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1 - WCST - WISCONSIN MANUAL DE APLICAÇÃO E CORREÇÃO Traduzido em português 2 _______3_______ ADMINISTRAÇÃO E CONTAGEM Pesquisa de suporte para datar o uso do WCST numa variedade de situações com adultos e crianças. Como em um procedimento administrado individualmente, o WCST pode ser usado como um instrumento clínico ou de pesquisa em combinação com outro procedimento de teste para avaliar aspectos da cognição e funcionamento neuropsicológico. Administração e diretriz de pontuação são apresentadas nas seções a seguir. Além disso, exemplos de casos são fornecidos para ilustrar procedimentos de pontuação. Administração A administração deve ser em um local calmo, com iluminação adequada para se poder ver os estímulos do WCST. Uma mesa ou escrivaninha e duas cadeiras – uma para o examinador e outra para o sujeito – são necessárias. A mesa ou escrivaninha deve prover amplo espaço para o arranjo das cartas e deve estar livre de materiais outros. Além do material do WCST, o examinador precisará de um lápis ou caneta para anotar as respostas do paciente. Uma prancheta para fixar o formulário de respostas também é desejável, no sentido de proteger o tal formulário da visão do paciente. Antes da administração, o examinador deve inspecionar o baralho de cartas- respostas para ter certeza que as cartas estão ordenadas em ordem numérica apropriada dentro de cada baralho. Direções Sente o paciente à mesa de maneira que esteja defronte ao examinador. Situe o formulário de respostas do WCST e preencha as informações demográficas do paciente nos espaços providos. Também obtenha e anote algum fator médico e/ou emocional que possa afetar o desempenho. Pegue o baralho de cartas- respostas da caixa e coloque a caixa aparte. Vire para a segunda parte do formulário de respostas, mas não permite que o paciente veja esta página. Coloque as cartas-estímulos sobre a mesa em uma fila na frente do paciente; esteja certo que deixou espaço suficiente entre as cartas- estímulos e a borda da mesa – o mais 3 próximo do paciente – para a colocação das cartas-respostas. Como mostrado na Figura 1, as cartas- estímulo são sempre apresentadas na perspectiva do paciente em um padrão de ordem da esquerda para a direita, começando com o triângulo vermelho (à esquerda do paciente), seguido das duas estrelas verdes, as três cruzes amarelas, e os quatro círculos azuis. Esteja certo de que as cartas-estímulo estejam orientadas adequadamente. Como ilustrado na Figura 1, o cume do triângulo aponta para o examinador, os topos das duas estrelas apontam para o examinador, e as cruzes organizadas horizontalmente são mais próximas do examinador. Enquanto estiver colocando as cartas-estímulo na mesa, diga ao paciente: Este teste é um pouco incomum porque eu não posso dizer muito a você sobre como fazê-lo. Você será solicitado a emparelhar cada carta dessas na mesa (aponte para o baralho de cartas- respostas) à uma dessas quatro cartas-estímulo (aponte para cada carta- estímulo em sucessão, começando com o triângulo vermelho). Você deve sempre pegar a carta de cima do baralho e colocá-la abaixo da carta-estímulo que achar que combina com a carta que você pegou. Eu não posso lhe falar como combinar as cartas, mas eu direi a você cada vez se está certo ou errado. Se você estiver errado, simplesmente deixa a carta onde você a colocou e tente por a próxima carta corretamente. Não há limite de tempo para este teste. Você está pronto? Vamos começar. Entregue ao paciente o primeiro baralho de cartas-resposta com as figuras para cima e os números no lado reverso das cartas orientado para o cliente. Devido à natureza ambígua do WCST, pacientes podem perguntar ao examinador várias questões. Enquanto é permissível para clarificar o significado da carta-estímulo e a maneira na qual o paciente deve responder, o examinar nunca deve violar a integridade do WCST dando alguma indicação dos princípios de escolha (categorias) ou a natureza das trocas de uma categoria para outra.Ge- 4 Paciente Examinador Figura 1. Orientação das cartas-estímulo do WCST (adaptado por René Viana). ralmente a repetição das instruções prover clarificação suficiente para a maioria dos indivíduos. Em nossa experiência, até mesmo crianças têm uma pequena dificuldade com as instruções padronizadas do WCST. Porém, para algumas crianças isto pode ser menos ameaçador ao apresentá-las o WCST no contexto de um “jogo” em vez de um teste. A primeira escolha correta de categoria é Cor. A medida que o paciente começa a classificar as cartas-resposta, o examinador responde “correto” ou “certo” cada vez que o paciente emparelhar de acordo com a categoria Cor, e “incorreto” ou “errado” cada vez que o sujeito emparelhar a um outro estímulo que não seja de acordo com a cor. Este procedimento perdura até o paciente ter produzido 10 respostas consecutivas para Cor. Sem comentário ou alguma outra indicação, o examinador muda então a classificação correta de categoria para Forma. É importante que o examinador faça uma suave e não detectável transição, tanto verbalmente quanto não - verbalmente, entre categorias classificadas. A categoria Forma permanece como a categoria (princípio) correta de classificação até que o paciente tenha novamente atingido 10 respostas corretas consecutivas. Sem advertências ou dica no momento em que está acontecendo, o examinador troca a classificação correta de categorias para Número. Após 10 respostas corretas consecutivas para Número, o examinador voltará para Cor como categoria correta de classificação, e depois para Forma, e em seguida para Número da maneira já descrita. O teste continua até o sujeito ter completado com sucesso seis categorias ou até os dois baralhos de cartas-resposta terem sido usados; qualquer que ocorrer primeiro. Em nenhum momento durante, ou depois da administração do WCST, o examinador poderá prover o paciente com alguma informação que não esteja contida nas instruções iniciais. O WCST não é cronometrado, e o paciente é informado sobre isso nas instruções dadas. Enquanto pacientes 5 variam no período de tempo necessário para realizar o teste, a maioria o faz dentro de um período de 20-30 minutos. Ocasionalmente, um paciente pode começar a classificar as cartas muito rapidamente, e o examinador pode pedir ao sujeito a ir mais devagar, assim o examinador pode manter as anotações no formulário de respostas. Lentidão na avaliação do feedback para o paciente (e.x., impedindo o feedback até a resposta ser anotada) é frequentemente suficiente para manter uma avaliação de respostas confortável, tanto para o paciente quanto para o examinador. No entanto, o examinador pode praticar a administração e procedimentos de anotações até que possa, pelo menos, manter o ritmo com um paciente que classifica uma carta por segundo. Em casos extremos, ou quando administrando WCST com crianças pequenas, o examinador pode manter o controle do baralho de cartas- resposta e entregar ao sujeito a carta- resposta para cada tentativa individual. Porém, tornar um paciente lento demais pode interferir no desempenho deste porque o sujeito pode ficar distraído e perder o rumo da tarefa. Pacientes às vezes tornar-se-ão confusos sobre como empilha as cartas-resposta abaixo das cartas- estímulo. Se o sujeito começar a formar colunas abaixo das cartas- estímulo ou comece a empilhar as cartas-respostasobre as cartas- estímulo, o examinador pode ajudá-lo movendo as cartas-respostas para pilhas e repetindo alguma ou todas as instruções do teste. Se o examinador acredita que um paciente possa estar emparelhando novas cartas-resposta com a última carta das pilhas de cartas-resposta, ao invés de utilizar as cartas-estímulo como referência, ele deve lembrar ao paciente o procedimento correto. Este pode ser também o caso se o paciente começa a fazer resposta Outra, isto é, resposta que não classifica nenhuma das três dimensões de estímulo para Cor, Forma e Número. Como regra geral, é útil redirecionar a atenção do sujeito para o procedimento correto de escolha do cartão-estímulo, se três ou mais Outra resposta ocorrer em uma fila. Se um paciente tornar-se frustrado e começar a “responder” fortuitamente ao invés de se esforçar a emparelhar com as cartas-estímulo, o examinador deve parar o sujeito e insistir que ele olhe para as cartas-estímulo e tente emparelhá-las. Anotando as Respostas 6 Uma anotação acurada das respostas do paciente é crítico para a subseqüente pontuação do WCST. O formulário de respostas deve estar fora da linha de visão de sujeito todo o tempo. Ao responder a cada item, o examinador deve desenhar barras (/) para cada dimensão que é a mesma para ambas, resposta e cartão- estímulo. Se a resposta e o cartão- estímulo emparelhar em apenas uma dimensão, um barra deve ser feita para o símbolo no formulário de anotação que corresponde àquela dimensão. Por exemplo, se a carta-resposta emparelha somente com Cor do cartão-estímulo, o item no formulário de anotação para aquela resposta seria marcada C F N O. Se a carta-resposta emparelha duas dimensões, ambos os símbolos correspondentes no formulário de anotação receberiam barras. Por exemplo, se a carta- resposta tem a mesma Cor e o mesmo Número de figuras como no cartão- estímulo, a respostas seria anotada como C F N O. Se a resposta e o cartão estímulo são exatamente iguais, a resposta é anotada como C F N O. finalmente, se a carta-resposta não emparelha com nenhuma dimensão das cartas-estímulo, a resposta seria anotada como Outra (i.e., C F N O). As dimensões de resposta deveriam ser anotadas na mesma maneira para cada item, independente de se a resposta é correta ou incorreta com respeito à categoria de escolha correta corrente. A seqüência de categoria, C F N C F N, aparece no topo da segunda página do formulário de anotação e corresponde à seqüência de escolha correta. Para começar, escreve a letra ”C” na coluna esquerda do item 1 para representar a primeira categoria de escolha correta. Durante a administração, separe cada categoria no topo da página como é prosperamente completada (e.x., C F N C F N). Para determinar quando um paciente completa com sucesso uma categoria e para ajudar na pontuação posterior, numere consecutivamente respostas contínuas corretas, até 10, no espaço provido no formulário de resposta à esquerda de cada item. Somente respostas corretas são numeradas. A qualquer momento um paciente interrompe a seqüência correta de respostas cometendo um erro, comece re-numerando a próxima série correta com o número 1. Quando o critério de 10 respostas consecutivas corretas for alcançado, faça uma linha horizontal em baixo do último item, faça uma barra pelo símbolo da categoria 7 completada impressa no topo da página, e depois escreva o símbolo para a próxima categoria de escolha correta abaixo da linha horizontal e à esquerda da coluna. Estes procedimentos são demonstrados na Figura 2. PONTUAÇÃO Pontuar o WCST tem sido uma fonte de dificuldade para alguns indivíduos. Enquanto alguns investigadores reportaram confiança marcante (Axelrod, Goldman & Woodard, 1992; Huettner, Wolfe, & Hynd, 1989), outros (Flashman, Mandir, Horner, & Friedes, citados em Flashman, Horner, & Freides, 1991) encontraram baixa confiança devido a variação ou aplicação incorreta das regras de pontuação como foram originalmente delineadas por Heaton (1981). Esta seção clareia fontes comuns de dificuldade em pontuar e incorpora algumas das sugestões usuais de Flashman et al. (19991) e Axelrod et al. (1992) enquanto preservam as regras de pontuação original de Heaton (1981). Avaliação e Terminologia Antes de delinear as etapas específicas em pontuar o WCST, é útil reexaminar a natureza do teste e os termos usados para descrever as várias características das respostas do paciente. Desempenho com sucesso no WCST requer um paciente para determinar o primeiro princípio correto de escolha baseado no feedback do examinador e então manter este princípio de escolha ou grupo (e.x., Cor) por mudar condições de estímulo enquanto ignora outras dimensões de estímulos (e.x., Forma e Número). Uma falha em manter o grupo ocorre quando um paciente faz 5 ou mais respostas corretas consecutivas e então comete um erro antes de alcançar com sucesso uma categoria adquirindo 10 emparelhamentos consecutivos corretos. Porém, quando o sujeito alcança 10 respostas consecutivas corretas em uma categoria (e..x., Cor), o examinador muda o princípio correto de escolha para uma nova categoria (e.x., Forma) sem informar ao paciente. Agora, levando em conta o feedback que prevê o princípio de escolha correto, o paciente deve inibir a tendência de persistir ou perseverar com o princípio antigo e deve usar o feedback do examinador para determinar um novo princípio de escolha correto. 8 C F N C F N C ___ 1. C F N O __1 2. C F N O [Somente res - __2 3. C F N O postas corretas __3 4. C F N O são numeradas] __4 5. C F N O __5 6. C F N O __6 7. C F N O __7 8. C F N O __8 9. C F N O __9 10. C F N O _10 11. C F N O F __1 12. C F N O ___ 13. C F N O __1 14. C F N O __2 15. C F N O __3 16. C F N O __4 17. C F N O __5 18. C F N O __6 19. C F N O __7 20. C F N O __8 21. C F N O __9 22. C F N O _10 23. C F N O N ___ 24. C F N O Figura 2. Ilustração do procedimento de anotação do WCST. Pontos do WCST e Dimensões de Pontuação Cada resposta que um cliente faz pode ser pensada como ocorrendo em três dimensões separadas e, assim, avaliadas separadamente. Estas dimensões são: Correta – Incorreta, Ambígua – Não-Ambígua, e Perseverativa – Não-Perseverativa. Correta – Incorreta. O examinador dá ao paciente um feedback para cada resposta, se correta ou incorreta, dependendo se a resposta emparelha ou não com o princípio correto, em efeito da ocasião em que a resposta é dada. Respostas que emparelham o princípio de escolha, em efeito, são pontuadas como corretas, enquanto respostas incorretas são pontuadas como erro. Respostas corretas são aqueles itens no formulário de anotação que o examinador numera durante a administração do WCST. Para completar, circule todos os itens que não foram numerados durante a administração. Os itens circulados e não numerados representam respostas incorretas (i.e., erros). Esses procedimentos de anotação e pontuação são descritos na Figura 3. 9 C F N C F N C ___ 1. C F N O [Erros são circu - __1 2. C F N O lados] __2 3. C F N O [Somente res - __3 4. C F N O postas corretas __4 5. C F N O são numeradas] __5 6. C F N O __6 7. C F N O __7 8. C F N O __8 9. C F N O __9 10. C F N O _10 11. C F N O F __1 12. C F N O ___ 13. C F N O ___ 14. C FN O ___ 15. C F N O __1 16. C F N O ___ 17. C F N O ___ 18. C F N O __1 19. C F N O ___ 20. C F N O Figura 3. Ilustração da pontuação de respostas corretas e erradas. Ambíguas – Não-Ambíguas. Quando uma carta-resposta emparelha uma carta-estímulo em um, e somente um estímulo característico (e.x., Cor), o princípio usado pelo paciente para emparelhar é óbvio e não-ambíguo ao examinador. Por exemplo, a carta- resposta com três círculos vermelhos é emparelhada à carta-estímulo com um só triângulo vermelho. Porém, cartas- resposta podem emparelhar a carta- estímulo em mais de uma dimensão de estímulo. Um exemplo disso ocorre quando a carta-resposta com três triângulos vermelhos é emparelhada à carta-estímulo com um só triângulo vermelho. Esta situação é obscura, ou ambígua, para o examinador se o paciente está emparelhando baseado em Cor ou Forma. Simplesmente declarado, resposta que emparelham uma carta-estímulo em uma e somente uma característica é dita como resposta não-ambígua (e.x., C F N O), e alguma resposta que emparelha uma carta-estímulo em duas ou mais características é dita como sendo uma resposta ambígua (e.x., C F N O). Por definição, resposta Outra são ambíguas. A dimensão de respostas ambíguas – não-ambíguas é independente se a resposta é correta ou errada. Anotando cuidadosamente todas as características que são as mesmas nas respostas e carta- estímulo para cada tentativa durante a administração do WCST, o examinador está apto a pontuar esta dimensão com 10 precisão seguindo a finalização do teste. Perseverativa – Não- Perseverativa. Quando um paciente persiste em responder a um estímulo característico que é incorreto, é dito que a resposta emparelha um “princípio perseverativo” e é pontuado como perseveração. Pacientes podem perseverar para Cor, Forma, e Número. Porém, não é possível perseverar na categoria Outra, porque o examinador pode nunca estar certo da base para o emparelhamento. Uma vez que um princípio perseverativo tenha sido estabelecido e é operante, ou “em efeito”, respostas que emparelham o princípio perseverativo são pontuadas como perseverativas, sem levar em conta se elas são corretas ou incorretas. Respostas que não emparelham o princípio perseverativo são não-perseverativas. Respostas perseverativas são indicadas depois da conclusão do teste, anotando a letra “p” no espaço à direita do item no formulário de anotações. Existem três situações distintas que definem o princípio perseverativo para pontuação de respostas perseverativas: 1. O princípio perseverativo é estabelecido no começo do teste na primeira vez que o paciente fizer um erro não- ambíguo. O primeiro erro não- ambíguo somente estabelece o princípio perseverativo e não é pontuado como perseveração. Qualquer erro não-ambíguo subseqüente que emparelha o princípio perseverativo estabelecido é pontuado como perseveração, até se outras respostas que não emparelham esse princípio perseverativo intervir na seqüência. Desse modo, é possível fazer respostas perseverativas antes de se completar uma categoria com sucesso. A Figura 4(a) ilustra a situação mais simples de pontuação. Na segunda tentativa, o sujeito classifica a carta, a qual contém quatro cruzes vermelhas, ao cartão- estímulo com três cruzes amarelas. Esta resposta é um erro não-ambíguo que emparelha o princípio de classificação para Forma (i.e., C F N O) e estabelece Forma como princípio perseverativo. Toda vez, agora, que o cliente fizer um erro não-ambíguo para 11 (a) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O [Erro não-ambíguo] ___ 3. C F N O p ___ 4. C F N O p ___ 5. C F N O ___ 6. C F N O __1 7. C F N O __2 8. C F N O __3 9. C F N O __4 10. C F N O __5 11. C F N O __6 12. C F N O __7 13. C F N O __8 14. C F N O __9 15. C F N O _10 16. C F N O F ___ 17. C F N O p ___ 18. C F N O ___ 19. C F N O ___ 20. C F N O p (b) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O [Erro não-ambíguo] __1 3. C F N O __2 4. C F N O __3 5. C F N O __4 6. C F N O ___ 7. C F N O p __1 8. C F N O __2 9. C F N O __3 10. C F N O __4 11. C F N O __5 12. C F N O __6 13. C F N O __7 14. C F N O __8 15. C F N O __9 16. C F N O F _10 17. C F N O ___ 18. C F N O __1 19. C F N O ___ 20. C F N O p 12 (c) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O [Erro não-ambíguo] ___ 3. C F N O p ___ 4. C F N O p __1 5. C F N O p __2 6. C F N O p ___ 7. C F N O p ___ 8. C F N O ___ 9. C F N O p ___ 10. C F N O p ___ 11. C F N O p ___ 12. C F N O ___ 13. C F N O p ___ 14. C F N O p ___ 15. C F N O ___ 16. C F N O ___ 17. C F N O __1 18. C F N O ___ 19. C F N O ___ 20. C F N O Figura 4. Ilustração da pontuação de respostas perseverativas. (d) C __1 1. C F N O __2 2. C F N O __3 3. C F N O __4 4. C F N O __5 5. C F N O __6 6. C F N O __7 7. C F N O __8 8. C F N O __9 9. C F N O _10 10. C F N O F ___ 11. C F N O p __1 12. C F N O p ___ 13. C F N O p ___ 14. C F N O p ___ 15. C F N O p __1 16. C F N O p ___ 17. C F N O p __1 18. C F N O p __1 19. C F N O p ___ 20. C F N O p 13 Forma (e.x., tentativas 3 e 4), a resposta é pontuada como perseverativa até que o princípio perseverativo mude. A Figura 4(b) ilustra a regra de pontuação quando outras respostas, que não emparelham com este princípio perseverativo, intervêm na seqüência. Este paciente cometeu um erro não-ambíguo para o princípio Forma na segunda tentativa, mas corretamente emparelhado com as próximas quatro cartas para o princípio Cor, antes de fazer a primeira resposta perseverativa para Forma na tentativa 7. 2. A situação mais comum em que um sujeito comete erro de perseveração ocorre depois que ele completa uma categoria fazendo 10 emparelhamentos consecutivos corretos. Porque o paciente não é avisado que o examinador agora mudou o princípio de escolha, ele provavelmente continuará a responder de acordo com o princípio correto prévio. Contudo, depois de uma categoria ter sido completada com sucesso e o examinador ter trocado o princípio de escolha, a categoria correta anterior agora torna-se o princípio perseverativo atualmente em efeito. Embora alguns pesquisadores considerarem esta regra “contra-intuitiva” (Flashman et al., 1991, p. 193), a primeira resposta não-ambígua a emparelhar o novo princípio perseverativo (i.e., a categoria de escolha correta anterior) é um erro não-ambíguo perseverativo. A Figura 4 apresenta exemplos de pontuação de acordo com esta regra: Tentativa 17 na Figura 4(a) e Tentativa 11 na Figura 4(d) são erros perseverativos não-ambíguos porque a resposta Cor emparelha o princípio perseverativo (a categoria há pouco completada) atualmente em efeito. Como ilustrado na tentativa 12 da Figura 4(d), uma resposta ambígua, C F N O, neste exemplo, pode também ser pontuada como perseverativa quando encontra condições a) e b) abaixo, que assegura que é uma parte padrão consistente de resposta 14 perseverativa. Mais de uma resposta ambígua pode ser perseverativa contanto que satisfaça as condições a) e b) com também a c) abaixo. Estas condições aplicam-se sem levar em conta se a resposta ambígua é correta ou incorreta. a) A resposta ambíguadeve emparelhar o princípio perseverativo que está em efeito corrente (no nosso exemplo, Cor é definido por uma categoria de escolha prévia). b) As respostas não-ambíguas mais próximas, tanto precedendo (tentativa 11) quanto seguindo (tentativa 13) a resposta ambígua (tentativa 12) devem, cada uma, ser perseverativa, e devem emparelhar o princípio perseverativo. Isto é conhecido como regra sanduíche, onde a resposta ambígua deve ser “sanduíche” entre duas respostas perseverativas não-ambíguas (Flashman et al., 1991, p. 191). c) Para que mais de uma resposta ambígua seja pontuada como perseverativa, todas as respostas entre respostas perseverativas não- ambíguas devem emparelhar o princípio perseverativo em andamento. Isto é, o emparelhamento para o princípio perseverativo tem que correr continuamente ao logo de todas as respostas entre as duas respostas perseverativas não- ambíguas e não deve ser quebrado por qualquer resposta que não emparelha este novo princípio perseverativo. Na Figura 4 (c), as tentativas 5 e 6 são, ambas, pontuadas como respostas perseverativas, indiferente se são respostas corretas ou incorretas. Deste modo, as tentativas 12, 16, 18, e 19, apresentadas na Figura 4(d) são todas pontuadas como perseverativas; as tentativas 18 e 19 na Figura 4(b) não são pontuadas como perseverativas porque não estão precedidas por uma 15 resposta perseverativa não- ambígua. Como ilustrado pelas tentativas 5 e 6 da Figura 4(c), respostas ambíguas podem também serem pontuadas como perseverativas antes de o paciente completar a primeira categoria corretamente, se elas encontrarem as mesmas três condições descritas acima. Primeiro, a resposta, ou respostas, devem emparelhar o princípio perseverativo em andamento (no exemplo corrente, o princípio perseverativo é Forma como definido pelo primeiro erro não- ambíguo na tentativa 2). Em seguida, a resposta ou respostas, devem ser precedidas e seguidas (sanduíche) por uma resposta perseverativa não-ambígua (tentativas 4 e 7). Por último, o emparelhamento para o princípio perseverativo deve correr continuamente ao longo de todas as respostas entre duas respostas perseverativas não ambíguas e não devem ser quebradas. 3. A situação final definindo um princípio perseverativo ocorre quando um paciente muda seu padrão de resposta perseverativa. Isto é, é possível que o princípio perseverativo mude dentro de alguma categoria quando: (1) o sujeito comete três erros não- ambíguos para um princípio de escolha que não é correto nem atualmente perseverativo, e (2) todas as respostas entre o primeiro e o terceiro erro não- ambíguo emparelham esse princípio de escolha. Quando esta situação ocorre, o princípio de escolha percorrendo através desses três erros não-ambíguos torna- se o novo princípio perseverativo. O novo princípio perseverativo, porém, não é operativo para propostas de pontuação até um segundo erro não-ambíguo. A Figura 5(a) ilustra o exemplo mais simples dessa situação de pontuação. A Figura 5(a) apresenta as respostas de um paciente que classificou Forma na tentativa 2, o qual estabelece Forma 16 (a) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 3. C F N O ___ 4. C F N O p ___ 5. C F N O __1 6. C F N O ___ 7. C F N O p ___ 8. C F N O p ___ 9. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 10. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 11. C F N O p[Erro não-ambíguo] __1 12. C F N O ___ 13. C F N O ___ 14. C F N O ___ 15. C F N O p __1 16. C F N O ___ 17. C F N O __1 18. C F N O __2 19. C F N O __3 20. C F N O (b) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O[Erro não-ambíguo] __1 3. C F N O __2 4. C F N O __3 5. C F N O __4 6. C F N O __5 7. C F N O __6 8. C F N O __7 9. C F N O ___ 10. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 11. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 12. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 13. C F N O p ___ 14. C F N O p ___ 15. C F N O __1 16. C F N O ___ 17. C F N O __1 18. C F N O ___ 19. C F N O p ___ 20. C F N O p 17 (c) C ___ 1. C F N O ___ 2. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 3. C F N O p __1 4. C F N O ___ 5. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 6. C F N O p[Erro não-ambíguo] __1 7. C F N O p ___ 8. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 9. C F N O p ___ 10. C F N O p ___ 11. C F N O p ___ 12. C F N O p ___ 13. C F N O p ___ 14. C F N O p ___ 15. C F N O p __1 16. C F N O __2 17. C F N O __3 18. C F N O __4 19. C F N O __5 20. C F N O Figura 5. Ilustração do princípio perseverativo mudando dentro de uma categoria. (d) F __1 27. C F N O __2 28. C F N O __3 29. C F N O ___ 30. C F N O __1 31. C F N O __2 32. C F N O __3 33. C F N O ___ 34. C F N O __1 35. C F N O ___ 36. C F N O[Erro não-ambíguo] ___ 37. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 38. C F N O p ___ 39. C F N O p[Erro não-ambíguo] ___ 40. C F N O __1 41. C F N O ___ 42. C F N O __1 43. C F N O ___ 44. C F N O ___ 45. C F N O p __1 46. C F N O 18 como princípio perseverativo para o início do teste. Os emparelhamentos não- ambíguos para Forma nas tentativas 4, 7, e 8 são, portanto, pontuados como erros perseverativos. Contudo, iniciando com a tentativa 9, o paciente faz os próximos três emparelhamentos para Número. Porquê as tentativas 9, 10, e 11 são erros não- ambíguos ininterruptos para outro princípio que Forma, Número torna-se o novo princípio perseverativo na tentativa 10. Deste modo, as respostas feitas nas tentativas 10 e 11são pontuadas como erros perseverativos. A Figura 5(b) ilustra este princípio de perseveração para uma série maior de erros perseverativos onde o princípio perseverativo mudou de Forma (tentativa 2) para Número (tentativa 11). Uma situação mais complexa de pontuação surge quando uma resposta ambígua que também emparelha o novo princípio perseverativo são entremeadas entre a seqüência de três erros não-ambíguos. Provido que as séries não são quebradas por nenhuma resposta que não emparelha o novo princípio perseverativo, a segunda resposta incorreta não-ambígua na seqüência é pontuada como perseverativa e todas as respostas sanduíche ambíguas entre o segundo e o terceiro erro perseverativo não ambíguo são pontuadas também como perseverativas, indiferentemente se estão corretas ou incorretas. Embora as respostas sanduíches ambíguas entre o primeiro e o segundo erro não-ambíguo devem emparelhar o novo princípio perseverativo, o novo princípio não torna-se operativo até o segundo erro não- ambíguo – portanto, estas respostas ambíguas não são pontuadas como perseverativas. Por exemplo, na Figura 5(c) o paciente cometeu o primeiro erro não-ambíguo emparelhando Forma na tentativa 2, assim, fez o primeiro erro perseverativo na tentativa 3. Porém, o sujeito então começa a classificar por 19 Número, fazendo o primeiro erro não-ambíguo para Número na tentativa 5. A tentativa 6 é também um erro não-ambíguo para Número como é na tentativa 8, o qual representa o terceiro erro não-ambíguo que emparelha o princípio para Número. Devido à resposta ambígua na tentativa 7 (C F N O) emparelhar o princípio para Número, a seqüência de respostas da tentativa 5 à tentativa 8 todas emparelham para Número sem interrupção,definindo Número como o novo princípio perseverativo. Então, começando com o segundo erro não-ambíguo na seqüência (tentativa 6), as respostas de 6 até 15 são todas pontuadas como perseverativas. A resposta ambígua na tentativa 7 é também pontuada como perseverativa, apesar de ser correta, porque é precedida e seguida por um erro perseverativo não-ambíguo. O exemplo na Figura 5(d) ilustra uma situação similar, com o primeiro erro não ambíguo das séries começando com a resposta para Número na tentativa 36. Neste caso, a resposta ambígua na tentativa 38 (i.e., C F N O) que separa a segunda e a terceira resposta não-ambígua incorreta é também um erro e está, portanto, circulada. A tentativa 40 não é pontuada como perseverativa porque ela não está incluída na regra sanduíche. Número de Categorias Completadas. O Número de Categorias Completadas é simplesmente o número de categorias (i.e., cada seqüência de 10 emparelhamentos consecutivos corretos para o critério de categoria escolhida) que o paciente completa com sucesso durante o teste. A pontuação pode variar de um mínimo de 0 para o máximo de 6. Tipicamente o examinador separa cada categoria, a medida que é completada com sucesso, no topo da segunda página do formulário de respostas, usando a seqüência existente: C F N C F N. Tentativas para Completar a Primeira Categoria. O número total de tentativas para completar com sucesso a primeira categoria, dá uma indicação de conceituação inicial antes da mudança de uma série ser requerida. O exemplo de pontuação apresentado 20 na Figura 4 mostra que o paciente “a” levou 16 tentativas para completar a primeira categoria, enquanto que o paciente “b” levou 17 tentativas, e o paciente “d”, somente 10. Em raras ocasiões, um sujeito administrará todas as 128 cartas sem já ter completado a primeira categoria com sucesso. Neste caso, o paciente recebe uma Tentativa para Completar a Primeira Categoria de pontos brutos de 129. Percentagem de Erros Perseverativos. A percentagem de erros perseverativos reflete a “densidade” ou concentração de erros perseverativos em relação ao desempenho total do teste. Isto é computado através do cálculo da divisão de erros perseverativos pelo número de tentativas administradas. A fração do resultado é então multiplicado por 100 e arredondado pelo número total mais próximo. Por exemplo, se um paciente completou o WCST em 106 tentativas e cometeu 15 erros perseverativos, ele teria uma pontuação de Percentagem de Erro Perseverativo de 14%. Falha em Manter a Série. Outra pontuação básica WCST é a Falha em Manter a Série. A falha em manter a série ocorre quando o paciente faz cinco ou mais emparelhamentos corretos consecutivos, mas então, comete um erro antes de completar com sucesso a categoria. A falha para manter uma série não é pontuada se, em direção ao final do teste o sujeito emparelhou cinco ou mais cartas corretamente e simplesmente fura a série ao completar a 128ª tentativa. A figura 6 provê um exemplo de um paciente que teve considerável dificuldade em manter o princípio de escolha correta para Cor. Na segunda tentativa (dado não mostrado) um sujeito cometeu um erro não ambíguo para Forma no qual estabeleceu Forma como princípio perseverativo. Apesar de receber feedback positivo do examinador para numerosos emparelhamentos corretos não- ambíguos para Cor, esta professora escolar de 59 anos, com mestrado, era incapaz de continuar respondendo consistentemente de acordo com este princípio. Dentro de uma série de menos de 25 tentativas, esta paciente falhou em manter a série por três vezes (ver tentativas 23, 30, e 38). Percentagem do Nível Conceitual de Respostas. O percentual do nível conceitual de respostas, presumivelmente reflete perspicácia nos princípios de escolhas corretas. As respostas de níveis conceituais são de- 21 C __1 15. C F N O __2 16. C F N O ___ 17. C F N O __1 18. C F N O __2 19. C F N O __3 20. C F N O __4 21. C F N O __5 22. C F N O ___ 23. C F N O [falha na série] ___ 24. C F N O p __1 25. C F N O __2 26. C F N O __3 27. C F N O __4 28. C F N O __5 29. C F N O ___ 30. C F N O p [falha na série] __1 31. C F N O __2 32. C F N O __3 33. C F N O __4 34. C F N O __5 35. C F N O __6 36. C F N O __7 37. C F N O ___ 38. C F N O p [falha na série] Figura 6. Ilustração da pontuação de Falha em Manter a Série. finidas como respostas corretas consecutivas ocorrendo em séries de três ou mais. Estas respostas são denominadas como respostas de nível conceitual porque é presumido que alguma perspicácia na estratégia correta de escolha seja requerida em ordem de fazer três ou mais emparelhamentos consecutivos corretos, e que a série correta neste período ocorreria, improvavelmente, só por casualidade. A pontuação da Percentagem de Nível Conceitual de Respostas é calculada por: (a) dividindo o número total de respostas de nível conceitual pelo número total de tentativas administradas, (b) multiplicando o resultado por 100, e (c) arredondando ao número inteiro mais próximo. As figuras 7 e 8 ilustram a pontuação da Percentagem de Respostas de Nível Conceitual. Como visto na Figura 7, este paciente fez 70 respostas de nível conceitual as quais ocorreram em 10 séries de três ou mais respostas certas (i.e., 10, 10, 10, 3, 10, 3, 4, 4, 10, e 6) através das 128 tentativas do teste. Dividindo 70 por 128, multiplicando por 100, e arredondando ao número inteiro mais próximo, a Percentagem de Resposta de Nível Conceitual bruto renderá 55% da pontuação. A Figura 8 apresenta os dados de um paciente que obteve 79 respostas de nível conceitual em 116 tentativas (i.e., 8, 3, 22 13, 11, 10, 10, 3, 11, 10). Neste caso, o Percentual de Respostas de Nível Conceitual de pontos brutos é igual a 68%. Aprendendo a Aprender. Aprendendo a Aprender (depois de Tarter, 1973) reflete a média de mudanças do paciente em eficácia conceitual através das categorias consecutivas (estágios) do WCST. Calcular esta pontuação requer quatro paços. O primeiro passo é determinar se uma pontuação de Aprendendo a Aprender pode ser calculada ou não. Isto é realizado pela contagem de números de categorias que foram completadas ou tentadas. Uma categoria é dita que foi “tentada” quando existem pelo menos 10 tentativas na categoria, mesmo se a categoria não foi completada com sucesso (e.x., no final do teste). A pontuação de Aprendendo a Aprender pode ser calculada somente para sujeitos que completaram três ou mais categorias ou que tenham completado duas categorias e tentaram uma terceira. Em seguida, uma percentagem de pontos errados é calculada para cada categoria completada ou tentada (i.e., o total de erros feitos dentro daquela categoria, dividido pelo número total de tentativas daquela categoria, multiplicada por 100). Terceiro, a diferença de percentagem de pontos errados para cada par consecutivo de categorias adjacentes ou estágios são então computados. As percentagens de diferença dos pontos errados são formadas pela subtração da percentagem de pontos errados da Categoria 2 (Forma) pela percentagem de pontos errados para a Categoria 1 (Cor); a percentagem de pontos errados para a Categoria 3 (Número) pela percentagem de pontos errados para a Categoria 2 (Forma), e assim em diante. Finalmente, as diferenças de percentagem de pontos errados são somadas e calculadas as médias de rendimento em uma média comum, a qual é a pontuação bruta do Aprendendo a Aprender. Uma pontuação positiva de Aprendendo a Aprender indica uma melhora naeficiência através de categorias consecutivas, presumivelmente devido ao aprendizado. Muitos pacientes, porém, obterão uma pontuação negativa do Aprendendo a Aprender porque a diferença de percentagem de pontos errados entre a Categoria 1 e a Categoria 2 é incluída no cálculo. 23 Incluindo a primeira diferença de pontos feitos, mais difícil de obter uma pontuação positiva de Aprendendo a Aprender devido à nova dificuldade de fazer a primeira mudança de série. Contudo, os dados normativos tomam este fato em consideração; isto é, as normas refletem como um determinado paciente está Aprendendo a Aprender, comparado com aqueles do grupo controle, então, é possível identificar um relativo bom desempenho até quando o escore bruto total é não positivo. A Figura 7 também ilustra os cálculos envolvidos em obter a pontuação de Aprendendo a Aprender. Como mostrado nesta figura, o paciente completou com sucesso cinco categorias e tentou a sexta, a qual estava composta de 17 tentativas. Deste modo, uma pontuação de Aprendendo a Aprender pode ser calculada para este sujeito. O número de tentativas compondo cada categoria era determinado e anotado no espaço apropriado do Formulário de Pontuação de Aprendendo a Aprender (veja Figura 7), junto com o número de erros cometidos dentro de cada categoria. Dividindo o número de erros feitos em cada categoria pelo número de tentativas incluídas em cada categoria e multiplicando por 100, resulta nas seguintes seis percentagens de pontos errados: 16.67% (2/12), 36.84% (7/19), 38.10% (8/21), 45.83% (11/24), 31.43% (11/35), e 58.82% (10/17). As diferenças da percentagem de pontos errados entre os pares consecutivos de categorias adjacentes são: -20.17 (i.e., 16.67 – 36.84), -1,26 (i.e., 36.84 – 38.10), -7.73 (i.e., 38.10 – 45.83), +14.40 (i.e., 45.83 – 31.43), e -27.39 (i.e., 31.43 – 58.82). A soma destas diferenças de percentagem de pontos errados é igual a -42.15, o qual resulta numa média de diferenças, ou a pontuação bruta de Aprendendo a Aprender, de -8.43 (i.e., -42.15 dividido por 5). Esta pontuação indica claramente que o paciente tornou-se menos eficiente ao invés de tornar-se mais eficiente nos estágios consecutivos do WCST, apesar de que a pontuação em percentil revelar que este aspecto do desempenho do sujeito não é incomum para uma pessoa neurologicamente normal. O desempenho do paciente a pouco discutido levanta um contraste para o paciente de quem os dados são apresentados na Figura 8. Esta paciente completou todas seis categorias em 116 tentativas. Como 24 mostrado nesta figura, seu percentual de pontos errados foram 21.88%, 38.46%, 26.32%, 16.67%, 13.33%, e 8.33%, respectivamente. Estes dados rendem uma diferença de pontuação de -16.58, +12.14, +9.65, +3.34, e +5.00. A consistência da diferença de pontos positivos, depois da inicial, sugere que ela tornou-se progressivamente mais eficiente nas escolhas através dos estágios do teste, e este incremento de proficiência é refletido na pontuação bruto de +2.71 do Aprendendo a Aprender (veja Figura 8). Percentagem de Erros, Percentagem de Respostas Perseverativas, e Percentagem de Erros Não-Perseverativos. Pontuação de Percentagem de Erros, Percentagem de Respostas Perseverativas, e Percentagem de Erros Não-Perseverativos são apresentados principalmente para auxiliar em investigações de pesquisas. Estes pontos são calculados pela divisão do respectivo ponto bruto pelo Número de Tentativas Administradas, multiplicando o resultado por 100, e arredondando ao número inteiro mais próximo. Pontos de percentagem podem ser úteis em estudos de pesquisas onde a diferença de números de tentativas administradas precisa ser controlada. Porém, o uso desta pontuação não é recomendado para interpretação clínica do WCST, porque ela envolve a correção dos pontos por uma medida global do sucesso no teste (i.e., o número de tentativas requeridas para completar o WCST), e porque a confiabilidade dessa “percentagem” de pontos é abaixo do que aqueles de sua pontuação respectiva elementar. Calculando os Pontos do WCST Depois de revisar cada item e anotar erros e respostas perseverativas no formulário de anotação como sugerido acima, a pontuação do WCST pode ser calculada. Abra o formulário de anotação na segunda e terceira página. A terceira página contém espaços para a notar e calcular a pontuação do WCST. Número de Tentativas Administrada, Número Total de Acertos, e Número Total de Erros. Conte o número total de tentativas administradas, e coloque este número no espaço rotulado Número de Tentativas Administrada: Pontuação bruta na terceira página do formulário de anotação. Conte o número de itens que o examinador numerou durante a 25 administração e os que não foram circulados depois. Ponha este número no espaço rotulado Número Total de Acertos: Pontuação Bruta. Conte o número de itens que foram circulados, e coloque esta pontuação bruta no espaço rotulado Número Total de Erros. Respostas Perseverativas, Erros Perseverativos, e Erros Não- Perseverativos. Conte o número de itens que tenham sido marcados com a letra “p” e ponha esta pontuação bruta no espaço rotulado Respostas Perseverativas. Conte o número de itens que foram circulados e marcados com a letra “p”, e ponha este número no espaço rotulado Erros Perseverativos: Pontos Brutos. Conte o número de itens que foram circulados mas que não foram marcados com um “p”. Coloque esta pontuação bruta no espaço rotulado Erros Não- Perseverativos. Como uma verificação na precisão da pontuação, a soma dos pontos brutos dos Erros Perseverativos e dos pontos brutos dos Erros Não- Perseverativos deve ser igual a pontuação bruta do Número Total de Erros. Percentagem de Erros, Percentagem de Respostas Perseverativas, Percentagem de Erros Perseverativos, e Percentagem de Erros Não-Perseverativos. Encontre os pontos brutos do Número Total de Erros na terceira página do formulário de anotações. Divida este número pela pontuação bruta anotada para o Número de Tentativas Administradas. Multiplique esta fração por 100 e arredonde para o número inteiro mais próximo. Coloque este número abaixo da coluna de pontos brutos no espaço rotulado Percentagem de Erros. Encontre a pontuação bruta de Respostas Perseverativas e divida este número pelos pontos brutos colocados no Número de Tentativas Administradas. Multiplique esta fração por 100 e arredonde para o número inteiro mais próximo. Ponha este número abaixo da coluna de pontos brutos no espaço rotulado Percentagem de Respostas Perseverativas. Use um procedimento análogo para calcular a Percentagem de Erros Perseverativos e a Percentagem de Erros Não- Perseverativos. Nível Conceitual de Respostas e Percentagem do Nível Conceitual de Respostas. Examine a segunda página do formulário de anotações e identifique todas as respostas corretas consecutivas que ocorrem em fileiras 26 de três ou mais. Esteja certo de incluir respostas corretas ambíguas que continuam em uma fileira através das categorias. Some o número de respostas corretas abrangendo essas fileiras. Ponha esta soma na coluna de pontos brutos próxima às Respostas de Nível Conceitual. Divida os pontos brutos pela pontuação bruta do Número de Tentativas Administradas. Multiplique o resultado fracionado por 100 e arredonde ao número inteiro mais próximo. Coloque este novo número na coluna de pontos brutos próximo à Percentagem de Respostas de Nível Conceitual. Número de Categorias Completadas. Conte o número de seqüências de 10 emparelhamentos corretos (no máximo 6) e ponha esta pontuação bruta no espaço respectivo rotulado Número deCategorias Completadas. Tentativas para Completar a Primeira Categoria. Olhe a segunda página do formulário de anotações. Comece com a Tentativa 1, conte o número de tentativas utilizadas para completar a primeira categoria. Na área de pontuação, coloque este número de baixo da coluna de pontos brutos rotulada Tentativas para Completar a Primeira Categoria. No raro caso onde um paciente nunca completa com sucesso a primeira categoria, Tentativas para Completar a Primeira Categoria é assinalada com pontuação bruta de 129. Falha em Manter a Série. Conte o número de seqüências de cinco ou mais emparelhamentos corretos, seguidos por pelo menos um erro ocorrido antes de completar a categoria. Anote este número no espaço denominado Falha em Manter a Série: pontos brutos. Aprendendo a Aprender. Determine se uma pontuação de Aprendendo a Aprender pode ser calculada, contando o número de categorias ou estágios que foram completados ou tentados. Se o número total de categorias completadas e tentadas é menor que três, uma pontuação de Aprendendo a Aprender não pode ser calculada. Neste caso, anote “N/A” em Aprendendo a Aprender: Coluna de pontos brutos. Se a pontuação de Aprendendo a Aprender pode ser calculada, conte o número de tentativas abrangendo a primeira categoria. No Formulário de Pontos de Aprendendo a Aprender, coloque este número no espaço para Categoria 1, abaixo da coluna de 27 Número de tentativas. Use um procedimento análogo para determinar o número de tentativas abrangendo o restante das categorias e anote este número no espaço respectivo no formulário de anotações. Depois, conte o número de erros cometidos dentro da primeira categoria. Coloque este número no formulário, no espaço para Categoria 1, abaixo da coluna rotulada Erros. Utilize um procedimento análogo para determinar o número de erros cometidos em cada categoria restante e ponha estes números em seus respectivos locais no formulário de anotações. Divida a pontuação de erros para a Categoria 1, pelo número de tentativas para a mesma categoria, e multiplique o resultado por 100. Coloque este número, arredondado para o segundo decimal, no espaço rotulado Percentagem de Erros para a Categoria 1. Use um procedimento análogo para calcular e anotar a percentagem de pontos errados para as categorias restantes. Subtraia a percentagem de pontos errados da Categoria 2 pela percentagem de pontos errados da categoria 1 e anote o resultado no espaço denominado Categoria número 2: Percentagem da diferença de pontos errados. Subtraia a percentagem de pontos errados para a Categoria 3 da percentagem de pontos errados da Categoria 2, e ponha o resultado no espaço intitulado Categoria número 3: Percentagem da diferença de pontos errados. Use um procedimento análogo para calcular a diferença de pontos entre as categorias restantes e ponha esses números nos seus respectivos locais no formulário de anotação. Some a percentagem da diferença de pontos errados, divida esta soma pelo número de percentagens de diferença de pontos errados que foram somados, e arredonde este resultado ao segundo decimal. Coloque este número no espaço rotulado Média da diferença. Transcreva essa pontuação de média da diferença para o espaço denominado Aprendendo a Aprender: pontos brutos, localizado em baixo do formulário. Ilustração de Caso de Pontuação Para ilustras todas as regras de pontuação para o WCST, os dados apresentados nas Figuras 7 e 8 serão revistos. Case 1. Estes dados do WCST foram obtidos de uma garoto de 9 anos, destro, que completara dois anos de educação regular. Sua prematura história médica e marco de desenvolvimento eram normais até a 28 sua idade de 2½ anos, na qual ele começou a ter convulsões parciais complexas que eram refratárias aos medicamentos anticonvulsivantes convencionais. Estudos de Tomografias Computadorizadas (TC) e imagens de ressonâncias magnéticas (IRM) revelaram uma lesão cística no lobo temporal mesial esquerdo que foi pensado ser uma cisto porencefálico. Ele submeteu-se a prolongados eletrencefalogramas (EEG) vídeo- monitorados registrados com eletrodos esfenoidais, os quais localizaram seu foco convulsivo na região fronto- temporal esquerda. Ele subsequentemente submeteu-se a uma segunda avaliação semi-intensiva com um gancho epidural e eletrodos no forâmen, a qual localizou mais adiante a origem de seus ataques no lobo temporal anterior esquerdo. Ele foi então indicado a uma avaliação neuropsicológica para estabelecer uma linha base de suas habilidades prévias para sua intervenção cirúrgica. Este jovem paciente obteve uma Resultado Total de QI de 87 na Escala Wechsler de Inteligência para Crianças – Revisada (WISC-R; Wechsler, 1974). A Figura 7 apresenta os dados de seu WCST. A Figura 7 mostra que ele completou cinco categorias e obteve 79 respostas corretas e 49 erros. Ele falhou em manter a série uma vez, a qual ocorreu na tentativa final do teste. Quando pontuando as respostas perseverativas, este jovem paciente estabeleceu Número como princípio perseverativo no início do teste (tentativa 2), mas não fez nenhuma resposta perseverativa para este princípio antes de completar a primeira categoria. Ele, porém, persistiu em escolher Cor por nove tentativas depois de completar a primeira categoria, com três, das nove respostas perseverativas sendo ambíguas. Devido as respostas ambíguas feitas nas tentativas 16 e 19 serem “sanduíche” entre erros perseverativos não-ambíguos, elas, também, são pontuadas como perseverativas (veja Figura 7). Ele eventualmente completou a categoria seguinte para Forma, Número, Cor, e Forma, e fez várias respostas perseverativas depois de completar cada categoria. Contando o número de itens assinalados com “p”, resulta em 40 pontos brutos de Respostas Perseverativas, dos quais 34 foram circulados, indicando que foram erros perseverativos. A sua pontuação bruta global da Percentagem de Erros Perseverativos 29 foi de 27% (34/128), e suas Tentativas para completar a Primeira Categoria, em pontos brutos, foi de 12. Como notado cedo, ele fez 70 respostas de nível conceitual em 10 fileiras com três ou mais respostas consecutivas corretas dentre as 128 tentativas, rendendo uma pontuação bruta de 55% para Percentagem de Respostas de Nível Conceitual. Sua pontuação bruta de Aprendendo a Aprender foi de -8.43 (veja Figura 7). Caso 2. O segundo exemplo, o qual é apresentado na Figura 8, é um caso de uma mulher de 38 anos, destra, com 14 anos de estudos, que era empregada como radio-terapeuta. Diferente de um dano cerebral secundário com breve perda de consciência cinco anos antes de sua avaliação, seu histórico médico era essencialmente marcado por prejuízos e doenças conhecidas por afetar o funcionamento cerebral. Porém, ela reportou experiências de episódios debilitantes de fatiga, dificuldades de memória, e problemas de busca de palavras para os três anos anteriores. Ela era subsequentemente diagnosticada como tendo Síndrome de Disfunção Imune de Fadiga Crônica e era referida com avaliação normal de seus estados cognitivos. Apesar de sua experiência educacional e ocupacional, ela obteve uma Pontuação Total de QI de somente 94 na Escala Wechsler de Inteligência para Adultos – Revisada (WAIS-R, Wechsler, 1981). O exame de seu protocolo do WCST (veja Figura 8) revelou que ela estava apta a completar todas as seis categorias em 116 tentativas, com 89 respostas corretas e 27 erros. Ela levou 32 tentativas para completar a primeira categoria, e teve uma falha em manter a seqüência no começo do teste, na tentativa 10, quando ela cometeu um erro ambíguo para Número.Ela subsequentemente fez mais duas respostas não-ambíguas para Número (tentativas 11 e 19), as quais foram pontuadas como erros perseverativos porque Número foi estabelecido na tentativa 10, como princípio perseverativo. Ela demorou a completar a primeira escolha de categoria. Depois de completar a primeira categoria, ela teve alguma dificuldade em mudar o novo princípio de escolha para Forma, como indicado pelos 10 erros e quatro erros perseverativos (tentativas 36, 38, 39, e 45) dentro desta categoria. No entanto, ela tornou-se mais eficiente em sua estratégia de escolha no progresso do teste, e seu aumento de eficiência é 30 refletido em sua pontuação bruta de 2.71 no Aprendendo a Aprender. Das 14 respostas perseverativas que ela fez, 13 foram erros perseverativos. Dividindo sua pontuação bruta de 13, para Erros Perseverativos, pelos pontos brutos de 116, para Número de Tentativas Administradas, resulta em uma pontuação bruta para Percentagem de Erros Perseverativos de 11% (depois de multiplicar por 100 e arredondar ao número inteiro mais próximo). Ela fez 79 respostas de nível conceitual nas 116 tentativas, a qual rende uma pontuação bruta de Percentagem de Respostas de Nível Conceitual de 68%. Pontos Normativos Associados Depois dos pontos brutos para o WCST ter sido calculado e anotados nos seus respectivos locais na área de pontuação do formulário de anotações, pontos correspondentes normativos podem ser anotados. Localize a tabela normativa apropriada no Apêndice D, baseado nas idades dos pacientes (para crianças e adolescentes de 6½ anos até 19 anos) ou combinando a idade e anos de estudos (para adultos de 20 anos ou mais). Os dados normativos apresentados no Apêndice C podem também ser usados para fazer comparações com a população geral de adultos de 20 a até 89 anos de idade. Anote o número da tabela (ou grupos de idade ou idade e anos de estudos da tabela) no espaço provido na terceira página do formulário de anotações. Dentro da coluna da tabela normativa rotulada Número Total de Erros, localiza o número que corresponde à pontuação bruta de Número de Erros Total do paciente. Permanecendo dentro desta fileira, vá ao lado esquerdo da tabela e encontra a pontuação padronizada correspondente, T score, e valores de percentis. Transcreva estes valores para seus espaços respectivos no formulário de anotações. Utilize um procedimento análogo para localizar e transcrever os valores dos pontos normativos para Percentagem de Erros, Respostas Perseverativas, Percentagem de Respostas Perseverativas, Erros Perseverativos, Percentagem de Erros Persecerativos, Erros Não-Perseverativos, Percentagem de Erros Não- Perseverativos, e Percentagem de Respostas de Nível Conceitual. Na tabela normativa apropriada do manual, localize a coluna rotulada Número de Categorias Completadas. Dentro desta coluna, encontre o 31 número que corresponde à pontuação bruta de Número de Categorias Completadas do paciente. Desloque-se para a direita ou esquerda da tabela e encontre a variável de percentil correspondente. Transcreva esta variável para o espaço respectivo no formulário de anotações. Use um procedimento análogo para localizar e transcrever as variáveis de percentis para Tentativas para Completar a Primeira Categoria, Falhas em Manter a Série, e Aprendendo a Aprender. 32 33 ÁREA DE PONTUAÇÃO Escores Brutos Escores Padronizados T score Percentil Número de Tentativas Administradas 128 Número Total de Acertos 79 Número Total de Erros 49 89 43 23 Percentagem de Erros 38 91 44 27 Respostas Perseverativas 40 83 39 13 Percentagem de Respostas Perseverativas 31 83 39 13 Erros Perseverativos 34 82 39 13 Percentagem de Erros Perseverativos 27 100 38 12 Erros Não-Perseverativos 15 104 50 50 Percentagem de Erros Não-Perseverativos 12 53 61 Respostas de Nível Conceitual 70 Percentagem de Respostas de Nível Conceitual 55 94 46 34 Escores Brutos Percentil Número de Categorias Completadas 5 >16 Tentativas para Completar a Primeira Categoria 12 >16 Falha em Manter o Set 1 >16 Aprendendo a Aprender - 8.43 >16 Tabela Normativa Idade: 9-0 à 9-11 Aprendendo a Aprender Número da Categoria Número de Tentativas Erros Percentagem de Erros Diferença de Pontos de Percentagem de Erros 1 12 2 16.67 2 19 7 36.84 -20.17 3 21 8 38.10 -1.26 4 24 11 45.83 -7.73 5 35 11 31.43 14.40 6 17 10 58.82 -27.39 34 Média da Diferença -8.43 35 ÁREA DE PONTUAÇÃO Escores Brutos Escores Padronizados T score Percentil Número de Tentativas Administradas 116 Número Total de Acertos 89 Número Total de Erros 27 91 44 27 Percentagem de Erros 23 93 45 32 Respostas Perseverativas 14 91 44 27 Percentagem de Respostas Perseverativas 12 94 46 34 Erros Perseverativos 13 90 43 25 Percentagem de Erros Perseverativos 11 94 46 34 Erros Não-Perseverativos 14 90 43 25 Percentagem de Erros Não-Perseverativos 12 93 45 32 Respostas de Nível Conceitual 79 Percentagem de Respostas de Nível Conceitual 68 90 43 25 Escores Brutos Percentil Número de Categorias Completadas 6 >16 Tentativas para Completar a Primeira Categoria 32 2 – 5 Falha em Manter o Set 1 >16 Aprendendo a Aprender 2.71 >16 Tabela Normativa Idade: 30-0 à 39-11/Educ.: 13-15 Anos Aprendendo a Aprender Número da Categoria Número de Tentativas Erros Percentagem de Erros Diferença de Pontos de Percentagem de Erros 1 32 7 21.88 2 26 10 38.46 -16.58 3 19 5 26.32 12.14 4 12 2 16.67 9.65 5 15 2 13.33 3.34 6 12 1 8.33 5.00 Média da Diferença 2.71