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Exame clínico em Reabilitação Oral 
Prótese fixa (aula 3) 
 
Prótese fixa → aparelho que fica 
permanentemente ligado aos dentes 
remanescentes, substituindo um ou 
mais de um dente ausente. 
Prótese removível → aparelhos 
protéticos que visam substituir, 
funcional e esteticamente, os dentes 
naturais ausentes e que podem ser 
removidos e recolocados na boca sem 
causar danos em sua estrutura ou na 
dos dentes pilares. 
 
Exame do paciente → coletar a maior 
quantidade possível de informações → 
plano de tratamento. 
 
o O que é preciso saber? 
Identificação; 
Motivo da consulta / queixa principal; 
História odontológica / hábitos; 
História médica; 
Perfil psicológico. 
 
o Anamnese 
→ História odontológica 
Experiência anteriores e frequência; 
Causa das perdas dentárias; 
Experiência anterior com PF e PPR; 
Hábitos parafuncionais: 
• Apertamento 
• Bruxismo 
• Condições de trabalho 
• Morder objetos 
 
o Histórica médica 
Hipo ou hipertensão; 
Diabetes; 
Anemia; 
Úlceras gástricas; 
Problemas renais; 
Alergias; 
Hemorragias; 
Uso de medicamentos; 
Gravidez; 
Desmaios/convulsões; 
Tuberculose; 
AIDS; 
Doenças infecto-contagiosas. 
*Eliminar complicações no tratamento. 
OBS: pacientes especiais, idosos ou 
com saúde comprometida deve-se 
evitar tratamentos longos e complexos. 
 
 
Exame clínico em Reabilitação Oral 
 
o Exame clínico 
→ Extra-oral 
Simetria e formato facial; 
Proporção entre os terços nas vistas 
frontal e lateral; 
Sulcos faciais e suporte labial; 
Dimensão vertical; 
Análise do sorriso; 
Avaliação da musculatura e ATM. 
 
o Suporte labial 
Perda de estrutura do rebordo alveolar 
na região anterior → enxerto ósseo, 
enxerto de tecido conjuntivo, gengiva 
artificial (removível, parte integrante da 
PF) 
PPR: gengiva rosa – a flange da prótese 
(mais fácil) – o paciente tira para 
higienizar. 
PPF: mais difícil, precisando muitas 
vezes de enxerto ósseo. Casos de 
ponte fixa com implante. 
 
o Dimensão vertical 
→ Diminuída 
Atrição severa; 
Perda de contenção. 
→ Aumentada 
Tratamento restaurador inadequado. 
Restauração alta ou prótese mal feita 
(geralmente uma iatrogenia) 
 
*Desgaste severo: bruxismo – atrição. 
 
o Dimensão vertical diminuída 
→ Colapso facial 
Redução do terço inferior da face; 
Projeção mento; 
Intrusão dos lábios; 
Aprofundamento dos sulcos 
nasogenianos. 
OBS: acúmulo de saliva nas comissuras 
labiais, queilite angular, sintomatologia 
articular (casos mais severos), 
alterações fonéticas. 
 
o Dimensão vertical aumentada 
Face alongada; 
Sintomatologia muscular; 
Sensibilidade dentária; 
Dificuldade de deglutição e mastigação; 
Alterações fonéticas. 
Terço inferior – do mento até a base do 
nariz. 
Terço médio – da base do nariz até a 
glabela. 
Terço superior – da glabela até a linha 
do cabelo. 
PACIENTES COM PERDA DENTÁRIA 
TEM TERÇO INFERIOR DA FACE 
REDUZIDO. 
Exame clínico em Reabilitação Oral 
 
o Linha do sorriso 
 
 
o Identificção de DTM 
→ Avaliação articular e muscular 
1. Movimentação mandibular 
2. Inspeção de ruídos articulares 
(estalidos e crepitação) 
3. Palpação 
 
→ Palpação 
Bilateral; 
Pressão: 1,5 kg; 
Dor. 
→ Músculos 
Temporal; 
Masseter; 
Esternocleidomastóideo; 
Trapézio. 
 
OBS: o idela é sempre tratar as DTM’s 
antes de iniciar qualquer tratamento 
restaurador. 
 
 
o Exame intra-oral 
→ Avaliação da estrutura dentária 
1. Integridade da coroa (cáries, 
restaurações existentes, perda 
de estruturaa dentária não-
cariosa) 
2. Vitalidade pulpar; 
3. Tamanho da coroa clínica; 
4. Relação coroa-raiz; 
5. Forma e número de raízes; 
6. Inclinação; 
7. Número e disposição dos 
dentes. 
*Preencher o odontograma. 
 
o Integridade da coroa 
→ Pacientes suscetíveis à cárie 
Manchas brancas; 
Profundidade de lesões cariosas; 
Restaurações presentes; 
Cárie → principal causa de fracasso; 
Grau de higienização; 
Qualidade de adaptação. 
 
o Perda de estrutura dental – lesões 
não cariosas 
Erosão: perda de estrutura dental por 
processos químicos de dissolução. 
Atrição: desgaste provocado pelo 
atrito entre os dentes. 
Exame clínico em Reabilitação Oral 
 
Abrasão: desgaste provocado pela 
ação de objetos contra a superfície 
dentária. 
Abfração: lesões cervicais resultante da 
oclusão/desoclusão traumática. 
Fratura. 
 
o Vitalidade pulpar 
Dentes desvitalizados: 
Menos elasticidade da dentina; 
Perda de receptores pulpares; 
Mais forças sobre os dentes; 
Menos resistência à fratura. 
 
o Tratamento endodôntico 
→ Não retratar 
Não precisa núcleo; 
Endo + de 5 anos; 
Sem lesão; 
Comprimento inadequado. 
 
→ Retratar 
Com lesão; 
Precisa núcleo; 
Endo sem lesão; 
Comprimento inadequado. 
 
 
o Tamanho da coroa clínica 
Coroa curta → altura menor que o 
diâmetro 
+ retenção: 
Sulcos e canaletas paredes axiais; 
Aumento de coroa clínica; 
Extrusão ortodôntica. 
 
o Pilar protético 
→Relação coroa-raiz 
Área de suporte periodontal 
Ideal 2:3 
Mínimo aceitável 1:1 
Alavanca extra-alveolar 
 
 
 
 
 
 
 
Exame clínico em Reabilitação Oral 
 
o Número e disposição dos dentes 
 
 
o Avaliação da oclusão 
→ Relações intermaxilares estáticas 
Máxima intercuspidação habitual; 
Relação cêntrica.. 
→relações intermaxilares dinâmicas 
Protrusão e lateralidade.

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