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UNIVERSIDAE PAULISTA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermgem 
 
DISCIPLINA: Propedeutica e Proceso de Cuidar na Saúede do Adulto 
 
NOME DO ALUNO: Beatriz de Cstro Oliveira 
 
RA: 2417373 
 
POLO: Americana 
 
DATA: 04/ 12/ 2024
 
INTRODUÇÃO: 
Neste relatório será apresentado diversos conteúdos voltados para o cuidado da 
saúde de adultos, principalmente nos ambientes hospitalares, onde abrange técnica de 
enfermagem, que foram ensinados e entendidos cada uma das técnicas na prática, sendo 
as técnicas: oxigenoterapia, aspiração endotraqueal, preparo e administração de 
medicamentos, sondagens, curativos, punção venosa periférica, banho no leito. Cada um 
dos conteúdo citados foi compreendido e feito na prática a execução do procedimento, 
enfatizando sempre as boas práticas de higiene e segurança do paciente e do 
profissional. 
Oxigenioterapia é utilizada para corrigir a hipoxemia e também a melhora da 
oxigenação tecidual em paciente com a insuficiência respiratória, podendo ser por 
doença pulmonares crônicas ou situações emergenciais, como parada respiratória. 
Aspiração endotraqueal é feita para manter as vias aéreas livres de secreções, 
ajudando a melhorar o padrão respiratório dos paciente e coletar secreções para exames 
laboratoriais. 
Preparo e Administrador de medicamentos é um procedimento onde garante que 
o paciente recebe as doses corretas e seguras, sempre respeitando as técnicas assépticas 
e as via de administração apropriada para determinado procedimento, as vias de 
administração que foram vista foram : intramuscular, subcutânea, oral, sublingual, 
endovenosa, intradérmica. 
Sondagem nasogástrica é um procedimento que tem como função fazer a 
drenagem de conteúdo gástrico, ja na sondagem nasoentérica tem como objetivo de 
fornecer nutrição enteral. 
Sondagem vesical de demora é a técnica de inserção de sonda que requer 
assepsia rigorosa, esse procedimento auxilia no controle da diurese e no manejo de 
retenção urinária, sendo realizada em pacientes masculinos e femininos. 
Curativo é feito para promover a cicatrização e prevenir infecções em feridas 
com diversas etiologias. 
Banho no leito são cuidados básicos que promove a higiene, conforto e bem 
estar do paciente que está acamado, além de prevenir lesões por pressão. 
Além dos conteúdo também foi visto e apresentado várias orientações 
específicas para diferentes procedimentos e discussões de caso clínico, com foco em 
 
sistema respiratório, cardiovascular, digestório, neurológico e renal. Baseado em estudo 
de casos e diagnósticos de enfermagem, com ênfase na correta observação e intervenção 
durante o cuidados. 
Esses tópicos forneceram necessários para uma visão abrangente sobre as 
habilidades essenciais que um profissional de enfermagem deve dominar para garantir a 
segurança e o bem-estar dos pacientes durante os cuidados hospitalares. 
Este relatório por completo será utilizado apenas, imagens da internet, 
entendimento perante as explicação da professora em sala e a utilização dos livros 
Nanda e Nic para os estudos de caso. 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Oxigenoterapia 
DIA: 30/08/2024 Aula: 1 Roteiro: 1 
 A professora começou explicando sobre a oxigenoterapia por catéter nasal, 
neste conteúdo vimos como é feito o procedimento, quais materiais se utiliza, quando 
que é feito esse procedimento e algumas observações importante. 
A oxigenoterapia por catéter nasal é um método utilizado para fornecer 
oxigênio diretamente as vias respiratórias através de um catéter (tubo fino) que é 
inserido nas narinas, é indicado para pacientes que precisa de complementação de 
oxigênio devido a alguma condição como insuficiência respiratória, apneia do sono, 
doença pulmonar crônica, perfusão tecidual e até mesmo uma acidose respiratória, 
entre outras. 
No procedimento começamos pela higienização das mãos, separamos os 
matérias, se apresentamos para o paciente, verificamos a identidade do paciente 
(nome e data de Nascimento) preparamos o umidificador com água destilada até o 
nível indicado, e depois conectar o cateter, após isso explique para o paciente e para 
acompanhante (se houver) o procedimento, conectar o umidificado no oxigênio pelo 
fluxometro, colocar as luvas de procedimento, limpar as narinas do paciente com 
gazes e soro fisiológico, ajustar o catéter óculos, abrir o fluxômetro regulando a 
quantidade de oxigênio por litros por minuto de acordo com a prescrição medicica. 
Matérias que se utiliza no procedimento são umidificador, água destilada, 
fluxometro, luvas de procedimento, soro fisiológico, cateter nasal (4, 6, 8, 10), 
matérias para verificação de sinais vitais (estetoscópio, esfigmomanômetro, 
termômetro, oxímetro de pulso) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 1- umidificador 
 
Fonte: Portal do Médico 
Figura 2 – cacteter nasal 
 
Fonte: Indavias 
Figura 3 – Fluxometro 
 
Fonte: Cirurgica Paulista 
 
Sempre é importante fazer o monitoramento contínuo, observar a saturação de 
oxigênio (SpO2), regularmente para garantir que o paciente esteja recebendo a 
https://www.portaldomedico.com/produto/umidificador-para-oxigenio-sem-mascaraextencao-250ml-protec
 
quantidade adequada de oxigênio. Verificar se o paciente está confortável com o 
catéter e ajuste conforme necessário. 
 Evitar fluxos de oxigênio acima de 4 litros por minuto, pois podem causar 
ressecamentos e irritação nasal. O uso prolongado de oxigênio deve ser por 
prescrição médica. 
A equipe de enfermagem deve observar e anotar sempre os sinais que o 
paciente apresenta ( perfusão periférica, frequência respiratório e cardíaca, alterações 
de pressão sanguínea, alterações em nível de consciência e padrão respiratório). 
Depois vimos a oxigenoterapia por máscara de nebulização de venturi que é 
utilizada para administração de oxigênio em concentrações precisas de 24% a 60%, 
essa oxigenoterapia é indicado para casos de insuficiência respiratória 
(principalmente paciente com dpoc, onde o controle de fração de oxigênio inspirado é 
crítico. 
No procedimento começamos pela higienização das mãos, separamos os 
matérias, se apresentamos para o paciente, após verificamos a identidade do paciente 
(nome e data de Nascimento) colocamos em posição fowler, manter o sistema e 
conectar o nebulizador na rede de oxigênio pelo fluxometro, colocar água destilado 
até o nível indicado colocar as luvas de procedimento, abrir o fluxômetro que regula 
a quantidade de oxigênio em litros por minuto, de acordo com a prescrição médica, 
ou a indicação do conector da máscara de Venturi, colocar a máscara sobre a face do 
paciente delicadamente e ajustar o cadarço ou elástico para fixá-la, sempre verificar o 
paciente e verificar a pressão arterial, o pulso e a frequência respiratória, observar a 
prescrição médica e fazer anotações necessárias na prescrição de enfermagem. 
Matérias que se utiliza no procedimento é nebulizador ou umidificador 
(venturi), traqueia ou extensão, adaptador de venturi com diferentes porcentagem de 
oxigênio, máscara, fluxometro, água destilada, cadarço ou elástico, matérias para 
observar sinais vitais. 
 
 
 
 
 
 
Figura 4- materais para oxigenioteapia por máscara de nebulização de 
 venturi 
 
Fonte: Romed 
Alguns cuidados importates são: nunca administrar altas concentrações de O2 
sem indicação, principalmente em pacientes com retenção de CO2 (tem risco de 
depressão respiratória). Garantir que o adaptador correto esteja sendo usado. 
Monitorar continuamente a saturação e sinais vitais do paciente. 
E por último vimos a Oxigenioterapia por inalação que tem como principal 
objetivo Umidificar as vias aéreas, fluidificar as secreções do trato respiratório, 
facilitar sua eliminação e auxiliar no tratamento medicamentoso de doenças 
pulmonares. 
Para ser feito esse procedimentoé preciso sempre começar higienizando as 
mãos, verificar o paciente (nome e data de nascimento) se apresentar e explicar para 
o paciente o procedimento, separar os materiais, e começar a montagem do 
despositivo, colocar de 3 a 5ml de soro fisiológico e/ou medicação prescrita pelo 
médico, conecta o tubo extensor e liga o fluxômetro abri-lo entre 5 a 7 l/min, pedir 
para que o paciente respirar normalmente, pedir para o paciente forçar a tosse para 
que saia a secreção 
Matériais que se utiliza são; inalador, ampola de soro fisiológico, 
medicamento prescrito e fluxômetro. 
 
 
Figura 5- inalaor 
 
 
Fonte: Prohospital 
 
Após ver os três tipos de oxigenoterapia na teoria , fizemos uma dinâmica que 
consistia em dividir a sala em três grupos , a professora colocou em lousa três casos e 
cada grupo teve que fazer uma simulação perante ao que dizia no caso, nesta 
simulação foi preciso dizer qual o tipo e oxigenoterapia seria usado, quais materias 
precisaria , e qual seria o possível diagnóstico que o paciente poderia ter. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Aspiração Endotraqueal 
DIA: 30/08/2024 Aula: 2 Roteiro: 1 
 
Depois da oxigenoterapia vimos sobre a aspiração endotraqueal que é um 
procedimento utilizado para remover secreções acumuladas nas vias aéreas inferiores, 
garantindo a permeabilidade, melhorando o padrão respiratório, proporcionando 
conforto e preparando o paciente para extubação ou coleta de secreção para exames 
laboratoriais. Tendo como objetivo manter as vias aéreas desimpedidas, melhorar o 
padrão respiratório e o conforto do paciente. 
Os matérias que se utiliza nesse procedimento são: Aspirador portátil ou sistema 
de aspiração, sonda de aspiração, luvas de procedimento estéreis, equipamentos de 
Proteção Individual (EPI): máscara, óculos de proteção, avental, recipiente com água 
potável. 
Figra 6- Aspirador Portátil 
 
Fonte: Hospinet 
Figura 7- Sonda de Aspiração 
 
Fonte: Medapha 
 
 
No procedimento iniciamos com a higienização da mãos, confirmamos se é o 
paciente ( com nome e data de nascimento), se apresentamos e explica o procedimento e 
pede se colaboração ao paciente, separe os matérias, coloque os equipamentos de 
segurança individual, fazer o testar os equipamentos de aspiração, conectar a sonda à 
extremidade de extensão, ligar o aspirador, oferecer oxigênio caso não houver contra 
indicação, pegar a sonda estéril com a mão dominante, desconectar a rede de ventilador 
ou nebulizador com a mão não dominante, introduzir a sonda de aspiração na canela 
endotraqueal ou da traqueostomia sem sucção até encontrar uma resistência ou tosse, 
traciona a sonda 1cm antes de iniciar a aspiração, Realize a sucção com movimentos 
circulares, tampando a válvula da sonda com o polegar, e retire-a lentamente, limitando 
o tempo de aspiração a 10-15 segundos. Reconecte o circuito ao paciente com a mão 
não dominante e repita o procedimento, se necessário, incluindo a aspiração das vias 
aéreas superiores. Após o término, limpe o sistema aspirando água potável, deixe o 
aspirador montado com a extremidade protegida, descarte luvas e EPIs, recolha os 
materiais, organize a unidade, higienize as mãos e registre o procedimento e 
interferências. 
Alguns cuidados importantes é monitorar desconforto, cianose, evitar água 
diretamente nas vias aéreas devido ao risco de broncoespasmo, queda de saturação ou 
sangramento; interromper se necessário. Deixe o paciente descansar pelo menos 30s 
entre uma aspiração e outra. 
O calibre da sonda não deve ter um diâmetro maior que metade do tubo traqueal 
(exemplo: tubo de 8 mm -> sonda nº 14 com diâmetro de 4 mm). 
 
Após aprender e compreender todo o conteúdo teórico a professora demostrou 
como se fazia na prática uma aspiração e deixou livre para fazermos depois. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no Sistema 
Respiratório – Oncológico 
Neste estudo de caso foi difícil de compreender como teria que ser feito, pois foi 
o primeiro contato, fizemos uma roda de debate com a professora para poder entender 
melhor sobre o caso com isso em casa cheguei nas seguinte conclusão: 
 
1- O que deve ser priorizado no exame clínico? 
No exame clínico, deve priorizar: avaliação respiratória, pelo diagnóstico de 
câncer de pulmão, é essencial avaliar a função respiratória, saturação de oxigênio, 
presença de cianose e padrão de respiração. Sinais de metástase, observar possíveis 
linfonodos aumentados e sintomas de disseminação da doença. Sintomas sistêmicos, 
verificar sinais de fadiga, dor e quaisquer efeitos adversos das terapias, como 
quimioterapia e radioterapia. 
 
2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? 
Qual a correlação com a patologia? 
Os parâmetros laboratoriais que devem ser observados säo: CEA (antígeno 
carcinoembrionário), usado como marcador tumoral para monitorar a resposta ao 
tratamento oncológico. Desidrogenase lática (LDH), indicador de lesão celular e pode 
estar aumentado em neoplasias. Hemograma completo, importante para detectar 
leucopenia e neutropenia, comuns em pacientes em tratamento quimioterápico, além de 
plaquetas para avaliar a coagulação. 
Esses parâmetros devem ser sempre observado, pois, ajudam a monitorar o 
impacto do câncer e o efeito dos tratamentos. 
 
3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de 
enfermagem? 
Alguns dos fármacos mencionados säo: Vinorelbina e Gemcitabina 
(quimioterapia), os cuidados incluem monitoramento para efeitos colaterais como 
náuseas, vómitos, e mielossupressão. A enfermagem deve controlar os sinais vitais e 
realizar exames laboratoriais para ajustar as doses conforme necessário. Gabapentina, é 
utilizada para dor neuropática, o enfermeiro deve observar sinais de tontura e sonolência 
e educar o paciente sobre o uso seguro. Dexametasona, säo corticosteroide que requer 
 
monitoramento de glicemia e pressão arterial, pois pode causar hiperglicemia e 
hipertensão. 
 
4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? 
Os diagnósticos de enfermagem e as intervenções possíveis são: 
 Padrão respiratório ineficaz, monitorar o padrão respiratório e a saturação de 
oxigênio. Intervenções, controle da oxigenoterapia e posicionamento para facilitar a 
respiração. 
Risco de infecção, devido à imunossupressão causada pela quimioterapia. 
Intervenções, higiene rigorosa das mãos, uso de técnicas assépticas e isolamento 
protetor, se necessário. 
Dor aguda, monitorar a intensidade e a localização da dor e administrar 
analgésicos conforme prescrição. Intervenções, controle da dor com técnicas de 
relaxamento e educação sobre o uso dos analgésicos. 
Essas respostas foram baseadas nos diagnósticos de enfermagem pelo livro 
Nanda e as intervenções pelo Nic. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no 
Sistema Cardiovascular 
DIA: 30/08/2024 Aula: 3 Roteiro: 1 
 
Este estudo de caso também foi na mesma aula, porém foi apenas para fazer 
em casa com isso as seguintes aspectos foram observados: 
1- O que deve ser priorizado no exame clínico? 
 Deve ser prioridade, os sinais e sintomas relacionados à insuficiência 
cardíaca descompensada e à perfusão de órgãos vitais. E observar e monitorar 
frequência cardíaca, pressão arterial, sinais de congestão pulmonar e periférica, 
estado de consciência e presença de edema. Estes parâmetros refletem a perfusão e 
oxigenação dos tecidos, que são fundamentais no tratamento de insuficiência 
cardíaca. 
 
2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser 
observados? Qual a correlação com a patologia? 
Os parâmetros importantes säo: Creatinina e Ureia, indicadores da função 
renal importante, pois a função renal é frequentemente afetada na insuficiência 
cardíaca.Hemoglobina e Hematócrito, a anemia pode tornar os sintomas de 
insuficiência cardíaca devido à redução da capacidade de transporte de oxigênio. 
Eletrólitos (Na+, K+), devem ser monitorados, pois alterações podem ocorrer. 
Colesterol (LDL, HDL, Triglicerídeos), para avaliar o risco cardiovascular e 
monitorar o controle da dislipidemia, que é um fator de risco para doenças cardíacas. 
Esses parâmetros se correlacionam com a patologia, pois, refletem a função 
dos órgãos que podem ser afetados pela insuficiência cardíaca e pela medicação. 
 
3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados 
de enfermagem? 
Alguns dos fármacos mencionados säo: Dobutamina, agente inotrópico 
utilizado para aumentar a contractilidade cardíaca, os cuidados incluem monitorar 
 
pressão arterial e frequência cardíaca. Furosemida, diurético de alça usado para 
reduzir o excesso de líquido, monitorar balanço hídrico, peso diário, eletrólitos, e 
sinais de desidratação. Carvedilol, beta-bloqueador que reduz a frequência cardíaca e 
pressão arterial, os cuidados incluem monitorar a frequência cardíaca, pressão 
arterial, e observar sinais de bradicardia. Sinvastatina, reduz os níveis de colesterol, 
orientar o paciente a tomar à noite e monitorar enzimas hepáticas. Omeprazol, 
protetor gástrico, verificar a necessidade de administração em jejum e possíveis 
efeitos colaterais. 
 
4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis 
intervenções? 
Com base no livro Nanda e Nic, alguns diagnósticos e intervenções relevantes 
para esta paciente incluem: Débito Cardíaco Diminuído, a intervenções é o 
monitoramento cardiovascular, monitorar frequência cardíaca, ritmo e pressão arterial 
e terapia com medicamentos, administrar medicamentos conforme prescrição e 
monitorar efeitos colaterais. 
Excesso de Volume de Líquidos, suas intervenções são manejo de líquidos, 
monitorar balanço hídrico, administrar diuréticos conforme prescrição e restringir 
ingestão hídrica e monitoramento de peso, avaliar o peso diário para verificar a 
retenção de líquidos. 
Intolerância à Atividade, intervenções a serem feitas encorajamento de 
repouso, incentivar períodos de descanso e evitar esforço físico intenso e controle de 
sinais vitais, monitorar os sinais vitais antes e após a atividade física para avaliar a 
tolerância. 
Ansiedade Relacionada à Condição Crônica e Tratamento as intervenções 
para este diagnóstico devem ser a redução da ansiedade, proporcionar apoio 
emocional, esclarecer dúvidas sobre o tratamento, e incentivar a expressão de 
sentimentos e terapia de relaxamento, ensinar técnicas de relaxamento para reduzir a 
ansiedade. 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Preparo e Administração de Medicamentos 
DIA: 30/11/2024 Aula: 4 Roteiro: 1 
 
Este roteiro foi deixado para ser explicado na última aula, pois 
complementava o roteiros 13 e 14. 
Nesta aula a professora explicou que tem maneiras e formas de serem feitas 
de acordo com o tipo de via. 
Nesse procedimento será utilizado as luvas de procedimento, seringa, agulha, 
swabou algodão umedecidos com álcool 70 %, copo graduado e bandeja . 
Antes de começar falando de como é o processo vamos entender um pouco 
sobre as agulhas, seringas e vias de aplicação. 
Vamos começar falando dos tamanhos das seringas, temos de 1ml, 3ml, 5ml, 
10ml, 20ml. 
A seringa de 1ml é conhecida como seringa de insulina, nela se marca em 
unidade internacional 100ui, cada 10ui equivale a 0,1ml, ou seja, 1ui é igual a 
0,01ml. Já a seringa de 3ml cada linha de graduação equivale a 0,1ml. A de 5ml cada 
linha e graduação tem 0,2ml, assim também vale para a de 10ml. Já a de 20ml cada 
linha e graduação tem capacidade de 1ml. 
A seringa é composta por partes sendo elas a bico, corpo, empunhadura, botão 
de pressão e êmbulo. 
Figura 8 – Partes da Seringa 
 
 
Fonte: Enfermagemfoco 
Já a agulha é composta por haste, bizel, canhão (parte colorida), ponta de 
encaixe. As agulhas tem vários calibre (diâmetro) 
Figura 9- Partes da Agulha 
 
Fonte: site.usp 
Figura10 – Calibre das agulhas 
 
Fonte: Cirurgica Gralha Azul 
 As vias de administração de medicamento são por via oral, via subcutânea, 
via intramuscular e via intra derma. 
 
A via oral é a mais comum e usada para medicamentos de ação sistémica que 
podem ser absorvidos pelo trato gastrointestinal, como analgésicos, antibióticos e anti-
hipertensivo. O procedimento consiste em verificar alergias, auxiliar o paciente a 
permanecer em decúbito elevado, oferecer o medicamento em um copo graduado e 
garantir a ingestão com líquido suficiente. É ideal para pacientes conscientes, com 
 
capacidade de deglutição, sendo contra indicada em casos de vómitos, alterações de 
consciência ou obstrução esofágica. 
 
A via subcutânea é utilizada para medicamentos de liberação lenta ou 
prolongada, como insulina e anticoagulante. O procedimento envolve expor a área de 
aplicação (abdômen, parte anterior das coxas ou braços), limpar o local com álcool 
70%, formar uma prega cutânea e inserir a agulha em ângulo de 90° (ou 45° em 
pacientes com pouca gordura subcutânea). Aspira-se para evitar vasos sanguíneos, 
aplica-se a medicação lentamente, e o local é pressionado após a retirada da agulha. É 
contra indicada em pacientes com alterações na pele ou tecido subcutâneo no local da 
aplicação. 
A via intramuscular é indicada para medicamentos que exigem absorção mais 
rápida, como vacinas, analgésicos potentes e vitaminas. O procedimento consiste em 
escolher o local de aplicação (deltóide, vasto lateral ou glúteo), limpar a pele com álcool 
70%, formar uma prega muscular, inserir a agulha em ângulo de 90°, aspirar para evitar 
vaso sanguíneo, e injeta o medicamento lentamente. Após a aplicação, aplica-se leve 
pressão no local. É contra indicada em pacientes com lesões musculares, distúrbios de 
coagulação ou em áreas de infecção. 
Os locais de aplicação pela via intra muscular são, deltóide, ventroglúteo, dorso 
glúteo e vasto lateral. Os calibres das agulhas costumam ser 30x7mm no local 
ventroglúteo e dorsoglúteo, 25x7mm no local deltóide e vasto lateral da coxa e 25x6mm 
no vasto lateral da coxa. 
A via intradérmica é utilizada principalmente para testes de sensibilidade, como 
testes alérgicos e a aplicação da tuberculina (PPD), além de vacinas específicas, como a 
BCG. Nessa via, o medicamento é administrado na camada mais superficial da pele, 
geralmente na região anterior do antebraço, onde a pele é fina e facilita a visualização 
da resposta local. 
O procedimento consiste em higienizar as mãos, limpar a área com álcool 70% 
e, com uma seringa de pequeno volume (1 mL) e uma agulha fina e curta (como a 
13x4,5 mm), introduzir o bisel da agulha quase paralelamente à pele, em um ângulo de 
aproximadamente 10° a 15°. O líquido é injetada lentamente, formando uma pápula 
visível na pele, que indica a correta administração. Após a aplicação, a área não deve ser 
massageado para evitar a dispersão do medicamento. 
Essa via é preferida para substâncias que precisam de uma absorção lenta e 
 
local, além de proporcionar uma resposta imunológica ou diagnóstico preciso. É contra 
indicada em locais com lesões, inflamações ou infecções na pele. A técnica requer 
precisão, pois a aplicação incorreta pode afetar os resultados esperados, especialmente 
em testes diagnósticos. 
A escolha da via de administração deve sempre considerar o tipo de 
medicamento, a condição clínica do paciente e a rapidez de ação desejada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasogástrica 
DIA: 28/09/2024 Aula: 5 Roteiro: 1 
 
Inserção de sonda nasogástrica é um procedimento que consiste em fazer a 
introdução de uma sonda flexível pelas narinas, chegando até o estômago. Tem como 
objetivo fazer a nutrição enteral ou seja, administrar alimento líquidos em pacientesque 
não tem condições de se alimentar pela boca, pode ser feita também para drenagem 
gástrica onde se faz a remoção de conteúdo gástrico em casos de obstrução intestinal, 
distensão abdominal ou intoxicação, pode ser feita a descompressão para alívio de 
pressão gástrica causada por líquidos ou gases, administração de medicamento quando 
não é viável a via oral. 
Esse procedimento é feito de forma asséptica e requer monitoramento e cuidados 
para não haver complicações. 
 
Matérias utilizados no procedimento são: sonda gástrica ( observar os tamanhos 
a se usar de acordo com paciente, tamanhos são de 4 até 24), seringas, gaze, material 
para fixação, fita adesiva, estetoscópio, luva de procedimento, papel toalha, coletor de 
sistema aberto. 
Figura 11- Materiais Para A Inserção De Sonda Nasogástrica 
 
Fonte: Slide Serve 
 
O procedimento deve se começa com a higienização das mãos, verificar 
informações do paciente, se apresentar, separar os matérias, explicar para o paciente o 
 
procedimento e pedir a cooperação, colocar o paciente na posição de fowler, caso tenha 
suspeita de lesão de coluna deve se fazer em decúbito dorsal horizontal, colocar as 
luvas, fazer a higiene das narinas, verificar as narinas se não tem nenhuma 
anormalidade, proteger o tórax com o papel toalha, medir o comprimento da sonda ( da 
ponta do nariz até o lóbulo da orelha e descer até a apêndice xifoide e marcar a sonda 
com pedaço de esparadrapo), fazer a lubrificação de mais ou menos 10cm da sonda, 
pedir para o paciente flertir a cabeça encostando o queixo no tórax, e indo introduzindo 
devagar a sonda pela narinas até chegar na epiglote, solitário ao paciente fazer 
movimentos de deglutição, voltar a cabeça para posição ereta e continuar inserindo as 
sonda até a marcação, conectar uma seringa de 20ml e fazer a aspiração para confirmar 
se a sonda está no estômago, injeta 10ml de ar pela sonda e fazer a ausculta na região 
gástrica para ter certeza de seu posicionamento, fazer a fixação da sonda na narina do 
paciente, adaptar um sistema aberto na extremidade da sonda para se caso precise de 
drenagem, recolher todo material, realize a desinfecção da bandeja, fazer a higienização 
das mãos, fazer a checagem da prescrição médica e anotação de enfermagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasoentérica 
DIA: 28/09/2024 Aula: 6 Roteiro: 1 
 
Inserção de sonda nasoentérica(SNE) é procedimento que consiste em fazer a 
inserção de uma sonda flexível pelas narinas, até o intestino delgado. Geralmente é 
utilizada quando tem necessidade de nutrição ou administração de medicamento 
diretamente no intestino. Ele tem como objetivo fazer nutrição enteral prolongada onde 
irá fornecer nutrientes em paciente que tem risco de aspiração ou incapacidade de 
absorver nutrientes pelo estômago, pode se fazer também a administração de 
medicamento quando a via oral ou gástrica não é viável, descompressão ou drenagem 
intestinal em caso de obstruções intestinais. É um procedimento invasivo , que deve ser 
realizado com técnica estéril e monitoramento contínuo para garantir a segurança do 
paciente. 
Matérias utilizados são bandeja, luva de procedimento, sonda de poliuretano ou 
silicone ( tamanhos de 6 a 12, dependendo do tipo de paciente), xilicaína gel, seringa 
20ml, solução salina 0,9%, gaze, estetoscópio, toalha, fita adesiva hipoalergênica. 
Figura 12- Sonda poliretano ou silicone 
 
Fonte: Vixhospitalar 
Para a inserção de sonda nasoentérica (SNE), inicia-se higienizando as mãos, 
verifaicando informações do paciente, se apresentando, separe o material, explique o 
procedimento ao paciente, solicitando sua colaboração, caso esteja consciente. O 
paciente deve ser posicionado em decúbito dorsal elevado ou sentado, com cuidado para 
 
casos de lesão na coluna (utilizar decúbito dorsal horizontal). Higienize as mãos 
novamente, coloque as luvas de procedimento e faça a higiene das narinas, observando 
se há possíveis problemas e anomalias, protege o tórax com uma toalha e medeo 
comprimento da sonda, do nariz ao lóbulo da orelha e ao apêndice xifoide, marcando 
com fita adesiva. Injeta água na sonda (caso o fio guia não seja pré-lubrificado), 
introduz-se o fio guia e lubrifica-se cerca de 10 cm da sonda com xilocaína gel, peça ao 
paciente que flete a cabeça, encostando o queixo no tórax, enquanto a sonda é 
introduzida suavemente pela narina ou cavidade oral, dirigindo-a para trás e para baixo. 
O paciente deve deglutir para facilitar a passagem da sonda, que segue suavemente até o 
ponto marcado, com uma seringa de 20 mL à extremidade da sonda para aspirar e 
confirmar o posicionamento gástrico. Injetam 10 mL de ar e faça a ausculta no 
quadrante superior esquerdo com um estetoscópio para verificar o posicionamento; caso 
não seja efetivo, ajusta a posição do paciente e introduza mais 10-15 cm. Retira o fio 
guia, tracionando firmemente enquanto se mantém a sonda estável, e verifica a posição 
no duodeno, injetando 20 mL de ar e observando o retorno com dificuldade. A sonda é 
fixada com adesivo micropor. Após higienizar as mãos e faça a desinfecção da bandeja, 
verifica a prescrição médica, registra a anotação de enfermagem e encaminha o paciente 
para controle radiológico, aguardando a liberação médica para uso da sonda. 
 
Após a explicação dos roteiro 5 e 6 a professora demostrou como se fazia na 
prática com auxilio dos alunos . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica e Discussão de Caso com Enfoque no 
Sistema Digestório 
DIA: 28/09/2024 Aula: 7 Roteiro: 1 
 
Para responder às perguntas foi utilizado os livros Nic e Nanda. 
1- O que deve ser priorizado no exame clínico? 
É fundamental priorizar sinais e sintomas relacionados à dor intensa (devido à 
pancreatite aguda), estado hemodinâmico (pressão arterial e frequência cardíaca), 
respiratório (presença de dispneia), além da monitorização da diurese e presença de 
sinais de desidratação ou choque. Avaliar também a resposta à analgesia e à hidratação 
é essencial. 
2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser 
observados? Qual a correlação com a patologia? 
Os parâmetros importantes são: Amilase e lipase elevadas, indica pancreatite aguda. 
Glicose elevada, impacto pancreático na regulação glicêmica. Leucócitos aumentados, 
indicam inflamação ou infecção. Eletrólitos (Na, K, Ca): desequilíbrios podem afetar o 
estado clínico e estão associados a complicações da pancreatite. A correlação é a 
gravidade da inflamação pancreática e possíveis complicações sistêmicas. 
 
3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de 
enfermagem? 
 Alguns dos fármacos são: para analgesia (Tramal, Dimorf), faz o 
controle rigoroso da dor com observação para possíveis efeitos colaterais, como 
depressão respiratória. Antieméticos (Zofran, Buscopan composto), para o alívio de 
náuseas e vômitos, monitorar a resposta e possíveis reações adversas. Hidratação 
intravenosa, manter o paciente hidratado e monitorar sinais de sobrecarga de volume. 
Antibióticos (Meronem), administração conforme prescrito para prevenir infecções; 
observar sinais de reação alérgica. Insulina, para controle de glicemia, monitorar valores 
de glicemia capilar regularmente. 
 
4- Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis 
intervenções? 
Os diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções foram, dor aguda 
relacionada à pancreatite, com a intervenções de fazer o monitoramento e registrar a 
 
intensidade da dor, administrar analgésicos conforme prescrição e oferecer conforto. 
Déficit de volume de líquidos relacionado a perdas gastrointestinais e inflamação, 
administrar fluidos intravenosos conforme prescrição, monitorar balanço hídrico e sinais 
vitais. Risco de desequilíbrio eletrolítico devido à pancreatite, monitorar níveis de 
eletrólitos,ajustar a terapia conforme resultados laboratoriais. Risco de infecção 
relacionado ao uso de SNG e catéter venoso, manter a assepsia nos procedimentos, 
observar sinais de infecção e febre. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Sondagem Vesical De Demora – Feminina 
DIA: 26/10/2024 Aula: 8 Roteiro: 1 
 
Sondagem vesical de demora feminina é um procedimento no qual insere uma 
sonda pela uretra até a bexiga para fazer a drenagem da urina de forma contínua, sendo 
maneira por um logo período de tempo. À sonda é fixada através de um balonete 
inflável na bexiga que impede seu deslocamento. A sondagem vesical de demora é 
recomendado para diversas situações como : retenção urinária aguda ou crônicas 
(quando a paciente não consegue eliminar a urina de forma espontânea), monitoramento 
de débito urinário (paciente criticou ou cirurgias grandes) , controle de incontinência 
urinária (pacientes com restrições de movimento ou uso de dispositivo que impede a 
eliminação de urina), entre outros. 
 
Matéria utilizados nesse procedimento são: pacote de cateterismo urinário, EPI, 
solução antisséptica clorexidina aquosa 1%, sonda vesical tipo folley, tubo de lidocaína 
geleia a 2% lacrado, sistema coletor fechado, seringas de 10 e 20ml, duas agulhas, 
ampola de agua destilada, fixação de sonda, compressa de gaze esterilizada, algodão, 
álcool 70%, matérias para higiene íntima, biombo se necessário 
 
Figura 13 – Materiais de Sondagem Vesical De Demora 
 
Fonte: Youtube 
 
Para realizar a sondagem vesical de demora feminina, comece higienizando as 
mãos, verificar informações do paciente, se apresente, reúne os materiais, explicando o 
 
procedimento e peça a cooperação, posiciona o biombo caso necessário , realize a 
higiene íntima e, após higienize as mãos novamente, posiciona a paciente em decúbito 
dorsal, com joelhos fletidos, afastados e pés apoiados na cama, coloque os EPIs, o 
pacote de cateterismo é aberto entre as pernas da paciente em diagonal, adicionando a 
solução antisséptica na cúpula e organizando o material no campo estéril. O lacre do 
tubo de lidocaína é desinfetado, perfurado com agulha estéril e a lidocaína é despejada 
sobre a gaze. Com luvas estéreis, realiza a desinfecção da ampola de água destilada, 
aspirando 20 mL com seringa para testar o balão da sonda, conecta a sonda ao coletor, 
certificando de que o clamp está fechado, lubrifica cerca de 7 cm da sonda, faça a 
antissepsia da região genital onde é realizada separando os pequenos lábios com a mão 
não dominante e limpando os grandes lábios, pequenos lábios e meato uretral com 
algodões descartáveis. A sonda lubrificada é introduzida pelo meato uretral até checar o 
fluxo urinário. O balão é insuflado com o volume recomendado pelo fabricante e a 
sonda é levemente tracionada até encontrar resistência. Em seguida, fixa a sonda na face 
ântero-lateral da coxa e a bolsa coletora é posicionada abaixo do nível da bexiga. Após 
remover as luvas e higienizar as mãos, registra no prontuário a data, hora, tipo de sonda, 
volume e aspecto da urina, garantindo o monitoramento adequado do procedimento. 
 
Cateterismo urinário de alívio é a mesma técnica so que não se infla o balão, é 
apenas para drenar a urina e depois retirar a sonda. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Sondagem Vesical De Demora – Masculina 
DIA: 26/10/2024 Aula: 9 Roteiro: 1 
 
Sondagem vesical de demora masculino é um procedimento invasiva que 
consiste introduzir uma sonda flexível através da uretra até a bexiga, que se mantém 
através de um balonete inflável. Ela é indicada para diversas situações como retenção 
urinária aguda ou crônica ( quando o paciente não consegue esvaziar a bexiga de forma 
espontânea), pós operatório de cirurgia ( cirurgias abdominais, pélvicas ou urológicas, 
para evitar a distensão da bexiga), monitoramento do débito urinário ( como pacientes 
críticos como internados na UTI), controle de incontinência urinária ( como 
movimentos reduzido e cuidados paliativos), tratamento de obstrução uretrais ( como 
hiperplasia prostática benigna ou câncer) e drenagem de urina em caso de infecção ou 
trauma ( para reduzir o acumulo de urina na bexiga e previnir complicações) . 
 
Os matérias que são utilizados são os mesmos da sondagem vesical de demora 
feminina 
 
Para a realização da sondagem vesical de demora, faça a higienização das mãos, 
verifique as informações do paciente, separe o material necessário, explicando o 
procedimento e solicitando cooperação. Posiciona um biombo caso necessário , realiza a 
higiene íntima, higienize as mãos novamente e coloca o paciente em decúbito dorsal, 
com pernas estendidas e ligeiramente afastadas. O pacote de cateterismo é aberto entre 
as pernas do paciente , adiciona a solução antisséptica na cúpula, e o restante do 
material é disposto no campo estéril, com luvas, a ampola de água destilada é 
desinfetada, aspirando 20 mL para teste do balão da sonda. A sonda é conectada ao 
coletor, certificando que o clamp está fechado, a lidocaína em gel é preparada e 
colocada no corpo da seringa, sem remoção do ar. Após dispor os materiais, realiza 
antissepsia da região genital com clorexidina aquosa, afastando o prepúcio e utilizando 
algodões para limpeza da glande e do meato em movimentos circulares. Lidocaína é 
introduzida pelo meato antes da sonda, que é cuidadosamente inserida até sua 
bifurcação (“Y”). Verifica o fluxo urinário, insufla o balão com o volume recomendado 
pelo fabricante e traciona a sonda levemente até encontrar resistência. O prepúcio é 
reposicionado, a sonda é fixada na região suprapúbica com o ângulo peniano-escrotal 
ajustado, e a bolsa coletora é fixada abaixo do nível da bexiga. Resíduos de antisséptico 
 
e gel são removidos, luvas descartadas e higienização das mamão novamente, marcar a 
data, hora, calibre da sonda, volume e aspecto da urina no prontuário. 
E assim como na mulher tem o cateterismo urinário de alívio no homem também 
tem, o procedimento é igual da sondagem vesical de demora, porém não se infla o 
balonete e assim que é feito a drenagem da urina retira a sonda. 
 
Após a explicação dos roteiro sobre sondagem vesical de demora feminino e 
maculino a professora pediu para que dois alunos fizesse uma demonstração de como é 
feito na prática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica E Discussão De Caso Com Enfoque No 
Sistema Renal 
DIA: 26/10/2024 Aula: 10 Roteiro: 1 
 
1- O que deve ser priorizado no exame clínico? 
A prioridade no exame clínico deve incluir: estado respiratório, monitorar a 
saturação de oxigênio (SatO2), auscultar os pulmões para identificar murmúrios 
vesiculares ou crepitações, avaliar a mecânica ventilatória e a necessidade de ajuste nos 
parâmetros ventilatórios (PEEP, FiO2). Sinais de perfusão, avaliar sinais vitais, como 
pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC), além de sinais periféricos de perfusão, 
como ausência de cianose e tempo de enchimento capilar. Estado renal, observar o 
débito urinário e sinais de oligúria, além da qualidade da urina (aspecto concentrado). 
Estado hemodinâmico, verificar estabilidade hemodinâmica e sinais de choque séptico. 
Avaliação da mucosite, identificar extensão do sangramento e lesões em mucosas, 
comuns no quadro de mucosite secundária à quimioterapia. 
 
2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser 
observados? Qual a correlação com a patologia? 
Os parâmetros laboratoriais mais relevantes incluem: função renal, creatinina e 
ureia elevados, indicando insuficiência renal aguda. Hematologia, hemoglobina e 
hematócrito demonstrando anemia. Leucócitos e neutrófilos, indicando neutropenia 
grave. Plaquetas, sugerindo trombocitopenia grave, com risco de sangramento. 
Eletrólitos e equilíbrioácido-base, agnésio, potássio, sódio, monitorar alterações 
metabólicas, pH arterial e lactato, sugerindo acidose metabólica e hipoperfusão tecidual 
(indicativa de sepse). Marcadores inflamatórios, proteína C reativa elevada (não 
mencionada nos dados, mas sugerida pelo quadro de sepse). Correlação com a 
patologia, one o quadro de sepse levou à necrose tubular aguda e à insuficiência renal, 
agravada por neutropenia e trombocitopenia secundárias à quimioterapia e à leucemia 
mieloide aguda. 
 
3- Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de 
enfermagem? 
Os principais fármacos: targocid e tazocin, antibióticos de amplo espectro, 
monitorar sinais de alergia, função renal e parâmetros laboratoriais para ajuste de doses. 
 
Metronidazol, tratamento de infecções anaeróbias, monitorar distúrbios gastrintestinais 
e hepatotoxicidade. Granulokine, estimulador de neutrófilos, avaliar resposta 
hematológica e possíveis reações adversas, como febre ou dor óssea. Albumina humana, 
expansor de volume, monitorar sobrecarga de volume e sinais de alergia. Ambisome, 
antifúngico, monitorar função hepática e renal. Biotene e Nistatina, tratamento tópico da 
mucosite, aplicar de acordo com prescrição, avaliar resposta e sinais de melhora. 
 
4- Quais diagnósticos de enfermagem e possíveis intervenções? 
Os diagnósticos e intervenções são: risco de infecção relacionado à neutropenia 
e imunossupressão, manutenção de precauções de isolamento, administração de agentes 
estimuladores da medula óssea (Granulokine), monitoramento rigoroso de sinais de 
infecção. Débito cardíaco diminuído relacionado à sepse e disfunção orgânica, 
monitoramento hemodinâmico contínuo, administração de albumina para manutenção 
de volume circulante, ajuste do suporte ventilatório conforme parâmetros. Risco de 
desequilíbrio eletrolítico relacionado à insuficiência renal aguda, monitoramento dos 
eletrólitos séricos e função renal, administração de soluções intravenosas conforme 
prescrição. Nutrição desequilibrada menor que as necessidades corporais relacionada à 
mucosite e suporte ventilatório, administração de nutrição parenteral, cuidados com a 
SNE para prevenir obstrução ou lesões. Risco de integridade da pele prejudicada 
relacionado à imobilidade e uso de dispositivos, troca de decúbito regular, inspeção e 
cuidados da pele. 
 
O resultados obtidos para a resposta das pergunta foram através do Nanda e do 
Nic. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação Clínica E Discussão De Caso Com Enfoque No 
Sistema Neurológico 
DIA: 26/10/2024 Aula: 11 Roteiro: 1 
 
1- O que deve ser priorizado no exame clínico? 
No exame clínico deve se priorizar os seguintes exames, nível de consciência 
onde faz a avaliação pela Escala de Coma de Glasgow (ECG) para identificar alterações 
neurológicas. Força muscular, identificar déficits motores. Reflexos, testar reflexos 
profundos e superficiais para detectar disfunções neurológicas. Pupilas, analisar 
tamanho, reatividade à luz e simetria (sinais de isquemia ou compressão cerebral). 
Padrão respiratório, alterações podem indicar comprometimento do tronco encefálico. 
Sensibilidade, avaliar a resposta a estímulos dolorosos e táteis. 
 
2- Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser 
observados? Qual a correlação com a patologia? 
 
O Exames laboratórios que devem ser observados são: glicemia, hipoglicemia 
ou hiperglicemia podem afetar a função cerebral. Gasometria arterial, identifica 
alterações nos níveis de oxigênio e dióxido de carbono que podem afetar o sistema 
nervoso central. Hemograma, identifica sinais de infecção, como meningite ou 
encefalite. Eletrólitos, hipocalemia ou hipernatremia podem causar disfunções 
neurológicas. Provas de coagulação, importantes em casos de AVC isquêmico ou 
hemorrágico. LCR (Líquido Cefalorraquidiano), alterações podem indicar infecções ou 
patologias inflamatórias no sistema nervoso central. 
 
3- Quais as características dos fármacos e os cuidados de 
enfermagem? 
Alguns dos fármacos prescritos e cuidados: 
Dormonid (midazolam), sedação; monitorar sedação e parâmetros respiratórios. 
Fentanil, analgesia, monitorar sinais de depressão respiratória e dor. Hidantal 
(fenitoína), controle de crises convulsivas; monitorar nível sérico e sinais de toxicidade. 
Insulina, controle glicêmico, monitorar glicemia capilar regularmente. Decadron 
(dexametasona), redução do edema cerebral, observar sinais de efeitos colaterais como 
 
hiperglicemia. Antibióticos (cefazolina), prevenção/tratamento de infecção, observar 
reações adversas e infecção local. 
 
4- Quais diagnósticos de enfermagem e possíveis intervenções? 
 
Os diagnósticos foram: Déficit no autocuidado, relacionado a fraqueza muscular 
ou alterações no nível de consciência. Risco de queda, devido à instabilidade ou déficits 
neurológicos. Risco de perfusão cerebral ineficaz, relacionado a isquemia ou trauma 
craniano. 
Já as intervenções são: Monitorar sinais vitais e nível de consciência 
regularmente, posicionar o paciente em decúbito elevado para melhorar a drenagem 
venosa cerebral, administrar medicamentos conforme prescrição, observando sinais de 
toxicidade, educar a família sobre os cuidados necessários e prognóstico do paciente. 
 
Os resultado paras as perguntas foram obtidos através dos livros Nada e Nic 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Curativo 
DIA: 30/11/2024 Aula: 12 Roteiro: 1 
 
Curativo é um procedimento técnico que envolve desde limpeza, proteção e até 
cobertura das feridas ou lesões na pele. O curativo tem como objetivo a cicatrização, 
prevenir infecções e proteger áreas lesionadas. Este procedimento é indicado para 
diversos fatores como feridas abertas (cortes, lacerações, lesão por pressão, queimadura, 
ou cirurgias), pós operatório ( para proteger incisões e evitar infecções), traumas( como 
picada de animais peçonhento ou hematomas), entre outros. Este procedimento tem 
diversas finalidades como promover a cicatrização, protege contra infecções , absorver 
extrusado, reduzir dor e desconforto, evitar traumas adicionais. 
 
Os matérias a serem utilizados são pacote de curativo, gaze estéril, soro 
fisiológico e fita adesiva e pomada( caso necessário, conforme o tipo de lesão/ferida). 
Figura 14 – Materiais de Curativo 
 
Fonte: Sportfirstaid 
 
Para a realização do curativo, inicia higienizando as mãos para evitar 
contaminação cruzada, verifica as informações do paciente, se apresente e reúne o 
material necessário, explique o procedimento ao paciente, expondo apenas a área a ser 
tratada, abra o pacote de curativos utilizando técnica específica para manuseio de 
materiais esterilizados, posicionado os cabos das pinças voltados para as bordas do 
campo. As gazes são colocadas no campo estéril com técnica asséptica e preparadas 
com a pinça anatômicas, formando a “boneca de gaze” com auxílio da pinça Kocker, o 
retire adesivo aderido à pele com a pinça dente-de-rato, apoiando a pele com a “boneca 
de gaze” e descolando primeiro o lado distal e, depois, o proximal, deserte o curativo 
 
antigo e a pinça dente-de-rato é posicionada na borda do campo, não sendo reutilizada 
no procedimento. A lesão é limpa utilizando a pinça Kocker com gaze umedecida no 
soro fisiológico, realizando antissepsia do local menos contaminado para o mais 
contaminado, descartando cada gaze após o uso. Após a limpeza, a lesão é coberta com 
gazes utilizando a pinça anatômicas, fixando com fita adesiva. Retire o material 
utilizado lave as mãos novamente procedimento é registrado em anotação de 
enfermagem. 
 
Em casos de uso de pomada faça a aplicação antes de cobrir a ferida/lesao. 
A professora fez uma demonstração em uma sutura no boneco sintético para 
observarmos como era feito. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULODO ROTEIRO: Punção Venosa Periférica 
DIA: 30/11/2024 Aula: 13 Roteiro: 1 
 
Punção venosa é um procedimento invasivo que consiste em introduzir uma 
agulha ou catéter na via periférica ou central, tendo como objetivo o acesso ao sistema 
venoso. Este processo é utilizado muitas vezes para coleta de sangue, administração de 
medicamento, infusão de fluídos, transfusão sanguínea e nutrição parenteral. 
 
Matérias a serem utilizados são: bandeja, luva de procedimento, garrote, algodão 
ou gazes, álcool etílico 70%, scalp ou outro dispositivo venoso, fita hipoalergênicos. 
 
Figura 15 – Materiais para Punção Venosa Periférica 
 
Fonte: Pinterest 
 
Para realizar a punção venosa, separe todo o material em uma bandeja e leva até 
o quarto do paciente, colocando na mesa auxiliar, verifique as informa do paciente, se 
apresenta e explique o procedimento, faça a higienização das mãos e coloque as luvas 
de procedimento. Escolhe o local de acesso venoso, expõe a área e avalia as condições 
das veias. Garroteia o membro cerca de 5 a 10 cm acima do local da punção para 
 
facilitar a dilatação da veia, orientando o paciente a manter o braço imóvel. O local é 
higienizado com álcool 70% em movimentos circulares do centro para a periferia por 30 
segundos, com o algodão seco próximo, a pele é tracionada para baixo com o polegar e 
o dispositivo venoso é inserido com o bisel voltado para cima, em ângulo de 30° a 45°, 
em direção à veia, observe o refluxo sanguíneo, solte o garrote, verifica se tem sinais de 
infiltração, hematoma ou desconforto, fixa o dispositivo com fita hipoalérgica, as luvas 
são descartadas, o material recolhido, 
Deixando tudo organizado e higienizado. Finaliza o procedimento lavando as 
mãos e registrando as informações no prontuário, incluindo o dispositivo utilizado e 
observações relevantes. 
Em aula foi feito punsäo em um braço sintético, com o passo a passo de como 
tem que ser feito esse procedimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Medicação Via Intravenosa (Iv) 
DIA: 30/11/2024 Aula: 14 Roteiro: 1 
 
Medicação via intravenosa é um procedimento que consiste em em administra 
medicamento diretamente na corrente sanguínea, através de um acesso venoso, 
geralmente é utilizada quando precisa de rapidez de ação ou quando nenhuma outra via 
é viável. A medicação intravenosa é usada quando se tem emergência médica, paciente 
em estado grave, im compatibilidade com outras vias ou infusão de grandes volumes. 
Este tipo de procedimento é utilizado pois tem rápida absorção e efeito imediato, 
administração continua, controle preciso e compatibilidade com fluidos. 
 
Os matérias a ser utilizados são: bandeja, luva de procedimento, garrote, seringa 
com medicação prescrita, algodão, álcool 70%, agulha 40x12, torneirinha, tubo extensor 
20cm, scalp ou outro dispositivo venoso. 
 
Figura 16 – Materiais De Medicação Via Intravenosa (Iv) 
 
Fonte: wikihow 
 
Para a administração de medicação por via venosa, começa conferindo as 
prescrições médica e de enfermagem, preparando a etiqueta de identificação com o 
nome do paciente, leito, medicamento, dose, horário e via de administração. Após 
higienizar as mãos, separe o material necessário em uma bandeja, limpa o frasco ou 
ampola com algodão umedecidos em álcool 70% e realiza a aspiração do medicamento, 
colar a etiqueta de identificação no medicamento. Leve a bandeja ao quarto do 
 
pacientes,na mesa auxiliar, cheque se as informações do paciente corresponde ao da 
etiqueta, se apresenta e explique o procedimento, higienize as mãos e calça as luvas de 
procedimento, desconecta a agulha de proteção da seringa, conecta na seringa ao acesso 
venoso, protege a tampinha da torneirinha, bloqueia a infusão de soro e realize a 
aspiração do êmbolo até obter refluxo de sangue. O medicamento é injetado no tempo 
recomendado, observando se há sinais de infiltração, hematomas ou queixas de 
desconforto. No final, restabelece a infusão de soro com o gotejamento prescrito, 
coloca a tampinha de proteção da torneirinha, descarta a seringa e a agulha em local 
apropriado, retire as luvas, lava a bandeja e higienize as mãos. O procedimento é 
finalizado checando o horário da administração na prescrição médica e registrando na 
anotação de enfermagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Banho No Leito 
DIA: 30/11/2024 Aula: 15 Roteiro: 1 
 
Banho no leito é um processo que se faz a higiene de um paciente que está 
acamado e impossibilitado de se locomover ou realizar a sua própria higiene, tem como 
principal objetivo promover a limpeza e conforto do paciente, ela é feita nos pacientes 
que estão acamados, pacientes com risco de queda, cuidados paliativos e em isolamento. 
 
Os materiais são: luva de procedimento, toalha, biombo, roupa de cama, 
comadre, bacia com água morna, sabão líquido/sabonete, jarro com água, hamper, 
matérias para tricotomia, higiene oral e cortador de unhas. 
 
Figura 17- Materia para Banho No Leito 
 
Fonte: enfermagemilustrada 
 
Para realizar o banho no leito, higienize as mãos, orienta o paciente sobre o 
procedimento e protege sua privacidade com um biombo. Reúne os materiais 
necessários, incluindo o hamper, e caloque as luvas. A roupa de cama é desprendida, e o 
paciente é despido por etapas para evitar exposição. Lava uma região de cada vez, na 
sequência: rosto, orelhas, pescoço, região dorsal e nádegas, enxugando cuidadosamente. 
 
Em seguida, o paciente é colocado em decúbito dorsal, parcialmente vestido, e os 
membros inferiores são higienizados, começando pelo membro oposto ao profissional. 
Realize a higiene íntima, caso o paciente não consiga fazer, veste o paciente com pijama 
ou camisola, e a roupa de cama é trocada, com a cama devidamente arrumada. As luvas 
são descartadas em local apropriado, e o ambiente é organizado, colocando as roupas 
sujas no hamper. Após higienizar as mãos, registra na anotação de enfermagem o 
procedimento realizado e as observações feitas durante o banho. 
 
 
ATIVIDADES OBRIGATÓRIA DE AULA PRÁTICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
1. Aspiramax. Aspirador Clínico de Secreção MA520-60. 02 dez. 2024. Disponível 
em: https://www.aspiramax.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 
 
2. Boas Práticas em Experimentação Animal. Volumes, pH e calibre das agulhas. 02 
nov. 2024. Disponível em: https://www.boaspraticas.com. Acesso em: 02 dez. 2024. 
 
3. Cirúrgica Gralha Azul. Agulha Descartável Injex. 02 dez. 2024. Disponível em: 
https://www.cirurgicagralhaazul.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 
 
4. Cirúrgica Paulista. Fluxômetro para Oxigênio 015 LPM Fêmea Protec. 02 dez. 
2024. Disponível em: https://www.cirurgicapaulista.com/fluxometro. Acesso em: 02 
dez. 2024. 
 
5. Daru. Micronebulizador Ad. p/O2 (Nebulizador). 02 dez. 2024. Disponível em: 
https://www.daru.com.br. Acesso em: 02 dez. 2024. 
 
6. Enfermagem Foco. 02 dez. 2024. Disponível em: 
https://www.enfermagemfoco.com. Acesso em: 02 dez. 2024. 
 
7. Enfermagem Ilustrada. Materiais para Banho no Leito. 04 dez. 2024. Disponível em: 
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