faça a higienização das mãos, verifique as informações do paciente, separe o material necessário, explicando o procedimento e solicitando cooperação. Posiciona um biombo caso necessário , realiza a higiene íntima, higienize as mãos novamente e coloca o paciente em decúbito dorsal, com pernas estendidas e ligeiramente afastadas. O pacote de cateterismo é aberto entre as pernas do paciente , adiciona a solução antisséptica na cúpula, e o restante do material é disposto no campo estéril, com luvas, a ampola de água destilada é desinfetada, aspirando 20 mL para teste do balão da sonda. A sonda é conectada ao coletor, certificando que o clamp está fechado, a lidocaína em gel é preparada e colocada no corpo da seringa, sem remoção do ar. Após dispor os materiais, realiza antissepsia da região genital com clorexidina aquosa, afastando o prepúcio e utilizando algodões para limpeza da glande e do meato em movimentos circulares. Lidocaína é introduzida pelo meato antes da sonda, que é cuidadosamente inserida até sua bifurcação (“Y”). Verifica o fluxo urinário, insufla o balão com o volume recomendado pelo fabricante e traciona a sonda levemente até encontrar resistência. O prepúcio é reposicionado, a sonda é fixada na região suprapúbica com o ângulo peniano-escrotal ajustado, e a bolsa coletora é fixada abaixo do nível da bexiga. Resíduos de antisséptico e gel são removidos, luvas descartadas e higienização das mamão novamente, marcar a data, hora, calibre da sonda, volume e aspecto da urina no prontuário. E assim como na mulher tem o cateterismo urinário de alívio no homem também tem, o procedimento é igual da sondagem vesical de demora, porém não se infla o balonete e assim que é feito a drenagem da urina retira a sonda. Após a explicação dos roteiro sobre sondagem vesical de demora feminino e maculino a professora pediu para que dois alunos fizesse uma demonstração de como é feito na prática. TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica E Discussão De Caso Com Enfoque No Sistema Renal DIA: 26/10/2024 Aula: 10 Roteiro: 1 1- O que deve ser priorizado no exame clínico? A prioridade no exame clínico deve incluir: estado respiratório, monitorar a saturação de oxigênio (SatO2), auscultar os pulmões para identificar murmúrios vesiculares ou crepitações, avaliar a mecânica ventilatória e a necessidade de ajuste nos parâmetros ventilatórios (PEEP, FiO2). Sinais de perfusão, avaliar sinais vitais, como pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC), além de sinais periféricos de perfusão, como ausência de cianose e tempo de enchimento capilar. Estado renal, observar o débito urinário e sinais de oligúria, além da qualidade da urina (aspecto concentrado). Estado hemodinâmico, verificar estabilidade hemodinâmica e sinais de choque séptico. Avaliação da mucosite, identificar extensão do sangramento e lesões em mucosas, comuns no quadro de mucosite secundária à quimioterapia. 2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Os parâmetros laboratoriais mais relevantes incluem: função renal, creatinina e ureia elevados, indicando insuficiência renal aguda. Hematologia, hemoglobina e hematócrito demonstrando anemia. Leucócitos e neutrófilos, indicando neutropenia grave. Plaquetas, sugerindo trombocitopenia grave, com risco de sangramento. Eletrólitos e equilíbrioácido-base, agnésio, potássio, sódio, monitorar alterações metabólicas, pH arterial e lactato, sugerindo acidose metabólica e hipoperfusão tecidual (indicativa de sepse). Marcadores inflamatórios, proteína C reativa elevada (não mencionada nos dados, mas sugerida pelo quadro de sepse). Correlação com a patologia, one o quadro de sepse levou à necrose tubular aguda e à insuficiência renal, agravada por neutropenia e trombocitopenia secundárias à quimioterapia e à leucemia mieloide aguda. 3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Os principais fármacos: targocid e tazocin, antibióticos de amplo espectro, monitorar sinais de alergia, função renal e parâmetros laboratoriais para ajuste de doses. Metronidazol, tratamento de infecções anaeróbias, monitorar distúrbios gastrintestinais e hepatotoxicidade. Granulokine, estimulador de neutrófilos, avaliar resposta hematológica e possíveis reações adversas, como febre ou dor óssea. Albumina humana, expansor de volume, monitorar sobrecarga de volume e sinais de alergia. Ambisome, antifúngico, monitorar função hepática e renal. Biotene e Nistatina, tratamento tópico da mucosite, aplicar de acordo com prescrição, avaliar resposta e sinais de melhora. 4- Quais diagnósticos de enfermagem e possíveis intervenções? Os diagnósticos e intervenções são: risco de infecção relacionado à neutropenia e imunossupressão, manutenção de precauções de isolamento, administração de agentes estimuladores da medula óssea (Granulokine), monitoramento rigoroso de sinais de infecção. Débito cardíaco diminuído relacionado à sepse e disfunção orgânica, monitoramento hemodinâmico contínuo, administração de albumina para manutenção de volume circulante, ajuste do suporte ventilatório conforme parâmetros. Risco de desequilíbrio eletrolítico relacionado à insuficiência renal aguda, monitoramento dos eletrólitos séricos e função renal, administração de soluções intravenosas conforme prescrição. Nutrição desequilibrada menor que as necessidades corporais relacionada à mucosite e suporte ventilatório, administração de nutrição parenteral, cuidados com a SNE para prevenir obstrução ou lesões. Risco de integridade da pele prejudicada relacionado à imobilidade e uso de dispositivos, troca de decúbito regular, inspeção e cuidados da pele. O resultados obtidos para a resposta das pergunta foram através do Nanda e do Nic. TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica E Discussão De Caso Com Enfoque No Sistema Neurológico DIA: 26/10/2024 Aula: 11 Roteiro: 1 1- O que deve ser priorizado no exame clínico? No exame clínico deve se priorizar os seguintes exames, nível de consciência onde faz a avaliação pela Escala de Coma de Glasgow (ECG) para identificar alterações neurológicas. Força muscular, identificar déficits motores. Reflexos, testar reflexos profundos e superficiais para detectar disfunções neurológicas. Pupilas, analisar tamanho, reatividade à luz e simetria (sinais de isquemia ou compressão cerebral). Padrão respiratório, alterações podem indicar comprometimento do tronco encefálico. Sensibilidade, avaliar a resposta a estímulos dolorosos e táteis. 2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? O Exames laboratórios que devem ser observados são: glicemia, hipoglicemia ou hiperglicemia podem afetar a função cerebral. Gasometria arterial, identifica alterações nos níveis de oxigênio e dióxido de carbono que podem afetar o sistema nervoso central. Hemograma, identifica sinais de infecção, como meningite ou encefalite. Eletrólitos, hipocalemia ou hipernatremia podem causar disfunções neurológicas. Provas de coagulação, importantes em casos de AVC isquêmico ou hemorrágico. LCR (Líquido Cefalorraquidiano), alterações podem indicar infecções ou patologias inflamatórias no sistema nervoso central. 3- Quais as características dos fármacos e os cuidados de enfermagem? Alguns dos fármacos prescritos e cuidados: Dormonid (midazolam), sedação; monitorar sedação e parâmetros respiratórios. Fentanil, analgesia, monitorar sinais de depressão respiratória e dor. Hidantal (fenitoína), controle de crises convulsivas; monitorar nível sérico e sinais de toxicidade. Insulina, controle glicêmico, monitorar glicemia capilar regularmente. Decadron (dexametasona), redução do edema cerebral, observar sinais de efeitos colaterais como hiperglicemia. Antibióticos (cefazolina), prevenção/tratamento de infecção, observar reações adversas e infecção local. 4- Quais diagnósticos de enfermagem e possíveis intervenções? Os diagnósticos foram: Déficit no autocuidado, relacionado a fraqueza muscular ou alterações no nível de consciência. Risco de queda, devido à instabilidade ou déficits neurológicos. Risco de perfusão cerebral ineficaz, relacionado a isquemia ou trauma craniano. Já as intervenções são: Monitorar sinais vitais e nível de consciência regularmente, posicionar o paciente em decúbito elevado para melhorar a drenagem venosa cerebral, administrar medicamentos conforme prescrição, observando sinais de toxicidade, educar a família sobre os cuidados necessários e prognóstico do paciente. Os resultado paras as perguntas foram obtidos através dos livros Nada e Nic TÍTULO DO ROTEIRO: Curativo DIA: 30/11/2024 Aula: 12 Roteiro: 1 Curativo é um procedimento técnico que envolve desde limpeza, proteção e até cobertura das feridas ou lesões na pele. O curativo tem como objetivo a cicatrização, prevenir infecções e proteger áreas lesionadas. Este procedimento é indicado para diversos fatores como feridas abertas (cortes, lacerações, lesão por pressão, queimadura, ou cirurgias), pós operatório ( para proteger incisões e evitar infecções), traumas( como picada de animais peçonhento ou hematomas), entre outros. Este procedimento tem diversas finalidades como promover a cicatrização, protege contra infecções , absorver extrusado, reduzir dor e desconforto, evitar traumas adicionais. Os matérias a serem utilizados são pacote de curativo, gaze estéril, soro fisiológico e fita adesiva e pomada( caso necessário, conforme o tipo de lesão/ferida). Figura 14 – Materiais de Curativo Fonte: Sportfirstaid Para a realização do curativo, inicia higienizando as mãos para evitar contaminação cruzada, verifica as informações do paciente, se apresente e reúne o material necessário, explique o procedimento ao paciente, expondo apenas a área a ser tratada, abra o pacote de curativos utilizando técnica específica para manuseio de materiais esterilizados, posicionado os cabos das pinças voltados para as bordas do campo. As gazes são colocadas no campo estéril com técnica asséptica e preparadas com a pinça anatômicas, formando a “boneca de gaze” com auxílio da pinça Kocker, o retire adesivo aderido à pele com a pinça dente-de-rato, apoiando a pele com a “boneca de gaze” e descolando primeiro o lado distal e, depois, o proximal, deserte o curativo antigo e a pinça dente-de-rato é posicionada na borda do campo, não sendo reutilizada no procedimento. A lesão é limpa utilizando a pinça Kocker com gaze umedecida no soro fisiológico, realizando antissepsia do local menos contaminado para o mais contaminado, descartando cada gaze após o uso. Após a limpeza, a lesão é coberta com gazes utilizando a pinça anatômicas, fixando com fita adesiva. Retire o material utilizado lave as mãos novamente procedimento é registrado em anotação de enfermagem. Em casos de uso de pomada faça a aplicação antes de cobrir a ferida/lesao. A professora fez uma demonstração em uma sutura no boneco sintético para observarmos como era feito. TÍTULODO ROTEIRO: Punção Venosa Periférica DIA: 30/11/2024 Aula: 13 Roteiro: 1 Punção venosa é um procedimento invasivo que consiste em introduzir uma agulha ou catéter na via periférica ou central, tendo como objetivo o acesso ao sistema venoso. Este processo é utilizado muitas vezes para coleta de sangue, administração de medicamento, infusão de fluídos, transfusão sanguínea e nutrição parenteral. Matérias a serem utilizados são: bandeja, luva de procedimento, garrote, algodão ou gazes, álcool etílico 70%, scalp ou outro dispositivo venoso, fita hipoalergênicos. Figura 15 – Materiais para Punção Venosa Periférica Fonte: Pinterest Para realizar a punção venosa, separe todo o material em uma bandeja e leva até o quarto do paciente, colocando na mesa auxiliar, verifique as informa do paciente, se apresenta e explique o procedimento, faça a higienização das mãos e coloque as luvas de procedimento. Escolhe o local de acesso venoso, expõe a área e avalia as condições das veias. Garroteia o membro cerca de 5 a 10 cm acima do local da punção para facilitar a dilatação da veia, orientando o paciente a manter o braço imóvel. O local é higienizado com álcool 70% em movimentos circulares do centro para a periferia por 30 segundos, com o algodão seco próximo, a pele é tracionada para baixo com o polegar e o dispositivo venoso é inserido com o bisel voltado para cima, em ângulo de 30° a 45°, em direção à veia, observe o refluxo sanguíneo, solte o garrote, verifica se tem sinais de infiltração, hematoma ou desconforto, fixa o dispositivo com fita hipoalérgica, as luvas são descartadas, o material recolhido, Deixando tudo organizado e higienizado. Finaliza o procedimento lavando as mãos e registrando as informações no prontuário, incluindo o dispositivo utilizado e observações relevantes. Em aula foi feito punsäo em um braço sintético, com o passo a passo de como tem que ser feito esse procedimento. TÍTULO DO ROTEIRO: Medicação Via Intravenosa (Iv) DIA: 30/11/2024 Aula: 14 Roteiro: 1 Medicação via intravenosa é um procedimento que consiste em em administra medicamento diretamente na corrente sanguínea, através de um acesso venoso, geralmente é utilizada quando precisa de rapidez de ação ou quando nenhuma outra via é viável. A medicação intravenosa é usada quando se tem emergência médica, paciente em estado grave, im compatibilidade com outras vias ou infusão de grandes volumes. Este tipo de procedimento é utilizado pois tem rápida absorção e efeito imediato, administração continua, controle preciso e compatibilidade com fluidos. Os matérias a ser utilizados são: bandeja, luva de procedimento, garrote, seringa com medicação prescrita, algodão, álcool 70%, agulha 40x12, torneirinha, tubo extensor 20cm, scalp ou outro dispositivo venoso. Figura 16 – Materiais De Medicação Via Intravenosa (Iv) Fonte: wikihow Para a administração de medicação por via venosa, começa conferindo as prescrições médica e de enfermagem, preparando a etiqueta de identificação com o nome do paciente, leito, medicamento, dose, horário e via de administração. Após higienizar as mãos, separe o material necessário em uma bandeja, limpa o frasco ou ampola com algodão umedecidos em álcool 70% e realiza a aspiração do medicamento, colar a etiqueta de identificação no medicamento. Leve a bandeja ao quarto do pacientes,na mesa auxiliar, cheque se as informações do paciente corresponde ao da etiqueta, se apresenta e explique o procedimento, higienize as mãos e calça as luvas de procedimento, desconecta a agulha de proteção da seringa, conecta na seringa ao acesso venoso, protege a tampinha da torneirinha, bloqueia a infusão de soro e realize a aspiração do êmbolo até obter refluxo de sangue. O medicamento é injetado no tempo recomendado, observando se há sinais de infiltração, hematomas ou queixas de desconforto. No final, restabelece a infusão de soro com o gotejamento prescrito, coloca a tampinha de proteção da torneirinha, descarta a seringa e a agulha em local apropriado, retire as luvas, lava a bandeja e higienize as mãos. O procedimento é finalizado checando o horário da administração na prescrição médica e registrando na anotação de enfermagem. TÍTULO DO ROTEIRO: Banho No Leito DIA: 30/11/2024 Aula: 15 Roteiro: 1 Banho no leito é um processo que se faz a higiene de um paciente que está acamado e impossibilitado de se locomover ou realizar a sua própria higiene, tem como principal objetivo promover a limpeza e conforto do paciente, ela é feita nos pacientes que estão acamados, pacientes com risco de queda, cuidados paliativos e em isolamento. Os materiais são: luva de procedimento, toalha, biombo, roupa de cama, comadre, bacia com água morna, sabão líquido/sabonete, jarro com água, hamper, matérias para tricotomia, higiene oral e cortador de unhas. Figura 17- Materia para Banho No Leito Fonte: enfermagemilustrada Para realizar o banho no leito, higienize as mãos, orienta o paciente sobre o procedimento e protege sua privacidade com um biombo. Reúne os materiais necessários, incluindo o hamper, e caloque as luvas. A roupa de cama é desprendida, e o paciente é despido por etapas para evitar exposição. Lava uma região de cada vez, na sequência: rosto, orelhas, pescoço, região dorsal e nádegas, enxugando cuidadosamente. Em seguida, o paciente é colocado em decúbito dorsal, parcialmente vestido, e os membros inferiores são higienizados, começando pelo membro oposto ao profissional. Realize a higiene íntima, caso o paciente não consiga fazer, veste o paciente com pijama ou camisola, e a roupa de cama é trocada, com a cama devidamente arrumada. As luvas são descartadas em local apropriado, e o ambiente é organizado, colocando as roupas sujas no hamper. Após higienizar as mãos, registra na anotação de enfermagem o procedimento realizado e as observações feitas durante o banho. ATIVIDADES OBRIGATÓRIA DE AULA PRÁTICA REFERÊNCIAS: 1. Aspiramax. Aspirador Clínico de Secreção MA520-60. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.aspiramax.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 2. Boas Práticas em Experimentação Animal. Volumes, pH e calibre das agulhas. 02 nov. 2024. Disponível em: https://www.boaspraticas.com. Acesso em: 02 dez. 2024. 3. Cirúrgica Gralha Azul. Agulha Descartável Injex. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.cirurgicagralhaazul.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 4. Cirúrgica Paulista. Fluxômetro para Oxigênio 015 LPM Fêmea Protec. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.cirurgicapaulista.com/fluxometro. Acesso em: 02 dez. 2024. 5. Daru. Micronebulizador Ad. p/O2 (Nebulizador). 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.daru.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 6. Enfermagem Foco. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.enfermagemfoco.com. Acesso em: 02 dez. 2024. 7. Enfermagem Ilustrada. Materiais para Banho no Leito. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.enfermagemilustrada.com.br. Acesso em: 04 dez. 2024. 8. Med Alpha Hospitalar. Sonda Aspiração Traqueal N°14 C/20. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.medalpha.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 9. NANDA. Livro NANDA Presencial. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.nanda.org. Acesso em: 04 dez. 2024. 10. NOC. Livro NOC Presencial. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.noc.org. Acesso em: 04 dez. 2024 11. Portal do Médico. Umidificador para Oxigênio Sem Máscara/Extensão 250ml Protec. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.portaldomedico.com. Acesso em: 02 dez. 2024. 12. PowerPoint Presentation. Sondagem nasogástrica, sondagem nasoenteral, sondagem retal. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.ppt.com/sondagem.Acesso em: 04 dez. 2024. 13. Romed. Umidificador O2 c/Extensão e Máscara Venturi. 02 dez. 2024. Disponível em: https://www.romed.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 14. Suture Pack Standard Single Use. Sports Hall Medical Supplies. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.sportshallmedicalsupplies.com. Acesso em: 04 dez. 2024. 15. VIX Hospitalar. Sonda Alim N12 Poliuretano 0229T Taylor. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.vixhospitalar.com.br. Acesso em: 04 dez. 2024. 16. YouTube. Como Administrar Medicação por via Intravenosa. 04 dez. 2024. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=BlsCAEbGVeo. Acesso em: 04 dez. 2024.